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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X18: No Regrets

por Ritter Fan
177 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel aqui.

No Regrets é o episódio de “virada” do arco Agents of HYDRA, aquele que, de uma maneira ou de outra, já nos dá o caminho para o encerramento da temporada. Afinal, com os acontecimentos aqui, qualquer um já pode pelo menos imaginar em linhas gerais o que acontecerá mais para o final, ainda que os detalhes estejam ainda enevoados, especialmente as consequências para os personagens no mundo real de seus atos no mundo digital algo que, suspeito, somente será desenvolvido na próxima temporada, caso a série seja renovada.

No entanto, o episódio tem um problema razoavelmente grande que abordarei logo de início para já mergulhar em seu lado negativo, livrando-me do “elefante na sala” para, então, abordar os vários aspectos positivos. Trata-se da morte de Jeffrey Mace que, nesta realidade do Framework, é líder da S.H.I.E.L.D., inumano e efetivamente o Patriota.

Qual é o problema? São dois, na verdade. O primeiro deles é a falta de desenvolvimento de Mace nos últimos episódios da série e não falo apenas no arco corrente, mas, também, em L.M.D. Pensem aqui comigo: qual foi o último episódio em que o personagem realmente ganhou destaque? E nem adianta falar em sua aparição no brilhante capítulo anterior, pois lá ele tem uma entrada triunfal, mas não muito mais do que isso. Com isso, ele quase que desapareceu da série, mantendo-se no fundo da mente dos espectadores apenas. Ao ser trazido para os holofotes em No Regrets, o roteiro de Paul Zbyszewski, já veterano na série, tem poucos minutos trabalhá-lo e o que ele consegue fazer é muito escravo de seu destino para realmente funcionar como deveria. Basta notar como a luta dele contra May bombada dura pouquíssimos segundos enquanto essa sequência simplesmente tinha obrigação de ser espetacular, tudo para abrir espaço para a destruição do prédio de quarentena que leva a seu sacrifício, espelhando a jogada de marketing do mundo real, constante motivo de vergonha e arrependimento de Mace.

E, nesse ponto, vem o segundo problema da morte de Mace: ela não parece ser inevitável. Para acreditarmos nela, temos que acreditar que ele tem o poder de manter um prédio daqueles em pé segurando, sozinho, apenas uma coluna ou laje, mas não tem o poder para sobreviver ao esmagamento subsequente. Temos que acreditar que ele realmente não poderia sair dali junto com May ou Coulson, depois do garoto ser salvo, largando o que estava segurando e simplesmente correndo. Temos que acreditar que a alternativa mencionada de se apoiar os escombros com uma armário ou algo assim era realmente infactível. Não teria sido muito mais interessante, muito mais urgente, muito mais sombrio se May tivesse debilitado gravemente o Patriota na luta – ela pode ser mais fraca, mas notoriamente tem mais técnica – de forma que ele já entrasse no prédio sem forças para nada? Se o salvamento do garoto não parece mais real, mais inevitável de verdade, com escombros ao redor dos personagens e não apenas convenientemente em um canto, de forma que o rapaz pudesse ser puxado para a segurança? A combinação de falta de desenvolvimento de Mace com uma direção equivocada, tirou completamente o impacto do sacrifício do herói, o que é uma pena já que ele merecia uma despedida mais à altura.

Mas o episódio não é só a “morte de Mace”. Felizmente, ele vai além e nos entrega alguns ótimos momentos. O mais relevante deles, claro, é a “volta” de Antoine “Trip” Triplett (B.J. Britt) que, mais do que qualquer outra coisa, nos dá a dimensão das perdas ao longo dos anos. Se Ward morreu como vilão e torcemos por isso (bem, menos eu…), a morte de Trip realmente nos pegou de surpresa e seu retorno também nos faz lembrar de Izzy, Eric Koenig, Andrew, Lincoln, Victoria Hand, Gordon, Will e tantos outros e também dos agentes que não morreram, mas foram limados da série, como Hunter e Bobbi. Sim, pode não parecer, mas Agents of S.H.I.E.L.D. é responsável por uma pequena carnificina de personagens, mostrando que a série não veio para brincar apenas. A adição de Trip ao time digital certamente é bem vinda, mas tornará o final do arco ainda mais problemático em termos sentimentais, pois, pelo menos na teoria, ele não poderá passar para a “realidade real”.

Aliás, a discussão sobre o que é realidade toma conta do episódio, particularmente no confronto entre Jemma e Mace, cujo momento ressonou bem melhor que a morte do personagem e nas sequências em que vemos Mack como um retrato da felicidade com sua filhinha Hope. Portanto, apesar do Framework ser uma realidade digital (talvez com pitadas de magia, considerando o Darkhold) dominada pela Hidra, há situações que não a tornam de todo má, do tipo que nos levaria a dizer que tudo deve ser apagado. Afinal, se assim fosse, estaríamos apagando Hope, Trip, Ward (do bem) e também Radcliffe um preço talvez bem alto para se pagar.

Com isso, ao mesmo tempo que caminhamos para uma resolução – que realmente já começa a delinear-se no horizonte -, ficamos na dúvida sobre as escolhas que serão feitas por alguns personagens, retirando o maniqueísmo do “certo ou errado” da equação e tornando tudo mais complicado e incerto. E o mesmo vale para as consequências do atos de cada versão digital dos personagens que aprendemos a amar. Como Fitz e May poderão voltar ao que eram antes, considerando os terríveis atos que cometeram esses “anos” todos no Framework? Seria inocente demais imaginar que os showrunners simplesmente apagarão suas respectivas memórias do tempo na realidade digital quando tudo acabar, pois, eles já mostraram alguma coisa, é que sabem trabalhar causa e consequência muito bem ao longo de várias temporadas.

Outro momento muito bom no episódio foi quando aprendemos que o arrependimento de Fitz consertado por Aida/Madame Hidra foi jamais ter se distanciado do pai e que isso o levou a ser alguém desprovido de sentimentos. Ainda que a presença do pai fosse inevitável como a de Hope, dois personagens convenientemente citados na quarta temporada somente para seus respectivos usos nesse arco – algo que ainda me incomoda – confesso que sua introdução foi interessante e serviu para nos dar outra rasteira, já que provavelmente todo mundo achava que o grande trauma que o teria levado para o Lado Negro foi a morte de Jemma no mundo digital.

O despertar de May muito provavelmente fez com que muitos balançassem a cabeça em reprovação pela velocidade com que acontece. De assassina cruel que faz de tudo por uma chance para espancar Mace, ela sem hesitação transforma Daisy em Tremor com a terrigênese. No entanto, tenho para mim que essa velocidade foi justificada dentro do roteiro. Claro, foi tudo apressado, mas sabemos que o maior trauma de May foi não ter conseguido salvar a menina no Bahrein e que é a reversão desse passado que mudou toda a linha temporal do mundo digital. Portanto, crianças são seu ponto fraco e a ameaça a elas na instalação Laranja Mecânica da Hidra foi mais do que o suficiente para arrancá-la do torpor e, com a mesma medida de raiva com que agia a favor da organização, agora age contra.

Agora que Daisy voltará a ser tremor e que ela sabe o ponto fraco do Framework (outra conveniência do roteiro foi colocar Radcliffe na cela ao lado dela, mas vamos fingir que não percebemos isso…), o arco está pronto para caminhar para seu fim. Afinal, como ela mesmo disse, seus poderes são suficientes para derrubar o Triskelion inteiro e, convenhamos, é isso que queremos ver. No Regrets teve seus defeitos, mas há que se reconhecer seu mérito de continuar impulsionando vigorosamente o arco final da temporada.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X18: No Regrets (EUA, 18 de abril de 2017)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Eric Laneuville
Roteiro: Paul Zbyszewski
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Mallory Jansen, Natalia Cordova-Buckley, Jason O’Mara, Parminder Nagra, Patton Oswalt, Artemis Pebdani, John Pyper-Ferguson, Zach McGowan, Brett Dalton, Manish Dayal, B.J. Britt
Duração: 44 min.

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95 comentários

Nicolas Dias 22 de abril de 2017 - 16:57

E se a Daisy não se tornar a Tremor? E se ela adquirir poderes que não servem para derrubar o prédio? Em um mundo alternativo, poderes alternativos faz sentido. Os poderes da Daisy facilitariam as coisas, e ainda restam 4 episódios, a treta não pode ser rapidamente resolvida.

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 20:07

@ni_forlan:disqus , aí eu vou ficar triste e reclamar na minha crítica!!! Quero ver o Triskelion vir abaixo (menos a escultura da Hydra no lobby, claro)!!! Mas ela pode demorar a manifestar poderes para permitir história para 4 episódios.

Abs,
Ritter.

Responder
Luis Fernando 21 de abril de 2017 - 21:22

RITTER FAN… eu me rendo, Agents of SHIELD é bem melhor que Arrow, Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow. E também é melhor que as queridinhas Daredevil e Jessica Jones.

Incrivel como uma série que começou apenas regular e até com ”ar infantil”, se tornou uma obra-prima das séries de ficção cientifica.

Responder
planocritico 21 de abril de 2017 - 22:14

Olá, @disqus_UYJwBbwjmr:disqus ! AoS é muito boa, mas não a acho melhor que Demolidor não. Na verdade, a comparação é até complicada de fazer pelas propostas diferente e pelo fato de AoS ser uma série de 22 episódios e não apenas 13. Mas é uma série muito boa sim, com certeza e foi crescendo com o tempo. Começou bem mediana e tornou-se o que é hoje, mesmo que muita gente ainda tenha um preconceito maluco com ela…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 22 de abril de 2017 - 00:49

Maratonou foi Luis? Olha eu acho que empata com a segunda temporada de Demolidor em qualidade. Mas a primeira temporada de Demolidor continua impecável, ainda não teve outra série de super heróis, que a superou em vários quesitos. Sobre Arrow não é muito dificil kkkk a quarta temporada fez vários fãs norte americanos desistirem da série, o que influenciou na audiência também. Transformaram o fórum oficial de Arrow, no fórum do Demolidor de tanto ódio que ficaram da série, e está assim até hoje kkkk

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 02:14

Um Top 8 rapidinho aqui de séries baseadas em quadrinhos:

1. Demolidor – as duas temporadas
2. Preacher – 1ª temporada
3. Legion – 1ª temporada
4. AoS – o agregado até agora
5. Lucifer – 1ª temporada
6. Agent Carter – as duas temporadas
7. Jessica Jones – 1ª temporada
8. iZombie – as duas temporadas

Uma ressalva: nunca vi Gotham, portanto não faço ideia se ela merece estar na lista ou não…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 22 de abril de 2017 - 02:34

Penso quase o mesmo , esse top é bem coerente. Só tiraria iZombie a série não me fisgou trocaria ela por Luke Cage por enquanto que não chega as outras que ainda vão estrear.

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 02:41

Foi Luke Cage que não me fisgou… Sofri para acabar a temporada, mais até do que sofri para acabar Punho de Ferro…

A pergunta que eu mesmo não conseguir responder é: em que numeração eu começaria a colocar as séries da DC da CW? Eu juro que imaginei alguns cenários, mas foi complicado…

Eu só sei que Arrow fica abaixo da série que ficar em último colocado… 🙂

– Ritter.

Stella 22 de abril de 2017 - 02:49

Punho de Ferro é sofrível, muito mais fraca que Luke Cage. As séries da DC no canal CW, sei não kkkkk Acho que a que vem sendo elogiada agora é Legends of Tomorrow segunda temporada. Estou curiosa para conferir Krypton, a primeira série conectada ao universo da DC no cinema. O trailer foi bastante promissor, e o roteiro se bem trabalhado poderá levar a diversos caminhos interessante, já que o protagonista é o tataravô do Superman.

planocritico 22 de abril de 2017 - 02:54

Sobre Krypton, já que você levantou a bola, eu fiquei pensando depois de ver o trailer: bonito, aparentemente com bons efeitos e com design de mundo que lembra aquele prólogo bacaníssimo de Homem de Aço. Agora, os kriptonianos em kripton não são só pessoas normais? Além disso, considerando que estamos falando do avô (ainda jovem) de Kal-El, aquela narração profética prevendo o futuro foi meio forçada, não? E pior, diferente de Gotham, essa série não poderá nem mesmo chegar próximo de mencionar Kal-El…

Ou seja, é um tiro no escuro completo, não achou não? Poderia ser uma série prelúdio de Aquaman passada quando Atlantis ainda não era submersa que daria quase na mesma…

Abs,
Ritter.

Stella 22 de abril de 2017 - 03:03

Sim eles são pessoas ”normais”, mas acho que a série terá mais uma vibe de space opera mesmo. E sobre não mencionar Kal El acho bom, pois não fica refém do Superman, Gotham sofre desse mal, dificilmente veremos Batman nela,e toda galeria dele já está sendo apresentada meio louco isso, pois na teoria quando ele se tornar o Batman, todos já estarão velhos kkkkk.

Por ter essa distancia de 200 anos,há muitas possibilidades.Pois a civilização kyptoniana explorou diversos mundos e conheceu diversas raças. É bem capaz que misturem algo como Star Trek com Game of Thrones. Mas agora que você mencionou, se a série fizer sucesso bem capaz vermos séries sobre o passado de Atlantis e até das Amazonas.

PS: A narração foi mesmo forçada, é uma forma de chamar atenção do publico para a série, um clichezinho básico de roteiro kkkk E a série tem uma pressão grande, porque é a primeira tentativa de uma série integrada.

planocritico 22 de abril de 2017 - 16:31

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , ou seja, é uma série de ficção científica com kriptonianos. Bem, vamos ver no que dá. Eu sei que assistirei!

Abs,
Ritter.

Willian Alves de Almeida 22 de abril de 2017 - 12:02

Não vi Lucifer e iZombie, e acho que a Segunda temporada de Demolidor está abaixo do agregado de AoS, de resto concordo!

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 16:30

@willianalvesdealmeida:disqus , Lucifer é bem diferente da HQ mas é uma série bem bacana e divertida. iZombie foi uma surpresa. Completamente diferente do material fonte, mas os roteiros – do pessoal que criou Veronica Mars – são muito bacanas. As duas poderiam ter menos episódios, mas…

Abs,
Ritter.

Luis Fernando 22 de abril de 2017 - 18:00

Amigo, só acho que você pegou pesado em colocar apenas aquela arco de cidadezinha do interior de Preacher acima de tudo que foi feito até agora em SHIELD.

Não acho também que o Legion com apenas 8 episódios, supere os quase 100 de SHIELD. No caso de séries, quantidade conta sim.

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 20:05

@disqus_UYJwBbwjmr:disqus , cara, acho Preacher fenomenal. Por pouco não coloquei em primeiro lugar. E sobre quantidade, para mim conta ao contrário. Normalmente, quanto menos episódios, melhor. Se AoS tivesse temporadas de 13 episódios, teria potencial de estar em 2º na minha lista. Mas com 22 a coisa degringola…

Abs,
Ritter.

Alcides Faria Costa 24 de abril de 2017 - 20:10

De todas as séries q vi de dois anos pra cá AoS só perde pra westword, vikings e game of thrones. A primeira temporada de demolidor é fantástica, mas na média das duas temporadas prefiro AoS. Qd começo a não gostar da série paro de ver, por isso abandonei legion e todas da DC. Não comparando legion com séries da cw pq legion tem qualidade. Mas não gostei

Responder
planocritico 24 de abril de 2017 - 20:27

Ainda acho o agregado do Demolidor melhor do que o agregado de AoS, mas é uma comparação difícil de se fazer, pelo número de temporadas e de episódios que cada série tem.

Abs,
Ritter.

Willian Alves de Almeida 22 de abril de 2017 - 12:03

Que legal Luís, meu sonho é ver amigos meus fãs da DC admitindo isso algum dia,rsrs.

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 16:29

“Resistance is futile.”
– O Coletivo Borg.

Responder
Rafa Silveira 21 de abril de 2017 - 18:53

Olha, eu vejo esse tipo de situação, com o herói sustentando tudo sozinho em HQs várias e várias vezes. Pode até não ser crível quando vc pensa na parte estrutural da coisa, mas faz parte de tal universo. E quanto a ele não sobreviver mesmo sustentando tudo, não acho ilógico. Acaba a força e a estamina, ele sucumbe. Só pensar nos levantadores de peso olímpicos que fraturam ossos depois de sustentar o peso por um tempo.

Achei a coisa toda muito bem montada. Eu não sou muito de me emocionar com séries. Antes do Ragnar de Vikings em dezembro, faziam anos que não me caia uma lágrima e conseguiram isso com o Mace. E eu nem gostava tanto assim dele, o que pra mim já é uma demonstração absurda de competência na montagem do episódio. Foi a morte mais fácil, concordo, mas a execução eu achei muito bem feita.

O despertar da May não me provocou aversão pelo ponto ciado na crítica. Gostei. E foi criado um padrão comportamental. Os arrependimentos foram apagados, mas todos eles fariam novamente por um bem maior.

Eu daria 1 estrela inteira a mais pra esse episódio. Achei de altíssimo nível como os 2 anteriores. Melhor arco de AoS até hoje.

Responder
planocritico 21 de abril de 2017 - 22:12

@rafasilveira:disqus , entendo seus comentários sobre o Patriota, mas, para mim, a sequência realmente não funcionou. Faltou mais urgência, mais dificuldade, mas inevitabilidade. Ele estava levantando tudo em um ombro só, com o mesmo tempo para correr para fora que May teve segundos antes. Poderiam ter feito algo melhor.

Mas a ideia em si, de ser a morte heroica que ele gostaria de ter tido no mundo real, eu gostei muito. E o arco, sem dúvida, é o melhor mesmo da série até agora.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 21 de abril de 2017 - 05:13

Meu caro Ritter, permita-me discordar somente em dois leves pontos de sua crítica: A morte do Mace, e a nota do episódio, eu daria quatro estrelas. A morte do Mace me emocionou, pois ele em ambas realidades tem uma personalidade heroica, mas na original ele se arrependia de ser uma “farsa”. Nossos produtores associaram o momento de sua morte no Framework com um paralelo da construção de seu mito na realidade normal, vide que no Framework ele realmente era um líder nato, Inumano, quase chorei.

E Tripp voltando? Cara, eu gritei TRIPPPP quando ele viu, embora ver o nome do B.J. Britt nos créditos iniciais tirou um pouco da surpresa, mas foi maravilhoso mesmo assim!

Sobre Ward e Fitz, esse episódio me trouxe ideia fantástica: Como uma pessoa pode mudar nossas vidas: Vejam, Ward ser do bem aqui, ainda não foi explicado, e espero que seja na Quinta temporada, pois se a série for renovada, Ward do bem TEM que continuar, pode ter algo a ver com a infância turbulenta, pois ela pode não ter acontecido aqui. Lembrem se que Ward da realidade normal foi abandonado pela família, depois teve um tutor da Hydra (RIP Bill Paxton) … Já o Fitz da realidade normal foi abandonado pelo Pai, que se não era da Hydra, era escroto igual o Pai dele o é no Framework! Por sinal, é um baita paradoxo Fitz ser do mal por influência paterna no Framework, seria maravilhoso se for confirmado que Ward do Framework é do bem pela influência familiar… E finalizando sobre os dois, esse episódio pra mim tirou qualquer dúvida sobre Ward ser realmente do bem, naqueles diálogos com a Jemma, e o pedido de desculpas pelo que fez na realidade normal, mesmo sem saber o que fez, e do Fitz do Framework ser realmente maligno.

Outra coisa que observei: Easter Eggs da própria série, como Daniel Withehall ser um herói ensinado nos livros de escola, voz e lavagem cerebral do Bakshi usada nas crianças, por sinal o Bakshi vai aparecer no próximo episódio…

As outras coisas que observei já comentaram: May segurando o cristal, Tripp voltando no mesmo episódio que Daisy/Skye recupera seus poderes.

Abraço, e R.I.P. Patriota, você será sempre lembrado como um herói.

Responder
planocritico 21 de abril de 2017 - 17:46

Eu só achei que faltou efetividade na direção da morte de Mace. Não falo da ideia em si, pois essa sim foi muito boa. O problema é que não me pareceu uma daquelas mortes inevitáveis ou particularmente emocionantes. O perigo não parecia iminente. Foi só a forma como a coisa foi executada mesmo que me decepcionou.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 22 de abril de 2017 - 00:54

Pelo visto apenas você não se conectou com a cena, Ritter kkkk To vendo uma chuva de comentários positivos em vários sites e reações de choro no youtube também, que antes nem tinha de AoS vale notar, sobre a morte de Mace. Adoraram o episodio. Mas no ponto de vista técnico entendo o que você disse perfeitamente, mesmo que não tenha sido executado de uma maneira melhor, foi valido ainda.

Responder
planocritico 22 de abril de 2017 - 02:00

Não me conectei mesmo, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus . Especialmente considerando a qualidade da série até aqui, a sequência toda me pareceu amadora, daquelas feitas por fãs com 3 clipes e 2 rolos de barbante…

Fazer o que, né?

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 22 de abril de 2017 - 12:06

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus, nem Professor X e Wolverine em Logan, fizeram ameaçar escorrer lágrimas, com o Mace ficou querendo sair,mas não desceu.

Responder
Junito Hartley 20 de abril de 2017 - 23:25

Outro otimo episodio, nooooooooorrrrmaaalll! Agora nao posso deixar de falar sobre a Ioiô, por onde anda?!

Responder
planocritico 21 de abril de 2017 - 01:27

Ela está lá são em salva na “realidade verdadeira”…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 21 de abril de 2017 - 10:32

Sim, mas vc nao acha que deviam mostrar pelo menos uma vez ela tentando salvar o pessoal ja que ela tambem é da Shield? Ou pelo menos mostrar ela na framework.

Responder
planocritico 21 de abril de 2017 - 17:38

@Junito_Silva:disqus , acho que ela aparecerá sim fora do Framework mais para o final ajudando a derrotar o Superior.

Abs,
Ritter.

Responder
Urasam Urashima 20 de abril de 2017 - 16:18

Duas coisas: 1) – O Trip voltou a vida no mesmo episódio que a Daisy recuperou seus poderes. Coincidência? Acho que não. 2) – Só eu acho que o Patriota morreu no mundo real, mas continua vivo no framework? Vai que né.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 16:34

Vamos lá:

1. Não, não foi coincidência mesmo!

2. Acho que ele morreu mesmo, senão não teria razão para ele morrer no mundo real. Lembre-se que Radcliffe disse que, morrer no Framework é morrer no mundo real e não haveria outra razão para o episódio mostrar brevemente o mundo real se ele estivesse vivo.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 20:11

Infelizmente ele morreu,Jed Whedon confirmou em uma entrevista. E disse que possivelmente teremos mais baixas. Eu estou chutando que será ou Fizz ou Mack, mas podemos ser surpreendidos mais ainda.

Responder
Rodrigo Patini 20 de abril de 2017 - 15:19

Trip!!! Trip!!! Trip!!!

Cara, eu jamais pensei que isso fosse ocorrer de verdade, tanto que nem devo tê-lo citado nos meus comentários anteriores. O Trip é o personagem que eu mais sinto falta, o entrosamento dele com a equipe era ótima, com o Coulson, então, nem se fala!

Achei bonito e tocante o sacrifício do patriota. Sua crítica sobre as falhas são racionalmente corretas, mas achei brilhante emocionalmente falando.

Também considero perfeita a catarse da May, com a ponte entre o episódio no Barhain e o prédio de confinamento de jovens da Hydra. Devemos lembrar que ela era agente da shield, e ao se deparar com Mace em um digno ato heroico, ela coloca toda a sua historia em dúvida, o que a faz cair em si e ajudar a Skye a por um basta nisso. Além disso, temos que considerar que ela é a jogadora mais antiga e experiente da Framework, e a superação dos obstáculos impostos pela Aida no arco anterior ainda está presente no ‘sangue programático’ da nossa guerreira asiática.

No próximo episódio estarão todos juntinhos, os amiginhos vivos e os amiguinhos mortos, do jeito que eu gosto! E tomara que com direito a abraço coletivo!!! HAHAHAHAHAHA

Um dia Clark Gregg ainda fará no youtube uma esquete da abertura de Friends com a galera de MAoS! Vai zerar a internet!!! kkkkkkk

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:33

@rodrigopatini:disqus , a volta de Trip foi bem bacana mesmo. Ele é um personagem que realmente faz falta!

Sobre Mace, eu gostei da ideia por trás da morte dele, mas a execução foi fraquinha…

No caso de May, o raciocínio é bem esse mesmo. Ela é a mais antiga ali dentro e quem em tese “começou tudo” ao salvar a criança no Bahrein.

Sobre Friends de Coulson, cara, a internet ia acabar mesmo, HAHAHHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 21 de abril de 2017 - 04:38

Essa versão abertura de Friends com os atores de MAoS TEM que acontecer, haha!

Responder
Rodrigo Louzada 20 de abril de 2017 - 13:35

Acho q pela temporada muito bem construída, as conveniências de roteiro não me incomodaram tanto. Eu gostei bastante desse episódio e esse arco está incrível. E cara, como a Elizabeth Henstridge é uma atriz foda, pra mim a melhor da série, desde o início. Mallory Jensen tbm tá muito bem, com seus 1001 personagens kkk.
Excelente crítica Ritter. Eu só discordo um pouco quanto a morte do Mace, já que eu mesmo senti um pouco o impacto da morte do personagem, e acho que pela atuação da Elizabeth.
Uma pergunta Ritter, não era pra terrigênese afetar a May? Tipo transformar ela em pedra e matá-la, como fez com algum outro personagem que já não me lembro mais. Talvez tenha sido o Tripp.. To perguntando pq eu nem lembro mais kkk
Outra coisa: será q existe alguma possibilidade de trazerem os personagens mortos do Framework como LMD? Pq eles sempre arranjam um jeito de trazer o Ward de volta kkk… Mas acho q é só viagem minha

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:10

@disqus_hV5envJ77P:disqus , obrigado!

Sobre Henstridge, eu acho ela e De Caestecker os dois melhores da série inteira com certeza! Grandes atuações, especialmente agora com o Fitz Mengele.

No caso de Mace, eu acho que a morte era necessária, especialmente com toda aquela história de “o que é realidade” e se tudo que ele faz foi inútil, além de torná-lo um verdadeiro herói. Eu só não gostei mesmo da execução em si. Não vi urgência, não vi perigo. Conveniente demais ele ter força para levantar um prédio, mas não para largar tudo e sair correndo pela porta junto com May. Mas tudo bem, nem tudo pode ser perfeito nesse arco!

Ah, sobre a terrigênese, muito boa pergunta. Foi Trip que morreu mesmo e agora fiquei na dúvida sobre os efeitos dos cristais em humanos sem DNA inumano. Por outro lado, os cristais diluídos na forma de comidas marinhas como aconteceu na série, não pareceram afetar humanos normais, portanto, talvez tenha sido só as circunstâncias especiais de Trip, naquele templo subterrâneo. Mas teria que pesquisar mais ou perguntar para nossa leitora especialista Stella!

Sobre trazer os personagens mortos para a vida real, a única maneira que imagino é transplantando a mente deles para um LMD, algo que já mencionei em críticas anteriores que gostaria que acontecesse pelo menos com Ward!

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Matheus 20 de abril de 2017 - 18:07

Não eram os cristais que afetavam humanos e sim o metal que revestia os cristais e foi colocado na mistura dos cristais que estavam enterrados somente nas tumbas kree e que a mãe de daisy pegou, ela ate diz que isso foi uma medida de segurança para humanos não pegarem, esse metal que fez a Lucy lawless (não lembro o nome da personagem dela na serie) morrer tbm virando pedra!

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 18:12

@herbertmatheus:disqus , obrigado! Esclarecido.

Ah, o nome da personagem da Lucy Lawless era Izzy.

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 21 de abril de 2017 - 04:41

Eu ia questionar isso no meu comentário, sobre a May ter segurado diretamente o Cristal,lembrando que o personagem do Edward James Olmos também foi morto assim!

Responder
Clayton Lucena 20 de abril de 2017 - 11:34

Ritter não li a crítica pq vou assisti ao episódio hoje a noite, depois volta para comentar. Passei só para pedir a crítica da série Guerrilla (sempre que vejo algo com Idris Elba lembro de vc, não sei pq).

Abraços
Clayton Indicador de séries.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:11

@claytonlucena:disqus , anotado aqui, valeu!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 20 de abril de 2017 - 12:25

Ah não mano não quero o Patriota morto…

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:10

Entendo… Mas acho que não vai ter mais jeito não… O diretor ainda se deu ao trabalho de mostrar o flatline dele no mundo real…

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 20 de abril de 2017 - 11:22

A gente quer sim ver a Quake derrubando o Triskelion que nem ela fez com a base da SHIELD, quando tava sendo controlada pelo Hive. Sobre a morte do Mace: ainda tô tentando crer porque poxa foi assim do nada e infelizmente era pra ter todo o contexto dele sendo o herói, mas não consegui imergir nessa “experiência”, em pensar que eu comecei “odiando” o Jeffrey porque ele tinha pego o lugar do Coulson, mas se tornou um personagem querido… Sobre a volta do Tripp sorri de orelha a orelha quando vi, pena que tudo isso vai acabar quando – e se – eles voltarem ao mundo real :/
Quero ver o EP que vem, Daisy phoda pra caraí inumana junto com a Cavalaria pra acabar com a Hidra. No aguardo.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:12

@josevandosousa:disqus , pois é. Sobre o Mace meu problema não foi a morte, mas como ela foi feita. Poderia ter sido alguém mais bem trabalhado.

Mas a volta de Trip foi bacana mesmo! Saudades dele (e do Deathlok também!).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 20:47

Queremos mesmo!!!

– Ritter.

Responder
Victor César Brito Rosário 20 de abril de 2017 - 11:15

Como sempre, excelente análise.
Como dito, mesmo com algumas conveniências, foi mais um episódio empolgante e que deixa aquela ansiedade de sempre para o próximo episódio haha
Eu também achei totalmente justificável a rápida passagem da May para o lado do bem. Dá pra perceber que depois que ela viu o que a Hydra estava fazendo com as crianças e o perigo que elas corriam, por um momento ela ficou travada, sem saber o que fazer, até acordar e resolver fazer a coisa certa.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:12

@victorcsarbritorosrio:disqus , sim, foi bem empolgante mesmo. O arco aina está excelente, o melhor da temporada fácil.

Abs,
Ritter.

Responder
Lenin Pessoto 20 de abril de 2017 - 11:00

Isso geralmente não acontece, mas discordo bastante da sua crítica, inclusive me surpreendi quandi vi a nota (eu daria 4,5 tranquilamente)

A respeito do Mace, acredito também que poderia ter sido melhor utilizado, mas sua morte foi necessária pra dar ainda mais peso ao arco, e honestamente não achei mal feita.
A May iria se rebelar uma hora ou outra, e isso aconteceu no tempo certo, quando ela vê que a Hydra esconde informações importantes dela, e ainda há o choque por saber desse rolo com as crianças. Quanto a Skye, só acredito que ela volte a ser Tremor quendo ver com os próprios olhos, até aqui não du lovido que a Aida tenha modificado isso (aquela conversa sobre o Lincoln vai dar m****).

Obs: achei que o parça do Mace seria o Hunter, mas o Trip de volta é legal
Obs2: JURO que to torcendo pro Ward trair todo mundo de novo

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:14

@leninpessoto:disqus , discordâncias acontecem. Mas eu gostei do episódio, só menos do que você. O problema, para mim, foi mesmo a forma meio corrida e pouco urgente como a morte de Mace foi tratada. Ele merecia mais reverência e cuidado.

Sobre Skye, sim, pode ser que a terrigênese não funcione. Vamos ver!

Acho que Hunter e Bobbi não voltam mais…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Fernando Barbosa de Morae 20 de abril de 2017 - 10:50

Como sempre, ótima crítica, Ritter. Parabéns.

Sobre o episódio, de fato acho que teve muitos pequenos defeitos. Um deles, como você citou, foi a direção nas cenas do embate da May com o Mace e do desabamento do prédio. Mas, acredito que o grande problema mesmo foi a velocidade com que as coisas aconteceram. Veja, acredito que tudo que foi abordado apenas nesse episódio poderia sê-lo em dois. A mudança da May (embora “explicada”), foi muito abrupta. Assim como todo o “arco” do Mace (que poderia ser trabalhado nesse episódio e no próximo).

Apesar dos pesares, ainda tivemos um grande episódio. E que venham os últimos episódio e tenhamos um grande encerramento desta que é a MELHOR série de “super-heróis” atualmente.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:15

Obrigado, @luizfernandobarbosademorae:disqus !

Concordo que a velocidade foi o fator determinante para a morte de Mace não ter dado certo para mim. Deveriam ter feito isso com mais calma.

Mas sim, o episódio ainda foi ótimo. E o arco está estupendo!

Abs,
Ritter.

Responder
NOT jason todd 20 de abril de 2017 - 10:08

Antes de entrar no mérito da morte do Mace, quero abordar outros pontos.

Não acredito que a May tenha despertado, ela nem mesmo sabia se a Skye, como é bom chamar ela assim de novo, era inumana mesmo. Acho que ela apenas percebeu que a Hydra é o inimigo.

Não acredito que no final o Framework possa ser deliberadamente apagado, pois está se tornando uma realidade própria adjacente ao que parece, então não acredito que eles irão morrer.

Ver o Ward se desculpando por coisas que ele nem lembra de ter feito apenas por que é o certo a se fazer foi algo muito bonito de se ver. Faz pensar no que o personagem seria se não fosse um traidor foda.

O fato do Fitz ter como arrependimento o pai e não a Jemma bota várias coisas em perspectiva, ele não teria se tornado esse psicopata “locasso” apenas por perder ela. E o fato do pai só ser citado nessa season não me incomoda por que eu sempre achei meio que implícito o fato dele ter sido abandonado ou negligenciado pelo pai. Mas é interessante notar que, o pai dele aparentemente o considerava idiota, imagina o quão inteligente ele deveria ser. A cena que pra mim solidifica a ideia do abandono é quando ele conforta a Skye depois de descobrir que ela é inumana: você é apenas diferente, e não há nada de errado com isso. E o fato dele ser o primeiro a apoia-la e defende-la enquanto todos estavam com medo e depois como um vilão ser o primeiro a descobrir sua origem novamente e fazer experiências nela foi um ótimo twist.

A Mallory Jensen terminou de gravar suas cenas pra série, gostaria que ela continuasse na 5ª temporada, mas talvez ela morra cedo e o vilão final do arco seja o Fitz, o que vai ser foda, já que no próximo ep ela se fere e ele se torna o líder da Hydra, quem imaginaria.

O Tripp morreu no episódio em que a Skye passa por terrigenesis e ele retornou a “vida” no mesmo episódio que ela passa pela segunda terrígenesis. Esses produtores zueiros e seus foreshadowing.

E por fim, CARALHO, R.I.P diretor Mace, você pode até ter sido estranho no começo, mas você morreu como um favorito de todos. Eu gostei que eles deram ao Mace um final que ele gostaria de ter, sendo o escudo que protege os indefesos, e que a história dele começa protegendo um inocente graças a um acidente mundialmente famoso, e termina com ele deliberadamente protegendo uma criança inocente quase que do mesmo jeito,se jogando em cima dos destroços. E que ao contrário da farsa, esse ato de heroísmo não vai ser conhecido por todos. E acho que o fato do maior arrependimento dele ter sido mentir sobre ser inumano e com isso se aproveitar de uma espécie discriminada como ele mesmo diz só mostra o quão incrível ele era como pessoa.

P.S, espero que mantenham as canecas e camisas: Um time que confia é um time que triunfa.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:20

@disqus_oVP31CVmL5:disqus , vamos lá:

– Concordo que a May não despertou. Ela apenas mudou de lado, viu a realidade da Hidra.

– Tomara que o Framework não seja apagado!

– O Ward bonzinho está demais!

– Gostei muito de sua análise sobre Fitz. É bem isso mesmo. Apesar de eu não ter gostado da introdução tardia do “conceito” do pai dele na série, isso acabou sendo muito bem usado, mais até do que Hope no caso de Mack.

– Tomara que Jensen volte se a série for renovada.

– Bacana. Isso mesmo: No Regrets foi um “espelho” do episódio da morte de Trip.

– Sobre Mace, eu gostei da ideia do que foi feito, mas não da execução.

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Fernandes Silveira 20 de abril de 2017 - 08:14

Outra coisa também,e que e necessário alguem morrer,pq Shield tem esse costume kkkk,não dava para matar alguem mais digamos “principal”

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:21

@giovannifernandessilveira:disqus , não tenho nada contra mortes e achei o conceito da morte de Mace muito bom. Foi a execução de deixou a desejar.

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Fernandes Silveira 20 de abril de 2017 - 07:58

Ritter ,Ritter…discordo bastante da sua critica,concordo que Mace não teve muito destaque nos últimos episódios,mas uma coisa que para mim eleva o patamar e a discussão sobre ser ou não ser real aquele mundo,algo que e abordado no papo do Mace com Jemma e com Ward,fica meio que uma aura de duvida,me levando s questionar se e ou não tudo falso,meio que o que Ghost in The Shell faz em relação a ter alma e tals,o fato de ela ter uma discussão meio que filosófica eleva o patamar da serie.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:22

@giovannifernandessilveira:disqus , sim, mas foi um diálogo curto e corrido. Mace merecia mais. Mas não foi só isso. O próprio momento da morte em si foi sei lá, simplista demais. Não me pareceu um perigo que ele não pudesse lidar e tivesse mesmo que morrer. Ficou faltando urgência e inevitabilidade na morte dele.

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 20 de abril de 2017 - 04:49

Haaaaaa Ritter.
Eu falei que o Trip ia voltar !!!
No mais, bom episodio.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:22

Falou mesmo!

Qual é sua próxima previsão? HHAHHAHHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo  20 de abril de 2017 - 03:58

Acabei de assistir…Realmente foi muito fraco a morte do Mace. Não esperava por isso, foi tudo muito rápido e não teve aproveito do personagem. O episódio anterior mostrou que ele veio para “quebrar tudo”, mas o encanto acabou de um jeito sem nexo.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:23

@disqus_23bfOtR1fu:disqus , eles correram demais com a morte dele e acabaram deixando o negócio meio no vazio. Uma pena. Mas foi um bom episódio, de toda forma.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 02:28

Excelente crítica Ritter. Este episodio não foi excelente quanto o anterior foi , mas
No Regrets foi muito bom . Emocionante nos momentos certos, um episodio muito emocional, aquele final com o Patriota então… me arrancou lagrimas, não acho que não foi a altura, pelo contrário , esse ato heroico o transformou no heroi que ele não foi na vida real. E a volta esperada pelos fãs do Trip nossa, tive um treco na hora, eu estava pressentindo a volta dele nesse episodio sem brincadeira kkkkk. E uma coincidência, o episodio que Daisy ganha novamente os poderes de Inumana, é o episodio que Trip volta, esses roteiristas maravilhosos de AoS.
https://uploads.disquscdn.com/images/37266fd86f581b7ef593d7e792e56a5bde5f2db0b1f6893715b3a8c4394ec1b5.gif
Será que veremos o DeathLock também?
Ps: Duvido muito que Daisy tenha recuperado seus poderes, se bobear os cristais não vão funcionar, ou Daisy terá outros poderes não tão destrutivos.

Responder
Rodrigo Patini 20 de abril de 2017 - 15:15

Caraca, não tinha feito a ligação entre a terrigenes da daisy e a volta do Trip no mesmo episódio! Os caras de MAoS são freak nerds!!!

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:33

Totalmente!

– Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 20:07

Por isso que eu adoro eles. Só espero o melhor da conclusão desse arco. Acho que teremos outra perda.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 20:48

Desde que não seja o Ward, está valendo!

– Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 21:10

kkkkk e você espera quem?

planocritico 21 de abril de 2017 - 01:32

Acho difícil matarem mais um da equipe principal, para dizer a verdade. Mack em tese seria o candidato mais provável, mas eles mostrariam extrema coragem se matassem alguém da equipe original, tipo o Fitz ou a Simmons…

Abs,
Ritter.

planocritico 20 de abril de 2017 - 15:26

Eu só achei que a execução da sequência da morte em si foi, hummm, boba. Um cara superforte segurando uma viga em um ombro e ele não consegue nem tentar sair correndo depois que todos saem? Ou aguentar o desabamento? Poderiam ter feito algo mais inevitável, como ele realmente estar segurando o prédio todo de forma que víssemos isso. Ficou vazio… Mas o simbolismo é muito bom. A ideia foi excelente. A execução é que foi fraca.

Pode ser mesmo que Daisy não tenha recuperado os poderes. Vamos ver.

Agora uma pergunta que outro leitor fez e você saberá responder melhor do que eu: a terrigênese em May, que não tem gene inumano, não deveria matá-la?

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 20 de abril de 2017 - 17:00

Ainda não pude assistir por falta de tempo, porém, se era o cristal puro, acredito que não interfere. Os cristais sob posse da mãe da Skye eram dissolvidos com partes do metal que compõe o obelisco. Ela até explica para o Gonzales que esse metal é que transforma os não-inumanos em pedra. Isso explica também porque o óleo de peixe não atinge os humanos, pois apenas a parte pura do cristal diluiu no oceano. Acredito que seja isso.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 17:06

@Luanzinhi:disqus , parece ter sido cristal puro sim. Então sua explicação faz todo sentido! Valeu!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 20:06

Ah entendi realmente inicialmente não me fisgou a cena,mas não sei porque quando Jemma chora eu choro junto kkkkkkk Acho que é um poder que essa atriz possui só pode, já aconteceu duas vezes nesse e no episodio anterior. Agora concordo com voce sobre a execução da cena.
Pela promo que eu vi, parece que Daisy não recuperou, mas pode ser um truque de edição também. To até achando que ela deve ter ganhado outro poder.
Ps: Sobre a May eu ia explicar mas colega Luan falou primeiro kkkkkkk

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 20:50

Mas mesmo assim eu quero ver a Daisy derrubando aquele Triskelion do mal! Tudo MENOS a escultura da Hidra no lobby. Essa ela pode mandar aqui para casa!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 21:09

KKKKKKKKKK Eu torço para que ele derrube o Triskelion também. Seria um momento icônico ver ele ser destruído mais uma vez. Mas os roteiristas podem nos surpreender.
A escultura é fenomenal mesmo, até hoje estou na duvida se mandaram fazer ou se é feito em CGI.

Emerson Falcão 20 de abril de 2017 - 22:48

Clifhanger falso, só mesmo em Better Call Saul.

Responder
Homem-Pipa 20 de abril de 2017 - 15:59

DeathLock ta morto, mostraram lá no ep 16

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 16:02

Ele aparece bem vivo – mas ferido – no episódio The Dirty Half Dozen, o 19º da 2ª temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Homem-Pipa 20 de abril de 2017 - 16:07

É que eu pensei q ela estava se referindo ao DeathLock voltar na realidade do Framework

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 16:10

Você está dizendo que Deathlok apareceu morto dentro do Framework no episódio 16? Se for, eu que errei, pois eu deixei isso escapar. Se for isso, aí realmente ele não pode mais voltar no Framework!

Abs,
Ritter.

Homem-Pipa 20 de abril de 2017 - 16:37

Sim, parece que ele estava enterrado ao lado da Jemma

planocritico 20 de abril de 2017 - 16:49

Hummm, confesso que não me lembro disso. Mas vou conferir novamente.

Abs,
Ritter.

planocritico 20 de abril de 2017 - 17:05

@disqus_8R6K4ddwnB:disqus , fui rever agora e tem um esqueleto semi-enterrado ao lado de Jemma, mas não vi nenhuma indicação concreta sobre quem seria.

Abs,
Ritter.

Stella 20 de abril de 2017 - 19:59

que? nao percebi como assim? como ele morreu

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 20:50

Não morreu não, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus !

– Ritter.

Responder
Stella 20 de abril de 2017 - 21:02

Atá , pensei que eu estava com amnésia kkkkkkkk

planocritico 21 de abril de 2017 - 01:28

Pode ser qualquer um, na verdade…

Abs,
Ritter.

Homem-Pipa 21 de abril de 2017 - 01:34

Vdd

Leonardo Bicigo 20 de abril de 2017 - 02:08

Gostei do episódio,da critica e da despedida do Mace também, um verdadeiro sacrifício heroico que ele não havia feito no “mundo real”.Ao que tudo indica, esse arco vai ser uma verdadeira bagunça no final, com certeza a equipe nunca mais será a mesma.
A Parte que você citou das lembranças virem pro mundo real, me lembrou muito Dinastia M, quando o Aranha implora pro Dr. Estranho apagar suas memórias daquela realidade.
Agora é esperar e ver o que mais esse fantástico mundo nos reserva.Será que vamos ter inumanos conhecidos entre aquelas crianças?? Não seria nada mal ver de volta o Nevasca ou aquela mulher dos clones.

Responder
planocritico 20 de abril de 2017 - 15:27

@leonardobicigo:disqus , será que alguém vai dar um jeito de apagar as memórias? Seria algo crível, ainda que eu preferisse que eles as mantivessem intactas para que as consequências fossem trabalhadas posteriormente.

Abs,
Ritter.

Responder

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