Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X09: Closure

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X09: Closure

por Ritter Fan
114 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios, aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel, aqui.

Sei que estou me repetindo, mas não me canso: se alguém que gosta de séries de ação e/ou de super-heróis não assiste Agents of S.H.I.E.L.D. ou parou de assistir ainda em seu começo em razão de uma temporada inicial não mais do que mediana está perdendo um grande trabalho de Jed Whedon. Pensando em retrospecto, não consigo me lembrar de nenhuma outra série que tenha tão claramente aprendido com seus erros e corrigido radicalmente seus problemas, evoluindo sobremaneira no processo.

A prova cabal dessa minha afirmação é que o sensacional Many Heads, One Tale, episódio responsável pela convergência fluida e lógica de todas as linhas narrativas da temporada, foi seguido de um episódio tão bom quanto, que continua uma sequência arrebatadora em uma meia temporada até agora fora de série. É elogio demais? Acho que não, pois estamos falando de uma série de um sub-gênero que tenta se esquivar de usar super-heróis abertamente e que tem a desvantagem de ter que lidar com a estrutura gigante de mais de 20 episódios exigida pela TV aberta americana. E, no lugar de partir para o “caso da semana” ou “vilão da semana”, caminho que tentou no começo, ela literalmente, hoje, subverte a estrutura narrativa de séries assim e traz roteiro atrás de roteiro que contam uma grande história só com várias ramificações, ou seja, não tem na história macro algo que está visível apenas no fundo narrativo e sim na frente, em destaque.

Mas Closure é muito bom por razões bem diferentes do capítulo anterior. No episódio, vemos a série caminhar por um lado sombrio que não poupa ninguém. A quase ritualística morte de Rosalind – uma sequência “prelúdio” sem trilha sonora, com Coulson e Ros fazendo a corte em um jantar frugal que anuncia a tragédia – é potente e violenta, um daqueles momentos que faz o espectador pular do sofá em descrença. Particularmente, não queria que ela tivesse morrido, mas sua morte faz sentido lógico. É a vingança de Ward, cada vez mais largando de lado sua humanidade e tornando-se mais profundamente um monstro, talvez um dos personagens que mais radicalmente foi mudado ao longo das temporadas e que, no processo, tenha ganhado camadas interessantíssimas de complexidade.

E essa vingança, claro, coloca Coulson em parafuso, espelhando a loucura de Ward, ao mobilizar a S.H.I.E.L.D. em interrogatórios atrás de interrogatórios para desenterrar eventuais segredos sobre o passado do ex-agente e ao transferir o cargo de diretor para Mack, ainda que interinamente, deflagrando uma missão altamente confidencial que envolve sequestro e tortura (na versão light). Além disso, a responsabilidade que Mack passa a carregar nos ombros cria bons momentos, com o grandalhão de bom coração ajustando-se ao cargo à toque de caixa, com Fitz e Simmons capturados em ataque da Hydra usando sua versão “pobre” de Magneto, vivida por Mark Dacascos em sequência que não poupa vidas e, mais importante ainda que isso, a formação dos Guerreiros Secretos (finalmente!) em uma sequência padrão de “discurso heroico” que não funciona tão bem quanto deveria, mas que estabelece as bases para a vindoura pancadaria inumana (será que teremos Daisy, Lincoln e Joey contra Giyera e Lash e outras surpresinhas já no midseason finale?).

O roteiro de Brent Fletcher é muito ágil e não dá tempo para o espectador pensar, às vezes sendo rápido demais, mas dentro do que se pode esperar de uma série do gênero, que precisa descartar um pouco da lógica em prol da narrativa. Novamente vemos tortura pelas mãos de Ward: Fitz e Simmons são os alvos em uma montagem que estabelece bem a passagem de tempo apesar da rapidez da história e que não deixa de mostrar aquilo que tem que mostrar. Toda a fotografia, muito escura, mas não o suficiente para criar confusão, emula bem o que se passa nas mentes de Coulson e Ward, cada um insanamente perseguindo seus objetivos, com um Gideon Malick muito bem inserido em uma sequência-chave em que finalmente converte Ward em seu “pupilo” usando de muita psicologia e inteligência.

Ainda que o episódio tenha sido econômico nas cenas abertamente de ação, servindo como preparação para o embate final em duas frentes, o pouco que vemos é cirúrgico, desde a tomada do tiro em Rosalind em travelling que vai do plano aberto ao close-up no rosto satisfeito de Ward até o fantástico mergulho de um desesperado Coulson no portal interplanetário. Mesmo ele desmaiando ao chegar lá (não sei se gostei…), o midseason finale promete tanto na Terra quanto no planeta noturno.

Closure tinha tudo para desapontar, por suceder o excelente Two Heads, One Tale e por anteceder o último episódio do ano. Mas Jed Whedon tinha outros planos e entregou mais um exemplar que comprova o amadurecimento de sua série. Quem acompanha a série desde o começo sabe como Agents of S.H.I.E.L.D. cresceu. E, pelo visto, continuará crescendo.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X09: Closure (EUA, 2015)
Showrunner: Jed Whedon
Direção: Kate Woods
Roteiro: Brent Fletcher
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Nick Blood, Adrianne Palicki, Henry Simmons, Luke Mitchell, Constance Zimmer, Matthew Willig, Andrew Howard, Juan Pablo Raba, William Sadler, Scott Heindl, Dillon Casey, Powers Boothe, Mark Dacascos
Duração: 43 min.

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66 comentários

Caio Vinícius 9 de janeiro de 2016 - 12:16

Caramba, esse foi incrível. Senhoras e senhores, tragam um Emmy para essa série!

Responder
planocritico 10 de janeiro de 2016 - 03:51

Chocante, não?

– Ritter.

Responder
Rodrigo 15 de dezembro de 2015 - 18:56

Que episódio! Mais um para a lista dessa temporada espetacular. Desde aquele que considero o ponto-chave da virada da série – a revelação de Ward ser integrante da Hydra na reta final da primeira temporada –, Agents of S.H.I.E.L.D tem emulado uma das melhores características de 24 Horas: as reviravoltas, trocas de lados e mortes inesperadas. Voce não sabe em quem confiar nem em quem aposta para permanecer vivo. A morte de Rosalind foi um soco no estômago e Ward consegue ser cada vez mais odiado do que já era.

Coulson finalmente tendo a chance de se mostrar na ação no início do episódio foi demais e ter entrado em modo “berserk” no decorrer do episódio idem – saltar do avião e adentrar o portal milésimos antes do fechamento foi HQ ao extremo. Essa sequência “Stargate” com Coulson, Fitz e Ward em um planeta distante, desértico, e habitado por uma bizarra criatura, promete.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2015 - 14:41

@alordesh:disqus, muito bom mesmo, não foi? O modo “berserk” de Coulson foi excelente e o pulo no portal foi excepcional, não fosse ele ter “capotado” ao chegar lá no planeta…

Já viu o midseason finale?

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo 16 de dezembro de 2015 - 16:05

Sim, assisti ontem. A midseason foi excelente. Gostei do desenvolvimento do episódio e do final, que abre muitas possibilidades para o restante dessa temporada e das próximas e me parece que será o estopim para finalmente vermos os Guerreiros Secretos e seus poderes em ação na tela por mais tempo. A destacar o Mack, que foi muito bem desenvolvido no episódio de ontem, o próprio Coulson podendo finalmente se mostrar um “badass” para além do cargo de diretor, e Fitz, pra mim o personagem que foi melhor trabalhado na série inteira (e isso numa série que desenvolveu muito bem a Simmons, o Ward, a May e a Daisy, além de inserir muito bem a dupla Hunter e Bobbi). A evolução dele e as coisas pelas quais passou e ainda está passando foram extraordinárias, e o carisma do personagem só aumenta a cada episódio.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2015 - 14:25

Fitz e também Simmons foram extraordinários nessa temporada. Os dois atores estão mesmo de parabéns! De um casal de amigos geeks/nerds, eles ganharam profundidade dramática que jamais esperaria.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Ferreira Martins 9 de dezembro de 2015 - 22:01

Amei o episódio, mas essa trama do Ward ta me incomodando. Para começar não consigo engolir a falta de carisma do ator, quanto mais complexo o personagem fica mais odeio ele simplesmente porque a atuação deixa muito a desejar. Já que é claro que Ward não vai morrer, a série poderia acabar com essas vingancinhas pessoais porque, honestamente, tudo está parecendo briguinha adolescente. Agora é torcer pra deixarem Will e aquele monstro no planeta sem sol, a adição de qualquer um dos dois será muito mal-vinda.

Responder
planocritico 10 de dezembro de 2015 - 18:16

@danielferreiramartins:disqus, eu acho que a canastrice do ator tornou-se perfeita para o papel que passou a assumir desde que se revelou agente da Hidra.

Já viu o último episódio? Muita coisa que você coloca é respondida… Amanhã sai a crítica!

Abs,
Ritter.

Responder
Carol M 6 de dezembro de 2015 - 20:23

Primeira vez que comento aqui, mas já visito o site há algum tempo. Muito boas suas críticas, Ritter. Em boa parte parte das séries e filmes que assisto é vc ou o Guilherme quem faz as críticas, que sempre me auxiliam a ter um olhar mais amplo ou até mesmo completamente diferente sobre o que havia assistido.
Quanto à série, fico feliz por não ter abandonado na primeira temporada (foi por pouco, viu?!), não consigo lembrar de um episódio ruim da temporada atual. Também não queria que a Ros morresse, quase torci para que ela sobrevivesse (ou revivesse) por um milagre, mas não tem como desgostar de toda a sequência da cena, fiquei igual ao Coulson, demorei uma eternidade para entender o que estava acontecendo. E depois o episódio só foi crescendo!
Só para comparar, eles mataram quem, para mim, era a personagem mais interessante nessa temporada e conseguiram com isso deixar a série ainda melhor. Enquanto que em TWD, naquele mundo apocalíptico, eles mal conseguiram matar o Glenn, não que eu desejasse isso tbm, mas se acontecesse naquela cena seria perfeito.
Torço para que Agents se mantenha assim.
Parabéns pelo site!

Responder
planocritico 7 de dezembro de 2015 - 16:51

Obrigado pelos elogios e por nos acompanhar, @disqus_IpzK92Hi5D:disqus! E comente sempre que quiser, pois o que mais gostamos é dessa interação com nossos leitores!

AoS realmente evoluiu demais. Fico até com medo dessa evolução toda, pois me acostumei a esperar cada vez mais e posso me desapontar mais facilmente…

Sobre Ros, também acho. Eles mataram a personagem nova mais interessante da temporada, mas isso só reitera como a série é madura e inteligente. E sua comparação com TWD é muito boa e faz sentido.

Abs e agora é aguardar o midseason finale!
– Ritter.

Responder
jcesarfe 6 de dezembro de 2015 - 11:12

Foi muito bom, sem exageros de acrobacia e mostrando como um homem sensato pode ir a loucura com o empurrão adequado. Fitz e Simmons se tornaram personagens mais sólidos, além de Ward demonstrar que ainda não superou a falta de amor paternal (Pule num buraco e governará o mundo com seu papai). Mas aquele salto do Coulson caindo em linha reta no Portal esta pra lá de forçado.
A questão fica em como a série desconstruiu a Hidra, de grande ameaça mundial para um grupo de religiosos que apenas foram uma fase de uma organização mais antiga. Mas os caras desconstruíram a SHILD nos filmes, nada mais justo.

Responder
planocritico 6 de dezembro de 2015 - 15:11

A desconstrução da Hidra não me incomodou tanto, pois nada que foi feito nos filmes anteriores, inclusive o primeiro do Capitão América, foi “negado” ou “apagado”. Eles só acrescentaram essa camada religiosa como você diz que não deve – espero! – atrapalhar a seriedade da organização. Tudo vai depender do desfecho e revelação do fulano lá no planeta noturno…

Abs,
Ritter.

Responder
Projeto Cinematográfico 4 de dezembro de 2015 - 15:23

Achei a estrutura desse episódio muito estranha, parece que começou no clímax, continuou no clímax e terminou no clímax, deixando a ação meio sem impacto. Além de ter visto a morte da Rosalind muito de repente, num cenário meio surrealista, realmente achei que aquele início era um sonho. Pra mim ele falhou em aspectos de continuidade, com o episódio da última semana e com os seus próprios eventos, por isso não achei tão bom. O mid season vai até que epi?

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 22:43

Eu encarei a estrutura de maneira diferente. Vi na morte “ritualística” de Ros um preâmbulo no estilo 007 que catalisa os eventos posteriores todos. Não há altos e baixos no episódio, apenas um crescendo a partir do início da caçada de Ward por Coulson que culmina – e esse é o clímax – com o mergulho de Coulson no portal.

Também não detectei problemas na continuidade. Quais você viu?

O midseason é o episódio 10, o próximo.

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 4 de dezembro de 2015 - 15:00

Eu fiquei bem puto com a morte da Rosalind. Essa temporada tá foda demais, episódio passado com 007 Reverso, e nesse com Darth Coulson tocando o terror… Esse finale promete!

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 22:40

@luiz_cardoso:disqus, foi uma morte chocante, sem dúvida, mas teve sua função! Agora não sei de Darth Coulson não… Depois de desmaiar, acho que a ação ficará com o Fitz…

Abs,
Ritter.

Responder
Admilson Jr 4 de dezembro de 2015 - 10:53

Parabéns pela crítica!
Como os outros leitores postaram, elogiar a evolução da série já está muito batido.
Confesso que por mais justificável que seja, matar a Rosalind doeu muito. Já imaginava que essa midseason seria muito espetacular, mas não tanto assim! Acredito que o Inumano que está lá possui corpos e ele vira para cá no corpo do Will, mas se for o Thane, seria muito bom também!
A evolução da série e tanta que hoje me indigno quando um amigo não a assiste. Agora é aguardar o ultimo episódio do ano e se preparar para Agent Carter! Abraços.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:16

Concordo que a morte de Ros doeu muito. Nem deu tempo de nos acostumarmos com ela e pimba, já se foi (e se reviver eu ficarei muito, mas MUITO irritado…). Mas o mais bacana é que a morte não foi aleatória sob o ponto de vista narrativo, já que ela cumpre perfeitamente sua função, algo que tem sido a marca de AoS nesta temporada, em que nada acontece apenas por acontecer.

Thane? Caramba. Não tinha pensado no filho de Thanos. Será?

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 4 de dezembro de 2015 - 14:42

Eu ficaria completamente maluco se o inumano de Maveth fosse mesmo o Thane.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 22:36

@luiz_cardoso:disqus, seria sensacional, mas acho complicado fazerem a ponte com Thanos ainda em 2015. Mas nada é impossível!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 4 de dezembro de 2015 - 22:59

Eu acho muito improvável de aparecer o Thane também, por isso eu surrarias acontecesse! Ssso significaria que o Chibata teria mais o que fazer também, o que seria ótimo… Vi bastante gente cogitando ser o Rei Inominável, mas acho que ele é muito ligado à história da família real pra ser usado na TV…

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 23:09

Também acho difícil ser o Rei Inominável. Mas, a essa altura, não duvido de absolutamente mais nada, ainda que o baú de personagens da Marvel seja profundo e eles podem literalmente dizer que qualquer personagem de 15º escalão é um inumano na versão televisiva… Bem, resta saber se descobriremos já no midseason finale. O que eu quero ver é o quebra-quebra em dois mundos!

Abs,
Ritter.

Tiago Castro 1 de março de 2016 - 02:16

Cara, não acho que seja o Thane, ele é um cara bom, e nem sabe que é inumano…
Acredito que só veremos qualquer coisa do Thane em Guerra Infinita 1. E sim, eu acho que ele será o real mote do Thanos no filme de duas partes.

Responder
Tiago Castro 1 de março de 2016 - 02:16

Cara, não acho que seja o Thane, ele é um cara bom, e nem sabe que é inumano…
Acredito que só veremos qualquer coisa do Thane em Guerra Infinita 1. E sim, eu acho que ele será o real mote do Thanos no filme de duas partes.

Responder
jcesarfe 4 de dezembro de 2015 - 10:49

Falou tudo, a série ficou muito boa e independente. Junto com Gothan (que finalmente se achou) e Heroes Reborn, estão salvando o quadro de heróis na TV.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:14

Heroes Reborn nosso crítico Lucas Nascimento está vendo para criticar e ele me disse que está querendo arrancar os olhos fora… 🙂

Já sobre Gotham, não poderia dar um parecer, pois só vi o primeiro episódio da primeira temporada e detestei. Vou tentar dar uma nova chance…

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 6 de dezembro de 2015 - 11:35

Heroes Reborn esta muito bom, (apesar de ter demorado um pouco para empolgar e corrigir alguns erros), já o Gotham vale a pena tentar, a série veio crescendo rápido, até que os 3 primeiros episódios são meio fracos, mas depois as coisas aceleraram muito, mas já vale o aviso não tem nada haver com a história do Homem Morcego, foge (cada vez mais) ao cânone do personagem.

Responder
planocritico 6 de dezembro de 2015 - 15:09

Tentarei assistir Gotham agora no hiato das séries em dezembro e janeiro. Quem sabe não assumo a vaga do Guilherme aqui do site fazendo as críticas por episódio?

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 6 de dezembro de 2015 - 20:28

Seria interessante para vermos duas críticas. Já pensaram em fazer algo do tipo, um defende o outro critica e os leitores concluem?
Mas de todo modo se você não for um fã sectário do Morcego, vai gostar, porém vai ter que ter um pouco de paciência com os primeiros episódios.

planocritico 7 de dezembro de 2015 - 16:52

Já pensamos em fazer isso várias vezes, mas sempre concluímos que acaba sendo um trabalho dobrado que poderia ser empregado em críticas de outras coisas. Acho que a única exceção será com Star Wars, em 10 dias.

Abs,
Ritter.

jcesarfe 8 de dezembro de 2015 - 14:01

Exceção mais do que justa, já que todos vão ter uma opinião e muitos vão descordar. Boa sorte no trabalho hercúleo.

Willker José 4 de dezembro de 2015 - 10:18

Episódio fantástico. Na hora que a Rosalind morreu eu pensei que era um sonho do Coulson mas mais um vez os caras me surpreenderam. Aquela cena da “criação” dos guerreirossecretos foi fodastica e quero vê-los em campo o mais rápido possível. Sobre o Ward, que cara fdp. Ta sendo um ótimo vilão mas sinceramente espero que morra da pior maneira possível. Que venha o último episódio e logo depois Agentee Carter.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:13

Não fala isso sobre o Ward, @willkerjos:disqus!!! O cara é sensacional em sua malvadeza. Deixa ele vivo, por favor. A série perderá muito sem ele!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 4 de dezembro de 2015 - 10:06

Realmente, a evolução dessa série é algo que todos do ramo deviam tomar como exemplo

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:12

É, caro @leonardobicigo:disqus. Mas pouquíssimas tomam, infelizmente.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 5 de dezembro de 2015 - 00:08

a propósito, eu estava reassitindo o ep e reparei em uma frase do ward pro fitz que achei bem interessante (pelo menos na legenda) , era algo como “saudem o herói conquistador”, que é dito em Halo 5. Vc sabe se essa frase surgiu em Halo, ou é referência de alguma outra coisa?

Responder
planocritico 5 de dezembro de 2015 - 00:42

Posso estar enganado, mas “Hail the Conquering Hero” é de uma composição de Handel contando a história de um conquistador romano. A frase tornou-se bem famosa em sua versão em inglês e virou até título de filme acho que na década de 40. Seu uso é bem popular e tanto AoS quanto Halo provavelmente beberam dali.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 5 de dezembro de 2015 - 00:44

tendi, tava procurado a origem da frase tem um tempo, vlw

Jorge 4 de dezembro de 2015 - 09:53

Sou fã do Ward!! Pra mim ele é o melhor personagem de AoS. Facilmente o que mais mudou desde a season premiere, passando de “mocinho” para maior vilão do show. Torço muito pra ele não morrer nessa mid season (e nem no futuro rs).
Sobre o outro planeta, queria muito que o Will se transformasse no vilão (talvez enlouquecendo ou aceitando ir para o lado da Hydra para escapar do planeta azul) e, com isso, fazendo Simmons mudar de lado!

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:11

@disqus_9RwnRTyLx1:disqus, estou contigo e não abro sobre o Ward! Se ele morrer, ficarei de luto!

Também acho que Will será usado dessa maneira, para ferrar com a SHIELD e com a vida de Simmons. Pode ser muito interessante.

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 4 de dezembro de 2015 - 09:12

Many Heads* 🙂
O QUE FOI ISSO QUE EU ASSISTI MEU SEM OR SOCORRO
Pela primeira vez, eu odiei de verdade Grant Ward. Foram 10 minutos de puros sentimentos escuros. Depois, ele voltou a ser meu amorzinho. É. (E pra ser sincera, depois do interrogatório com a Daisy, ainda espero ver um pouco de Skyeward – Daisyward? -… Vai, Ritter, pode me julgar. Eu deixo.)
Eu estou… não sei. Com a mente branca de novo. Que episódio foi esse.
Bem, quero dizer que você Raina muito mal. Não foi o Phil que a matou… Mas acho que a versão da série foi pior. Nossa. Eu tomei um susto desgraçado, “pulei do sofá de descrença”. E fiquei assim durante muito, muito tempo. E QUE DISTÂNCIA FOI AQUELA, EIN, WARDINHO TA Q TA!
Tadinha. Eu queria que ela ficasse viva e fizesse uma super dupla anti-HIDRA com o Phil 🙁
Confesso que fiquei um pouco assustada ao ver Coulson agindo tão bolado, com as emoções à flor da pele. Foi… Sei lá. Mas era o esperado, né :/
E o Mack de diretor, que fofeza, cara! *-*
A tortura Fitz-Simmons foi de partir o coração, mas óbvio que o Fitz não ia deixar durar. Achei que demorou até. Só quero que o Fitz apronte alguma no Planeta das Duas Luas Por Falta de Um Nome Melhor. Estou contando com isso.
Fiquei embasbacada (de novo) com o Phil se jogando no portal. GENTE. Mas daí ele cai, rola e desmaia. Acabou 100% com o heroísmo. -.-
Quero o próximo logo. Pancadaria inumana tá garantida com certeza. (Estou contando com isso também.)

Viva a Independência de Agents of S.H.I.E.L.D.! o/

xx

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:10

Ward é um animal sádico, violento, sem alma e sem coração, mas que eu adoro! Vida longa a Ward!

Agora a pancadaria será geral e acho que Fitz é que vai sair como o grande herói do momento. Mas espero que não matem o Ward!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 4 de dezembro de 2015 - 03:07

É lindo demais o que essa série se tornou. E a Marvel é tão inteligente que a gente nem vai sentir tanta falta de AoS porque Agent Carter vai vir ai pra suprir um pouco nossas necessidades.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:22

Sim, Agent Carter está prometendo novamente!

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Abreu 4 de dezembro de 2015 - 02:40

Sobre o Inumano do planeta alienígena, poderia ser o The Unspoken. Sabemos que ele pode alterar a sua forma. E vimos que o Inumano se fez parecer um astronauta para enganar a Simmons em 4,722 hours.
Seria interessante vê-lo nas telas.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:21

@disqus_X4YfOdclpX:disqus, seria realmente muito interessante. Será que já saberemos no midseason finale?

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Abreu 4 de dezembro de 2015 - 12:34

Espero que sim, já que parece que ele vai ser a grande ameaça da 2ª metade da temporada. Gostaria de ver o DeathLok voltando a ativa pela S.H.I.E.L.D lutando com os guerreiros secretos, mas parece que ele foi deixado de lado depois que foi resgatado da Hidra, uma pena.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 14:19

Cara, verdade. O Deathlok podia mesmo voltar e se juntar aos Guerreiros Secretos. Seria sensacional. Nem me lembro direito que fim levou o sujeito…

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Abreu 5 de dezembro de 2015 - 15:11

Ele simplesmente parou de aparecer depois que foi resgatado da hidra junto com o Lincoln. Uma pena, o personagem estava interessantíssimo.

planocritico 5 de dezembro de 2015 - 21:16

Bem que eu não me lembrava de nada especial com o personagem… Estranho terem largado ele de lado assim…Tomara que volte e ainda mais parecido com o original dos quadrinhos, que lá no tempo do ronca, era um dos meus heróis Marvel prediletos!

Abs,
Ritter.

Eduardo Abreu 4 de dezembro de 2015 - 02:33

Sem palavras com esse episódio, realmente Whedon sabe como desenrolar as coisas. Também não queria que a Rosalind tivesse morrido, mas a morte dela foi justificável. Daisy está incrível e a possível batalha de Inumanos promete ser fenomenal! Estou muito empolgado com essa série, pra mim só perde pra Demolidor como série de super herói( ainda não assisti Jessica Jones).

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:21

Sim, a morte foi plenamente justificável, mas deu pena, pois a química entre ela e Coulson era ótima. Só espero que não inventem de ressuscitá-la…

Ainda gosto mais de Agent Carter, mas AoS está chegando no mesmo nível e talvez realmente só fique abaixo de Demolidor e empatada com JJ.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 4 de dezembro de 2015 - 01:36

Ess Ward tem que morrer, ninguem aguenta mais ele se achando o fodao, ja sao 3 temporadas nisso, tem que morrerrrrrrrrrrr hehe

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:19

@Junito_Silva:disqus, calma! Ele tem sido um grande vilão. Deixa a Marvel aproveitá-lo mais!

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 5 de dezembro de 2015 - 18:51

Ah, se eu tivesse com minhas flechas psíquicas agora… >:(

Responder
planocritico 5 de dezembro de 2015 - 21:13

Calma, @suelenf_miranda:disqus, calma… HAHAHAHAAHAAHAHA

– Ritter.

Responder
andre luis 4 de dezembro de 2015 - 00:49

Concordo com tudo que foi dito e digo mais talvez o Coulson locão por vingança, faça ele e o Ward morrerem no outro planeta ou, Coulson morre e Ward ganhe poderes (como muitos querem). Essa série está muito interessante e tomando rumos inesperados (morte da Rosalind), o foda vai ser depois que sair a mid season-finale ter que esperar até ano que vem para continuar acompanhando a série.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:18

Fica realmente difícil de prever, mas acho difícil o Coulson morrer, ainda que não descarte a hipótese (afinal, tem sempre o Tahiti…). Já Ward, se ele ganhar poderes – talvez do inumano que mora no planeta – a coisa vai esquentar para o lado da Shield, he, he, he…

Abs,
Ritter.

Responder
the rálk 4 de dezembro de 2015 - 15:04

e se o Coulson ganhasse esses poderes?

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 22:40

Não sei se gosto do conceito de poderes para todo mundo. Não queria que nem ele nem Ward ganhasse poderes. Eles podem continuar humanos “normais” que tá ótimo!

Abs,
Ritter.

Responder
andre luis 4 de dezembro de 2015 - 15:28

Não sei se eles ainda vão usar o Tahiti, se usarem vão correr o risco de tudo que aconteceu na season 2 acontecer denovo. Fora que o proprio Coulson ja falou que não quer que usem isso nunca mais.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 22:44

Tomaram que esqueçam esse Tahiti. Já deu e, se ficarem usando, vai banalizar as mortes e aí vou parar de elogiar a série… 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:27

E sobre esperar, pelo menos temos Agent Carter entre uma parte e outra, não?

Abs,
Ritter.

Responder
andre luis 4 de dezembro de 2015 - 15:27

Sim ao menos tem isso xD

Responder
Matheus Brito 4 de dezembro de 2015 - 00:20

Assim como dito na sua ótima crítica, elogiar essa série já ficou mais do que repetitivo. Mas o que fazer se, semana após semana, ela consegue nos surpreender e apresentar um episódio ainda melhor que o anterior?

Confesso, na hora do tiro na Rosalind eu pulei do sofá (e minha irmã que assiste comigo, também). Não imaginava que os roteiristas matariam um personagem tão interessante assim com apenas 9 episódios de aparição. Foi um verdadeiro choque pra mim.

E, como sempre, MAoS soube como me deixar com o coração palpitando, principalmente naquela cena final em que Coulson pula no portal. Sério, que medo eu senti ali! Agora nos resta esperar, em Maveth, o que vai acontecer com aquela excursão de gente que foi pro outro planeta. Ansioso!

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2015 - 07:17

Obrigado, @Brito_Matheus:disqus! AoS está realmente impressionante. Sempre fui cético em relação à proposta da série e ela tem me deixado sem palavras. Uma gratíssima surpresa.

Abs,
Ritter.

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