Especial | Christopher Nolan

CHRISTOPHER NOLAN

Londres, Inglaterra – 30 de julho de 1970

Christopher Jonathan James Nolan nasceu em Londres, de pai britânico, o publicitário Brendan Nolan, e mãe americana, a aeromoça Christina Jensen. Ele sempre teve uma juventude cosmopolita, transitando entre sua cidade-natal e Chicago, tendo a vantagem da dupla cidadania. Ele é o irmão do meio, com Matthew sendo o mais velho e Jonathan (que viria a trabalhar em parceria com ele no Cinema), mais novo.

Como todo grande diretor, sua curiosidade pela Sétima Arte surgiu cedo em sua vida, com apenas sete anos de idade, quando começou a a filmar seus bonequinhos de Star Wars com a câmera do pai. Já firme com a ideia de ser um cinegrafista, o jovem Nolan escolheu estudar na University College London (UCL) em razão dos equipamentos que a universidade oferecia para filmagens. Já com tino comercial, ele foi presidente da Sociedade Cinematográfica da UCL e, conforme afirma seu então secretário, Matthew Tempest, hoje jornalista, Nolan usava essa sua afinidade com os filmes para servir de curador para a biblioteca de rolos de 35mm que ele passava no Bloombury Theatre, recolhia dinheiro e empregava em suas produções, em seu aprendizado.

Suas duas primeiras produções foram os curtas Tarantella, de 1989 e Larceny, de 1995. Depois, em 1997, dirigiu Doodlebug, outro curta. Mas, durante boa parte dos anos 90, porém, Nolan não conseguiu emplacar no cinema. Tudo o que ele conseguia eram cartas rejeitando suas ideias, até que, em 1998, usando seu próprio dinheiro e seus amigos como atores e equipe técnica, ele fez Following, filme que finalmente mostrou sua habilidade ao mundo, já que foi mostrado em festivais, ganhando o Silver Hitchcock do Dinard British Film Festival, o prêmio de melhor diretor do Newport Film Festival, os de melhor filme no San Francisco International Film Festival e no Rotterdam International Film Festival, além do prêmio “Black & White” do Slamdance Film Festival.

A partir desse momento, as portas para o mundo do cinema se abriram e Nolan carregou todo o seu conhecimento técnico para produzir diversas obras-primas modernas, revitalizando, no processo, a carreira cinematográfica de Batman. Uma de suas mais marcantes características é aliar o tradicional com o moderno. Ele é fã confesso de filmes em celuloide, abominando o digital e, ao mesmo tempo, faz uso de câmeras IMAX e de efeitos especias em computação gráfica de ponta – misturados com efeitos práticos incríveis – para criar seus muito particulares mundos.

O Plano Crítico fez a crítica de todos os filmes que Christopher Nolan, em sua ainda curta, mas invejável carreira. Cliquem nos títulos ou nas imagens abaixo para acessar nosso trabalho:

Interestelar – 2014

interstellar-pc

O Cavaleiro das Trevas Ressurge – 2012

tdkr_onesheet_hires

A Origem – 2010

aorigem-pc

Batman – O Cavaleiro das Trevas – 2008

The_Dark_Knight_WPs___Batman___by_GavDude

O Grande Truque – 2006

capaprestige3

Batman Begins – 2005

batman-begins-batman-49436_1600_1200

Insônia – 2002

Insomnia-main-review

Amnésia – 2000

memento2000-pc

Following – 1998

followingnolan1998-pc

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.