Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X15: Self Control

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X15: Self Control

por Ritter Fan
782 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5,0

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel aqui.

[INSERIR, AQUI, MUITOS PALAVRÕES EFUSIVOS SEGUIDOS DE PONTOS DE EXCLAMAÇÃO EM EXAGERO E TODOS OS EMOJIS FESTIVOS QUE ESTIVEREM DISPONÍVEIS – AH, TAMBÉM ME IMAGINEM DANDO SOCOS NO AR E GRITANDO QUE  NEM UM FANBOY – VELHO – ENLOUQUECIDO.]

Que episódio foi esse gente? Que episódio foi esse???

Jed Whedon dirigiu e escreveu o fechamento do arco L.M.D. da 4ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. encerrando-o com chave de ouro e abrindo as portas para um potencialmente incrível terceiro arco já batizado de Agents of Hydra. Será que teremos uma história praticamente toda passada em uma realidade virtual paralela que simula a vitória da Hidra assim como The Man in the High Castle imagina um mundo em que o Eixo ganhou a 2ª Guerra?

Mas estou me adiantando. Deixe-me rebobinar o pensamento, peraí.

Ok, agora sim.

Em Self Control, Whedon faz em pouco menos de 45 minutos o que os três episódios anteriores do arco não conseguiram sequer se aproximar: impulsionar todas as narrativas simultaneamente de forma relevante, mudar completamente o status quo da série, realmente transformar o Superior em algo, bem… superior e, mais importante que tudo isso, finalmente focar os holofotes em Daisy sem que ela leve dois tapas e não consiga mais lutar. Claro que as peças que foram fazendo parte da engrenagem inventada pelos showrunners desde o primeiro episódio desta temporada eram necessárias para que chegássemos a esse ponto e é notável ver como tudo foi aproveitado, do Darkhold aos L.M.D.s, de May-androide ao relacionamento de sua versão original com Coulson, até a relação “Doutor Frankenstein” entre Radcliffe e Aida 2.0. Falando em May-androide, vale destacar o momento de sua traição que era previsível sim, mas que, em sua simplicidade, foi muito bem colocado aqui.

Self Control, porém, literalmente arrumou a casa, trabalho esse que já havia começado com o ainda falho episódio anterior. Se foi uma surpresa a troca dos protagonistas por versões robóticas, foi muito interessante a forma como Whedon manipulou nossa percepção, estabelecendo que, na verdade, Fitz era o quarto L.M.D. e não Daisy, algo que foi brilhantemente estabelecido em uma sequência brutal e de tirar o fôlego, que mostra como um trabalho de câmera bem feito consegue arrancar suspense de espaços confinados. Lógico que, aqui, o mérito vai especialmente para Iain De Caestecker e Elizabeth Henstridge que praticamente dominaram o capítulo com sua dinâmica estarrecedora e com mais uma vez a felicidade de seus personagens sendo ameaçada pela tragédia. Não há dupla mais interessante na série do que eles dois e sua relação simbiótica, mesmo quando um deles é um amável, mas traiçoeiro cientista-robô-malvado, não tem paralelo.

E, completando o conjunto, há Daisy finalmente sendo usada como deveria. Uma sobrevivente, uma hacker, uma líder e, acima de tudo, uma inumana poderosa. Sem ajuda de suas luvas e com muita garra, Chloe Bennet, que começou tão mal já na longínqua 1ª temporada, volta a ganhar seu espaço e a brilhar. Junto com o destaque dado a ela, voltam as coreografias de luta que tanto distinguem a série (e que nesta temporada só havia sido usada bem de verdade em Lockup) e bons efeitos especiais primordialmente para lidar com uma das manifestações de seus poderes que, aqui, despedaçam Mack-androide e arremessam Coulson-androide por uma porta de vidro em uma belíssima câmera lenta. É torcer para que Daisy continue recebendo atenção e que os vários androides da personagem sejam ameaças à altura e não meros manequins glorificados.

Mas essa reviravolta foi apenas a pontinha do iceberg. Ainda que fosse possível prever que alguma hora nossos heróis mergulhariam de cabeça na Matrix… digo Framework, ainda era uma dúvida se o objetivo era realmente encerrar de vez a narrativa dos L.M.D.s no arco ou continuá-la de alguma forma na terceira parte. E a melhor escolha foi feita, mas não da maneira óbvia. Whedon aproveitou para brincar de “universos paralelos”, ainda que tecnicamente o mundo virtual não seja um. Afinal, se isso é permitido em Doutor Estranho, porque não abraçar uma versão do conceito também na série já que os elementos místicos são, agora, parte integrante do Universo Cinematográfico Marvel e expressamente em Agents of S.H.I.E.L.D.?

E, com isso, temos Phil Coulson como professor de “intolerância aos inumanos”; Daisy achando que é Lincoln lá na cama, mas em breve descobrindo que é a “quarta versão” do ex-agente Grant Ward (será sensacional ver Brett Dalton de volta e já prevejo a reentrada definitiva dele na série como um L.M.D. fora do Framework); Jemma morta (será que a mente de Jemma, quando entrar no corpo digital, levará a um momento The Walking Dead ou Kill Bill, vol. 2?); Fitz tirando onda de milionário com uma acompanhante misteriosa (apostas?) e, claro, a cereja no bolo, May comandando não a S.H.I.E.L.D.,mas a Hidra. E tudo  isso vigiado pelo Superior ressuscitado como robô controlado por Bluetooth por sua cabeça e que finalmente parece que vai mostrar a que veio e uma Aida 2.0 assassina que continua em seu plano (pois agora é só seu mesmo, com o fim da versão física de Radcliffe) sem pestanejar e que parece incluir upgrades para ela própria (sei que é apenas um sonho, mas seria lindo ver Ultron entrando nessa equação alguma hora).

Ou seja, se Whedon jogar o jogo como promete que jogará nos sete episódios finais, a temporada promete ser épica, mesmo não tendo conseguido – até o episódio anterior – realmente mostrar algo espetacular. Uma mudança desse porte na estrutura da série pode não só estabelecer um grande terceiro ato, mas gerar ramificações para uma desejada 5ª temporada que poderia servir de porta de entrada para a série dos Inumanos, pois, não podemos esquecer, o misterioso inumano em tese imortal irmão da Senadora Nadeer continua lá no fundo do mar em estase…

Há muita coisa em jogo, sem dúvida, mas Agents of S.H.I.E.L.D. vem provando repetidas vezes que sabe aprender com seus erros e se renovar. Self Control é exemplo de audácia e técnica. Que venham mais episódios assim!

  • Agents of S.H.I.E.L.D. entrará em hiato novamente, retornando no dia 04 de abril de 2017 com o arco Agents of Hydra, cujo primeiro episódio será intitulado What If…, o que faz perfeito sentido narrativo, além de homenagear os 40 anos que a famosa série em quadrinhos O Que Aconteceria Se… completa em 2017.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X15: Self Control (EUA, 21 de fevereiro de 2017)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Jed Whedon
Roteiro: Jed Whedon
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Mallory Jansen, Natalia Cordova-Buckley, Jason O’Mara, Parminder Nagra, Patton Oswalt, Artemis Pebdani, John Pyper-Ferguson, Zach McGowan
Duração: 44 min.

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157 comentários

planocritico 1 de outubro de 2018 - 14:03

Minha exata reação!

Abs,
Ritter.

Responder
Bean 30 de setembro de 2018 - 15:03

Acabei de ver e pqp…..

Responder
Diogo Marques 28 de novembro de 2017 - 02:17

Ritter não sei se lembra de mim em críticas de uma longínqua terceira temporada, temporada essa que eu também estava vendo atrasado, mas cá estamos nós. Sempre fiz questão de ver os episódios e ler a crítica em seguida e dessa vez vim aqui pra confirmar que temos um episódio que veio pra fazer companhia com o 4,722 hours como melhores episódios da série. Tomara que tenhamos mais episódios assim.
Não tenho muito a acrescentar ao que você e os outros disseram no texto, ótimo como sempre, e nos comentários. Vou ver o final dessa temporada que promete e, quem sabe, mês que vem assistir a 5ª temporada em dia com o lançamento. hahaha

Responder
planocritico 28 de novembro de 2017 - 14:08

Claro que lembro, @diogomum:disqus ! Você sempre prestigiou o site e minhas críticas de AoS. Uma grande honra! Self Control, ironicamente, me fez perder o controle. Fiquei extasiado ao final!

Abs,
Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 27 de abril de 2017 - 21:34

Que episódio, Que episódio, Que episódio!!!
Poucas vezes fiquei tão entusiasmado e estasiado com um episódio de série, ainda mais com temática de super heróis…
Mas que orgulho.
Acompanhando A.o.S desde o início me sinto tão orgulhoso com a EXCELÊNCIA que a série toma a cada novo arco.

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 23:41

@sostenestoty:disqus , realmente esse episódio é incrível!

E o bacana é que o próximo arco, como você verá, manterá esse nível!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Luis Fernando 21 de abril de 2017 - 21:20

Agents of SHIELD é a famosa série que só vai melhorando com o tempo.

Responder
planocritico 21 de abril de 2017 - 22:15

Sem dúvida!

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 28 de março de 2017 - 13:22

“Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto
Eu to voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, muda a roupa de cama
Eu to voltando…”
/ / /

Responder
planocritico 28 de março de 2017 - 15:12

Ô felicidade!!!

HAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 28 de março de 2017 - 18:43

Faltou colar a fotinha:
https://uploads.disquscdn.com/images/225b28171d2874f31ec063e34f023e4d0640e084e68b14db1b8e2caa81a3a9aa.jpg

Estreia uma camisola, Skye, que eu tô voltando!!!

Responder
planocritico 28 de março de 2017 - 22:52

HAHAHAHAHAHAHHAHHH

– Ritter.

Responder
Magneto 23 de março de 2017 - 03:39

Episodio MARAVILHOSO, não tenho palavras pra descrever minha satisfação com essa obra prima que a marvel produziu, potencialmente o melhor episodio já feito dentre todas as séries de Super Herói.

Responder
planocritico 23 de março de 2017 - 16:40

Foi muito bacana mesmo, @disqus_E4NlUTiFTI:disqus ! Tomara que essa pegada continue em Agents of H.Y.D.R.A.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 7 de março de 2017 - 14:58

CARACA! QUE EPISÓDIO ESPETACULAR!!!
(estou até agora tentando recolher os pedaços do cérebro explodido…)
MAoS é rica demais, demais demais!!! Tudo o que é inserido nela é utilizado orgânicamente, de forma coesa, dando a ela sua própria mitologoia (como você mesmo disse uma vez) e tornando-a um universo à parte do UCM, tamanha é a relevância das questões que estão sendo tratadas na série.
O Darkhold perpassando os arcos narrativos da temporada, o soro do Mace que é tirado da fórmula que dava força ao pai da Skye (ah, Ritter, tenho certeza de que você adoraria ver uma cena com ele sentado à mesa de jantar familiar com sua adorada esposa, sua digníssima filha e seu bem apessoado genro, hehehe….), o General – que esqueci o nome – presente aqui e ali lidando com questões de Sokovia, governo etc., questão inumana, Hydra, Ward, inimigos internos (o Superior está para Coulson tal qual Zemo está para o Cap… não, acho que está mais para como Chicote está para HF2), Barhain, aquela dose de uísque nunca tomada, aquele casal de pombinhos que as circunstâncias insistem em separar, todo o relacionamento entre os personagens…
Tudo isso só é devidamente aproveitado por quem assistiu as temporadas anteriores; a leitura dos episódios é muito mais apreciada, com detalhes aqui e ali surgindo em cada episódio.
Por exemplo: fala-se tanto da cena Fitz-Simmons, mas para mim o momento mais tocante e impactante do episodio é o momento Daisy-Simmons, em que a primeira agarra e puxa a segunda, e aquele abraço fraternal revela a ambas que nenhuma delas é MVA. Aquela cena tem uma carga emotiva tão forte, que me arrepia só de lembrar – atuação magnífica das atrizes. E isso só é apreciado como se deve por quem acompanhou a historia dessas personagens ao longo das temporadas.
Mas confesso a você que eu lamento sempre que separam a equipe. Todo começo de temporada é assim; cada um no seu canto, ou de férias, ou num cargo diferente, ou fugindo, mas bastam 2 ou 3 episódiso para todos estarem juntos novamente, êêêêê!!!
Agora, ficou tudo magnificamente bagunçado: o que vai ser para juntar a equipe de novo, só Whedon sabe. E sabe muito, esse Whedon!!!
Então estou junto com todos nessa expectativa para o novo arco, com um misto de felicidade (a sensação mesmo é de honra, de orgulho, por ser marveiro) e de apressnão, já que detesto ver a equipe separada; quero todos juntos dançando ao som da vinheta de Friends! hahahahaha
E pra terminar, especulações, especulações (que é o que nos resta até abril):
– Coulson não tem nada a ver com Hydra nem com Shield; ele é apenas o cara pacato que ele poderia ter sido na vida real (por isso, nada de rolinho com a May; a violoncelista de Portland, quem sabe?);
– Daisy como agente da Hydra/Shield junto com o Ward (caraca, essa cartada foi demais, hein? estou boquiaberto até agora), terá que fingir não ser o que é até bolar um plano de resgate e de união da galera;
– May em um cargo alto na Hydra (Diretora, por quê não?), será a ajuda que Daisy precisa para sair dali (afinal, num dos primeiros episódios com a Framework a Aida conversa coma May e explica que ela está ‘avançando’ cada vez mais no programa; assim, aposto que a consciência dela registrará a informação e será o “Neo” da Daisy nessa Matrix – além disso, só ela pra ser acordada no meio do nada e com um Superior andródie de guardião da ‘cela’;
– Mack como agente da Hydra, mas casado com sua ex-mulher e com sua filhinha;
– Fitz com Aida (aqui eu acho que a atração rola só dele para ela, mas como ela quer ‘sentir’ o que os humanos também sentem, liberou para a imaginação do Fitz criar esse relacionamento no mundo virtual); aqui talvez ele seja meio que um rival do Radcliffe, que certamente também tem a sua querida Agnes do lado (seriam elas irmãs gêmeas no mundo virtual?);
– Jemma morta ‘undercovered’ (certamente há mais coisas entre Daisy e Jemma do que mostrou nosso vão 15° episódio… elas não entrariam na Framework sem um plano);
– E o Mace, hein!? Acho que ele vai ser o Capitão América do mundo virtual, o fodão que ele sempre encenou ser;
– Não acredito nas aparições de Deathlock, Harpia e seu parceiro ou de outros humanos e inumanos que apareceram em temporadas passadas, e nem quero isso; esse arco não será uma “festa de confraternização de MAoS”, o que se encaixaria melhor para as séries da CW.
O tal do inumano naufragado ficou bem de escanteio, até a irmã dele já foi limada da série… como confio cegamente na mitologia da série e no comando dos showrunners, certamente ele reaparecerá nesse último arco.
PS: Momento delírio: imagina só, Ritter, se depois de Coulson e sua equipe destroçarem o bonequinho de controle remotod do Superior, ele ou Aida resolvesse montar aquela cabeça num corpo cibernético? Te dou 5 letras: M.O.D.O.K.

Responder
planocritico 8 de março de 2017 - 15:39

Nossa, @rodrigopatini:disqus , ficou empolgadíssimo, hein? Mas não é para menos, pois o episódio foi REALMENTE espetacular.

E vou começar pelo seu PS: ADOREI A ESPECULAÇÃO!!! Agora eu quero demais M.O.D.O.K. como uma versão do Superior!!! Seria bom demais.

Voltando para o começo de seu comentário, isso que você disse sobre AoS é realmente o que diferencia essa série das demais de super-heróis. Tudo parece fazer parte de uma teia complexa de mitologia própria que vem desde a primeira temporada. Mesmo que as coisas tenham acontecido na base no “retcon” muitas vezes – pois tenho dúvidas, por exemplo, se Skye era para ser mesmo uma inumana desde a concepção da série – o fato é que tudo PARECE ser fluido, bem trabalhado, perfeitamente encaixado. E nada é perdido ou esquecido. Coisas que pareciam enterradas e esquecidas voltam à superfície quando menos esperamos. Um trabalho espetacular dos showrunners!

E você tem razão ao destacar a sequência com Daisy e Simmons. Belíssimo momento, com as duas atrizes dando um show.

Sobre suas especulações, também acho que May deve ser a diretora da Hydra e que Simmons é agente undercover como ela já foi antes. Acho até que talvez May seja undercover. E gosto muito da ideia de Mace ser a versão Framework do Capitão América. Quem sabe ele não assume o manto de Patriota pelo menos nesse mundo virtual?

04 de abril está chegando!

PS: Cadê seus comentários em A Vingança dos Sith?

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2017 - 15:39

Nossa, @rodrigopatini:disqus , ficou empolgadíssimo, hein? Mas não é para menos, pois o episódio foi REALMENTE espetacular.

E vou começar pelo seu PS: ADOREI A ESPECULAÇÃO!!! Agora eu quero demais M.O.D.O.K. como uma versão do Superior!!! Seria bom demais.

Voltando para o começo de seu comentário, isso que você disse sobre AoS é realmente o que diferencia essa série das demais de super-heróis. Tudo parece fazer parte de uma teia complexa de mitologia própria que vem desde a primeira temporada. Mesmo que as coisas tenham acontecido na base no “retcon” muitas vezes – pois tenho dúvidas, por exemplo, se Skye era para ser mesmo uma inumana desde a concepção da série – o fato é que tudo PARECE ser fluido, bem trabalhado, perfeitamente encaixado. E nada é perdido ou esquecido. Coisas que pareciam enterradas e esquecidas voltam à superfície quando menos esperamos. Um trabalho espetacular dos showrunners!

E você tem razão ao destacar a sequência com Daisy e Simmons. Belíssimo momento, com as duas atrizes dando um show.

Sobre suas especulações, também acho que May deve ser a diretora da Hydra e que Simmons é agente undercover como ela já foi antes. Acho até que talvez May seja undercover. E gosto muito da ideia de Mace ser a versão Framework do Capitão América. Quem sabe ele não assume o manto de Patriota pelo menos nesse mundo virtual?

04 de abril está chegando!

PS: Cadê seus comentários em A Vingança dos Sith?

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 7 de março de 2017 - 14:58

CARACA! QUE EPISÓDIO ESPETACULAR!!!
(estou até agora tentando recolher os pedaços do cérebro explodido…)
MAoS é rica demais, demais demais!!! Tudo o que é inserido nela é utilizado orgânicamente, de forma coesa, dando a ela sua própria mitologoia (como você mesmo disse uma vez) e tornando-a um universo à parte do UCM, tamanha é a relevância das questões que estão sendo tratadas na série.
O Darkhold perpassando os arcos narrativos da temporada, o soro do Mace que é tirado da fórmula que dava força ao pai da Skye (ah, Ritter, tenho certeza de que você adoraria ver uma cena com ele sentado à mesa de jantar familiar com sua adorada esposa, sua digníssima filha e seu bem apessoado genro, hehehe….), o General – que esqueci o nome – presente aqui e ali lidando com questões de Sokovia, governo etc., questão inumana, Hydra, Ward, inimigos internos (o Superior está para Coulson tal qual Zemo está para o Cap… não, acho que está mais para como Chicote está para HF2), Barhain, aquela dose de uísque nunca tomada, aquele casal de pombinhos que as circunstâncias insistem em separar, todo o relacionamento entre os personagens…
Tudo isso só é devidamente aproveitado por quem assistiu as temporadas anteriores; a leitura dos episódios é muito mais apreciada, com detalhes aqui e ali surgindo em cada episódio.
Por exemplo: fala-se tanto da cena Fitz-Simmons, mas para mim o momento mais tocante e impactante do episodio é o momento Daisy-Simmons, em que a primeira agarra e puxa a segunda, e aquele abraço fraternal revela a ambas que nenhuma delas é MVA. Aquela cena tem uma carga emotiva tão forte, que me arrepia só de lembrar – atuação magnífica das atrizes. E isso só é apreciado como se deve por quem acompanhou a historia dessas personagens ao longo das temporadas.
Mas confesso a você que eu lamento sempre que separam a equipe. Todo começo de temporada é assim; cada um no seu canto, ou de férias, ou num cargo diferente, ou fugindo, mas bastam 2 ou 3 episódiso para todos estarem juntos novamente, êêêêê!!!
Agora, ficou tudo magnificamente bagunçado: o que vai ser para juntar a equipe de novo, só Whedon sabe. E sabe muito, esse Whedon!!!
Então estou junto com todos nessa expectativa para o novo arco, com um misto de felicidade (a sensação mesmo é de honra, de orgulho, por ser marveiro) e de apressnão, já que detesto ver a equipe separada; quero todos juntos dançando ao som da vinheta de Friends! hahahahaha
E pra terminar, especulações, especulações (que é o que nos resta até abril):
– Coulson não tem nada a ver com Hydra nem com Shield; ele é apenas o cara pacato que ele poderia ter sido na vida real (por isso, nada de rolinho com a May; a violoncelista de Portland, quem sabe?);
– Daisy como agente da Hydra/Shield junto com o Ward (caraca, essa cartada foi demais, hein? estou boquiaberto até agora), terá que fingir não ser o que é até bolar um plano de resgate e de união da galera;
– May em um cargo alto na Hydra (Diretora, por quê não?), será a ajuda que Daisy precisa para sair dali (afinal, num dos primeiros episódios com a Framework a Aida conversa coma May e explica que ela está ‘avançando’ cada vez mais no programa; assim, aposto que a consciência dela registrará a informação e será o “Neo” da Daisy nessa Matrix – além disso, só ela pra ser acordada no meio do nada e com um Superior andródie de guardião da ‘cela’;
– Mack como agente da Hydra, mas casado com sua ex-mulher e com sua filhinha;
– Fitz com Aida (aqui eu acho que a atração rola só dele para ela, mas como ela quer ‘sentir’ o que os humanos também sentem, liberou para a imaginação do Fitz criar esse relacionamento no mundo virtual); aqui talvez ele seja meio que um rival do Radcliffe, que certamente também tem a sua querida Agnes do lado (seriam elas irmãs gêmeas no mundo virtual?);
– Jemma morta ‘undercovered’ (certamente há mais coisas entre Daisy e Jemma do que mostrou nosso vão 15° episódio… elas não entrariam na Framework sem um plano);
– E o Mace, hein!? Acho que ele vai ser o Capitão América do mundo virtual, o fodão que ele sempre encenou ser;
– Não acredito nas aparições de Deathlock, Harpia e seu parceiro ou de outros humanos e inumanos que apareceram em temporadas passadas, e nem quero isso; esse arco não será uma “festa de confraternização de MAoS”, o que se encaixaria melhor para as séries da CW.
O tal do inumano naufragado ficou bem de escanteio, até a irmã dele já foi limada da série… como confio cegamente na mitologia da série e no comando dos showrunners, certamente ele reaparecerá nesse último arco.
PS: Momento delírio: imagina só, Ritter, se depois de Coulson e sua equipe destroçarem o bonequinho de controle remotod do Superior, ele ou Aida resolvesse montar aquela cabeça num corpo cibernético? Te dou 5 letras: M.O.D.O.K.

Responder
Ricardo Heydersoon 5 de março de 2017 - 03:47

Caraca… O que dizer depois de um episódio desses? Demorei um pouco por causa dos compromissos, o que eu perdi quando estava fora meu Deus?
O Iain e a Elizabeth são meus atores favoritos de AoS, são dois montros que sempre que ganham um segundo de tela se agarram e dão um show, arrebenta pra valer. O que foi aquela discussão sobre quem era o LMD? Obviamente o episódio foi da Liz e da Chloe, com um pequeno show da Ming-Na com um diálogo muito bonito.
A Mallory merece aplausos, ela consegue expressar toda a confusão e o desejo, até mesmo a inveja dá AIDA 2.0 com pouquíssimas expressões. E não tem como odiar ela, quando ela faz maldade com aquele rosto inocente dela. Linda e talentosa a atriz.
Apesar das introduções forçadas, o pai do Fitz e a filha do Mack ganhou relevância, e servirão pra ser o dilema deles.
E só o que sobrou foram as teorias. Tenho duas teorias sobre a Hydra: uma é que a Hydra tem a Agents das SHIELD infiltrada nelas, o oposto da situação do Soldado Invernal. E a outra é que a SHIELD existe como uma espécie de Rebeldes, e que a Simmons é uma das líderes, casada com o Will. Já que como ela teve uma família amorosa e uma vida que parece ter sido fácil e sem grandes arrependimentos e que o maior dela é ter deixado o Will pra morrer.
A Daisy é Skye novamente e não inumana. E a situação vai se inverter. Ela vai ser a traira, a agente dupla da SHIELD.
A May e o Coulson são casados. O Fitz tá casado com a AIDA, com a AIDA e não a Agnes, já que ela aparenta ter uma espécie de crush nele e como ela é um programa, não duvido nada ela ter se plugado no Framework pra ser o amor da vida dele.
A volta do Ward foi feito de uma forma bem inteligente, e nenhum pouco forçada como muitos disseram. Gosto de tudo que fizeram com ele, fugiram do clichê de traidor que volta ao time e se redime (ele tentou fazer isso, mas não colou muito hahahahaha)
O Jed e a Maurissa tem a faca e o queijo na mão, todo um universo que podem fazer o que quiser sem se preocupar com o pessoal dos filmes.
Não duvido nada dos Vingadores terem morrido e os Secret Warriors serem os grandes heróis desse universo, até apostaria nos Defensores pra uma aparição.
Segundo o Jed, os próximos episódios serão divididos entre nosso mundo e o Framework, embora queria que o próximo seja inteiramente na realidade alternativa. Por isso acho que os protagonistas do mundo real será a Iô-Iô (merecidamente) e os agentes que desde o início das temporadas foram ganhando uma pequena relevância. Quero que ela reúna um equipe pra lidar com a AIDA 2.0.
Falei demais, mais tinha que botar pra fora.
Que episódio, só isso. Que episódio!

Responder
Ricardo Heydersoon 5 de março de 2017 - 03:47

Caraca… O que dizer depois de um episódio desses? Demorei um pouco por causa dos compromissos, o que eu perdi quando estava fora meu Deus?
O Iain e a Elizabeth são meus atores favoritos de AoS, são dois montros que sempre que ganham um segundo de tela se agarram e dão um show, arrebenta pra valer. O que foi aquela discussão sobre quem era o LMD? Obviamente o episódio foi da Liz e da Chloe, com um pequeno show da Ming-Na com um diálogo muito bonito.
A Mallory merece aplausos, ela consegue expressar toda a confusão e o desejo, até mesmo a inveja dá AIDA 2.0 com pouquíssimas expressões. E não tem como odiar ela, quando ela faz maldade com aquele rosto inocente dela. Linda e talentosa a atriz.
Apesar das introduções forçadas, o pai do Fitz e a filha do Mack ganhou relevância, e servirão pra ser o dilema deles.
E só o que sobrou foram as teorias. Tenho duas teorias sobre a Hydra: uma é que a Hydra tem a Agents das SHIELD infiltrada nelas, o oposto da situação do Soldado Invernal. E a outra é que a SHIELD existe como uma espécie de Rebeldes, e que a Simmons é uma das líderes, casada com o Will. Já que como ela teve uma família amorosa e uma vida que parece ter sido fácil e sem grandes arrependimentos e que o maior dela é ter deixado o Will pra morrer.
A Daisy é Skye novamente e não inumana. E a situação vai se inverter. Ela vai ser a traira, a agente dupla da SHIELD.
A May e o Coulson são casados. O Fitz tá casado com a AIDA, com a AIDA e não a Agnes, já que ela aparenta ter uma espécie de crush nele e como ela é um programa, não duvido nada ela ter se plugado no Framework pra ser o amor da vida dele.
A volta do Ward foi feito de uma forma bem inteligente, e nenhum pouco forçada como muitos disseram. Gosto de tudo que fizeram com ele, fugiram do clichê de traidor que volta ao time e se redime (ele tentou fazer isso, mas não colou muito hahahahaha)
O Jed e a Maurissa tem a faca e o queijo na mão, todo um universo que podem fazer o que quiser sem se preocupar com o pessoal dos filmes.
Não duvido nada dos Vingadores terem morrido e os Secret Warriors serem os grandes heróis desse universo, até apostaria nos Defensores pra uma aparição.
Segundo o Jed, os próximos episódios serão divididos entre nosso mundo e o Framework, embora queria que o próximo seja inteiramente na realidade alternativa. Por isso acho que os protagonistas do mundo real será a Iô-Iô (merecidamente) e os agentes que desde o início das temporadas foram ganhando uma pequena relevância. Quero que ela reúna um equipe pra lidar com a AIDA 2.0.
Falei demais, mais tinha que botar pra fora.
Que episódio, só isso. Que episódio!

Responder
planocritico 5 de março de 2017 - 18:30

@ricardoheydersoon:disqus , sensacionais seu comentário e teorias! Gosto bastante da noção de inversão de valores, com a Hidra infiltrada pela Shield. Seria de uma complexidade extrema para o número de episódios restantes, mas pode dar uma boa história mesmo.

Sobre Fitz com Aida e não com Agnes, taí, gostei também. Faz sentido. Quero ver o que o Radcliffe vai achar disso…

E como explicar a Jemma morta? Será que faz parte da missão “undercover” dela na Hidra?

Eu vi que os episódios serão divididos entre o Framework e o mundo real e também preferiria que tudo se passasse na Matrix. Mas se for para a Yo-Yo brilhar, então não reclamarei! Ela precisa ser mais utilizada na série e entrar de vez no time permanente!

Mas, independente de qualquer coisa, foi um episódio realmente espetacular. Tudo certinho em seus lugares. 45 minutos que se passaram em 15 e em nenhum momento pareceu tumultuado!

Agora é só esperar o dia 04 de abril!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de março de 2017 - 18:30

@ricardoheydersoon:disqus , sensacionais seu comentário e teorias! Gosto bastante da noção de inversão de valores, com a Hidra infiltrada pela Shield. Seria de uma complexidade extrema para o número de episódios restantes, mas pode dar uma boa história mesmo.

Sobre Fitz com Aida e não com Agnes, taí, gostei também. Faz sentido. Quero ver o que o Radcliffe vai achar disso…

E como explicar a Jemma morta? Será que faz parte da missão “undercover” dela na Hidra?

Eu vi que os episódios serão divididos entre o Framework e o mundo real e também preferiria que tudo se passasse na Matrix. Mas se for para a Yo-Yo brilhar, então não reclamarei! Ela precisa ser mais utilizada na série e entrar de vez no time permanente!

Mas, independente de qualquer coisa, foi um episódio realmente espetacular. Tudo certinho em seus lugares. 45 minutos que se passaram em 15 e em nenhum momento pareceu tumultuado!

Agora é só esperar o dia 04 de abril!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 1 de março de 2017 - 01:17

Não há palavras para descrever esse episódio. Tudo que podia ser dito, já foi dito e, agora só resta aproveitar o fato de AoS ser a melhor série de heróis depois de demolidor (um pouco de gosto pessoal) e lamentar esse hiato. Sorte que tem punho de ferro vindo.
Tomara que nesse 3 ato o Reyes faça uma participação, nem que seja só no final, pra reinserir ele.
No mais, excelente critica, confesso que agi igual a você naqueles parenteses e quase acordei todo mundo aqui.

P.S.: Tomara que o Ward desse universo seja da hidra, assim a gente pode ver ele morrendo de novo.

Responder
Leonardo Bicigo 1 de março de 2017 - 01:17

Não há palavras para descrever esse episódio. Tudo que podia ser dito, já foi dito e, agora só resta aproveitar o fato de AoS ser a melhor série de heróis depois de demolidor (um pouco de gosto pessoal) e lamentar esse hiato. Sorte que tem punho de ferro vindo.
Tomara que nesse 3 ato o Reyes faça uma participação, nem que seja só no final, pra reinserir ele.
No mais, excelente critica, confesso que agi igual a você naqueles parenteses e quase acordei todo mundo aqui.

P.S.: Tomara que o Ward desse universo seja da hidra, assim a gente pode ver ele morrendo de novo.

Responder
planocritico 1 de março de 2017 - 19:26

Seria bacana se o Motorista Fantasma voltasse. Mas, como alguns leitores disseram, seria ótimo se aproveitassem o terceiro arco para trazer Deathlok de volta também!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus 27 de fevereiro de 2017 - 15:54

Será que se The Flash pedir com carinho, AoS não empresta seus roteiristas um pouquinho para ela? Kkk
Brincadeiras à parte, que episódio fantástico, meu amigo. Hoje assisti pela 3 terceira vez e ainda não consegui digerir tudo o que nos foi apresentado. Tudo esteve tão maravilhoso. As atuações então… Até mesmo a Ming que nunca me surpreendeu muito (apesar de eu sempre ter gostado muito da May) deu um verdadeiro show naquele diálogo final entre Maygatron e Coulson LMD (só eu que quase derramei suor masculino pelos olhos com aquele “That’s came from me”? Sério, deu para sentir toda emoção na voz dela). Enfim, vamos torcer para que Agents continue esse caminho brilhante e tenha pelo menos mais uma temporada para encerrar com chave de ouro sua trajetória. Vida longa à S.H.I.E.L.D!

Responder
Mateus 27 de fevereiro de 2017 - 15:54

Será que se The Flash pedir com carinho, AoS não empresta seus roteiristas um pouquinho para ela? Kkk
Brincadeiras à parte, que episódio fantástico, meu amigo. Hoje assisti pela 3 terceira vez e ainda não consegui digerir tudo o que nos foi apresentado. Tudo esteve tão maravilhoso. As atuações então… Até mesmo a Ming que nunca me surpreendeu muito (apesar de eu sempre ter gostado muito da May) deu um verdadeiro show naquele diálogo final entre Maygatron e Coulson LMD (só eu que quase derramei suor masculino pelos olhos com aquele “That’s came from me”? Sério, deu para sentir toda emoção na voz dela). Enfim, vamos torcer para que Agents continue esse caminho brilhante e tenha pelo menos mais uma temporada para encerrar com chave de ouro sua trajetória. Vida longa à S.H.I.E.L.D!

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2017 - 19:39

@disqus_zEJ9CmrAnI:disqus , nem pegando emprestado roteirista de AoS a coisa vai, pois os showrunners de Flash é que são terríveis! Tem que mudar a chefia ali!

Mas realmente Ming-Na estava muito bem nesse episódio e foi acridoce ver aquele diálogo dela com Coulson-robô. Agora quero ver a verdadeira como diretora da Hidra!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 26 de fevereiro de 2017 - 14:21

1ªTemporada: Ward é da Hidra
2ªTemporada: Ward refaz a Hidra
3ªTemporada: Ward é a Hidra
4ªTemporada: Ward na Hidra

Responder
planocritico 26 de fevereiro de 2017 - 20:19

Mais ou menos por aí! 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de fevereiro de 2017 - 20:19

Mais ou menos por aí! 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Júnior Souza 25 de fevereiro de 2017 - 19:55

Acabei de ver e fiquei imaginando aqui se cada epis, a partir de agora, for relacionado ao resgate de cada agente (com uma imersão em seu respectivo mundo na matrix). Seria uma boa pra dar ainda mais profundidade aos personagens.
E no último epis, com todos devidamente resgatados e com a ajuda do Motorista/condutor fantasma, a gente tivesse o confronto final com a Aida 2.0.
Muito boa a sua crítica, Ritter.
Agora, retira aquela sua ideia da volta de um Ward robô. Antes que eles leiam…
Abraço

Responder
Júnior Souza 25 de fevereiro de 2017 - 19:55

Acabei de ver e fiquei imaginando aqui se cada epis, a partir de agora, for relacionado ao resgate de cada agente (com uma imersão em seu respectivo mundo na matrix). Seria uma boa pra dar ainda mais profundidade aos personagens.
E no último epis, com todos devidamente resgatados e com a ajuda do Motorista/condutor fantasma, a gente tivesse o confronto final com a Aida 2.0.
Muito boa a sua crítica, Ritter.
Agora, retira aquela sua ideia da volta de um Ward robô. Antes que eles leiam…
Abraço

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 23:02

Que nada! Quero o Ward de volta sim! HHAAHHAHAHAHAHAHHHA

Vamos ver como será a estrutura dos episódios finais. Não duvidaria que fosse algo parecido!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 26 de fevereiro de 2017 - 17:45

Ward é um personagem que a gente ama e odeia mesmo. Eu só amei ele como Hive. Acredito que esta versão dele do Freamwork seja a versão saudável mentalmente dele, e que Daisy poderá até ficar balançada. E que May não será do mal, apenas deva acreditar nos falsos ideais da Hydra. Este ultimo arco tem tudo para ser sensacional.
Mas não acredito que teremos Ward na 5 temporada, pelo menos não como ciborgue. Podem trazer uma outra versão já que os produtores gostam de brincar com o personagem desta maneira.

Responder
planocritico 26 de fevereiro de 2017 - 20:16

Eu gostei do Ward quando ele mostrou as verdadeiras cores dele. Reviravolta bacana lá atrás!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa Silveira 25 de fevereiro de 2017 - 19:24

Eu acho que não existe um episódio de séries de heróis, da TV ou da Netflix, que seja tão bom quanto esse. Sério, que episódio fantástico!
Eu empolgado achando que ia ver FitzSimmons ao ataque, me deram um belo tapa na cara e entregaram um episódio que superou em muito minhas altas expectativas.
Eu pensei que depois de All His Angels, de Vikings, demoraria um bom tempo até outra série entregar algo tão fantástico. Ainda bem que eu tava enganado.

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 23:06

@rafasilveira:disqus , provavelmente você está certo se descontarmos alguns de Demolidor do Netflix! Foi um episódio sensacional mesmo. Difícil ter outro desse naipe e diria que o mais próximo foi da própria série, aquele em que Jemma está sozinha lá no planeta “azul”.

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 25 de fevereiro de 2017 - 13:20

UAU! Esse é o tipo de episódio que me faz lembrar o porque de eu assistir MAoS, não tenho nem o que comentar, só dá para aplaudir. E eu achando que esse arco não fosse ter um bom final, mas Agents me surpreendeu de novo.

Responder
Nicolas Dias 25 de fevereiro de 2017 - 13:20

UAU! Esse é o tipo de episódio que me faz lembrar o porque de eu assistir MAoS, não tenho nem o que comentar, só dá para aplaudir. E eu achando que esse arco não fosse ter um bom final, mas Agents me surpreendeu de novo.

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 13:33

Eu fiquei que nem pinto no lixo depois de ver esse episódio! Não conseguia nem escrever direito e tive que parar uns 15 minutos para colocar minha cabeça no lugar! MUITO bom!

Abs,
Ritter.

Responder
brunoalves65 24 de fevereiro de 2017 - 21:42

Depois de um episódio desses, desisti de ver na sequencia o episódio do Flash na cidade gorila porque sei que vai ser um balde de água fria na minha empolgação! Ansiedade a mil para ver o último arco da temporada dessa série foda!

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 04:25

@brunoalves65:disqus , he, he. Eu te entendo perfeitamente…

E o último arco promete mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 24 de fevereiro de 2017 - 20:56

Ainda com 9.8 no imdb e olha que o povo vota la sob fortes doses de [insira um nome de alguma droga aqui]!

Responder
Huckleberry Hound 24 de fevereiro de 2017 - 20:56

Ainda com 9.8 no imdb e olha que o povo vota la sob fortes doses de [insira um nome de alguma droga aqui]!

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 04:25

@disqus_6l28o55IZI:disqus , verdade! Mas esse episódio até quem ainda consegue detestar essa série tem que dar o braço a torcer…

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 24 de fevereiro de 2017 - 00:05

Cara, cara… cara. Fenomenal. Caiu até um cisco no olho de emoção de tão bom que foi. Está, com certeza, entre os 3 melhores ep de séries do gênero.
Não me atrevo nem a fazer previsões, vou apenas desfrutar. Reservar março para o Punho de Ferro e em abril voltar a me deleitar.

PS.: Ainda bem que eles não ouviram seu “apelo” inicial em não fazer uma 4ª temporada. Olha só o que iríamos perder. Tá loco!!!!!!

Responder
Alain Oliveira 24 de fevereiro de 2017 - 00:05

Cara, cara… cara. Fenomenal. Caiu até um cisco no olho de emoção de tão bom que foi. Está, com certeza, entre os 3 melhores ep de séries do gênero.
Não me atrevo nem a fazer previsões, vou apenas desfrutar. Reservar março para o Punho de Ferro e em abril voltar a me deleitar.

PS.: Ainda bem que eles não ouviram seu “apelo” inicial em não fazer uma 4ª temporada. Olha só o que iríamos perder. Tá loco!!!!!!

Responder
planocritico 24 de fevereiro de 2017 - 00:55

@alainoliveira:disqus , não foi apelo, mas sim uma constatação de que uma 4ª temporada não era realmente necessária. E devo dizer que, apesar de alguns bons episódios nesta temporada, só esse agora é que realmente foi espetacular. Mas pode deixar que eu quero sim uma 5ª temporada agora!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de fevereiro de 2017 - 00:55

@alainoliveira:disqus , não foi apelo, mas sim uma constatação de que uma 4ª temporada não era realmente necessária. E devo dizer que, apesar de alguns bons episódios nesta temporada, só esse agora é que realmente foi espetacular. Mas pode deixar que eu quero sim uma 5ª temporada agora!

Abs,
Ritter.

Responder
Elance Rangel 23 de fevereiro de 2017 - 22:01

Esse episódio me deixou doido do inicio ao fim. Muito bom. Um dos melhores, senão o melhor!

Responder
Elance Rangel 23 de fevereiro de 2017 - 22:01

Esse episódio me deixou doido do inicio ao fim. Muito bom. Um dos melhores, senão o melhor!

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 23:08

Sim, fenomenal episódio mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 23:08

Sim, fenomenal episódio mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 23 de fevereiro de 2017 - 17:48

AoS elevando ao máximo sua qualidade, cara que episódio! Que episódio!

Vários momentos tensos e reviravoltas, haja coração!

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 17:51

He, he. Quase enfartei mesmo!

– Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 17:51

He, he. Quase enfartei mesmo!

– Ritter.

Responder
NOT jason todd 23 de fevereiro de 2017 - 18:02

To até sem reação agora. Que episódios foda cara.Seria pedir demais que fosse uma temporada inteira com agents of Hydra? Eu pareço ser minoria aqui mas eu adoro o personagem do Ward, aquele vilão que você adora odiar, deve ser por isso que colocaram ele em especial como o namorado da Daisy, entre outras coisas, pois ele é o perfeito oposto dela e do Coulson. Ele é o tipo de filho da puta que lutaria contra a shield mesmo se soubesse que não é o mundo dos agentes. Seria ótimo que a namorada ou esposa do Fitz fosse a Aida, ela sempre pareceu gostar muito dele, e se ela quer sentir emoções, ele seria a pessoa ideal para isso. Não me surpreenderia se ela tivesse feito o framework que forma que ele e Jemma nunca tenham se conhecido. Se essa série tiver uma próxima temporada, e espero que tenha, é impossivel que a série não tenha um arco inteiro lidando com as consequências desse plot twist. Um nome que não vi ser citado na Review e acho que vai ser muito importante agora e na próxima temporada vai ser o Mack, pos ele e a May de longe vão ter as maiores mudanças nessa série, a May talvez tenha outra mudança de personalidade e tomara que volte ao seu antigo eu ou perto disso, sem deixar de ser a Cavalaria, e o Mack esta num mundo no qual sua filha esta viva. Não acho que ele vai querer voltar. Agora é só esperar e quero ver principalmente a mudança de personalidade deles agora no framework e qualdo saírem deles. Só vem monstro.

HAIL HYDRA.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 18:11

@disqus_oVP31CVmL5:disqus , você não está sozinho não. Eu adoro o Ward. É incrível ver como ele foi de um agente canastrão para um personagem variado e fascinante. Quero ele muito de volta nem que seja como um LMD!

Será muito interessante ver as dúvidas sobre sair ou não do Framework pelos fatores que você colocou.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 18:11

@disqus_oVP31CVmL5:disqus , você não está sozinho não. Eu adoro o Ward. É incrível ver como ele foi de um agente canastrão para um personagem variado e fascinante. Quero ele muito de volta nem que seja como um LMD!

Será muito interessante ver as dúvidas sobre sair ou não do Framework pelos fatores que você colocou.

Abs,
Ritter.

Responder
NOT jason todd 23 de fevereiro de 2017 - 18:02

To até sem reação agora. Que episódios foda cara.Seria pedir demais que fosse uma temporada inteira com agents of Hydra? Eu pareço ser minoria aqui mas eu adoro o personagem do Ward, aquele vilão que você adora odiar, deve ser por isso que colocaram ele em especial como o namorado da Daisy, entre outras coisas, pois ele é o perfeito oposto dela e do Coulson. Ele é o tipo de filho da puta que lutaria contra a shield mesmo se soubesse que não é o mundo dos agentes. Seria ótimo que a namorada ou esposa do Fitz fosse a Aida, ela sempre pareceu gostar muito dele, e se ela quer sentir emoções, ele seria a pessoa ideal para isso. Não me surpreenderia se ela tivesse feito o framework que forma que ele e Jemma nunca tenham se conhecido. Se essa série tiver uma próxima temporada, e espero que tenha, é impossivel que a série não tenha um arco inteiro lidando com as consequências desse plot twist. Um nome que não vi ser citado na Review e acho que vai ser muito importante agora e na próxima temporada vai ser o Mack, pos ele e a May de longe vão ter as maiores mudanças nessa série, a May talvez tenha outra mudança de personalidade e tomara que volte ao seu antigo eu ou perto disso, sem deixar de ser a Cavalaria, e o Mack esta num mundo no qual sua filha esta viva. Não acho que ele vai querer voltar. Agora é só esperar e quero ver principalmente a mudança de personalidade deles agora no framework e qualdo saírem deles. Só vem monstro.

HAIL HYDRA.

Responder
Luan S. 23 de fevereiro de 2017 - 16:39

Sou o entusiasta que adora toda season finale de Agents Of SHIELD (principalmente a 2° que me vem como um pequeno filme), mas essa 4° com três reviravoltas MINHA NOSSA eu só tenho a agradecer.

Não canso de dizer, principalmente pra quem desistiu na primeira temporada, que a série evolui de uma forma tão absurda que vale cada episódio.

Já que estamos aqui, qual a propabilidade de citarem o Steven Rogers da Hidra nesta Matrix? Hahaha seria demais!

HAIL HYDRA!

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 17:32

@Luanzinhi:disqus , e nem foi uma season finale, só um “pod finale” como os americanos estão chamando cada arco.

Mas, realmente, quem desistiu da série e fica desdenhando dela até hoje não faz ideia do que está perdendo!

Hail Hydra!
– Ritter

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:36

Seria genial esta referencia ao status quo dele atual nas HQs, mas é bem provável que ele esteja ainda congelado ou perdido, devem citar algo do tipo.

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:36

Seria genial esta referencia ao status quo dele atual nas HQs, mas é bem provável que ele esteja ainda congelado ou perdido, devem citar algo do tipo.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 22:17

Uma coisa ou outra seria bem legal mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 22:17

Uma coisa ou outra seria bem legal mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Daimon Hellstrom 23 de fevereiro de 2017 - 14:46

Cara, QUE EPISÓDIO SENSACIONAL!!!! Eu após terminar o episódio não conseguia acreditar que eu vi! Foi tudo incrível, as atuações (Destaque para o Fitz, Simmons e AIDA), que cenas de luta, que reviravoltas, QUE EPISÓDIO.

Eu confesso que estava com medo de como iam resolver tudo isso em apenas 1 episódio de 42 minutos, e tive a melhor surpresa de todas.
Esse episódio ao lado do 3×05 (Episódio da Jemma no planeta) são meus episódios favoritos da série agora.

O final foi incrível, eu não esperava por aquilo, e espero que tragam o Deathlok agora novamente pra resolver tudo isso.

Uma coisa que eu queria bastante ver, desde quando foi anunciado o arco era esse terror psicológico causado por “qualquer um pode ser um LMD”, e eu gostei muito desse medo na base por essa questão. E espero que agora o Superior seja trabalhado melhor.

Alguns pontos:
1- Cada vez mais a May fica mais tempo no Framework, será que o corpo dela está perto de desistir?

2- O que será que ocorreu com o irmão da senadora? eu jurava que o terceiro “ato” seria sobre ele.

3- Uma das únicas coisas que eu não gostei desse arco até agora foi a forma superficial que foi tratado a morte da senadora. Mas nem consigo mais pensar nela depois desse episódio. rs

4- Espero que os Watchdogs não apareçam tanto nesse 3 arco, pra mim já fizeram bastante nesses 2 arcos.

Responder
Daimon Hellstrom 23 de fevereiro de 2017 - 14:46

Cara, QUE EPISÓDIO SENSACIONAL!!!! Eu após terminar o episódio não conseguia acreditar que eu vi! Foi tudo incrível, as atuações (Destaque para o Fitz, Simmons e AIDA), que cenas de luta, que reviravoltas, QUE EPISÓDIO.

Eu confesso que estava com medo de como iam resolver tudo isso em apenas 1 episódio de 42 minutos, e tive a melhor surpresa de todas.
Esse episódio ao lado do 3×05 (Episódio da Jemma no planeta) são meus episódios favoritos da série agora.

O final foi incrível, eu não esperava por aquilo, e espero que tragam o Deathlok agora novamente pra resolver tudo isso.

Uma coisa que eu queria bastante ver, desde quando foi anunciado o arco era esse terror psicológico causado por “qualquer um pode ser um LMD”, e eu gostei muito desse medo na base por essa questão. E espero que agora o Superior seja trabalhado melhor.

Alguns pontos:
1- Cada vez mais a May fica mais tempo no Framework, será que o corpo dela está perto de desistir?

2- O que será que ocorreu com o irmão da senadora? eu jurava que o terceiro “ato” seria sobre ele.

3- Uma das únicas coisas que eu não gostei desse arco até agora foi a forma superficial que foi tratado a morte da senadora. Mas nem consigo mais pensar nela depois desse episódio. rs

4- Espero que os Watchdogs não apareçam tanto nesse 3 arco, pra mim já fizeram bastante nesses 2 arcos.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:00

@daimonhellstrom:disqus , concordo que esse e o 3×05 são os melhores da série toda até agora. Acho que foram mesmo os únicos dois que dei 5 estrelas, mas posso estar enganado…

Acho que a May estará mais debilitada sim, mas sabe como é: ela é a Cavalaria. Precisa de muito para derrubar aquela mulher!

O irmão da senadora está lá no fundo do mar. Já não sei mais se vai dar as caras no terceiro arco. Pode ser que estejam reservando o cara para criar a “ponte” com a série dos Inumanos.

Também não gostei nem da morte da senadora nem como a morte em si foi abordada. Era uma ótima personagem. Mas eu não vi o corpo dela ainda, portanto, não descarto que ela reapareça!

Acho que os Watchdogs acabaram para todos os efeitos. Mas teremos que aguardar!

Abs,
Ritter.

Responder
Daimon Hellstrom 23 de fevereiro de 2017 - 16:31

Ótima pontuação sobre o inumano ser uma possível ponte para a série.

E sobre a senadora, muita gente tava falando sobre ela ser uma LMD, apenas para a SHIELD, entre outras organizações pararem de seguir ela.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:35

Ela pode ser um LMD sim. Sinceramente, acho que ela precisava voltar para dar importância ao reaparecimento do irmão dela. O cara precisa de um momento para confrontar a irmã e aí sim ela pode morrer de verdade…

Abs,
Ritter.

Responder
Daimon Hellstrom 23 de fevereiro de 2017 - 17:48

Totalmente de acordo. Eu gostei da relação que foi mostrada brevemente entre eles, queria ver mais a relação entre os dois novamente.

planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 17:51

Também!

É torcer para ela voltar…

– Ritter.

planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 17:51

Também!

É torcer para ela voltar…

– Ritter.

Daimon Hellstrom 23 de fevereiro de 2017 - 17:48

Totalmente de acordo. Eu gostei da relação que foi mostrada brevemente entre eles, queria ver mais a relação entre os dois novamente.

Daimon Hellstrom 23 de fevereiro de 2017 - 16:31

Ótima pontuação sobre o inumano ser uma possível ponte para a série.

E sobre a senadora, muita gente tava falando sobre ela ser uma LMD, apenas para a SHIELD, entre outras organizações pararem de seguir ela.

Responder
Luan S. 23 de fevereiro de 2017 - 16:40

Sobre o irmão dá senadora, eu andei apostando que ele talvez possa vim a ser o Triton na série dos Inumanos, já que o elenco ainda está sendo anunciado.

Ele no mar fez eu pensar bastante nisso, por mais que neguem qualquer vínculo com AoS.

Mas será? Seja o que for, tenho quase certeza que é uma porta para a série dos Inumanos mesmo.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 17:30

Eu acho que um mínimo de vínculo precisa existir, nem que ele não seja mencionado em Inumanos, apenas em AoS. Mas veremos como isso vai ficar… Tudo é ainda um mistério…

Abs,
Ritter

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:39

Eu ja não concordo, os melhores de toda a série, é este 4×15 em primeiro lugar e o 3×17 em segundo e o 3×05 em terceiro. Pronto tenho um top 3 hahahahaha

Responder
Daimon Hellstrom 25 de fevereiro de 2017 - 03:14

Concordo sobre esse novo em primeiro, mas troco o 3×17 pelo 3×05!
Fora isso, meu top 5 de episódios favoritos da série fica:

1- 4×15
2- 3×05
3- 3×17
4- 1×17
5- Nesse, eu fico entre o 2×10 (Que teve a transformação incrível da ainda Skye) e o episódio 2×21/2×22 (que foi dois episódios incríveis).

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 04:23

Boas escolhas!

– Ritter.

planocritico 25 de fevereiro de 2017 - 04:23

Boas escolhas!

– Ritter.

Daimon Hellstrom 25 de fevereiro de 2017 - 03:14

Concordo sobre esse novo em primeiro, mas troco o 3×17 pelo 3×05!
Fora isso, meu top 5 de episódios favoritos da série fica:

1- 4×15
2- 3×05
3- 3×17
4- 1×17
5- Nesse, eu fico entre o 2×10 (Que teve a transformação incrível da ainda Skye) e o episódio 2×21/2×22 (que foi dois episódios incríveis).

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:39

Eu ja não concordo, os melhores de toda a série, é este 4×15 em primeiro lugar e o 3×17 em segundo e o 3×05 em terceiro. Pronto tenho um top 3 hahahahaha

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 13:04

RITTER EU TAMBÉM ESTOU PASMAAAA! QUE EPISODIO FOI ESTE ? QUE QUALIDADE. Daisy is back bitches hahahaha apesar de um certo nerf nos poderes, a Tremor brilhou, que cena cinematográfica foi aquela da destruição do Mack? A coreografias, referencia a cena da Sarah Connor contra o Extermnador. E sim eles devem ter se inspirado na série Fringe , que brincava com universos paralelos, a realidade virtual permite isto, o Darkhold amplifica a tecnologia do freamwork para criação de uma” terra 2” .

A cena da May me deu arrepios, quando eu a vi no elevador sabia que ela estaria onde estava. Só não esperava o logo da HYDRA. A cena me lembrou de Fringe a primeira temporada, no qual a agente Olivia vai parar na” terra 2” onde as torres gêmeas não caíram, a cena foi semelhante até.Sobre Ward assim como Daisy pensei logo no Lincoln kkkkkk Coitada o baque vai ser grande. Eu acredito que no Freamwork ela não terá poderes, se tiver vou me surpreender, acho que o orçamento vai ser poupado para os dois episódios finais. Não acredito que terei que esperar até o dia 4, foi uma verdadeira season finale , compensou os episódios fracos anteriores, estes roteiristas são uns safados kkkk me pegaram! O MELHOR EPISODIO DESTA TEMPORADA.

https://uploads.disquscdn.com/images/b777fc754645fe63339da93afba6d2bfd0b76728e6b480a20b60aaa58fd52aa1.png

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:07

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus esse é um daqueles episódios memoráveis, que marcam para sempre uma série. Foi melhor até do que vários filmes do UCM (he, he, he…). Mas sério, quando o Triskelion começou a aparecer eu gelei e imaginei que não seria algo óbvio e BUM, vem o logo da Hidra. SENSACIONAL!!!

Sobre Daisy não ter poderes no Framework, interessante. Essa constatação me faz pensar porque então havia um exército de Daisy’s robóticas no porão da Shield. Meu primeiro pensamento foi que Aida queria um exército de robôs que emulassem os poderes dela, mas aí fiquei pensando como isso seria possível. Vamos ver, vamos ver…

Ah, e sua lembrança de Fringe foi perfeita. Lembrou mesmo muito o momento em que vemos pela primeira vez a realidade paralela… Incrível!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:17

Eu também acho que foi nível de filme e melhor que muitos do MCU que não são tão sérios na proposta. Quem não gosta do humor e piadas dos filmes, deveriam correr para assistir AoS.

Pensei dela não ter poderes, porque provavelmente nesta realidade ela não passou pela terragenesis. Acredito que Aida fez várias LMD para emular os poderes dela mesmo, só que precisariam de várias para chegar na escala dos poderes da Daisy.

Se este fim de arco conseguiu ser melhor que o final do primeiro arco, meu hype para os dois últimos episódios desta temporada estão em nível cosmico kkkkkk. Eu tive que citar, tive a mesma sensação de quando vi o final da primeira temporada de Fringe, até o frio na barriga senti rsrs

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:17

Eu também acho que foi nível de filme e melhor que muitos do MCU que não são tão sérios na proposta. Quem não gosta do humor e piadas dos filmes, deveriam correr para assistir AoS.

Pensei dela não ter poderes, porque provavelmente nesta realidade ela não passou pela terragenesis. Acredito que Aida fez várias LMD para emular os poderes dela mesmo, só que precisariam de várias para chegar na escala dos poderes da Daisy.

Se este fim de arco conseguiu ser melhor que o final do primeiro arco, meu hype para os dois últimos episódios desta temporada estão em nível cosmico kkkkkk. Eu tive que citar, tive a mesma sensação de quando vi o final da primeira temporada de Fringe, até o frio na barriga senti rsrs

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:07

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus esse é um daqueles episódios memoráveis, que marcam para sempre uma série. Foi melhor até do que vários filmes do UCM (he, he, he…). Mas sério, quando o Triskelion começou a aparecer eu gelei e imaginei que não seria algo óbvio e BUM, vem o logo da Hidra. SENSACIONAL!!!

Sobre Daisy não ter poderes no Framework, interessante. Essa constatação me faz pensar porque então havia um exército de Daisy’s robóticas no porão da Shield. Meu primeiro pensamento foi que Aida queria um exército de robôs que emulassem os poderes dela, mas aí fiquei pensando como isso seria possível. Vamos ver, vamos ver…

Ah, e sua lembrança de Fringe foi perfeita. Lembrou mesmo muito o momento em que vemos pela primeira vez a realidade paralela… Incrível!

Abs,
Ritter.

Responder
Havokeiro 23 de fevereiro de 2017 - 13:59

Esse episódio foi incrível, amei tudo *-* Excelente sua crítica, as atuações estavam ótimas, me perco até pra falar sobre o que achei do episodio…
Estou achando que o Fitz estava com a Aida não? Minha aposta por enquanto é nela.

Responder
Havokeiro 23 de fevereiro de 2017 - 13:59

Esse episódio foi incrível, amei tudo *-* Excelente sua crítica, as atuações estavam ótimas, me perco até pra falar sobre o que achei do episodio…
Estou achando que o Fitz estava com a Aida não? Minha aposta por enquanto é nela.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:01

@mathew12:disqus , cara, essa de se perder para falar do episódio aconteceu comigo também.Tive que parar uns 15 minutos para organizar meus pensamentos e enumerar o que havia acontecido de importante. Foram intensos 45 minutos que se passaram como 5…

Sobre Fitz com Aida, pode ser sim. Minha única reticência é que, como a versão original dela é o amor da vida de Radcliffe, imaginei que ela estaria com ele no Framework…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:01

@mathew12:disqus , cara, essa de se perder para falar do episódio aconteceu comigo também.Tive que parar uns 15 minutos para organizar meus pensamentos e enumerar o que havia acontecido de importante. Foram intensos 45 minutos que se passaram como 5…

Sobre Fitz com Aida, pode ser sim. Minha única reticência é que, como a versão original dela é o amor da vida de Radcliffe, imaginei que ela estaria com ele no Framework…

Abs,
Ritter.

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Vitorprotto 23 de fevereiro de 2017 - 12:28

Ainda tem gente que compara as series da Cw com essa maravilha que deus perdoe essas pessoas

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:38

@vitorprotto:disqus , dá para comparar tranquilamente:

CW = lixo

AoS = luxo

Viu? HAHAHAHAHAHAHAAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

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Rodrigo Patini 23 de fevereiro de 2017 - 14:53

Agora até as realidades paralelas, que só a CW tinha, agora MAoS também tem!
Orgulho de ser Marveiro!!! https://uploads.disquscdn.com/images/f8e5f257c6a4b96ad85a60c79df61c02cc606288271d8ab6e95ac0a3e43fb898.gif

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 15:56

Isso aí! E com a diferença que ninguém zera o passado na Marvel!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 23 de fevereiro de 2017 - 17:45

Mito

Responder
Batman 23 de fevereiro de 2017 - 17:45

Mito

Responder
fellipekyle 23 de fevereiro de 2017 - 23:48

eu confesso que sou mais fã dos personagens da DC (não li muitos quadrinhos, mas os desenhos me marcaram mt na infância, ao contrário da Marvel), mas os caras estão fazendo um trabalho incrível com as séries e os filmes. Quando vi esse episódio deu vontade de largar TUDO da DC/CW, nossa. Eles ainda têm muito que aprender.

Responder
planocritico 24 de fevereiro de 2017 - 00:51

A CW pasteurizou os heróis da DC que realmente têm boas histórias. O negócio é mudar de showrunner, senão fica tudo igual como está…

Abs,
Ritter.

Responder
fellipekyle 24 de fevereiro de 2017 - 02:55

pois é, o problema é esse. Botaram o mesmo showrunner em todas essas séries e tá tudo padronizado. Gotham pelo menos ganha mais nesse quesito, lá é tudo mais bem feitinho, apesar do roteiro fraco (ao meu ver). Todo o cenário, fotografia e toda a parte técnica é feita com muito bom gosto.

Responder
planocritico 24 de fevereiro de 2017 - 12:50

Sim. Gotham é diferenciado. E iZombie, baseada em quadrinhos e também da CW, mas com outros showrunners, prova que o problema está mesmo nos showrunners “padrão” das séries da DC…

Abs,
Ritter.

fellipekyle 24 de fevereiro de 2017 - 02:55

pois é, o problema é esse. Botaram o mesmo showrunner em todas essas séries e tá tudo padronizado. Gotham pelo menos ganha mais nesse quesito, lá é tudo mais bem feitinho, apesar do roteiro fraco (ao meu ver). Todo o cenário, fotografia e toda a parte técnica é feita com muito bom gosto.

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planocritico 24 de fevereiro de 2017 - 00:51

A CW pasteurizou os heróis da DC que realmente têm boas histórias. O negócio é mudar de showrunner, senão fica tudo igual como está…

Abs,
Ritter.

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fellipekyle 23 de fevereiro de 2017 - 23:48

eu confesso que sou mais fã dos personagens da DC (não li muitos quadrinhos, mas os desenhos me marcaram mt na infância, ao contrário da Marvel), mas os caras estão fazendo um trabalho incrível com as séries e os filmes. Quando vi esse episódio deu vontade de largar TUDO da DC/CW, nossa. Eles ainda têm muito que aprender.

Responder
Josevando Sousa 23 de fevereiro de 2017 - 12:19

Eu depois desse episódio. Que EP meus amigos, que EP… AoS só provando mais uma vez porque é a melhor série do gênero. Tô “nervousor” com a Jemma morta no Framework, já que ela diz pra Daisy antes delas entrarem que morrer lá, significa morrer fora dele. Ei Bi Ci/Marvel não ousem tocar na minha Jemminha. Tô até agora extasiado com tudo, o roteiro maravilhoso, as cenas de ação, o drama entre Fitz-Simmons (que atorzões da porra) pra saber quem era LMD e a amizade da Daisy com Simmons (ela dizendo que por tudo que FTTZ já passaram eles merecem ficar juntos). Curiosissímo para os próximos EPs, vai ser sofrimento esperar até abril :/
https://uploads.disquscdn.com/images/aa72eb02529b271970e29562fe6504a1e9ce29a9e8326b17d658dbdf0b3f8345.gif

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:40

@josevandosousa:disqus , eles vão dar algum jeito no caso da Jemma! Morta ela não pode estar não!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 13:06

Nossa amigo gelei quando Jemma falou isto e apareceu o tumulo dela! Este episodio foi espetacular. Daisy voltou com tudo, as cenas de luta dela foram as melhores, muito superior a cena da prisão. E o novo uso dos poderes também.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:04

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , finalmente temos nossa Daisy de volta, hein? Acho que ouviram suas reclamações!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:18

HAHAHAHA Que bom que ouviram!! Só espero o melhor agora para a personagem, eles me reconquistaram de volta. Eu já estava ficando desanimada.

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:18

HAHAHAHA Que bom que ouviram!! Só espero o melhor agora para a personagem, eles me reconquistaram de volta. Eu já estava ficando desanimada.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:04

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , finalmente temos nossa Daisy de volta, hein? Acho que ouviram suas reclamações!!!

Abs,
Ritter.

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Junito Hartley 23 de fevereiro de 2017 - 11:52

Caraca, esse episodio foi espetacular, um dos melhores da serie, episodio digno de ser aplaudido de pé! A cena do Fitz conversando com a Jemma pra ver quem era androide me lembro do enigma de outro mundo, foda de mais!!! Vai ser dificl esperar ate 04 de abril, Ó MY God. Meu nivel de raiva pela Aida ja ta quase no nivel de raiva que eu tinha do Ward.

Responder
Junito Hartley 23 de fevereiro de 2017 - 11:52

Caraca, esse episodio foi espetacular, um dos melhores da serie, episodio digno de ser aplaudido de pé! A cena do Fitz conversando com a Jemma pra ver quem era androide me lembro do enigma de outro mundo, foda de mais!!! Vai ser dificl esperar ate 04 de abril, Ó MY God. Meu nivel de raiva pela Aida ja ta quase no nivel de raiva que eu tinha do Ward.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:41

@Junito_Silva:disqus , que coisa linda – e tensa! – que foi aquele diálogo, não? Literalmente “de outro mundo”…

E Aida começo quietinha, obediente, agora tá má demais, do jeito que eu gosto!!!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:41

@Junito_Silva:disqus , que coisa linda – e tensa! – que foi aquele diálogo, não? Literalmente “de outro mundo”…

E Aida começo quietinha, obediente, agora tá má demais, do jeito que eu gosto!!!

Abs,
Ritter.

Responder
the rálk 23 de fevereiro de 2017 - 11:52

A Sony Brasil podia aproveitar esse hiato e começar a passar essa temporada no Brasil. Está dificil para quem se utiliza só desse meio para assistir.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:41

Não dá para entender isso da Sony. Todos os demais canais passam suas séries mais relevante quase que simultaneamente…

Abs,
Ritter.

Responder
JCésar 23 de fevereiro de 2017 - 11:50

Foi o melhor episódio da série, agora o difícil vai ser manter as expectativas.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:42

@jcsar:disqus , foi realmente incrível. Um dos melhores. Aquela da Jemma sozinha no “planeta azul” ainda é meu favorito de todos os tempos na série. Mas Self Control chega bem perto!

Abs,
Ritter.

Responder
JCésar 23 de fevereiro de 2017 - 11:50

Foi o melhor episódio da série, agora o difícil vai ser manter as expectativas.

Responder
Osmar Samuel 23 de fevereiro de 2017 - 11:19

O começo do texto foi exatamente igual à minha reação ao terminar o episódio: palavrões de emoção e muito ponto de exclamação. Com certeza o melhor episódio da temporada e um dos melhores da série; foi tão incrível que eu não sei como durou apenas 45 minutos, o tempo foi controlado de uma forma esplêndida, qualquer outro diretor não teria tamanha competência. Explodi quando vi o Ward naquele retrato, e explodi de novo quando vi a May na HYDRA.

De todas as qualidades desse episódio, gostaria de destacar dois que não foram enfatizados na critica:
-Aida, que mulher, que androide, que vilã… Tornou-se aquilo que era pro Ultron ter sido. Pode me chamar de louco, mas parte de mim quer que ela mate todo mundo hahaha.
-A luta entre Daisy e o falso Mace. Combate nível Capitão América 2; meu god que luta do c*.

Enfim, to embasbacado com o que vi (e vou rever já já); o arco “encerrou” de maneira perfeita, a direção, o roteiro e as atuações (aqui principalmente Fitz-Simmons) foram de deixar o queixo caído, e fizeram até com que o Superior, que era patético, ficar interessante. Não tenho mais palavras, só consigo sentir

Responder
Osmar Samuel 23 de fevereiro de 2017 - 11:19

O começo do texto foi exatamente igual à minha reação ao terminar o episódio: palavrões de emoção e muito ponto de exclamação. Com certeza o melhor episódio da temporada e um dos melhores da série; foi tão incrível que eu não sei como durou apenas 45 minutos, o tempo foi controlado de uma forma esplêndida, qualquer outro diretor não teria tamanha competência. Explodi quando vi o Ward naquele retrato, e explodi de novo quando vi a May na HYDRA.

De todas as qualidades desse episódio, gostaria de destacar dois que não foram enfatizados na critica:
-Aida, que mulher, que androide, que vilã… Tornou-se aquilo que era pro Ultron ter sido. Pode me chamar de louco, mas parte de mim quer que ela mate todo mundo hahaha.
-A luta entre Daisy e o falso Mace. Combate nível Capitão América 2; meu god que luta do c*.

Enfim, to embasbacado com o que vi (e vou rever já já); o arco “encerrou” de maneira perfeita, a direção, o roteiro e as atuações (aqui principalmente Fitz-Simmons) foram de deixar o queixo caído, e fizeram até com que o Superior, que era patético, ficar interessante. Não tenho mais palavras, só consigo sentir

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:44

Foram os 45 minutos mais meticulosos em uma série de TV que eu já tenha visto. Muita coisa precisava acontecer e aconteceu, mas o episódio não ficou tumultuado, não fico corrido. Um trabalho fenomenal de Whedon.

Concordo com a Aida sendo fortalecida como vilã. Deram umas derrapadas com ela na temporada, mas, aqui, ela firmou-se como algo digno mesmo de destruir a Shield!

Abs,
Ritter.

Responder
Kyle 23 de fevereiro de 2017 - 08:57

Excelente pra dizer no mínimo, a reviravolta foi, pra mim ,totalmente inesperada,a cena do fiz e da jemma mexeu um pouco comigo (pouco nada foi bastante) o que mostra como esses 2 cresceram na série, ainda me lembro quando eram alívio cômico dá série.
O sacrifício da May-Droid, pela 1° vez tornou crível esse romance entre ela e o coulson.
O Radcliffe, admito que senti pena, quando ele começou aquele discurso ,sobre a realidade ser apenas um percepção, já imaginava que ele tinha assinado sua sentença de morte.
A cena de luta da Quake(aliás bem legal a homenagem que fizeram a Sarah Connor, com a Dasy usando uma roupa parecida com a dela e usando a escopeta do Mack pra alvejar o mace-droid) sem dúvida a melhor dá temporada até aqui, toda as coreografias espetaculares,o cenário escuro com apenas o fogo iluminando ajudou a deixar a cena mais épica.
Sobre o framework, eles podem fazer o que quiserem naquela realidade, quando eu vi o triskelion com o símbolo da Hydra já pensei mil e uma coisas,Será que não existem mais super heróis lá? Os vingadores morreram? Ou eles nunca sequer foram reunidos?.
Jed fechou com chave de ouro esse arco.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:53

@Gamahh:disqus , em suma: um episódio perfeito. Impressionante como em plena quarta temporada, eles ainda conseguem mandar algo assim, completamente incrível.

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 23 de fevereiro de 2017 - 14:51

apenas um adendo…eu sempre apostei em Coulson e May juntos…desde que comecou a série.HAHAHAHAHAH

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 15:56

@ianluz:disqus , e pior é que eu acho mesmo que faz todo sentido!

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 23 de fevereiro de 2017 - 14:51

apenas um adendo…eu sempre apostei em Coulson e May juntos…desde que comecou a série.HAHAHAHAHAH

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 13:10

Eu percebi esta referencia também. Ainda bem que não foi somente eu, que luta mds digna de filme.

Acho que os Vingadores nunca foram reunidos nesta ”realidade”, pois Coulson foi responsável pela união deles, assim como Fury. Mais o Coulson do que Fury. Como ele é apenas um professor, os Vingadores não existem , por isso a Hydra foi bem sucedida.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:03

É, acho que não há Vingadores não. Seria legal se eles mostrassem uma super-equipe de versões vilanescas dos Vingadores, mas acho que não tem orçamento para isso…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:03

É, acho que não há Vingadores não. Seria legal se eles mostrassem uma super-equipe de versões vilanescas dos Vingadores, mas acho que não tem orçamento para isso…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:25

Nossa Ritter que sincronia, eu logo associei a Vingadores Sombrios, os roteiristas poderiam fazer sua própria versão da equipe na série. Não precisa ter Osborn como líder, pode ter o Ward por exemplo, o personagem na HQ de AoS roubou uma armadura do Homem de Ferro. Podem até trazer o Graviton de volta. Duvido muito que a Disney irá fazer o arco dos Vingadores Sombrios, Sentinela pior, nem pensar. Os arcos do personagem são muito violentos.

Ainda acho que Sentinela( Mesmo que o orçamento seja menor é possivel, só nerfar um pouco os poderes) ,e o primeiro Tocha Humana/Jim Hammond ,que é um ciborgue e agente da SHIELD ( olha melhor momento para traze-lo) ,irá ser introduzido na série futuramente. Também poderia trazer outro agente o Quasar.
Ps: Meu lado fã girl foi nas alturas agora kkkkkkk

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 23:06

Quasar, Sentinela, Tocha Humana original em uma série de TV? Difícil, hein? Mas sonhar tá liberado! Quem sabem os chefões da Marvel não te ouvem novamente?

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 23:06

Quasar, Sentinela, Tocha Humana original em uma série de TV? Difícil, hein? Mas sonhar tá liberado! Quem sabem os chefões da Marvel não te ouvem novamente?

Abs,
Ritter.

Stella 23 de fevereiro de 2017 - 23:15

Não acho difícil amigo hahaha. Ghost Rider é a prova disso, é um personagem ”dark” que Kevin Feige não utilizaria nos filmes. O mesmo vale para o Sentinela, Tocha Humana/Jim Hammond também não vejo tendo função nos filmes. Há rumores de que Namor irá aparecer na série Marvel’s Inhumans, então quem sabe Jim não de as caras em Agents of SHIELD afinal ele é um agente. Quasar já é um exagero meu kkkkkkkkkk

Stella 23 de fevereiro de 2017 - 23:15

Não acho difícil amigo hahaha. Ghost Rider é a prova disso, é um personagem ”dark” que Kevin Feige não utilizaria nos filmes. O mesmo vale para o Sentinela, Tocha Humana/Jim Hammond também não vejo tendo função nos filmes. Há rumores de que Namor irá aparecer na série Marvel’s Inhumans, então quem sabe Jim não de as caras em Agents of SHIELD afinal ele é um agente. Quasar já é um exagero meu kkkkkkkkkk

planocritico 24 de fevereiro de 2017 - 00:53

Bem, se for o Hammond que aparece de relance na Stark Expo do primeiro filme do Capitão América, eu topo. Mas terão que gastar uma graninha para os efeitos…

– Ritter.

Stella 23 de fevereiro de 2017 - 20:25

Nossa Ritter que sincronia, eu logo associei a Vingadores Sombrios, os roteiristas poderiam fazer sua própria versão da equipe na série. Não precisa ter Osborn como líder, pode ter o Ward por exemplo, o personagem na HQ de AoS roubou uma armadura do Homem de Ferro. Podem até trazer o Graviton de volta. Duvido muito que a Disney irá fazer o arco dos Vingadores Sombrios, Sentinela pior, nem pensar. Os arcos do personagem são muito violentos.

Ainda acho que Sentinela( Mesmo que o orçamento seja menor é possivel, só nerfar um pouco os poderes) ,e o primeiro Tocha Humana/Jim Hammond ,que é um ciborgue e agente da SHIELD ( olha melhor momento para traze-lo) ,irá ser introduzido na série futuramente. Também poderia trazer outro agente o Quasar.
Ps: Meu lado fã girl foi nas alturas agora kkkkkkk

Responder
Stella 23 de fevereiro de 2017 - 13:10

Eu percebi esta referencia também. Ainda bem que não foi somente eu, que luta mds digna de filme.

Acho que os Vingadores nunca foram reunidos nesta ”realidade”, pois Coulson foi responsável pela união deles, assim como Fury. Mais o Coulson do que Fury. Como ele é apenas um professor, os Vingadores não existem , por isso a Hydra foi bem sucedida.

Responder
Urasam Urashima 23 de fevereiro de 2017 - 13:54

Foi o Coulson que insistiu em encontrar o Capitão e, de certo modo, reuniu boa parte dos Vingadores. Sem ele, sem Vingadores, Hidra no comando.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:02

De certa forma, sim.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 16:02

De certa forma, sim.

Abs,
Ritter.

Responder
Urasam Urashima 23 de fevereiro de 2017 - 13:54

Foi o Coulson que insistiu em encontrar o Capitão e, de certo modo, reuniu boa parte dos Vingadores. Sem ele, sem Vingadores, Hidra no comando.

Responder
Ricardo 23 de fevereiro de 2017 - 08:26

Caraaaaaaaaaaaaalho!!!!!!!!! Fiquei atordoado com episódio. Na minha opinião o episódio mais foda de toda a série. Os 45 minutos passaram em 15 com toda a tensão que aconteceu!! Mas tenho uma objeção: Mesmo com a cena foda de luta da Tremor contra o Diretor, ela poderia ter resolvido fácil usando seu poder e o destroçando como fez com Mack e Coulson, mas perdeu muito tempo lutando e apanhando. Mas entendo que a cena existe para dar mais ação ao episódio e por isso funciona! Agora uma oportunidade que eles não podem perder de jeito nenhum, PELO AMOR DE DEUS!!!!!!! É reintroduzir o Deathlok na série e colocar ele no Framework pra fazer o que sempre fez nos quadrinhos: se conectar em um mundo virtual e agir como um hacker dentro dele. Exatamente o que Daysi e Simmons estão querendo fazer. O retorno do personagem não seria apenas bem vindo, como extremamente necessário neste último arco da temporada!!!!

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 12:54

Cara, boa ideia, hein? Seria sensacional se aproveitassem o arco para trazer Deathlok de volta! Ele está mesmo fazendo falta e poderia ser um agente permanente na equipe! Aliás, já está na hora da Yo-Yo também ser permanente!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Felipe 23 de fevereiro de 2017 - 18:02

O Deathlok precisa retornar há muito tempo. E digo mais: já imagino uma luta épica entre ele o o Superior reformado. Nunca te pedi nada Marvel!!!!

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 18:11

@disqus_xp32baLZrA:disqus , já comprei a ideia do Deathlok e agora compro a sua de Superior x Deathlok até um virar sucata!

Abs,
Ritter.

Responder
Thaissa Lages 6 de março de 2017 - 02:40

A ‘justificativa’ pra Daisy não ter usado os poderes de cara foi porque ela não estava com aquela proteção nos braços e tinha que poupar os ossos… Mas no fundo foi pra dar mais emoção mesmo hehehe!

Responder
planocritico 6 de março de 2017 - 15:11

@thaissalages:disqus , é verdade, mas essa desculpa já não estava colando mais…

Abs,
Ritter.

Responder
Thaissa Lages 6 de março de 2017 - 02:40

A ‘justificativa’ pra Daisy não ter usado os poderes de cara foi porque ela não estava com aquela proteção nos braços e tinha que poupar os ossos… Mas no fundo foi pra dar mais emoção mesmo hehehe!

Responder
Matheus Brito 23 de fevereiro de 2017 - 03:38

Fiquei acordado até essa hora esperando a crítica do site só pra poder falar PUTA QUE PARIU QUE EPISÓDIO FODA DO CARALHO FOI ESSE!!!!!!

Eu tô simplesmente embasbacado com o quão épico esse episódio foi. Ele conseguiu inclusive ser superior à até então pra mim insuperável season finale da 2ª temporada. Saber que tem o dedo (e a mão toda) do Jed nesse episódio explica claramente o porquê de sua alta qualidade. É impossível criticar uma vírgula desse roteiro.

Pra falar dos efeitos especiais… maravilhosos! Destaque especial para o “kame-hame-ha” da Daisy, O QUE FOI AQUILO HEIN??? ESPETACULAR!!!

Pra falar de atuações… só posso me curvar a esse elenco. Iain e Elizabeth, além do restante do ótimo elenco, mostram que essa não é apenas uma série genérica de heróis sem profundidade (The Flash, lhe observo), mas que se aproxima muito mais dos ótimos exemplares da parceria da editora com a Netflix, com atuações acima da média e, em alguns casos, inesquecíveis. O diálogo dos dois, na tentativa de descobrir quem era o LMD, foi de deixar o coração apertado de desespero.

E pra falar do roteiro? Quantas reviravoltas! Daisy não era LMD, Fitz era, May-dróide traiu a própria “raça”, Aida matou Radcliffe, Aida serrou O Superior, todos foram parar no Framework, Ward vai voltar, Hydra vai voltar… é coisa demais!!!! E o melhor de tudo? Nada disso parece forçado. Exatamente o contrário, tudo soa extremamente coerente com tudo o que a série apresentou até aqui, amarra algumas pontas e abre outras para os episódios que virão.

Tudo que posso dizer é que, com um episódio espetacular desses, espero que a audiência tenha mostrado alguma reação e que isso faça com que MAoS sobreviva por no mínimo mais uma temporada. Capacidade, qualidade e histórias ela tem pra isso. Não à toa é hoje considerada a melhor série de super-heróis da TV.

Que orgulho <3

Responder
planocritico 23 de fevereiro de 2017 - 03:59

@Brito_Matheus:disqus , estamos juntos nessa felicidade toda!!! Que coisa mais linda foi esse “fechamento”. Um episódio como poucos mesmo em AoS. E foi bem isso que você disse: nada pareceu forçado. Incrível o que Whedon conseguiu enfiar em um episódio de duração normal sem parecer corrido ou tumultuado…

Agora é esperar ansioso por FUCKING Agents of Hydra!

Abs,
Ritter.

Responder

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