Home TVTemporadas Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X11: Wake Up

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X11: Wake Up

por Ritter Fan
79 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel aqui.

Chegamos à metade da 4ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. e ao mesmo tempo à metade do arco L.M.D. e a série não poderia estar melhor. Mostrando inteligência em manipular as expectativas dos espectadores e um profundo respeito pela mitologia criada até agora, algo fortemente presente também no episódio anterior, os showrunners nos brindam com mais um capítulo fantástico que realmente mostra que, dentro de seu gênero, esta é uma série que merece a atenção de todos.

Em Wake Up, somos levados a acreditar que o ponto focal do episódio é o depoimento de Tremor que antecede sua assinatura do Acordo de Sokóvia e toda a trama de espionagem por trás com Coulson e Yo-Yo caindo na armadilha da cada vez mais maquiavélica Senadora Nadeer, somente para levarmos uma rasteira pela forma quase sorrateira como a verdadeira trama principal vai se apoderando da história toda, culminando com a revelação de que Radcliffe, não satisfeito em trair a S.H.I.E.L.D. uma vez, agora se bandeou para o lado da senadora, como forma de se proteger. O roteiro de Drew Z. Greenberg, em seu 8º trabalho para a série, é simplesmente de se tirar o chapéu pela forma orgânica como ele amarra cada uma das narrativas – inclusive a terceira, com o mistério sobre o comportamento de Mack, levando-nos a desconfiar dele como o segundo L.M.D. – e pelas sucessivas reviravoltas que apresenta sem qualquer solução de continuidade e, melhor ainda, sem dar impressão de que há muita informação para poucos minutos de projeção.

Afinal, dentro das grandes reviravoltas finais sobre Radcliffe fugindo para debaixo da asa de Nadeer e o fato de que ele fez um L.M.D. dele mesmo e que estávamos vendo sua versão androide já há algum tempo, há, claro, a angustiante, kafkiana e aterradora odisseia de Melinda May em sua própria mente, lutando contra o que descobrimos ser uma espécie de realidade virtual diabolicamente criada por Radcliffe e, depois, revivendo seu momento mais traumático no Bahrein, quando ganhou o apelido de Cavalaria (repararam como a mitologia criada pela série é continuamente usada a seu favor?). Toda a fuga dela de seu cárcere pela segunda vez seguida parece estranha desde o começo pela forma que a direção de Jesse Bochco nos conduz, mantendo o ponto-de-vista sempre em May, mas ficamos com aquela pequena esperança de que ela realmente conseguirá livrar-se dessa maldição e finalmente voltar para a S.H.I.E.L.D. somente para nos depararmos com o dolorosamente óbvio: tudo estava na mente da super-agente.

Essa pegada claustrofóbica e cheia de ação ganha paralelismo com a prisão em que a May L.M.D. também sente estar. Finalmente autoconsciente de sua condição não-humana, vemos uma androide lutando contra sua própria natureza. E, com isso, ganhamos uma magnífica performance dupla de Ming-Na Wein que alia suas acrobacias e excelentes coreografias de luta com um lado (ou dois) humano que nos faz sofrer igualmente por suas duas versões. Só nos resta agora torcer para ver duas Mays furiosas juntas chutando bundas muito em breve!

E é particularmente interessante notar que Aida – em suas duas versões -, a grande promessa de uma L.M.D. complexa, que poderia trazer diversas questões morais para o debate, fica em segundo plano, até agora como uma androide vilã sem muitas nuances. De forma também surpreendente, tudo o que esperávamos de Aida acontece de certa forma com May, mostrando que os showrunners sabem o que estão fazendo, já que a ligação emocional dos espectadores com May é infinitamente maior do que com Aida, mesmo considerando sua boa construção ao longo do primeiro arco e da ótima atuação de Mallory Jansen.

Mas as narrativas envolvendo Coulson, Talbot, Mace, Tremor, Yo-Yo e Mack também são envolventes de suas próprias maneiras. Mesmo que o lado da “espionagem” não seja muito mais do que uma repetição de situações passadas e carregada de clichês do gênero, ele funciona bem para avançar a trama maior que provavelmente será o objeto principal do terceiro arco da temporada. Além disso, é sempre bom ver Yo-Yo em ação, algo que, aliás, acontece de três formas em Wake Up. Primeiro, temos uma breve, mas merecida, cena de sexo entre ela e Mack, com direito a diálogos de duplo entendimento que aparentemente é o máximo que a Marvel consegue chegar perto de algo mais “explícito”. Depois, vemos a referida ação com Coulson, que acaba em desastre para a S.H.I.E.L.D. e triunfo para a senadora e, finalmente, um confronto entre Yo-Yo e Mack sobre seu passado escuso – e trágico – que, ainda que pareça um tanto quanto fora de contexto do episódio como um todo, acaba gerando boa química entre os dois e uma agradável história paralela de amor que não atrapalha realmente a série (se usada parcimoniosamente, claro).

Wake Up vem solidificar o arco L.M.D. de Agents of S.H.I.E.L.D. que já parece ser bem superior ao primeiro, Ghost Rider. Nada como ver uma série subestimada por muitos mostrando-se muito superior à média do que o gênero oferece por aí.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X11: Wake Up (EUA, 24 de janeiro de 2017)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Jesse Bochco
Roteiro: Drew Z. Greenberg
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Mallory Jansen, Natalia Cordova-Buckley, Jason O’Mara, Parminder Nagra
Duração: 44 min.

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72 comentários

Sóstenes - Toty 10 de fevereiro de 2017 - 22:20

Pobre May, ela tá na série errada, era para ela estar em Westworld combatendo junto com Dolores.

Responder
Sóstenes - Toty 10 de fevereiro de 2017 - 22:20

Pobre May, ela tá na série errada, era para ela estar em Westworld combatendo junto com Dolores.

Responder
planocritico 10 de fevereiro de 2017 - 23:01

Cara, sensacional! HHAHHAAHHAHAAHAHAHAHHAHA

O problema é que não ia sobrar ninguém vivo e a série acabaria…

– Ritter.

Responder
planocritico 10 de fevereiro de 2017 - 23:01

Cara, sensacional! HHAHHAAHHAHAAHAHAHAHHAHA

O problema é que não ia sobrar ninguém vivo e a série acabaria…

– Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 11 de fevereiro de 2017 - 00:29

Vdd!”
Westworld da Marvel

Responder
Willian Alves de Almeida 29 de janeiro de 2017 - 22:40

Agora na semana que vem, Koenig retorna, não duvido nada eles serem LMD também, será interessante como a SHIELD irá utilizar isso, se eu estiver certo…

Responder
Willian Alves de Almeida 29 de janeiro de 2017 - 22:38

Eu aprendi em quatro temporadas dessa série, que NÃO SE IRRITA A CAVALARIA.

Já estou vendo Jhonatan de a Mumía tomando uma surra monstruosa de duas Melinda May, rs.

Responder
planocritico 29 de janeiro de 2017 - 23:33

Não sei nem como ele vai sobreviver à pancadaria…

– Ritter.

Responder
Bruno 28 de janeiro de 2017 - 10:11

Essa segunda parte da temporada tá incrível!!! Ja pensou se o segundo MVA infiltrado for a Jemma?! 😮

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 16:32

Eu tinha a impressão que o segundo MVA era o próprio Radcliffe… Será que tem mais um?

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno 28 de janeiro de 2017 - 20:53

Mas quem citou o MVA não foi o próprio Radcliffe MVA?

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 20:58

Foi, mas eu interpretei que ele estava falando dele mesmo. Mas posso estar enganado e pode haver outro sim!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 20:58

Foi, mas eu interpretei que ele estava falando dele mesmo. Mas posso estar enganado e pode haver outro sim!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno 28 de janeiro de 2017 - 20:53

Mas quem citou o MVA não foi o próprio Radcliffe MVA?

Responder
Luan S. 28 de janeiro de 2017 - 00:43

Vale ressaltar a primeira aparição pública do Coulson desde sua morte em Os Vingadores.

Que este fato não seja ignorado no vindouro Guerra infinita, já que a morte dele foi impactante para o Tony & cia como também a motivação para o trabalho em equipe.

AoS se mostrando não apenas melhor em cada temporada, mas também em cada episódio. Sem dúvidas é a série baseada em HQ mais bem arquitetada atualmente.

VOLTA MAY!!!

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 16:33

Verdade, @Luanzinhi:disqus ! Ele deveria ser ao menos mencionado em Guerra Infinita.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 16:33

Verdade, @Luanzinhi:disqus ! Ele deveria ser ao menos mencionado em Guerra Infinita.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 27 de janeiro de 2017 - 19:07

Chega da vontade de parar de assistir, esperar acabar pra assistir logo tudo de uma vez.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 19:53

Se eu não tivesse que escrever para o site, era o que faria!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 19:53

Se eu não tivesse que escrever para o site, era o que faria!

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 27 de janeiro de 2017 - 19:07

Chega da vontade de parar de assistir, esperar acabar pra assistir logo tudo de uma vez.

Responder
NOT jason todd 27 de janeiro de 2017 - 16:16

Esse episódio e esse arco estão muito bons. E eu estou me coçando pra saber quem é o outro LMD, mas no proximo episódio tem os irmãos koenig que são uma das mais engraçadas e divertidas partes da série. E eu acho que tambem vamos ter Aida contra Aida, já que o Fitz havia trazido a Aida original de volta dos “mortos” restaurando a programação dela, e pelo que me pareceu ela não perdeu a personalidade dela do começo da temporada, então torço para que o fitz reconstrua ela e ela fique ao lado da SHIELD para uma possível 5ª temporada.

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 16:35

Posso estar enganado, mas fiquei com a impressão que o segundo LMD era o próprio Radcliffe. Se tiver mais um, aposto no Fitz!

Seria interessante ver Aida contra Aida e May + May contra todos os bandidos, com o restante da equipe só assistindo na arquibancada!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de janeiro de 2017 - 16:35

Posso estar enganado, mas fiquei com a impressão que o segundo LMD era o próprio Radcliffe. Se tiver mais um, aposto no Fitz!

Seria interessante ver Aida contra Aida e May + May contra todos os bandidos, com o restante da equipe só assistindo na arquibancada!

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 27 de janeiro de 2017 - 04:08

Que episódio bom, sem duvida um dos melhores da temporada. Estou gostando da forma que a série resolveu trabalhar nessa temporada, com três arcos, que provavelmente se encontraram no final. E apesar de serem tramas diferentes, aposto que no fim tudo irá se encaixar perfeitamente.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:04

A solução de dividir em três arcos é tão simples e tão óbvia que é impressionante notar que ninguém tinha pensado antes! (ou, pelo menos, não me lembro de alguma série ser dividida assim).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:04

A solução de dividir em três arcos é tão simples e tão óbvia que é impressionante notar que ninguém tinha pensado antes! (ou, pelo menos, não me lembro de alguma série ser dividida assim).

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 27 de janeiro de 2017 - 01:14

Rapaz, essa série evolui cada vez mais. Aquela senadora, que mulher do cão viu!

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 11:43

Realmente, a senadora está sendo muito bem construída como uma daquelas vilãs que dá ódio só de ver as fuças dela!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 11:43

Realmente, a senadora está sendo muito bem construída como uma daquelas vilãs que dá ódio só de ver as fuças dela!

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 27 de janeiro de 2017 - 01:14

Rapaz, essa série evolui cada vez mais. Aquela senadora, que mulher do cão viu!

Responder
Criador 26 de janeiro de 2017 - 18:42

Que episódio incrível

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 22:38

Não é?

– Ritter.

Responder
Junito Hartley 26 de janeiro de 2017 - 18:37

Essa serie nao cansa de me surpreender, excelente episodio, esses plot twitter tao sendo muito bem feitos. Agora eu so acho que vacilaram no caso Radcliffe, como que a Shield se deixou enganar tao facil assim por ele, os caras nao investigaram o laboratório, a casa dele, nada, muito vacilo isso.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 22:39

He, he. O Radcliffe é um gênio. Se duvidar, até o Fitz é um LMD… 🙂

– Ritter.

Responder
brunoalves65 27 de janeiro de 2017 - 14:09

hahaha eu jurava que o segundo LMD do qual Radcliffe falava era o Fitz.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:18

Eu também! E ainda não descarto que seja!!!

– Ritter.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 22:39

He, he. O Radcliffe é um gênio. Se duvidar, até o Fitz é um LMD… 🙂

– Ritter.

Responder
Junito Hartley 26 de janeiro de 2017 - 18:37

Essa serie nao cansa de me surpreender, excelente episodio, esses plot twitter tao sendo muito bem feitos. Agora eu so acho que vacilaram no caso Radcliffe, como que a Shield se deixou enganar tao facil assim por ele, os caras nao investigaram o laboratório, a casa dele, nada, muito vacilo isso.

Responder
Josevando Sousa 26 de janeiro de 2017 - 17:23

Que crítica maravilhosa de ler. Como bem dissestes no último parágrafo: nada melhor que ver uma série subestimada por muitos se sair muito melhor do que muitas do gênero. Uma pena que isso infelizmente não se “transforma” em audiência pra série, que vem sofrendo com um possível cancelamento depois desta 4º temporada (nem imagino o que será de mim se cancelarem, é minha série preferida). E hei de concordar veemente com você, o arco LMD tá bem melhor que o arco Gosth Rider. Valeu pela review, até semana que vem, certo?

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 17:25

Você não sabe como fico triste com a chance de cancelamento por falta de audiência enquanto Arrow e The Flash seguem firmes e fortes. A única coisa que me dá esperança de pelo menos mais uma temporada é a vontade da ABC de chegar ao 100º episódio da série.

Vamos ver e torcer!

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 26 de janeiro de 2017 - 20:15

Que eles renovem – pelo menos – pra 5° temporada mesmo. Ahhhhhh é muito sofrimento.

Responder
Josevando Sousa 26 de janeiro de 2017 - 20:15

Que eles renovem – pelo menos – pra 5° temporada mesmo. Ahhhhhh é muito sofrimento.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 22:38

Sim. Teria ficado satisfeito se eles tivessem parado na 3ª, mas agora que passaram, quero que vá pelo menos até a 5º!

– Ritter.

Responder
Urasam Urashima 26 de janeiro de 2017 - 23:02

A chefona da ABC disse que quer manter a série no ar por mais tempo. Oremos pra que a vontade dela prevaleça.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 23:17

Tomara que ela consiga!

– Ritter.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 23:17

Tomara que ela consiga!

– Ritter.

Responder
Urasam Urashima 26 de janeiro de 2017 - 23:02

A chefona da ABC disse que quer manter a série no ar por mais tempo. Oremos pra que a vontade dela prevaleça.

Responder
Luiz Fernando Barbosa de Morae 27 de janeiro de 2017 - 09:09

O pior de tudo é ver séries “questionáveis” (olha que eu estou usando um “eufemismo hiperbólico”) se perpetuando indefinidamente em nossas telinhas. Vide: Arrow, Flash, Legends of Tomorrow, e outras tão ruins quanto fora da temática super-heroística (Supernatural, oi?!)

Só podemos torcer para que AoS continue, e continue em alto nível.

Responder
planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:03

É uma tristeza ver isso, @luizfernandobarbosademorae:disqus !

– Ritter.

Responder
brunoalves65 27 de janeiro de 2017 - 14:12

Triste mesmo! confiava tanto em The Flash e conseguiram estragar depois de uma primeira temporada épica. Espero que AoS consiga pelo menos mais uma temporada para fechar com chave de ouro.

planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:18

Tomara! Seria bacana chegar ao 100º episódio!

Abs,
Ritter.

planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:18

Tomara! Seria bacana chegar ao 100º episódio!

Abs,
Ritter.

planocritico 27 de janeiro de 2017 - 14:03

É uma tristeza ver isso, @luizfernandobarbosademorae:disqus !

– Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 29 de janeiro de 2017 - 22:44

@planocritico:disqus e @josevandosousa:disqus , se não estiver enganado, se a série chegar no 100° na Quinta Temporada, a renovação para a Sexta Temporada não é garantida automáticamente?

Responder
planocritico 29 de janeiro de 2017 - 23:33

Não existe isso não, @willianalvesdealmeida:disqus . Nada garante temporada alguma, a não ser audiência.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 30 de janeiro de 2017 - 20:16

Ritter, eu ouvi falar algo sobre um tal de “Syndication”, que seria uma medida do Sindicato de Atores dos EUa que garantiria essa renovação automática de séries que chegassem no episódio 100, mas devo ter entendido errado.

Realmente o que define é a audiência, TWD foi renovada sem nem ter estreado a 7°a temporada.

Abs, Willian.

Willian Alves de Almeida 30 de janeiro de 2017 - 20:16

Ritter, eu ouvi falar algo sobre um tal de “Syndication”, que seria uma medida do Sindicato de Atores dos EUa que garantiria essa renovação automática de séries que chegassem no episódio 100, mas devo ter entendido errado.

Realmente o que define é a audiência, TWD foi renovada sem nem ter estreado a 7°a temporada.

Abs, Willian.

planocritico 1 de fevereiro de 2017 - 15:02

Syndication é algo bem americano e diz respeito ao licenciamento de séries de TV (mas tem syndication de programas de rádio e de tirinhas de jornal) para outras televisões que não o canal original da série. É uma prática que ocorre há muitas décadas por lá e de várias formas diferentes.

A questão do 100º episódio é importante, pois, no começo do syndication, esse número era considerado um marco mágico ideal para que a série fosse mais vendável no syndication. Hoje, isso não é mais a ferro e a fogo assim.

Mas não existe uma conexão direta entre o syndication e a renovação de uma série. Claro que, se a série chega ao 100º episódio, é normal que seja mais possível ela ser renovada do que não ser renovada. Mas não é garantia.

Eu fiz mais alguns comentários sobre syndication aqui nesse artigo, se interessar: https://www.planocritico.com/plano-polemico-2-chega-de-series-de-tv-de-22-episodios/

Abs,
Ritter.

Willian Alves de Almeida 1 de fevereiro de 2017 - 23:02

Li agora, texto muito bacana, da época da Primeira Temporada de SHIELD.

Curioso que a série se reformulou, e é uma exceção no sentido de qualidade dentre as séries de 22 episódios. As outras são muito fracas, falando especificamente as da DC…

Sobre o syndication, é uma pena, temo muito pelo cancelamento de SHIELD neste ano…

planocritico 2 de fevereiro de 2017 - 02:15

Hoje, AoS é mesmo uma exceção. Mas mesmo assim eu preferiria temporadas mais curtas.

Abs,
Ritter.

planocritico 2 de fevereiro de 2017 - 02:15

Hoje, AoS é mesmo uma exceção. Mas mesmo assim eu preferiria temporadas mais curtas.

Abs,
Ritter.

Willian Alves de Almeida 1 de fevereiro de 2017 - 23:02

Li agora, texto muito bacana, da época da Primeira Temporada de SHIELD.

Curioso que a série se reformulou, e é uma exceção no sentido de qualidade dentre as séries de 22 episódios. As outras são muito fracas, falando especificamente as da DC…

Sobre o syndication, é uma pena, temo muito pelo cancelamento de SHIELD neste ano…

planocritico 29 de janeiro de 2017 - 23:33

Não existe isso não, @willianalvesdealmeida:disqus . Nada garante temporada alguma, a não ser audiência.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 17:25

Você não sabe como fico triste com a chance de cancelamento por falta de audiência enquanto Arrow e The Flash seguem firmes e fortes. A única coisa que me dá esperança de pelo menos mais uma temporada é a vontade da ABC de chegar ao 100º episódio da série.

Vamos ver e torcer!

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 26 de janeiro de 2017 - 17:23

Que crítica maravilhosa de ler. Como bem dissestes no último parágrafo: nada melhor que ver uma série subestimada por muitos se sair muito melhor do que muitas do gênero. Uma pena que isso infelizmente não se “transforma” em audiência pra série, que vem sofrendo com um possível cancelamento depois desta 4º temporada (nem imagino o que será de mim se cancelarem, é minha série preferida). E hei de concordar veemente com você, o arco LMD tá bem melhor que o arco Gosth Rider. Valeu pela review, até semana que vem, certo?

Responder
Leonardo Boff 26 de janeiro de 2017 - 16:42

A série ta se sustentando melhor nesse segundo arco pra mim, muito pela questão da politica, mostrar que existe causa e consequência pra SHIELD. Era um pouco irritante pra mim ver que a agencia podia tudo sem limites, e era até meio pré potente do Coulson sempre por seus interesses a frente das obrigações politicas. Ainda como uma agencia clandestina, o Governo ai mesmo que deveria cobrar desses “fantasmas”. Essa parte burocrática acho que precisa ser ressaltada, os filmes mostravam muito isso que a SHIELD não podia ir onde queria sem um bom motivo, sem autorizações. Foi bacana ver o Phil refletindo que as ações dele foram de amador, precisa mostrar mais profissionalismo da equipe. OBS: Sei que existe limite de orçamento, mas mais agentes “figurantes” trariam mais veracidade para série, principalmente agora que a organização se legitimou, as vezes parece que a equipe do Coulson é responsável por todas operações, desde suporte até infiltração. Falta os caras do Galaga la do Vingadores.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 17:14

O “poder tudo” da agência vinha do fato de ela ter sido secreta depois que ela “acabou”. Agora que ela está nos holofotes, a coisa complica realmente e é interessante ver essa dinâmica.

Sobre os figurantes, essa é uma ponderação interessante. O problema é que figurante é que nem os “camisas vermelhas” de Star Trek: se eles aparecem, é por que vão morrer… Não sei se gosto disso, pois os figurante da Shield que já apareceram foram justamente para esse fim…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Boff 26 de janeiro de 2017 - 18:16

Até entendo que por não ser legitimado, eles obviamente não tinham limitações, mas ficava meio artificial o fato deles se contraporem ou intervirem em alvos oficiais, e as consequências serem muito brandas, deveria ser até pior, afinal eles são uma unidade militar ilegal. Quanto aos camisas vermelhas, coadjuvantes mais no sentido de ter um efetivo, não lideres, mas equipes táticas, ou até mesmo aquela turma da “lan house” que a gente sempre via com Nick Fury ou nos filmes de Jason Bourne, que da os status de missão, da mias vivacidade pra agencia.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 22:41

Entendo o ponto dos coadjuvantes, mas o problema é que tenho para mim que eles mais atrapalhariam do que ajudariam. A equipe já é bastante grande considerando Mace, Coulson, Tremor, May, Mack, Yo-Yo, Fitz, Simmons e, até esse episódio, Radcliffe. Acho complicado trabalhar tantos personagens de uma vez só mesmo em uma série de TV.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Boff 26 de janeiro de 2017 - 18:16

Até entendo que por não ser legitimado, eles obviamente não tinham limitações, mas ficava meio artificial o fato deles se contraporem ou intervirem em alvos oficiais, e as consequências serem muito brandas, deveria ser até pior, afinal eles são uma unidade militar ilegal. Quanto aos camisas vermelhas, coadjuvantes mais no sentido de ter um efetivo, não lideres, mas equipes táticas, ou até mesmo aquela turma da “lan house” que a gente sempre via com Nick Fury ou nos filmes de Jason Bourne, que da os status de missão, da mias vivacidade pra agencia.

Responder
planocritico 26 de janeiro de 2017 - 17:14

O “poder tudo” da agência vinha do fato de ela ter sido secreta depois que ela “acabou”. Agora que ela está nos holofotes, a coisa complica realmente e é interessante ver essa dinâmica.

Sobre os figurantes, essa é uma ponderação interessante. O problema é que figurante é que nem os “camisas vermelhas” de Star Trek: se eles aparecem, é por que vão morrer… Não sei se gosto disso, pois os figurante da Shield que já apareceram foram justamente para esse fim…

Abs,
Ritter.

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