Primeiro Plano | O Legado Bourne

O Plano Crítico teve a oportunidade de assistir a O Legado Bourne, que será lançado, no Brasil, dia 07 de setembro. Enquanto a crítica completa não vem, leiam nossas primeiras impressões sobre o filme dirigido por Tony Gilroy, estrelando Jeremy Renner, Rachel Weisz, Edward Norton e Stacy Keach.

A franquia Bourne, baseada nos ótimos e frenéticos livros de Robert Ludlum, tem uma consistente história de sucesso e qualidade nos cinemas. Matt Damon trouxe um novo – e inesperado – rosto para a galeria de espiões do cinema e Doug Liman, diretor do primeiro filme e Paul Greengrass, capitão dos outros dois, conseguiram cativar as platéias com seus cortes rápidos, coreografias intensas e tramas mirabolantes que não chamam seus espectadores de burros.

O Legado Bourne, que não é baseado em livro de Ludlum, apesar do quarto livro da série, escrito por Eric Van Lustbader, ter o mesmo nome e ser uma continuação oficial dos demais, não conta com Jason Bourne nem com Liman ou Greengrass. No entanto, aqueles que se desesperam com as palavras reboot ou remake podem ficar tranqüilos, pois Legado não é nem uma coisa, nem outra.

Trata-se de uma história paralela, dirigida por Gilroy (diretor dos bons Duplicidade e Conduta de Risco e co-roteirista dos demais filmes da franquia), focada em Aaron Cross (Jeremy Renner), outro agente rebelde de um programa especial da CIA. A estrutura da história lembra muito a de seus antecessores pelo que não se pode esperar muita originalidade nesse quesito. Há mais um programa secreto de super-espiões e há mais perseguições pelo mundo.

O que não há é a negativa da existência dos outros filmes. Pelo contrário, a trama envolvendo Jason Bourne é costurada no quarto filme e funciona como um catalisador para o que vemos na tela. Assim, pode-se dizer que O Legado Bourne é uma continuação da subdivisão de uma trama maior. Parece complicado, mas não é, posso garantir.

No entanto, quem espera algo no nível dos filmes anteriores, deve ajustar suas expectativas, pois O Legado Bourne precisa comer muito feijão com arroz ainda para alcançar o patamar dos filmes com Matt Damon. No entanto, a culpa não é de Renner ou mesmo de seu novo personagem.

Como isso aqui ainda é apenas uma impressão inicial, não vou dizer, agora, de quem é a culpa. Vocês descobrirão os detalhes do que achamos do filme e como ele efetivamente se compara aos anteriores, na próxima quinta-feira.

Até lá!

Atualização. Leiam nossa crítica completa de O Legado Bourne

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.