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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X08: The Laws of Inferno Dynamics

por Ritter Fan
130 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel aqui.

The Laws of Inferno Dynamics não é um episódio comum de metade de temporada. Seu passo é lento. Sua construção é expositiva. Seu cliffhanger, apesar de muito interessante, não é daqueles de deixar as pessoas boquiabertas.

Mesmo assim – e talvez por isso mesmo -, o encerramento do arco Ghost Rider foi uma aula de como séries longas devem trabalhar seu material.

Lembrem aqui comigo por um momento o primeiro e mais importante fator: a quarta temporada foi um reboot light da série como um todo. E isso significa que, basicamente, todas as “peças” sofreram rearrumações no tabuleiro. Foi o que vimos com Daisy depressiva, Coulson como agente de campo, a apresentação de um novo – e inumano! – diretor -da S.H.I.E.L.D., o novo status da própria agência, que volta à público, o envolvimento de Robbie Reyes, um novo super-ser, na narrativa, a ameaça fantasma da Senadora Ellen Nadeer, a trama paralela envolvendo o Professor Radcliffe e sua bela androide Aida e a nova dinâmica entre Fitz e Simmons. E tudo isso em um semestre atípico, em que a emissora se viu forçada a estabelecer um hiato fora de momento de três semanas que não permitiu que a temporada chegasse aos regulamentares 10 episódios antes do encerramento do arco.

Assim, Jed Whedon, Maurissa Tancharoen e Jeffrey Bell tiveram que trabalhar seu “recomeço” e o fechamento da primeira história em apenas oito episódios, algo que eles fizeram sem que a trama parecesse corrida e sem que as soluções fossem tiradas magicamente da cartola, algo que já é um mérito por si só. Claro que houve erros, o mais claro deles sendo a forma como Daisy foi tratada, separada do grupo maior e sem um rumo interessante dentro do arco, mas a grande verdade é que os problemas foram aos poucos sendo corrigidos e chegando a um final lógico e centrado, ainda que não exatamente perfeito.

The Laws of Inferno Dynamics é, acima de tudo, um ponto de convergência que entrega um fim ao mesmo tempo que um começo, sem parecer que vemos duas narrativas separadas. Há uma certa fluidez que torna natural o caminho trilhado desde o começo da temporada e que é cuidadosamente amarrado pelo roteiro de Paul Zbyszewski, que escreveu o emocionante Parting Shot. No episódio, o foco principal é o encerramento do arco de Robbie Reyes e que envolve seu tio Eli e o Darkhold. Todo o conceito de dimensões paralelas, ciência avançada que parece mágica (ou mágica que parece ciência avançada, pode escolher) e o próprio Motorista Fantasma é costurado em um final que não tenta ser enigmático ou melodramático e que ecoa o filme Marvel do momento, Doutor Estranho. Muito ao contrário, há uma certa simplicidade no que acontece – e no que não acontece – que chega a, algumas vezes, quebrar o ritmo narrativo, como as diversas sequências com Robbie “espetado” na parede da câmara de plutônio sem que nada aconteça de verdade. Há, também, muito diálogo expositivo e pseudo-científico que não ajuda muito no desenvolvimento do episódio e pouco foco nas intenções de Eli Morrow que é pintado como um personagem muito mais raso do que parecia ser. Afinal, ele busca apenas vingança pelo preconceito que sofreu a vida toda, algo que é somente apresentado neste momento e, portanto, fica jogado dentro da narrativa.

Mas, no final das contas, o sacrifício de Robbie para levar o tio para outra dimensão – ou para o espaço entre dimensões, não sei – faz sentido dramático dentro do que o arco se propõe, pois elimina a ameaça assim como o novo super-herói. Não que este seja um final definitivo, já que ele é aberto o suficiente para que ambos voltem em algum momento no futuro, seja em Agents of S.H.I.E.L.D., seja em uma série própria, especialmente depois que, ainda que en passant, Coulson tenha confirmado que sabia da existência do “outro Ghost Rider” quase citando Johnny Blaze nominalmente.

Simultaneamente, e dentro da lógica estabelecida logo no episódio anterior, Aida sai de uma personagem mais mencionada do que vista para o primeiro plano do episódio com seu conhecimento do Darkhold e de como ajudar a equipe a derrotar Eli. Mais uma vez a “mágica científica” que ela aprendeu a manipular é mostrada e a androide ganha outra faceta e passa a efetivamente funcionar como um Life Model Decoy, sacrificando-se pela equipe e sentido dor extrema por isso. Há um interessante toque de nobreza na personagem que torna sua ações escusas ainda mais intrigantes. O que exatamente ela quer com a substituição de May por uma androide que ela mesmo construíra provavelmente de forma secreta, sem conhecimento de Radcliffe? Afinal, androides vilanescos são lugar-comum na mitologia do Universo Marvel dos quadrinhos e, também, de certa forma, dentro do Universo Cinematográfico Marvel. Portanto, mais um seria uma repetição talvez desnecessária e, com o espaço que a série tem, é possível algo mais sofisticado, menos óbvio, mais intrigante.

E esse, claro, será o mote do segundo arco da temporada, que foi bem propriamente intitulado de LMD. Aliás, essa é uma razão para se concluir que ele não será apenas uma repetição de baixo orçamento de Era de Ultron. Será que a Senadora terá alguma relação com isso? Afinal, não conhecemos, ainda, o grande vilão da temporada – se é que há um vilão – e ele pode estar sendo construído nas sombras ou debaixo de nossos narizes.

O que me leva ao Diretor Mace. Bonitão, inumano, super-poderoso e, agora, de uniforme (uma divertida referência ao Patriota, a persona super-heroística dele nos quadrinhos), ele tem tudo para ser o rosto e o coração da S.H.I.E.L.D., mas há algo de estranho ali. Ao longo da temporada, o espectador foi manipulado para desconfiar, gostar e depois desconfiar dele mais uma vez, em uma gangorra de sentimentos incomum para séries desse tipo em que normalmente só os lados mais extremos do espectro são explorados. Mace tem sido tratado de forma dúbia e, em The Laws of Inferno Dynamics essa duplicidade permanece e é talvez amplificada pela desconfiança explícita de Coulson que, por ter a “nossa confiança”, nos instrui a ficar com os pés atrás em relação ao diretor. Será que Mace tem um propósito maior ou ele realmente está agindo em seu próprio interesse, como acha Coulson? Seria desapontador, confesso, se for algo egoísta assim. E também seria desapontador um inimigo misterioso surgindo do nada. Mesmo considerando que reviravoltas como a que sugiro já foi explorada na série com Grant Ward, creio ainda haver espaço para algo semelhante com Mace.

Yo-Yo, que ganhará sua websérie spin-offSlingshot – também é destaque no episódio, algo sempre bem vindo diante do carisma de seu personagem e da boa química que tem com Mack. Ainda que longe de ser original, foi prazeroso ver a inumana repetir a famosa sequência em câmera lenta protagonizada por Mercúrio em X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido e isso depois de também ser utilizada no “corredor de fogo” de Eli mais para o começo. Mais uma vez a série ganha pontos pelo uso econômico, mas preciso de efeitos especiais tanto aqui quanto na breve sequência de transformação de Robbie. De toda maneira, fica a pergunta que decorre da presença de Yo-Yo: será que veremos Joey novamente no próximo arco?

E, finalmente, Daisy volta à equipe, algo cuja pedra havia sido cantada desde o começo. Nada de choradeira, de maquiagem borrada, de braços quebradiços. Chloe Benett parece estar realmente de volta e tem tudo para fazer com que sua ótima química com Clark Gregg e demais do elenco faça a personagem retomar o destaque que ganhou ao longo das três primeiras temporadas. Será particularmente interessante vê-la em choque constante com o diretor e sendo talhada por Coulson para ser o verdadeiro rosto inumano da agência.

O midseason finale foi mais parado do que se espera, mas muito mais redondo do que também se espera. A troca dos fogos de artifício por algo mais centrado e coeso, ainda que com problemas, mostra que a quarta temporada tem tudo para manter e até superar o costumeiro nível da série, além de deixar claro o amadurecimento constante do trabalho dos showrunners que transformaram uma criação não mais do que mediana em um destaque dentro do gênero das séries baseadas em quadrinhos mainstream.

*Agents of S.H.I.E.L.D. volta dia 10 de janeiro de 2017.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X08: The Laws of Inferno Dynamics (EUA, 06 de dezembro de 2016)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Kevin Tancharoen
Roteiro: Paul Zbyszewski
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Gabriel Luna, Lorenzo James Henrie, Mallory Jansen, Lilli Birdsell, Briana Venskus, Maximilian Osinski, Ricardo Walker, Wilson Ramirez, Jen Sung, Jason O’Mara, Parminder Nagra, Lorenzo James Henrie
Duração: 44 min.

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63 comentários

Jhiullio Boltagon 1 de julho de 2017 - 21:48

Eu imagine que o Darkhold mexia com a mente das pessoas, enganando-as para sutilmente o ajudar a trazer”O Mal”para nossa dimensão. Eu esperava que o plano do Eli seria abrir um portal para demônios entrarem no nosso mundo ou que em algum momento o dono do livro aparecesse para reivindicar quem estaria ‘roubando’ sua energia. Acabou que deram explicações mais científicas. Apesar disso gostei do arco, conseguiram trazer coisas novas para as séries da Marvel, mesmo vendo o místico de forma tímida.

Responder
planocritico 2 de julho de 2017 - 14:51

@jhiullioboltagon:disqus , isso é normal em AoS. A série não tem orçamento para entrar de cabeça no lado místico. Já foi um esforço bem grande colocarem o Motorista Fantasma nesse arco. Mas continue vendo que essa temporada melhora MUITO!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 8 de fevereiro de 2017 - 09:08

bom, finalmente estou colocando AoS em dia. Assisti o 4×7 e 4×8 ontem e digo que fiquei muito satisfeito com o resultado.

Concordo que as motivações do Tio Eli foram rasas e do tipo estereotipada do vilão com complexo de Deus, mas convenhamos ele somente virou vilão no sexto episódio…

Porém os méritos superam por muito estes problemas.

Hoje vou assistir do 4×9 ao 4×12, vamos ver se LMD se sustenta sozinho ou será somente uma ponte para o terço final da temporada.

abraços

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 8 de fevereiro de 2017 - 09:08

bom, finalmente estou colocando AoS em dia. Assisti o 4×7 e 4×8 ontem e digo que fiquei muito satisfeito com o resultado.

Concordo que as motivações do Tio Eli foram rasas e do tipo estereotipada do vilão com complexo de Deus, mas convenhamos ele somente virou vilão no sexto episódio…

Porém os méritos superam por muito estes problemas.

Hoje vou assistir do 4×9 ao 4×12, vamos ver se LMD se sustenta sozinho ou será somente uma ponte para o terço final da temporada.

abraços

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2017 - 15:20

Cara, continue, pois LMD está sendo melhor do que Ghost Rider!

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 27 de dezembro de 2016 - 14:07

Cara, estou gostando dessa temporada mais do que eu pensei que ia gostar. Esse último episódio então foi fenomenal. Os efeitos especiais, o Diretor Mace de uniforme, Aida se revelando, os diálogos ácidos e irreverentes do Coulson, a equipe trabalhando em uníssono… show!
Só perde pro episódio 7, porque é só nele que você vai encontrar o VERDADEIRO Ghost Rider! #voltapromackmotoca
Vlaeu Ritter, valeu plano Crítico, 2017 tá aí! Vou dar uma de @katebishop: LMD, OMG! hahaha

Responder
planocritico 27 de dezembro de 2016 - 19:08

É, também estou gostando mais do que achava que iria gostar… E isso me dá mais medo ainda em razão do possível cancelamento da série por baixa audiência…

Feliz 2017, @rodrigopatini:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de dezembro de 2016 - 19:08

É, também estou gostando mais do que achava que iria gostar… E isso me dá mais medo ainda em razão do possível cancelamento da série por baixa audiência…

Feliz 2017, @rodrigopatini:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Wesley Bruno 21 de dezembro de 2016 - 18:55

Ritter, não vai falar de Slingshot? Eu reclamei de ser tão curta mas adorei quando vi.

Responder
Wesley Bruno 21 de dezembro de 2016 - 18:55

Ritter, não vai falar de Slingshot? Eu reclamei de ser tão curta mas adorei quando vi.

Responder
planocritico 21 de dezembro de 2016 - 22:49

Sai essa semana!

– Ritter.

Responder
planocritico 21 de dezembro de 2016 - 22:49

Sai essa semana!

– Ritter.

Responder
Jose Aquiles 18 de dezembro de 2016 - 19:54

Por que o hiato de três semanas? Algo a ver com a eleição de Trump? (Rssssss) Parabéns pela crítica, só queria fazer menção da reação de Dayse quando coulson sugere que ela poderia ser diretora da shield: “só na versão dos quadrinhos “. Muito bom.

Responder
Jose Aquiles 18 de dezembro de 2016 - 19:54

Por que o hiato de três semanas? Algo a ver com a eleição de Trump? (Rssssss) Parabéns pela crítica, só queria fazer menção da reação de Dayse quando coulson sugere que ela poderia ser diretora da shield: “só na versão dos quadrinhos “. Muito bom.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2016 - 20:23

Foram as eleições americanas na primeira semana e, nas outras duas, edições especiais de programas de reality show da ABC. Uma palhaçada…

E sim, esse momento de Daisy foi ótimo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2016 - 20:23

Foram as eleições americanas na primeira semana e, nas outras duas, edições especiais de programas de reality show da ABC. Uma palhaçada…

E sim, esse momento de Daisy foi ótimo!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 15 de dezembro de 2016 - 00:09

Cheguei tarde para comentar mas cheguei. Fiquei muito dividida em relação a este episodio , esperava mais, justamente por ser um midseason finale. Yo Yo está ganhando bastante destaque e acho isto ótimo, a cena em referencia ao mercúrio da versão da Fox ficou de primeira. Mas toda vez que a Yo Yo aparece tenho impressão que está tocando a musica do The Flash , é muito parecida .

Aida tem um potencial de desenvolvimento grande, espero que não desperdicem e a transformem em um Ultron do sexo feminino. Se a série resolveu seguir um caminho mais maduro no estilo Netflix ,que trabalhe de forma semelhante ao filme Ex machina , envolvendo aspectos psicológicos , uma trama densa. A Daisy teve lá o seu destaque , descobrindo ”novos poderes” como absorver tremores em grandes quantidades. Vejo muito potencial aí, Daisy nas HQs já teve seus momentos no qual bateu de frente com o personagem mega poderoso Sentinela.

Abs, Stella

Responder
Stella 15 de dezembro de 2016 - 00:09

Cheguei tarde para comentar mas cheguei. Fiquei muito dividida em relação a este episodio , esperava mais, justamente por ser um midseason finale. Yo Yo está ganhando bastante destaque e acho isto ótimo, a cena em referencia ao mercúrio da versão da Fox ficou de primeira. Mas toda vez que a Yo Yo aparece tenho impressão que está tocando a musica do The Flash , é muito parecida .

Aida tem um potencial de desenvolvimento grande, espero que não desperdicem e a transformem em um Ultron do sexo feminino. Se a série resolveu seguir um caminho mais maduro no estilo Netflix ,que trabalhe de forma semelhante ao filme Ex machina , envolvendo aspectos psicológicos , uma trama densa. A Daisy teve lá o seu destaque , descobrindo ”novos poderes” como absorver tremores em grandes quantidades. Vejo muito potencial aí, Daisy nas HQs já teve seus momentos no qual bateu de frente com o personagem mega poderoso Sentinela.

Abs, Stella

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2016 - 15:14

Nunca é tarde, cara @disqus_9KZLz8G0wg:disqus !

Acho que foi um midseason finale interessante. Inesperado no estilo, mas interessante. Yo-Yo é ótima. Ganhou até uma websérie, já viu?

Puxa, se começarem discussões do tipo Ex Machina ficarei MUITO feliz. Seria fenomenal mesmo. Não sei, porém, se essa pegada mais cerebral funcionaria para atrair mais espectadores…

A Daisy foi fundamentalmente chata nesse começo de temporada. Mas o pouco que ela fez fora ficar deprimida, foi realmente muito bom. Tomara que, agora, ela torne a ser desenvolvida.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 15 de dezembro de 2016 - 17:34

Sim assisti e adorei. Eu acho que seria melhor se fosse apenas um episodio especial, funcionaria melhor na minha opinião. Daisy realmente foi um porre kkkkkk neste episodio , ela voltou a ser o que era.

Responder
Stella 15 de dezembro de 2016 - 17:34

Sim assisti e adorei. Eu acho que seria melhor se fosse apenas um episodio especial, funcionaria melhor na minha opinião. Daisy realmente foi um porre kkkkkk neste episodio , ela voltou a ser o que era.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2016 - 15:36

Em breve eu trarei a crítica de Slingshot para cá!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2016 - 15:14

Nunca é tarde, cara @disqus_9KZLz8G0wg:disqus !

Acho que foi um midseason finale interessante. Inesperado no estilo, mas interessante. Yo-Yo é ótima. Ganhou até uma websérie, já viu?

Puxa, se começarem discussões do tipo Ex Machina ficarei MUITO feliz. Seria fenomenal mesmo. Não sei, porém, se essa pegada mais cerebral funcionaria para atrair mais espectadores…

A Daisy foi fundamentalmente chata nesse começo de temporada. Mas o pouco que ela fez fora ficar deprimida, foi realmente muito bom. Tomara que, agora, ela torne a ser desenvolvida.

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Heydersoon 14 de dezembro de 2016 - 12:34

Essa primeira parte foi muito boa, mas acho que o fato de ser apenas 8 episódios atrapalhou o desenvolvimento do Eli, mesmo que os vilões dos primeiros arcos de AoS sejam bucha de canhão e apenas um meio pra um fim, ele ficou bem rasinho. Fiquei com a impressão de que essa temporada serão três arcos, pq pela promo do próximo episódio, já descobrirão os planos da Aida, entaocna acredito que esse arco vai perdurar por 14 episódios. O Jed deu uma entrevista dizendo que irão trabalhar as origens da Aida e do Ghost Rider, já que de certa forma ambos vem da mesma fonte (o cérebro da Aida tecido por magia), então acredito que até o fim da temporada a magia será aceita. Sobre a Aida, acho que ela quer realmente proteger as pessoas, acredito que ela não vai ser a vilã da temporada e tenho pra mim que ela descobriu um perigo futuro. Acho que ela não foi corrompida pelo livro, só adquiriu inteligência própria e o conhecimento sobre a magia e vai trazer o Robbie de volta. Ou assim espero, um robô vilão de novo não.
PS: O que foi aquele olhar da Aida pra Daisy, quando ela disse que ia sugar o tremores e que todos iam sair inteiros?
PS2: As cenas da Iô-Iô foram incríveis, AoS consegue fazer por um velocista coadjuvante o que The Flash não consegue fazer pelo protagonista.
PS3: os efeitos estão incríveis, desde o Ghost Rider, os portais até a cena da Quake saltando e caindo foram incríveis, imagina a Daisy com orçamento de um longa? Acho criativo as formas que eles dão uso aos poderes dela.
PS4: Slingshot é bem bacana, gostei e achei bem interessante, só achei muito curto kkkkk. Esclarece algumas coisas, espero que tenha mais web-series durante os hiatos.
Suas críticas são as melhores das que eu acompanho, sempre coesa e coerentes, mesmo que eu não concorde com algumas delas, e me fazem reavaliar os eps. Me tornei mais crítico depois que passei a acompanhar suas críticas. Devo admitir, estou um pouco mais chato e levemente razinza. A culpa é sua kkkkkkkkkk. De novo, suas críticas são as melhores!

Responder
Ricardo Heydersoon 14 de dezembro de 2016 - 12:34

Essa primeira parte foi muito boa, mas acho que o fato de ser apenas 8 episódios atrapalhou o desenvolvimento do Eli, mesmo que os vilões dos primeiros arcos de AoS sejam bucha de canhão e apenas um meio pra um fim, ele ficou bem rasinho. Fiquei com a impressão de que essa temporada serão três arcos, pq pela promo do próximo episódio, já descobrirão os planos da Aida, entaocna acredito que esse arco vai perdurar por 14 episódios. O Jed deu uma entrevista dizendo que irão trabalhar as origens da Aida e do Ghost Rider, já que de certa forma ambos vem da mesma fonte (o cérebro da Aida tecido por magia), então acredito que até o fim da temporada a magia será aceita. Sobre a Aida, acho que ela quer realmente proteger as pessoas, acredito que ela não vai ser a vilã da temporada e tenho pra mim que ela descobriu um perigo futuro. Acho que ela não foi corrompida pelo livro, só adquiriu inteligência própria e o conhecimento sobre a magia e vai trazer o Robbie de volta. Ou assim espero, um robô vilão de novo não.
PS: O que foi aquele olhar da Aida pra Daisy, quando ela disse que ia sugar o tremores e que todos iam sair inteiros?
PS2: As cenas da Iô-Iô foram incríveis, AoS consegue fazer por um velocista coadjuvante o que The Flash não consegue fazer pelo protagonista.
PS3: os efeitos estão incríveis, desde o Ghost Rider, os portais até a cena da Quake saltando e caindo foram incríveis, imagina a Daisy com orçamento de um longa? Acho criativo as formas que eles dão uso aos poderes dela.
PS4: Slingshot é bem bacana, gostei e achei bem interessante, só achei muito curto kkkkk. Esclarece algumas coisas, espero que tenha mais web-series durante os hiatos.
Suas críticas são as melhores das que eu acompanho, sempre coesa e coerentes, mesmo que eu não concorde com algumas delas, e me fazem reavaliar os eps. Me tornei mais crítico depois que passei a acompanhar suas críticas. Devo admitir, estou um pouco mais chato e levemente razinza. A culpa é sua kkkkkkkkkk. De novo, suas críticas são as melhores!

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2016 - 16:00

@ricardoheydersoon:disqus , não poderia deixar de começar pelo final e agradecer de coração seus elogios! Obrigado mesmo por eles e por seu prestígio!

Sobre seus comentários, realmente os 8 episódios espremeram a história de Eli, mas não sei se ele ou Robbie voltam ainda para eventual terceiro arco. Mas tomara que a Aida seja uma personagem de difícil definição. Nem má, nem boa, pelo menos não de início. Gosto dessa ideia de causar mal a humanos para protegê-los, algo muito caro na mitologia de Ultron.

E concordo. Os efeitos, apesar de serem razoavelmente raros na série, quando são usados, dão um show.

Ainda tenho que ver Slingshot para criticar! Em breve sai!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2016 - 16:00

@ricardoheydersoon:disqus , não poderia deixar de começar pelo final e agradecer de coração seus elogios! Obrigado mesmo por eles e por seu prestígio!

Sobre seus comentários, realmente os 8 episódios espremeram a história de Eli, mas não sei se ele ou Robbie voltam ainda para eventual terceiro arco. Mas tomara que a Aida seja uma personagem de difícil definição. Nem má, nem boa, pelo menos não de início. Gosto dessa ideia de causar mal a humanos para protegê-los, algo muito caro na mitologia de Ultron.

E concordo. Os efeitos, apesar de serem razoavelmente raros na série, quando são usados, dão um show.

Ainda tenho que ver Slingshot para criticar! Em breve sai!

Abs,
Ritter.

Responder
Júnior Souza 12 de dezembro de 2016 - 23:55

Ritter, vc enquanto consultor de filmes e séries, sabe me dizer se essa série da yoyo vai direto pra netflix ?
Como eu li webserie e streaming, fiquei na dúvida.
Ouvi dizer tb que vão ser apenas 6 episódios.
Então será uma webserie bem rapidinha né.
HAHAHAHA série da yoyo, rapidinha …
(piada besta).
Abraço

Responder
Júnior Souza 12 de dezembro de 2016 - 23:55

Ritter, vc enquanto consultor de filmes e séries, sabe me dizer se essa série da yoyo vai direto pra netflix ?
Como eu li webserie e streaming, fiquei na dúvida.
Ouvi dizer tb que vão ser apenas 6 episódios.
Então será uma webserie bem rapidinha né.
HAHAHAHA série da yoyo, rapidinha …
(piada besta).
Abraço

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2016 - 14:18

Netflix? Acho pouco provável, caro @disqus_QJ7q0YNN0V:disqus . Ela está sendo oferecia no app da ABC e no site deles apenas. Acho que são só 6 episódios mesmo.

E sim, a piada foi infame, mas inevitável! HAHAHAHHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Júnior Souza 14 de dezembro de 2016 - 08:40

Ok.
Muito obrigado.

Responder
Júnior Souza 14 de dezembro de 2016 - 08:40

Ok.
Muito obrigado.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2016 - 14:18

Netflix? Acho pouco provável, caro @disqus_QJ7q0YNN0V:disqus . Ela está sendo oferecia no app da ABC e no site deles apenas. Acho que são só 6 episódios mesmo.

E sim, a piada foi infame, mas inevitável! HAHAHAHHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Heydersoon 14 de dezembro de 2016 - 12:04

Tá no YouTube, só que em inglês. Mas foi legendado, procura ai que vc acha.

Responder
Júnior Souza 14 de dezembro de 2016 - 17:30

Ok. Valeu pela dica.

Responder
Júnior Souza 14 de dezembro de 2016 - 17:30

Ok. Valeu pela dica.

Responder
Ricardo Heydersoon 14 de dezembro de 2016 - 12:04

Tá no YouTube, só que em inglês. Mas foi legendado, procura ai que vc acha.

Responder
Huckleberry Hound 9 de dezembro de 2016 - 23:38

Vo assistir daqui a pouco os 2 últimos episódios depois eu voto!

Responder
Huckleberry Hound 9 de dezembro de 2016 - 23:38

Vo assistir daqui a pouco os 2 últimos episódios depois eu voto!

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 23:47

Aguardo! – Ritter.

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 23:47

Aguardo! – Ritter.

Responder
Nicolas Dias 9 de dezembro de 2016 - 19:52

Fiquei com um sentimento misto em relação a esse episódio, amarrou todas as pontas, acabou com a fase grunge rebelde da Daisy (obrigado R’hllor) e deixou um suspense interessante no ar, com esse plot da Aida. Mas ao mesmo tempo, senti que faltou algo, tudo levava a crer que teríamos um combate entre Eli e Robbie, faltou algo mais grandioso na conclusão desse plot. Foi um bom episódio, mas não o que eu esperava para mid season finale.

Responder
Nicolas Dias 9 de dezembro de 2016 - 19:52

Fiquei com um sentimento misto em relação a esse episódio, amarrou todas as pontas, acabou com a fase grunge rebelde da Daisy (obrigado R’hllor) e deixou um suspense interessante no ar, com esse plot da Aida. Mas ao mesmo tempo, senti que faltou algo, tudo levava a crer que teríamos um combate entre Eli e Robbie, faltou algo mais grandioso na conclusão desse plot. Foi um bom episódio, mas não o que eu esperava para mid season finale.

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:01

@ni_forlan:disqus , exatamente meu pensamento! Bacana, mas diferente do que se espera de um episódio desses e não particularmente excitante…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:01

@ni_forlan:disqus , exatamente meu pensamento! Bacana, mas diferente do que se espera de um episódio desses e não particularmente excitante…

Abs,
Ritter.

Responder
Tom 8 de dezembro de 2016 - 20:50

Ótima crítica como de sempre, ah Maos oh série rocheda viu rsrs, como foi bom ter dado uma chance pra essa série. Sobre este último episódio do ano fim de um arco, como apontado na crítica foi bem mais ponderado do que algo mais climax achei muito bom, Dayse se juntando finalmente ao grupo de volta, cena de ação com a Yo-Yo ao estilo do Mercúrio… e descarrego da Tremor com aquele salto kkk. E a Aida, puts queria muito que ela não virasse vilã, mas como toda máquina crida pelo ser humano tem que se revoltar né?! Agora esperar pelo próximo ano com o segundo arco de Maos… Age of Aida, o Ultron pira.
Ps: O que foi aquele aquela cena final com mãe Melinda May?!
Ps²: Que venha a web série da Yo-Yo.(Bobbi e Hunter poderiam ganhar uma também.)

Responder
Tom 8 de dezembro de 2016 - 20:50

Ótima crítica como de sempre, ah Maos oh série rocheda viu rsrs, como foi bom ter dado uma chance pra essa série. Sobre este último episódio do ano fim de um arco, como apontado na crítica foi bem mais ponderado do que algo mais climax achei muito bom, Dayse se juntando finalmente ao grupo de volta, cena de ação com a Yo-Yo ao estilo do Mercúrio… e descarrego da Tremor com aquele salto kkk. E a Aida, puts queria muito que ela não virasse vilã, mas como toda máquina crida pelo ser humano tem que se revoltar né?! Agora esperar pelo próximo ano com o segundo arco de Maos… Age of Aida, o Ultron pira.
Ps: O que foi aquele aquela cena final com mãe Melinda May?!
Ps²: Que venha a web série da Yo-Yo.(Bobbi e Hunter poderiam ganhar uma também.)

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:04

Age of Aida!!! Boa!!!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de dezembro de 2016 - 22:04

Age of Aida!!! Boa!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 8 de dezembro de 2016 - 19:52

Achei um bom episódio, considerando as condições impostas pela emissora, tudo muito bem feito e encerrado sem nenhuma falha grotesca. Tomara que a segunda metade tenha uma pegada Invasão Secreta, seria bem interessante. E que o Motorista retorne, ou então, o motoqueiro.
Ah, e sem duvida, a Aida foi uma das melhores coisas da temporada, como não simpatizar com ela naquela cena em que ela leva o tiro?? (sem considerar o que vem depois).
Melhor série de Herois da Tv aberta.

Responder
Leonardo Bicigo 8 de dezembro de 2016 - 19:52

Achei um bom episódio, considerando as condições impostas pela emissora, tudo muito bem feito e encerrado sem nenhuma falha grotesca. Tomara que a segunda metade tenha uma pegada Invasão Secreta, seria bem interessante. E que o Motorista retorne, ou então, o motoqueiro.
Ah, e sem duvida, a Aida foi uma das melhores coisas da temporada, como não simpatizar com ela naquela cena em que ela leva o tiro?? (sem considerar o que vem depois).
Melhor série de Herois da Tv aberta.

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planocritico 8 de dezembro de 2016 - 20:45

@leonardobicigo:disqus , sim, foi bem encerrado. Um pouco apressado do lado de Eli, mas tudo bem. Valeu de toda forma.

E concordo com sua conclusão final!

Abs,
Ritter.

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planocritico 8 de dezembro de 2016 - 20:45

@leonardobicigo:disqus , sim, foi bem encerrado. Um pouco apressado do lado de Eli, mas tudo bem. Valeu de toda forma.

E concordo com sua conclusão final!

Abs,
Ritter.

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Willian Alves de Almeida 10 de dezembro de 2016 - 16:26

Concordo, tanto que nem comentei muito, mesmo o arco do Eli tendo sido apressado, MAoS é a melhor série de Heróis da TV aberta, pena que as séries da DC tenham mais audiência…

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Willian Alves de Almeida 10 de dezembro de 2016 - 16:26

Concordo, tanto que nem comentei muito, mesmo o arco do Eli tendo sido apressado, MAoS é a melhor série de Heróis da TV aberta, pena que as séries da DC tenham mais audiência…

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Alcides Faria Costa 8 de dezembro de 2016 - 10:28

Pra mim essa série está quase perfeita. Só não gostei do arco do vilão (do fim principalmente). Quase não o conheci e acho que ele foi derrotado de forma meio apressada. E da saída do gost rider, saiu tbm de forma meio apressada. Tomara que tenhamos mais destes 2 na segunda parte dessa temporada

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planocritico 8 de dezembro de 2016 - 14:02

Concordo sobre o arco do vilão. Foi a narrativa mais apressada, com final mais conveniente. Acho que foi falta de espaço mesmo, porém…

Abs,
Ritter.

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planocritico 8 de dezembro de 2016 - 14:02

Concordo sobre o arco do vilão. Foi a narrativa mais apressada, com final mais conveniente. Acho que foi falta de espaço mesmo, porém…

Abs,
Ritter.

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Alcides Faria Costa 8 de dezembro de 2016 - 10:28

Pra mim essa série está quase perfeita. Só não gostei do arco do vilão (do fim principalmente). Quase não o conheci e acho que ele foi derrotado de forma meio apressada. E da saída do gost rider, saiu tbm de forma meio apressada. Tomara que tenhamos mais destes 2 na segunda parte dessa temporada

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Gustavo Noronha 8 de dezembro de 2016 - 01:10

Vocês irão fazer crítica de cada episódio da série da Yo-Yo, ou só da temporada completa?

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Gustavo Noronha 8 de dezembro de 2016 - 01:10

Vocês irão fazer crítica de cada episódio da série da Yo-Yo, ou só da temporada completa?

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planocritico 8 de dezembro de 2016 - 14:04

@Guh_Noronha:disqus , pretendo fazer só da temporada completa. Devem ser episódios curtos e acredito que não haverá material para abordar em uma crítica por episódio.

Abs,
Ritter.

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planocritico 8 de dezembro de 2016 - 14:04

@Guh_Noronha:disqus , pretendo fazer só da temporada completa. Devem ser episódios curtos e acredito que não haverá material para abordar em uma crítica por episódio.

Abs,
Ritter.

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