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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X05: 4,722 Hours

por Ritter Fan
277 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5,0

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios, aqui.

Não sei muito bem o que pensar sobre 4,722 Hours, quinto episódio da 3ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. Pelo menos não no momento em que começo a escrever essa crítica. Portanto, não achem que sou bipolar se eu ficar mudando de lado o tempo todo durante este arrazoado, pois o estou usando como uma maneira de formar minha opinião e talvez vocês, leitores, possam me ajudar nesse processo, concordando ou discordando ou, talvez, concordando e discordando…

Quando Devils You Know acabou, ficou claro que finalmente descobriríamos, no capítulo seguinte, o que raios havia acontecido no tal planeta em que Simmons passara meses. O que pouca gente esperava era que todo o episódio fosse dedicado a isso, em um longo flashback de seis meses, começando exatamente do momento em que Jemma foi tragada pelo monólito. Só tive essa certeza quando o título da série surgiu em fonte diferente ainda sobre a superfície azulada do planeta, deixando claro que o foco seria, única e exclusivamente, as tais 4.722 horas que a personagem passou no planeta.

Certamente foi um risco, mas também um grande acerto na estrutura narrativa de Jed Whedon. Essa conclusão vem não da coragem de mudar completamente a estrutura da série com um episódio desses (ainda que isso conte pontos também!), mas da necessidade de uma pausa. Aqueles mais atentos repararão que Laws of Nature, Purpose in the Machine, A Wanted (Inhu)Man e Devils You Know têm um aspecto em comum: a divisão em núcleos narrativos diversos e dispersos que contam, em uma visão macro, uma história só. O frenesi foi constante até aqui e 4,722 Hours quebrou a correria e nos fez parar para pensar, ainda que não necessariamente descansar.

E o segundo grande acerto, então, vem muito rapidamente e nós mal percebemos. O roteiro de Craig Titley nos faz mergulhar nas agruras de Jemma Simmons completamente debaixo da fotografia perturbadoramente azulada que emula a noite sem fim do planeta misterioso onde ela está. Com um pouco menos da metade do episódio com Elizabeth Henstridge totalmente sozinha no melhor estilo Robinson Crusoé, vemos a verdadeira latitude da atriz, algo que ela já havia dado pistas antes – mais recentemente na dificuldade de adaptação da personagem com a vida “normal” -, mas que realmente ganha espaço aqui. Ela convence em todos os momentos, mesmo quando luta contra tentáculos de borracha (e burramente se põe a boiar em uma poça d’água cujo fundo ela não vê…) e conversa consigo mesma e com seu celular cuja bateria é mais inacreditável do que tudo visto até agora na série. Henstridge transita bem, no pouco tempo que ela tem, entre a cientista fria e a mulher saudosa e desesperançosa e, também, novamente, como a mulher apaixonada que não desiste de maneira alguma.

Quando seu “Sexta-Feira” chega – Will , um astronauta americano vivido por Dillon Casey que está no planeta há 14 anos – a conexão entre os dois é gentil e imediata e qualquer espectador com um mínimo de experiência televisiva (ou bom senso) sabe que os dois terão envolvimento romântico mais cedo ou mais tarde. Todavia, mesmo com essa certeza em mente, a química entre os dois atores faz a aproximação ser natural e crível, mesmo com Simmons quase que a cada cinco minutos mencionando o nome de Fitz.

A informação a conta gotas do roteiro mantém a curiosidade acesa. Afinal, onde eles estão? Que ameaça é essa que Will diz existir? Como isso pode afetar a série e o Universo Cinematográfico Marvel como um todo? E, na medida em que o episódio progride, olhar o relógio é quase inevitável, mas não por que a narrativa está se arrastando e sim pois preciosos minutos vão passando sem que saibamos mais detalhes sobre o que está acontecendo além de uma figura vestida de preto e o fato de que há um cemitério com ossos (apenas humanos?) que indica que há séculos pessoas (seres?) vêm fazendo expedições de uma só mão para o inóspito local, o que já havia sido abordado no episódio de abertura da temporada.

A curiosidade vai então aumentando, aumentando, aumentando e… bem, e NADA. Simmons volta. Will fica. A “entidade” quase nada faz e estamos de volta ao presente, com Fitz recebendo a notícia com hombridade e prontificando-se a ajudar sua amiga (ou amor de sua vida) a reabrir o portão para salvar Will (que pode ser o amor da vida de Jemma…), que é visto vivo na cena final. Mas esse NADA me incomodou profundamente, pois foi um NADA completo, daqueles de jogar o controle remoto na televisão de tanta raiva.

O que afinal de contas nós aprendemos sobre o planeta? Que ele tem duas luas e que só faz sol por um minuto a cada 18 anos? Que há um ser que mata todos que visitam o local? Ah, a frustração é grande demais para ficar contida e eu tenho que escrever com mais letras maiúsculas: FIQUEI FRUSTRADO.

Mas,racionalizando, isso talvez seja bom. Os melhores filmes e as melhores séries são aquelas que não nos tratam como crianças com surpresas fanboy e artifícios bobalhões (e estou mesmo falando do Tubarão-Rei caso não tenham percebido…) e sim as que fazem nossa imaginação ficar a mil com as possibilidades, que nos fazem pensar além do fim em si mesmo da projeção, que nos faz admirar os esforços para se conseguir esse objetivo (e aqui, novamente, vai uma salva de palmas para Henstridge). Afinal de contas, sendo fã ou não dos quadrinhos, a “explicação” de 45 minutos levantou muito mais perguntas do que as respondeu, o que serve para retroalimentar a própria série com uma narrativa para lá de interessante se bem explorada.

O que fiquei pensando quando pude respirar ao final do episódio que me frustrou e que ao mesmo tempo me deixou admirado? Bem, a primeira coisa que imaginei foi o óbvio ululante: será que aquela entidade envolta em um manto negro em frangalhos é a Morte? Ela está cercada de esqueletos na tal no fly zone e usa de subterfúgios parecidos com os das sereias que tentaram Ulisses voltando de Troia. Se a entidade é a Morte, a conexão então com Thanos é inevitável e Thanos, como todos sabem, é o grande vilão do mega-plano cinematográfico da Marvel. E, para quem porventura não souber que Thanos é apaixonado pela Morte e faz o que faz para dar-lhe oferendas (nada como aniquilar mundos para entregar as almas para ela, não é mesmo?), saibam agora. Só essa possibilidade – ainda que esteja muito cético disso – já faz valer a frustração que inevitavelmente senti. Seria esse planeta a versão televisiva do “rochedo santuário” que Thanos constrói para a Morte em Desafio Infinito? Ou talvez uma versão de Titã, a lua de Saturno, lar inicial de Thanos nos quadrinhos e que foi destruída por ele?

Ou não é nada disso e Jed Whedon resolveu cavar mais fundo ainda no baú da Marvel trazendo Ego, o Planeta Vivo lá de baixo? Aquela rachadura como fonte de calor, a falta de padrão atmosférico que Will menciona, a própria entidade como uma versão telepática do planetoide vivo pode indicar algo nessa linha, ainda que, mais que a Morte, isso seja para lá de improvável (mesmo que, em algum canto de minha mente, só de imaginar que um dia estaria especulando algo do gênero, já me deixa que nem o proverbial pinto no lixo).

Uma coisa, porém, é certa: esqueci-me de Coulson e Rosalind, Daisy e Mack, Hunter e May, Lash e Ward. Apaguei qualquer coisa que não fosse o planeta azul onde Jemma está e, assim como ela, quero voltar para lá desesperadamente. Isso é ou não é televisão de qualidade?

É, pensando bem e relendo meu primeiro parágrafo, talvez minha dúvida não seja uma dúvida de verdade. Talvez tenha sido “só” excitação por ver algo inesperado, diferente e, sim, muito bem feito dentro de uma série desse naipe, que normalmente não gera tantas expectativas assim. Talvez minha dúvida tenha sido surpresa mesmo. Mas surpresa das boas. Daquela que você não quer que acabe nunca.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X05: 4,722 Hours (EUA, 2015)
Showrunner: Jed Whedon
Direção: Jesse Bochco
Roteiro: Craig Titley
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Nick Blood, Adrianne Palicki, Henry Simmons, Luke Mitchell, Constance Zimmer, Matthew Willig, Andrew Howard, Juan Pablo Raba, William Sadler, Scott Heindl, Dillon Casey
Duração: 43 min.

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88 comentários

Matheus Teixeira 7 de janeiro de 2016 - 18:41

Excelente critica!
E que episódio fantástico. Essa terceira temporada esta bastante promissora, estou adorando isso.
Continue com as criticas, gosto bastante e sempre acompanho.
Abraços.

Responder
planocritico 8 de janeiro de 2016 - 14:22

@disqus_ZIKWZYNlkY:disqus, pode deixar que continuarei! E obrigado pelos elogios.

Em breve começarei com as críticas por episódio de Agent Carter.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo 20 de novembro de 2015 - 22:20

Excelente episódio, mas o romance de Simmons no outro planeta foi bem forçado. Ela passa os primeiros meses lá sofrendo pra viver, só falando o nome do Fitz, depois encontra o Will, se apaixona e após a tentativa frustrada de enviar a garrafa pelo portal simplesmente desiste (coisa que dificilmente ela faria, continuaria buscando um meio de sair do planeta) e resolve meio que viver feliz para sempre com o Will até ser desperta pra realidade pela chegada do Fitz. E isso tudo em apenas seis meses! Só terá realmente sentido se o Will não for um humano, mas sim uma entidade maligna ou um alter-ego ilusório do planeta.

Responder
planocritico 21 de novembro de 2015 - 00:45

@alordesh:disqus, imagine você perdido em local desconhecido por tempo o suficiente para perder as esperanças. Imagine encontrar alguém lá por quem você sente atração física. O envolvimento carnal e, depois, de algo que lembre a paixão ou amor é algo quase inevitável. Acho perfeitamente crível, justamente porque não aconteceu da noite para o dia.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 8 de dezembro de 2015 - 16:43

Bem, digamos que Jemma e Will ficaram por muito tempo dentro desse “Big Brother”, de modo que a ida ao edredon foi inevitável!

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2015 - 00:47

Exatamente o que acho, he, he, he!

Abs,
Ritter.

Responder
Egito86 4 de novembro de 2015 - 09:11

Alguém aí mencionou o Vigia e o jardineiro, e estou salivando só de imaginar! Flavio Augusto para roteirista, urgente!
Infelizmente, vendo o quão lentamente a Marvel vem trabalhando suas tramas e personagens, e ainda com o Uatu sendo mesmo mais central no (pauperrimamente subaproveitado) Quarteto, acho que o rumo tomado há de ser outro. Bom, depois do que rolou com o Ben Urich, coadjuvante tão crucial em todo o Universo Marvel, não duvido de nada.
Pensei noutra coisa: Com o Ragnarock vindo aí, depois do Banner fugir num nave, não seria esse um link (forçado que seja) de Thanos, as gemas, tudo o mais com Planeta Hulk?

Responder
planocritico 4 de novembro de 2015 - 14:30

Você acha que a Marvel vem trabalhando as tramas lentamente? Nossa, minha percepção é justamente o contrário e acho que ele estão correndo demais tanto na série quanto nos filmes!

O problema do Hulk é mais de direitos do que de qualquer outra coisa. A Marvel não pode fazer filme solo do Hulk, pois esses direitos estão com a Universal. Portanto, Planeta Hulk ao menos por enquanto não é uma possibilidade.

Abs,
Ritter.

Responder
Egito86 4 de novembro de 2015 - 17:32

Putz, verdade! E eu nem vou mencionar o qua to eu gosto do Hulk do Ed. Norton -com todas aquelas piadinhas de Mr. Blue, Mr. Green, Mr. Pink – pois é sabido que o Sr. Mark Rufallo é unanimidade. Mas isso do timming das séries e filmes é algo que gosto muito. Vejo como lento, sim, se pensar no quão grande é a Marvel e seu mundo. Ainda não temos defensores (tá quase!), thunderbolts, enfim… tudo vem sendo apresentado com calma e sem atropelo ao longp dos anos. Cresci lendo SAM, GHM, Massacre, etc e tal e sonhando com a transposição pro cinema. De 2008, muito já foi feito, mas sempre com naturalidade e no tempo certo.

Responder
planocritico 4 de novembro de 2015 - 18:15

@egito86:disqus, gosto muito também do Hulk do Norton e do filme, que não sei bem porque é odiado por muita gente…

Sobre o UCM ser “lento”, cara, para quem lia Guardiões da Galáxia (comprado original em uma banca que importava nos tempos áureos) quando criança e nunca, JAMAIS imaginou que um dia veria um filme do grupo (ok, do segundo grupo, mas não se pode ter tudo – ainda…), o fato de existir um e BOM PACAS é algo que faz minha mente explodir… O mesmo vale para um filme do Homem-Formiga e um vindouro filme do Dr. Estranho e outro do Pantera Negra e por ter Thanos e a Manopla do Infinito por trás de tudo. É algo que, no alto dos meus 40 e tantos anos, fico que nem pinto no lixo imaginando com se tivesse 16 (e o mesmo vale para a DC, se eles começarem a acertar com seus filmes…).

Mas entendi seu ponto, que foi mais de elogio do que crítica, na linha de que a Marvel está fazendo a coisa de maneria cadenciada e com lógica, ainda que, claro, com altos e baixos (diria que mais altos do que baixos…).

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Pires 4 de novembro de 2015 - 08:45

Que episódio sensacional! Tá incrível como a série tá modificando os personagens! Evoluindo, acho que nenhum lembra quem era no começo da série! principalmente Fitz-Simmons… quando a Jemma termina a história dela e o Fitz sai eu pensei, ferrou, se sentiu traído e vai ignorar ela, mas ele já tava com todo um esquema pra ajudar ela… nem parece aquela série que eu me forcei a ver na primeira temporada!

Responder
planocritico 4 de novembro de 2015 - 14:32

@disqus_3W9nqfEt0z:disqus, o grande lance é que a Disney/ABC/Marvel reconheceu os erros do início da temporada e alteraram o rumo da história radicalmente. Eu duvido, por exemplo, que fosse plano desde o início a transformação de Skye em Tremor. Isso é que me dá esperanças de um futuro brilhante para a série, diferente do trabalho da CW com Arrow e The Flash.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 3 de novembro de 2015 - 12:44

Excelente crítica, parabéns!

Você lembrou do Ego, o planeta Vivo. Eu pensei em outro personagem.
Quando a Simmons está conversando com o Will, eles comentam que aquele planeta parece estar morto… e em certo momento surge aquele ser estranho… um ancião.
Sabemos que Thanos está atrás das jóias do infinito e uma das gemas que ainda não apareceu nos filmes é a temporal.
Pensando nisso, qual personagem detinha uma das jóias e a usava para manter um planeta só para si e muito vivo, verde e florido?
O Jardineiro.
Thanos roubou a jóia, deixando o ser imortal exilado e desolado nesse mundo, que sem o poder da jóia, ficou sem vida.

Dessa forma, esse evento de outro planeta é um complemento perfeito para Vingadores – Guerra Infinita.
E faltaria apenas a jóia espiritual, que especulo estar com o Dr. Estranho, para fecharmos a manopla do infinito.

Responder
planocritico 3 de novembro de 2015 - 14:28

Nossa, @disqus_2C6qJjk16K:disqus, agora você foi lá no fundo mesmo. Uma vez, quando escrevi um Plano Polêmico aqui para o site sobre o benefício de a Marvel não ter tido no início os direitos cinematográficos sobre o Homem-Aranha, usei o Jardineiro como um exemplo jocoso de persoangem que poderia vir às telonas e agora você cita justamente ele. Bacana! E, de fato, pode ser mesmo algo nessa linha, o que efetivamente criaria conexão com uma das joias. Eu só espero que a joia da alma tenha relação com Warlock de algum jeito.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 3 de novembro de 2015 - 15:15

Uma das passagens mais legais da história Thanos – Em busca de Poder é o embate do titã com o Jardineiro.
Acho o máximo quando Thanos tira a gema dele e debocha, dizendo algo assim: “você usava a jóia para fazer jardins, mas não sabe o verdadeiro poder que ela tem”.

E mais um adendo para minha especulação colocando o Jardineiro na parada. Naquela teoria que diz que o nome das gemas formam o nome do Thanos, a gema do tempo pode ser a letra N, N de Nature.

O Warlock provavelmente deve aparecer, não sei se já com a jóia, ou se ele irá aparecer de outra forma, vamos ver…
Quem eu gostaria de ver narrando Guerra Infinita seria o Vigia. Imagina começar Vingadores 3 com uma voz poderosa, explicando todo o quebra-cabeça até ali. Na tela a câmera percorrendo o espaço, se aproximando da nossa lua, até que na última frase, mostra o imponente Vigia enfatizando o tamanho do problema que os heróis da Terra irão enfrentar. (E que se dane a Fox e os direitos do Quarteto Fantástico…)

Responder
planocritico 3 de novembro de 2015 - 15:28

@disqus_2C6qJjk16K:disqus, cara, isso não se faz… Agora, se a Marvel não colocar o Jardineiro em AoS e, principalmente, se não usar o Vigia como artifício narrativo (imagina com a voz grave do Laurence Fishburne) em Guerra Infinita, ficarei EXTREMAMENTE desapontado! Muita maldade o que você fez, ai, ai, ai…

HAHAHAHAHHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 2 de novembro de 2015 - 17:08

Pra mim esse episodio é um dos melhores da serie ate hj, sobre o astronauta ser imaginação da jemma eu duvido ja que ele apareceu no final do episodio sozinho e a jemma ja estava na terra. O logo diferente no começo ficou parecendo de game, muito foda!

Responder
planocritico 2 de novembro de 2015 - 18:50

Concordo, @Junito_Silva:disqus!

Já sobre Will, veremos, veremos…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Auditore 30 de outubro de 2015 - 19:59

Esse episódio foi sensacional!! Nem tinha me ligado na teoria da morte e do thanos, Agents of shield recuperou o gás, flash está me decepcionando, arrow me surpreendendo, agents of shield tava legal mas só isso, agora sim aquele sentimento da segunda temporada voltou(ou melhor melhorou)

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:33

@leonardoauditore:disqus, AoS achou seu rumo, aparentemente. Espero que continue assim. Ainda não tive coragem de começar a ver a quarta temporada de Arrow e The Flash é uma série mediana, que faz coisas bacanas pela metade…

Abs,
Ritter.

Responder
Marcel 30 de outubro de 2015 - 18:54

Muito bacana a sua critica Ritter.
Apesar de ter uma opinião contrária sobre o episódio, você apresentou vários pontos bem bacanas que eu não havia pegado quando eu assisti. 🙂

De uma forma geral, eu fiquei um tanto quanto decepcionado com o episódio. Quando ela começou a demonstrar aquele comportamento pós resgate, com direito a galho pontudo na mão, tudo levava a crer que ela viveu o inferno naquele planeta, tendo que lutar pela sua vida constantemente (ao menos aquela sequência dela correndo desesperada no primeiro episódio me fez acreditar nisso).

E de fato, os primeiros 15 minutos de 4,722 são assim, o que era ótimo. O problema é que quando o astronauta aparece, o clima do episódio muda completamente. Toda aquela tensão pela sobrevivência em um ambiente hostil é completamente amenizada, dando mais espaço para a construção da relação romântica.

Ok, estar naquele lugar ainda é uma situação de merda. Contudo, eu achei que esse romance acabou diluindo o potencial do episódio. =/

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:38

@Mar@islon006:disqus, compreendo perfeitamente sua frustração. A única explicação que tenho para dar é que Jed Whedon “jogou sujo” para nos dar uma rasteira sobre os meses em que Jemma passou no planeta. Ele exagerou aqui e ali para nos despistar mesmo.

Ainda acho que esse astronauta é alguma ilusão maligna…

Obrigado pelo elogio e nos vemos no próximo episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcel 31 de outubro de 2015 - 16:55

Se o astronauta for realmente uma entidade cósmica DO MAL que está usando a Jemma, ai eu até posso comprar essa ideia.

Mas se os próximos episódios mostrarem que a presença desse cara foi apenas com a intenção de criar um triangulo amoroso, vai ser uma puta pisada na bola. =/

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 23:58

Acho que já teremos um pouco mais de informação no próximo episódio.

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 30 de outubro de 2015 - 19:46

O EPISÓDIO FOI TÃO BOM QUE EU NÃO CONSEGUI PENSAR EM NADA QUANDO ELE ACABOU.
Será que isso também acontece contigo? Eu sempre fico assim após a estreia de algo que eu amo. Minha mente fica em branco e ocasionalmente passo mal (essa de passar mal só acontece em estreias de filmes da Marvel.)

Pra você ter uma ideia, eu só consegui pensar em duas coisas:
1º: “Ah! Então foi por isso que a Jemma chorou ao tomar vinho no encontro com o Fitz! Por causa do Will!”
2º: “Abre o PlanoCrítico abre abre abre quero ler o que o Ritter tem a dizer abre abre.”

E eu não posso mentir: foi maravilhoso saber que eu não sou a única frustrada aqui ksjdksd.

xx

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:36

@Ka@suelenf_miranda:disqus, você não sabe como seu email me deixou honrado! Além dos vários comentários elogiosos que tenho recebido, receber esse seu agora me dando tanto prestígio me faz ficar até enrubescido. MUITO OBRIGADO MESMO!

E sim, me deu um branco total no final do episódio. Fiquei olhando para a tela da TV que nem um bobalhão e nada me veio à cabeça… Isso acontece sim quando vejo coisas que me surpreendem em qualidade. Mas fiquei frustrado demais com a pouca explicação, ao mesmo tempo que adorei…

Abs,
Ritter.

Responder
Joao Vitor 30 de outubro de 2015 - 18:46

Adorei esse ep,a única coisa que não gostei foi do relacionamento amoroso entre Jemma e Will 🙁 tadinho do Fitz kkk
Aquele planeta tem muito a explorar ainda,por exemplo,aquela “morte”,aquele bicho do lago,etc.Quero saber se há vida inteligente naquele planeta,até agora o que vi foi o monstro do lago,morte,musgos e raízes,mas quero mesmo é Krees hahahaha

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:39

Krees? Não sei se veremos Krees, mas é possível. Como literalmente não aprendemos nada sobre o planeta, a série pode seguir o caminho que bem entender…

Vamos ver como eles se saem!

Abs,
Ritter.

Responder
Hope_FX 30 de outubro de 2015 - 14:09

MELHOR EPISÓDIO !!!!! Aqueles rumores sobre Simmons ser a estrela polar ainda está de pé ?não entendi direito ;-; . O momento de sobrevivente da Jemma me lembrou Tomb Raider(2013).

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 16:00

@hope_fx:disqus, os rumores de ela se tornar uma super-heroína são só isso mesmo: rumores. Não há nada nem de longe confirmado.

Abs,
Ritter.

Responder
Admilson Jr 30 de outubro de 2015 - 14:08

Quando terminei o episódio estava super ansioso por ver sua crítica e tinha certeza que veria 5 estrelas! E não é que eu vi!
Amei o episódio, sem sombra de dúvidas. Como alguns leitores comentaram abaixo, perdido em marte me veio em mente, logo que vi a Simmons enfrentar as adversidades do planeta “incógnita do momento”.
Pra mim o Monólito será o tema deste arco de episódios, ainda tem muita coisa pra ser respondida, e o episódio que nos daria respostas, nos deu mais perguntas.
O will me é suspeito, mas vamos esperar pra ver se só é aparência ou não. Agora só nos resta esperar o próximo episódio e sua crítica dele. Com o andamento desta temporada, será uma espera boa.
Abraços!

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 16:02

@admilsonjr:disqus, que bom que gostou do episódio. O monólito precisa realmente ser abordado ainda mais a fundo. Até o momento, se pensarmos bem, não sabemos literalmente nada dele, só que ele transporta gente para um planeta que não tem dia e que tem um sujeito de preto matando pessoas…

Concordo que Will é suspeito. Isso é algo que me veio à cabeça depois de eu acabar de escrever a crítica. Ele pode ser uma manifestação do planeta ou daquele ser, manipulando a mente de Simmons para algum propósito nefasto.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 31 de outubro de 2015 - 02:33

Talvez a intenção do planeta seja fazer Simmons voltar e trazer mais gente junto

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 12:41

É uma possibilidade mesmo.

– Ritter.

Responder
João Belati 30 de outubro de 2015 - 00:56

Porra, episodio muito foda! Quando acabou fiquei repetindo “Porra pera aí! Acabou?! Como assim ?!” hahaha

Só dois pontos:
1 – É que eu lembrei na hora do Vance Astro (Major Vitoria) quando ele falou que era da Nasa, sei que foi pura viagem minha, mas na hora fiquei tipo “Será ?!” hahaha
2 – E depois eu fiquei pensando quem será esse cara pq se repararem em momento nenhum é falado o sobrenome dele, será que é algum personagem das HQs ?

Ps: nem preciso falar, critica do caralho hein! rs

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 02:34

Obrigado, @joobelati:disqus!

Caraca, Vance Astro! Adoro o cara. Não fiz a conexão, mas gostei do seu raciocínio. Se isso acontecer eu juro que chorarei de felicidade!

E o sobrenome do sujeito é Daniels. Pelo menos é isso que está nos créditos e no IMDb. Não conheço nenhum personagem de HQ com esse nome…

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 31 de outubro de 2015 - 12:51

Também não conhecia, mas resolvi pesquisar :P.
Blackout (Marcus Daniels). Mas ele já pareceu na série e não acho que terá ligação.
Vi que na Wika da Marvel tem uma sessão só do Will Daniels, então acho que realmente é um personagem criado para a série.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 23:57

Também acho. E tomara que seja uma manifestação vilanesca do planeta (ou da Morte)!

– Ritter.

Responder
Maycon Oliveira 30 de outubro de 2015 - 00:37

Não me lembro qual critica sua recebeu 5 estrelas. Simplesmente não sei
como explicar o que sinto depois de ver esse episódio, sei que é bom mas
não sei explicar.
Depois de assistir achei estranha a reação de Jemma ao ser resgatada nos episódios anteriores. Não parecia que ela tinha deixado um amor e sim que foi atormentada por um ser alienígena que tinha algo de valor inestimável para ela voltar lá. Depois que ela encontrou o fura olho de Fritz, foi bem tranquila a estadia no planeta azulado ou não?
Porém nada me deixou
mais intrigado do que a BATERIA DESSE IPHONE DA JEMMA!!! Qual
aparelho tem uma bateria que dura 6 meses sem precisar ser recarregado e
sem aumentar a espessura do mesmo! Fritz pegue todo meu dinheiro e me
dê essa bateria!
Não paro de pensar onde esse planeta se encaixa no UCM, Guerra Civil, improvável; Dr. Estranho, não sei; Guardiões 2, é bem plausível porém só em 2017, eita Marvel maldita!

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 02:32

De série de TV? Acho que só em Mad Men ou algo assim. Juro que não esperava dar essa nota NUNCA para Shield.

E essa bateria de telefone é tudo que quero! Adorei!

Abs,
Ritter.

Responder
Maycon Oliveira 30 de outubro de 2015 - 13:49

E sobre a reação dela nos episódios anteriores em relação ao que ela passou nesse episódio?

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 16:04

@disqus_aTSX9yteAy:disqus, a reação dela realmente não combina perfeitamente com o que agora sabemos que ele (não) passou no planeta, mas acho que foi feita uma escolha que levaria dúvidas às cabeças dos espectadores. Não acho que tenha muito mais aí do que isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Argolo 30 de outubro de 2015 - 22:19

Eu achei uma mistura de diferença de clima entre os planetas, remorso de ter deixado will pra trás e de certa forma receio de desapontar fitz depois da nova relação dela.

planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:20

Pode ser. Choque. Ela estava em choque. Isso acontece e é meio uma forma de explicar de maneira ampla a forma como ela reagiu.

Abs,
Ritter.

Thiago Brandi 29 de outubro de 2015 - 23:29

FABULOSO! De início eu me lembrei muito de “Perdido em Marte”, será que só eu senti essa familiaridade?

Sobre o celular, há um momento no qual ela fala que o Fitz adaptou o aparelho.

A única parte “ruim” do episódio foi quando, enfim, o romance aconteceu. Sou “Fitz-Simmons” forever!

hUAHUaheuhaUEHAuheAUHE

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 02:31

@thiagobrandi:disqus, haja adaptação de bateria de celular, não é mesmo? O negócio funciona por 6 meses e ainda carrega um computador e uma antena… Mas foi divertido.

Acho que sua torcida pelo casal vai ter que ficar em banho maria… HAHAAHAAAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago Brandi 30 de outubro de 2015 - 09:30

Outra coisa que achei um tanto inverossímil. A SHIELD é fodona… como que a NASA faz essa experiência e não há registro na shield sobre isso? Sei lá…kkkk

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 16:07

Essa é mais uma daquelas coisas que teremos que aceitar. Daria para tentar explicar que, como essa Shield é uma Shield renegada, e não a agência oficial de volta à época áurea, eles não tinham acesso a essas informações.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Argolo 30 de outubro de 2015 - 22:21

Fitz criou uma bateria fodona e a aparelhagem da NASA era antiga. Uma bateria de celular de hoje em dia tbm deixaria ligado por muito tempo um computador dos anos 80 por exemplo.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:20

É algo que temos que aceitar, não tem jeito! Não me incomodou o artifício usado.

– Ritter.

Responder
Alain Oliveira 29 de outubro de 2015 - 23:18

Cara, curti muito mais sua crítica do que o episódio. Haha.

Sinceramente eu entendo perfeitamente todos os pontos positivos, mas depois do desfecho repentino (e já frustrante) do monólito não esperava receber outro choque de realidade desses. Claro que não esperávamos todo o mistério (do que se passou la) contado num episódio (o que é legal), mas a todo momento ficamos esperando algo grandioso que nunca vem. Sinceramente não espero mais nada de diferente neste arco. A cena do pequeno lago é deprimente (que bicho altamente mal feito). E não gosto de coisas tão sem nexo assim: Como o cara sobrevive 15 anos num planeta desértico, praticamente sozinho e totalmente são (e ainda gordinho, embora a dieta), como um a bateria de uma celular dura 6 meses e ainda consegue alimentar um radar? Como depois de anos sem ver uma pessoa o cara encontra uma mulher e coloca ela numa jaula? E ela voltou deprimente demais (e muito locona) pra quem tava bebendo vinho e dormindo com um cara (quase pedindo em casamento) em outro planeta. E acho que foi uma forçada de barra esse “triangulo amoroso”.

Por fim, acho que foi um episódio que não acrescenta em muita coisa à série como um todo e especialmente este “arco” tem tido um excesso de mistério para resoluções muito simplistas (sabemos o que é ou era o monólito, sabemos o que aconteceu com ela, o que ela encontrou lá, sabemos que o que quer que fosse aquela coisa com roupa de astronauta o carinha provavelmente matou). A única descoberta que fizemos foi que Jemma transa e que não o Fitz nunca saíra da friendzone.

PS: toda vez que você faz uma conexão muito loca (no bom sentido) da ruim. Só faz alimentar nossa esperança de ver mais conexões com o mundo galático (vou dar essa zicada pra ver se dá o efeito contrário kkk), o que acho que definitivamente não haverá (em um momento próximo).

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 02:29

He, he, valeu @Alain@alainoliveira:disqus, fico muito honrado!

Concordo com você que o episódio em si não acrescenta muita coisa à narrativa geral, mas acho que foi isso que mais admirei nele no frigir dos ovos. Ele saiu da narrativa principal completamente, freou tudo e fez uma história intimista cheia de clichês que, para mim, funcionou perfeitamente bem.

Será que sou pé frio de conexões loucas??? 🙁

Abs,
Ritter.

Responder
Joao Vitor 30 de outubro de 2015 - 18:39

Acho que nesse ep a jemma perdeu o bv e a virjdadi

Responder
Rafael Argolo 30 de outubro de 2015 - 22:26

Quanto ao bico realmente foi tosco, mas de resto da pra aceitar se tratando de uma série inspirada em HQs. E como não acrescentará na narrativa geral se haverá uma continuação da historia a seguir?! De alguma forma esse universo espacial fará parte do seriado, mesmo que seja em pequenas doses.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:18

O episódio em si, visto individualmente, não acrescenta quase nada à série em termos da narrativa principal. Eu até comentei na crítica. No entanto, vi nele um exercício estilístico corajoso de Jed Whedon, que quebrou o molde de séries do tipo e partiu para algo diferente. Só por isso já acho que o episódio merece aplausos.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 31 de outubro de 2015 - 12:40

É uma ficção e ficção é ficção haha. Mas não gosto quando as coisas parecem sair da lógica do universo do filme/serie, por exemplo: a lógica de um filme como Matrix (onde tudo é possível), não se aplica a lógica de Alien, e por ai vai. Acho que esse ep trouxe muitas coisas questionáveis à lógica da narrativa.

Eu disse que no momento não acrescenta, mas se acrescentará realmente só o tempo irá dizer.

Acho que fará parte também, mas até agora não to gostando como está sendo explorado (com “realismo” demais). A narrativa deste novo universo nos trouxe muitas expectativas e talvez isso esteja afetando meu julgamento rs.

Se as teorias do Ritter se confirmarem (ligação com a Morte e Thanos,o Will ser uma ilusão e ela estiver em Titã, apesar de constantemente ouvirmos que ela esta em outro Sistema) vou ver o ep com outros olhos.

Responder
Ricardo Heydersoon 29 de outubro de 2015 - 20:54

Affs, que raiva desse episódio kkkk.
Concordo com você, um ótimo episódio, que me frustrou e me deixou pensando em centenas de teorias. Foi o melhor da temporada, pq algumas coisas foram explicadas (só sobre o teletransporte e o Monólito) e levantou mais questões ainda sobre a “Morte”. Sério, Maos consegue encher a série de casais e ainda assim não estragar o ritmo do episódio, parece que cada episódio pega apenas um casal pra trabalhar, não gosto muito de casais e ainda assim, até agora, isso não me incomodou.
Ainda tenho a crença que Agents of SHIELD seja a conexão do Universo Galáctico da Marvel com o Universo na Terra (Sim, mesmo que seja bastante improvável) mais não vejo como Thanos possa ser o vilão de Guerra Infinita, já que Guardiões da Galáxia Vol. 2 não vai ter nenhuma conexão com o universo terrestre. Seria foda ver o Coulson aparecendo e revelando os planos do Thanos… é, não custa nada sonhar.

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 02:22

@ricardoheydersoon:disqus, uma coisa é certa: gostando ou não desse episódio, é impossível simplesmente acabar de assistir e ficar indiferente. Shield nunca sofreu mesmo com romance e o que tem é bem orgânico na série e não atrapalha em nada.

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 29 de outubro de 2015 - 19:24

episodio muito foda , pra mim eles podiam dar um tempo em agents e falar so dessa historia por mais uns 5 episodios , essa temporada esta sensacional e sem duvida nenhuma e a melhor serie do genero atualmente

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 02:20

HHAHAHAHAAHAH, boa! Cinco episódios de planeta azul! Vamos fazer uma abaixo-assinado?

E sim, AoS está se firmando como uma das melhores do gênero atualmente (para mim ainda perde para suas “colegas” Agent Carter e Demolidor).

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 30 de outubro de 2015 - 12:20

demolidor eu nao conto, pois e ate desleal , ja agent carter eu particularmente achei bem mais ou menos

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 16:06

Concordo que Demolidor é hors concours, mas eu adorei Agent Carter. Azeitadinha a série toda.

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 30 de outubro de 2015 - 22:06

entao, eu vejo muitas pessoas falando bem de agent carter e parece q so eu nao gostei, ela e legalzinha mas sei la nao se encaixo no meu gosto.

ritter sou fa das suas criticas continue o bom trabalho abs

planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:29

Isso acontece, caro @disqus_p5Vt9bnmie:disqus. Nem tudo funciona para todos!

Valeu mesmo pelo elogio e pelo prestígio!

Abs,
Ritter.

Matheus Brito 29 de outubro de 2015 - 18:19

Têm algumas séries (não citarei nomes) que fico olhando o tempo pra ver quanto ainda falta pra acabar – torcendo pra que acabe logo. Mas com MAoS, mais precisamente com esse episódio, eu fiquei olhando o tempo – mas com medo de que acabasse logo. Que episódio sensacional! A equipe da série tá de parabéns por ter conseguido fazer esse clima claustrofóbico transcender da tela. Sério, eu tava agoniado com aquele lugar azulado, onde o sol nunca nascia!

Agora, sem dúvida alguma, todas as palmas do mundo pra Henstridge. Que atuação! Tô adorando esse protagonismo que os “coadjuvantes” tão tendo a chance de experimentar nessa temporada.

E acho, sim, que essa pedra vai ter grande relevância na trama dos Inumanos. Imagino que já agora, na mid-season finale. Mas talvez os showrunners guardem esse artifício para uma season finale mais “épica” em abril do ano que vem, talvez. Nos resta aguardar.

Ah, e chegamos à metade da temporada 3A! O que será que esses próximos 5 episódios pré-hiatus nos reservam? rs

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 18:40

Metade da metade! É verdade! Do jeito que os episódios anteriores estavam frenéticos, não duvidaria que, nos próximos 5, Whedon resolva a trama de Lash e de Ward e ainda avance a passos largos a de Simmons, talvez até efetivando o resgate de Will.

As cartas estão na mesa!

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 29 de outubro de 2015 - 17:13

Depois desse episodio , AoS firmou sua liderança em qualidade dentre as séries de super-heroi ( comparando a Gotham , que eu estou achando muito boa , Flash , que poderia estar melhor , e Arrow , que eu nem assisto , porque só o que leio pela internet nao me desperta curiosidade ) , e digo mais ; se a temporada se mantiver a esse nivel , ela chegará ao mesmo patamar de Demolidor. Não é qualquer série que tem a ousadia de se afastar durante um episódio inteiro de sua trama ( ou tramas ) principal(ais) para simplesmente explicar ( e levantar ainda mais questões ) sobre algo tão longe do foco , mas igualmente importante , ou até mesmo algo que pode ser relevante para algo desencadeado mais a frente. E mais uma vez Henstridge mostra que é uma ótima atriz , assim como pode ser conferido no filme Reach Me, onde ela está assustadoramente incrivel.

Suas críticas dos episodios me despertam tanto interesse quanto a propria série , Ritter. Continue assim. Minha leitura , comentários , concordancias e discordancias estão garantidos para toda semana.

Abraços.

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 17:41

@ianluz:disqus, concordo. Não vejo como a série chegará ao nível de Demolidor, pois a proposta e a produção ali são diferentes, mas AoS periga mesmo fincar a bandeira como a melhor série desse sub-gênero, o que será uma vitória incrível, considerando seu começo para lá de claudicante.

E obrigado pelo prestígio em acompanhar minhas críticas e tecer comentários! É um prazer esse debate!

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 29 de outubro de 2015 - 17:45

o pé de igualdade com Demolidor que eu quis dizer foi puramente em qualidade de entretenimento. As propostas são realmente muito diferentes , mas hoje eu ja vejo AoS e Demolidor alguns patamares acima das outras.

Estamos aí.

Abraços

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 18:17

@ianluz:disqus, colocaria Agent Carter nesse mesmo patamar também (abaixo de Demolidor, mas ainda acima de AoS).

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 29 de outubro de 2015 - 18:19

Acho que eu preciso de uma segunda temporada de Agent Carter com o mesmo nivel da primeira ou melhor , pra concordar com voce.

planocritico 29 de outubro de 2015 - 18:37

Justo, justíssimo!

– Ritter.

Admin 29 de outubro de 2015 - 15:22

Caramba. Sempre assisto o episódio e corro aqui para ler sua crítica. Hoje resolvi comentar. Que episódio. Nossa. Me deu uma sensação de tristeza enorme ao ver o semblante do Fitz, e logo depois ele se prontifica a trazer o amor da sua amada (isso mesmo) de volta para os braços dela. Fitz é grande, um cara admirável e merece mais que sofrer mais uma vez por amor pela Jemma. Esperar agora para ver o desenrolar dessa história toda, afinal, Jemma não foi até outro planeta apenas para conseguir um namorado né !?

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 17:34

@disqus_9XIeyVDgKh:disqus, obrigado pelo prestígio e, por favor, comente sempre!

O rosto de Fitz depois que o flashback acaba realmente foi de rachar corações. Coitado. Seu amor por Jemma é tão grande que ele faz literalmente qualquer coisa por ela, inclusive resgatar o amor dela.

E concordo que o tal planeta não pode ser a versão galáctica do Tinder. Tem que ter algo mais nessa história. Vai que Will não é Will e sim uma manifestação sinistra do planeta tentando fugir de lá?

Abs,
Ritter.

Responder
Joao Vitor 30 de outubro de 2015 - 18:42

Eita,bugo minha mente agora hahahaha

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 18:47

Tudo é possível! HAHAHAHAHAH

– Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 29 de outubro de 2015 - 14:57

Pela primeira vez eu terminei um episódio de AoS com aquela sensação ter visto uma grande série de TV, sem brincadeira, eu comparo esse episódio a alguns de Demolidor sem medo de represália.

Não me leve a mal, eu gosto muito de Agents mas tenho consciência de que pra curtir série de HQ é preciso abrir um tanto de concessões. Mas nessa semana não, quando o episódio acabou, a única coisa que consegui pensar foi “quero pra ontem uma mini-série disso” (e depois de ler a crítica já achei até o nome ideal: Simmons’ Ego).

4722 horas entrou no meu top 10 de episódios de TV do ano até aqui (junto com 1 da segunda temporada, 1 de GoT, 4 de Demolidor e 3 de Mr. Robot).

A única coisa que me frustrou é ainda não saber como esse arco se conecta com os inumanos, (será que o letal é só a freqüência de ativação do monólito? A fumaça é uma ferramenta Kree criada pra matar inumanos?).

E de bonus ainda afundaram (ao menos temporariamente) o Fitzsimmons Ship.

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 15:16

@luiz_cardoso:disqus, então não estou sozinho! O que eles fizeram nesse episódio realmente me pegou de jeito ao ponto de eu ficar confuso com o que exatamente eu estava vendo. Era uma sériezinha de “super-heróis” ou algo mais como Demolidor é?

E sua frustração é compartilhada por mim também, mas faz parte da mística desse episódio. E ainda arriscaria dizer que talvez não haja conexão alguma com a trama dos inumanos.

E sim, navio afundado… Resta saber se vão resgatar os destroços mais para frente…

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 29 de outubro de 2015 - 12:21

Ainda não vi esse episódio, quando ver retorno. {PS: eita comentário inútil]

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 13:55

HHAHAHAHAAHAHAAHHA

Veja e me diga o que achou. Estou curioso!

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 30 de outubro de 2015 - 20:13

Assisti o episódio e posso dizer que na crítica falou tudo. Muito bom, mas não diz absolutamente nada, só que o Fitz se deu mal.
A tal tempestade parece mais uma espécie de ilusão que manipula a mente de quem chega perto, sinceramente não consigo encontrar ninguém da Marvel que bate com a descrição. Já o astronauta é mais duvidoso ainda, o único Will Daniels que conheço é um jogador de basquete que joga na França.
Não creio que planeta seja ligado ao Thanos, visto que o planeta do mesmo é bem destruído. O planeta lembra vagamente o dos Elfos Negros, que aparece no 2º filme do Thor e foi abandonado após o mesmo (O nome acho que é Svartálfar), lá sobrou um fenômeno que vagamente lembra a tempestade que vemos, mas é pura especulação.
Já que falei em especulações pode ser que o planeta seja uma versão de Ego, mas isso seria meio complicado de juntar, além de fugir do foco que a série vem adotando.
Outra possibilidade, no meu ponto de vista, mais realista seria que estamos lidando com Ahmet Abdol, o “Monolito vivo”, (só pelo nome já me deixou com a pulga atrás da orelha, e olha que só lembrei dele ontem), vale lembrar que ele foi jogado no espaço por Thor e se transformou em um planeta vivo, como o Ego. Isso faria mais sentido afirmando que o Abdol tinha algo haver com os Inhumanos e sua saga pode se prolongar de forma mais concisa.
Agora é esperar pelos próximos episódios que cada vez estão melhores.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 00:32

Foi o que mencionei também na crítica. Pode ser Ego, o Planeta Vivo. Acho difícil, mas tem muita coisa que combina.

Vamos ver, pois a curiosidade está me matando!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 29 de outubro de 2015 - 11:19

primeira cinco estrelas que voce da pra série…pensei que nunca ia ver essa nota…kkkkk

Ainda não vi, irei assistir a noite.

depois volto a comentar.

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 13:56

@leonardosettepinheiro:disqus, fiquei numa dúvida enorme. Quero saber o que você vai achar!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 30 de outubro de 2015 - 15:51

Legal o episódio, com estilo bem interessante… adorei o inicio, com as letrinhas dos atores aparecendo devagar e com outro estilo, bem como o nome da série passando um ar de outro planeta mesmo…

foi um thriller interessante vamos ver como será a continuação.

=)

Responder
planocritico 30 de outubro de 2015 - 15:59

Não senti muito entusiasmo! HAHAHAHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Lilah 29 de outubro de 2015 - 08:26

Uma série de super-heróis sem medalhões e hoje acho a melhor série do gênero (Exceto Netflix, é claro). Nunca pensei, lá no começo, que iria gostar tanto dessa série! Que episódio foda!

Responder
planocritico 29 de outubro de 2015 - 13:57

@Lilah_Love:disqus, exato. Eles não estão mais precisando das “bengalas” das outras séries, que basicamente precisam de vilões novos e heróis novos a cada episódio.

Abs,
Ritter.

Responder

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