Crítica | The Flash 1X05: Plastique

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estrelas 3

Depois de uma semana de descanso, voltamos a nossa atividade normal com algumas turbulências pelo caminho.

Prontos? Vamos lá.

Barry continua com sua eterna dor de cotovelo por causa do namoro de Iris com Eddie. Para completar, a Jornalista não abre mão de continuar procurando a origem do raio que aparece em Star City sempre que um crime ocorre e com isso Joe coloca Barry na parede para que resolva logo esse problema antes que Iris corra perigo. Contudo, o CSI precisará dividir sua atenção com um outro problema: o surgimento de outra meta-humana que é capaz de explodir coisas apenas ao tocá-las, a Sgt Bette Sans Souci. A quem Cisco acaba apelidando de Plastique.

Bette quer tentar reverter o processo que a levou a ficar desse jeito e está procurando o médico que a operou enquanto ela estava a serviço do exército americano. Surgindo assim em cena o General Wade Eiling, que anos antes havia firmado parceria com o Dr. Wells, mas a mesma não rendeu bons frutos. Eiling acredita que Bette é um grande trunfo para o exército e quer usá-la para combater futuros inimigos. Óbvio que Bette não compartilha da mesma filosofia e vem fugindo desde então. Barry e companhia tentam ajuda-la, mas não há como reverter o processo que na verdade foi causado pelo gerador de partículas e não pelo exército. Nesse meio tempo Barry descobre que tudo o que Iris vem fazendo é por causa dele, para ajudar na investigação sobre a morte da sua mãe. O rapaz não aguenta a revelação, tampouco que sua paixão acabe se ferindo e decide que os dois não devem se encontrar mais por um tempo. Por fim o Dr. Wells acaba envenenando a cabeça da Sargento e ela sai em busca de vingança. Flash vai atrás dela, mas pode ser um pouco tarde.

O episódio dessa semana foi ok. Não teve nenhuma revelação estupenda e os detalhes interessantes ficaram nas entrelinhas. Como quando o Dr. Wells afirma que a máquina para separar o DNA da Plastique dos estilhaços da bomba ainda não tinha sido inventada. Não foi algo que ele jogou a toa, ele falou com muita certeza de que aquela máquina um dia existiria.

A Plastique em si teve uma participação mediana, como todo o episódio. Nos quadrinhos ela chegou a fazer parte do Esquadrão Suicida que foram mencionados em Arrow e apareceram em alguns episódios.

O General Eiling é uma figura recorrente dos quadrinhos, mas não da mesma forma que foi apresentado na série. Ele é na verdade um mutante gigante e dentuço, mas é bem provável que ele não chegue a aparecer em sua forma original na série. Sua parceria com o Dr. Wells (que a cada episódio está ficando mais inescrupuloso) resultou no Gorila Grodd que tivemos um vislumbre ao final do episódio. Já foi dito antes que ele irá aparecer em algum momento da temporada.

E não sei vocês, mas esse arco da Iris + Joe + Eddie + Barry simplesmente não funciona bem. São os momentos mais arrastados do episódio e não tem a dramaticidade necessária para convencer o espectador. Esse “tempo” que o Barry pediu para a Iris vai fazer muito bem a série como um todo. Porque ele com o Joe funciona muito bem, os outros dois personagens que são bem apáticos.

No episódio da semana que vem o Flash finalmente será conhecido como tal e não apenas raio. Porém, a confirmação de que alguém está ajudando a cidade pode acarretar em sérias consequências para Barry.

The Flash 1×05: Plastique (EUA – 2014)
Showrunner: 
Andrew Kreisberg, Greg Berlanti
Direção: Dermott Downs
Roteiro: Aaron Helbing, Todd Helbing, Brooke Roberts
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Rick Cosnett, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh, Jesse L. Martin, John Wesley Shipp, Patrick Sabongui, Michael Smith, William Sadler, Michasha Armstrong, Evelyn Chew, Emily Delahunty, Amina El Khatib, Logan Williams
Duração: 43 min.

MELISSA ANDRADE . . . Uma pessoa curiosa que possui incontáveis pequenos conhecimentos desde literatura a filmes a reality shows a futebol alemão e está sempre disposta a aprender muito mais. Por isso sou Jornalista por experiência e vocação. Fotógrafa Profissional com muita paixão e um olhar apurado e Roteirista frustrada e uma Crítica de Cinema em ascensão.