Lista | Os Melhores Filmes de Charles Chaplin

Entre os meses de abril e outubro de 2014, o Plano Crítico realizou o Especial Charles Chaplin, onde foram publicadas críticas para TODOS os filmes dirigidos por Charles Chaplin, dos curtas-metragens de 1914, à sua derradeira obra, o longa A Condessa de Hong Kong.

Como sempre fazemos ao fim de um Especial, apresentamos aqui uma lista com os principais filmes do diretor escolhidos pela equipe do site. Desta feita, trazemos um total de 15 filmes listados, os 15 mais votados dentre a equipe de críticos (Luiz Santiago, Ritter Fan, Filipe Monteiro e Guilherme Coral) e dos sempre prestativos Gui Santiago, Luc e Victor Thulin.

Para ler as críticas para os filmes apresentados basta clicar no link em destaque no título ou na imagem. E não se esqueça de comentar também! O que achou da nossa lista? Quais são os seus filmes favoritos de Charles Chaplin? Boa leitura, bons filmes e boas risadas e todos!

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#15. Vida de Cachorro

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Vida de Cachorro é um adorável filme de Chaplin, definitivamente uma de suas melhores comédias. Aqui temos a presença de um cachorrinho, o verdadeiro herói da trama, que ajuda Carlitos reaver a carteira encontrada pelo próprio cachorro (em um momento em que o vagabundo realmente precisava) e permite que seu dono e a amada tenham uma vida tranquila no campo. De alguma forma — especialmente no papel do cão durante a briga — me lembrou Campeão de Boxe, guardadas as devidas proporções, é claro. Confira a crítica completa.

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#14. Dinamite e Pastel

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Dinamite e Pastel coloca Carlitos em uma padaria, onda seu jeito desastrado acaba afetando não só os donos do estabelecimento, como os clientes. As risadas são garantidas em cada falha tentativa do personagem em fazer absolutamente qualquer coisa. Ao mesmo tempo, o restante dos padeiros declara greve, deixando ainda mais nas mãos do coitado que mal o forno sabe operar. Confira a crítica completa.

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#13. Os Amores de Carmen

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Por mais improvável que seja, Os Amores de Carmen é mesmo uma versão de Charles Chaplin para Carmen, conto de  Prosper Mérimée adaptado famosamente por Bizet em forma de ópera. E o mais interessante é que Cecil B. DeMille havia feito sua versão logo antes, em 1915, e a de Chaplin é uma paródia dessa versão específica, com direito até a figurinos iguais. Apesar de ser tecnicamente um curta de 1915, ele foi remontado em 1916 é essa a versão objeto da presente crítica. Confira a crítica completa.

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#12. Monsieur Verdoux

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Mas Charles Chaplin não se fez de rogado e, em meio a toda essa controvérsia, correu atrás da produção de Monsieur Verdoux, talvez seu filme mais incendiário e certamente o que é menos compreendido pelo público em geral, muito em razão de sua má recepção nos EUA e do completo desaparecimento do amado personagem Vagabundo, em troca de outro bem mais complexo e absolutamente inusitado. Confira a crítica completa.

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#11. Um Rei em Nova York

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Chaplin disse algumas vezes que Um Rei em Nova York não era um filme político, era apenas uma sátira. Mas todos nós sabemos que com isso ele só estava contando parte da verdade. A outra parte é que o longa tem todos os motivos possíveis para ser considerado uma obra de caráter político, exposto como sátira, é verdade, mas claramente político e alinhado à esquerda, especialmente pela realidade que se propõe retratar. Confira a crítica completa.

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#10. Pastor de Almas

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O último filme protagonizado por Chaplin ao lado de Edna Purviance, embora seja um curta-metragem, já conta com a estrutura dramática de suas obras posteriores. De fato, o cuidado maior com a trama já vinha se apresentando nos últimos anos de seu trabalho. A narrativa passou a seguir uma linha melhor definida e, ao longo dela, as piadas são inseridas de acordo, trazendo uma maior coesão para o filme como um todo. Confira a crítica completa.

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#9. Dia de Pagamento

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Preferido pelo próprio Chaplin dentre seus curta-metragens, Dia de Pagamento já reflete a qualidade que veríamos em seus subsequentes longas, adotando uma linha narrativa clara, que mantém seu espectador entretido não só pelas gags, como pelo próprio carisma do ator/diretor. Confira a crítica completa.

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#8. Casamento ou Luxo

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Uma aposta para Charlie Chaplin, Casamento ou Luxo foi seu primeiro drama, já anunciado pelo seu título original A Woman in Paris: A Drama of Fate. O que nem todos sabiam na época, contudo, é que o próprio Chaplin não apareceria na obra, fazendo apenas uma pequena ponta que passa quase que totalmente despercebida pelas audiências. Esta ausência do diretor como ator, explicitada já em uma primeira cartela do longa-metragem, acabou prejudicando a receptividade da obra pelo público, chegando a abalar o autor que já era bastante popular. Confira a crítica completa.

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#7. O Circo

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Como muitos sabem (e concordam) hoje em dia, Charles Chaplin se firmou como um dos principais exemplos sobre a arte de expressão da arte cinematográfica. Muitos de seus filmes e curtas, em sua maioria vendidos como comédias, iam da risada às lágrimas numa facilidade digna de um grande condutor, de um realizador que tinha plena consciência do que estava fazendo e levando ao seu público. Confira a crítica completa.

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#6. Em Busca do Ouro

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Diante de toda a sua extensa filmografia, Charles Chaplin sempre afirmou possuir um carinho especial por Em Busca do Ouro, que veio para matar as saudades dos admiradores do personagem O Vagabundo, talvez a persona mais popular já criada por Chaplin, e que ficou de fora de seu filme anterior, Casamento ou Luxo, o primeiro drama escrito e dirigido por Chaplin. Confira a crítica completa.

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#5. Luzes da Ribalta

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Luzes da Ribalta se passa em Londres, em 1914, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, mas foi filmado em Hollywood, nos anos 50, em plena ‘caça às bruxas’ do Senador McCarthy. Chaplin vinha sendo observado pelo FBI já a um bom tempo e, em 1952, recebeu o ultimato do Comitê de Atividades Antiamericanas para depor oficialmente e declarar suas atividades e opiniões políticas. No final de toda a novela, o diretor partiria definitivamente dos Estados Unidos, sendo Luzes da Ribalta o seu último no país. Confira a crítica completa.

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#4. Luzes da Cidade

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Chaplin que era um crítico social de marca maior, um idealista – termo que erroneamente é taxado de forma pejorativa, num país em que malandragem é sinônimo de sabedoria – era também um romântico sensível e cativante. O filme Luzes da Cidade comprova tal afirmativa e não me deixa cair em descrença. Lançado em 1931, a obra continua bela e sensível. Com certeza, estamos falando de uma película eterna. Confira a crítica completa.

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#3. O Garoto

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Este longa dirigido e estrelado por Chaplin, trata de maneira sensível a relação de afetividade entre o Vagabundo e um garotinho. Após encontrar um bebê recém-nascido abandonado na rua e empreender várias tentativas sem sucesso para encontrar os responsáveis, Carlitos resolve criar a criança, com quem nutrirá uma relação quase paternal. Confira a crítica completa.

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#2. O Grande Ditador

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Talvez o que mais nos chame a atenção em O Grande Ditador, seja o ano no qual foi produzido, 1940. Com a recente ocupação da Polônia e o início da Segunda Guerra, Chaplin nos leva de volta a 1938, nos trazendo uma retratação satírica da Alemanha nazista. Posteriormente o diretor afirmou que jamais filmaria esta obra se soubesse das desumanas proporções dos atos nazistas. Felizmente, Charles ainda estava dotado de uma relativa inocência à época e nos entregou um verdadeiro manifesto pacifista. Confira a crítica completa.

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#1. Tempos Modernos

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Mais do que uma obra excelente, Tempos Modernos é um elemento chave para compreender a situação econômica de uma época. O filme é um marco na história do cinema, tanto por reverberar em importantes questões sociais e por propor diálogos com a própria maneira de fazer cinema. Confira a crítica completa.

LUIZ SANTIAGO. . . .Depois de recusar o ingresso em Hogwarts, fui abduzido pelo Universo Ultimate. Lá, tive ajuda do pessoal do Greendale Community College para desenvolver técnicas avançadas de um monte de coisas. No mesmo período, conheci o Dr. Manhattan e vi, no futuro, Ozymandias ser difamado com a publicação do diário de Rorschach. Hoje costumo andar disfarçado de professor, mas na verdade sou um agente de Torchwood, esperando a TARDIS chegar na minha sala de operações a qualquer momento.