Entenda Melhor | Batman vs Superman: A Origem da Justiça – O Trailer da Comic-Con em Detalhes

A San Diego Comic-Con veio e, com ela, como sempre, muitas novidades foram reveladas de vários filmes, séries de TV, quadrinhos etc. Mas talvez nenhuma revelação tenha sido tão bombástica ou, talvez, mais aguardada do que o segundo trailer de Batman vs Superman que, na verdade, é o primeiro trailer completo, já que o que foi lançado em abril, depois de um vazamento, era, apenas, um teaser.

Fizemos a análise do teaser bem aqui e, agora, trazemos, para nossos leitores, nossos comentários sobre o trailer. No entanto, apesar de entender a avidez dos fãs em incessantemente saber mais e mais de seus “objetos de desejo” antes do lançamento efetivo, nunca conseguirei aceitá-la. Pessoalmente, acho que especialmente filmes se beneficiam e muito de uma aura de segredo e mistério que trailers e material publicitário em geral – especialmente de potenciais super-blockbusters como esse – têm revelado sem perdão, tornando-se uma tarefa impossível fugir do turbilhão de informações por aí.

Digo isso, pois o teaser de abril foi absolutamente perfeito em aguçar a curiosidade sem estragar surpresas. Mostrou sem revelar. E esse mais recente trailer faz justamente o contrário e não para de contar cada detalhe da trama de um filme que somente estreará em março de 2016. Fico imaginando o quanto mais será revelado até a estreia…

Bem, mas chega de reclamações e vamos ao trailer, para refrescar a memória:

Viram e reviram?

Então vamos aos comentários!

Superman sob julgamento

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O trailer começa de forma poderosa, com uma senadora vivida por Holly Hunter presidindo o que parece ser um inquérito parlamentar (como uma CPI nossa, mas provavelmente com mais consequências práticas…) contra o Superman e a destruição de Metrópolis. Fica evidente a animosidade dela e do público contra a presença do alienígena super-poderoso por ali e o que esse poder pode significar se mantido sem controle.

Mas é a velha história: controle de quem? Como perguntaria o poeta Juvenal: quis custodiet ipsos custodes? Quem guarda os guardiões? O Estado? A iniciativa privada? Seus pares?

Se existe uma pergunta relevante na mitologia dos super-heróis, é essa. Isso já foi perguntado em Guerra Civil, em Batman – O Cavaleiro das Trevas e, claro, em Watchmen. Agora veremos essa questão sendo o que parece ser a pedra fundamental do conflito em BvS.

No entanto, o que fica muito claro nesse início é que, sob qualquer enfoque, BvS é sim uma continuação direta de Homem de Aço que, apesar de ter feito robusta bilheteria, ficou muito – mas muito mesmo – aquém do que a Warner esperava e do que o mais famoso super-herói deveria angariar. Uma “continuação” ficou em xeque por bastante tempo, até que, com a consolidação do Universo Cinematográfico Marvel, a Warner/DC finalmente tomou tenência e repaginou a possível continuação como um filme que colocaria Superman enfrentando Batman, herói que, como já foi provado diversas vezes, atrai bilheteria com precisão cirúrgica.

Superman vs Zod sob outro ângulo

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E, então, largamos Superman por um momento e passamos a focar em Bruce Wayne e descobrimos que ele estava em Metrópolis durante o destrutivo embate entre Superman e o General Zod. Impotente – e, diria, fora de forma – Wayne vê tudo à sua volta ser transformado em pó por dois seres com poderes inimagináveis. A tomada em plongée dele de joelhos abraçando uma menina com escombros ao redor, com destaque para o logo da Wayne Financial, é muito eficiente em traduzir a raiva – e medo – que o ex-Morcego deve estar sentindo.

Parece-me sensato concluir que o fator preponderante para a volta de Wayne à ativa como Batman é a revelação da existência do Superman e a potencial ameaça que ele representa. Particularmente, não gosto da ideia, pois ela parece considerar que Batman tem sua existência (ok, reaparecimento) justificado pelo Superman, algo que contradiz a mitologia dos quadrinhos. Mas sou o primeiro a defender que quadrinhos são quadrinhos e filmes são filmes. Pode funcionar, mas vai depender da fluidez do roteiro que parece incluir uma enorme quantidade de informação pregressa a cada nova imagem.

Esse “estar em Metrópolis” que mencionei acima é, também, muito relativo, pois, pelo que vem correndo por aí, as duas cidades – Metrópolis e Gotham – serão, nesse universo, adjacentes, complentares, a primeira sendo o local desenvolvido, civilizado e a segunda o local pobre e sombrio. Portanto, a luta entre Superman e Zod pode ter afetado as duas cidades ao mesmo tempo. A modificação na mitologia dos quadrinhos parece forçada (novamente para conectar artificialmente os dois heróis), mas pode funcionar.

O Cavaleiro das Trevas ressurge

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A vibe de adaptação cinematográfica de Batman – O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller disfarçada de filme do Superman continua, com as imagens da Mansão Wayne abandonada, da Bat-Caverna alagada e do literal retorno do Morcego à ativa, com direito à breve sequência de treinamento (o bom e velho pneu sendo puxado), um close no batarangue e um bandido amarrado e marcado na base do ferro quente (em formato de morcego, claro). É, literalmente, o Batman mais violento que Miller criou em 1986.

Alfred (Jeremy Irons) também aparece, proferindo o mesmo discurso do teaser: “a febre, a raiva que transforma homens bons em cruéis“. A mensagem se aplica diretamente a Wayne e seus métodos mais pesados nessa sua volta.

Curiosamente, porém, a reportagem de jornal sobre a devastação da Torre Wayne em Metrópolis, com a morte de “dúzias” ganha destaque pela mensagem escrita em batom(???) vermelho em cima: “Você deixou sua família morrer.” O garrancho, a menção à família (Morte em Família, alguém?) entregam o mensageiro: Coringa. E ele sabe a identidade secreta de Batman.

Mas então ficam as pergunta: onde está o Coringa? E que Coringa é esse? Considerando o universo compartilhado que a Warner/DC agora está tentando criar, a conclusão óbvia é que esse Coringa é o mesmo Coringa que será vivido por Jared Leto em Esquadrão Suicida, a ser lançado em agosto de 2016. Mas será tão óbvio assim? Será que os filmes se passam no mesmo universo, mas em épocas diferentes, com o do Esquadrão antecedendo BvS em alguns anos, para a época em que Wayne ainda estava na ativa?

Superman anjo

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Em direta oposição ao que é visto no início do trailer e logo após Perry White (Morfeus, digo, Laurence Fishburne) discutir com Clark Kent sobre as ações vigilantes de Batman, passamos a ver Superman sob luz positiva. É Lois Lane (Amy Adams) dizendo que o símbolo em seu peito (só eu não gostei do tom “rosa” do escudo?) significa algo bom, é Martha Kent (Diane Lane) afirmando que “eles temem aquilo que não compreendem” (um clichê, mas um clichê verdadeiro e que faz todo sentido) e uma sucessão de boas ações do herói provavelmente ao redor do globo, com a salvação de pessoas em um alagamento (o contra-plongée dele como anjo salvador volta e é impossível não admirar esse momento), resgatando a cápsula de um foguete russo cujo lançamento dá errado e sendo idolatrado por pessoas com rostos pintados, possivelmente na festa do Dia dos Mortos no México.

Ajoelhe-se perante Lex!

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É a partir desse ponto que as coisas realmente começam a se complicar e o trailer passa a mostrar demais, pelo menos em minha opinião mais purista que gosta de preservar as surpresas para o momento da sessão de cinema. Mas, não dá para lutar contra a vagalhão publicitário desse e de vários outros blockbusters (ok, ok, sei que estou reclamando de novo, mas é que sou rabugento, está até na minha biografia aqui embaixo!).

Lex Luthor cabeludo (uma peruca, até onde me consta) aparece conversando com a senadora vivida por Holly Hunter, dando a entender que os dois estão “trabalhando” juntos. Há um subtexto de corrupção bastante claro e pode ser que a raiva da população contra Superman tenha um dedo (ou vários) de Luthor, que parece ser um mestre manipulador mesmo aparecendo tão pouco. Particularmente, gosto muito da escolha de Jesse Eisenberg para o papel do clássico vilão, com  potencial de uma pegada bem mais sinistra.

Mas reparem que, na cena seguinte, Superman aparece se ajoelhando perante Luthor, em uma imagem poderosa que coloca o kryptoniano em posição de submissão. O rosto do Azulão não disfarça a raiva, mas ele parece não ter escolha. Minha aposta é que isso de alguma maneira faz parte da “sentença” da CPI contra o herói, uma espécie de “serviço comunitário” prestado que envolve Luthor como o Master of Puppets por trás de tudo. Bem, pelo menos eu prefiro essa explicação do que algo que aconteça naturalmente ou por força da kryptonita.

No momento seguinte, vemos uma instalação científica (militar ou seria a Lexcorp?) e o corpo de Zod. A fisiologia kryptoniana, então, muito provavelmente será dissecada por quem estiver em comando (minhas fichas estão todas em Luthor, claro) para que seja possível não necessariamente derrotar Superman, mas, mais importante que isso, controlá-lo.

Bruce, Diana e o Comediante

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E a complexidade aumenta ainda mais, quase que gritando para que BvS seja uma trilogia, tamanha é a quantidade de informações que são jogadas no colo do espectador.

Quero muito que o filme dê certo, mas ao lidar com o combate central, as consequências das ações de Superman em Homem de Aço, a chegada de Lex Luthor e mais a introdução de Batman (nesse universo, claro), seu passado e, jogando nesse mix a Mulher-Maravilha, a coisa começa a parecer uma colcha de retalhos costurada apressadamente para servir de trampolim a uma estratégia de universo compartilhado a toque de caixa. Pode dar certo sim, mas também pode dar MUITO errado…

Bem, de toda forma, a primeira imagem meio que consolida a riqueza do passado desse Batman. Ele já teve pelo menos um Robin e esse Robin – Dick Grayson? Jason Todd? – aparentemente morreu pelas mãos do Coringa. Afinal, a roupa de Robin com grafite “ha ha ha, você se deu mal” (sim, essa é uma das traduções corretas da expressão the joke’s on you, com a outra sendo “o feitiço virou contra o feiticeiro“) indica a autoria do Coringa e dá a entender, pela sobriedade do momento, que a “morte em família” aconteceu como nos quadrinhos, especialmente considerando a frase no jornal comentada mais acima.

Em seguida, vemos, pela primeira vez, Diana Prince, a Mulher Maravilha, vivida por Gal Gadot. É um breve momento, que dá destaque ao colar dourado dela – uma referência potencial à sua realeza, à sua tiara, ao laço da verdade – e que deveria ter sido o único com ela no trailer.

Logo em seguida, vemos o que parece ser o início do combate entre Batman e Superman, com o primeiro paramentado com sua armadura e descobrindo e ligando o bat-sinal. Ouvimos Wayne afirmar que Superman pode destruir o mundo com seu poder e cabe a ele resolver o problema.

E, finalmente, temos a obrigatória sequência da morte dos pais de Bruce. Alguém precisa avisar aos cineastas que ver a mesma coisa 18 vezes é chato pacas. Espero que o destaque dado a isso no filme seja microscópico, pois, assim como a origem do Homem-Aranha, ninguém aguenta mais a de Batman. A única coisa realmente interessante nesse momento é Jeffrey Dean Morgan (conhecido no mundo das adaptações de quadrinhos como o Comediante, de Watchmen) no papel de Thomas Wayne.

Muita pancadaria

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 Segue uma sequência aérea, com Batman sobrevoando a cidade em chamas (ou pode ser um drone do bat-avião, já que drones estão “na moda”) que revela o escopo da destruição que veremos em algum momento no que parece ser um filme de 5 horas de duração.

Corta para Diana Prince novamente, dessa vez com outra roupa e olhando para Wayne ou, ao menos, é a impressão que temos com a montagem do trailer. Dá a entender que eles já se conhecem, o que é provável, considerando o círculo social dos dois. O que não fica claro – mas também é provável – é se eles sabem das identidades super-heroísticas do outro e, também, se já tiveram algum relacionamento mais, digamos, caliente.

E, então, surge a cena que muitos aguardavam e que eu sinceramente achava que deveria ter ficado à sete chaves, só sendo revelada no filme em si: Gal Gadot como Mulher-Maravilha aparece lutando e batendo seus braceletes gerando o que parece ser uma explosão. Muito sinceramente, pareceu-me uma sequência aleatória só para apaziguar os fãs sobre a capacidade de Gadot de viver a Amazona (e, sério, se alguém tinha alguma dúvida disso, espero que ela tenha sido soterrada, pois a atriz parece perfeita como a princesa guerreira) que não “combina” com o resto do trailer.

Em seguida, vemos diversas sequências de Batman enfrentando o que parece ser a milícia inspirada no Superman que vimos de relance no teaser. Dá impressão que o uniforme que ele usa é uma terceira versão de sua roupa clássica, uma ainda não vista em material anterior, mas não dá para ter certeza. É de certa forma estranho ele vestir roupas de soldado por cima, mantendo a máscara, pois é algo impraticável, mas só vendo o filme mesmo para julgar. De toda forma, trata-se de um momento muito interessante que solidifica aquilo que mencionei em comentários sobre o teaser: Superman não parece ser relação direta com a mílicia, que só é um grupo que reverencia o herói de maneira distorcida. Resta saber o porquê do Azulão não ir até lá para dar dois petelecos nesses caras e acabar com a farra…

Ah, e apesar de não ter imagem, gosto muito de Alfred dando esporro em Batman, afirmando que “ele [o Superman, claro] não é nosso inimigo“. A função de Grilo Falante do personagem fica bem claro. Espero que Alfred também faça parte da Liga da Justiça, he, he, he.

Pedregulho verde

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Uma imagem só, mas uma imagem muito icônica dentro da mitologia do Superman tanto nos quadrinhos quanto nos filmes anteriores (notadamente os com Lex Luthor como vilão) e também no tecido da luta em quadrinhos entre Superman e Batman por Frank Miller. Luthor observa, em um receptáculo de vidro, uma enorme e brilhante pedra verde, a kryptonita.

Como ele a consegue? Como ele a conecta com Superman?

Bem, diria que seu estudo da fisiologia de Zod deve ser somente a ponta do iceberg. Ele provavelmente achará, nos escombros de Metrópolis ou na armadura de Zod, tecnologia suficiente para permitir que ele faça as pesquisas necessárias. Só não sei como Zack Snyder vai enfiar tudo isso dentro de um filme só, mas considerando que o cara conseguiu colocar Watchmen nas telonas, não posso duvidar de sua capacidade, ainda que sua filmografia tenha baixos muito baixos (Sucker Punch, estou olhando para você…).

Deus contra Homem

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E, ao som de Lex Luthor dizendo “preto e azul, deus contra homem, dia contra noite”, com simbolismo mais do que óbvio, vemos uma ótima sequência de pancadaria entre Batman e Superman, com a Mulher-Maravilha mais uma vez “socada” no meio só para fazer fan service. Reparem aqui que não estou dizendo necessariamente que ela não deveria estar no filme, apenas que deveria ter sido guardada como ás na manga para ser revelada só no filme em si. Aqui, ela parece perdida.

De toda forma, Batman chutando Superman, Superman voando enfurecido e com os olhos vermelhos e Batman no prédio usando o bat-gancho são cenas que prometem momentos épicos no filme. E vou ser chato: menos é mais e tudo isso deveria ter ficado escondidinho para deslumbrar os espectadores no cinema…

Os “Capas Vermelhas” estão chegando…

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Novamente ao som de Lex Luthor dizendo, em tom de deboche ameaçador “os capas-vermelhas estão chegando”, o trailer acaba como deveria acabar, com Superman e Batman (sem armadura) frente a frente, sem firulas, depois que o Azulão transforma o batmóvel em um conversível. Essa cena vale mais do que mil palavras não necessariamente pelo confronto anunciado – ou seria esse um momento anterior ou posterior ao conflito principal, com armadura? – mas por causa da frase de Luthor, que faz referência à famosa frase de Paul Revere – “os casaca vermelhas estão chegando” que avisava aos rebeldes da chegada do exército britânico, o que marcou o estopim da Revolução Americana com as batalhas de Lexington e Concord.

Uma revolução está chegando, mas qual é essa revolução? Conhecendo Luthor, minhas fichas estão em uma revolução que acabe com os super-heróis de maneira que seu caminho vilanesco esteja aberto. Dá a entender que tudo o que vemos em BvS é um jogo de xadrez complexo engendrado por ele em que Batman e Superman (e também a Mulher-Maravilha, Aquaman, Flash e Ciborgue – tomara que só façam pontas!) são apenas peões. Meu maior receio, porém, é que o filme pareça o “episódio zero” dos vindouros filmes da Liga da Justiça e que BvS acabe em aberto…

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É tudo que eu tinha. Gostaram? Viram mais coisas? Equivoquei-me com algo? Por favor, façam seus comentários aí embaixo.

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.