Crítica | Rock in Rio 2013 – Matchbox Twenty

Ontem foi o dia do (bom) pop no Rock in Rio 2013. Comecei com Matchbox Twenty, pois não cheguei a tempo para ver o Frejat, considerando o simpático trânsito do Rio de Janeiro. E, apesar de nunca ter sido grande fã da banda, gostei – com reservas – da performance de Rob Thomas e companhia.

O show, de apenas uma hora, teve um setlist enxuto e muito bem escolhido, que enfileirou sucessos, começando com os acordes de Bent e continuando com Disease que fizeram o público delirar. Em seguida, com She’s So Mean e How Far We’ve Come, a atenção do público começou a derivar, talvez por Thomas ter preferido ficado um tanto apático, sem se movimentar no palco, sem se mostrar verdadeiramente empolgado.

Mas os demais integrantes da banda meio que compensaram essa falta e 3 A.M. lavou a alma, despertando o público novamente, seguida de Long Day e – finalmente! – a aguardada Unwell, que uniu público e banda em uníssono.

Em seguida, So Sad So Lonely, English Town e Back 2 Good não podiam, claro, lidar com a antecipação que havia levado a Unwell, mas até que funcionaram bem. Logo depois, em um daqueles momentos totalmente sem razão de ser, eles mandaram um cover de Jumpin’ Jack Flash competente, mas que poderia ter sido facilmente substituído por música própria. E a música dos Stones serviu de uma espécie de prenúncio do fim, com a ótima Push, que encerrou os trabalhos.

Com um show correto, o Matchbox Twenty não chegou a arrasar, mas também não desapontou.

Dia do show: 20 de setembro de 2013

Duração: 1h

RITTER FAN. . . . Aprendi a fazer cara feia com Marion Cobretti, a dar cano nas pessoas com John Matrix e me apaixonei por Stephanie Zinone, ainda que Emmeline Lestrange e Lisa tenham sido fortes concorrentes. Comecei a lutar inspirado em Daniel-San e a pilotar aviões de cabeça para baixo com Maverick. Vim pelado do futuro para matar Sarah Connor, alimento Gizmo religiosamente antes da meia-noite e volta e meia tenho que ir ao Bairro Proibido para livrá-lo de demônios. Sou ex-tira, ex-blade-runner, ex-assassino, mas, às vezes, volto às minhas antigas atividades, mando um "yippe ki-yay m@th&rf%ck&r" e pego a Ferrari do pai do Cameron ou o V8 Interceptor do louco do Max para dar uma volta por Ridgemont High com Jessica Rabbit.