Especial | Jogos Mortais

(arte: Alejandro Fernandez)

A franquia Jogos Mortais começou em 2003 como um curta-metragem de James Wan e Leigh Whannell que tinha como objetivo mostra a viabilidade de um longa. Já no começo do ano seguinte, o filme foi lançado no festival de Sundance, com grande sucesso, sendo adquirido pela mini-major Lionsgate que o colocou no cinema em outubro do mesmo ano. Com um orçamento de 1,2 milhões de dólares, a obra de terror explodiu nas bilheterias, arrecadando mais de 100 milhões de dólares mundialmente, para um total de 930 milhões se considerarmos todos os sete primeiros filmes. Estava lançada a série cinematográfica que veria nada menos do que mais seis continuações lançadas anualmente, entre 2005 e 2010, com um softreboot em 2017.

Uma franquia dessa importância para o gênero do horror não poderia ficar fora do Plano Crítico, pelo que nós trazemos as críticas de todos os longas até hoje lançados organizados em uma postagem só, para facil acesso. Vamos lá? Para acessar as críticas, basta clicar nos títulos ou nas imagens.

Jogos Mortais: Jigsaw (2017)

Jogos Mortais 7 – O Final (2010)

Jogos Mortais 6 (2009)

Jogos Mortais 5 (2008)

Jogos Mortais 4 (2007)

Jogos Mortais 3 (2006)

Jogos Mortais 2 (2005)

Jogos Mortais (2004)

 

 

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.