Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X04: Let Me Stand Next to Your Fire

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X04: Let Me Stand Next to Your Fire

por Ritter Fan
96 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel aqui.

Dentre os váritos méritos de Agents of S.H.I.E.L.D., o que mais prezo, sem dúvida alguma, é a constante qualidade de seus episódios. Não falo apenas desta temporada, mas sim da série como um todo até agora. Depois da “curva de aprendizado” que foi sua primeira temporada, o que veio em seguida mostrou maturidade e capacidade de reinvenção de forma constante. E, acima de tudo, fugindo da fórmula padrão de séries de mais de 20 episódios, os showrunners foram capazes de criar arcos temáticos que passam ao largo da estrutura de vilões da semana, emulando com eficiência arcos de quadrinhos.

E não, não considero a série excepcional. Longe disso, na verdade. Mas ela, como disse, mantem uma constância que pouco se vê por aí e, melhor ainda, uma constância que está acima da média de seus pares em praticamente todos os quesitos, de fotografia a montagem, de atuações a coreografias. Mesmo tendo tido dúvidas sobre a real necessidade de se continuar a série depois de três temporadas que marcadamente têm começo, meio e fim e fecham um arco macro, começo a notar que Jed Whedon e companhia realmente continuam sabendo o que estão fazendo e parecem capazes de manter o navio em um curso sadio e preciso.

Let Me Stand Next to Your Fire é a prova disso. Se em Uprising o foco virou para Coulson e sua equipe na ótima missão de resgate a Yo-Yo contra os Cães de Guarda, deixando uma chorona Daisy em uma situação mal-acabada com Robbie, no novo episódio as pontas soltas e as narrativas paralelas finalmente tangenciaram e, ainda por cima, com o bônus da volta do inumano James – ou Infernal, que, nos quadrinhos, é descendente do Cavaleiro Fantasma, a primeira versão do Ghost Rider – em uma reviravolta interessante e bem construída, mesmo considerando que ela é introduzida e resolvida no próprio episódio.

Quando vemos James fora do controle de Colmeia, ele parece bem diferente de sua versão original, o que logo me fez ligar o alarme de algo não estava certo. Ou era isso ou teríamos que aceitar um Infernal domado e depressivo como Daisy, o que ainda bem não foi o caso, já que ele é revelado como sendo o inumano que ajuda os Cães de Guarda a caçarem seus pares.

E o mais interessante é que o roteiro trabalha a reunião da equipe de forma indireta, sempre tentando jogar aquela “bola curva” para o espectador. Primeiro temos a impressão de que a visita para Eli Morrow na prisão é Robbie, mas, na verdade, é Coulson tentando entender o que aconteceu no laboratório onde ele trabalhara. Depois, temos a sequência em que Simmons é atraída para uma armadilha de Daisy, que precisa de ajuda médica. Com isso, há um “troca” de parceiros, com Robbie ajudando Coulson e Mack depois de uma ótima perseguição automobilística com direito a alfinetada à franquia Velozes e Furiosos e Daisy juntando-se a Simmons em uma bem-vinda inversão da lógica até agora estabelecida que quebra com o pareamento menos do que interessante entre a inumana e o caveiroso.

Com isso, o roteiro de Matt Owens, que estreia na série e já mostra a que veio, usa truques narrativos para mexer com nossa percepção já pre-estabelecida sobre os personagens, truques esses que comentam de maneira inteligente o Teste de Turing por que Radcliffe faz Aida passar, usando uma May em recuperação como instrumento. Aliás, a inserção de Aida de maneira mais incisiva dentro da história também é uma excelente adição à série, especialmente depois da potencialmente perigosa conversa de Radcliffe com ela em que ele ensina que mentir nem sempre é maléfico. O potencial dessa lição pode ser mais explosivo do que a luta entre Robbie e James no armazém.

Falando nisso, a inevitável e aguardada (pelo menos desde o primeiro segundo em que o nome de James é mencionado no episódio) pancadaria, apesar de curta demais, é muito gratificante. Não só temos novamente uma boa coreografia que envolve toda a equipe, como o embate em si entre os dois faz referências expressas aos quadrinhos ao inspirar Robbie a usar correntes como uma de suas armas (para quem não sabe, o Motoqueiro Fantasma original – Johnny Blaze – usa correntes como instrumentos de punição). Além disso, com exceção da parede de cartolina e isopor que é tão falsa que dói, os efeitos de fogo em computação gráfica continuam muito bons, ainda que a economia em seu uso tenha sido levemente – para usar um eufemismo – frustrante. Espero, também, que a participação de James na série não fique restrita a este momento.

No dénouement, não só toda a equipe está reunida, como Robbie passa a fazer parte dela pelo menos por enquanto, com as miras todas focadas nos fantasmas e na procura ao misterioso Darkhold, O Livro dos Pecados, com direito a Coulson soltar, em uma frase só, uma espécie de forte lembrete de que estamos sim em um universo compartilhado. Afinal, ele fala não só que ninguém nunca achou o tal livro, como também que ilustres personagens como Caveira Vermelha, Daniel Whitehall e Nick Fury já tentaram e não conseguiram. Considerando que estamos a dois capítulos da semana de lançamento do longa do Doutor Estranho e que o referido livro é costumeiramente conectado com o Mago Supremo da Marvel, é possível que tenhamos um crossover baseado justamente neste aspecto.

Let Me Stand Next to Your Fire é mais um sólido episódio da quarta temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. que ainda não apresentou nada particularmente memorável, mas que, a se levar em conta o padrão das temporadas anteriores, provavelmente apresentará em breve. É só uma questão de tempo e de confiança nos showrunners, pois isso eles já fizeram por merecer.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X04: Let Me Stand Next to Your Fire (EUA, 18 de outubro de 2016)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Brad Turner
Roteiro: Matt Owens
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Gabriel Luna, Lorenzo James Henrie, Mallory Jansen, Lilli Birdsell, Briana Venskus, Maximilian Osinski, Ricardo Walker, Wilson Ramirez, Jen Sung, Jason O’Mara, Parminder Nagra, Lorenzo James Henrie
Duração: 44 min.

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34 comentários

Ricardo Heydersoon 27 de outubro de 2016 - 15:27

Esse episódio pra mim foi importante pra entender a Daisy, eu estava achando muito sem noção essa atitude dela de sair em penitência, mais depois do James eu acabei interpretando como se fosse uma experiência que só quem passou sabe como realmente é. Vê que a atitude extrema da Daisy de abandonar a SHIELD e sair em busca de fazer justiça em prol do povo dela parece ser uma consequência da influência do Hive e isso ficou claro quando o James revelou que ele também não lidou muito bem e cada um tomou um caminho diferente, ela se tornou uma heroína do Inhumans e ele um carrasco, pra mim ficou condizente. A dupla Daisy-Jemma foi tão legal, o sorrisinho dela quando disse “Também senti sua falta”, pra mim a Elizabeth é uma atriz de sutileza, não precisa fazer caras e bocas, é uma das minhas atrizes favoritas atualmente. E por último, é tão bom assistir uma série onde personagens adultos se comportam como adultos, os motivos do Fitz esconder a Aida da Jemma é tão obvio mais que se fosse em outras séries seria drama pro resto da temporada, mas em AoS se tornou um passo a mais no relacionamento deles e condiz com o crescimento deles durante essa quatro temporadas e ainda rendeu uma cena fofa e engraçada.

Responder
planocritico 28 de outubro de 2016 - 14:33

De fato, @ricardoheydersoon:disqus , mas o artifício de Daisy grunge-depressiva-chorona já está começando a cansar. E eu nem necessariamente quero que ela volte a fazer parte do grupo principal, mas que pelo menos ela encontre seu norte e siga em frente.

E concordo plenamente que é um alívio ver adultos comportando-se como adultos em séries de super-herói. Aquele ar adolescente-bobalhão de outras séries por aí dá nos nervos…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de outubro de 2016 - 14:33

De fato, @ricardoheydersoon:disqus , mas o artifício de Daisy grunge-depressiva-chorona já está começando a cansar. E eu nem necessariamente quero que ela volte a fazer parte do grupo principal, mas que pelo menos ela encontre seu norte e siga em frente.

E concordo plenamente que é um alívio ver adultos comportando-se como adultos em séries de super-herói. Aquele ar adolescente-bobalhão de outras séries por aí dá nos nervos…

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Heydersoon 28 de outubro de 2016 - 15:01

Como disse, eu compreendi a atitude dela, mas tbm não tô gostando muito não, ela não tá lembrando muito a personagem que aprendemos a amar, mais tem seu lado bom, o tempo de tela foi diminuído e o destaque foi dividido pra equipe. Nessa temporada há menos protagonismo de um personagem e mais pra equipe em si.

Responder
Ricardo Heydersoon 28 de outubro de 2016 - 15:01

Como disse, eu compreendi a atitude dela, mas tbm não tô gostando muito não, ela não tá lembrando muito a personagem que aprendemos a amar, mais tem seu lado bom, o tempo de tela foi diminuído e o destaque foi dividido pra equipe. Nessa temporada há menos protagonismo de um personagem e mais pra equipe em si.

Responder
planocritico 28 de outubro de 2016 - 20:39

Verdade. A série ganhou mais “unicidade” e todo mundo vem dividindo irmãmente o tempo de tela. Tá bem bacana!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de outubro de 2016 - 20:39

Verdade. A série ganhou mais “unicidade” e todo mundo vem dividindo irmãmente o tempo de tela. Tá bem bacana!

Abs,
Ritter.

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Ricardo Heydersoon 27 de outubro de 2016 - 15:27

Esse episódio pra mim foi importante pra entender a Daisy, eu estava achando muito sem noção essa atitude dela de sair em penitência, mais depois do James eu acabei interpretando como se fosse uma experiência que só quem passou sabe como realmente é. Vê que a atitude extrema da Daisy de abandonar a SHIELD e sair em busca de fazer justiça em prol do povo dela parece ser uma consequência da influência do Hive e isso ficou claro quando o James revelou que ele também não lidou muito bem e cada um tomou um caminho diferente, ela se tornou uma heroína do Inhumans e ele um carrasco, pra mim ficou condizente. A dupla Daisy-Jemma foi tão legal, o sorrisinho dela quando disse “Também senti sua falta”, pra mim a Elizabeth é uma atriz de sutileza, não precisa fazer caras e bocas, é uma das minhas atrizes favoritas atualmente. E por último, é tão bom assistir uma série onde personagens adultos se comportam como adultos, os motivos do Fitz esconder a Aida da Jemma é tão obvio mais que se fosse em outras séries seria drama pro resto da temporada, mas em AoS se tornou um passo a mais no relacionamento deles e condiz com o crescimento deles durante essa quatro temporadas e ainda rendeu uma cena fofa e engraçada.

Responder
Guilherme Brendel 27 de outubro de 2016 - 12:21

O James tem aquele ar cínico e pilantra, supri um pouco a falta do Ward.

Responder
planocritico 27 de outubro de 2016 - 14:36

Verdade. Pena que eu acho que ele não vá aparecer tanto…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de outubro de 2016 - 14:36

Verdade. Pena que eu acho que ele não vá aparecer tanto…

Abs,
Ritter.

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Guilherme Brendel 27 de outubro de 2016 - 12:21

O James tem aquele ar cínico e pilantra, supri um pouco a falta do Ward.

Responder
Batman 22 de outubro de 2016 - 13:20

É tão bom ver uma série que foge do padrão mais do mesmo das séries de mais de 20 eps.

Responder
planocritico 22 de outubro de 2016 - 15:13

É um alívio mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de outubro de 2016 - 15:13

É um alívio mesmo!

Abs,
Ritter.

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Batman 22 de outubro de 2016 - 13:20

É tão bom ver uma série que foge do padrão mais do mesmo das séries de mais de 20 eps.

Responder
Júnior Souza 20 de outubro de 2016 - 23:47

Ótima crítica.
Só estou achando que o motorista/condutor/motoqueiro fantasma está aparecendo muito pouco.
Ao invés de mostrar a trnasformção do rosto (que está muito bem feita), eles deveriam gastar os recursos nas lutas. Essa luta dele com o James foi muito curta. Eu queria mais.
Abraço

Responder
planocritico 21 de outubro de 2016 - 14:01

@disqus_QJ7q0YNN0V:disqus , realmente a luta neste episódio foi bem curta. Poderiam ter feito algo mais longo. Mas não tenho muito a reclamar sobre as aparições do Ghost Rider. Se ele aparecer demais, a série deixa de ser Agents of Shield…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 21 de outubro de 2016 - 14:01

@disqus_QJ7q0YNN0V:disqus , realmente a luta neste episódio foi bem curta. Poderiam ter feito algo mais longo. Mas não tenho muito a reclamar sobre as aparições do Ghost Rider. Se ele aparecer demais, a série deixa de ser Agents of Shield…

Abs,
Ritter.

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Júnior Souza 20 de outubro de 2016 - 23:47

Ótima crítica.
Só estou achando que o motorista/condutor/motoqueiro fantasma está aparecendo muito pouco.
Ao invés de mostrar a trnasformção do rosto (que está muito bem feita), eles deveriam gastar os recursos nas lutas. Essa luta dele com o James foi muito curta. Eu queria mais.
Abraço

Responder
Bruno 20 de outubro de 2016 - 08:12

Enfim o time junto novamente… Fogo contra fogo! E eu esperava mais dessa luta…Foi um episódio bacana, soube trabalhar os três plots, Aida, Cães Raivosos e Motorista Fantasma/Darkhold. Agora é esperar que a história engrene!!!

Responder
Bruno 20 de outubro de 2016 - 08:12

Enfim o time junto novamente… Fogo contra fogo! E eu esperava mais dessa luta…Foi um episódio bacana, soube trabalhar os três plots, Aida, Cães Raivosos e Motorista Fantasma/Darkhold. Agora é esperar que a história engrene!!!

Responder
planocritico 20 de outubro de 2016 - 11:53

Acho que agora engrenou!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno 20 de outubro de 2016 - 13:30

Torcendo aqui

Responder
Bruno 20 de outubro de 2016 - 13:30

Torcendo aqui

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planocritico 20 de outubro de 2016 - 11:53

Acho que agora engrenou!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de outubro de 2016 - 00:59

Crítica maravilhosa como sempre, muito gostosa de se ler. Eu gostei bastante deste episodio, o embate do Hellfire e a ”passagem” de corrente , simplesmente adorei! Eu acho uma jogada bastante inteligente dos produtores, colocarem o livro Darkhold na historia , mostrando que não precisam dos personagens dos filmes nas séries. Bastam objetos e os elementos certos para isto.Acho bem mais interessante ,até porque os vingadores não estão em todas as historias, cada grupo e heroi possui o seu próprio microuniverso. Estou bastante ansiosa para o próximo episodio que mostrará a origem , a transformação do Robbie em Ghost Rider. Será que já veremos Mephisto no quinto episodio? O que você acha Ritter? hype hype kkkkk

Responder
planocritico 20 de outubro de 2016 - 01:05

Obrigado, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus !

Tem muita gente que reclama que as séries e filmes da Marvel não são verdadeiramente conectados, mas eu penso exatamente como você: essas menções e os objetos são suficientes, pois cada personagem ou grupo de personagens tem seu próprio mundinho e eles não se interconectam de verdade sempre. Acho bem melhor assim, pois não engessa o andamento de nada.

Olha, sobre o próximo episódio, imagino que, se Mephisto aparecer, será algo, digamos, discreto. Tipo um cara nas sombras, uma voz oferecendo o pacto ou até mesmo um “cara normal” conversando com Robbie, muito na linha do clássico oitentista Coração Satânico.

Mas acho que, de toda forma, tem potencial para ser um grande episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 20 de outubro de 2016 - 01:05

Obrigado, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus !

Tem muita gente que reclama que as séries e filmes da Marvel não são verdadeiramente conectados, mas eu penso exatamente como você: essas menções e os objetos são suficientes, pois cada personagem ou grupo de personagens tem seu próprio mundinho e eles não se interconectam de verdade sempre. Acho bem melhor assim, pois não engessa o andamento de nada.

Olha, sobre o próximo episódio, imagino que, se Mephisto aparecer, será algo, digamos, discreto. Tipo um cara nas sombras, uma voz oferecendo o pacto ou até mesmo um “cara normal” conversando com Robbie, muito na linha do clássico oitentista Coração Satânico.

Mas acho que, de toda forma, tem potencial para ser um grande episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de outubro de 2016 - 01:13

Realmente no próximo episodio, deve ser tipo um cara nas sombras mesmo. Mas acredito que a serie pode adaptar a aparência demoníaca do personagem . Eles fizeram um ótimo trabalho com Lash, isso deve ficar para a segunda metade da temporada.
https://uploads.disquscdn.com/images/ea81a63ea52334a274fefe1533e6546174874a9b5d1c1516cddda84707c95428.jpg

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Stella 20 de outubro de 2016 - 01:13

Realmente no próximo episodio, deve ser tipo um cara nas sombras mesmo. Mas acredito que a serie pode adaptar a aparência demoníaca do personagem . Eles fizeram um ótimo trabalho com Lash, isso deve ficar para a segunda metade da temporada.
https://uploads.disquscdn.com/images/ea81a63ea52334a274fefe1533e6546174874a9b5d1c1516cddda84707c95428.jpg

Responder
planocritico 20 de outubro de 2016 - 01:28

Não tenho receio do uso da aparência demoníaca do personagem na série, mas confesso que não sei se Mefisto combina bem com Agents of SHIELD como um vilão da série. Preferiria que ele ganhasse destaque nos filmes tamanho é seu potencial. Mas vamos ver. Como disse, os showrunners têm merecido toda a minha confiança até agora.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 20 de outubro de 2016 - 01:28

Não tenho receio do uso da aparência demoníaca do personagem na série, mas confesso que não sei se Mefisto combina bem com Agents of SHIELD como um vilão da série. Preferiria que ele ganhasse destaque nos filmes tamanho é seu potencial. Mas vamos ver. Como disse, os showrunners têm merecido toda a minha confiança até agora.

Abs,
Ritter.

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Stella 20 de outubro de 2016 - 00:59

Crítica maravilhosa como sempre, muito gostosa de se ler. Eu gostei bastante deste episodio, o embate do Hellfire e a ”passagem” de corrente , simplesmente adorei! Eu acho uma jogada bastante inteligente dos produtores, colocarem o livro Darkhold na historia , mostrando que não precisam dos personagens dos filmes nas séries. Bastam objetos e os elementos certos para isto.Acho bem mais interessante ,até porque os vingadores não estão em todas as historias, cada grupo e heroi possui o seu próprio microuniverso. Estou bastante ansiosa para o próximo episodio que mostrará a origem , a transformação do Robbie em Ghost Rider. Será que já veremos Mephisto no quinto episodio? O que você acha Ritter? hype hype kkkkk

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