Home FilmesCríticas Crítica | A História Real de Um Assassino Falso

Crítica | A História Real de Um Assassino Falso

por Luiz Santiago
240 views (a partir de agosto de 2020)

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estrelas 2,5

Levando em consideração que a última comédia de ação do Netfix, Zerando a Vida, foi um desastre colossal, é até reconfortante ver que A História Real de Um Assassino Falso (2016) consegue chegar ao posto de filme mediano e, querendo ou não, divertir o espectador. Também é possível perceber algumas boas ideias na fita, mesmo que não sejam novas, o que chama a atenção e faz valer a pena ao menos uma parte da sessão que, infelizmente, do meio para o final, ganha o status de estupidez coberta de clichês. Mas mesmo nesse caso, o espectador consegue se divertir um pouco.

O simpático canastrão Kevin James vive Sam um escritor estreante que após ter vários de seus manuscritos rejeitados por editoras, consegue um rápido e estranho contrato para publicar sua obra online. A agente editorial acaba descumprindo uma promessa e adicionando uma palavra ao título do livro, algo que irá mudar toda a vida do personagem, assediado e perseguido porque realmente acreditam que ele é um assassino internacional. Aqui, vale uma nota de pesar ao título em português, que dá um mini spoiler de cara e tira do espectador a brincadeira com essa realidade. A tradução literal do inglês seria perfeita para contextualizar o dilema do protagonista: Memórias Verdadeiras de um Assassino Internacional. A busca pelo riso imediato no título em português tornou a coisa meio boba demais. Mas tudo bem. O filme é meio bobo mesmo.

A apresentação do processo de criação literária de Sam é muito boa. Kevin James usa da sua familiaridade com o tipo de comédia física e coreografia de lutas para criar um bom herói na mente dele mesmo, como escritor. A isca funciona da melhor forma possível e o espectador embarca na aventura, rindo de uma piada ou outra e aos poucos torcendo para que o personagem consiga chegar ao seu objetivo. Diferente de Zerando a Vida, os mais enjoativos clichês do cinema raso americano são utilizados a favor da história e, exceto na parte final da obra, garantem boas cenas, considerando, claro, a proposta do filme.

Algo que já se esperava aqui era a maneira de representação estereotipada (ou mesmo errada) do cidadão sul americano, mas isso é de praxe, não há nada de novo. Ao mesmo, porém, tempo há algo curioso, a contemporaneidade do roteiro, abordando indiretamente o caso do deplorável governo de Nicolás Maduro na Venezuela, disfarçando bem as locações na República Dominicana para se parecer com parte da Amazônia venezuelana e o centro e subúrbio de Caracas, colocando da maneira como já conhecemos (há aqui ecos de Bananas, de Woody Allen) as revoluções latinas e as idas e vindas para matar ou afastar o presidente, o chefe do tráfico, o controlador da polícia, do Exército, os donos do poder.

Com algumas boas cenas de ação, momentos inteligentes no início da projeção e um resultado final parcialmente aceitável, A História Real de Um Assassino Falso consegue, de certa forma, ser aquilo que se propôs. A obra falha em expor determinadas atitudes dos personagens (o final peca pelo exagero e mal uso dos já citados e esperados clichês), mas diverte pelo tom improvável e cheio de “surpresas dentro de surpresas” que vão fazer muita gente rir. O humor não funciona sempre, mas não esperem nada tão ruim no nível de Zerando a Vida. Ainda é possível se entreter aqui. No entanto, ficam as perguntas para o Netflix: cadê a onda de bons filmes leves? Que tal uma comédia boa e inteligente, para variar?

A História Real de um Assassino Falso (True Memoirs of an International Assassin) — EUA, 2016
Direção: Jeff Wadlow
Roteiro: Jeff Morris
Elenco: Kevin James, Kim Coates, Maurice Compte, Zulay Henao, Andrew Howard, Ron Rifkin, Yul Vazquez, P.J. Byrne, Kelen Coleman, Leonard Earl Howze, Rob Riggle, Andy Garcia, Anthony Belevtsov, Jeff Chase, Katie Couric
Duração: 100 min.

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39 comentários

Alex Andre 24 de dezembro de 2016 - 01:53

Gostei do filme, pode se dizer que é bastante envolvente para quem não esperava muita coisa (Provavelmente se assistir dublado não será tão envolvente), pelos filmes que a Netflix vem lançando ultimamente (The Ridiculous 6, The Do-Over), The True Memoirs of an International Assassin consegue estar a um degrau superior, mas ainda há muito o que evoluir.

Nota: 2/5

Responder
Alex Andre 24 de dezembro de 2016 - 01:53

Gostei do filme, pode se dizer que é bastante envolvente para quem não esperava muita coisa (Provavelmente se assistir dublado não será tão envolvente), pelos filmes que a Netflix vem lançando ultimamente (The Ridiculous 6, The Do-Over), The True Memoirs of an International Assassin consegue estar a um degrau superior, mas ainda há muito o que evoluir.

Nota: 2/5

Responder
Luiz Santiago 24 de dezembro de 2016 - 02:23

Ele consegue fazer o que aquele western ruim e a porcaria do filme do Adam Sandler não fizeram que é divertir com base em pelo menos algumas coisas boas. Claro que tem um montão de bobagens sem graça, mas em comparação às outras duas comédias… uh, esse tá acima mesmo.

Responder
Thiago Lucio 14 de novembro de 2016 - 13:37

Fiquei um pouco com essa mesma sensação. O filme a todo momento oscila entre o levemente divertido e muito próximo com o levemente aborrecido, mas no final das contas, o filme acaba sendo divertido, mas sem ser nada espetacular.

A HISTÓRIA REAL DE UM ASSASSINO FALSO

“A História Real de Um Assassino Falso” é uma comédia de uma piada só que funciona, embora carregue esse estigma do início ao fim. Sam Larson (Kevin James) é um escritor frustrado que vê a sua vida tomar uma reviravolta quando seu último livro, que narra as aventuras de Mason Carver, um assassino profissional, letal e internacional, consegue ser publicado através de uma plataforma on-line como obra de não ficção. A partir da fama repentina e nada verídica, Sam é sequestrado por um grupo de guerrilheiros venezuelanos, liderados por El Toro (Andy Garcia), com a missão de matar o presidente da Venezuela (Kim Coates) que por sua vez quer matar Anton Massovich (Andrew Howard), um traficante de drogas russo que domina o comércio local, que por sua vez é investigado por Rosa Bolivar (Zulay Henao), uma agente do DEA, que por sua vez se envolve em um golpe militar que pretende eliminar o presidente, El Toro e qualquer um que atravessar o caminho do outro.

Enfim, como dá para notar, o roteiro coescrito pelo diretor Jeff Wadlow ao lado de Jeff Morris é uma bagunça e essa necessidade de criar uma reviravolta atrás de outra seguindo a máxima de “quem quer matar quem” acaba tornando o filme aborrecido por querer soar criativo e/ou se levar a sério demais. O filme até funciona razoavelmente nas sequências de ação, mas quando Wadlow abraça a natureza absurda da premissa como recurso cômico, os resultados são melhores, apesar de usados à exaustão, como quando ilustra o processo criativo de Sam como escritor em meio a uma ação exagerada e ficcional e/ou quando explora a natureza medrosa dele diante de uma realidade perigosa, o que realça o “timming” cômico de Kevin James que é um comediante bastante carismático, que funciona muito bem ao criar tipos sensíveis e atrapalhados, mas que precisa tomar cuidado para não se tornar uma versão peso pesado do Adam Sandler.

Os tipos explorados em “A História Real de Um Assassino Falso” são propositadamente “fakes”, o que permite que certos estereótipos sejam potencializados para funcionarem como elementos de bom humor. Andy Garcia, por exemplo, parece à vontade na pele de um guerrilheiro que evoca Che Guevara, em certo grau, o que não deixa de ser involuntariamente cômico pela sua natureza egoísta e diante da descendência cubana do ator. Andrew Howard cria um tipo excêntrico e perigoso como um traficante russo que gosta de se vestir apenas com roupão de banho e cueca em função do calor ou por mera extravagância mesmo. Zulay Henao tem o talento e o “sexy appeal” da mulher latina já que se apresenta como a verdadeira heroína do filme, mas sem jamais perder a ternura. Infelizmente, esses e outros tipos estranhos e/ou criativos acabam funcionando muito bem na apresentação, mas acabam se desgastando com a evolução atrapalhada da narrativa que se reserva ao direito de até mesmo fazer com que os personagens dancem tango em pleno baile de posse do presidente da Venezuela apenas para não perder a piada.

Apresentada como uma produção original da NETFLIX, mas sem ser tão original assim, “A História Real de Um Assassino Falso” é um filme ocasionalmente divertido bem defendido por Kevin James e que consegue explorar o potencial da piada central que serve de base para a sua premissa, mas que falha em sua missão de oferecer bem mais do que isso, o que pode parece pouco e que, na verdade, realmente é.

NOTA: 6.0/10

Responder
Thiago Lucio 14 de novembro de 2016 - 13:37

Fiquei um pouco com essa mesma sensação. O filme a todo momento oscila entre o levemente divertido e muito próximo com o levemente aborrecido, mas no final das contas, o filme acaba sendo divertido, mas sem ser nada espetacular.

A HISTÓRIA REAL DE UM ASSASSINO FALSO

“A História Real de Um Assassino Falso” é uma comédia de uma piada só que funciona, embora carregue esse estigma do início ao fim. Sam Larson (Kevin James) é um escritor frustrado que vê a sua vida tomar uma reviravolta quando seu último livro, que narra as aventuras de Mason Carver, um assassino profissional, letal e internacional, consegue ser publicado através de uma plataforma on-line como obra de não ficção. A partir da fama repentina e nada verídica, Sam é sequestrado por um grupo de guerrilheiros venezuelanos, liderados por El Toro (Andy Garcia), com a missão de matar o presidente da Venezuela (Kim Coates) que por sua vez quer matar Anton Massovich (Andrew Howard), um traficante de drogas russo que domina o comércio local, que por sua vez é investigado por Rosa Bolivar (Zulay Henao), uma agente do DEA, que por sua vez se envolve em um golpe militar que pretende eliminar o presidente, El Toro e qualquer um que atravessar o caminho do outro.

Enfim, como dá para notar, o roteiro coescrito pelo diretor Jeff Wadlow ao lado de Jeff Morris é uma bagunça e essa necessidade de criar uma reviravolta atrás de outra seguindo a máxima de “quem quer matar quem” acaba tornando o filme aborrecido por querer soar criativo e/ou se levar a sério demais. O filme até funciona razoavelmente nas sequências de ação, mas quando Wadlow abraça a natureza absurda da premissa como recurso cômico, os resultados são melhores, apesar de usados à exaustão, como quando ilustra o processo criativo de Sam como escritor em meio a uma ação exagerada e ficcional e/ou quando explora a natureza medrosa dele diante de uma realidade perigosa, o que realça o “timming” cômico de Kevin James que é um comediante bastante carismático, que funciona muito bem ao criar tipos sensíveis e atrapalhados, mas que precisa tomar cuidado para não se tornar uma versão peso pesado do Adam Sandler.

Os tipos explorados em “A História Real de Um Assassino Falso” são propositadamente “fakes”, o que permite que certos estereótipos sejam potencializados para funcionarem como elementos de bom humor. Andy Garcia, por exemplo, parece à vontade na pele de um guerrilheiro que evoca Che Guevara, em certo grau, o que não deixa de ser involuntariamente cômico pela sua natureza egoísta e diante da descendência cubana do ator. Andrew Howard cria um tipo excêntrico e perigoso como um traficante russo que gosta de se vestir apenas com roupão de banho e cueca em função do calor ou por mera extravagância mesmo. Zulay Henao tem o talento e o “sexy appeal” da mulher latina já que se apresenta como a verdadeira heroína do filme, mas sem jamais perder a ternura. Infelizmente, esses e outros tipos estranhos e/ou criativos acabam funcionando muito bem na apresentação, mas acabam se desgastando com a evolução atrapalhada da narrativa que se reserva ao direito de até mesmo fazer com que os personagens dancem tango em pleno baile de posse do presidente da Venezuela apenas para não perder a piada.

Apresentada como uma produção original da NETFLIX, mas sem ser tão original assim, “A História Real de Um Assassino Falso” é um filme ocasionalmente divertido bem defendido por Kevin James e que consegue explorar o potencial da piada central que serve de base para a sua premissa, mas que falha em sua missão de oferecer bem mais do que isso, o que pode parece pouco e que, na verdade, realmente é.

NOTA: 6.0/10

Responder
Frank Barragan 13 de novembro de 2016 - 22:12

a trilha sonora do filme vale a pena, clássicos na versão latina, muito bom.

Responder
Luiz Santiago 13 de novembro de 2016 - 23:19

É uma boa trilha sim, concordo.

Responder
Frank Barragan 14 de novembro de 2016 - 08:00

a propósito, gostaria de saber quais são estas bandas, se alguém puder ajudar ficarei grato.

Responder
Luiz Santiago 14 de novembro de 2016 - 17:11

Eu não conheço de cabeça nenhuma delas. Só com o Shazam para ajudar mesmo, @disqus_jxinWK6JQm:disqus. Pegue as partes do filme em que tocam trechos da música e ative o aplicativo que ele identifica pra você.

Responder
Frank Barragan 14 de novembro de 2016 - 17:18

boa dica @luizsantiago:disqus, show de la pelota rsrs, vlw, grande abraço.

Luiz Santiago 14 de novembro de 2016 - 18:06

HAHAHAHHAHHAHAHAH, eu lembrei disso aqui, @disqus_jxinWK6JQm:disqus:

https://www.youtube.com/watch?v=g5uritTFD9I

Luiz Santiago 14 de novembro de 2016 - 18:06

HAHAHAHHAHHAHAHAH, eu lembrei disso aqui, @disqus_jxinWK6JQm:disqus:

https://www.youtube.com/watch?v=g5uritTFD9I

Frank Barragan 15 de novembro de 2016 - 10:10

hahahahahaha que isso meu amigo, essas coisas precisam morrer no ninho hahahahaha

Frank Barragan 15 de novembro de 2016 - 10:10

hahahahahaha que isso meu amigo, essas coisas precisam morrer no ninho hahahahaha

Christian Mix 2 de dezembro de 2016 - 14:59

Conseguiu alguma musica?, eu estou procurando também e nada.

Frank Barragan 3 de dezembro de 2016 - 16:07

@Christian Mix, não encontrei nenhuma também, mas continuo procurando, qqr coisa te passo a dica

Frank Barragan 3 de dezembro de 2016 - 16:07

@Christian Mix, não encontrei nenhuma também, mas continuo procurando, qqr coisa te passo a dica

Christian Mix 2 de dezembro de 2016 - 14:59

Conseguiu alguma musica?, eu estou procurando também e nada.

Frank Barragan 14 de novembro de 2016 - 17:18

boa dica @luizsantiago:disqus, show de la pelota rsrs, vlw, grande abraço.

Luiz Santiago 14 de novembro de 2016 - 17:11

Eu não conheço de cabeça nenhuma delas. Só com o Shazam para ajudar mesmo, @disqus_jxinWK6JQm:disqus. Pegue as partes do filme em que tocam trechos da música e ative o aplicativo que ele identifica pra você.

Responder
Átila Deglaux Carriconde 3 de dezembro de 2016 - 19:51

Achei algumas… na hora em que o “fantasma” está sendo preso haha https://www.youtube.com/watch?v=9iurq4goNkg

E essa quando o fantasma original aparece: https://www.youtube.com/watch?v=IRjNlA2WRjk

Responder
Frank Barragan 4 de dezembro de 2016 - 21:21

top demais esse som @Átila Deglaux Carriconde

Átila Deglaux Carriconde 3 de dezembro de 2016 - 19:51

Achei algumas… na hora em que o “fantasma” está sendo preso haha https://www.youtube.com/watch?v=9iurq4goNkg

E essa quando o fantasma original aparece: https://www.youtube.com/watch?v=IRjNlA2WRjk

Responder
Frank Barragan 14 de novembro de 2016 - 08:00

a propósito, gostaria de saber quais são estas bandas, se alguém puder ajudar ficarei grato.

Responder
Luiz Santiago 13 de novembro de 2016 - 23:19

É uma boa trilha sim, concordo.

Responder
Ana Adriana 24 de novembro de 2016 - 13:53

Verdade, amei as músicas, estou ate atrás daquelas mexicanas 😁

Responder
Ana Adriana 24 de novembro de 2016 - 13:53

Verdade, amei as músicas, estou ate atrás daquelas mexicanas 😁

Responder
Kevin Rick 12 de novembro de 2016 - 15:20

É incrível como a Netflix entrega coisas espetaculares como The Crown semana passada, mas continua investindo em Adam Sandler e companhia. Não entregam um bom filme desde Beasts of no Nation.

Porém, crítica muito mais positiva do que eu esperava. Pensei que seria mais uma bomba do Kevin James, que eu até gosto como ator, mas que definitivamente não sabe escolher seus projetos. Entretanto, não sei se irei assistir.

Por mais que a sua crítica tenha sido melhor do que o esperado, duas estrelas e meia e ser melhor que Zerando a Vida não são lá muito atrativos. Fica aquela pergunta se realmente vale a pena assistir, entende?

OBS: Sempre sobra pra você fazer críticas do Sandler e companhia. Que triste. rs

Responder
Luiz Santiago 12 de novembro de 2016 - 16:56

@kevin_rick:disqus, parece um ímã, é impressionante como eu acabo pegando essas bombas. Mas cara, é verdade, acho que além de Beasts of no Nation e Tallulah (só que Beats é mil vezes melhor), a Netflix está devendo. Seria tão bom ver comédias inteligentes vindo deles! É coisa pra se lamentar mesmo, viu.

Mas olha, esse aqui é mesmo melhor que Zerando a Vida. Mas pra ser sincero, só veja se tiver muito tempo sobrando. Não é nada que você vá perder não, viu.
Abraço!

Responder
Kevin Rick 12 de novembro de 2016 - 20:32

Concordo com você quanto a comédias mais inteligentes. Eu acho que a Netflix seria a plataforma perfeita para esse tipo de filme que não costuma ir bem na bilheteria. Imagina a Netflix trabalhando com pessoas como Noah Baumbach, Greta Gerwig, Roman Coppola, Wes Anderson, entre outros.

Eu estava no hype quando anunciaram que iriam fazer um filme do Gervais e foi aquela bomba. Faltou o Stephen Merchant no roteiro. Kkkkk

Responder
Luiz Santiago 13 de novembro de 2016 - 00:21

Eu não vi esse do Gervais. To até segurando pra ver se alguém não pega aqui, já que é uma bomba… ai ai. Imagina pra quem vai sobrar, no final. >D

Responder
Luiz Santiago 13 de novembro de 2016 - 00:21

Eu não vi esse do Gervais. To até segurando pra ver se alguém não pega aqui, já que é uma bomba… ai ai. Imagina pra quem vai sobrar, no final. >D

Responder
Kevin Rick 12 de novembro de 2016 - 20:32

Concordo com você quanto a comédias mais inteligentes. Eu acho que a Netflix seria a plataforma perfeita para esse tipo de filme que não costuma ir bem na bilheteria. Imagina a Netflix trabalhando com pessoas como Noah Baumbach, Greta Gerwig, Roman Coppola, Wes Anderson, entre outros.

Eu estava no hype quando anunciaram que iriam fazer um filme do Gervais e foi aquela bomba. Faltou o Stephen Merchant no roteiro. Kkkkk

Responder
Luiz Santiago 12 de novembro de 2016 - 16:56

@kevin_rick:disqus, parece um ímã, é impressionante como eu acabo pegando essas bombas. Mas cara, é verdade, acho que além de Beasts of no Nation e Tallulah (só que Beats é mil vezes melhor), a Netflix está devendo. Seria tão bom ver comédias inteligentes vindo deles! É coisa pra se lamentar mesmo, viu.

Mas olha, esse aqui é mesmo melhor que Zerando a Vida. Mas pra ser sincero, só veja se tiver muito tempo sobrando. Não é nada que você vá perder não, viu.
Abraço!

Responder
Kevin Rick 12 de novembro de 2016 - 15:20

É incrível como a Netflix entrega coisas espetaculares como The Crown semana passada, mas continua investindo em Adam Sandler e companhia. Não entregam um bom filme desde Beasts of no Nation.

Porém, crítica muito mais positiva do que eu esperava. Pensei que seria mais uma bomba do Kevin James, que eu até gosto como ator, mas que definitivamente não sabe escolher seus projetos. Entretanto, não sei se irei assistir.

Por mais que a sua crítica tenha sido melhor do que o esperado, duas estrelas e meia e ser melhor que Zerando a Vida não são lá muito atrativos. Fica aquela pergunta se realmente vale a pena assistir, entende?

OBS: Sempre sobra pra você fazer críticas do Sandler e companhia. Que triste. rs

Responder
Rayan 12 de novembro de 2016 - 14:04

Já esperava algo desse nível, mas esse filme é bom para se assistir com a família?

Responder
Rayan 12 de novembro de 2016 - 14:04

Já esperava algo desse nível, mas esse filme é bom para se assistir com a família?

Responder
Luiz Santiago 12 de novembro de 2016 - 16:50

Ele não tem nudez, nem nada do tipo. Só violência e diálogo adulto. Dependendo da idade dos membros da família, é tranquilo. É uma diversão boba pra curtir assim mesmo.

Responder
Luiz Santiago 12 de novembro de 2016 - 16:50

Ele não tem nudez, nem nada do tipo. Só violência e diálogo adulto. Dependendo da idade dos membros da família, é tranquilo. É uma diversão boba pra curtir assim mesmo.

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