Lista | Top 5 – Os Filmes Que Mais Vezes Assistimos

Lá no já longínquo ano de 2015, fizemos uma série de artigos que listavam as obras favoritas de cada um de nossos redatores. Inesperadamente, essas publicações tornaram-se verdadeiros best sellers aqui do site, com uma enorme participação de nossos leitores até hoje em dia.

Com isso em mente, agora que tivemos diversas alterações em nosso corpo de críticos, com um aumento substancial, resolvemos voltar à carga com listas de natureza mais pessoal de cada um de nós, desta vez com uma pegada levemente diferente. No lugar de favoritos, abordaremos outros aspectos do nosso dia-a-dia, começando por uma lista dos cinco filmes que mais vezes assistimos até agora, seja pela razão que for.

Aqui, não interessa necessariamente favoritismo ou se esse ou aquele filme é o melhor em nosso julgamento. O que interessa mesmo é quantidade, seja por qualquer fator, de tara de infância até uma completa incapacidade de resistir a impulsos de fixar os olhos em determinada obra sempre que ela está passando na TV, passando por completa insanidade ou um desvio de personalidade qualquer. Participaram dessa lista nada menos do que 16 de nossos redatores, que redigiram seus próprios textos de “justificativa”!

Vamos lá? Mas também queremos saber os filmes que vocês mais assistiram também! Não se acanhem e mandem suas listas para cá!

Gabriel Carvalho

Grease: Nos Tempos da Brilhantina

Quantidade: Algumas mil vezes.
Justificativa: Como vocês repararão nessa lista, eu não sou de repetir muitos filmes, com exceção daqueles que eu vi quando menor, mas assisti algumas mil vezes os números musicais de Grease, além de, provavelmente, a trilha sonora do filme ser a que mais ouvi na minha vida.

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca

Quantidade: Oito ou nove vezes.
Justificativa: Único filme que eu cheguei a assistir duas vezes em uma única semana. Único filme que faço questão de reassistir anualmente (novamente, não sou de repetir muitas vezes os filmes que assisto). A quantidade acima não inclui, claro, as repetições de alguns momentos inesquecíveis individualmente.

Scooby-Doo 2: Monstros a Solta

Quantidade: No mínimo 15 vezes.
Justificativa: Scooby-Doo era um dos meu desenhos favoritos quando eu era menor. Ainda é. Quando eu ganhei de aniversário os dois filmes em live-action lançados na época, me apaixonei, ainda mais pelo segundo, que continha uma quantidade absurda de monstros. E o DVD desse tinha um joguinho de mistério maravilhoso.

Harry Potter e a Câmara Secreta

Quantidade: 10 a 15 vezes.
Justificativa: Minha pré-adolescência começou com o fascínio pela saga do bruxinho. Quando ganhei da minha mãe um box com todos os filmes da franquia lançados na época, essa história de fissuração surgiu. Pedra Filosofal me encantou, mas Câmara Secreta tinha um misto de fantasia com “terror” bem interessante, prendendo-me na cadeira todas as vezes que reassisti ao filme, aliado ao fato de, mais tarde, o sentimento de nostalgia também apitar.

O Galinho Chicken Little

Quantidade: Umas 20 vezes no mínimo. Mas criança repete tanto o mesmo filme que deve ser mais.
Justificativa:  Como todos sabem, tenho idade para ser bisneto de certo editor-chefe do site. O Galinho Chicken Little é o filme mais mal recebido pela crítica de todos da Disney. Acho tão mágico o fato de eu ter feito festa de aniversário com essa temática. Tenho uma relação de carinho gigantesco com a relação entre pai e filho abordada na animação, não realmente pela sua qualidade, mas vi esse filme no cinema com a minha família toda, especialmente com o meu pai, que não costumava ir muito ao cinema comigo por problemas físicos. O cinema é subjetivo.
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Nick

Convenção das Bruxas

Quantidade: Umas 10 vezes.
Justificativa: Assim como muitos outros na minha lista, ele cai na categoria “Sessão da Tarde”. Um filme de bons efeitos (dos mesmos responsáveis pelos efeitos em filmes como Dr. DolittleHarry Potter e a Pedra Filosofal e As Tartarugas Ninja) e uma história que é amigável para as crianças, o que ofusca algumas de suas fraquezas, proporcionando um entretenimento bom e fácil para toda a famílias. Sempre voltava para ver os visuais disformes, ainda cravados na minha mente.

Matilda

Quantidade: Mais de cinco, menos de 15 vezes é o meu chute.
Justificativa: Sim, mais um dos filhos da Sessão da Tarde; de uma época onde a TV era parte do carvão que fazia a imaginação das crianças andar. É um filme que não considero dos melhores nos dias atuais, mas ainda faz parte daqueles programas que eu sei boa parte das falas.

Mogli: O Menino Lobo (1967)

Quantidade: Umas 30 vezes.
Justificativa: Certamente o filme que eu mais vi. Um filme que funcionou muitas vezes como meu remédio para dormir; quase sempre eu dormia assim que os créditos começavam a subir. Era uma fita VHS milagrosa. Um dos meus filmes favoritos da Disney até hoje, em parte devido às suas caracterizações ricas (algo pelo que o estúdio era conhecido em seus primórdios), mas principalmente por causa da sua música. A música me conduzia até aqui, toda vez.

Curtindo a Vida Adoidado

Quantidade: Cinco vezes, se não me engano.
Justificativa: Qual é o sonho de todo estudante do ensino médio? Um dia de escola na cidade com seus amigos, claro. Em outras palavras, isso é a sinopse de Curtindo a Vida Adoidado. É absolutamente ridículo, mas isso é parte do charme, porque é uma brincadeira tão divertida que nós a perdoamos por qualquer falha que possa ter. Ferris é um preguiçoso carismático e inteligente que constantemente quebra a quarta parede enquanto faz planos elaborados para sair da escola e dar uma pausa em seus pais. Eu provavelmente revia isso por Ferris Bueller ser um espelho adolescente a ser seguido? Talvez…

Aladdin

Quantidade: Cinco vezes, se não me engano.²
Justificativa: Hoje em dia, vejo alguns problemas nesse filme, mas, ainda assim, é algo que eu revi algumas vezes e ainda considero um bom show. Assim como Mogli, a música me atraía e me compelia em Aladdin.
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Rafael W. Oliveira

Closer: Perto Demais

Quantidade: Mais de 20 vezes.
Justificativa: Foi o primeiro que despertou a minha forma de enxergar o cinema hoje; não tem como não me entregar a ele em toda revisão.

Carol

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: É um filme de importância muito pessoal e que refletiu diversos sentimentos que eu estava tendo na época do lançamento. Se tornou um xodó.

As Panteras: Detonando

Quantidade: Mais de 20 vezes.
Justificativa: Nem é só por ter marcado tanto minha passagem do uso de VHS pra DVD, mas realmente enxergo esse filme como o ápice do cinema de ação tresloucado. É MUITO divertido.

Pânico

Quantidade: Mais de 15 vezes.
Justificativa: Wes Craven é o motivo por eu gostar de filmes de terror. Ponto.

O Sexto Sentido

Quantidade: Mais de 15 vezes.
Justificativa: Shyamalan é meu pastor e nada me faltará.
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Giba Hoffman

Aladdin

Quantidade: Mais vezes do que a quantidade de macaquinhos do Príncipe Ali.
Justificativa: Filme favorito da infância por muitos e muitos anos, e reassistido ao longo da vida. Aventura, mitologia, músicas, o pacote completo.

As Aventuras da Turma da Mônica (1982)

Quantidade: Mais até do que o Aladdin, até literalmente destruir a fita.
Razão: Filme favorito da infância até aparecer o Aladdin. Assistia compulsivamente mais de uma vez por dia e, mesmo a fita tendo estragado já há mais de 25 anos, lembro de cada linha do diálogo, cada frame de animação, cada musiquinha. Cadê meu DVD/Blu-Ray, MSP!?

De Volta Para o Futuro (Partes 1 e 2)

Quantidade: Dezenas de vezes, sempre que tive oportunidade (Globo/VHS/DVD/Blu-Ray).
Justificativa: Humor, aventura e um roteiro que me explodia a cabeça desde sempre. Ficava triste quando começava a tocar “The Power of Love” nos créditos, significando o fim da jornada. Quando era mais novo, evitava a Parte 3 porque não curtia a ambientação western (e não gostava do fim!).

Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança

Quantidade: Uma vez para cada midichlorian no sangue do Anakin em Episódio I.
Justificativa: As Aventuras da Turma da Mônica encerrava com uma batalha espacial entre o Cebolinha e um coelho espacial pirado. Quando descobri que era tudo referência ao tal de Guerra nas Estrelas, fiquei doido para ver. Fascinado desde a primeira vez, posso preferir Império por uma margem milimétrica, mas esse aqui é sem dúvida o que eu mais vi.

Highlander – O Guerreiro Imortal

Quantidade: Dezenas de vezes.
Justificativa: Pô, já ouviu “Princess of the Universe“?
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Fernando Campos

Os Vingadores

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: Além de ter visto mais de dez vezes, Os Vingadores foi a experiência cinematográfica mais marcante da minha vida. Não por ser uma obra-prima, não é, mas assistir a equipe de heróis reunida em live-action sempre foi um sonho de infância. Por isso, eventualmente, minha criança interior pede para rever o longa. Aliás, em todas as revisões, me divirto bastante.

Batman: O Cavaleiro das Trevas

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: Duas coisas se unem aqui. Primeiro, para mim, esse é o único filme de super-heróis que pode ser considerado uma obra-prima, ou seja, gosto muito. Segundo, esse filme passa demais na TV a cabo! Portanto, quando estou de bobeira em casa, sem nada de interessante para assistir, e me deparo com esse filme na programação, assisto sem nem pensar duas vezes. Rever a atuação de Heath Ledger e o trabalho de Nolan com o Homem-Morcego nunca é demais.

Os Intocáveis

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: Outro caso de filme que passa demais na TV a cabo. Os Intocáveis é um filme fundamental para mim como cinéfilo. É uma das obras que me fizeram criar interesse pela sétima arte e passar a pesquisar sobre o tema. A cena da escadaria, referência a O Encouraçado Potemkin, me encantou na primeira vez, assim como o filme todo. Por isso, não perco a chance de reassistir quando me deparo com o longa na programação.

O Show de Truman: O Show da Vida

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: A primeira vez que assisti O Show de Truman foi na Sessão da Tarde, ainda no início da adolescência. Obviamente, na época, não tinha noção da infinidade de temas tratados pela obra, mas me chamou a atenção por algum motivo. Algum tempo depois, revi porque lembrava da minha curiosidade ao ver pela primeira vez. E assim seguiu durante toda minha adolescência. Ia revendo, esporadicamente, para tentar captar mais coisas. Claro que a presença de Jim Carrey ajuda, uma vez que adoro o ator. Mas o fato é que O Show de Truman fala sobre a vida de uma maneira que me toca até hoje.

Django Livre

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: Meu pai ama esse filme. Não sei o porquê, sinceramente. Aliás, só para deixar claro, eu também adoro, mas ele ama por algum motivo. Toda vez que Django passa na TV, ele assiste. Aliás, até o DVD comprou. E eu, para ter um raro momento cinéfilo com ele, paro para assistir junto. Obrigado Quentin Tarantino por isso.
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Marcelo Sobrinho

V de Vingança

Quantidade: Mais de cinco vezes.
Justificativa: Com referências a Shakespeare e Goethe e rebeldia popular movida a Tchaikovsky, história do justiceiro V transformou-se em um dos filmes prediletos da minha adolescência.

O Escafandro e a Borboleta

Quantidade: Mais de cinco vezes.
Justificativa: A grande incursão do artista plástico Julian Schnabel pela direção de cinema produziu um dos longa-metragens mais influentes para minha decisão de me tornar neurologista.

Forrest Gump, o Contador de Histórias

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: Um dos meus filmes prediletos e mais revisitados ao longo de toda a vida. A história cheia de sensibilidade e humor de Forrest foi uma das minhas primeiras paixões cinematográficas.

Luzes da Cidade

Quantidade: Mais de cinco vezes.
Justificativa: para mim, a grande obra-prima de um dos maiores artistas da história e o auge do personagem Carlitos. A cena do discurso ininteligível do político é uma das mais marcantes a que já assisti.

O Rei Leão

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: O filme mais visto na infância e a animação que considero como a melhor de todos os tempos. Com uma linda abertura, a história hamletiana do leão Simba, que quer vingar o assassinato do pai, revelou também dois dos personagens mais carismáticos do gênero: Timão e Pumba.
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Gabriel Vieira

17 Outra Vez

Quantidade: Rapaz… Contemos uma vez para cada dia do ano de 2011.
Justificativa: Ele simplesmente passava todo dia em algum canal da TV paga. E e eu e meu irmão adorávamos, sabíamos as falas de cor. Era tão agradável que não negávamos assistir mais uma vez nunca. A cena do personagem de Thomas Lennon entrando no tribunal é hilária (VOCÊ NÃO AGUENTA A VEDADE!!)

Kill Bill Vol. 1

Quantidade: Parei de contar na 21ª, que aconteceu em 2013.
Justificativa: Assisti Kill Bill pela primeira vez com 11 anos de idade e virou automaticamente meu filme favorito. No final de 2013 ganhei de Natal um Box dos dois volumes de Kill Bill em Blu-Ray, daí em diante as vezes por ano aumentaram exponencialmente.

Evil Dead

Quantidade: Rapaz… Que pergunta, hein?
Justificativa: Essa é uma história engraçada. Eu e meu melhor amigo éramos fãs de The Evil Dead de Sam Raimi – mas fãs mesmo, obcecados por todo aquele universo. Quando vimos que estava para lançar um Remake quase morremos do coração – e posteriormente de ansiedade. Bem, a data da estréia chegou e lá estávamos nós dois. Com os ingressos comprados na central eletrônica, fomos na maior cara de pau para a fila, o supervisor ficou desconfiado mas entramos, e até o final vimos pessoas saírem até sobrarem apenas nós dois e mais quatro outros fãs do clássico de 1981. Vale lembrar que o filme pegou uma censura especial, que até a data eu só havia visto O Albergue 2 pegar. Na semana seguinte vimos de novo, dessa vez em casa, uma versão filmada de algum cinema. Depois uma versão não lançada no cinema, mas com a linda qualidade de 480p. Depois uma versão de 720p. Depois 1080p. Depois eu comprei o Blu-ray, aí o negócio deslanchou de vez.

Um Corpo Que Cai

Quantidade: Mais que um bocado de vezes.
Justificativa: É um filme lindo visualmente falando. Tem uma trama de tirar o fôlego, e que só Hitchcock era capaz de impor na tela do jeito certo. Assistia sempre que possível. Em 2015 ganhei o blu-ray de uma amiga no meu aniversário. Adoro ver nos finais de semana. Todo domingo que eu coloco o filme, quando meu pai está por perto, ele diz “De novo??!!” no tom mais incrédulo que você já ouviu.

A Hora do Pesadelo

Quantidade: É muito provável que eu esteja próximo da milésima.
Justificativa: Mais um caso de: eu e meu amigo somos obcecados. Por tudo no filme. Toda a parte visual, mas também a mitologia envolvida, Wes Craven, o elenco… Tudo. Adoamos o documentário de mais de três horas chamado Never Sleep Again quase tanto quanto o filme em si (também tem o livro, escrito pelo diretor do documentário). Enfim, assistimos muito e nunca fomos capaz de saciar a vontade de ver de novo.
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Anthonio Delbon

Hora do Rush 3

Quantidade: Perdi a conta faz tempo.
Justificativa: A razão é óbvia. O mistério é: por que existem cinco Transformers e só três Rush Hours?

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Quantidade: No chutômetro, umas 130.209 vezes.
Justificativa: Nostalgia de infância, James McAvoy e a lembrança de uma pessoa querida.

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel

Quantidade: 50,100, 200?
Justificativa: Raramente eu coloco o dvd pra assistir, mas sempre paro se estiver passando. E sempre está passando – tipo Quero Ficar com Polly há alguns anos…

Kung Fusão

Quantidade: Uma boa centena de vezes, contando apenas alguns trechos.
Justificativa: É o melhor filme já feito pela humanidade.

A Rocha

Quantidade: Umas 20 vezes.
Justificativa: Sou fanboy de Nicolas Cage. E Con-Air é outro clássico, antes que eu me esqueça.
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Ritter Fan

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca

Quantidade: Facilmente mais de 300 vezes, sem contar com trechos variados, que deve fazer a contagem chegar na casa do milhar muito facilmente.
Justificativa: A primeira vez que vi esse filme foi no cinema, na semana de lançamento, com minha prima me dizendo que o Império ganhava (a maldita já tinha assistido) e eu me borrando todo de medo de que fosse verdade. Saí fascinado (depois de três sessões seguidas, na época que dava para fazer isso nos cinemas de rua) e basicamente não parei mais de assistir até hoje. Não tem como resistir ao chamado da Força!

Os Caçadores da Arca Perdida

Quantidade: Deve chegar próximo a 300 vezes, também sem contar com trechos variados.
Justificativa: Eu queria ser arqueólogo quando criança!

Grease 2: Os Tempos da Brilhantina Voltaram

Quantidade: Umas 200 vezes.
Justficativa: Eu era – e ainda sou – apaixonado pela Michelle Pfeiffer e esse filme é a razão. Tara de adolescente não acaba nunca… E e meus amigos igualmente tarados por Pfeiffer alugávamos o VHS importado na única locadora que  tinha e o assistíamos seguidas vezes de tempos em tempos. Ainda sei todas as músicas de cor…

O Exterminador do Futuro

Quantidade: Umas 300 vezes.
Justificativa: Vi esse filme no cinema logo antes de viajar com minha mãe e minha avó pela primeira vez para os Estados Unidos. Naquela época, fitas VHS eram lançadas nos EUA com preço mais primeiro, pois eram para as locadoras. Eu tanto enchi a paciência de minha mãe e avó que elas compraram essa fita mais cara por absurdos 60 dólares e eu a assisti ininterruptamente por meses, forçando todos os meus parentes, visitas, amigos e qualquer um que tivesse o infortúnio de botar os pés lá em casa a assistir o filme comigo com direito a trilha de comentários espontâneos meus ao longo de toda a duração.

Sexta-Feira 13 – Parte 2

Quantidade: Umas 150 vezes.
Justificativa: Esse foi o primeiro filme “proibido” que assisti e me refestelava com a sanguinolência e, claro, com os corpos femininos desnudos que eram empalados sem dó nem piedade. Outro que entra na categoria: “eu via, rebobinava e via de novo, e de novo, e de novo…”.
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Guilherme Almeida

Laranja Mecânica

Assisti pela primeira vez aos 7 anos e fiquei bastante traumatizado. Com o passar do tempo fui revendo e gostando cada vez mais. Conheço essa obra-prima de Stanley Kubrick como a palma da minha mão.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Fui daqueles fãs inveterados da saga. Li todos os livros duas vezes, mas não sei quantas voltei a cada um dos filmes. Só tenho certeza que o Prisioneiro de Azkaban era o meu favorito: devo tê-lo visto mais de vinte vezes.

A Liberdade é Azul

Esse foi meu filme preferido por muitos anos, e até hoje amo quase tudo o que Kiéslowski fez. Cheguei a assistir A Liberdade é Azul três vezes no mesmo dia. Assisti tantas, mas tantas vezes que enjoei.

O Planeta do Tesouro

No ano de lançamento, eu tinha quatro anos de idade e estava indo ao cinema pela primeira vez. O plano inicial era assistir um filme da Xuxa, mas todos os ingressos já estavam esgotados (graças a Deus, ao Txutxucão ou ao capeta!). Acabei entrando na sessão do Planeta do Tesouro e pouco tempo depois comprei o VHS. Quase todo sábado retomava essa ótima animação que mistura guerra nas estrelas e histórias de pirata.

O Rei Leão

“É o ciclo sem fim/ que nos guiará/ a dor e a emoção/pela fé e o amor/ até encontrar/ o nosso caminho/ nesse ciclo, nesse ciclo sem fim”. Ouvi essa música, sem exageros, uma centena de vezes. Muitas falas dos personagens continuam ainda na minha cabeça. Quem não tem saudades de Timão, Pumba, Simba, Mufasa, Scar e companhia?? Esse drama shakespeariano passado na savana fez a felicidade de minha infância.
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Roberto Honorato

Todo Mundo Quase Morto

Assisti umas 50 vezes.
Meu favorito de Edgar Wright. Tem um elenco impecável, um enredo divertido, é cheio de pequenos detalhes que deixam tudo mais interessante quando você revisita o longa e ainda toca Queen (isso é sempre bom). Eu pensei em colocar a trilogia Cornetto aqui, mas Shaun of the Dead é o que eu acabei assistindo mais vezes. “Tem uma mancha vermelha aí em você”.

The Rocky Horror Picture Show

Assisti umas 70 vezes vezes.
Eu adoro musicais e um tinha que entrar aqui. O que mais assisti foi o louco sci-fi trash e melodramático estrelado por Tim Curry, que entrega a minha atuação favorita em qualquer musical já feito pro cinema. Adoro tudo nesse filme, desde o figurino até os cenários, os personagens e as músicas, TODAS uma delícia, decorei cada uma delas. “Don´t dream it, be it”.

A Trilogia do Anel

Assisti umas 100 vezes.
Eu só consigo assistir todos os filmes como uma jornada só, tem que ser um dia inteiro separado só para isso. A Trilogia do anel é a minha favorita de todo o cinema (eu considerei Poderoso Chefão e não consigo gostar do último), e por mais que eu veja um ou outro quando está passando, o ideal é sentar com muita comida e assistir a versão estendida da trilogia, o que eu amo fazer. Começar no Condado, leve e animado, terminando com a sensação de ter mudado sua vida no fim, é uma experiência única. “Então acabaremos com isso, de uma vez por todas. Vamos, Sr. Frodo. Eu não posso carregá-lo por você, mas posso carregar você”.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Assistido umas 200 vezes
Eu peguei a febre Harry Potter bem no começo. Comprei os livros, álbuns de figurinha e tudo. Até hoje sei todas as falas dos três primeiros filmes, mas foi o que começou tudo que eu nunca resisto mais uma assistida. “ Meu pai é trouxa, minha mãe é bruxa. Foi um choque e tanto quando descobriram”.

Toy Story

Assistido nem sei quantas vezes.
Desde a infância, com minha fita cassete do filme, eu já assistia religiosamente e considerava o melhor filme do mundo. Agora, continuo achando um dos melhores e assisto mês sim, mês não. “A expressão que eu procuro, não posso dizer, porque há brinquedos pré escolares por aqui”.
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Mauricio Rosa

O Bebê de Rosemary

Certamente por não ter nenhum fio solto, assisti com o mesmo prazer e entusiasmo umas 6 ou 7 vezes. Drama ocultista, terror psicológico e suspense icônico. Para além das especificações de gênero, apresenta um sofisticado exercício de direção, com o melhor roteiro adaptado que eu já vi e trilha sonora sinistra e inesquecível.

Central do Brasil

Assisti 5 vezes. Por quê? Porque é uma obra-prima, um road movie existencial pelo Brasil profundo. Sempre me emociono quando começa a música do Antonio Pinto, quando Fernanda Montenegro diz qualquer palavra, quando vejo aquelas personagens embrutecidas pela vida cedendo para o afeto. Lindo demais.

Convenção das Bruxas

Esse era o meu favorito da Sessão da Tarde. Sempre que passava eu assistia, então posso imaginar que assisti cerca de 137 vezes. É um conto de horror para assustar as criancinhas. Eu nunca me assustei com as bruxas – um incrível trabalho de maquiagem -, mas a situação do garotinho protagonista é realmente penosa e dramática. Roald Dahl, autor do livro que inspirou o filme, nunca passou a mão na cabeça das crianças e sempre jogava os pequenos em lugares sombrios. Talvez seja por isso mesmo que eu gostava tanto.

Janela Indiscreta

Meu Hitchcock favorito, visto 5, 6 vezes. Tem todos aqueles elementos que fizeram do Hitch o mestre do suspense, mas o que me pega mesmo é a diversão de ser voyeur. No filme metalinguístico, lente sobre lente, vigiamos os vizinhos e vemos um possível crime. Na vida real, não seria igualmente excitante ser testemunha ocular? Hitchcock nos dá a mão e nos leva para brincar por trás da indiscreta janela da nossa curiosidade. É ótimo!

Bossa Nova

Assisti 4, 5 vezes. É uma comédia romântica deliciosa. Gosto dele justamente pelas críticas que recebeu: Rio de Janeiro idealizado e clássicos na trilha sonora. Digo aos detratores: “Bossa Nova” é justamente sobre a idealização de um Rio de Janeiro perdido – não é à toa que o título é o nome do movimento musical que cantou o Rio nos anos 50. Sobre o resgate melancólico dessa cidade é o filme e sobre meu resgate sempre retorno a esse longa leve e especial.
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Luiz Santiago

Saneamento Básico, o Filme

No cinema foram 3 vezes, com amigos diferentes. Em casa, pelo menos mais umas oito, em ocasiões diferentes com a família. Eu não consigo resistir. Acho uma das comédias brasileiras mais gostosas e sempre me esborracho de tanto rir com a sequência “olha quem vem lá / quem? / a Silene! / que Silene? / a Silene Seagal! / Aaah!”.

A História Sem Fim

Vi, no mínimo, umas 15 vezes. Na Sessão da Tarde, no SBT, onde passava eu estava vendo. Sempre adorei essa aventura! Depois que descobri que tinha na locadora perto de casa, aí, para horror dos meus pais, se tornou um filme recorrente em casa. Até hoje eu me lembro de uma porrada de falas dele!

O Máskara

Aqui a gente já entra no território do “não consigo lembrar exatamente quantas, mas com certeza mais de 15“. Esse era outro que eu não perdia na TV e que vi muitas, muitas vezes ao longo dos anos, tanto o filme inteiro quanto em partes, zapeando canais pela televisão ou em trechos pela internet.

O Rei Leão

Juntamente com A História Sem Fim, foi o pesadelo dos meus pais quando eu era criança. Mas no caso de O Rei Leão, era realmente uma fixação minha. Eu praticamente estraguei a fita VHS que fiz meus pais comprarem (a fita de Jurassic Park foi a que eu realmente estraguei), de tanto assistir ao filme em loop, e depois tenho certeza que foi o segundo DVD que mais rodei em casa (o primeiro está logo abaixo). Eu realmente adoro essa história, sei cantar todas as músicas, sei imitar praticamente todos os personagens. Definitivamente uma das minhas animações favoritas e sem sombra de dúvida um dos filmes que eu mais vi na vida.

Jurassic Park: Parque dos Dinossauros

Bom, eu fui o tipo de criança pirada por dinossauros. Uma das minhas brincadeiras favoritas com carrinhos e bonecos era fazer A GRANDE GUERRA, onde eu montava um Exército de todos os meus brinquedos (em algum ponto as bonecas da minha irmã também entravam na jogada, como vítimas ou buchas de canhão) vs. todos os meus dinossauros — e eu tinha muitos dinossauros. Como eu era uma criança diabolicamente inquieta, esse era praticamente o único momento de paz que o povo de casa tinha, porque minhas guerras com dinos duravam horas. Eu tinha 6 anos quando o Jurassic Park estreou. Agora… imaginem como eu fiquei quando assisti a esse negócio pela primeira vez. Eu não queria mais sair do cinema. Quando o filme acabou, eu chorei porque tinha acabado e, nas semanas seguintes, arrastei meus pais para o cinema o tanto de vezes que consegui. Confesso que até hoje eu pego, de vez em quando, esse filme para “passar o tempo” e boto pra assistir. Eu realmente não sei quantas vezes já vi Jurassic Park, mas olha, é um número bem alto, viu.
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Rodrigo Pereira

Jurassic Park: Parque dos Dinossauros

Incontáveis vezes.
Quando o tema é “os filmes que mais vimos em nossa vida”, o logo de Jurassic Park aparece brilhando intensamente em minha mente. Grande responsável por uma paixão de anos pelos grandiosos dinossauros, esse filme está marcado na minha cabeça desde a magnífica trilha sonora do monstruoso John Williams até a clássica cena final do T-Rex contra os Velociraptors. Apesar de não ter ocorrido o mesmo com as sequências dessa maravilha do genial Spielberg, não consigo quantificar todas as vezes que assisti por completo, trechos ou algumas cenas em específico.

Toy Story

Pelo menos uma dezena de vezes.
Provavelmente o filme que mais vezes assisti por inteiro na infância. O movimento de rebobinar (!) a fita VHS ao término da animação só para olhar novamente era praticamente obrigatório. Não supera Jurassic Park apenas porque não ficava indo atrás das cenas quando acabava de ver, mas quase rouba o primeiro lugar.

Toy Story 2

Pelo menos uma dezena de vezes.
Seria injustiça da minha parte se não colocasse a sequência de Toy Story logo em seguida. Não há explicação, Buzz e Woody marcaram minha infância profundamente e só os agradeço por isso.

Pequenos Guerreiros

Mais de cinco e menos de dez.
“Saudações! Sou Archer, emissário dos Gorgonóides.” Esse foi o filme da Sessão da Tarde que mais lembro de ter assistido. Consigo ouvir até hoje meu pai me chamando para frente da televisão porque “tá começando Pequenos Guerreiros, vem ver”. Apesar de nunca ter tido um boneco do Archer, o dia que ganhei uma versão pirata do Chip Hazard foi um dos mais felizes da infância.

Scarface

Cinco vezes.
Scarface é o único da lista que fui assistir pela primeira vez depois que caí de cabeça no mundo do cinema. Mesmo existindo outros que assisti um número maior de vezes (como Harry Potter e a Pedra Filosofal, por exemplo), esse clássico do Brian de Palma talvez seja o filme que eu mais saiba falas e diálogos entre todos, além de ser um dos meus favoritos da vida até hoje.
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Handerson Ornelas

Jurassic Park: Parque dos Dinossauros

Quantidade: Quantas vezes a Globo conseguiu transmitir.
Justificativa: Tem dinossauros. Isso seria o suficiente, mas a verdade é que poucas vezes fizeram uma aventura tão perfeita quanto esta de Spielberg.

Scott Pilgrim Contra o Mundo

Quantidade: umas 4 por minha conta + uma porrada de vezes que recomendei alguém e assisti junto.
Justificativa: Não existe saga aventuresca melhor que a de Scott contra os 7 ex de Ramona Flowers

Homem-Aranha

Quantidade: MUITAS.
Justificativa: Sam Raimi imprime uma direção aqui que simplesmente encanta qualquer fã de heróis. Meu filme de super-heróis preferido até hoje, abraçado com Vingadores e Batman – O Cavalheiro das Trevas.

Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança

Quantidade: Quantidade suficiente pra eu ser conhecido como o cara que força os outros a assistirem.
Justificativa: Uma galáxia muito distante que acho fascinante, além do início da saga (mesmo não sendo meu preferido)

Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith

Quantidade: A quantidade de vezes que a TNT já conseguiu transmitir e que me peguei assistindo.
Justificativa: IT’S OVER, ANAKIN, I HAVE THE HIGH GROUND. Não existe comédia melhor e nem maior fonte de memes.
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Bruno Cavalcanti

Contato

Quantidade: Cinco vezes.
Justificativa: Descobri o filme tardiamente e sempre que o indico a alguém, assisto de novo. Masterpiece!

Interestelar

Quantidade: Aproximadamente 10 vezes.
Justificativa: No cinema em 2D e 3D, em modo Jack Sparrow, bluray original, edição de colecionador, via aluguel digital, sem legendas, com legendas, e sim, até dublado eu já vi esse filme.

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Quantidade: Mais de 10 vezes.
Justificativa: Culpa da minha mãe e do meu gosto precoce por esoterismo.

Matrix

Quantidade/Justificativa: Como não sei quantas vezes a nossa realidade já foi rebootada pelo arquiteto, não sei dizer quantas vezes já assisti Matrix. Mas pressinto que vejo esse filme sistematicamente em loop. Em todas as realidades.

Se Meu Fusca Falasse

Quantidade: Tende ao ∞ infinito ∞
Justificativa: Enquanto todos comemoravam Os Caça Fantasmas e Lagoa Azul na Sessão da Tarde, eu comemorava mesmo era quando ouvia a musiquinha do Herbie. Tanto que ganhei um VHS do filme antes mesmo de ter acesso a um vídeo cassete. E eu já fingi estar doente pra faltar aula pra assistir “o fusca que conversa” pela infinitésima vez.

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.