Lista | Star Trek: Os Filmes Ranqueados

Star Trek, junto com Doctor Who e Star Wars, forma a Santíssima Trindade da Ficção Científica. E não poderíamos deixar de opinar com nossa própria lista do pior ao melhor longa-metragem já lançado, incluindo o mais recente, de 2016.

Aliás, esqueçam a primeira pessoa do plural, pois ela é enganosa aqui. A lista é minha – do Ritter – e só minha e de mais ninguém. E, por isso, é a melhor lista já feita sobre Star Trek no multiverso. Tentei usar a democracia ao fazer a lista do Universo Cinematográfico Marvel, mas ali descobri que democracia não funciona, pois ela não refletiu o que EU acho. Portanto, aboli a democracia e estabeleci a autocracia ou, como meus súditos carinhosamente gostam de chamar, a Rittercracia. Nela, uma abominação como dar o penúltimo lugar para Homem de Ferro 3 jamais aconteceria.

Claro que tem sempre uns dois ou três que reclamam de minha onisciência, mas é tudo inveja. Isso fica mais do que evidente pelas intervenções patéticas de Guilherme “Xyrilian” Coral e  Luiz “Catullan” Santiago.

Bem, feita essa necessária introdução, leiam, cliquem nos links ou imagens para ler as respectivas críticas, divirtam-se, compartilhem e comentem a lista! E tem ENQUETE lá no final, hein?

13º lugar
Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira (1989)

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Fazendo um paralelo com Star Wars, a franquia “rival”, A Última Fronteira é como se fosse a Trilogia Prelúdio. Ou, para ser mais preciso, é como se fosse A Ameaça Fantasma, pois os outros dois filmes são marginalmente superiores à caçada por Deus empreendida pelo Capitão Kirk e companhia, graças a um meio-irmão enlouquecido de Spock. Se bem que, pensando bem, se eu tivesse que escolher um desses dois filmes para levar para uma ilha deserta, escolheria A Última Fronteira sem titubear, pois não tem Jar Jar Binks, Vader-Jesus criancinha vivido pelo pior ator mirim do mundo e um roteiro feito por símios com problemas mentais. E olha que eu sou muito mais apaixonado por Star Wars do que sou por Star Trek. Mas mesmo um fã de Star Wars precisa jogar a toalha e reconhecer a atrocidade fílmica que é A Ameaça Fantasma. Ah, você é fã e acha o filme bom? Não tem problema não. Eu sempre aceito opiniões contrárias.

Mentira. Não aceito não. Se você gosta de A Ameaça Fantasma, eu tenho pena de você.

Aliás, pena não. Tenho NOJO de você. NOJO. ASCO. RAIVA. CÓLERA. QUERO DISTÂNCIA. DESEJO QUE VOCÊ QUEIME NO FOGO DE HADES. SAI DE PERTO. VADE RETRO. AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Guilherme Coral: Desculpe, gente, mas já medicamos o Ritter, recolocamos a camisa de força e ele está agora trancado no quarto acolchoado dele em posição fetal (não que ele não tenha razão, claro…).

Luiz Santiago (24h depois): É eu sair um pouquinho e a incompetência galática do Guilherme Coral em não administrar os remedinhos do Ritter vem à tona.

12º lugar
Jornada nas Estrelas: O Filme (1979)

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O primeiro filme da franquia no cinema é também um dos mais fracos por sua pegada exageradamente cerebral e uma cadência que não esconde que não é muito mais do que um episódio da série de TV original esticado ao extremo, como um restinho de manteiga no canto do pote que foi espalhada em uma bisnaga inteira (o Capitão América sacou a referência, e você?). Afinal de contas, Jornada nas Estrelas: O Filme (cujo nome é desonesto e deveria ter sido Jornada nas Estrelas: O Episódio de Duas Horas Chato Pacas) consiste em diálogos entremeados com uma câmera parada focada na tela da Enterprise. É como ver tinta secar ou observar por sobre o ombro de seu amigo ele jogar um daqueles insuportáveis RPGs online (vamos lá, me xinguem, hoje estou audacioso! – Cap, para você novamente…).

Guilherme Coral: O remedinho não funcionou. Teremos que tomar medidas mais drásticas. No entanto, só será possível quando o Ritter descer da árvore de ele escalou quando fugiu da masmorra…

Luiz Santiago (24h depois): Eu avisei.

11º lugar
Jornada nas Estrelas: Generations (1994)

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O encontro de duas velhar…, digo, gerações! Tinha tudo para ser uma maravilha, uma obra-prima, um suprassumo da nerdice. Mas não é. É o suprassumo da indução ao sono zzzzZZZZzzzzzZZZZ… Kirk desaparece, Picard o acha 78 anos depois e os dois cavalgam juntos (tinha uma piada suja aqui, mas estou me segurando!) e quase colhem flores em uma idílica paisagem em que Kirk rejeita uma mulher e volta para o mundo real com o careca ao lado dele. Completamente ficção científica. Ops, é ficção científica! Mas daquelas bem chulé. É como se o nerdão babão de Star Trek (Um Trekker ou um Trekkie? Eu nunca sei, mas quem se importa, não é? Tudo a mesma porcaria…) tivesse tido um sonho molhado e marretado os dedos gordurosos e amarelos de Cheetos em um Macintosh bugado.

Guilherme Coral: Trekkers, mil desculpas por esse troll. Temos o maior respeito por vocês!

Luiz Santiago (24h depois): Não adianta disfarçar, Guilherme, os leitores já manjaram qual é a sua.

10º lugar
Além da Escuridão: Star Trek (2013)

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Como disse, estou audacioso hoje. Sim, Além da Escuridão está em 10º lugar. DÉCIMO. Isso mesmo que você viu. Não adianta chorar, bater pezinho e fazer beiço. Apena resigne-se que seu queridinho Khanberbatch participou de um dos piores filmes da franquia que tem um roteiro tão genial que a resolução de tudo é uma injeção que cura a morte. Isso. O filme tem a cura da morte. O que falar disso a não ser concluir que essa escolha foi a coisa mais preguiçosa que inventaram para a Sétima Arte desde que arrumaram de derrubar uma armada de alienígenas com um vírus de computador (e lá pelo menos o tom era jocoso e não essa seriedade toda que Abrams empresta ao seu filme…).

Guilherme Coral: O que dizer? Apesar de descontrolado, aqui o Ritter tem toda razão! Mas ele não desceu da árvore ainda. Hora de pegar os dardos tranquilizantes…

Luiz Santiago (24h depois): Era fácil fazer ele descer. Só pegar uma almofada com a foto do Clint Eastwood e do Idris Elba lado a lado e ele dançava até valsa com as patinhas pra cima.

9º lugar
Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984)

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Os 9º, 8º e 7º lugares, na verdade, ficaram meio embolados nessa meiúca aqui. Os três filmes são razoavelmente equivalentes em sua mediocridade e, mesmo considerando que em tese a tripulação original deveria ter preferência sobre a Nova Geração, o fato é que À Procura de Spock (o título em si é um spoiler gigantesco, que nem O Filho que Era a Mãe para Psicose em Portugal…) é o “filme do meio” de uma trilogia sobre o orelhudo vivido por Leonard Nimoy que começou em A Ira de Khan e acabou em Salvem as Balei…, digo, A Volta para Casa. O filme tem seu charme, mas o vilão entrou na fila para ser genérico umas 30 vezes, Spock criança é um bebê chorão insuportável e a nova versão de Saavik é extremamente sem graça (mas queriam o quê? Trocaram a linda Kirstie Alley pela bem comum Robin Curtis…). O resultado é meh… Não tão bom, não tão ruim, muito ao contrário… É como comer biscoitos Globo (vamos lá, podem bater!).

Guilherme Coral: Leiam a biografia do Ritter. Ele detesta praia. Nunca deve ter comido biscoito Globo com grãos de areia, sal da água do mar e acompanhado de mate feito com água de garagem e servido em tonéis amassados de metal… Desce da árvore!

Ritter Fan: Já comi sim. E continua sem gosto! Pffffft… E outra coisa: não estou em árvore nenhuma. Isso aqui é a Enterprise, não está vendo?

Luiz Santiago (24h depois): Vou repetir caso alguém não tenha entendido direito: RITTER DETESTA PRAIA.

8º lugar
Jornada nas Estrelas: Nêmesis (2002)

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A ordem foi: queremos um vilão vilanescamente vilanesco que só faça vilanias vilanescas. Com isso, os roteiristas criaram:

  • Um clone de Picard
  • Doente
  • Louco varrido
  • Que se veste de Cenobita (se não sabe o que é Cenobita, SAIA DAQUI JÁ!)
  • Vivido pelo Mad Max (não, não esse que você está pensando, o outro!)

Funcionou? Hummm, mais ou menos. Afinal, esqueceram de arrumar uma boa desculpa para o sujeito existir e fazer o que faz. O resultado é um vilão mau como o Pica-Pau, mas que não lambe as botas dos melhores vilões de Star Trek.

Guilherme Coral: Buá, buá, buá, não sei o que é Cenobita… Vou é cortar o raio dessa árvore já!

Luiz Santiago (24h depois): Guilherme não tem idade para isso, Ritter. Acho que o “probleminha” foi longe demais.

7º lugar
Jornada nas Estrelas: Insurreição (1998)

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Polêmica a colocação de Insurreição aqui? Talvez. Mas, considerando que minha palavra é divina e, portanto, a única correta, não há porque haver surpresa, apenas obediência e adoração irrestrita. Mas, apenas porque sou um deus benevolente, vou explicar: a questão é que a história do filme é diferente e até um pouco surreal, com um vilão interessante, ainda que caricato, vivido por F. Murray Abraham e que coloca Picard e sua turma contra a Federação, algo inédito na série de filmes.

Guilherme Coral: Ai, minha Santa Aquerupita, baixou o complexo de deus no sujeito agora…

Deus Ritter: Olha a heresia, garoto! Vou usar a Palavra, hein!

Luiz Santiago (24h depois): Ritter é igualzinho ao Deus-Papai-Noel-Fajuto-Trollador-Desequilibrado-Mimizento de Call and Response.

6º lugar
Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982)

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Aqui a coisa começa a ficar mais séria. Os seis melhores filmes da série são realmente bons. Claro que vai ter gente choramingando com a colocação de A Ira de Montalkhan em 6º lugar, mas a grande verdade é que esse é um grande filme, mas os demais são melhores. O vilão, vivido pelo Sr. Rourke, é bem melhor do que sua contrapartida “moderna” vivida por Sherlock não em razão dos atores necessariamente, mas sim porque suas respectivas inserções na narrativa e desenvolvimento durante as projeções são bem diferentes, com a original sendo clara e orgânica e, a segunda, uma bagunça inominável. Mas o filme de 1982 mostra claramente a hesitação da Paramount em investir em Star Trek, com um orçamento ridículo que resultou em um filme feito com restos de outros… Algo como o primo pobre da série…

Guilherme Coral: Sr. Rourke? Quem é Sr. Rourke? E é A Ira de Khan, não Montalkhan. Escreve direito pelo menos!

Deus Ritter: Crianças… Porque fui criá-las? Deveria ter mantido os dinossauros vivos no lugar…

Luiz Santiago (24h depois): Olhem para mim, eu sou um Tardígrado Hiperativo Carnavalesco!!!

5º lugar
Star Trek (2009)

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O melhor reboot cinematográfico já feito. Ponto final.

Não, ponto final não. Tenho mais a dizer: roteiro inteligente (com exceção daquela coincidência horrorosa e indesculpável de Kirk caindo no mesmo exato planeta onde estão Spock Ancião e Scotty) que recria a franquia sem desdizer tudo o que veio antes e novos atores que simplesmente encarnam sua contrapartidas clássicas, com especial destaque ao trabalho de Karl Urban como o Doutor Leonard “Magro” McCoy. Mesmo com os tiques de J.J. Abrams na direção, o resultado final impressiona.

Guilherme Coral: Finalmente algo sensato!

Luiz Santiago (24h depois): Nesse momento, logo se vê que o Guilherme aderiu à loucura do Ritter e começou a tatuar no corpo ~malandramente~ o rostinho divino do Sr. Fan. Imaginem aonde isso vai dar.

4º lugar
Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986)

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Esse filme era para dar errado. Mas muito errado! Afinal, tem orçamento digno de hospital público, lida com viagem no tempo para salvar baleias no passado e tem Spock de roupão atoalhado branco… Era uma tragédia anunciada. Uma coisa ridícula que não dava para acreditar como alguém que tenha lido o roteiro aprovou o negócio.

E catapimba! Foi um dos filmes mais bem sucedidos de toda a franquia e o meu favorito por muitos e muitos (e muitos) anos. Tem uma mensagemzinha ecológica mequetrefe (sério, papo chato esse de salvem as plantinhas e os animaizinhos…), mas que funciona muito bem, contando com um roteiro que transforma o filme em uma comédia leve e inteligente.

Guilherme Coral: O Ritter não acredita em aquecimento global. Pronto, falei!

Deus Ritter: Aquecimento global é uma invenção de empresas imperialistas salafrárias para vender mais aparelhos de ar-condicionado!

Luiz Santiago (24h depois): Não deixem de ler o mais novo livro do Ritter: Árvores Pra Quê? Eu Quero é Shopping! (Editora Fudeutudo, 2016).

3º lugar
Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991)

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Dificilmente alguém tem A Terra Desconhecida entre os três filmes favoritos da franquia Star Trek. E é por isso que essa lista – e eu! – existe. Aprendam, meros mortais: A Terra Desconhecida é uma aula de como se fazer um belo filme de despedida de um time completo de personagens icônicos que merecem todo o nosso respeito. Ah, mas o Capitão Kirk, Scotty e Chekov só se despedem em Generations. Primeiro, sua besta, Generations é uma droga. Segunda, seu animal de rabo, foi por isso que eu escrevi “time completo”. Não sabe ler? Ah, desculpa, erro meu. Sim, ERRO SEU SUA MÚMIA PARALÍTICA.

Guilherme Coral: O último estágio da loucura: ele agora fala com ele mesmo… Não liguem, gente…

Luiz Santiago (24h depois): O sujo falando do imundo. Só tem eu de sensato aqui.

2º lugar
Star Trek: Sem Fronteiras (2016)

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Se você acha que ainda é muito cedo para este filme, que acabou de ser lançado por aqui, constar no 2º lugar da melhor lista do mundo sobre filmes da franquia Star Trek, então (1) não viu o filme ainda, caso em que está perdoado; ou (2) viu e é um péssimo julgador de filmes e devia ficar calado em um canto escuro com chapéu de BURRO e ajoelhado no milho. O terceiro capítulo da Linha Temporal Kelvin é o único dos três filmes que consegue se desvencilhar da mitologia pesada da série, que não tem furos homéricos de roteiro, que apresenta uma batalha espacial de tirar o fôlego e que dedica tempo em igualdade de condições para todos os membros principais da tripulação da Enterprise. E isso tudo além de ter Idris Elba no elenco. Idris Elba, como todo mundo sabe ou deveria saber, é como aquela carta A1 no Super Trunfo. Se ele aparece, já ganhou.

Guilherme Coral: Sinto que o Ritter tem um man crush pelo Idris Elba…

Deus Ritter: Já chega aturar suas intervenções. Agora me vem com ciúmes? Brincadeira isso…

Luiz Santiago (24h depois): Falou o Guilherme, que tem até quadros descamisados do Mads Mikkelsen pelas paredes do quarto… Quero ver ele negar isso.

1º lugar
Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato (1996)

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Um resumo: leiam a crítica e entendam o porquê de esse filme constar aqui, no primeiro lugar.

Para quem tem preguiça: viagem no tempo (para o momento histórico em que o Homem inventou o motor de dobra + vilões sensacionais (os Borg e sua Rainha) + traumas passados (Picard já foi assimilado pelos Borg) + questões existenciais (várias – vai ler a crítica, vai…). E a cereja no bolo é que o filme é tomado de referências à mitologia da série SEM que isso atrapalhe o filme. Uma aula de roteiro que deveria ser estudada pela galera responsável por aquela mixórdia chamada Batman vs Superman (sim, uma mixórdia – e estou sendo eufemístico -, vai encarar?).

Guilherme Coral: Realmente, BvS é dose para leão…

Luiz Santiago (24h depois): Vocês estão do lado errado da História. De novo. O Morcego jamais perdoará vocês. Hereges da Bula! Filhos de Baal! Fedidos!

Hors concours
Heróis Fora de Órbita (Galaxy Quest) (1999)

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Ignorem o título abestalhado em português que faz Galaxy Quest parecer um daqueles filmes porcarias estrelados por atores do naipe de Adam Sandler (me xinga, vai, I dare you, I double dare you!). Trata-se do melhor filme de Star Trek que não é Star Trek. Uma sátira sensacional não só a Jornada nas Estrelas, como também aos filmes de ficção científica em geral e particularmente ao chamado fandom.

Luiz Santiago: Crianças, parem de brigar! Aqui é um lugar de paz e fraternidade. Somos todos críticos paz e amor.

Deus Ritter e Guilherme Coral (em uníssono): Cala a boca, “SEU BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO”.

Luiz Santiago (24h depois): Andaram tomando Poção Polissuco! Eu não falei nada disso! Eu não sou o PANDA DA PAZ!!!

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Gente, tudo que é bom (perfeito, na verdade) acaba, não é mesmo? Mas vocês estão livres para fazer todos os comentários que quiserem abaixo, sempre concordando integralmente com a ordem da lista e elogiando-a efusivamente como algo incrivelmente fora do comum e tão maravilhosa que vocês estão com lágrimas nos olhos de tanta emoção. Vão lá! Deem vazão a seus sentimentos de adoração ao meu trabalho, mesmo quando ele é interrompido por vermes rastejantes insuportáveis como esses dois sujeitos que comentaram depois de minhas irretocáveis palavras.

Ah, tem ENQUETE aqui embaixo também! Queremos saber qual é seu filme favorito entre os 13!

Vida longa e próspera! (desde que, claro, os comentários sejam positivos e elogiosos, caso contrário, Vida Curta e Decadente…)


RITTER FAN & GUILHERME CORAL . . . Primeiro híbrido-crítico do Plano Crítico, Ri&Gui é a junção de duas mentes insanas, perturbadas e ousadas prontas para dominar o mundo. Surgidas diretamente das séries da CW, essas mentes pretendem espalhar, além da dominação, o amor e o nonsense pela Galáxia. Contemplem, ó, mortais, uma nova categoria de crítico!