Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X10: Maveth

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X10: Maveth

por Ritter Fan
157 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios, aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel, aqui.

De certa forma, Maveth desaponta. Mas calma. Não estou dizendo, de forma alguma, que o midseason finale da 3ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. foi ruim. Longe disso, pois Jed Whedon conseguiu o improvável e entregou uma meia temporada redonda, bem construída e que mostra, como já disse algumas vezes, o amadurecimento de seu trabalho ao longo dos anos.

No entanto, considerando que os episódios anteriores foram os excelentes Many Heads, One Tale e Closure, Maveth empalidece na comparação, ainda que haja momentos particularmente muito bons e corajosos, o principal deles, obviamente, sendo o assassinato de Ward por Coulson. Afinal, o “normal” em séries dessa natureza é o mocinho desistir de matar no último segundo ou alguma circunstância externa o forçar a matar, de forma que seu ato seja moralmente justificável. No máximo teríamos uma morte off screen, com o uso de alguma arma de fogo. Mas não. O que o roteiro de Jeffrey Bell nos presenteia é com uma morte típica de filmes pesados, sombrios, em que a vingança a todo custo – e sem recompensa – é o objetivo final. Coulson esmagando o peito de Ward (um coração literalmente partido por um coração metaforicamente partido – justiça poética!) com sua mão biônica e deixando-a lá como que para se livrar da “sujeira” é um momento realmente inesquecível e muito bem construído dramaticamente por Vincent Misiano em plongée e, principalmente, por Clark Gregg em alguns segundos de completa perturbação e raiva que o leva a perpetrar o ato contra Ward, ato esse que, na verdade, muita gente queria mesmo que acontecesse.

Menos chocante é a forma como aquele finalzinho vem, com Ward agora dominado pela tal criatura inumana parasita que Gideon Malick queria tanto trazer para a Terra para cumprir a função da Hidra. Era óbvio que, depois que descobrimos que o Will que Fitz conhece em Tatooine (como o planeta não tem nome, adoto o que Coulson escolheu com perfeição – e não, não chamarei o lugar de Maveth…) não é o verdadeiro Will, o uso do corpo de Ward para fins nefastos (ok, a frase saiu estranha, admito…) era para lá de óbvia e, de certa forma, até esperada, pois, assim, a produção pode mudar o status quo sem descartar Brett Dalton, ator que, graças às transformações em seu personagem, deixou de ser um canastrão padrão e tornou-se um canastrão divertido.

Aliás, o encontro de Fitz com Will é de uma maldade enorme no roteiro. Ainda que desconfiasse – e eu sempre desconfiei disso – que havia algo de errado com o personagem, o fato de mais de dois terços do episódio ser dedicado a um estranho bromance entre os dois foi uma forma terrível de jogar sal na ferida não só de Fitz, como de Simmons e também de nós, espectadores. Permitir todo esse rapport, todo esse aprofundamento somente para o inumano parasita revelar que Will na verdade está morto foi uma rasteira muito bem dada e que só torna mais dramática a volta de Fitz para a Terra, encontrando Simmons esperançosa um minuto e desesperada, de coração partido, noutro. Elizabeth Henstridge, no pouco que aparece, dá um show novamente em termos de atuação, mostrando latitude e convencendo-nos de sua provação. Mas Iain De Caestecker também não está longe como o amargurado, traído, mas valente Fitz, que faz de tudo pela mulher que ama.

Enquanto isso acontecia em Tatooine, na Terra os Power Range… digo, os Guerreiros Secretos – Daisy, Lincoln e Joey – acompanhados de May, Bobbi, Hunter e Mack tentam invadir a fortaleza da Hidra, em uma operação que pode até funcionar em termos da narrativa, mas que falha na dramaticidade e urgência necessárias. Sim, é excitante ver Mack assumir de vez o cargo de Diretor da S.H.I.E.L.D., colocando-se literalmente na linha de frente, pronto para sacrificar-se, mas a ação na Inglaterra falha ao abordar temais demais em tempo de menos. Afinal, todo o tête-à-tête entre Simmons e Andrew não funciona de verdade e o resultado é, apenas, uma conveniência do roteiro para livrar-se dos inumanos em animação suspensa. Perde-se muito tempo com essa história lateral, sem que ela realmente se encaixe na principal, enquanto que o mesmo efeito seria alcançado se, por exemplo, uma explosão libertasse Lash para cometer seus assassinatos.

Além disso, o confronto aludido no episódio anterior entre os Guerreiros Secretos e a força da Hidra foi quase que inteiramente inexistente aqui. Não fosse um breve embate com Giyera em que Joey descobre que é invulnerável a balas (ou que ao menos ele as derrete mais rápido do que elas penetram em sua pele), eles praticamente não seriam mais do que figuração. Whedon com certeza ainda nos deve uma estreia dos Guerreiros propriamente ditos.

O mesmo vale para a presença – ou seria melhor dizer ausência? – de Gideon Malick. Powers Boothe e seu personagem para lá de vilanesco teve seu potencial completamente desperdiçado aqui, magicamente desaparecendo durante a invasão e reaparecendo ao final, para encontrar com “Ward Vorhees”. Espero que Malick tenha mais presença na segunda metade dessa que vem se provando a melhor temporada da série até agora.

Os problemas de Maveth fazem com que a volta ao planeta azul desaponte na comparação com o que veio imediatamente antes, ainda que Whedon tenha, no processo, conseguido fechar alguns arcos narrativos e abrir outros, surpreendendo o espectador com o embate fatal entre Coulson e Ward e com a relação Fitz-Simmons-Will. A temporada continua prometendo e, após o hiato, provavelmente veremos um Coulson mudado pelo que fez, um Mack mais líder e os Guerreiros Secretos lidando com a ameaça da criatura misteriosa que se apoderou de Ward.

Obs: Tem ENQUETE aqui embaixo! Queremos saber qual foi seu episódio favorito da 3ª temporada até agora.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 3X10: Maveth (EUA, 2015)
Showrunner: Jed Whedon
Direção: Vincent Misiano
Roteiro: Jeffrey Bell
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Nick Blood, Adrianne Palicki, Henry Simmons, Luke Mitchell, Matthew Willig, Andrew Howard, Juan Pablo Raba, William Sadler, Scott Heindl, Dillon Casey, Powers Boothe, Mark Dacascos, Brett Dalton,
Duração: 43 min.

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63 comentários

Flavio Augusto 16 de dezembro de 2015 - 21:49

Discordo quando você diz que a libertação do Lash poderia acontecer de outra forma e que o resultado seria o mesmo. Já vimos que tudo o que rola na série é usado em algum momento.
Pensando nisso, observe a cara da Simmons quando a May conta que o Lash matou os Inumanos encarcerados, o sentimento de culpa… Será que isso terá algum impacto na trajetória da personagem no futuro? Eu aposto que sim.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2015 - 14:21

Que pode ter uma função narrativa pode, mas achei que a forma como ele foi solto foi rápida e pouco crível dentro da estrutura do episódio. Não houve tempo para desenvolver esse lado, pelo que acho que a escolha foi equivocada. Não é o fim do mundo, claro, apenas foi um momento, digamos, estranho.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo 16 de dezembro de 2015 - 16:38

Gostei bastante do do episódio e principalmente das possibilidades que o final abriu. Indo por pontos:

Mack muito bem desenvolvido como líder, papel que, acredito, deverá ser mais explorado no restante da temporada. Apesar do cara ser enorme também acredito que ele não será muito o personagem da “ação”.

Espero ver Coulson mais vezes em ação. Ainda mais tendo uma mão biônica que pode esmagar o peito dos inimigos…rs

O assassinato do Ward pelo Coulson foi realmente surpreendente. Até o último instante ficava a sensação de que ele largaria Ward vivo naquele planeta e que no futuro, de alguma forma, ele voltaria pra Terra em busca de mais vingança. Coulson matá-lo subverteu tudo isso, mostrou como Phil estava consumido pela vingança, e deixou aberto que impacto isso terá nas atitudes futuras dele. A troca de olhares entre Coulson e Fitz enquanto abraçam respectivamente May e Simmons acho que diz muito sobre isso e deve ser algo que ampliará a conexão entre os dois personagens no restante da temporada.

A morte, e volta, do Ward, me parece que será a desculpa que faltava para os Guerreiros Secretos entrarem em ação pra valer. Sabe-se lá que poderes a criatura tem, mas fica claro que só mesmo uma equipe de Inumanos para tentar fazer frente a ele.

Também espero mais participação do Powers Boothe no resto da temporada – extraordinário ator que conheci e passei a admirar nos westerns – meu gênero predileto – Tombstone e Deadwood e em 24 horas. Ele roubou a cena em todas as suas intervenções na temporada.

Gostei da conclusão que deram pro Will – de já estar morto desde quando Jemma saiu do planeta – e espero que a partir de agora resolvam logo a situação de Fitz-Simmons. Se surgirem com outro personagem para um triângulo amoroso será o cúmulo do absurdo…rs Ou juntem logo os dois ou não. Se ela, nas revelações iniciais do episódio, chegou a se sentir atraída por Ward quando ele pulou do avião para salvá-la (sendo que quem ia pular era o Fitz e Ward não deixou…rs) o que dizer então do Fitz que quase morreu para salvá-la no fundo do mar, cruzou as galáxias para resgatá-la e ainda deu um cacete na criatura maligna? Pô, decida-se logo, Jemma…rs

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2015 - 14:24

Acho que a série não vai se deixar trilhar caminhos de “casalzinho” e Fitz-Simmons ficarão separados. Ou se juntarão um tempo e, depois, serão separados por algum evento.

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 13 de dezembro de 2015 - 14:33

A série está simplesmente maravilhosa…concordo que esse foi o ep mais fraco..mas tudo bem , nao dá pra ser perfeito sempre..

Agora essa enquete é desnecessária , Ritter…OBVIO que 4722 Hours é o melhor ep de todas as séries de tv aberta esse ano. hahahahahahah

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2015 - 14:44

@ianluz:disqus, melhor de todas as séries de tv aberta esse ano? Olha, vai ter um caminhão de gente discordando, mas diria que você não está muito longe de estar 100% certo não… HAHHAHHAHAAHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 14 de dezembro de 2015 - 16:02

o pessoal que discordar é o mesmo pessoal que vai dizer que o melhor ep é o que junta flash , arqueiro , nuclear , etc pra dar um pau em algum vilão da semana….pode ter certeza , hahahahahah

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2015 - 16:39

Boa!

– Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 12 de dezembro de 2015 - 23:42

Excelente critica, e excelente episódio, no final das contas, acho que o ep foi mais fraco justamente por ter que fechar as narrativas, mas fez isso de forma boa e aceitável.Mas como mid-season finale, achei uma das melhores que já vi, considerando os benditos 20 e tantos eps que precisa ter.Agora o jeito é esperar a guerra entre os inumanos da hidra e os da shield.
E cara, acho que nunca fiquei tão satisfeito com uma morte como fiquei com a do Ward, esperava por esse momento há muito tempo.Muito mesmo.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2015 - 14:00

@leonardobicigo:disqus, obrigado!

Sim, o episódio teve que lidar com várias pontas soltas e acabou um pouco prejudicado, ainda que, como você disse, o fez de forma aceitável. Diria que foi acima da média, mas abaixo do que os dois episódios anteriores levaram a crer que seria.

E foi mesmo uma grande morte. Corajosa e bem executada. Vamos ver como é que agora The Walking Ward na segunda metade…

Abs,
Ritter.

Responder
Jorge 12 de dezembro de 2015 - 09:12

Com certeza ficou um pouco aquém do que eu esperava.. Se o episódio da semana passada tivesse sido o mid season finale ficariam mais dúvidas e um final melhor, com Coulson preso em Tatooine, Fitz sob controle de Ward e Jemma da Hydra. Apesar disso, a cena da “morte” do Ward valeu pelo episódio! Só acho que como muita gente queria a morte dele (não é o meu caso) deve ter ficado um sabor agridoce com sua volta. Já falei anteriormente, gosto muito do personagem e não queria seu fim, mas depois daquela cena foda cheguei a pensar que tinha sido o fim perfeito para o Grant. Tomara que esteja errado rs.
Por curiosidade, votei em “Many Heads, one Tale”

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2015 - 14:17

@disqus_9RwnRTyLx1:disqus, estou de acordo. Também gostava de Ward, mas a morte dele foi realmente bacana. Tomara que sua volta signifique que um pouco de sua personalidade também voltará.

Abs,
Ritter.

Responder
Mago MD Cartoon 12 de dezembro de 2015 - 02:37

Eu achei pesada a morte do Ward, mas isso foi um ponto positivo ao meu ver.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2015 - 14:16

Foi bem pesada mesmo. Jamais imaginaria ver algo assim em uma série desse tipo, mais juvenil.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Popst 23 de janeiro de 2016 - 04:16

Não tão juvenil. Embora eu me senti um pouco numa série juvenil, não me lembra nada a algo da CW.

Responder
planocritico 23 de janeiro de 2016 - 13:16

Ah sim, com certeza, @matheuspopst:disqus! Não dá nem para comparar o tom de AoS com qualquer coisa da CW.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas 12 de dezembro de 2015 - 01:48

😀

Responder
Lucas 12 de dezembro de 2015 - 01:47

Bom, Acho que o Inumano lá, super do mal e tal não é tão super difícil de derrotar e acho que ele vai ter uma ligação na guerra civil, não vão deixar de fazer uma menção e tal, acho que deveriam ter usado outro corpo para ele se apoderar e no decorrer da serie matar ele e ele apoderar-se de outros corpos… parece estranho mas eu acho que poderiam ter feito assim. KKKK

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2015 - 14:13

Considerando que ele dizimou 9 cidades em Tatooine, diria que ele é bem poderoso… Vamos ver como a coisa se desenrola na próxima metade da temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 17 de dezembro de 2015 - 00:14

Pelo que o “Will” diz a própria sociedade daquele planeta se autodestruiu em guerras entre as cidades. Qual será a participação dele nessas guerras? Criar a intriga entre os povos, como se fosse o Lula de Tatooine?
Quero entender ainda o quanto esse ser é poderoso,o que ele pode fazer, pois o Fitz saiu no mano a mano com ele e ganhou o combate.
Esse ser me lembra mais o espírito do filme “Possuídos”, que trocava de hospedeiro para sobreviver, do que alguém de extremo poder.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2015 - 14:18

Acho que o inumano deve ter o poder de gerar discórdia, mais ou menos mesmo com o Lula… 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Maycon Oliveira 11 de dezembro de 2015 - 21:22

(Tatooine é um planeta de Star Wars) “Many Heads, one Tale” foi meu episódio favorito, empatado com o “Purpose in the machine” com várias menções honrosas…

Mais um episódio de nível elevado, sinceramente pensei que Coulson iria amarelar, foi “melhor” do que esperava a “morte” de Ward, mas não foi perfeito pq tinha um alarde do super protegido castelo da Hydra que foi invadida até que facilmente e esse poderoso inumano que não aquentou o Fitz! espero bem mais desse inumano que me pareceu uma modesta minhoca parasita.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 21:35

@disqus_aTSX9yteAy:disqus, Tatooine ERA um planeta de Star Wars. Agora é de Star Wars E Agents of Shield! HAHHAHAHAHHAHHHAH

Ainda gosto mais do episódio focado na Simmons lá em Tatooine!

Concordo sobre o inumano. Acho que a explicação será que ele estava “fraco” por ter ficado tanto tempo sem “refeições” lá no planeta dele… Espero que ele aumente consideravelmente o nível de poder, mas não tanto para não ser necessário chamar os Vingadores para derrotá-lo…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 11 de dezembro de 2015 - 21:19

Eu também tive a sensação de que as coisas aconteceram de forma muito rápida no episódio, quando acabou eu fiquei pensando bastante em como o roteiro se beneficiaria de um episódio duplo, daria pra mostrar melhor as lutas, trabalhar melhor a invasão dos Guerreiros Secretos, dar um contexto melhor pra Simmons-Lash-May, abriria espaço pro Gideon, do outro lado da galáxia daria pra deixar a luta/DR entre Coulson e Ward com carga emocional ainda maior e também daria pro Will/Colméia (alguém matou essa charada aqui, o cara acertou na veia) dar um contexto melhor pra sociedade que vivia em Maveth…

Gostei bastante do episódio, mas concordo com as 3.5 estrelas, pela falta de tempo. Ah, e mais uma vez a trilha sonora estava de foder. Sério mesmo, hoje não tem nenhuma série (que eu assista) em que a trilha sonora seja tão bem trabalhada quanto em AoS (e poder falar isso é muito bom pra mim, pq eu sinceramente achava a trilha muito deslocada na segunda temporada).

Aquela ultima cena, com eles se encontrando no Bus 2.0 foi muito bem feita, puta merda, parecia season finale.

https://www.youtube.com/watch?v=c8OuR9F013o

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 21:36

Concordo que um episódio duplo teria beneficiado o midseason finale, com mais tempo para desenvolver as tramas todas. E a trilha realmente tem sido muito boa nessa temporada, com grandes escolhas por todos os episódios. E valeu pelo vídeo!

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 12 de dezembro de 2015 - 12:51

Esse vídeo *-*

Responder
Alexandre 11 de dezembro de 2015 - 14:27

Fala Ritter,

gostei do episódio e principalmente do final dele, será que esse Inumano é tão poderoso assim? Ainda bem que o tal do Will morreu pq se não ficaria um arrastado triangulo amoroso, acho que agora os dois ficam juntos, não é possível kkkkk. Também estou curioso com o retorno, como eles darão conta desse novo Ward e a conexão com Guerra Cívil.

Mais uma ótima crítica.

Abs,

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:42

@disqus_uaPvEEFxsi:disqus, obrigado!

O inumano parasita não mostrou a que veio ainda, pois Fitz acabou com ele facilmente. Mas, como aparentemente ele destruiu nove cidades lá em Tatooine, ele simplesmente TEM que ser poderoso. O problema é que se ele for poderoso demais, a Shield terá que chamar os Vingadores, pois não vai ser Daisy, Lincoln e Joey que vão conseguir lidar com um nível de poder tão grande assim…

Sobre Guerra Civil, espero que a ligação seja tênue, pois AoS não depende mais desses artifícios para manter-se interessante.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo 15 de dezembro de 2015 - 17:17

Talvez ele não precise ser poderoso, pelo menos no sentido de ser um super-vilão absurdo. Ele pode ser apenas mortal: espalhar uma praga poderosa, influenciar as pessoas ao seu redor para estimular a ira ou a paranoia, levando à guerra. Passar de uma pessoa para outra, gerando caos e conflito. Todas opções contra as quais os Vingadores não seriam assim tão mais bem preparados, seria uma enorme ameaça vinda “de baixo”, “de dentro”, não um conquistador maluco do espaço. Outra questão é que ele está há tanto tempo em Tatooine que pode estar extremamente fraco ainda, com capacidades muito aquém de quando destruiu as cidades aliens. A temporada poderia girar em torno do seu amadurecimento.

E ainda tem uma questão instigante para a próxima parte da temporada: qual relação vai se estabelecer entre os inumanos que forem surgindo, Slash e o WW? Será que o WW vai querer tomar o poder deles e isso o colocará em conflito com o Slash? Como a Hydra e a Shield entram nessa confusão toda? Podemos ter uma segunda parte da temporada de matar!

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2015 - 18:48

@disqus_xynZmipWCy:disqus, seria ótimo se o poder da lesma inumana fosse algo assim mesmo, algum tipo de controle mental ou manipulação de vetores de doença. Seria algo mais, digamos, enfrentável pela Shield e pelos Guerreiros Secretos.

Abs,
Ritter.

Responder
Egito86 11 de dezembro de 2015 - 13:18

Tá vendo lá? Os caras deram um jeito de agradar a gregos e troianos. Mataram o Ward, como queria grande parte dos fãs, mas deixaram o ator na ativa. Ficam as perguntas:
a Morte do Thanos tem mesmo ligação com “Tatooine”? Digo, por mais que a chegada mega blaster pompa docara se esteja desenhando, não devemos ter aparição mesmo dele até o próximo Vingadores, certo? E a tal cidade? Inumanos, kree, skrull, Planeta dos macacos (aquele Will nunca me enganou)?

Sobre a enquete: Juro que não senti falta de ninguém no 4722 hours. Só a Simmons já tava bom demais.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:31

Acho que Thanos não será nem citado em AoS, mas a relação do inumano parasita com morte, algo bem presente, quase que exige que haja uma conexão nem que seja indireta. Vamos ver.

Sobre 4,722 Hours, com certeza Simmons levou sozinha muito bem o episódio! Foi um grande tour de force da atriz e meu favorito da temporada até agora!

Abs,
Ritter.

Responder
Renato Cordeiro Ferreira 11 de dezembro de 2015 - 12:21

Concordo bem com você, Ritter – o episódio não foi ruim, mas minha sensação é que o final foi “rápido demais”, o que deixou as coisas inverossímeis. Não sei o que eles planejam para a 2ª metade da temporada, e o que Agent Carter deve trazer dessa Hidra-adoradora-de-Inumanos-do-mal, mas o que eu imaginei de “final perfeito seria”: Will volta para a Terra como a criatura do mal (e dá um chega para lá no Fitz), e Ward é abandonado pelo Coulson em Tatooine. Por mais que perdêssemos o Ward no começo da próxima temporada, acho que daria para explorar muitas coisas legais nesse cenário: Fitz desconfiando do Will (e a Jemma achando que a implicação dele é porque ele finalmente virou humano e passou a ter ciúmes dessa situação), Will “do mal” virando algum dos Guerreiros Secretos contra o grupo (colocar o Lincoln contra a Daisy para esquentar esse proto-relacionamento, ou até quem sabe tornar a Daisy “do mal” por um tempo seria bem interessante). Colocar o Ward “de férias” desse jeito daria mais profundidade à personagem, e ele poderia ganhar poderes (que acho que era o grande objetivo desse final que vimos) encontrando alguma relíquia ou artefato interessante da supercivilização de Tatooine. Inclusive, o Ward poderia ganhar seu próprio episódio “4.722 Horas”, que acho que daria uma quebra interessante.

Imaginação à parte, agora é questão de esperar o que vai vir pela frente, e ficar aguardando Agent Carter e a verdadeira Tatooine (Star Wars está logo aí).

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:27

@renatocordeiroferreira:disqus, o episódio se perdeu um pouco ao juntar muitas linhas narrativas e deixar de lado, com isso, os Guerreiros Secretos. E gosto do seu raciocínio sobre Ward. Teria sido bem interessante mesmo e poderia até dar oportunidade de ele explorar uma das cidades em ruína lá em Tatooine (Mos Eisley?).

Até Agent Carter e Star Wars, claro!

Abs,
Ritter.

Responder
Willker José 11 de dezembro de 2015 - 10:54

Concordo plenamente. Só queria frisar que nota é um negócio complicado pois quem vê três estrelas e meia pode até ter pensado que o episódio foi razoável mas não foi. Pra mim foi um ótimo episódio que ganharia de lavada de qualquer episódio das temporadas atuais de Arrow e The Flash.
De resto, espero que melhorem o desenvolvimento do Lincoln. Acho que “pro bem da narrativa” ele ferraram demais com o personagem. Particularmente gosto muito dele com a Daisy mas é um personagem que está devendo uma história melhor.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:26

@willkerjos:disqus, com certeza. As estrelas muitas vezes confundem mais do que ajudam a esclarecer, especialmente se o leitor não ler a crítica em si. Esses meus 3,5 foram resultado de uma avaliação comparativa com os demais episódio dessa mesma temporada que, no geral, realmente é bem superior a The Flash e Arrow.

Lincoln ainda não tem seu lugar e função muito bem definidos, mas acho que ele será elemento crucial na narrativa que envolve Lash. Veremos!

Vai acompanhar Agent Carter no hiato?

Abs,
Ritter.

Responder
Willker José 11 de dezembro de 2015 - 22:19

Com certeza. Agent Carter foi uma grata surpresa nesse ano. Gostei demais da conta. Altas expectativas pra essa segunda temporada.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 22:35

Então nos “veremos” por aqui a cada episódio! Sou fã da Peggy! Espero que eles arrasem na segunda temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Lilah 11 de dezembro de 2015 - 09:41

Adorei o episódio, também esperava um pouco mais, porém, foi ótimo assim mesmo. E Agents of S.H.I.E.L.D continua a minha série de heróis preferida.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:23

Agents of Shield está realmente ficando sensacional. Em termos de série de TV aberta de super-heróis com mais de 20 episódios, também a considero a melhor. Mas, se formos considerar TODAS as séries mesmo, então ela perde para Agent Carter, Jessica Jones e Demolidor para mim.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo 11 de dezembro de 2015 - 09:13

Concordo que foi um episódio abaixo dos anteriores, apesar de também ter sido bom. Essa série evoluiu demais! Mas tem algo que me incomodou demais nesses dois últimos capítulos: onde está a “outra” Shield? Por mais que eu goste do Mack, como ele pode ter virado diretor da Shield, se claramente tinham outras pessoas mais experientes e mais capacitadas que ele na outra parte da Shield mostrada na temporada passada. Acho que desconsiderar plenamente esse lado da organização é um furo meio incômodo. E tem a questão do Ward: entendo que a série precise de um gancho para a próxima parte, mas ele com certeza merecia um retorno mais triunfal, mais impactante – ou, quem sabe, poderiam ter mantido o suspense sobre seu destino até o retorno. Seja como for, essa é sem dúvida a melhor série de quadrinhos da TV aberta. O que será que Gideon e Ward vão fazer no ano que vem? Será que a personalidade do WW (Walking Ward) vai ser igual a do Ward, será que seus conflitos e problemas ainda estarão lá, dividindo a consciência com o monstro de milhões de anos da Hydra?

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:22

@disqus_xynZmipWCy:disqus, a outra Shield foi absorvida completamente pela antiga Shield e Coulson ficou consolidado como diretor. Não vejo como um furo, apenas uma conveniência, algo que foi útil em determinado momento, mas que “já passou”.

Sobre a volta de Ward, gosto de sua ideia de manter segredo até a segunda metade. Seria mais interessante mesmo. A esperança é que a personalidade do personagem seja de alguma maneira mantida, apesar do controle do inumano parasita. Para mim, deveria ser meio que como o Homem-Aranha Superior, com personalidades “conversando” na cabeça dele.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo 15 de dezembro de 2015 - 17:11

Entendo que essa outra Shield tenha sido absorvida pela Shield do Coulson, Ritter. Mas daí a ele colocar o Mack como DIRETOR da Shield vai um pouco longe. Sei lá, tudo bem que era interino, que foi uma decisão rápida, mas o Mack não mostrou até agora que teria cacife pra ser diretor de uma organização desse tamanho, considerando que devem ter outros agentes mais antigos e capacitados na lista, mesmo após a treta com a Hydra. Enfim, vou considerar que foi algo apenas emergencial e que, caso o Coulson não voltasse, um novo diretor acabaria sendo escolhido com a participação de um conselho maior de agentes seniors da agência, pode ser? rs

A proposta de ter um vilão com a mente dividida pode ser bacana, vamos ver, Outra possibilidade seria ele se transferir de hospedeiro para hospedeiro, para causar o caos. Será?

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2015 - 18:50

Posso estar errado, mas acho que essa estrutura hierárquica de poder dentro da Shield não existe mais. E a decisão de Coulson foi de momento, no meio do calor da batalha. Ele poderia ter escolhido a May, mas Mack é um cara de cabeça fria, que não atua só com os punhos. Gostei da escolha, na verdade.

Sobre o vilão pular de hospedeiro, pode ser, claro, mas minha desconfiança é que a produção quer manter Brett Dalton na série de algum jeito!

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 11 de dezembro de 2015 - 01:39

Foi bom o fechamento, mas ficou um pouco abaixo dos anteriores, mas nada demais, a série esta sensacional.
O pior de tudo é que fiquei na mesma, afinal quem é o tal Maveth? Seria um personagem criado para série? Ou veremos sua verdadeira face? Quem sabe estamos vendo a saga Zumbi ou a morte que tanto encanta Thanos (que dessa forma seria partidário GLBT)?
De fato a crítica disse tudo, a série nunca esteve melhor.
Acho que Coulson vai passar por momentos turbulentos e Ward vai ganhar destaque novamente. O problema vai ficar por conta da Guerra Civil que deve tomar conta de parte do retorno da série, vamos ver como as coisas vão se encaixar, mas o melhor é que finalmente estão sendo ousados.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:17

Maveth é “morte” em hebraico e é a leitura daquele símbolo achado no castelo inglês lá no primeiro episódio dessa temporada. Não é nem o nome do planeta nem personagem, apenas, talvez, a personificação do que significa o inumano parasita que mora em Tatooine.

Tomara que Guerra Civil não atrapalhe muito a série, que pode – e acho que deve – permanecer mais independente. Mas vamos ver!

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 12 de dezembro de 2015 - 12:17

Acho que Maveth é a versão Marvel do Darth Vader.
Mas, apesar de ter ficado bom, ainda esta muito confuso.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2015 - 14:20

Será que isso significa que, quando criança, Maveth era uma lesminha loira que ficava gritando “YIIIIPPEEEEE”?

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 13 de dezembro de 2015 - 14:41

Vai saber. KKKKKK!

Junito Hartley 11 de dezembro de 2015 - 00:54

Gostei muito do episodio so acho que mataram o Ward so pra usar o corpo dele de hospedeiro do inumano, este que achei muito fraco pela fama que tinha, o cara foi derrotado pelo Fitz kkkkkkkkkkkk

Achei tambem muito forçado o Ward Vorhees sair do portal e nem o Coulson, fitz, etc nao perceber, lembrando que o portal ja estava quase se fechando.

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planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:15

@Junito_Silva:disqus, é, o tal inumano super-poderoso lá de Tatooine era bem mequetrefe… Vamos ver se ele se torna mais poderoso na Terra.

Sobre Ward Vorhees sair do portal, bem, sem dúvida foi forçado, mas teremos que aceitar essa conveniência…

Abs,
Ritter.

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Eduardo Abreu 11 de dezembro de 2015 - 00:48

Particularmente eu gostei bastante do episódio, que teve sim suas falhas. Pirei com a referencia a Star Wars e Power Ranges, mas isso fica à parte.
Fiquei com uma dúvida, talvez alguém possa esclarecer, pelo que deu a entender pelos diálogos com Fitz, a “coisa” sabia bastante coisas sobre o Will. Será que esse Inumano tem acesso as memórias de seu ‘hospedeiro’? Se sim fica justificado o fato de ele ter procurado o Malick ao fim do Ep. Apesar da queda de ritmo em relação aos episódios anteriores, fiquei bastante empolgado pro desenrolar da temporada.
Vou aproveitar o hiato pra me atualizar com Agent Carter, DD e Jessica Jones, e claro esperar ansioso pelo retorno dessa série fantástica.

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planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:14

As menções a Star Wars e Power Rangers foram sensacionais mesmo!

Sobre sua dúvida, acho que o parasita inumano absorve o corpo e a mente dos hospedeiros. É a única explicação para ele saber tudo sobre Will e sua relação com Simmons.

Veja Agent Carter sim, além das outras séries (não viu Demolidor ainda???), pois são todas ótimas.

Abs,
Ritter.

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Eduardo Abreu 12 de dezembro de 2015 - 02:25

Demolidor não vi ainda cara, tava sem netflix na época, e depois fiquei por conta só de agents of shield( por ter muitos eps) Mas sem dúvida vou assistir demolidor(é muito ruim ver posts com referências à serie e não entender, kkkk ) além é claro dos elogios que ouço a respeito de DD. Estou aguardando a 2ª temporada de Agent Carter, assisti a 1ª completa hoje e caraca! Que série!!!

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planocritico 12 de dezembro de 2015 - 14:14

@disqus_X4YfOdclpX:disqus, veja Demolidor então! Não se arrependerá!

E Agent Carter é sensacional mesmo. Estou louco para ver o que será feito da 2ª temporada.

Abs,
Ritter.

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Eduardo Abreu 12 de dezembro de 2015 - 02:31

Sobre o inumano, é bom ele assumir as memórias, pois isso pode nos proporcionar alguns traços da personalidade do Ward nele, fazendo Lieralmente o WARD MOTHERFUCKER MASTER FODÃO que todo mundo esperava (e eu também). E claro ele vai ser bem mais forte por já saber muita coisa da S.H.I.E.L.D e com certeza ele já deve odiar o Coulson e o Fitz.

(Estou adorando o destaque que o Fitz está ganhando). E fugindo muito do assunto, QUANDO VÃO COLOCAR O MACK EM COMBATE??? Des de que ele cortou a mão do Coulson estou louco para vê-lo em ação com aquele machado denovo.

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planocritico 12 de dezembro de 2015 - 14:15

Seria bacana se a personalidade de Ward estivesse viva dentro do bicho, de maneira que as ações não sejam só do inumano lesma…

Sobre Mack, não sei não, mas eu não o vejo com o perfil do “cara de ação”.

Abs,
Ritter.

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Kate Bishop 11 de dezembro de 2015 - 00:44

Alguns minutos antes de o episódio acabar, eu estava de luto. Depois de o episódio acabar, eu estava dançando.

Sim, eu morri de apreensão nos minutos que antecederam a revelação “Will morreu e eu sou do mal”, tensa, tensa, tensa o episódio inteiro, mais tensa no finalzinho, tensa…
E sim, eu já desconfiava de seu leve desapontamento (to Rainando bem mesmo), e até pensei que você daria 2,5 estrelinhas. Mas… AAAH, EU QUERO DANÇAR MAIS!
Não estou conseguindo comentar o resto do episódio porque estou feliz.
Em suma: bem fofinho o final, Lash foi totalmente desnecessário – apesar de que, desculpa aí, povo, o Ward 2.0 não vai precisar de exército inumano, bjs -, pensei que o Coulson ia morrer mas ao mesmo tempo não pensei porque eu sabia que ele não ia morrer, a morte do Ward quebrou, rasgou, amassou meu coração também, e… aaaaaaah. Preciso beber água.

Rainha Peggy, por favor, acalme meus ânimos.
Ritter, por favor, dance comigo.
THE WALKING WARD, POR FAVOR, ARRASE! o/

xx

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 14:11

Apesar de eu gostar muito do Ward, a cena da morte dele por Coulson foi MUITO boa. Não tinha como eu dar 2,5. E também gostei do triângulo Fitz-Simmons-Will, apesar de ter sido fácil demais dar cabo lá do super-poderoso inumano…

E Peggy vem aí com força total mesmo!

E sim, danço com prazer, MAS o Clint não pode estar por perto, pois não quero levar flechadas… He, he, he.

Abs,
Ritter.

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Matheus Brito 11 de dezembro de 2015 - 00:31

Esse episódio não me desapontou de forma alguma. Apresentou tudo que eu queria ver e um pouco mais. Adorei a conclusão de alguns arcos e a abertura de outros, e a forma como Jed não tem medo de fazer isso – fato já visto antes. Concordo com você na questão do mocinho matar, onde sempre acontece uma das coisas citadas – ou desiste, ou faz apenas quando é forçado. Coulson não fez nenhuma das duas coisas. Matou por pura vingança, era o “fechamento” dele. E achei muito ousado trazerem The Walking Ward, vamos agora ver mais uma camada interessante do ator. Agora, ô longa espera até o 8 de março, viu!

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planocritico 11 de dezembro de 2015 - 00:52

@Brito_Matheus:disqus, foi um bom episódio, mas, para mim, abaixo dos que vieram antes. Mesmo assim, o momento Coulson-Ward foi fenomenal.

E adorei seu The Walking Ward! Vou roubar, HAHHAAHAHHAAHA!

A coisa boa da espera até março é que temos Agent Carter no meio, não se esqueça! Peggy Carter arrasa!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Brito 11 de dezembro de 2015 - 22:34

Claro! Felizmente existe Agent Carter em nossas vidas, para preencher esse longo espaço de janeiro a março com seu delicioso sotaque britânico rs

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 22:40

E seus cabelos sedosos, lábios carnudos, pernas tornea… aham, peraí, foi mal, deixei-me levar aqui pela empolgação por um momento… 🙂

– Ritter.

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