Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X19: All the Madame’s Men

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X19: All the Madame’s Men

por Ritter Fan
130 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel aqui.

Ah, esse elevador do Triskelion… Já  foi magistralmente usado em Capitão América: Soldado Invernal, ganhou uma homenagem direta em Agents of S.H.I.E.L.D. em Identity and Change e volta mais uma vez em All the Madame’s Men, marcando uma espécie de ponto de virada, com o retorno dos poderes de Daisy e o primeiro grande embate físico contra Madame Hidra, que é violentamente ejetada da base, sofrendo graves ferimentos virtuais. Não é, claro, a destruição do Triskelion que queríamos – e ainda queremos! -, mas funciona como o começo da revolução inspirada pelo ato heroico do Patriota.

Com isso, o episódio faz a série andar a passos largos, mas sem deixar de lidar mais profundamente com a relação de Fitz com seu pai Alistair (“Não estoure comigo, rapaz. Se eu quisesse você histérico a cada revés, eu o teria deixado com sua mãe.”) e também com a conturbada versão boazinha de Ward diante de uma ainda descrente Daisy. É a maneira como o roteiro de James C. Oliver e Sharla Oliver mescla ação com desenvolvimento que leva à mistura de sucesso aqui. Nada de só pancadaria, mas também nada de só conversa. Existe uma cadência inteligente ao longo de todos os quase 45 minutos  de projeção que conseguem lidar com todos os personagens ainda no Framework e dois do lado de fora.

Em termos de ação tradicional, o grande destaque fica mesmo com a fuga de May e Daisy do Triskelion com fotografia e coreografia que apropriadamente presta homenagem à famosa sequência do lobby em Matrix. Confesso que tive a mesma sensação da sequência de luta entre May e Mace no episódio anterior, em que a direção de Billy Gierhart perdeu a oportunidade de deixar mais tempo suas câmeras passearem pela sequência, valorizando a performance das duas em ação. De toda forma, porém, o clímax no elevador panorâmico compensou essa minha percepção pela frieza e violência explosiva do momento.

O restante da trama, que lida com a campanha televisiva liderada por Bakshi, como âncora de um telejornal, é um fascinante exercício de concisão dramática. Vemos a manipulação da mídia a todo vapor, mas dos dois lados, com Bakshi de um lado vitoriosamente deixando o povo contra as “rebeldes” May e Daisy e, de outro, Coulson fazendo as vezes de efetivo diretor da S.H.I.E.L.D. na falta de Mace e protagonizando um breve, mas emocionante momento no encerramento do episódio – e de seu discurso pré-gravado – quando ele se diz um agente e não apenas um professor que propaga as mentiras da Hidra. Belo momento e belo tema que não só é atual, como é uma direta referência ao clássico setentista Todos os Homens do Presidente, sobre o escândalo de Watergate, e que inspirou o título do episódio (e o filme ainda tem Robert Redford no elenco, o mesmo ator que vive o chefão da Hidra em Capitão América 2).

Outro aspecto importante é que o mundo real começa a ser reintroduzido na série. Vimos um lampejo disso em No Regrets que serviu para confirmar a morte de Mace e, agora, com a momentânea incapacitação de Madame Hidra, vemos Aida 2.0 sair do Framework e interagir com Anton Ivanov, na primeira vez em que o ex-Supremo aparece neste arco. Esse movimento do roteiro já nos prepara para seu fim – são apenas mais três episódios, afinal de contas – e provavelmente teremos cada vez mais foco no mundo real, invertendo a lógica do começo do arco, algo natural e esperado.

Falando em esperado, confirmou-se a suspeita de uma de nossas fieis leitoras (Stella, é você mesmo!) sobre a natureza exata do Framework, já que Jemma determina, olhando os planos roubados por Trip, que a Hidra faz uso do Darkhold ou de tecnologia criada a partir do livro para realizar a visão da Madame Hidra. Achei que os pulos de lógica de Jemma para concluir que Aida, na verdade, deseja usar a fusão de magia e tecnologia para criar um corpo humano para onde possa transplantar sua consciência um tanto quanto forçada e que podia ter ganhado mais detalhamento. De toda forma, agora sabemos de seu objetivo final e isso reforça a tese – também discutida em nossa seção de comentários de episódios anteriores – da possível “volta” de Ward e Trip à vida, além da própria Aida e da existência de uma versão Mengele de Fitz juntamente com sua versão “filhinho da mamãe”, o que pode engrossar o caldo para a desejada próxima temporada se a possível greve dos roteiristas de Hollywood não precipitar o cancelamento da série.

Algo que já estava claro antes, mas que ficou particularmente evidente aqui é a qualidade dos efeitos especiais. Agents of S.H.I.E.L.D. sempre foi econômica nesse quesito, mas grande parte do CGI usado foi muito bem empregado e em Agents of Hydra, isso é uma regra constante. Em All the Madame’s Men, a sequência no mar em que vemos as plataformas de extração de petróleo de Ivanov, assim como a base submarina, são bem detalhadas e reais, mesmo aparecendo por poucos segundos (ou talvez justamente em razão disso).

A quarta temporada caminha para um excelente final, com um arco que simplesmente não consegue errar de verdade. Mas, claro, se o Triskelion não for dizimado por Tremor, terei que  dar ZERO para a temporada…

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X19: All the Madame’s Men (EUA, 25 de abril de 2017)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Billy Gierhart
Roteiro: James C. Oliver, Sharla Oliver
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Mallory Jansen, Natalia Cordova-Buckley, Jason O’Mara, Parminder Nagra, Patton Oswalt, Artemis Pebdani, John Pyper-Ferguson, Zach McGowan, Brett Dalton, Manish Dayal, B.J. Britt
Duração: 44 min.

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99 comentários

pebalina 2 de maio de 2017 - 22:25

Por um momento eu pensei que aquele treco do tal Projeto Espelho poderia trazer o Motorista Fantasma de volta. (Hehehe Mundo real, mundo virtual, mundo sombrio… Essa temporada está muito viajada… xD) Quando se falou em criar matéria… lembrei daquele vilão, o tio do Robbie. Com aqueles poderes, ele parece ser um vilão de peso, no entanto achei ele pouco explorado. Na minha opinião, aquele arco do Ghost Rider se encerrou muito abruptamente, mas algo me faz intuir que pelo menos algum elemento dele vai retornar antes do fim da série.
P.S.: Olha só o que eu vi depois de escrever isto, lá na fanpage Agents of Shield Brasil: https://www.facebook.com/Ag3ntsOfShieldBr/photos/a.485316814874039.1073741828.485308758208178/1501503779921999/?type=3&theater

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 01:57

@disqus_xMFGlAS1tT:disqus , vamos ver se isso se concretiza!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 1 de maio de 2017 - 16:45

Divagando sobre Bobbi, Hunter e o Framework:

O Framework começa a ser testado com a agente May, criando-se um cenário virtual para que ela ficasse confortável e não despertasse para a realidade. As primeiras versões não dão certo e a Aida entende que não dá pra fazer algo simples e cíclico, tem que ser algo orgânico, contínuo e que não deixe dúvidas. Assim, ela atualiza o programa para “instalar” a May num sistema que ela se sentisse à vontade.
Dessa forma, apesar de ser um presente para os fãs, compreendo a inclusão dos agentes Ward e Tripp, pois são pessoas conhecidas dos agentes da Shield “instalados” no Framework e trariam um tom de normalidade para elas.
Pensando assim, não é um furo os agentes Bobbi e Hunter não estarem no Framework? Pois se a Aida incluiu no sistema dois ex-agentes da Shield mortos por que não colocar esses outros agentes também companheiros dos protagonistas?
Aliás, o quanto a Aida controla a realidade virtual do Framework? Parece que ela só foi capaz de criar o tabuleiro e as peças, mas não tem controle de como elas se movimentam.

Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 20:35

@disqus_2C6qJjk16K:disqus , em tese sim, a ausência dos dois seria um furo. Eles poderiam ter sido pelo menos mencionados. E sobre o quanto ela controla, boa pergunta. Pelo que parece, ela só mesmo deu o pontapé inicial, mas fico imaginando se ela não poderia rebootar a história toda se algo não saísse do seu agrado…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 2 de maio de 2017 - 23:35

Se não me engano o ator que interpretou o Hunter foi visto nos bastidores de Agents of Hydra. Agora atriz Adrianne Palicki pode ser que não volte. Ela está se tornando cara para a série, atualmente ela tem feito alguns filmes de relativo sucesso. Se ela voltar será apenas uma participação especial. É bem provável que a Harpia seja interpretada por outra atriz.

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 01:56

Podiam trocar a atriz a manter a personagem… Ou dizer que a transposição dela para o mundo real deu bug e ela voltou diferente…

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 1 de maio de 2017 - 03:01 Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 16:10

Bem bacana! Bela homenagem ao Paxton!

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 30 de abril de 2017 - 10:59

Episódio bem maneiro, ansioso para os três finais, esperamos e torcemos que só da temporada, e parece que no próximo alguns agentes já sairão do Framework!

Aquela frase do Radcliffe, de uma pessoa ou uma frase podem mudar a vida de alguém continua sendo destacada,vide o Ward bonzinho sendo resgatado pela Victoria Hand ao invés do John Garrett, que por sinal foi citado e! easter egg no “Bakshi Nacional”.

Acredito que Ward bonzinho e Tripp voltem à realidade normal através do Projeto Espelho, o Ward já disse que não querem ele de volta,e senti a Daisy balançada com isso… Acho que o Mack não volta..

E Superior,mesmo como um LMD continua um vilão péssimo, sorte que a AIDA compensa…

Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 16:22

@willianalvesdealmeida:disqus , será que o Mack não volta? Será um golpe enorme para os fãs. Mas seria interessante, por outro lado, pois é lá que ele se reuniu com a filha…

Ah, eu já desisti do Superior…

Abs,
Ritter.

Responder
Willian Alves de Almeida 2 de maio de 2017 - 01:31

Justamente por causa da Hope eu acho mais provável o Mack ficar no Framework se tiver que algum agente ficar para Ward do bem ou Tripp voltarem.

Responder
planocritico 2 de maio de 2017 - 02:02

E se Hope vier para o mundo real?

– Ritter.

Responder
Stella 2 de maio de 2017 - 23:36

Ai ela virá a Moon Girl de vez e na próxima temporada o Dinossauro demônio vem de outra dimensão para a nossa alegria kkkkkk

planocritico 3 de maio de 2017 - 01:55

Agents of Shield: Everything AND the Kitchen Sink…

hhahahahahahhahah

Abs,
Ritter.

Stella 3 de maio de 2017 - 03:07

kkkkkkkkkkkkkkkk só voce mesmo amigo. Acabei de assistir o episodio 20, mds que episodio maravilhoso.

planocritico 3 de maio de 2017 - 13:07

Amanhã sai a crítica!

– Ritter.

Stella 3 de maio de 2017 - 13:27

Uhull, ansiosa desde já!

Homem-Pipa 29 de abril de 2017 - 22:27

Se o Nick Fury original n aparecer até o final desse arco eu parto pras séries da CW

Responder
planocritico 30 de abril de 2017 - 02:16

Acho bem pouco provável que apareça… E também não vejo necessidade, confesso…

Abs,
Ritter.

Responder
Homem-Pipa 30 de abril de 2017 - 02:31

É que nas HQs ele é o q mais tem LMD

Responder
planocritico 30 de abril de 2017 - 02:33

Sim, mas o Nick Fury original MESMO, dos anos 60, branco. Ele nem foi introduzido no UCM e eu duvido que seja, pois vai confundir a cabeça de todo mundo…

Abs,
Ritter.

Responder
Homem-Pipa 30 de abril de 2017 - 03:01

Obg por destruir minha esperança, Ritter 🙁

planocritico 1 de maio de 2017 - 16:26

Desculpe-me por estilhaçar sua esperança…

HAHAHAHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Rafa Silveira 1 de maio de 2017 - 12:53

Ele não vem aparecendo nem nos filmes, até parece que vai aparecer na série

Responder
Rodrigo  28 de abril de 2017 - 23:42

Agora sim (parabéns Stella haha)
Que ressuscitem todos que puderem, para ficar mais empolgante do que já é.
Mas eai vocês acham que o Mack vai aceitar a filha dele ser criada através dessa máquina?

Responder
planocritico 29 de abril de 2017 - 03:01

@disqus_23bfOtR1fu:disqus , estou muito curioso para ver como será o desfecho do arco do Mack. Eu realmente não saberia dizer o que vai acontecer. Todas as possibilidades estão em aberto… E nenhuma me parece feliz completamente…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Auditore 28 de abril de 2017 - 22:51

Estou amando essa temporada! O arco do motoqueiro foi interessante mas nada demais, já esse arco “what if” está fantástico, meu medo está na greve dos roteiristas atrapalhar a série, com tudo que tem acontecido nessa temporada as consequências do que aconteceu no framework poderiam dar belos arcos para cada personagem.

Responder
planocritico 29 de abril de 2017 - 03:04

Esse arco atual – Agents of Hydra – é mesmo o melhor até agora. O do “Motoqueiro” foi bacana por causa do personagem, e só.

Abs,
Ritter.

Responder
Raoni De Lucia 28 de abril de 2017 - 18:01

Fala Ritter blz? Como é bom assistir uma série sabendo que ela está sempre evoluindo ou ao menos mantendo a qualidade né? E essa temporada nessa reta final tá ficando absurdamente boa, esse episódio foi uma preparação de terreno para os próximos que vão chegar chutando bundas, uma coisa é fato, seria ótimo se voltassem a Bobbi e Hunter mesmo. Um abraço!

Responder
planocritico 29 de abril de 2017 - 03:07

Olá, @raonidelucia:disqus ! Olha, realmente essa temporada está surpreendendo. Especialmente esse último arco.

Também gostaria que Bobbi e Hunter voltassem, mas…

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 28 de abril de 2017 - 17:32

Grande ep. Cenas iconicas.

Mas vou dizer….a sessão de comentários desse site é um show a parte. É um complemento de qualidade absoluta à critica que é feita.

Por isso sou tão fã desse site. Não tem briguinhas bestas de comentários. Só complementos , observações , piadas boas , é sensacional.

Nunca vou cansar de parabenizar voces.

Responder
planocritico 29 de abril de 2017 - 03:08

@ianluz:disqus , obrigado! Mas quem realmente merece aplausos são vocês todos aqui! A troca que temos é uma coisa de louco e é o que nos faz realmente seguir adiante!

Abs,
Ritter.

Responder
márcio xavier 28 de abril de 2017 - 15:54

ah.. ia sugerir em algum lugar, mas como já estou aqui.. vcs não vão fazer a crítica de The last kingdom que é baseada na série Cronicas Saxônicas de Bernard Cornwell? começou fraquinha mas voltou ótima nesta temporada.

Responder
planocritico 29 de abril de 2017 - 03:10

@m_rcio_xavier:disqus , confesso que não tenho planos. Vou ver se algum de nosso redatores a acompanha, porém.

Abs,
Ritter.

Responder
márcio xavier 28 de abril de 2017 - 15:44

ótima crítica, pra variar. Excelente episódio, pra variar. AoS cada vez mais madura e séria.. e pensar que no começo parecia um procedural adolescente. Só tenho uma dúvida: aonde foram parar os dois oficiais da Hidra que apontavam a arma pra May e Daisy? ok, Aida caiu.. elas foram olhar e os oficiais sumiram. Nem embaixo, nem do lado delas. Não tirou o impacto da cena, mas …

aproveitando que tô no dia chato: pq elas após trocarem tiros com 1.346 agentes não hesitaram em levantar as mãos, mesmo armadas, pra apenas dois agentes?

tá, parei! a série tá ótima. Não vou me apegar a isso..

Responder
planocritico 29 de abril de 2017 - 03:11

@m_rcio_xavier:disqus , hahahahahha, tem toda razão! Aqueles dois agentes devem ter fugido de medo e se escondido debaixo da primeira escrivaninha que viram em posição fetal…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa Silveira 28 de abril de 2017 - 13:04

Teorizando em cima do plano da Aida, acho não ser possível extrair o Fitz Mengele.
A Aida por ser uma androide pode duplicar sua consciência, seria possível ter tanto sua versão original quanto a do framework co-existindo do lado de fora. Tripp e Ward por serem seres totalmente virtuais também poderiam escapar pra um novo corpo, mas o Fitz… a versão Mengele dele se sobrepõe a personalidade real (vide Coulson que é o mais desperto dos encarcerados), não é uma duplicação. No momento só existe ela. Caso o acordem ele voltaria ao normal.

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 15:00

@rafasilveira:disqus , eu imagino que a Aida tenha “salvado” essa programação do Fitz Mengele separadamente e aí poderá fazer o download em um corpo novinho em folha.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Augusto 1 de maio de 2017 - 16:14

É aí que entra o livro de magia negra… Ele servirá como um Deus-Ex-Machina como desculpa para qualquer coisa que os roteiristas resolverem fazer.

Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 16:21

@disqus_2C6qJjk16K:disqus , mais ou menos por aí…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa Silveira 1 de maio de 2017 - 19:35

Isso é subestimar demais a série. Não fizeram nada parecido com isso até hoje nem com o Lash que teve só uma construção de seu objetivo bem porca, mas que não foi jogada do nada, imagina nesse arco que tem graus elevadíssimos de construção.

Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 20:30

Mas o Darkhold já foi mencionado, assim como a possibilidade de se construir corpos humanos, algo que Aida só pode querer para tornar-se humana. Acho que tudo se encaixa.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa Silveira 2 de maio de 2017 - 20:18

Mas mesmo o Darkhold segue uma linha, ele não vem sendo tratado como tapa buraco

planocritico 2 de maio de 2017 - 22:24

Sim, mas a questão é que não temos ainda ideia do potencial do Darkhold e o que ele pode fazer. Não quero com isso dizer que Whedon vai tirar alguma coisa da cartola, mas apenas que praticamente qualquer coisa pode ser justificada com a “carta Darkhold” e isso já meio que aconteceu quando Jemma deduziu, praticamente a partir de plantas e esboços, que a máquina sendo montada pela Aida era para fazer corpos humanos…

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 28 de abril de 2017 - 12:18

Tambem quero que esse Ward bonzinho volte pro mundo real, o trip eu nao me importo, preferia mil vezes a volta da Bobbi e o Hunter.

Do episodio so achei estranho a parte que o agente da Shield leva um tiro na perna e na mesma hora desmaia, fiquei tipo. “Oxoxoxoxoxo”

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 15:01

@Junito_Silva:disqus , gostaria que todo mundo voltasse, mas de forma diferente do padrão. Ward bonzinho seria ótimo. Trip tendo que lidar com sua morte seria excepcional. Bobbi e Hunter tinham que voltar era na próxima temporada para engrossar o time!

Abs,
Ritter.

Responder
Natãniel Tibola 28 de abril de 2017 - 10:25

Olá @Ritter Fan, primeiro quero dizer que leio todas as criticas de todas as séries que assisto, que são muitas, todas do universo Marvel e DC, nunca comentei nada aqui, mas lei todas, quero dizer que não assisti esse episódio ainda, provavelmente irei assistir hoje (sim já li a crítica pois não me importo com SPOILER), mas só não assisti pois quero fechar minha semana deixando MaOS para o final de todas as séries que assisto, pelo simples motivo de esse ser uma das melhores séries que acompanho, não tem como descrever o quão gratificante é olhar aqui no Plano Crítico essa série sendo tão elogiada e com tantas pessoas falando o quanto gostam/amam assistir essa obra de arte que da de 10 a 0 em muitas séries que não tenham a consistência e qualidade de MaOS, só espero que renovem ela não por um só ano, mas por uns 5. Muito boa sua crítica e só me da mais vontade assistir o episódio e terminar a semana assistindo a essa série que não deixa de surpreender. Ahh, não dá ZERO não, se não destruírem o Triskelion, pensa que podem não ter orçamento kkkkkkkkkkkk, mas que seria maravilhoso ver aquele prédio caindo abaixo seria. Abraço…

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 11:26

Olá, @natnieltibola:disqus ! Que bom que você decidiu comentar. Não há nada melhor do que trocar ideias com leitores.

E essa série tem abusado do direito de ser boa. Eu mesmo, ao começar a assisti-la lá atrás entrei predisposto a não gostar, pois tenho enorme preconceito a séries com a estrutura de 20 e tantos episódios e acabei nem gostando tanto da 1ª temporada. No entanto, a evolução de AoS é algo impressionante e muitíssimo raro de ocorrer nesse nível. A produção mostrou que sabe evoluir e aprender com seus erros e partir para um nível de risco impressionante, culminando com a 4ª temporada e a brilhante ideia de dividi-la em três arcos menores.

Tomara que a série seja renovada mesmo!

Abs e volte sempre!
– Ritter.

Responder
Alex silva 28 de abril de 2017 - 06:25

Virou tradição vir aqui logo depois de assitir o episódio. Críticas sempre bem escritas, da vontade de ler. As vezes não concordo com algumas coisas mas sempre tenho o respeito por serem muito competentes. Sobre o episódio, mais um acima da média, assim como todos desse arco.

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 11:33

Obrigado, @disqus_TA4hUlYboc:disqus ! Fico muito feliz que goste das críticas.

Volte sempre!

Abs,
Ritter.

Responder
Dr. Fate 28 de abril de 2017 - 06:21

Se não me engano, na despedida do Hunter e da Bobbi, eles foram deixados na Rússia, e pelo que me lembro, o Radcliffe, quando revelou à Daisy sobre o Submarino, disse que estava próximo do país. Então pensei que seria uma ótima forma de trazer eles de volta à série, e vimos que eles conseguem esconder essas surpresas (Como o Trip). E também, o ator do Hunter postou uma foto no seu instagram com o ator do Mack com a #AoS. Bom, espero que eles voltem.

Estou adorando esse arco, está tudo incrível e fenomenal.

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 11:34

@fatedr:disqus , seria uma ótima forma mesmo de trazer Hunter e Bobbi de volta, mas eu tenho a impressão – posso estar errado – que há uma questão contratual mais complexa com os dois atores. Tomara, porém, que eles voltem.

Abs,
Ritter.

Responder
Lenin Pessoto 27 de abril de 2017 - 23:35

Quem diria que eu não ia sentir a menor falta do Robbie Reyes… (faltou ele no Framework né?)
Já até esqueci que o Motorista Fantasma foi o foco da temporada durante 1/3; nem parece que ainda estamos nela. Essa divisão em 3 arcos foi a melhor ideia já tida pela Marvel na televisão.

Sobre o episódio, mais um ótimo, teorias se confirmando e tudo o que esperamos que aconteça fica cada vez mais próximo de acontecer. Destaco o Ward dizendo que foi a Victoria Hand quem o acolheu, achei uma ótima sacada.

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 00:00

Concordo, @leninpessoto:disqus ! Realmente não sinto a menor falta do Motorista Fantasma e essa divisão em três breves arcos em uma temporada só foi uma jogada de mestre que eu gostaria muito que toda série de mais de 20 episódios adotasse!

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 27 de abril de 2017 - 18:03

Crítica primorosa, parabéns. Que legal que Stella foi citada ela é uma fofa, conheço ela de um site que ela é moderadora. Este episodio foi muito bom mesmo, começou de maneira espetacular com aquela cena de ação, não deixo de me embasbacar com esta série. Este arco praticamente superou várias séries da Marvel que assisti como Jessica Jones, Punho de Ferro e a segunda temporada do Demolidor. Que pena que eu não vejo algo assim com séries da DC, gosta mais da DC do que da Marvel isso é uma pena.

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 18:24

Obrigado, @mulhermortfera:disqus (que nome bacana!)! A @disqus_9KZLz8G0wg:disqus é uma super-colaboradora aqui nos comentários. Merece ser citada!

AoS está realmente conseguindo superar as próprias séries da Marvel. Ainda acho Demolidor (no agregado) melhor, mas é até injusto comparara uma série que tem que “penar” por mais de 20 episódios com outra só de 13.

Sobre a DC, o grande problema é que as séries deles são, todas elas, comandadas pelos mesmos showrunners. Aí a coisa fica complicada. Tenho certeza que, se variassem e arriscassem, sairia muita coisa boa.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 27 de abril de 2017 - 20:31

Obrigada^^ Eu criei este nick, como se eu fosse uma Mulher Maravilha de uma terra alternativa hahaha Daí pensei que seria melhor Mortífera como algo mortal, do que Maravilha. Sou louca, adoro a HQ Multiversity que trata de versões alternativas do Multiverso DC.
Mas que triste, não sabia disso, que todas são comandadas pelos mesmos showrunners! É para economizar? kkkkkk A Warner está pão dura.

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 23:39

Multiversity é incrível. Ainda tenho que fazer a crítica aqui para o site, mas é uma tarefa especialmente árdua!

Sobre os showrunners, é aquela velha máxima “em time que está ganhando…”. Como todas as séries são um sucesso de público, eles não querem nada diferente ou ousado… Até a recém-anunciada Titãs será com o Greg Berlanti no comando…

Uma pena…

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 27 de abril de 2017 - 17:11

”Uma vez um homem sábio me disse que uma pessoa pode fazer qualquer coisa, uma vez que perceba que é parte de algo maior. Me levou um tempo até entender isso. Por anos, fui só uma face na multidão, um professor de história que espalhava mentiras da Hidra. Eles pareciam muito imponentes para qualquer pessoa lutar. Mas agora, eu escolho me levantar e fazer parte de algo maior. Eu realmente acredito que juntos, podemos realizar qualquer coisa. Porque a verdade é não sou só um professor de história. Meu nome é Phil Coulson e eu sou um Agente da SHIELD”

CONFESSO QUE CHOREI NESSA CENA, COULSON MELHOR DIRETOR DA SHIELD (desculpa Fury), NÃO ESPERAVA MENOS DELE. SOBRE A CENA DA DAISY DERRUBANDO O TRANSKELION A GENTE QUER SIM, MAS TO SENTINDO QUE NÃO VAI ROLAR, RESTA AGUARDAR. EU NÃO VOU SOBREVIVER SE AQUELE SUPERIOR MALDITO MEXER COM MEUS AGENTES.

Até semana que vem e continuemos na torcida pela renovação.

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 17:24

@josevandosousa:disqus , confesso que rolou um momento emocional quando ele falou “Meu nome é Phil Coulson e eu sou um Agente da SHIELD”.

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 27 de abril de 2017 - 18:12

Não chorei (se chorasse não confessaria), mas voltei essa cena umas 10x

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 18:25

Chorar? O que é isso? Nunca ouvi falar…

HAHHHAAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 28 de abril de 2017 - 17:26

Unica cena de AoS que eu realmente derramei uma lagrima foi a despedida da Bobbi e do Hunter. Aquilo me pegou fundo. Mas essa cena do Coulson mexeu tambem.

planocritico 29 de abril de 2017 - 03:09

Aquela cena foi horrível, mal feita, fora de contexto, completamente idiota, sem sentido, feia, chata e boba. Eu nem a assisti de tanta raiva que senti. Nem sei que episódio foi esse. Quem são Bobbi e Hunter? Não sei do que você está falando…

Abs,
Ritter, o Inchorável.

márcio xavier 28 de abril de 2017 - 18:02

aka suor hétero.

Willian Alves de Almeida 30 de abril de 2017 - 10:46

Samuel L. Jackson que me desculpe,mas desde a segunda temporada de MAoS o Coulson é o melhor diretor da SHIELD!

Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 16:23

É isso aí! E mesmo quando ele não é diretor, ele é o melhor diretor!

Abs,
Ritter.

Responder
Elance Rangel 27 de abril de 2017 - 15:38

Eu sempre leio suas críticas pra essa série q me amarro. Mas em relação aos efeitos especiais achei fraco na parte da transformação inumana da Skye/Dayse e na parte q a Madame Hidra bate no chão depois da queda. Na parte da Skye tava muito fake e quando a Madame bate no chão parecia um boneco quicando. N lembro de nos outros episódios, principalmente na segunda temporada com as transformações em inummanos, ter ficado fake assim.

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:58

Acho que os efeitos de casulo dos inumanos foi mantido. Sempre foi assim meio estranho.

Mas o corpo da Madame Hidra quicando no chão eu gostei. Não é correto sob o ponto de vista da física do negócio, provavelmente, mas, sob o ponto de vista dramático funcionou bem para mim e gostei dos efeitos ali.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 27 de abril de 2017 - 16:10

Mas tem explicação Elance, a primeira transformação da Tremor foi muito mais intensa porque foi a primeira vez da libertação de seus poderes. Já nessa foi apenas Daisy reavendo eles, é tanto que May se espanta pelo controle rápido dos poderes, na verdade o corpo avatar dela só estava com os poderes adormecidos. Sobre a Madame Hydra quicar é de proposito, ela não tem corpo real nem no Freamwork, nem na nossa realidade, por isso que ela vai construir um. Os efeitos visuais ficarão ótimos, acima da média para séries de TV.

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Gabriel Vader 27 de abril de 2017 - 15:22

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Como sempre uma ótima crítica, não tenho a acrescentar nada.

Btw, Eu sabia que o projeto espelho era justamente isso, como já havia comentado aqui. Estava meio na cara, até no nome. Gostei muito do episódio, fiquei apreensivo durante todo ele. Mas confesso que agora já não tenho muitas esperanças da maquina conseguir trazer as facetas antigas de volta, achei ela bem… “pequena”, mas não sabendo como que vai funcionar ainda mantenho aquele fiozinho de vontade de ver Ward, Trip e a filha do Mack de volta.

Uma coisa que achei interessante foi que o “erro apagado” do Ward no framework foi ele ser resgatado pela Victoria e não por Garrett. E na conversa com a Daisy ela finalmente mata aquela duvida que vem desde a primeira temporada, que foi bem acentuada naquele arco do Hive.

Ah, mais uma coisa, ainda estou esperando alguma loja comercializar miniaturas ou não daquela escultura do Triskelion, pode ser porta papeis, chaveiro, qualquer coisa. Se alguém souber pfvr entrar em contato obg

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planocritico 27 de abril de 2017 - 15:34

@gabrielvader:disqus , verdade, você tinha dito sobre o projeto Espelho! Mas eu ainda acho que alguém volta. Não é possível que criem toda essa possibilidade sem aproveitá-la.

E sim, bem bacana as pequenas mudanças nesse universo paralelo. A de Ward explica realmente muita coisa.

Também quero saber daquela escultura!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 27 de abril de 2017 - 14:01

“Mas, claro, se o Triskelion não for dizimado por Tremor, terei que dar ZERO para a temporada…” HAHAHAHAHAHAHA Ritter full pistola!

Seção de comentários do Plano Crítico fazendo história, querida Stella que o diga.

Saudades de citarem os easter eggs, pois teve um relance no jornal sobre John Garrett

Fiquei me perguntando se o Ultron foi realmente 100% dizimado no filme, se não, ele deve tá muito apaixonado pela AIDA e indo a encontro dela para um corpo vivo hahaha

Viagens a parte, que temporada meus amigos! Ansioso para a season finale é que renovem +1 temporada, amém!

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:21

@Luanzinhi:disqus , a seção de comentários aqui do site é a MELHOR coisa que temos. Não tem crítica ou artigo bom sem leitores participando. Pode parecer piegas, mas é o que literalmente me faz continuar escrevendo!

Sobre Ultron, se houvesse uma integração efetiva entre série e cinema, ele poderia e deveria ser usado, pois acho difícil ele ter morrido de verdade, considerando que ele deve ter deixado um HD com a “consciência” dele guardado em algum lugar. Seria maravilhoso ver Ultron, Arnim Zola e Aida formando uma tríade digital contra os heróis…

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 27 de abril de 2017 - 15:32

Sim, sempre venho sedento pela crítica e para adentrar os comentários. Adoro a interação aqui, é sensacional!

Imagina que louco esses três no controle virtual seria uma verdadeira guerra cibernética!

Só digo uma coisa: que venha Madame Hidra em carne e osso para abalar a realidade!!!

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:57

Eu acho que os três poderiam muito bem ser usados em um futuro filme dos Vingadores, de preferência tendo o Caveira Vermelha como líder (pois ele não morreu também!!!).

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 27 de abril de 2017 - 16:56

Sim!!! Eu sempre fico me perguntando em que dimensão ou planeta foi parar o Caveira (que deveria aparecer em algum dos vindouros filmes cósmicos). Mas seria sensacional ele e o Zola de novo. De quebra “ressuscitando” o Ultron!

planocritico 27 de abril de 2017 - 17:05

Ele voltará, mais cedo ou mais tarde. Pode ser que não seja o Hugo Weaving por trás da maquiagem, mas creio que seja razoavelmente fácil substituir o ator.

Abs,
Ritter.

Willian Alves de Almeida 30 de abril de 2017 - 10:50

Eu tenho 99% de certeza que Ultron não foi 100% destruído. Mas, infelizmente os filmes vem se afastando da TV…

Responder
planocritico 1 de maio de 2017 - 16:23

Mas ele pele menos poderia voltar depois que Thanos tivesse sido destruído!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Gustavo Sá 28 de abril de 2017 - 14:27

Não sei se foi de propósito. Mas Coulson leva sua mão ao peito de Ward, exatamente do mesmo jeito que este foi morto. Coincidência?

Responder
planocritico 28 de abril de 2017 - 14:57

@luizgustavos:disqus , acho que não foi coincidência não!

– Ritter.

Responder
Luan S. 28 de abril de 2017 - 19:49

Dado ao histórico de AoS em fazer essas alusões com o que já aconteceu, certeza que não foi coincidência.

Vide Tripp voltando quando Skye ganha os poderes!

Responder
Yde 27 de abril de 2017 - 14:54

Fala Rittter!
Mais um excelente episódio de AoS!
Li em um lugar, não me lembro onde que a série teve aquele começo ruim só pra gente ter do que reclamar dela! É impressionate a qualidade dos episódios, caso venha a ser, injustamente, cancelada será uma punhalada em nós fãs…torçamos pela sua renovação e um encerramento digno dessa jornada. Não só nós, mas esses personagens tão cativantes merecem!!!
Abraços!

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:13

@disqus_N8dqg91VXc:disqus , só pode ser mesmo. Podemos reclamar daquela primeira metade da 1ª temporada e amar todo o resto. É uma boa troca!

E sim, estou na torcida pela renovação por mais uma temporada pelo menos. Meu medo é essa greve dos roteiristas…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 27 de abril de 2017 - 13:46

Oh my god fui citada na crítica e fico feliz que a possibilidade que citei tenha se concretizado, vibrei na hora rsrs. E que episodio!!! Daisy virou Tremor, mas não aconteceu o que queríamos, o Triskelion não foi derrubado (pensei logo em voce Ritter) kkkk Acho que faltou orçamento para isto, no roteiro do episodio anterior , acho eles não ”sabiam” da limitação, daí nesse ficou como um pequeno furo kkkk.
https://uploads.disquscdn.com/images/980353ab9c49ecdd535c266c539b582eccfe7cc309b0ff6ac04a57284a6d8f38.png

Mas pelo menos as cenas de ação, e a cena que Tremor faz Madame Hydra voar ficou muito acima da média, eu até esperava por essa cena, me deu nervoso quando ela quica no chão igual uma boneca kkkkk. A solução para ressuscitar o Ward foi lançada , construção de um corpo real. Torço por isso, porque to gostando da interação dele com a Daisy. Será que o Trip também volta? e o Mack ficará? Minha cabeça ta fervilhando hahahaha

Ps: Excelente crítica amigo. E espero que pelo menos no final do arco o Triskelion caia pelos poderes da Daisy, tem que acontecer!

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:22

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , você já é parte integrante aqui de nossas críticas!!!

Agora que sabemos do objetivo final de Aida e que corpos humanos podem ser “criados”, se Ward e Trip não voltarem ficarei de luto!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 27 de abril de 2017 - 15:56

@planocritico:disqus awn que fofo Existe também essa possibilidade de ficarmos de luto de novo! kkkkk Que poder essa série tem. Mas espero que pelo menos Ward volte.

Responder
Josevando Sousa 27 de abril de 2017 - 20:56 Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 23:39

Bacana!!!

– Ritter.

Responder
Stella 28 de abril de 2017 - 03:21

Melhor cena, gif capturado. Não tinha achado ele antes. kkkkkk

Responder
Rodrigo Patini 27 de abril de 2017 - 14:29

Mas se ela dizimar o Triskelion inteiro E o símbolo da Hydra dentro dele, vai levar ZERO também né!?…. kkkkkk
E esses malditos ninjas cortadores de cebola insistem em aparecer toda vez que Hope Mckenzie entra em cena… Só podem ser agentes da Hydra!
Tô curioso ra saber qual será o ponto de virada do Fitz; ele ainda não encarou Jemma frente a frente…
E o pai do Fitz e o Radcliffe não se conheciam no mundo real? No “bate-papo” deles neste episódio isso não apareceu… furo de roteiro?

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:17

@rodrigopatini:disqus , eu sacrifico a escultura pelo prazer de ver o prédio indo abaixo novamente!!!

Sobre eles se conhecerem no mundo real, acho que se conhecem sim, mas eu não sei se era necessário isso transparecer no digital. Ou melhor, Radcliffe pode ter reconhecido o cara no Framework, mas o contrário não necessariamente é verdadeiro, pois nessa realidade eles podem não se conhecer.

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 27 de abril de 2017 - 17:17

Tem um EP na metade da temporada (esqueci qual) que o Radcliffe diz que conhece o pai do Fitz, se não me engano ele fala que estudou com ele ou algo do tipo (preciso ver pra relembrar), portanto não é furo de roteiro…

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 17:23

@josevandosousa:disqus , sim, mas acho que o @rodrigopatini:disqus estava se referindo ao fato de que isso não foi referenciado de forma alguma no encontro dos dois.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Magnavita 27 de abril de 2017 - 14:12

“Mas, claro, se o Triskelion não for dizimado por Tremor, terei que dar ZERO para a temporada…”

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L-!

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:18

@gabrielmagnavita:disqus , mas não é?

HAHAHHAHHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus 27 de abril de 2017 - 13:34

Uma das maiores belezas de AoS para mim, que é também o seu principal ponto de diferenciação das demais do gênero, é sua capacidade de se reinventar. A série conseguiu fazer isso diversas vezes e com uma enorme proeza. O Framework é o ápice desse potencial da série e eu estou gostando bastante de todo esse arco.
Minha teoria é o que o Evil-Fitz realmente virá para o mundo real, pois foi isso que a série deu a entender quando Fitz pediu para Ophelia o levar junto. E, sinceramente, seria sensacional ver os dois Fitz’s se enfrentando, não seria?

Responder
planocritico 27 de abril de 2017 - 15:25

@disqus_zEJ9CmrAnI:disqus , realmente AoS conseguiu quebrar os grilhões que a prendiam a uma estrutura rígida basicona de série de super-heróis. O desenvolvimento a partir da 2ª temporada foi gritante e a estrutura inédita de 3 arcos da 4ª temporada foi uma escolha brilhante e, de fato, o arco do Framework é de se aplaudir de pé! Ele sozinho é o que de melhor há na série.

E sim, quero os dois Fitz saindo no tapa. Na verdade, minto. Quero um de cada lago de uma longa luta cerebral, cada um criando invenções para derrubar a do outro. Seria épico!

Abs,
Ritter.

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