Home QuadrinhosEm Andamento Anti-Crítica | Império Secreto #0 ou… O Capitão América Sempre Foi Vilão!

Anti-Crítica | Império Secreto #0 ou… O Capitão América Sempre Foi Vilão!

por Luiz Santiago
107 views (a partir de agosto de 2020)
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TEXTO COM LINGUAGEM CAPAZ DE OFENDER LEITORES FRÁGEIS!!!
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Vocês já acordaram uma bela manhã de sábado e pensaram: “oi? Tudo bom? Quem é você? O que estou fazendo aqui? Será que eu escondi aqueles corpos dire…” não, vamos esquecer isso. O que eu quero dizer é: vocês já sentiram a sensação de que TALVEZ as coisas que vemos nos quadrinhos não sejam assim tão ficção? Pensem comigo. Olha o mundo hoje. Olha os chefes de Estado. Olha o que as pessoas andam endossando nas redes sociais. Olha o rumo que a humanidade tem tomado. Não parece que alguém reescreveu essa realidade para uma versão maligna que…
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MOMENTO FRAGMENTADO

__ Eeeee, maluco! Mas que porra é essa? Eu não disse pra você parar de escrever críticas para coisas que você não entende?

__ Me deixa, babaaaaca, eu faço o que eu quero!

__ É por isso que ninguém gosta de você. Vai entrar nessa onda, agora? Não bastou a vergonha alheia do Luiz com aquele lixo de texto da Patrulha do Destino?

__ Gente, o que está acontecendo? O Low-Es já traiu os outros membros do Plan…?

__ Cala a boa, Jorge, isso é segredo! Ele ainda está comprando os direitos para o futuro canal dele, o Crítico Sem Pl...

__ Chega! Vocês só me fazem passar vergonha. Quem vai escrever sobre essa caralha aqui sou eu agora!

FIM DO MOMENTO FRAGMENTADO

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Quando a Marvel Comics assinou o seu atestado de loucura em maio de 2016, eu, sempre muito ingênuo, disse o seguinte na crítica que escrevi a respeito (sim, vou citar a mim mesmo, algum problema?):

E então vem a pergunta final: por quanto tempo isso vai durar? Porque, sinceramente, eu duvido que isso seja algo definitivo. Não estou acreditando nem que a editora tenha dado o aval para uma bobagem dessas, imagine só a manutenção!

Oooh, Luizinho, tão bobinho!

E aqui estamos nós, quase um ano depois, tendo a confirmação de que o Capitão América sempre foi um espião da Hydra. Que merda, hein? Pegaram um baita símbolo da liberdade, fixado na História e no imaginário popular — não só dos Estados Unidos! — e fizeram dele um “vilão escondido”, envolvido numa sequência de reescrita de linhas do tempo que eu sinceramente não entendi. Mas chegaremos lá. Nesse ponto, fico pensando o que está rolando com a Marvel para realmente ir em frente com isso. Agora, o “voltar atrás” não existe mais.

Até Capitão América: Steve Rogers #1, havia muita chance. A situação que vimos, com o Cap dizendo HAIL HYDRA, foi, até pouco tempo depois, interpretada como uma “memória/realidade falsa” vinda pela intervenção da Kobik, influenciada pelo Caveira Vermelha, na vida do Capitão, permitindo-o se rejuvenescer mas, no processo, criar essa visão vilanesca. Vejam, é uma cagada, mas não é uma diarreia no ventilador. Com a desculpa certa, era possível consertar o problema. A Marvel atual só vem fazendo isso mesmo (viu, Guerra Civil II?). Mas aí resolveram oficializar o grande herói de uma nação como um vilão escondido que enganou gerações inteiras! É como a gente diz lá no meu Estado: fudeu a tabaca de Xola.

Sobre Xola...

Definição muitíssimo bem explicada para o ditado acima, postada pelo usuário “Luciano (PE)” no Dicionário inFormal:

“Xola” é o nome genérico de qualquer cadelinha vira-lata em Pernambuco, talvez no Nordeste. Quando ela entra no cio, vários cachorros a perseguem pelas ruas e geralmente o maior e mais feroz consegue copular. Durante o “engate” vários meninos atiram pedras, e o cachorrão arrasta “Xola” pelo pênis engatado em sua vagina (que no Nordeste é conhecida vulgarmente por “tabaca”). Durante a perseguição, “Xola”, além de arrastada, levando pedradas, tem a vagina estourada e fica exposta, sangrando. Quando uma situação está perdida e acontece uma outra coisa ainda pior no mesmo momento ou logo depois, se usa essa expressão “FUDEU A TABACA DE XOLA”.

Uma coisa eu devo admitir: o elemento estratégico da história é bom. Realmente bom. Afinal, estamos falando de Steve Rogers, não de um Manezinho da Ilha qualquer. Ele consegue manipular as peças do jogo e colocar nesse crossover que é Império Secreto as forças heroicas da Terra em vigilância ou dominá-las após forçá-las a lutar contra um inimigo que o próprio Cap preparou. Sim, esse é o nível. E sim, isso é bom! O que não é bom é o fato de vir de alguém que acreditávamos ser herói e agora sabemos que não está fingindo ou sendo dominado. Ele é quem sempre foi. Um agente — o maior! — da Hydra.

Esta edição #0, que deveria nos preparar para a saga, não nos prepara coisíssima nenhuma. Ela já começa direto com a trama principal, mas o leitor não se perde nos eventos do presente. A confusão acontece em outro ponto. Nas lutas e dominações do nosso tempo, o texto de Nick Spencer flui. Eu particularmente gostei do desespero de Sharon Carter ao se dar conta do que estava acontecendo. Aquilo foi impagável. Digno de uma ótima cena de filme de suspense. Mas não se enganem, esses momentos bons apenas ganham esse status se os vermos de maneira isolada. Pensem agora no todo. De quem parte essas ações. E aí a perspectiva muda por completo. E não adianta vir com o “argumento” abestalhado que “isso dá mais profundidade ao Capitão América; na revista Captain America: Steve Rogers temos uma revisão sólida da infância, juventude e vida adulta dele; ele entra em conflito moral; os heróis/vilões de hoje não possuem conflitos profundos assim e aceitam tudo muito fácil…mimimi… blablabla“. Minha reação a esse tipo de fala é a seguinte:

what the fuck plano critico

Se a intenção era fazer um herói/vilão todo fodeloso, conflitoso, pensatoso, traidoso, maleficoso, [algum problema com os meus neologismos?] que introduzissem um novo personagem e criassem algo que já apontasse para uma timeline onde ele poderia ser diversas coisas! Se querem um personagem profundo, CRIEM A PORRA DE UM PERSONAGEM PROFUNDO!!! Dê atenção a esse personagem, joguem ele em todas as revistas da Marvel, façam vídeos, bolem propagandas nas redes sociais, façam concursos online, façam o que quiserem para tornar esse personagem conhecido! Mas não… Resolveram pegar um herói com a importância histórica do Capitão América (e olha, eu não dou a mínima pra ele, nunca gostei do Capitão, mas eu não sou um babaca, eu sei reconhecer importância em quem tem importância) e fizeram essa alteração estúpida.
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PARÁGRAFO GIGANTE DE DIVAGAÇÕES POLÊMICAS

(eu poderia dividir o parágrafo, mas simplesmente não quis. Só pra deixar claro)

Não estamos falando de algo simples, algo que organicamente sabemos que as pessoas podem esconder por diversos fatores sociais e que isso não afeta o personagem como indivíduo, a exemplo de… sexualidade [focarei nesse aspecto, mas isso pode se aplicar a uma porrada de outras coisas similares]. Alguém pode esconder ou disfarçar suas pulsões por anos, por décadas e isso não muda quem a pessoa é, porque estamos falando do tesão da pessoa, só isso. Ela não deixa de ser tal herói a partir do momento que torna público o que a excita. Isso é um detalhe. É como um personagem que nunca disse que gostava de bolo de cenoura com calda de chocolate, de repente, dizer: “galera, eu gosto de bolo de cenoura com calda de chocolate“. Ooooooh, grande coisa! Se ele nunca deu indícios do contrário, qual é o problema? Mudanças de sexualidade de heróis funcionam mais ou menos nesse sentido. Se não estamos falando de alguém que teve uma vida que indicava o contrário, o que vai mudar se descobrirmos que tal herói tem uma sexualidade nunca antes mostrada? Nada. Embora eu ainda não goste disso… Eu quero NOVOS PERSONAGENS!!! Criem bons personagens gays, bi, trans, índios, negros, asiáticos, plutonianos, interessados em bondage, gagos, anões, gordos, feios, feministas, satanistas, que acreditam em signos (brincadeirinhaaaaaaa! SQN)… Criem de tudo! Façam da diversidade nos quadrinhos algo humano, natural, não um encaixe neurótico que se aproveita de uma vida já estabelecida para lhe dar marcas, na maioria das vezes, vergonhosamente forçadas.  A culpa não é, nunca foi e jamais será da diversidade. O mundo é diverso e precisa ser retratado como tal. Mas isso tem que acontecer com pessoas que são pensadas com essas características! “Ah, mas não vai vender nada!“.  Bitch pleaseMarketing serve para divulgar coisas, não é? Se é criado um BOM PERSONAGEM e ele é bem divulgado, não é necessário se preocupar. Ele vai ganhar a atenção do público. As pessoas vão querer ler sobre ele. O encaixismo a todo custo é pior e custa mais caro! A impressão que eu tenho é que estão colocando máscaras em “coisas velhas” para se adequarem aos novos tempos; não fazendo desses novos tempos algo que realmente precisa (e merece!) ser retratado com tudo o que tem de novo. Estão brincando de JENGA nos quadrinhos de hoje. Não construindo um novo jogo. Por isso a maioria dos quadrinhos mainstream estão a bosta que estão. Mas voltemos ao Capitão América…

FIM DO PARÁGRAFO GIGANTE DE DIVAGAÇÕES POLÊMICAS

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Essa alteração do Capitão, com todo o cunho ideológico envolvido, está na ala das péssimas mudanças. Não importa se a história externa a ele funciona (e sim, nessa edição #0, funciona!). As premissas são erradas. Tanto a de mudar o status do personagem; quando a forma que fizeram isso. Particularmente não entendi nada das causas que geraram essa novidade. Vejam a minha reação quando terminei de ler a revista. Seguem IMAGENS DE DOR E SOFRIMENTO:

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Outra coisa em pauta: estabelecendo uma explicação saudável para tudo isso, o tal Cubo mudou TODA a história da Terra-616 ou só a história do Capitão? E independente da resposta que se dê a isto, existe uma justificativa razoável ou inteligente para dar suporte? Em termos de narrativa, pensem comigo: como é que um autor resolve mexer com um dos medalhões dos quadrinhos e inicia uma saga sem ao menos criar uma linha coesa de eventos para os leitores? Ou é tudo tão fácil e eu sou, como meus haters me chamam, um “crítico arrombado bosta lixo prepotente do caralho” e não quero ver a genialidade, a coragem, as glórias e aleluias dessa obra-prima da nona arte? Não consigo saber mais nada, pelo visto. Olha o que Nick Spencer fez comigo — mas tenho a leve impressão de que não é apenas comigo não.

Só de birra eu vou acompanhar esse negócio. Farei as críticas para os (até agora) dois arcos da revista polêmica do Capitão e quero saber onde isso vai chegar. Ah, antes de encerrar essa anti-crítica, quero dizer duas coisas. A primeira, que alguns leitores estão chamando o Capitão de NAZISTA só porque ele é agente da Hydra. Não é bem assim não, amiguinhos. A Hydra é uma organização terrorista que teve associação com o nazismo e alguns membros nazistas, mas isso não é um lema para a Hydra e nem para todos os seus participantes. Talvez estejam misturando o que aprenderam do Universo Cinematográfico Marvel e achando que isso é caráter basilar dos quadrinhos, o que não é. O Cap é só a nova grávida de Taubaté, ele não é um nazista só porque é da Hydra não. A outra coisa que eu queria falar é que a arte da história começa mais ou menos bem, mas depois desanda terrivelmente. A única coisa realmente boa nos desenhos é a capa de Mark Brooks.

Agora é a vez de vocês. Entenderam o que se passa nessa série? O que acham de tudo isso? Que conselhos você daria para a Marvel nesse momento trágico de suas “ideias”?

Império Secreto #0 (Secret Empire Vol. 1 #0) — EUA, 20 de abril de 2017
Roteiro: Nick Spencer
Arte e Cores: Daniel Acuña, Rod Reis
Letras: Travis Lanham
Capa: Mark Brooks
34 páginas

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112 comentários

Edu Jiu 26 de abril de 2017 - 12:05

kKKKKKKKk

+ uma pérola de crítica (crítica?), do nível daquela da Patrulha do Destino! Quem não leu tem que ler … diversão garantida!!!

Responder
Luiz Santiago 26 de abril de 2017 - 12:11

HAUAHAUHAUHUA, valeu, meu caro @edujiu:disqus!

Responder
adrianocesar21 25 de abril de 2017 - 14:23

todo mundo dando tanta atenção pra isso que ninguem cogitou que: ele ouviu a história da guerra, aliados, cubo e tudo mais de um vilão supremo da hydra. ele não poderia estar mentindo pro Rogers, inventando tudo isso só pra garantir uma maior fidelidade dele??

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2017 - 15:35

Não não. Ele VIVEU esses eventos. As cenas iniciais dessa edição #0 não deixam dúvidas.

Responder
adrianocesar21 25 de abril de 2017 - 16:08

Eu vi as paginas… ainda vou me agarrar na esperança que aquelas imagens foram forjadas rsrs afinal isso tem que ser revertido de alguma maneira.. rs

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2017 - 18:31

@adrianocesar21:disqus, revertido eu tenho certeza que irá ser. Não é possível que os caras estão tão noiados a ponto de deixar isso definitivamente. Mas o fato de serem “forjadas” pelo cubo ou outra percepção vai ser um furo ainda maior no roteiro, não acha? Mais e mais vergonha para a Marvel, não tem pra onde correr ahahhahahaha

Responder
adrianocesar21 25 de abril de 2017 - 18:54

é verdade!!! eles terão que dar um otimo fechamento pra tudo isso!! Estou curioso pra ver logo o Fim do Império!!

cleverton 24 de abril de 2017 - 19:39

Cara provavelmente vou ser xingado, mas eu to gostando muito da revista do cap. Ainda não li império secreto, mas a hq dele está muito boa, ele mostrando que quer que o caveira se foda, mostrando que indiretamente ele que matou o Banner, que planejou tudo para se tornar diretor da shield e desbancar a Maria Hill, eu não queria estar gostando disso, SÉRIO, mas não consegui evitar. Pelo que entendi você ainda não leu, leia e depois veja se seu ódio diminui um pouco.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2017 - 21:33

Eu li a edição nº1. Pretendo seguir com os arcos, claro. Mas não tenho certeza que o quer aparecer na revista vai mudar a concepção moral que tenho sobre transformar o Cap em um ditadorzinho Hydra. Mas vou ler sim e tenho quase certeza de que a história irá me agradar. Mas não acho que minha opinião sobre esse desuso do Capitão vai se alterar. Vejamos hehehe

Responder
Rodrigo Patini 24 de abril de 2017 - 12:27

Luiz, você retratou com perfeição a indignação que eu também senti.
Cara, se pegassem a Capitu e mostrassem que ela de fato nunca foi santa, até passaria (muito embora estragasse toda a beleza da dúvida em torno dela…); mas daí pegar a Amélia e transformá-la na dona do bordel, aí é Desrespeito com “D” maiúsculo!!!
Mas sou antigo, sou do tempo dos formatinhos da Abril, meu cérebro não suporta as maquinações dos roteiristas de hoje… prefiria quando eu tinha que ler a origem do heroi na primeira pagina de cada número mensal…
Já tentei voltar a ler, o Ritter bem sabe, mas larguei o HQ mainstream de vez. Vou ficar só com o MCU que eu ganho mais.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2017 - 13:34

@rodrigopatini:disqus, cara, seu exemplo dado a Capitu caiu perfeitamente com algo que estava conversando com outro leitor por aqui, que é a VEROSSIMILHANÇA de uma alegada crítica. De fato, se a gente olhar pelo ângulo das coisas que acontecem nos EUA hoje, podemos até chegar àquela ideia de que isso tudo é válido como crítica social. Mas não. hehehe porque é o tipo de maquinação que não faz sentido e principalmente, porque a mudança é um choque único, sabe. Só feito na pessoa do Capitão, o resto não acompanha a crítica, é só uma drama interessante de estratégia. Ou seja, é marketing puro! Dos piores, na minha (nossa) opinião.
Abraço!

Responder
Junior Oliveira 24 de abril de 2017 - 11:19

“Parece uma velha mendiga murmurando loucuras no meio do trânsito” KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Não me surpreende o Capitão América ser vilão porque eu não acompanho o universo Marvel (!!!!!!!!!!!), mas indiscutivelmente essa revelação mexeu de alguma forma com o pessoal do Plano Critico, outrora tão belos, recatados e do lar!

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2017 - 13:38

É nessas horas que você coloca a mão no queixo e pensa: AAAAAAH, ENTÃO É TODO MUNDO LOUCO MESMO!

huahauahuahauhauhauahauhauahuahauahuahauhauahuaah

Responder
Joly81 24 de abril de 2017 - 10:02

Fui assíduo leitor de quadrinhos na infância e adolescência, tendo contato com muita gente do meio, conhecendo mais ou menos as preferências da galera entre personagens e editoras. Pessoalmente, minha impressão é que o Capitão América sempre foi um personagem de Hq relevante nos EUA, porém no geral nunca foi algo popular em escala global. Tipo, todo mundo sabia do personagem, mas não consumia no mesmo nível de um Homem-Aranha, por exemplo. Ao contrário, era motivo até de chacota, por causa do ufanismo americano, do uniforme mais espalhafatoso e patético dos quadrinhos (empatado com o Aquaman hehe) e das histórias desinteressantes. O universo Marvel no Cinema é que alavancou o personagem ao patamar que ele está hoje, senão os moleques dessa geração nem saberiam quem é. Enfim, tirando o nicho que lê HQ e que realmente gosta do Capitão América, qualquer alteração ou reviravolta na essência do personagem vai dá em absolutamente nada.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2017 - 13:42

No fim das contas, concordo com você quanto ao resultado final de toda a palhaçada. Minha questão aí é mais pela memória e construção do personagem, sabe. Não necessariamente em fama, mas ele TEM um lugar e importância na história dos quadrinhos e não é um personagem novo. O peso do momento onde ele fio criado e tudo mais… isso tem um significado histórico, daí o reboliço. Mas a indignação não ignora os meandros da indústria. Isso vai acabar passando e daqui a uns anos refazem tudo de novo e depois fazem outra revista, agora falando que quem matou o tio Ben foi o Peter, depois de tomar uns LSD que ele roubou da mochila do Osborn na escola. 😀

Responder
Allan 24 de abril de 2017 - 22:04

Eu penso exatamente da mesma forma e olha que detesto o Capitão América, mas entendo a sua importância e simbologia quando foi criado para motivar a população e tropas americanas no período da segunda guerra.

Responder
planocritico 24 de abril de 2017 - 23:25

Já eu adoro o Capitão. Meu personagem Marvel favorito. Ninguém tem uma origem tão fascinante quanto a dele em editora mainstream alguma. O único herói que realmente viveu e é formado por duas eras distintas! Não tem Superman, Homem-Aranha, Homem de Ferro ou Batman que chegue perto dele nesse quesito.

Abs,
Ritter.

Responder
Allan 24 de abril de 2017 - 21:54

Concordo totalmente com você o Capitão, assim como a maioria dos Vingadores eram verdadeiros flopados na época não emplacavam nada tanto que a febre era os mutantes e aranha. Se não fosse o Bendis revitalizar a franquia e o MCU os Vingadores continuariam fazendo parte do time D da empresa.

Também acho que não vai dar em nada, a Marvel hoje em dia só sabe apelar com polêmicas baratas pra gerar hype ao invés de focar em contar boas histórias.

Responder
planocritico 24 de abril de 2017 - 23:23

Não subestimem o Capitão! Os oito anos de Brubaker à frente do título formam o melhor conjunto de arcos do Capitão e competem com o Demolidor de Miller pelo título de melhor quadrinhos mensal da Marvel.

Abs,
Ritter.

Responder
NOT jason todd 23 de abril de 2017 - 22:27

No geral, essa hq pode ser a nova guerra civil da marvel, falo no quesito qualidade. Isso não muda o fato de ser basicamente blasfema, aos meus olhos, a tudo o que o cap representa. O cara já se virou contra a os EUA para defender a liberdade e os direitos de todos, o que é muito se considerarmos né, o américa no nome, tem até uma matéria recente que eu li na qual falam de seus 10 maiores discursos nas hqs, e são feitos basicamente dele reafirmando isso. Só queria mencionar rapidinho aqui o quanto os soldados americanos que liam as hqs do cap para terem ânimo de lutar na guerra que a Marvel acabou de perder pros aliados devem estar dando uma festa de tão felizes. Essa hq vai entrar pro gigantesco hall da marvel de histórias tão, mas tão absurdamente repugnantes ou ofensivas que a própria editora desconsidera por vergonha, como metade das hqs do Aranha nesse século, como, cof cof, pecados pretéritos, ugh. Eu queria dizer e xingar muito mais, mas o site deve ter limite de linhas e menos de mil eu não consigo, então eu queria deixar um singelo foda-se pra todos que aceitaram isso, se queriam um herói que vira vilão, fossem até o fim com o Homem de Ferro ou a Capitã que depois de Guerras Civil 2, que foi muito desnecessária, só não é odiada por quem não leu.
Galera, Cap Hydra não vira nada não. Bora assistir Digimon Tri que isso sim está bom demais da conta, e está indo atrás do novo sem desrespeitar o antigo.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 23:05

AHUAHUAHUAHUAHAUHAU xingamentos na medida, todos processados e repetidos do lado de cá, viu parceiro!
Cara, também acho que de alguma forma isso pode ser “salvo”, no todo, pela qualidade, mas isso não tira o fato de ser uma afronta. Penso assim também. Agora é ver se a coisa consegue fazer sentido nesse esquema de revisões da Terra-616 (ou qualquer outra que seja agora, como o @disqus_VNDnhOjZ1q:disqus e o Ritter disseram no comentário abaixo). Vamos ver.

Responder
Allan 23 de abril de 2017 - 21:51

Mas tecnicamente o universo 616 não existe mais, essa é a Terra Prime que o Reed refez com o poder do molecular se baseando no 616.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 22:16

Calma. Por que “tecnicamente”? Eu to confuso.
Ritter, ajuda aqui também!

Responder
planocritico 23 de abril de 2017 - 22:35

A Terra-616 já sofreu, até onde me lembro, sete ou oito “reboots”. Ou talvez sejam encarnações. Isso dentro da canonicidade dos quadrinhos Marvel, não que tenhamos testemunhado cada uma delas. A mais recente e a única que “continuou” (as aspas são importantes) o que vinha acontecendo antes foi a resultante de Guerras Secretas, conforme o @disqus_VNDnhOjZ1q:disqus disse aí, em que o Reed Richards refez tudo com o poder do Homem-Molecular e “juntou” tudo em um coisa só, mantendo em enorme parte os eventos da “versão anterior” da Terra-616.

No entanto, e aí o Allan pode me corrigir, não vi a Marvel batizar a nova encarnação da Terra-616 de Terra Prime ou de qualquer nome que não seja Terra-616.

Abs,
Ritter.

Responder
Allan 23 de abril de 2017 - 22:47

Eu ia responder, mas o Ritter foi mais rápido do que eu =)

E ele esta certo é mais um reboot descarado por isso usei o tecnicamente pq pelo que foi estabelecido nos ultimates apesar de não serem o mesmo universo são praticamente idênticos.

Tanto que em tese todos os personagens seriam cópias que o Reed criou usando como base o 616, mas duvido que a Marvel se aprofunde nisso. Os 5 X-Men do passado por exemplo não são mais os originais e sim clones temporais do antigo 616 pré guerras secretas. Virou uma salada confusa mesmo.

O nome Terra Prime vem sendo usado pelo Franklin e Molecular quando aparecem moldando o universo no Ultimates, mas realmente a Marvel não o oficializou.

Responder
NOT jason todd 23 de abril de 2017 - 23:02

O complicado é que eles refizeram o universo, então eles recriaram a história da forma que achavam a correta, se eles se lembravam da história da guerra como nós, isso é, vitória dos aliados, mesmo que fosse verdade essa história do eixo ganhando que o Spencer inventou, não teria como ela continuar verdadeira. Cada vez mais essa história ganha mais furos, quero só ver como vão superar esse acontecimento.

Allan 23 de abril de 2017 - 23:29

Concordo com voçês eu não acompanho as hqs do capitão ou essa Secret Empire, mas em tese isso seria uma alteração temporal que criou um bifurcação que gerou essa versão do personagem. Mesmo que o cubo cósmico possa alterar certas (me corrijam se eu estiver engando não lembro dos poderes dele) coisas ele não é maior do que o Reed, Franklin e molecular.

Selado que no fim caso esse Capnazi seja um fracasso a Marvel vai bolar um retcon ridículo pra desfazer tudo que nem foi o caso do Superior Spider Man.

Luiz Santiago 24 de abril de 2017 - 01:14

Capaz, viu @disqus_VNDnhOjZ1q:disqus! Mas parece que essa ideia de uma linha do tempo na bifurcação é a única que pode fazer sentido (acho, só acho, minha cabeça dói quando paro pra analisar isso) a longo prazo. Eu vou acompanhar isso, porque a forma COMO aconteceu aparece só e 8 páginas, no início da revista. E fica até difícil saber que tempo.

Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 23:06

ALELUIA, mais alguém entrou no mesmo parafuso que eu! Exatamente nisso que eu empaquei! É tudo muito doido e confuso!

planocritico 23 de abril de 2017 - 23:06

Pois é, @disqus_VNDnhOjZ1q:disqus . E isso porque Guerras Secretas EM TESE viria para simplificar tudo…

Essa de que os personagens de agora são tecnicamente cópias dos originais eu não tinha pensado, mas faz todo sentido e eu acho meio aterrador, pelo que isso pode significar, em alguns anos, se a Marvel resolver desfazer tudo novamente… Um anúncio desse tipo aqui: “Olha, tudo o que vimos nos últimos X anos foi que nem nós vimos em Heroes Reborn. Nada daquilo aconteceu de verdade. AGORA nós mostraremos o que de fato aconteceu. Tome aí a nova iniciativa: EXTREMELY-NEW, ABSURDLY-DIFFERENT MARVEL.”…

Ai, ai, viu…

Abs,
Ritter.

Allan 23 de abril de 2017 - 23:10

HAUHAUAHHUAUHAUHAUHAUHAHUHA quase eu caio de tanto rir com o título da nova iniciativa que você bolou e pior que a Marvel teria a cara de pau de fazer isso sem pensar duas vezes.

Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 23:07

AHUAHAUAHUHAUHAUHAUHU MELHOR TÍTULO DE REVISTA DO FUTURO QUE VOCÊ RESPEITA!!!

ding ding ding 23 de abril de 2017 - 19:39

De fato a Marvel pecou nessa descaracterização de um dos seus maiores ícones.
Mas o fato é, e se a história for boa?

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 19:44

No caso da edição #0, como eu comentei no texto, é boa. E não carrega a tal crítica que se diz ter com a descaracterização do personagem, mas a estratégia, o espanto de Sharon Carter, tudo isso funciona bem. O que não funciona bem são essas mudanças de linha do tempo, que boa toooooooda a concepção troncha a perder. Talvez isso fique claro mais adiante. Mas é um caminho espinhoso: se no final for bom, será uma boa história com uma premissa podre. Fazer o quê… Melhor do que se fosse ruim. Realmente prefiro. hahahahaah

Responder
Nicolas Dias 23 de abril de 2017 - 17:08

A história realmente não tem uma linha coesa para ser iniciada, toda a crítica é válida, mas estar certo sobre isso, não muda o fato de você ser, um crítico arrombado bosta lixo prepotente do caralho. Até relógio parado acerta a hora duas vezes ao dia. Hahaha brincadeira, ou não… haha

É tanto desgosto com a Marvel que eu não sei como formular isso em um comentário. Eles não acreditam no novo, como a crítica diz, só colocam máscara em coisa velha, pra se adequar ao mundo atual. Não sei se a razão disso, é incompetência em criar algo novo realmente bom, ou a falta de paciência em criar algo do zero, e ir desenvolvendo e investindo em marketing até atingir o status de popularidade que eles desejam, para criar um grande evento em seus quadrinhos. Fico com a segunda opção, querem aproveitar o bom momento no cinema, para faturar alto nos quadrinhos também, e para isso tentam ser chocantes e surpreendentes, mas eu achei um tiro no pé. Além da falta de coerência, não se faz isso com um personagem clássico.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 18:40

@ni_forlan:disqus, tu sempre me faz gargalhar, man!!! Valeu por isso!

É exatamente esse desgosto que eu sinto hoje. E esse debate da criação vai longe. No facebook, onde as pessoas me xingaram, falaram que eu tava procurando like, que eu não lia nada e era muito novinho e não entendia como funciona os quadrinhos (em suma: crítico arrombado bosta lixo prepotente do caralho, como você muito bem lembrou) o Ritter levantou uma discussão que foi longe. A coisa sobre VENDER e tornar esse título famoso veio à tona, mas ou eu sou muito ingênuo e bobinho e não sei de nada ou a perspectiva inicial está vindo errado.

São raros os heróis que começam dando lucro, com suas revistinhas solo. Parece que tudo hoje tem que ser um hit, um nº1 logo de saída. Aí é foda, né, meu amigo, fica difícil criar algo com esse porte e ser bombástico logo de cara… Não estamos mais em 1963! Acho que o povo se esqueceu disso.

E a Marvel se esqueceu de ousar. Ou de fazer coisas coerentes.

Responder
Matheus Biasini 23 de abril de 2017 - 14:05

Sinceramente acho que eles precisam parar, refletir o que eles estão fazendo e deixar os roteiristas escreverem as histórias sem pressioná-los com agendas políticas/sociais, além de obrigar os mesmos a publicar atrocidades como essas, somente para vender e ganhar dinheiro com isso. Não dizendo que não se pode falar de nada disso nas histórias, mas deixar quem sabe fazer integrar esses conceitos nas histórias para que faça sentido e faça o leito pensar sobre e tirar as próprias conclusões sobre o assunto retratado.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 14:32

É aquela ideia do limite. Eu até entendo a visão da editora e do próprio roteirista em levar adiante uma crítica e tal, mas não dessa forma. Pior: o choque é o que manda aqui, porque fora o suspense e o negócio da estratégia, a tal crítica não se vê. É uma ideia fixa, sabe?

De toda forma, é algo que vai ser “arrumado” em algum momento. Vergonha alheia master, para a Marvel.

Responder
Matheus Biasini 23 de abril de 2017 - 15:48

O senhor resumiu tudo o que penso. Além dessa do capnazi, senti vergonha alheia da Marvel quando vi a MockingBird numa capa de uma HQ com uma camiseta escrita “Ask me about my feminist agenda”. Nada contra feminismo, mas teria de ser bem inserido no contexto da trama, coisa que não se viu na mesma. Além claro, agora não me lembro qual foi a HQ, mas tem uma personagem que passou acho que um cinco ou seis painéis falando como homens são horríveis e afins. Acho Luiz que a época de clássicos como o “Demônio na Garrafa” e outros infelizmente acabou.

Responder
Matheus Biasini 23 de abril de 2017 - 17:35

E tem que ter mais Anti-Críticas como essa e da Patrulha do Destino. Material excelente!

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 18:21

HAHAHAHAHAAHAHHAHA precisa ser de um material meio difícil, pra eu poder enlouquecer!

Yde 23 de abril de 2017 - 12:04

É por estas e outras que o @planocritico é um de meus sites favoritos! Valeu @Luiz, @ritter e @guilherme.
Até então nem desconfiava que vcs três eram a mesma pessoa, principalmemte depois de algumas matérias em que, especificamente, estava descrito que foi elaborada por Ritter e Gui, o primeiro hibrido do plano crítico, o que soa estranho, será que Ritter e Gui são uma quarta persona? Com características simultâneas dos dois?
Ademais, como explicar as décadas de rivalidade entre o Capitão e o Caveira Vermelha? E os baloezinhos de pensamento? Será que o Capitão, de tão manipulador que é enganou não só a todos os supostos amigos, inimigos e leitores, enganou até os roteiristas, pois não raro lemos pensamentos honrosos do Steve.
Abraços galera!

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 14:35

HAUHAUAHUHAUHAUHAUAH @disqus_N8dqg91VXc:disqus, socorro, tu tá me deixando mais confuso ainda, meu pai do céu! AHHAHAHA

Os híbridos aqui são o Luiando (eu e o Fernando), o Luinderson (eu e o Handerson), o Ritter e Guilherme. Mas é sério, não NÃO SOMOS A MESMA PESSOA!!! É O RITTER QUE ESTÁ FAZENDO VOCÊS ENLOUQUECEREM JUNTO COM ELE!

No caso do Capitão, é uma reescrita de linha do tempo mesmo. Então sendo direto para o que você perguntou, sim. O que eu não entendi é se reescreveu SÓ a linha do tempo dele ou de todo mundo. Isso é muito confuso. Vou esperar as outras edições para ver os detalhes disso tudo.
Abração!

Responder
Nicolas Dias 23 de abril de 2017 - 16:56

Talvez quem esteja enlouquecendo seja você Luiz, você pensa que o Ritter e os demais redatores do PC são reais, mas são todos suas personas. Igual a season 1 de Mr. Robot.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 18:30

@ni_forlan:disqus, você tá empenhado em não deixar a vida fácil para mim! Eu to de olho nessa conspiração!!! Vou lutar com unhas e dentes pela minha sanidade…

GGGGGGRRRRRRRRRRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Responder
planocritico 23 de abril de 2017 - 18:32

@luizsantiago:disqus , acho que está na hora de você ir para o quartinho mental escuro e acolchoado lá no fundo de nossa mente. E se ficar reclamando demais, ainda mando você para lá com camisa de força…

Abs,
Ritter, o Dominante.

Emerson Falcão 23 de abril de 2017 - 17:14

O crítico (único) abriga 23 personalidades dentro de si, e a 24ª está prestes a aflorar. #medo

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 18:30 Responder
JCésar 23 de abril de 2017 - 11:57

Foi muito bom mesmo a crítica. Já a história, ainda não consegui acompanhar toda, mas foi uma melhora gigantesca em relação ao que vinha acontecendo. E não entendi a polêmica sobre a história, como se nas HQs já não tivessem feito milhares de mudanças radicais e depois refeito, está aí a graça de HQ.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 14:39

Penso que está mais na pessoa COM QUEM fizeram a mudança. Isso tem bastante peso. Mas é algo que a gente já viu passar pelas editoras antes, não tem jeito. Vira e mexe estão fazendo a gente de besta ou tentando enlouquecer a gente, né.

Responder
JCésar 25 de abril de 2017 - 10:32

Mas sinceramente, depois de matarem ele e trazerem de volta com a história mais sem pé nem cabeça que eu já vi, nada mais me assusta.

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2017 - 15:36

A essa altura do campeonato, fica difícil mesmo. Mas a gente sempre tenta ser positivo e pensar: “não, eles não serão capaz de fazer isso”… hahahaha bobinhos.

Responder
Hugo 23 de abril de 2017 - 01:30

Leio quadrinhos desde criança. Hoje em dia, pela correria da vida, acabo lendo apenas alguns títulos da DC, que é a editora com que mais vinculei desde pequeno ( já tentei largar esse “vicio”, mas a cada crise, flashpoint e Rebirths da vida eu volto na esperança de histórias melhores). Quero dizer com isso que não acompanho a Marvel, então não sei muito sobre o andamento da casa das ideias, mas dando uma olhada no site hj, via a sua “crítica” e os vários comentários repercutindo seu texto. Então … resolvi ler e estou rindo até agora hahahaha.
Nada especificamente contra o capitão ou a execução desta “ideia” da Marvel, por favor! Mas Luiz, o seu texto… A minha primeira reação foi: esse site não tem editor ???? Nada pessoal, Ritter!! Que loucura é essa?? Ele ” printou” mesmo uma conversa de WhatsApp e colocou aqui??? E o adendo sobre a coitada da “Xola”??? Confesso que fiquei chocado com o sofrimento da pobrezinha, mas não consegui conter o riso ( com todo o respeito dona Xola! Pfv não me mandem pra fogueira!).
Independente da loucura toda, muito obrigado pelo texto! Não despertou minha ira pela falta de respeito com o capitão, mas me proporcionou boas risadas nesse fim de sábado, kkkkkkkk. Esse site foi mesmo um achado! Continuem o excelente trabalho!!! Grande abraço !

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 11:48

AHHAHHAHAHAHAHAHAHAHAH
Pior é quanto o próprio Editor do site faz isso, né? Aí você vê que o mundo tá perdido. E depois o outro editor vem e comenta zuando a duplicidade de pessoas! Só tem louco nesse lugar!!! Um verdadeiro Arkham! HAHHAHAHAHAHAHAHHAAHHHA

Seja sempre bem vindo, @disqus_4lNcNZrmry:disqus! Essas anti-críticas não são comuns, mas a gente tem, esporadicamente, uns textos jocosos nesse estilo! Depois passa lá na anti-crítica da Patrulha do Destino!

Abraço, man!

Responder
Hugo 23 de abril de 2017 - 12:01

Perai! Só pra entender! Na verdade o site tem 3 editores??? As três personalidades que se revezam aqui nos textos (Guilherme/Ritter/Luiz) que cuidam do editorial? Hummmm… sou novo por aqui, é só pra eu entender mesmo… hahahaha

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 14:37

HAHHAHAAHHAHHA isso mesmo, eu e o Ritter somos os editores-chefe e o Gui é o editor-assistente e o homem das relações humanas do site. Isso prova que SOMOS PESSOAS DIFERENTES!!!! HAUAHUHAUHAUHAUAHUAHAUHUAHUA

Seja muito bem-vindo ao nosso hospício, meu caro @disqus_4lNcNZrmry:disqus!

Responder
Filipe Isaías 22 de abril de 2017 - 21:54

É Luiz, se até você que não é fã do Capita ficou arretado, imagina eu, um dos três fãs do personagem que tem menos de 70 anos hueheueheu.

Falando sério agora, eu acho que isso pode estar relacionado com o atual momento político dos States, com o Caveira Laranja como presidente, esse arco talvez seja, sei lá, um protesto contra tudo isso. Se for isso mesmo ou não, que retconzinho de xexelento, hein?

Abs.

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:47

Eu não tenho dúvidas que existe um quesito político em jogo. A Marvel vem colocando isso de maneira bastante forte nos últimos dois anos. Os Uncanny X-Men e aquela série de 25 edições com os Filhos dos Apocalipse já denotava esse tipo de coisa. Mas mesmo assim, não penso que justifica e pessoalmente não acho válido. É bem estranho fazer esse tipo de leitura da sociedade americana mexendo com seus ícones em um contexto bastante pobre para acompanhar o choque do personagem.

Eu acho muito válida alfinetadas no governo ou decisões de Estados ao redor do mundo hoje em dia aparecerem nos quadrinhos. Mas existem formas e forma de fazer isso. Indução destinada a chocar o grande público não me parece a melhor delas…

Tu que é fã do personagem, deve ter sentido bem a porretada dessa tosqueira.

Responder
Filipe Isaías 23 de abril de 2017 - 01:16

Macho, sem querer parecer um véi paia que só sabe falar que “antigamente era melhor”, os quadrinhos antigamente eram… melhores! Eram mais sutis quando queriam fazer uma crítica ou só introduzir um pouco de diversidade e não jogavam isso na sua cara como algumas HQs atuais. Lembro de uma história dos X-Men chamada Deus ama, o homem mata! que ensinava sobre fanatismo religioso e preconceito sem condenar a religião em si e te deixava tirar as próprias conclusões. Recentemente eu vi algumas HQs que simplesmente eram um panfleto para certos movimentos sociais. Não que tais movimentos fossem errados, mas as HQs não discutiam nem nada. Era propaganda, pura e simples. Aliás, esses quadrinhos tavam com as vendas baixas, mas deve ser coincidência.

Enfim, acho que os quadrinhos perderam a sutileza. Mas pelo menos isso só vai durar até o próximo reboot. Desculpa o Textão™, mas precisava desabafar sobre isso.

Abs, de um velho de 18 anos.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 11:45

Pode escrever o quanto quiser!
É aquela coisa de “quando não é 8 é 80”. Andam errando a mão já a bastante tempo. São poucas as histórias que fazem esse tipo de crítica (não propaganda) de maneira interessante e verdadeira. E isso espanta, porque a quantidade de material publicado hoje na grande indústria deveria ter MAIS coisas boas e um pouco menos de porcarias. Ano passado a Marvel publicou uma série foda, com o Visão. Crítica foda às estruturar sociais (notadamente a familiar) em crise moral. Coisa linda de se ver. Mas você olha no escopo da editora, é uma ilhazinha num oceano de explosões e choques baratos! Dá até raiva!

Responder
Marta Souza 22 de abril de 2017 - 21:32

Excelentes e hilárias reflexões a respeito! Eu li e achei que tinha entendido mas depois das suas perguntas vi que não entendi nada. Sem contar que fazerem isso com o Capitão é inacreditável. Pra quê?

Seu parágrafo de divagações é exatamente o que eu penso sobre esse tema! Demais!

Vai fazer uma crítica pra cada nova edição?

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:41

Valeu, @disqus_sezpmZcwTu:disqus!
Olha, essa pergunta da necessidade eu venho fazendo desde maio do ano passado, quando publicaram aquela revista solo do Cap já nessa reescrita de seu passado. Até hoje não consigo encontrar uma resposta. Sério mesmo.

Então, não pretendo não. O Ritter já falou que vai fazer a crítica da saga toda, então mesmo não tendo por edição, teremos toda a versão aqui.

Responder
Rafael Gardiolo 22 de abril de 2017 - 21:32

Vou falar que fiquei tocado com essa indignação. Chega a ser bonito ver alguém que ainda espera coerência nessas sagas. Não vejo nada demais sinceramente, é só outra história horrorosa entre tantas outras da editora, que pra cada Hawkeye do Fraction faz seis Império Sercreto. É como reclamar que o Superman era o retrato do Jornalista heróico, cujo as história giravam em torno de questões sociais (ainda que de uma forma simplista), como pena de morte, sistema carcerário, papel da mulher na sociedade (Lois Lane sempre ficava de cobrir matérias frívolas) e virou capacho do American Way of Life. Independente do tamanho do personagem e de sua importância (ou até por isso), alguém vai defecar em cima.
O que eu quero dizer? Nada na verdade, é que eu acabei de ler as primeiras edições da Action Comics e queria dizer como o trabalho do Siegel e Shuster é muito superior a boa parte do que as duas grandes editoras fazem hoje.

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:39

Particularmente, tenho esperanças a cada nova fase. Eu me recuso a abraçar essa ideia de “morte” dos quadrinhos por completo e sempre tendo esperar algo de bom, nem que seja uma edição, um personagem, alguma coisa. É romântico, mas é um ponto de vista.

Mas no caso do Cap, vai muito além disso. Uma coisa é você, digamos, olha a nona arte hoje de forma mais niilista e não esperar nada com nada, ponto. Mas imaginar uma fodelança dessas com um personagem desse porte? Caramba! Eu acho demais até para quem não espera nada! ahhahahahahahahhahahahahaha

Responder
Rafael Gardiolo 23 de abril de 2017 - 04:15

Não a nona arte, mas Marvel e DC. Acho ingenuidade esperar coerência deles, já cansaram de mostrar o contrário, enquanto reviravoltas bombásticas, renumeração de revistas, mortes, etc… trouxerem lucros imediatos eles vão continuar fazendo. E na boa, só na Marvel Império Secreto não entraria no “top 5 absurdos da editora”.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 11:39

Pois é. Pior que isso bota a gente (essas editoras gigantes) em um loop de busca por vendas com essas bobagens…

Responder
Gabriel Queiroz 22 de abril de 2017 - 21:16

É tão louco isso do Cap. , que é como se o Batman um dia decidisse ser dançarino de tango ao invés de combatente do crime. Parece que esta necessidade de modificar personagens para se adequar a uma crítica social está impedindo a Marvel de ver a situação claramente. Criar boas histórias, mas que respeitem todo o histórico daquele personagem ou então que eles criem histórias de Universos paralelos ou criem novos personagens. A Garota Marvel é um bom exemplo de um personagem que foi criado recentemente e que também têm um viés social interessante.

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:35

A Garota Marvel é uma versão nova de personagens bem antigos. Mas eu entendi o seu ponto. A questão chega a tal status que a equipe criativa de uma editora como a Marvel achou que seria válido fazer uma coisa dessas. É desrespeitoso demais. O Capitão não merece isso.

EU RI DEMAIS COM ESSA DE “DANÇARINO DE TANTO” AHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAH

Responder
Seto 22 de abril de 2017 - 20:48

Eu tinha consideração pelo site, mas que tipo de texto é esse? Tem até print de whatsapp … Alguém ta precisando rever o que é uma “crítica” ….

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:15

Acho que alguém está precisando rever a leitura do título das coisas. Esta NÃO É UMA CRÍTICA. Releia o título, por gentileza.

p.s.: o Plano Crítico sempre teve publicações jocosas em sua grade. Faça uma busca por “O Dia em Que o Plano Crítico Foi A Sociedade dos Poeteiros Vivos”. Faça uma busca pelo Editorial de 2016. Faça uma busca pela Anti-Crítica de Patrulha do Destino. Não gostando desses modelos (nós temos publicações diversas para um público diverso), será sempre bem vindo nas críticas convencionais.

A gente é como o grande Groucho Marx: “Esses são os nossos valores. Se você não gosta deles, nós temos outros”. AHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Responder
Emerson Falcão 23 de abril de 2017 - 17:25

kkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
Gabriel Carvalho 22 de abril de 2017 - 20:27

Eu achei esse arco um pouco ofensivo, de mal gosto, preconceituoso, ridículo, calunioso, machista, homofóbico, misógino, hostil, maldoso, nocivo, prejudicial à indústria, fascista, ultrajante, insultante, afrontoso, colérico, provocativo, anti-semita. Mas eu gostei um pouco da arte, me julgue.

Mas isso está ficando feio mesmo. As histórias estão cada vez mais genéricas e confusas. Tudo tem que ser uma reviravolta imensa, uma morte de um personagem icônico, ….

Primeira coisa, Capitão América e situações cósmicas, ou que envolve algo do tipo, nunca funcionou muito bem. Outra coisa, dimensões paralelas é a coisa mais nhéé que existe. Ou você faz uma história de uma realidade diferentes e deixa a história lá (trazer Velho Logan para a Terra-616 é uma piada), ou então não o faz. Essa coisa de apagar universos foi ridículo. Guerra Civil 2 foi ridículo. A Marvel está ridícula.

E olha que não falei das versões politicamente corretas dos personagens. Embora elas sejam bem legais, e eu amo o Homem Aranha do Miles Morales, as coisas desandaram. Tem até Hulk asiático se não me engano. Um ou outro até vai, por que é algo que faz sentido haver mudanças de manto (sempre teve, por que não teria agora). Mas está sendo exagerado aos limites. Que tal criar novos personagens, novos super heróis?

Abraços, Gabriel.

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:33

A arte das primeiras páginas, naquela cena no Japão, eu curti um pouco. Achei bacaninha. Mas o resto confesso que não me desceu não.

Pois é, meu caro @disqus_HrYi9xZvdi:disqus, penso exatamente igual em relação a essa questão de usar personagens existentes para criar “coisas novas”. Isso precisa ser repensado. A Marvel está tentando abraçar o mundo da forma mais tosca e isso tá prejudicando demais a editora. Tá foda.

Responder
Rilson Joás 22 de abril de 2017 - 18:37

Eu estava com a camisa do Cap na hora que li essa notícia. Deu vontade de queimar tudo da Marvel que tenho em casa. Em resumo: Que merda, hein?

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 18:55

Merda daquelas beeeem grandes, viu, meu caro. É foda. Eu vou acompanhar isso pra ver onde vão chegar. Mas a premissa é aterradora. ODIEI o fato de fazer isso com o Capitão… tsc tsc tsc

Responder
JPNS15 22 de abril de 2017 - 19:26

Mas cara, o Steve nunca foi foi um agente da Hydra, pelo oque eu entendi e pelo rumo do gibi, essa parada dos aliados terem perdido a guerra e terem manipulado a realidade é justamente uma maneira de convencer o Steve de que ele não ta sendo manipulado, saca? foi uma memória implantada nele.

“Ow, o caveira tinha um cubo cósmico mas ele só usou ele pra te trazer de volta, você nunca foi um herói, sempre foi um agente da HYDRA, mas eles te manipularam, então no final só concertamos a cagada, não te manipulamos não amiguinho pode confiar”

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:24

Não, isso eu tenho certeza. Não por mim, exatamente, porque aquele início é confuso pra cacete, mas o próprio Nick Spencer já falou que o Capitão, nessa aventura, é um agente escondida da Hydra e que a história girará em torno disso.

Mas isso prova o meu tudo: TUDO É MUITO CONFUSO!!!

Responder
Emerson Falcão 23 de abril de 2017 - 17:27

Bicho, só vejo uma explicação pra isso tudo: a Hidra tomou de assalto a redação da editora, numa inesperada quebra de quarta parede, parabéns a todos!!!

SÓ ISSO EXPLICA!

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 18:25

Só pode!!! É como uma das minhas personalidades (o Afrânio Jeremias) falou com no começo… Já pensou se tudo isso acontecer de verdade? Provavelmente tão tomando vários lugarzinhos do mundo!

Responder
Kakashi Diferenciado 22 de abril de 2017 - 18:58

Um personagem branco,conservador de olho azul?Vamos queimar esse nazista!!!Ah marvel….

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 19:16

Mas a intenção da Marvel não foi o estreitamente do Rogers com o nazismo não. Não sei se você leu o texto, mas eu explico isso no final. Ser da Hydra não quer dizer que ele é nazista. Aliás, a Hydra nem era nazista, ela trabalhou COM os nazistas por um tempo e teve uns membros que foram nazi, mas ela é anárquica, uma organização terrorista que quer dominar o mundo e se alia com quem quiser para ter seus objetivos alcançados.

O Capitão aqui é representado como uma espécie de “ditador da Hydra que busca a igualdade para todos”. Não como nazista.

Responder
JJL_ aranha superior 22 de abril de 2017 - 18:23

Perainda, quer dizer que além do plano ser administrado por uma pessoa só, com várias personalidades diferentes, as personalidades têm cada uma seu próprio celular?

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 18:56

HAHAHAHAHAHAHHAAH @joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus, eu (Luiz), Jilermy (Guilherme) e Ritter somos pessoas diferentes!

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 18:59

Luiz, pare de mentir para os leitores!!!

– Ritter Santiago Coral

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 19:05

AHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUAHA

ELE VAI ACHAR QUE SOMOS A MESMA PESSOA DE VERDADE!!!

Responder
Gabriel Carvalho 22 de abril de 2017 - 20:08

Ué, vocês não são a mesma pessoa?

Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:26

HAUAHUAHAUHAUAHAUHAUAHAUHAUAHUA

MEU DEUS!!!! É SÉRIO ESSA PERGUNTA???

RITTER, GUILHERME, OLHA ISSO!!!

Guilherme Coral 22 de abril de 2017 - 22:37

HAHAHAHAHAH 20 anos de Plano Crítico e não sabe que somos a mesma pessoa. Pq vc acha que o Luiz mal tem fotos e o Ritter tem nome de barra de cereal?

JJL_ aranha superior 22 de abril de 2017 - 22:57

Acho que só agora ele percebeu

Directed By
David Fincher

Based on the original story by
M.Night Shyamalan

Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:59

HAUHAUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHAUHAUAHU

VOCÊS NÃO PRESTAM!

planocritico 22 de abril de 2017 - 23:47

Eu fico até magoado pelo @luizsantiago:disqus insistir nesse devaneio de que não somos a mesma pessoa. Quer dizer que, só porque tenho idade suficiente para ter conhecido o avô do Gandalf quando ele ainda jogava quadribol você me acha alguém indigno para ser a mesma pessoa que você? Que o @guilhermecoral:disqus , só porque é um prostituto menor de idade, não pode ser igual a você?ACHO UM PRECONCEITO DESCABIDO e exijo retratação IMEDIATA!!!

Abs,
Anti-Ritter

Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 00:11

É porque eu sou muito novo e não vivi os tempos áureos dos quadrinhos e não sei fazer crítica, aí já viu, eu fico me recusando a ser a mesma pessoa que vocês!!! Mas eu vou mudar, eu prometo!!!

Luiz, buscando se redimir

planocritico 23 de abril de 2017 - 00:21

Tem que ter lido todas as edições do Capitão América desde 1941 e quando do lançamento, não comprando depois!!! Só assim você entenderá a história, seu energúmeno…

Viu como falar comigo mesmo é legal?

– Ritter, Eu Sou Você.

Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 00:28

Quando eu li “- Ritter, Eu Sou Você.” eu quase cuspi todo o café que tinha na boca, sujei a porra toda aqui… AHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUAHUHA

planocritico 23 de abril de 2017 - 00:32

Para de beber café, pois está me dando úlcera!!!

– Ritter, Eu Sou o Estômago do Luiz.

Lesada 23 de abril de 2017 - 02:27

Bem Fragmentado vocês. Continuem assim.

JJL_ aranha superior 23 de abril de 2017 - 18:44

Quem de vocês vai limpar a sujeira?

planocritico 23 de abril de 2017 - 19:25

Para que você acha que temos a personalidade Guilherme Coral????

– Ritter, o Tirano

Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 19:02

O Ritter, com certeza!

– Luiz, o ditador

planocritico 22 de abril de 2017 - 23:49

Barra de cereal, geleia e CHOCOLATE. Não se esqueça do chocolate!!!

– Ritter com avelã.

ABC 23 de abril de 2017 - 19:34
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 19:51

Ritter vai ser o responsável por fazer a próxima promoção do site com as barrinhas e guloseimas dele!!! HAHAHAHHAH

planocritico 23 de abril de 2017 - 00:08

@disqus_HrYi9xZvdi:disqus , cara, CLARO que somos. Achei que isso tinha ficado evidente desde o começo. Eu sou a personalidade sã, inteligente e bonita, o @luizsantiago:disqus é a personalidade louca, metida e sempre de férias e o @guilhermecoral:disqus é a personalidade sem personalidade. Mas nós 3 convivemos bem como uma pessoa só…

Abs,
Ritter, o Luiz Coral.

planocritico 22 de abril de 2017 - 20:20

E não somos?

– RiLuGui SanFanCor

JJL_ aranha superior 22 de abril de 2017 - 21:11

Agora tá confirmado, olha o print. Isso aqui vai direto pro sensacionalista.

Responder
Luiz Santiago 22 de abril de 2017 - 22:12

HAHAHAHAHAHAH merece uma matéria inteira! 😀

JJL_ aranha superior 22 de abril de 2017 - 21:09

Claro que são, assim como hedwig, dennis e patrícia, só que num mesmo corpo.
https://media.giphy.com/media/aVtdz7iNVPI1W/giphy.gif

Responder
Emerson Falcão 23 de abril de 2017 - 22:20

Eu entendi essa referência.

Responder
Luiz Santiago 23 de abril de 2017 - 19:50

SOCORROOOOOOOOOOOOOOOO

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