Lista | Agents of S.H.I.E.L.D. – 5ª Temporada: Os Episódios Ranqueados

Agents_of_SHIELD_-_Season_5_-_plano critico temporada ranking
Agents of S.H.I.E.L.D., para alívio dos fãs, foi renovada para uma 6ª temporada. No entanto, a 5ª temporada é que foi um marco para a série não só por ter chegado aos improváveis e mais do que desejados 100 episódios, como também pelos showrunners terem chegado a um belíssimo final circular que poderia muito bem ter sido o encerramento de tudo. Para todos os efeitos, independentemente do que vier em 2019 (a nova temporada só estreia entre maio e agosto do ano que vem), fato é que a 5ª temporada encerra uma gloriosa era para uma série que começou como o “patinho feio” do sub-gênero de série de super-heróis e que foi crescendo vertiginosamente em qualidade a cada ano que passava.
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Assim, diante da importância da temporada, resolvi fazer uma lista ordenando os 22 episódios do pior (ou “menos melhor”) ao melhor, dentro de blocos de classificação auto-explicativos. Como toda lista, ela é pessoal e subjetiva. Mandem para cá seus comentários e suas próprias listas para conversarmos!
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Bloco 5: Beiçuda – Bonitinhos, mas ordinários

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22º Lugar: All Roads Lead…

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All Roads Lead… simplesmente tinha que ter sido melhor. Era importante quebrar o marasmo desse pedaço da temporada agora, para ajudar a aumentar o hype pelos quatro episódios finais. Infelizmente, teremos que esperar pelo menos mais uma semana para ver a série voltar à forma.
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21º Lugar: Inside Voices

5X16

No geral, Inside Voices foi quase que o episódio inevitavelmente parado depois de duas maravilhas seguidas. É normal e esperado até, pois, por mais esforço que se faça, manter uma temporada de 22 episódios sem momentos menos do que muito bons é uma tarefa que considero impossível. Não tenho dúvidas, porém, que a loucura toda continuará a todo vapor e que nós, espectadores insanamente assíduos, teremos nossas mentes explodidas novamente em breve.

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20º Lugar: Together or Not at All

5X07

Together or Not at All não funciona bem dentro da engrenagem deste primeiro arco da quinta temporada, parecendo não muito mais do que um rabicho do que veio antes. Ainda há qualidade a se extrair dele, como o CGI e o embate entre irmãos, além do uso cada vez mais constante – bem vindo – de Florence Faivre como Sinara. Mas o arco já está começando a demonstrar sinais de desgaste.

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Bloco 4: Deke – Simpáticos, mas por vezes nem isso

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19º Lugar:  The Last Day

5X08

Como já diria o Pica-Pau: fomos tapeados! The Last Day está longe de ser o fim do mistério e as revelações prometidas vieram a conta-gotas e trazendo mais novas perguntas do que respostas a perguntas antigas. Foi sacana, mas foi bom.

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.18º Lugar: The Honeymoon

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The Honeymoon foi um episódio movimentado, sem dúvida. No entanto, ele mais pareceu um divertido filler do que algo que realmente impulsionasse a narrativa mais do que marginalmente. Ok, faz parte, mas, considerando que este é o segundo capítulo seguido fugindo da qualidade extrema que vem marcando a temporada, talvez esteja na hora de algo bombástico acontecer para tirar todo mundo do torpor.

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17º Lugar: Principia

5X13

Mesmo com escolhas estranhas e convenientes demais na narrativa, o episódio fez sentido estrutural dentro da temporada, desenvolvendo também o lado mais… doce de Deke que continua deslumbrado com o passado e mais ainda com a convivência com seus avós (com direito a um vislumbre – finalmente! – de sua mãe em um momento sem lá muito sentido, mas que devemos aceitar só porque foi “legal”). Principia é como uma pausa para respirar e reagrupar os pensamentos, preparando-nos para os nove episódios finais. Há muito pela frente (ou pouco, se essa for a última temporada), mas o porvir parece-me muito promissor, especialmente se a próxima referência for a Comando para Matar ou Rambo

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16º Lugar: Fun & Games

5X06

Fun & Games tem seus problemas, mas também tem vários aspectos de nota. Era querer demais que, depois de Rewind, algum roteiro fosse capaz de manter o mesmo nível. Mesmo assim, a quinta temporada de AoS ainda não conseguiu desapontar.

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15º Lugar: The One Who Will Save Us All

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The One Who Will Save Us All marca o começo do fim da temporada e coloca os agentes diante de uma situação impossível. Resta, agora, torcer para que a quebra do loop temporal e a derrota de Talboton não aconteçam com um mero estalar de dedos.

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14º Lugar: The Force of Gravity

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Independente de qualquer coisa, The Force of Gravity será lembrado – pelo menos por mim – como o “episódio do escudo-beijo”. E já está bom demais, mesmo que isso tenha significado empurrar muita coisa para o final da temporada, que certamente ficar espremido se a produção não recorrer à saída “estalo de dedos”.

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Bloco 3: Mack – Fortes e bons demais

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13º Lugar: Orientation – Parte 2

5X02

Em outras palavras, apesar da modificação mais do que completa de status quoOrientation consegue ser encaixado como uma evolução natural da série, algo perfeitamente esperável por aqueles que conseguem perceber o franco desenvolvimento de Agents of S.H.I.E.L.D. em algo mais do que apenas uma série de super-heróis. É um começar de novo sem efetivamente zerar tudo. É mais um inteligente sopro de originalidade por parte dos showrunners que, pelo visto, não pretendem deixar a série ser cancelada sem antes brigar muito por ela.

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12º Lugar: A Life Earned

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A Life Earned, apesar dos problemas técnicos, funciona em sua proposta de ser um intervalo na velocidade vertiginosa que vinha sendo imposta à temporada, mas sem nem de longe realmente parar ou mesmo desviar-se da narrativa principal. Em outras palavras, Agents of S.H.I.E.L.D.continua em seus francos esforços de nos entregar uma temporada inesquecível.

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11º Lugar: Option Two

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No final das contas, meu receio de que duas invasões alienígenas paralelas ficassem sem sentido foi dissipado quase que completamente – continua estranho, mas dá para aceitar em razão da escala minúscula – e o episódio conseguiu nos dar aquela boa e velha rasteira que a série já acostumou a fazer. Option Two é, certamente, um ótimo começo do fim.

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10º Lugar: The Real Deal

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The Real Deal, como episódio comemorativo, foi uma ótima surpresa. Tivemos o passeio pela história da série que é padrão em roteiros festivos, mas, por outro lado, tivemos foco na vida do personagem que é a força motriz da equipe e que faz a ponte direta com o UCM. Um digníssimo e belíssimo capítulo que celebra a série, seu elenco e, principalmente, seus fãs. Vou parar de escrever, pois entrou um cisco em meu olho…

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9º Lugar: Best Laid Plans

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Best Laid Plans corrige rumos e pavimenta o caminho para o final do primeiro arco da temporada. Ainda há muito o que acontecer, mas AoS mostra que não está para brincadeiras e reúne suas narrativas de maneira inteligente, deixando-nos curiosos para saber como o nó temporal será desatado.

plano critico MARVEL'S AGENTS OF S.H.I.E.L.D. - "Together or Not at All" - Just as the team reunites, they become prey to an undefeated Kree warrior who is bent on killing them all, on "Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D.," FRIDAY, JAN. 12 (9:00-10:00 p.m. EST), on The ABC Television Network. (ABC/Jennifer Clasen) HENRY SIMMONS, NATALIA CORDOVA-BUCKLEY

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Bloco 2: May – Difíceis de serem vencidos

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8º Lugar: A Life Spent

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A Life Spent não deixa a série esmorecer ou mesmo dar um passo em falso. A continuar assim, teremos um final explosivo para a temporada e, se ele for também o da série como um todo, não teremos muito que reclamar.

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7º Lugar: Past Life

5X10

Past Life foi um episódio tumultuado, mas foi um tumulto bom, quase perfeito. Cada linha narrativa foi trabalhada com vagar e clareza suficiente para dar um ritmo agradável ao episódio. Agradável só não. O ritmo foi é agradavelmente alucinante na verdade, ao ponto de tudo ter acabado em não mais do que 15 segundos para mim. Será duro aguardar quatro semanas para descobrir o que aconteceu com o pessoal, especialmente com esse novo Fitz que acabamos de conhecer…

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6º Lugar: All the Comforts of Home

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Os showrunners já deixaram claro, em entrevistas, que o último episódio da temporada servirá também como o último episódio da série, caso ela não seja renovada [a série foi renovada, porém]. Capítulos como All the Comforts of Home fazem-me querer que a série não acabe, mas a história das séries de TV prova que menos é mais e eu prefiro que AoS seja encerrada em seu ápice e não fique perambulando por aí como zumbis sem rumo e objetivo…

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5º Lugar: Rise and Shine

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Rise and Shine é um belo exemplo do quanto Agents of S.H.I.E.L.D. está disposta a auto-alimentar-se, trabalhando elementos de sua própria mitologia em conjunto com os do vastíssimo UCM como um todo em um resultado surpreendente. Se haverá um crossover efetivo com Guerra Infinita, descobriremos em muito pouco tempo, mas, mesmo que não haja, os showrunners estão de parabéns por conseguirem liberdade para fazer o que vêm fazendo.

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Bloco 1: Fitz – Geniais e implacáveis

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4º Lugar: Orientation – Parte 1

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Apesar de chamar-se Orientation, a primeira parte, na verdade, deveria ter sido Disorientation. E não escrevo isso de maneira pejorativa. Longe disso, na verdade. O que o roteiro faz, ajudado pela ágil direção de Jesse Bochco, não coincidentemente responsável pelo excepcional 4,722 Hours, é literalmente colocar-nos nos sapatos de nossos agentes preferidos em uma frenética e constante tentativa de entender o que está acontecendo afinal de contas. Sem dúvida alguma, a manutenção do mistério é um artifício batido e havia risco de tornar esse começo enfadonho, mas o que vemos, na verdade, é quase (e esse “quase” é importante – mais sobre isso adiante) que um soft reboot da série ou, pelo menos, um arco de “entrada”, daqueles que não exigem muito conhecimento prévio do que veio antes, na esperança de ampliar o número de espectadores.

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3º Lugar: The End

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The End é o encerramento que os primeiros cinco anos de Agents of S.H.I.E.L.D. mereciam. Um episódio que mostra maturidade e inteligência nesta que, sem dúvida alguma, é a melhor série de super-heróis no formato de mais de 20 episódios da televisão. Se ele também marca o começo de um novo e potencialmente diferente futuro para a equipe, só o tempo dirá.

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2º Lugar: Rewind

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O primeiro (e possivelmente único) episódio não-espacial e não-futurista do primeiro arco desta temporada mostra que Agents of S.H.I.E.L.D. realmente não está para brincadeiras. O mistério se aprofunda na mesma medida que algumas perguntas são respondidas e Fitz – o grande Fitz! – é exatamente aquele personagem que esperávamos que ele fosse depois da traumática experiência no mundo virtual de Aida. Rewind anunciou qualidade e entregou mais do que se poderia esperar. Sim, essa série não para de surpreender.

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1º Lugar: The Devil Complex

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The Devil Complex é mais um ponto alto da temporada. Um episódio que reitera algo que já estava bem óbvio: Agents of S.H.I.E.L.D. não é mais aquela sériezinha leve e fácil de se ver. Dor, sombra, traição e transformação são as palavras de ordem. E que continue assim!

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.