Entenda Melhor | Liga da Justiça – Referências e Easter-Eggs

Um dos lançamentos cinematográficos mais esperados de 2017, Liga da Justiça veio para (novamente) colocar a DC Comics/Warner contra a parede, dividindo opiniões e forçando (assim esperamos) que os produtores repensem as estratégias para os próximos filmes. No presente artigo teremos uma série de detalhes sobre a película, da qual você poderá ler a crítica sem spoiler aqui e a crítica com spoiler aqui. Embora seja desnecessário, vai o aviso: este Entenda Melhor é recheado de spoilers do filme, logo, se você não assistiu, vá aos cinemas, veja a fita e depois volte para conversarmos sobre as referências e os easter-eggs!

Como leituras adicionais que podem acrescentar informações a vocês sobre o que vem acontecendo nas entrelinhas dos filmes do UCDC (Universo Cinematográfico DC), vão aqui três básicas leituras.

E agora vamos à nossa festa. Como sempre, pedimos que vocês também opinem sobre as referências que encontraram (ou suspeitam ter encontrado) no filme, além de teorias, medos para o futuro do UCDC e coisas do tipo.

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0. Dezessete de Novembro

A data escolhida para o lançamento de Liga da Justiça não teve apenas a ver com o calendário do verão americano para os filmes de super-heróis. Neste mesmo dia, em 2001, a série animada estreou nos Estados Unidos, com a primeira parte de Secret Origins. Foi também na Superman: The Man of Steel #17 (Novembro de 1992), vinte e cinco anos antes da estreia do filme, que surgiu nos quadrinhos o Apocalypse, vilão que mataria o Azulão, cuja morte é um dos focos do longa, baseado no crossover A Morte do Superman.

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1. Os Sete Samurais

Em diversas entrevistas os roteiristas e o próprio Zack Snyder comentaram a influência desta obra-prima do diretor japonês Akira Kurosawa, o icônico Os Sete Samurais, filme de 1954. Para quem não viu o filme (e sugiro veementemente que veja!), uma vila é ameaçada por bandidos que pilhavam suas provisões. Então eles enviam um representante à pequena cidade próxima para contratar sete samurais que possam defendê-los da ameaça. A dinâmica, o simbolismo e a forte mensagem de esperança, honra e cumprimento do dever que se vê no longa japonês foi o espírito que gerou o roteiro de Liga da Justiça (2017).

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2. Cemitério Maldito

Pet Sematary é referência de uma das falas do Flash, no momento em que ele e Cyborg cavam o túmulo do Superman. O interessante aqui é que os zumbis de Cemitério Maldito são de um tipo improvável, alguns crianças (sim, zumbis fofos!), o que nos liga ao fato de o Superman ter uma “possessão” ou algo medonho que o torne mal, coisa impensável por tudo o que o personagem representa nos quadrinhos. Embora a piada não tenha agradado muita gente, convenhamos que foi bem pensada.

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3. A Pequena Sereia

Só mantenha a Pequena Sereia longe de mim!“, diz o Cyborg em uma das cenas em que fica bravo com o Aquaman. A referência é mais física e ligada aos poderes e domínio do herói do que de conteúdo em relação ao filme, como no caso dos outros dois longas referenciados. De alguma forma isso também se liga à fala de Bruce quando encontra o Peixoso pela primeira vez, provocando-o: “então você fala com peixes?“, pergunta que, em outro tom, volta ao filme em cena mais adiante.

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4. Rick and Morty

Na casa de Barry vemos uma das telas exibir o episódio Something Ricked This Way Comes, o nono da 1ª Temporada de Rick and Morty, exibido em 2014.

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5. DC Animated Universe e Séries Agregadas

Das referências mais conhecidas do grande público, as que flertam com o Universo Animado da DC (oficial ou não) estão entre as mais apreciadas e reconhecidas. E isso funciona em conceito, pontos visuais e algumas presenças narrativas, como Cyborg falando BOOYAH!, seu icônico bordão da série Os Jovens Titãs, uma das referências mais legais desse tópico. Há também uma boa herança da série Superamigos (1973 – 1986) sobre a qual falarei nas referências mais à frente.

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6. Quarto Mundo de Jack Kirby

Uma das criações mais interessantes do mestre Jack Kirby foi o Quarto Mundo, um Universo que “começou” na revista Superman’s Pal Jimmy Olsen, mas só existir de verdade nos três títulos que sustentam esse Universo:

Neste mundo, os Novos Deuses se dividem em duas “facções”, estabelecidas em planetas diferentes. Os principais personagens do planeta dos mocinhos, Nova Gênese, são: Grande Barda, Forrageador, Povo da Eternidade, Pai Celestial, Magtron (Lightray/Sollis), Órion, Senhor Milagre e Tákion. Já os principais personagens do planeta dos vilões, Apokolips, são: Darkseid, Seis Profundos, Desaad, Doutor Bedlam, Fúrias Femininas, Vovó Bondade, Glorioso Godfrey, Kalibak, Lobo da Estepe (vilão deste filme), Virman Vundabar e Parademônios, estes últimos, também presentes no longa.

Os principais objetos ligados a este mundo são: Equação Anti-Vida, Tubo de Explosão (método de transporte que cria buracos de minhoca para levar coisas e pessoas de um lugar para outro, tanto a curtas distâncias quanto entre galáxias. Eles também aparecem no filme); Caixa Materna (um computador com vida e inteligência própria, capar de gerar e destruir coisas. Elas são utilizadas pelo Lobo da Estepe no filme para preparar o terreno para a vinda de Darkseid); A Fonte e a Super Moto.

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7. “Citywide Crisis”

Um dos jornais que noticiam a situação dos Estados Unidos depois da morte do Superman (embora uma ideia de “crise mundial” pela falta de esperança esteja nas entrelinhas) falam de uma “Citywide Crisis“. Esta é justamente a dinâmica — embora mais caótica e mexendo com a própria fábrica do Universo, algo que de fato poderia acontecer se Darkseid aparecesse dominasse a Terra — que vemos nas muitas crises que acontecem na DC Comics.

Embora a crise mais conhecida (e importante) da editora seja a Crise nas Infinitas Terras, existiram muitas outras, antes e depois. E nem sempre por motivos cósmicos. As primeiras quatro histórias de crises (Crise na Terra-1, Crise na Terra-2Crise na Terra-3A Terra Mais Perigosa de Todas), que ocorreram na revista Liga da Justiça Vol.1, estiveram diretamente ligadas a batalhas contra vilões imediatos de alguns dos heróis da Liga e da Sociedade da Justiça, começando com crises locais sem funções cósmicas, ao menos a princípio, como é o caso do filme.

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8. Corridas Entre Superman e Flash

Disputas entre super-heróis são sempre um chamariz para os leitores. Todo mundo gosta de uma boa disputa, ainda mais entre pessoas com super-poderes. Na primeira cena pós-créditos do filme temos uma aposta de corrida entre Superman e Flash, algo que já aconteceu diversas vezes nos quadrinhos, com Barry Allen, Wally West e até Jay Garrick. Aqui estão as corridas entre Sups e o Ligeirinho nos quadrinhos que serviram de base para a cena.

A primeira, que se deu na revista Superman Vol.1 #199, intitulada Superman’s Race With the Flash! (agosto de 1967, com roteiro de Jim Shooter e arte de Curt SwanGeorge Klein). Na história, a corrida acontece no sábado, dia 10 de junho de 1967 e o resultado é um empate entre os heróis.

A segunda corrida se deu na revista The Flash Vol.1 #175, intitulada The Race to the End of the Universe! (dezembro de 1967, com roteiro de E. Nelson Bridwell e arte de Ross Andru e Mike Esposito). A corrida termina em um segundo empate entre os dois.

A terceira corrida foi na World’s Finest Vol.1 #198 e 199, intituladas Race to Save the Universe!Race to Save Time (novembro e dezembro de 1967, com roteiro de Dennis O’Neil e arte de Dick Dillin e Joe Giella), terminando com vitória do Flash. Como complemento, o leitor também pode conferir as histórias de DC Comics Presents #1 e 2 (agosto e setembro de 1978, com roteiro de Martin Pasko e arte de José Luis García-LópezDan Adkins) para ver um outro tipo de uso dessa competição em uma história.

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9. Sala da Justiça

Primeiro aparecendo na série animada Superamigos, a Sala da Justiça serviu que QG da Liga, tendo aqui a sua indicação em uma das últimas cenas da obra, quando Bruce resolve usar a antiga Mansão Wayne para construir o complexo, já falando de uma “mesa com lugares para outras pessoas“. Nos quadrinhos, o Hall of Justice assumiu as mesmas funções de QG (ou quase isso…) no final do arco O Rastro do Tornado.

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10. Força de Aceleração, Flashpoint e Barry Judeu

A Força de Aceleração é uma energia extra-dimensional a que os velocistas da DC têm acesso, impulsionados por diferentes pontos de origem. Ela é um dos braços da “omni-energia” conhecida como A Fonte e Godwave que permite que habilidades especiais (não apenas a velocidade) alcancem diversas espécies no Universo. No filme, embora seja novato, o Flash já conhece a Força de Aceleração.

Também relacionado ao personagem e a esse conhecimento temos algumas indicações da trama de Ponto de Ignição, que será representada no filme solo do Flash. Aqui em LJ vemos o jovem visitar o pai (interpretado por Billy Crudup) na prisão. A condenação dele é por ter matado a mãe de Barry, embora o jovem saiba que o pai não é o assassino. Como sabemos dos quadrinhos, isso não acaba bem, porque Barry descobre que pode acessar a Força de Aceleração para viajar no tempo e ele fará isso para salvar a mãe, criando uma outra realidade.

Algumas outras características sobre o Flash nos são dadas. Sabemos que aqui ele está no início da carreira como herói e não sabe exatamente como brigar, por isso “só empurra pessoas e sai correndo“. Ele também fala de uma série de medos e fobias, além de trazer para o filme algo indicado em Christmas with the Super-Heroes #2 (história de William Messner-Loebs), de que é judeu.

plano critico barry e laterna verde

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11. Relógio do Apocalipse

Citado no filme como indicação de um momento intenso da crise e avanço das forças do Lobo da Estepe (quando consegue pegar a Caixa Materna que estava a cargo dos homens) o Relógio do Apocalipse é uma referência ao relógio de Watchmen (também inserido na fase Rebirth da DC).

Mas também vale considerar que o “Doomsday Clock” de fato existe em nossa realidade e é mantido pelo pelo Conselho de Ciência e Segurança da Bulletin of the Atomic Scientists. No momento em que escrevo este Entenda Melhor (novembro de 2017), o relógio do nosso mundo marca 2,5 minutos para a meia-noite. Nota: desde 1947, quando a contagem começou a ser feita, o ano que mais nos distanciamos de um apocalipse foi em 1991, quando o relógio marcou 17 minutos para a meia-noite.

plano critico relogio do apocalipse watchmen

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12. Era de Ouro da Humanidade e Tropa dos Lanternas Verdes

Há uma evidente referência de que a batalha de amazonas, atlantes, deuses e semideuses (Zeus, Hércules, Ares e Ártemis chegam a aparecer na batalha) aconteça na mitológica Era Dourada da Humanidade, justamente quebrada por esta tentativa de invasão. A cena também é marcante pela presença da Tropa dos Lanternas Verdes na guerra. Alguns fãs andam teorizando que aquele belo (e triste) momento em que um Lanterna é morto e o seu anel se ajusta para buscar outro protetor deste setor do Universo é quando Abin-Sur, o antecessor de Hal Jordan, é escolhido.

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13. Ace Chemichals e Janus Cosmetics 

Local onde acontece uma das mais famosas cenas do Coringa com a Arlequina em Esquadrão Suicida, o letreiro da Ace Chemichals aparece em uma das cenas em Gotham. Uma indicação visual da mesma categoria é vista com o nome Janus, também em Gotham. A corporação é regida por Roman Sionis, que depois de tê-la perdido, após a compra pela Wayne Foundation, se torna o vilão Máscara Negra.

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14. S.T.A.R. Labs e Asilo Arkham

Silas Stone é um cientista de alta categoria experimental. Ele trabalha no S.T.A.R. Labs (Laboratórios de Pesquisa Avançada de Ciência e Tecnologia) e é lá que faz os primeiros experimentos com Victor, em uma tentativa desesperada de manter o filho vivo, gerando ali o Cyborg.

Já o Asilo Arkham aparece no final do filme, na cena pós-créditos, quando descobrimos que não é Lex Luthor quem está na cena.

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15. A Morte do Superman, Evil Superman e “Lois é a Chave” 

Em BvS, Bruce tem um pesadelo com uma realidade onde Superman é um poço de ódio, um verdadeiro Evil Superman, vingando-se pelo que parece ser a morte de Lois Lane. Uma das falas do Flash para Bruce nesse sonho é “Lois é a chave!“. Ao pensar no plano de ressurreição do Super após a morte pelas mãos de Apocalypse (trama do filme anterior do UCDC, fazendo sua versão para uma das mais famosas e polêmicas histórias dos quadrinhos), Batman consegue se lembrar do aviso do Flash. Levando em consideração o que aconteceu da última vez que usaram a nave kryptoniana, ele imaginava que a volta do Azulão não seria imediatamente em pura bondade. E foi o que aconteceu.

O Superman volta aqui com uma vertente má ativa — tendo outra referência na pergunta “do you bleed?” –, empreendendo uma luta contra a recém-formada Liga, uma das melhores cenas de todo o filme. É então que Batman chama a “arma fatal“, seguindo o conselho que recebera do Flash anteriormente. Lois é a chave para a personalidade plácida do Superman, uma âncora forte para ele. Sua chegada põe fim à batalha e muda o Azulão.

É importante lembrar que esta cena pode ser utilizada em Flashpoint de uma forma completamente diferente mas aqui serviu como um lembrete bem utilizado pelo Batman para impedir que o Evil Super surgisse. Ao menos nessa realidade e nesta ocasião.

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16. Gordon, Mera, Crispus Allen e outras citações

Das novas aparições inteiras no UCDC, três se destacam bastante: o Comissário Gordon, interpretado por J.K. Simmons, em uma participação breve, mas marcante; Mera, interpretada por Amber Heard, que em uma rápida conversa com Aquaman e cita Atlanna; e o Detetive Crispus Allen, interpretado por Kobna Holdbrook-Smith. O personagem se torna uma das encarnações do Espectro, no Universo DC.

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17. Habilidades, Memórias, Sugestões e Atualidades

  • Demorou mas enfim temos pela primeira vez o SUPER SOPRO acontecendo nesse UCDC! Ele ocorre na cena em que o Sups congela a arma do Lobo da Estepe antes de a Mulher-Maravilha destroçá-lo.
  • O Flash fala que, dentre as suas habilidades “loucas” estão linguagens de sinais para gorilas. Ainda é cedo para falar disso nesse Universo, mas esta é fácil: uma óbvia piscadela para um grande vilão da galeria do velocista escarlate: o GORILA GRODD.
  • Alfred fala que sente falta de coisas como “explodir pinguins“, uma referência a Batman: O Retorno (1992).
  • A trilha sonora um tanto vergonhosa de Danny Elfman dá apenas uma leve sugestão da trilha de Batman (1989) e uma quase-sugestão (que deixou muita gente pistola por não avançar um pouco mais) do tema do Super em Superman – O Filme (1978).
  • Na cena final dos reféns, logo no primeiro ato, um policial leva em custódia uma mulher vestida de vermelho e com um belo colar. Tudo indica que seja Selina Kyle, a Mulher-Gato.
  • Clark veste a camiseta xadrez vermelha!
  • Ainda no início do filme, durante as diversas referências visuais e temáticas ao arco Origem (Novos 52), Batman pega o Parademônio e o leva até o teto de um dos prédios da mesma forma que lhe ficou marcada desde a capa da Detective Comis #27, a revista de estreia do Morcegão.
  • Bruce pressiona Barry para falar sobre seu uniforme e o jovem diz que faz “patinação no gelo muito competitiva“. Isso porque Bruce cita o material de manufatura do uniforme como sendo da mesma estrutura usada para ônibus espaciais, ou seja, com pequeno peso e alta resistência ao calor e ao frio. Alguns leitores no nosso twitter já me perguntaram se isso quer dizer que o Flash já lutou contra o Capitão Frio, mas não me parece provável. Entendam que ele está no começo da carreira aqui. Ele mesmo diz que não sabe lutar. Não faz muito sentido ele já ter enfrentado Frio.
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Algumas pessoas ficaram ofendidas com essa homenagem a David Bowie e Prince, os “aliens” que, assim como o Superman, morreram em 2016.

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18. Cameo do Jimmy Olsen Original

Marc McClure famoso por seu papel como Jimmy Olsen no filme setentista do Superman, faz o papel do policial Ben Sadowsky no filme, um cameo no melhor estilo “fan service bem feito“.

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19. Liga da Injustiça e Slade Wilson, o Exterminador

Uma das cenas que mais fizeram os espectadores pularem em suas cadeiras no cinema foi a segunda cena pós-créditos. Nela, temos Lex Luthor, recém foragido de Arkham, convocando algumas reuniões. Na referida cena, aparece ninguém menos que Slade Wilson, o Exterminador, interpretado por Joe Manganiello. Luthor fala para ele que quer formar “uma Liga própria“. O grupo inicialmente foi chamado de Injustice Gang e depois mudou o seu nome para Liga da Injustiça.

É importante ressaltar que o grupo convocado por Luthor tem bem pouca probabilidade de ser a Legião do Mal, como muita gente tem sugerido. A Legião foi criada na série Challenge of the Super Friends e só bem depois foi para os quadrinhos, não sendo tão usada quanto a Liga da Injustiça. Sem contar que Luthor fala diretamente sobre um “LIGA própria“. Para mim, a referência é mais do que clara. Estamos mesmo falando da Liga da Injustiça.

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20. Everybody Knows + Heroes + Come Together

Estas são as canções executadas no filme, em diferentes momentos. A primeira abre a obra, com um elemento de contextualização cínica para a nova realidade e as outras duas encerram a fita apontando para o que acabou de acontecer: a junção de super-heróis para salvar a Terra. As faixas justificam os momentos heroicos em grupo ou individuis, assim como algumas composições visuais ligadas a estes temas, como a Mulher-Maravilha em cima da Lady Justice no Central Criminal Court, em Londres, ou o plano geral nos heróis um ao lado do outro, depois de vencerem o Lobo da Estepe.

Nas canções também temos referências a dificuldades, a despeito da mensagem de esperança. E o filme está cheio desses momentos, para cada um dos personagens. Lembra-se de Steve Trevor, Robin (Jason Todd), o pai de Barry… A mensagem de esperança final é simples, mas eficiente, terminando também com referências, tanto de Clark puxando a camisa para revelar o uniforme, quanto dele sobrevoando para fora do quadro. Uma maneira heroica de terminar o filme.

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Agora é sua vez de se pronunciar! Fale das referências que você viu, fale sobre suas teorias, o que você acha que algumas sugestões “ocultas” do filme querem dizer e quais delas você mais gostou ou odiou.

LUIZ SANTIAGO. . . .Depois de recusar o ingresso em Hogwarts, fui abduzido pelo Universo Ultimate. Lá, tive ajuda do pessoal do Greendale Community College para desenvolver técnicas avançadas de um monte de coisas. No mesmo período, conheci o Dr. Manhattan e vi, no futuro, Ozymandias ser difamado com a publicação do diário de Rorschach. Hoje costumo andar disfarçado de professor, mas na verdade sou um agente de Torchwood, esperando a TARDIS chegar na minha sala de operações a qualquer momento.