Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 5X12: The Real Deal

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 5X12: The Real Deal

por Ritter Fan
147 views (a partir de agosto de 2020)

Aviso: Há spoilers do episódio e da série. Leia, aquias críticas dos outros episódios e, aquide todo o Universo Cinematográfico Marvel .

Aqueles que, como eu, acompanham Agents of S.H.I.E.L.D. desde o seu nascedouro mal recebido e ainda detestado por muitos lá no já longínquo ano de 2013, sabem que essa jornada foi tensa. A cada final de temporada, desde a primeira, ficava a torturante dúvida se a série seria renovada e, a cada suado anúncio, vinha o alívio. Na medida em que as temporadas progrediam e melhoravam exponencialmente, essa tensão naturalmente aumentava, deixando-nos realmente preocupados com o fim prematuro das aventuras de Phil Coulson e sua equipe de agentes que aprendemos a amar. É, portanto, com muita felicidade que vejo a série chegar ao mítico e muito desejado marco de 100 episódios em um crescendo de qualidade que é impressionante e, arriscaria dizer, sem precedentes no sub-gênero. Mesmo que estejamos diante da última temporada – se os rumores tornarem-se realidade finalmente – os apreciadores de AoS podem ter a certeza de que o fim será no auge, algo que não pode ser dito de muitas e muitas séries aí que acabaram mais por apatia, apagadas e enfraquecidas em um mercado competitivo e que não perdoa.

E The Real Deal, diferente do que muitos imaginavam, não é Agents of S.H.I.E.L.D. se curvando ao “quanto mais melhor”, aos fogos de artifício vazios e completamente esquecíveis que costumam marcar episódios comemorativos dessa natureza. The Real Deal lida com o coração metafórica e realisticamente. No lugar de mais pancadaria e mais explosões, temos uma viagem pela memória desses cinco anos tendo Phil Coulson como pilar.

Reparem como as coisas acontecem de maneira discreta, quase muda. A explosão no depósito causada pela General Hale ao final do episódio anterior funcionou, como esperado, como um gatilho para que os três monólitos lá localizados fossem ativados. O resultado disso foi a abertura de uma fenda espaço-temporal que deixou sangrar para a Terra uma “dimensão do medo” que materializa os maiores temores de cada um dos agentes. Trata-se de um artifício para lá de conveniente para justificar a presença de Chibata (Lash), Colmeia (Hive) e de Mike Peterson (J. August Richards voltando brevemente para a série) em sua versão 100% humana, mas é também um elemento narrativo que não tem apenas um fim em si mesmo, já que fica claro que a fenda pode ser a causa da destruição da Terra em algum momento do futuro e que o “Band-Aid” que Fitz inventou é só isso mesmo, um paliativo temporário. Ou seja, o episódio que festeja o marco é também funcional para a história macro sendo contada.

Mas o que interessa mesmo, de verdade, é tudo aquilo que gira em torno de Coulson. Começando pela revelação discreta e finalista de seu pacto com o Motoqueirorista Fantasma que já ali nos faz voltar no tempo para o uso experimental de tecnologia Kree por Nick Fury para salvar o agente da morte pelas mãos de Loki, passando por seu emocional diálogo com Daisy – sua filha, sua herdeira, o símbolo que ele quer para a S.H.I.E.L.D. – e culminando com seu enfrentamento de seu maior medo, bem no estilo O Vingador do Futuro, em que tudo o que vimos até agora, na verdade, não passaria da mente de Coulson lidando com sua morte anos atrás. Ou seja, que tudo o que ele fez, tudo o que ele significou, na verdade, nunca existiu. Não poderia haver medo maior do que esse.

Fazendo-nos viajar por todos esse anos de Agents of S.H.I.E.L.D. desde que o logotipo múltiplo aparece, os showrunners Jed WhedonMaurissa Tancharoen e Jeffrey Bell, que escreveram o roteiro, nos colocam em um lugar confortável e agradável, trazendo-nos as memórias de tudo o que a série representou. Primeiro spin-off não cinematográfico do Universo Cinematográfico Marvel, somos tratados com as imagens da lança de Loki, menções a Tony Stark e Fury e flashes da família que Coulson cultivou desde o início, tendo Daisy como ponto focal. Creio que a possibilidade de que tudo tenha se passado na mente do agente não foi criada para ser levada a sério pelos espectadores ou para enganá-los mesmo que por um segundo. Seria incongruente e completamente frustrante. O que os showrunners queriam era estudar Phil Coulson como a rocha que dá coesão à equipe. Ao mesmo tempo, eles nos preparam para a possibilidade de ele vir mesmo a falecer ao final da temporada, quebrando o loop temporal que levaria ao futuro aterrador que viram. Está tudo ali presente: a aceitação de Coulson da situação, quando ele diz que não quer uma terceira chance, pois seria ganancioso demais e que ele precisa “passar a tocha”; a fidelidade de seus agentes – de sua família – ao que ele representa, com a recusa, representada por May, de deixá-lo ir sem luta.

Na verdade, tudo foi construído para que Coulson morresse em The Real Deal. Diria que uma das minhas pequenas reclamações do episódio seja justamente esse aspecto. O roteiro peca um pouco pelo melodrama excessivo ao redor da morte dele e não entrega o que parece prometer. Seria impensável que matassem o líder da equipe em um episódio comemorativo? Sim. Mas é exatamente por isso que realmente achei que a trinca de showrunners pagaria para ver. Do jeito que ficou, pareceu aquele blefe anticlimático que chega a desapontar. E eu não quero necessariamente que ele morra, mas a questão é que esse era o desfecho que estava sendo construído e esse é o desfecho cíclico e lógico para a série como um todo.

Outro ponto negativo, que se relaciona diretamente com a sobrevida de Coulson, é seu salvamento, no último segundo, por um saltitante Deathlok, com nova – mais ainda feia – armadura. Deke ser enviado em uma missão secreta por Coulson e conseguir magicamente trazer uma equipe de agentes que fora resgatada pelo ciborgue e Deathlok basicamente teletransportar-se para onde Coulson estava pareceu-me demais em pouco tempo, em um uso um tanto estabanado do deus ex machina. Claro que foi divertido ver Deathlok 3.0 agir, mas as ameaças em nenhum momento pareceram ter peso ou perigo, estando ali somente para cumprir sua função explícita de fan service em um 100º episódio. Nada de errado não fosse todo o trabalho anterior lidando com a futura morte de Coulson.

Mesmo com seus problemas, o episódio foi palco para mais uma excelente atuação de Clark Gregg que, quando ganha espaço, sabe aproveitá-lo ao máximo. Seu Coulson evoluiu muito e, aqui, alcança o que possivelmente é seu ponto alto. O mesmo se pode dizer de Chloe Bennet, apenas um rostinho bonito na primeira temporada que vem despontando na construção de sua personagem em contínuo fluxo transformativo. O momento Daisy-Coulson sozinhos foi memorável, portanto.

O final, com o tão esperado casamento de Fitz e Simmons no Holodeck, digo floresta idílica extradimensional criada pelo medo, foi a “fofura” para fechar o capítulo de forma leve e positiva, mesmo que o tom fatalista tenha sido sublinhado em comentários semi-jocosos na linha do “vamos casar logo, antes que uma desgraça se abata sobre esses dois mais uma vez”. Ainda espero que o lado “genocida da Hidra pós-Framework” de Fitz seja abordado na temporada, mas, pelo momento, foi a maneira como o episódio precisava acabar, inclusive a também esperada revelação de que Deke, no final das contas, é neto da dupla se não nessa, pelo menos em alguma realidade.

The Real Deal, como episódio comemorativo, foi uma ótima surpresa. Tivemos o passeio pela história da série que é padrão em roteiros festivos, mas, por outro lado, tivemos foco na vida do personagem que é a força motriz da equipe e que faz a ponte direta com o UCM. Um digníssimo e belíssimo capítulo que celebra a série, seu elenco e, principalmente, seus fãs. Vou parar de escrever, pois entrou um cisco em meu olho…

Agents of S.H.I.E.L.D. – 5X12: The Real Deal (EUA, 09 de março de 2018)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Kevin Tancharoen
Roteiro: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley, Jeff Ward, Catherine Dent, Dove Cameron, Briana Venskus, Joel David Moore, Brian Patrick Wade, Patrick Warburton
Duração: 43 min.

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159 comentários

Leandro Araújo da Silva 13 de dezembro de 2020 - 21:17

Estou revendo a série toda depois de assistir a sétima temporada e ainda não entendi bem qual foi o pacto do Coulson com o Ghost Rider… Ele pediu para morrer ou pra não morrer? Pq ele sempre volta de um jeito ou de outro… Ele disse que a coisa queimou o que estava dentro dele… Queimou o que? O que impedia ele de morrer? O sangue kree? Sei lá ..

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2020 - 21:25

O preço do pacto foi justamente o que quer que tenha mantido a ferida mortal infligida por Loki “congelada”, em tese o material Kree que foi implantado nele em sua ressurreição.

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:14

que episódio foi esse eu não consigo parar de chorar é sério eu to chorando há meia hora eu nao consigo nAO CONSIGO MEU ZEUS EU NAO CONSIG-

xx

Responder
planocritico 19 de abril de 2018 - 12:47

Alguém gostou demais do episódio 100…

HAHAHAHAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:14

que episódio foi esse eu não consigo parar de chorar é sério eu to chorando há meia hora eu nao consigo nAO CONSIGO MEU ZEUS EU NAO CONSIG-

xx

Responder
pebalina 7 de abril de 2018 - 01:11

1. Fiquei triste pela Yo Yo não estar no casamento… :/
2. Se no lugar do “Mike fake” fosse o Ward… 6 estrelas, por favor!
3. O episódio, apesar dos vacilos (e olha que eu não sou tão crítico quanto a maioria aqui hehe), foi bom, uma bela homenagem à história da série. Ele trouxe uma tensão ainda maior com a “dimensão dos medos” e a confirmação da proximidade da morte de Coulson, mas em seguida trouxe um alívio, um pouco de esperança. Acho que estava faltando isso. O fôlego excitante da série é sensacional, mas também é preciso alívios para manter um bom equilíbrio.
Abraço a Ritter e a todos!

Responder
planocritico 7 de abril de 2018 - 01:18

Como episódio comemorativo ele foi muito bom mesmo. Não tinha como ser melhor, diria, pois é meio que tradição fazer episódios 100 que servem de lembrança nostálgica da série e isso segurou um pouco a criatividade, mas, no geral, foi ótimo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de abril de 2018 - 01:18

Como episódio comemorativo ele foi muito bom mesmo. Não tinha como ser melhor, diria, pois é meio que tradição fazer episódios 100 que servem de lembrança nostálgica da série e isso segurou um pouco a criatividade, mas, no geral, foi ótimo!

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:16

Se o Fake Mike fosse o Ward NÃO TERIA ESTRELA SUFICIENTE PRA DAR ……………. *chorando de novo*

xx

Responder
Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:16

Se o Fake Mike fosse o Ward NÃO TERIA ESTRELA SUFICIENTE PRA DAR ……………. *chorando de novo*

xx

Responder
adrianocesar21 28 de março de 2018 - 20:37

Concordo com o comentário do amigo abaixo… poderiam até terem ressuscitado o Deathlock pra salvar a pátria.. mas quem deveria ter tido aquela conversa do medo do Coulson deveria ter sido o Ward, pela importância que ele teve em praticamente toda a série… mesmo tendo esgotado tudo o que podia co mo personagem, a falta dele no centésimo episódio foi estranha.

Responder
planocritico 28 de março de 2018 - 21:32

Se duvidar, a produção tentou, mas, por alguma razão – conflito de agenda, cachê, sei lá – acabou não dando certo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de março de 2018 - 21:32

Se duvidar, a produção tentou, mas, por alguma razão – conflito de agenda, cachê, sei lá – acabou não dando certo.

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 20 de março de 2018 - 19:24

Acho que ao invés do fake Mike tendo aquela conversa tão intimista com o Coulson teria sido mais impactante se fosse o Ward, pois a traição dele sempre foi algo que atormentou o Coulson de diferentes formas. Eu também gostei do episódio e a sua maneira o achei épico, Fitz e Simmons é algo que vem sendo construído desde a season 1, faz sentido eles darem um passo tão importante no episódio 100.

Responder
planocritico 21 de março de 2018 - 13:04

Concordo plenamente. Ward fez muita falta e ele teria sido perfeito ali no lugar do Mike.

Abs,
Ritter.

Responder
pebalina 7 de abril de 2018 - 01:00

Se fosse o Ward, teria sido 5 estrelas, não!? kkkkkk

Responder
planocritico 7 de abril de 2018 - 01:16

He, he. Acho que não.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de abril de 2018 - 01:16

He, he. Acho que não.

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 17 de março de 2018 - 01:29

Agentes, me veio uma coisa em mente: aquela freira que aparece no final do EP só pode ser um dos medos da Daisy, concordam? Lembram que ela fala pro Deke que foi criada num orfanato com freiras assustadoras… Essa seria uma explicação, a outra seria uma ligação com Demolidor, o que acho improvável. Porque meteram a freira lá e nem explicaram, acredito que pode ser isso…

Responder
planocritico 17 de março de 2018 - 20:02

O orfanato, até onde me lembro, é o mesmo de Demolidor e essa conexão existe.

Sobre a freira estar lá, vai que a Daisy apanhou da sujeita por anos? HAHAHHAHHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 17 de março de 2018 - 01:29

Agentes, me veio uma coisa em mente: aquela freira que aparece no final do EP só pode ser um dos medos da Daisy, concordam? Lembram que ela fala pro Deke que foi criada num orfanato com freiras assustadoras… Essa seria uma explicação, a outra seria uma ligação com Demolidor, o que acho improvável. Porque meteram a freira lá e nem explicaram, acredito que pode ser isso…

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 15 de março de 2018 - 21:07

No fim a Dayse da dimensão do medo é a destruidora de mundos!

Responder
planocritico 15 de março de 2018 - 21:29

Veremos!

– Ritter.

Responder
planocritico 15 de março de 2018 - 21:29

Veremos!

– Ritter.

Responder
Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:17

… Brilhante!

xx

Responder
Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:17

… Brilhante!

xx

Responder
Benedict Benedito 13 de março de 2018 - 23:26

Acompanho a serie desde o início mas só daria 2 estrelas só pelas cenas extras de T.H.A.I.T.I. e o Deke ser um parente de Fitz e Jemma.
Na minha humilde opinião não era necessário fazer esse show de “100 ep”, esperava mais.Parecia um ep comum com “bugs” no roteiro. Os desenrolar dos casais da serie poderiam cair em outros episódios , pois não acrescentou nada a trama!!!!
Acabaram não acresentando nada de épico. Acredito que o 15º episódio da série será sim ÉPICO, intitulado “Rise and Shine” que nos mostra que a General Hale tem alguma ligação com ninguém menos do que a HIDRA, buscando um antigo inimigo dos agentes(Daniel Whitehall, o doutor louco que experimentava em Inumanos como a mãe de Dayse). Além das versões mais jovens de Barão Von Strucker e Jasper Sitwell, além do retorno do General Talbot.
Me ajuda Ritter kk
abs.

Responder
planocritico 14 de março de 2018 - 21:48

Tudo depende do que se considera épico. Eu achei que um episódio nostálgico que prometia mundos e fundos, mas entregou algo intimista é um tipo de épico justamente por não ser o que esperávamos. Gosto muito quando a série desvia do caminho natural e entra em narrativas diferentes.

E, claro, teve o casamento de Fitz-Simmons ao final na surreal floresta feita do maior medo de Deke a partir do “vazamento” da dimensão do medo. Só esse conceito já é épico o suficiente para justificar o adjetivo épico!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de março de 2018 - 21:48

Tudo depende do que se considera épico. Eu achei que um episódio nostálgico que prometia mundos e fundos, mas entregou algo intimista é um tipo de épico justamente por não ser o que esperávamos. Gosto muito quando a série desvia do caminho natural e entra em narrativas diferentes.

E, claro, teve o casamento de Fitz-Simmons ao final na surreal floresta feita do maior medo de Deke a partir do “vazamento” da dimensão do medo. Só esse conceito já é épico o suficiente para justificar o adjetivo épico!

Abs,
Ritter.

Responder
Benedict Benedito 15 de março de 2018 - 13:57

Pois é tem outros ep que vai nos surpreender muito mais que esse. O casamento (que eu não sou contra ) poderia acontecer em QUALQUER episódio, pois foi mais um acontecimento normal da série . Agora sobre essa dimensão do medo que mudou a narrativa do ep, espero que seja um evento permanente, assim com foi o LMD, pois não encontrei o “medo” que eu esperava, parecia mas “cameos de inimigos” para entra na festa 100 .Mas tudo bem vamos aguardar o que vem por ai.
Abs,
Benedict Benedito

Responder
Benedict Benedito 15 de março de 2018 - 13:57

Pois é tem outros ep que vai nos surpreender muito mais que esse. O casamento (que eu não sou contra ) poderia acontecer em QUALQUER episódio, pois foi mais um acontecimento normal da série . Agora sobre essa dimensão do medo que mudou a narrativa do ep, espero que seja um evento permanente, assim com foi o LMD, pois não encontrei o “medo” que eu esperava, parecia mas “cameos de inimigos” para entra na festa 100 .Mas tudo bem vamos aguardar o que vem por ai.
Abs,
Benedict Benedito

Responder
planocritico 15 de março de 2018 - 15:22

@xdigao:disqus , sim, o casamento poderia acontecer em qualquer episódio, mas no 100º ele ganha um outro ar, torna-se automaticamente mais importante e marcante. Sobre a dimensão do medo, sim, ela só esteve lá como artifício para os “cameos de inimigos” e do Deathlok pré-Deathlok. Não sei se a dimensão em si continuará, mas a fenda espaço-temporal acho que sim, ficará lá firme e forte por supostamente – segundo o Fitz – ser a razão pela qual a Terra será destruída.

Mas vamos ver!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 15 de março de 2018 - 15:22

@xdigao:disqus , sim, o casamento poderia acontecer em qualquer episódio, mas no 100º ele ganha um outro ar, torna-se automaticamente mais importante e marcante. Sobre a dimensão do medo, sim, ela só esteve lá como artifício para os “cameos de inimigos” e do Deathlok pré-Deathlok. Não sei se a dimensão em si continuará, mas a fenda espaço-temporal acho que sim, ficará lá firme e forte por supostamente – segundo o Fitz – ser a razão pela qual a Terra será destruída.

Mas vamos ver!

Abs,
Ritter.

Responder
Benedict Benedito 13 de março de 2018 - 23:26

Acompanho a serie desde o início mas só daria 2 estrelas só pelas cenas extras de T.H.A.I.T.I. e o Deke ser um parente de Fitz e Jemma.
Na minha humilde opinião não era necessário fazer esse show de “100 ep”, esperava mais.Parecia um ep comum com “bugs” no roteiro. Os desenrolar dos casais da serie poderiam cair em outros episódios , pois não acrescentou nada a trama!!!!
Acabaram não acresentando nada de épico. Acredito que o 15º episódio da série será sim ÉPICO, intitulado “Rise and Shine” que nos mostra que a General Hale tem alguma ligação com ninguém menos do que a HIDRA, buscando um antigo inimigo dos agentes(Daniel Whitehall, o doutor louco que experimentava em Inumanos como a mãe de Dayse). Além das versões mais jovens de Barão Von Strucker e Jasper Sitwell, além do retorno do General Talbot.
Me ajuda Ritter kk
abs.

Responder
Ian Luz 13 de março de 2018 - 21:05

Só queria dizer que é a segunda vez que AoS me faz chorar.

A despedida de Bobbi e Hunter foi a primeira , aquela cena do bar , com os brindes discretos.

A segunda foi a Daisy dando bronca no Coulson na frente de todos e depois a cena dos dois sozinhos.

De resto , essa série nao me decepciona desde a segunda metade da 1ª temporada. Só elogios.

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 21:08

A despedida de Bobbi e Hunter foi MUITO emocionante! Bem lembrado. Deu até vontade de ver novamente!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 21:08

A despedida de Bobbi e Hunter foi MUITO emocionante! Bem lembrado. Deu até vontade de ver novamente!

Abs,
Ritter.

Responder
Ian Luz 13 de março de 2018 - 21:05

Só queria dizer que é a segunda vez que AoS me faz chorar.

A despedida de Bobbi e Hunter foi a primeira , aquela cena do bar , com os brindes discretos.

A segunda foi a Daisy dando bronca no Coulson na frente de todos e depois a cena dos dois sozinhos.

De resto , essa série nao me decepciona desde a segunda metade da 1ª temporada. Só elogios.

Responder
Rodrigo Patini 12 de março de 2018 - 16:28

E aí Ritter @planocritico:disqus , parente da Jessica! :0)))
Não poderia deixar de comentar aqui do episódio 100. Afinal, como diz nosso amado Diretor, todos precisamos de símbolos, de instituições, e precisamos exaltar a simbologia deste episódio 100.
Assim como tantos outros, eu também esperava por um episódio mais bombástico, do tipo “explosão, carro e mulheril”, mas como diria Zagallo, “fomos surpreendidos novamente!”.
O casamento Fitz-Simmons foi a saída ideal para esse episódio 100, e aquele monte de agentes tirados da cartola me fez agora lembrar o casamento do Conserta Felix Jr. ao final de Detona Ralph, kkkk
Também achei o juramento do Fitz um tanto quanto frio, incrédulo, assim como outras declarações dele ao longo deste episódio e dos demais. O Mengele da Hydra ainda está lá, eu posso vê-lo…

Três retoques que eu faria no episódio caso os produtores tivessem me consultado antes:
1) Falha imperdoável foi a ausência de Grant Ward nesse revival (não o Colméia, evidentemente, mas o Ward original). O lugar perfeito para sua aparição seria ao lado do Mike Peterson, e ambos tentariam convencer Coulson de que ele estava numa cama de hospital e que tudo aquilo só se passou na sua cabeça. Assim como Mike seria um mero enfermeiro, Ward seria um doador de coração para o Coulson, mas seu organismo teria rejeitado o coração doado. Isso faria um belo paralelo com o fato de Coulson ter matado o Ward pressionando seu coração com a mão biônica, o que seria revivido em flashes rápidos, como os demais;
2) A menção de Deke à semelhança entre o anel que ele descolou para Jemma e o anel que sua avó usava já foi suficiente para o meu momento “WTF”; não precisava daquele expositivo todo ao final do episódio… tão achando que aqui é CW? Aqui é Marvel, pô@#$%;
3) Entre os convidados, senti falta da agente Piper (ela estava com eles no episódio anterior, não?), bem como do casal Bobbi-Hunter (outra ausência imperdoável).

E aí Ritter, o que me diz? Rumo aos 200?

PS: Claro que eu prezo muito o Coulson e tal, mas quando paro pra pensar chego à conclusão que ele é apenas o 3° da minha lista de Melhores Diretores da SHIELD…

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 16:37

Sobre seus retoques:

1. Nem me fala. Esperava muito ver o Ward ali. Eu até agora quero ele de volta de algum jeito…
2. Também acho sobre Deke. Só faltou aparecer uma seta na tela e “avós do Deke” piscando em cima…
3. Piper estava presa. Eles mencionaram rapidamente.

E não, nada de rumo aos 200. Prefiro que a coisa acabe no ponto algo. Tenho muito receio de uma queda vertiginosa de qualidade, por melhores que sejam os showrunners!

Terceiro melhor? Nick Fury e Maria Hill na frente, é isso?

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 13 de março de 2018 - 16:23

Na realidade, falei em três porque pensava que a Peggy tivesse sido não apenas fundadora, mas também diretora da SHIELD.
Como você não a considerou – e você jamais cometeria o sacrilégio de não incluí-la em sua lista -, fui fazer meu dever de casa e, de fato, não encontrei evidências de que ela chegou a dirigir efetivamente a agência.
Maria Hill? Jamais, depois dela ter mandado capturar o Capitão vivo ou morto na Guerra Civil I dos quadrinhos (aliás, sou voto vencido em relação a essa saga…)… Até o Mack, que dirigiu a SHIELD por um ou dois episódios, ficaria na frente dela….

Responder
Rodrigo Patini 13 de março de 2018 - 16:23

Na realidade, falei em três porque pensava que a Peggy tivesse sido não apenas fundadora, mas também diretora da SHIELD.
Como você não a considerou – e você jamais cometeria o sacrilégio de não incluí-la em sua lista -, fui fazer meu dever de casa e, de fato, não encontrei evidências de que ela chegou a dirigir efetivamente a agência.
Maria Hill? Jamais, depois dela ter mandado capturar o Capitão vivo ou morto na Guerra Civil I dos quadrinhos (aliás, sou voto vencido em relação a essa saga…)… Até o Mack, que dirigiu a SHIELD por um ou dois episódios, ficaria na frente dela….

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 17:24

Até onde eu sei, Peggy ajudou Stark a fundar a SHIELD, mas nunca chegou a ser diretora propriamente dita.

Maria Hill é sensacional! E Guerra Civil é mais ainda! Releia, pois você leu errado! HAHAHAAHAHAHAHAHAHAAHHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 17:24

Até onde eu sei, Peggy ajudou Stark a fundar a SHIELD, mas nunca chegou a ser diretora propriamente dita.

Maria Hill é sensacional! E Guerra Civil é mais ainda! Releia, pois você leu errado! HAHAHAAHAHAHAHAHAHAAHHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 14 de março de 2018 - 14:44

Na verdade, eu li o livro em prosa de Guerra Civil. Acho que estou velho demais para HQs, kkkkkk
Eu não queria mesmo trazer essa discussão pra cá, mas como você insiste…. vamos lá (kkkkk). Tem umas coisas muito nonsenses nessa saga:
(1) o acidente foi causado pelos garotos dos Novos Guerreiros (é esse o nome?) que estavam fazendo um reality show de super-heróis (WTF!?!?!), e no final o estopim da saga é causado por um cuspe na cara do Stark, que fica de culpado pela morte de um garoto nesse mesmo acidente (WTFWTFWTF!?!?!?!)
(2) O Capitão se nega a assinar o tratado, Maria Hill manda capturá-lo vivo ou morto, o capitão foge, tem um entrevero com Hank Pym, que tenta pegá-lo, e o Capitão quebra o nariz dele com o escudo (WT….F!?!?!?)
(3) Daí, a certas alturas a Hill decide contratar super-vilões criminosos para capturar os heróis que se recusam a assinar a bagaça (os Thunderbolts, era esse o nome?), e os mocinhos como Rogers, Murdock etc passam a viver sob disfarce (W-T-minha suspensão da descrença já foi pro beleléu…)

(4) O Aranha, que àquela altura do campeonato nas HQs já era “O” Homem Aranha “pica das galáxias”, vira uma espécie de sidekick do Stark. Salvo engano, o Aranha é gravemente ferido por um inimigo seu agora “legalizado” como Thunderbolt e o Justiceiro o leva para o cafofo do capitão, que é quando o teioso vira a casaca;
(5) Convenientemente muita gente estava sumida, mas muita mesmo: mutantes exterminados, Hulk mandado pro espaço pelos Iluminatti (aqui também cabe mais um WTF?!?!?!), Estranho isolando-se num retiro espiritual (ah tá….), Thor morto pelo Ragnarok….

(6) E no final daquela porradaria toda, os cidadãos comuns tiram um capitão ensandecido de cima do Stark, e depois o capitão “morre” alvejado com um tiro que vem da PQP….
Cara, eu acho que muito do que eu achei dessa saga das HQs decorrem de 2 fatos principais:
(A) Eu parei de ler HQs nos anos 90, não acompanhei as mudanças desde então e acho que não consigo me adaptar a elas; e

(B) Eu assisti ao Cap3 – Guerra Civil antes de ler a saga em prosa, de modo que para mim o filme do UCM me parece infinitamente mais crível e orgânico ao universo onde foi criado, do que o arremedo cheio de artifícios que foi a Guerra Civil nos quadrinhos.
É, talvez eu tenha lido errado, mas acredito que não haja mais um meio de eu ler isso certo….

Rodrigo Patini 14 de março de 2018 - 14:44

Na verdade, eu li o livro em prosa de Guerra Civil. Acho que estou velho demais para HQs, kkkkkk
Eu não queria mesmo trazer essa discussão pra cá, mas como você insiste…. vamos lá (kkkkk). Tem umas coisas muito nonsenses nessa saga:
(1) o acidente foi causado pelos garotos dos Novos Guerreiros (é esse o nome?) que estavam fazendo um reality show de super-heróis (WTF!?!?!), e no final o estopim da saga é causado por um cuspe na cara do Stark, que fica de culpado pela morte de um garoto nesse mesmo acidente (WTFWTFWTF!?!?!?!)
(2) O Capitão se nega a assinar o tratado, Maria Hill manda capturá-lo vivo ou morto, o capitão foge, tem um entrevero com Hank Pym, que tenta pegá-lo, e o Capitão quebra o nariz dele com o escudo (WT….F!?!?!?)
(3) Daí, a certas alturas a Hill decide contratar super-vilões criminosos para capturar os heróis que se recusam a assinar a bagaça (os Thunderbolts, era esse o nome?), e os mocinhos como Rogers, Murdock etc passam a viver sob disfarce (W-T-minha suspensão da descrença já foi pro beleléu…)

(4) O Aranha, que àquela altura do campeonato nas HQs já era “O” Homem Aranha “pica das galáxias”, vira uma espécie de sidekick do Stark. Salvo engano, o Aranha é gravemente ferido por um inimigo seu agora “legalizado” como Thunderbolt e o Justiceiro o leva para o cafofo do capitão, que é quando o teioso vira a casaca;
(5) Convenientemente muita gente estava sumida, mas muita mesmo: mutantes exterminados, Hulk mandado pro espaço pelos Iluminatti (aqui também cabe mais um WTF?!?!?!), Estranho isolando-se num retiro espiritual (ah tá….), Thor morto pelo Ragnarok….

(6) E no final daquela porradaria toda, os cidadãos comuns tiram um capitão ensandecido de cima do Stark, e depois o capitão “morre” alvejado com um tiro que vem da PQP….
Cara, eu acho que muito do que eu achei dessa saga das HQs decorrem de 2 fatos principais:
(A) Eu parei de ler HQs nos anos 90, não acompanhei as mudanças desde então e acho que não consigo me adaptar a elas; e

(B) Eu assisti ao Cap3 – Guerra Civil antes de ler a saga em prosa, de modo que para mim o filme do UCM me parece infinitamente mais crível e orgânico ao universo onde foi criado, do que o arremedo cheio de artifícios que foi a Guerra Civil nos quadrinhos.
É, talvez eu tenha lido errado, mas acredito que não haja mais um meio de eu ler isso certo….

planocritico 14 de março de 2018 - 15:22

Cara, não sei nem se faz muito sentido eu comentar algo, já que eu não li a adaptação literária e, confesso, tenho MUITA dúvida da qualidade desse negócio… Mas vamos lá:

1. Os Novos Guerreiros já faziam reality shows. Acho o conceito brilhante: usar a carreira de super-herói para fazer um programa de TV. E é justamente o acidente, que é entendido como oriundo do uso irresponsável de super-poderes, que serve como a gota d’água de tudo. Faz perfeito sentido para mim.

2. Não entendi seu problema aqui com o Capitão. Ele defende a liberdade ampla. O Ferroso é pragmático e quer uma liberdade controlada, pois ele teme que, se não houver isso, eles não terão liberdade alguma. Maria Hill é pau-mandado. Faz o que a lei manda fazer.

3. Os super-heróis que se recusam a assinar não passam a viver necessariamente sob disfarce, mas sim clandestinamente, na linha da Resistência Francesa da Segunda Guerra. Novamente, acho que faz perfeito sentido.

4. O Aranha é usado como garoto propaganda por Stark, que o convence a revelar sua identidade secreta para o mundo. O Aranha é um dos poucos heróis da Marvel que tem em sua identidade secreta um dos elementos mais importantes. Depois de ser quase morto e salvo pelo Justiceiro (que está do lado do Capitão por respeitar o legado do Capitão) se vira contra Stark. Não vi problema aqui também não.

5. Sobre muita gente estar sumida: isso vinha sendo construído bem antes da Guerra Civil estourar e, quando estoura, os sumiços fazem sentido. Mas CLARO que foi tudo de caso pensado para evitar desequilíbrios de poderes de um lado a outro. Sem Thor e sem Hulk, por exemplo, a coisa fica com menos pancadaria descerebrada, abrindo espaço para uma história ser construída. No filme, você vai reparar, a MESMA coisa acontece. Não temos nem Thor nem Hulk.

6. Cara, os cidadãos comuns se voltando contra o Capitão é o momento mais espetacular da saga. O Capitão está filosoficamente certo, mas ele se perde, está prestes a matar Stark e aí é o povo – que ele representa, que ele defende – que o separa de tudo. A morte dele tem relação com OUTRA linha narrativa e é por isso que a inserção disso em um mesmo livro não faz o menor sentido sem contexto e pode ter ajudado a estragar sua experiência.

Eu também parei de ler HQs nos anos 90. Só voltei em 2000, com o universo Ultimate. Mesmo assim, Guerra Civil é atemporal, pois discute questões que ainda hoje são relevantes. É a única saga Marvel nessa linha e eu a considero a melhor saga em quadrinhos mainstream já feita. Sobre o filme, eu gosto do Capitão 3, mas acho difícil comparar uma coisa com a outra. Acho uma ótima adaptação da saga que filosoficamente segue a mesma linha das HQs, mas de forma bem diferente.

Abs,
Ritter.

planocritico 14 de março de 2018 - 15:22

Cara, não sei nem se faz muito sentido eu comentar algo, já que eu não li a adaptação literária e, confesso, tenho MUITA dúvida da qualidade desse negócio… Mas vamos lá:

1. Os Novos Guerreiros já faziam reality shows. Acho o conceito brilhante: usar a carreira de super-herói para fazer um programa de TV. E é justamente o acidente, que é entendido como oriundo do uso irresponsável de super-poderes, que serve como a gota d’água de tudo. Faz perfeito sentido para mim.

2. Não entendi seu problema aqui com o Capitão. Ele defende a liberdade ampla. O Ferroso é pragmático e quer uma liberdade controlada, pois ele teme que, se não houver isso, eles não terão liberdade alguma. Maria Hill é pau-mandado. Faz o que a lei manda fazer.

3. Os super-heróis que se recusam a assinar não passam a viver necessariamente sob disfarce, mas sim clandestinamente, na linha da Resistência Francesa da Segunda Guerra. Novamente, acho que faz perfeito sentido.

4. O Aranha é usado como garoto propaganda por Stark, que o convence a revelar sua identidade secreta para o mundo. O Aranha é um dos poucos heróis da Marvel que tem em sua identidade secreta um dos elementos mais importantes. Depois de ser quase morto e salvo pelo Justiceiro (que está do lado do Capitão por respeitar o legado do Capitão) se vira contra Stark. Não vi problema aqui também não.

5. Sobre muita gente estar sumida: isso vinha sendo construído bem antes da Guerra Civil estourar e, quando estoura, os sumiços fazem sentido. Mas CLARO que foi tudo de caso pensado para evitar desequilíbrios de poderes de um lado a outro. Sem Thor e sem Hulk, por exemplo, a coisa fica com menos pancadaria descerebrada, abrindo espaço para uma história ser construída. No filme, você vai reparar, a MESMA coisa acontece. Não temos nem Thor nem Hulk.

6. Cara, os cidadãos comuns se voltando contra o Capitão é o momento mais espetacular da saga. O Capitão está filosoficamente certo, mas ele se perde, está prestes a matar Stark e aí é o povo – que ele representa, que ele defende – que o separa de tudo. A morte dele tem relação com OUTRA linha narrativa e é por isso que a inserção disso em um mesmo livro não faz o menor sentido sem contexto e pode ter ajudado a estragar sua experiência.

Eu também parei de ler HQs nos anos 90. Só voltei em 2000, com o universo Ultimate. Mesmo assim, Guerra Civil é atemporal, pois discute questões que ainda hoje são relevantes. É a única saga Marvel nessa linha e eu a considero a melhor saga em quadrinhos mainstream já feita. Sobre o filme, eu gosto do Capitão 3, mas acho difícil comparar uma coisa com a outra. Acho uma ótima adaptação da saga que filosoficamente segue a mesma linha das HQs, mas de forma bem diferente.

Abs,
Ritter.

Kate Bishop 19 de abril de 2018 - 00:19

IMPERDOÁVEL DEMAIS, ainda não tô acreditando que só mostraram ele num flashback…

xx

Responder
Rodrigo Patini 12 de março de 2018 - 16:28

E aí Ritter @planocritico:disqus , parente da Jessica! :0)))
Não poderia deixar de comentar aqui do episódio 100. Afinal, como diz nosso amado Diretor, todos precisamos de símbolos, de instituições, e precisamos exaltar a simbologia deste episódio 100.
Assim como tantos outros, eu também esperava por um episódio mais bombástico, do tipo “explosão, carro e mulheril”, mas como diria Zagallo, “fomos surpreendidos novamente!”.
O casamento Fitz-Simmons foi a saída ideal para esse episódio 100, e aquele monte de agentes tirados da cartola me fez agora lembrar o casamento do Conserta Felix Jr. ao final de Detona Ralph, kkkk
Também achei o juramento do Fitz um tanto quanto frio, incrédulo, assim como outras declarações dele ao longo deste episódio e dos demais. O Mengele da Hydra ainda está lá, eu posso vê-lo…

Três retoques que eu faria no episódio caso os produtores tivessem me consultado antes:
1) Falha imperdoável foi a ausência de Grant Ward nesse revival (não o Colméia, evidentemente, mas o Ward original). O lugar perfeito para sua aparição seria ao lado do Mike Peterson, e ambos tentariam convencer Coulson de que ele estava numa cama de hospital e que tudo aquilo só se passou na sua cabeça. Assim como Mike seria um mero enfermeiro, Ward seria um doador de coração para o Coulson, mas seu organismo teria rejeitado o coração doado. Isso faria um belo paralelo com o fato de Coulson ter matado o Ward pressionando seu coração com a mão biônica, o que seria revivido em flashes rápidos, como os demais;
2) A menção de Deke à semelhança entre o anel que ele descolou para Jemma e o anel que sua avó usava já foi suficiente para o meu momento “WTF”; não precisava daquele expositivo todo ao final do episódio… tão achando que aqui é CW? Aqui é Marvel, pô@#$%;
3) Entre os convidados, senti falta da agente Piper (ela estava com eles no episódio anterior, não?), bem como do casal Bobbi-Hunter (outra ausência imperdoável).

E aí Ritter, o que me diz? Rumo aos 200?

PS: Claro que eu prezo muito o Coulson e tal, mas quando paro pra pensar chego à conclusão que ele é apenas o 3° da minha lista de Melhores Diretores da SHIELD…

Responder
Luciano Vicente 12 de março de 2018 - 15:07

Sempre acompanhado suas críticas e me divirto bastante, além de entender melhor algumas coisas que passam despercebidas.

Sobre esse episódio em si, eu adorei, queria mais ação porém estou muito satisfeito com o que foi mostrado e o nível de atuação dessa equipe (família) é inexplicável e incontestável, só estou muito ansioso pela volta da Tremor.

E é exatamente sobre ela que quero falar, apesar de achar ótima a ideia dela liderar a S.H.I.E.L.D ou até mesmo os Guerreiros Secretos, eu acho que ela está num nível (poder) muito acima da série e até superior a alguns vingadores

Gostaria muito de um crossover tipo transferência da personagem da série para o cinema

Tremor, Thor, Feiticeira e Doutor Estranho juntos atacando Thanos, sei não hein…

Sonhar não custa nada, abs!

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 16:31

@disqus_SgQCVCeAs5:disqus , em termos de sonho, eu o acho muito saudável e confesso que acharia muito interessante. O negócio é que deve ser uma dor de cabeça enorme para a Marvel fazer algo assim de forma bem sucedida, já que o público dos filmes é, queira ou não, bem diferente do público das séries e a galera que vê os filmes terá dificuldade de aceitar Tremor sem algum tipo de introdução lógica que teria que repisar sua “origem” em AoS.

Abs,
Ritter.

Responder
Jesse Geller 12 de março de 2018 - 13:56

Eu me envolvi tanto com o clima nostálgico e emotivo do episódio que em momento nenhum consegui sentir falta ação. Acho que não haveria jeito melhor de comer o 100° episódio do que realizar uma viagem pela mente, medos e esperanças do Coulson, o personagem que o centro de tudo isso. Enfim, ao final estava tão emocionada que, pela primeira vez, chorei assistindo a um casamento da ficção e logo depois fui o youtuber assisti alguns vídeos de FitzSimmons e, sério, só tenho a aplaudir a série pela forma com que desenvolveu esses dois personagens, tanto como um caso como quanto indivíduos. Enfim, até a próxima e #SaveCoulsondon’tsavetheworld

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 16:33

Que bacana seu depoimento, @jessegeller:disqus ! É muito legal quando uma série desse tipo consegue nos emocionar a esse ponto.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 16:33

Que bacana seu depoimento, @jessegeller:disqus ! É muito legal quando uma série desse tipo consegue nos emocionar a esse ponto.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Santos 12 de março de 2018 - 04:29

Talvez o que mais tenha mais me surpreendido no episódio foi Fitz dizendo que uma vida perdida era melhor que duas e Daisy dizendo que “nenhuma perda é aceitavel, isso não é a Hidra, Leopold”.
Estou achando incrível como o Fitz do framework aparece com pontas muito sutis, mas nao era menos do que eu esperava dessa série incrível.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:45

@disqus_pY61UghM61:disqus , um discreto momento de “Fitz genocida” que ele deixou escapar… Quero muito que a temporada explore mais isso…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 12 de março de 2018 - 15:19

@planocritico:disqus @disqus_pY61UghM61:disqus Não acredito que essa fala “fosse” do Fitz do Framework, pelo menos não propriamente dito, pois olhando do ponto de vista racional, uma vida perdida é melhor do que duas, quanto mais pessoas forem poupadas melhor. O que eu realmente vi do “Fitz genocida” foi ele descartando a vida dos outros para salvar a equipe, foi meio que um “qualquer um menos nós”.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 15:57

A frieza como ele falou me pareceu ser oriunda do Framework.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 15:57

A frieza como ele falou me pareceu ser oriunda do Framework.

Abs,
Ritter.

Responder
Jesse Geller 12 de março de 2018 - 17:11

Para mim o momento mais Framework dele foi quando ele sugeriu explicitamente sacrificar a Piper em pagamento pela traição dela. Espero que eles ainda explorem esse lado sombrio dele um pouco mais e quem sabe até arraste a Jemma para o lado negro na força kkkk

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 21:51

Tomara que explorem mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 21:51

Tomara que explorem mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Santos 12 de março de 2018 - 04:29

Talvez o que mais tenha mais me surpreendido no episódio foi Fitz dizendo que uma vida perdida era melhor que duas e Daisy dizendo que “nenhuma perda é aceitavel, isso não é a Hidra, Leopold”.
Estou achando incrível como o Fitz do framework aparece com pontas muito sutis, mas nao era menos do que eu esperava dessa série incrível.

Responder
Thomas Felipe Rodrigues 12 de março de 2018 - 01:47

Resenha muito bacana! Muito bom ler textos de qualidade sobre produções de qualidade.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:45

Obrigado, @thomasfeliperodrigues:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Fabio Gomes 11 de março de 2018 - 22:58

Parafraseando Alcione, ‘não deixe o Coulson morrer, não deixe AoS acabar…”

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:45

Boa!

– Ritter.

Responder
Junito Hartley 11 de março de 2018 - 22:41

Isso que dá ir no hype alheio, fui achando que o episodio ia ser epico e foi fraco todo! Acho que um dos mais fracos ate agora. A revelação no final meio que geral ja suspeitava e so veio a confirmação. Quero saber é como que a yo-yo nos episodios passados foi mostrada num flash-back com os braços se ela acabou de perde-los, so se os braços no flash-back forem protese. Voltando ao episodio pra mim foi 2 estrelas.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:48

Mas achou tão fraco assim? Episódios comemorativos costumam apelar para a nostalgia e a forma como eles fizeram aqui ficou bem bacana.

Sobre os braços de Yo-Yo, repare que, nos flashbacks de 2020, ela está usando mangas compridas pretas e luvas, o que é bastante incomum. É claramente para esconder esse segredo, dando a entender que ela está usando próteses como a de Coulson.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 12 de março de 2018 - 12:54

Achei o episódio com cara de filler, só curti o diálogo do coulson com a Dayse, foi emocionante, de resto curti n.

Responder
Junito Hartley 12 de março de 2018 - 12:54

Achei o episódio com cara de filler, só curti o diálogo do coulson com a Dayse, foi emocionante, de resto curti n.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:56

Mas @Junito_Silva:disqus , ele é um episódio comemorativo do marco de 100 episódios. É basicamente uma regra velada que todos esses episódios comemorativos são nostálgicos e não necessariamente fazem a narrativa andar. Mas, aqui, ela andou. A fenda foi aberta, descobrimos o que aconteceu com Coulson, quem é Deke e testemunhamos o casamento de Fitz e Simmons.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:56

Mas @Junito_Silva:disqus , ele é um episódio comemorativo do marco de 100 episódios. É basicamente uma regra velada que todos esses episódios comemorativos são nostálgicos e não necessariamente fazem a narrativa andar. Mas, aqui, ela andou. A fenda foi aberta, descobrimos o que aconteceu com Coulson, quem é Deke e testemunhamos o casamento de Fitz e Simmons.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 12 de março de 2018 - 13:00

No episódio anterior já tinham usado de nostalgia, deke como eu disse já tinham uma suspeita que ele era parente de gemma e fitz e pela explosao dos monólitos esperava algo mais grave de acontecer, e eles resolveram Rapidão hehe, eram 3 monólitos!

Junito Hartley 12 de março de 2018 - 13:00

No episódio anterior já tinham usado de nostalgia, deke como eu disse já tinham uma suspeita que ele era parente de gemma e fitz e pela explosao dos monólitos esperava algo mais grave de acontecer, e eles resolveram Rapidão hehe, eram 3 monólitos!

planocritico 12 de março de 2018 - 13:02

Não resolveram. Não reparou que Fitz diz que essa pode ser a razão da destruição da Terra e que o que ele fez foi um mero “Band-Aid”? A fenda provavelmente continuará firme e forte.

Abs,
Ritter.

planocritico 12 de março de 2018 - 13:02

Não resolveram. Não reparou que Fitz diz que essa pode ser a razão da destruição da Terra e que o que ele fez foi um mero “Band-Aid”? A fenda provavelmente continuará firme e forte.

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 12 de março de 2018 - 13:06

Mais pra mim tá claro que a terra n vai ser destruída, se a série se passa no universo dos filmes! se a terra for destruída seria incoerente ter os filmes.

planocritico 12 de março de 2018 - 13:08

Mas o importante é como a destruição do futuro aconteceu e como ela será evitada. Claro que a Terra não será destruída, assim como é claro que a Daisy não vai morrer.

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 12 de março de 2018 - 13:10

Sim, concordo, a graça está acompanharmos como eles vão evitar a destruição da terra e derrotar aquela coroa cuzona e seu grupo.

planocritico 12 de março de 2018 - 13:12

“Coroa cuzona”… HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Cuspi meu café aqui agora, caramba!!!

Abs,
Ritter.

Rômulo Estevan 12 de março de 2018 - 16:19

Pra ter dado 2 estrelas você não é fã!

Responder
Junito Hartley 12 de março de 2018 - 20:37

Sou nao, so vc que é.

Responder
márcio xavier 13 de março de 2018 - 13:46

Vou colocar os dois no framework se continuarem brigando

Responder
planocritico 13 de março de 2018 - 14:18

HAHAHHAAHAHAHA

Exatamente! Boa @m_rcio_xavier:disqus !

Abs,
Ritter.

planocritico 13 de março de 2018 - 14:18

HAHAHHAAHAHAHA

Exatamente! Boa @m_rcio_xavier:disqus !

Abs,
Ritter.

Helder Lucas 11 de março de 2018 - 21:59

tenho que confessar que fiquei um pouco decepcionado. ao final do episódio, o pensamento que dominava a minha mente foi “fraquinho, né?”. não acho que eu esperava batalhas movimentadíssimas, explosões e reviravoltas mirabolantes; mas… talvez algo mais corajoso. sim, talvez a morte de Phil. mas sim, foi um episódio belo, bastante poético.
o que me emociona mesmo é a perspectiva de fim para a melhor série deste segmento na atualidade…

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 22:06

De certa forma, também fiquei decepcionado assim que acabei de ver o episódio. Mas, depois, revendo algumas cenas e, sobretudo, ao escrever, ultrapassei esse sentimento e acabei gostando muito.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 11 de março de 2018 - 22:41

Isso que dá ir no hype alheio, fui achando que o episodio ia ser epico e foi fraco todo! Acho que um dos mais fracos ate agora. A revelação no final meio que geral ja suspeitava e so veio a confirmação. Quero saber é como que a yo-yo nos episodios passados foi mostrada num flash-back com os braços se ela acabou de perde-los, so se os braços no flash-back forem protese. Voltando ao episodio pra mim foi 2 estrelas.

Responder
Lenin Pessoto 11 de março de 2018 - 20:07

Esperava um episódio daqueles explosivos e cheios de reviravoltas, mais uma vez fui dibrado.
O tom emocional ditou muito bem o ritmo e o episódio 100 é quase que uma visita ao passado; nos lembra alguns dos grandes momentos da série, tudo pelo que passou até chegar a ser o que é. O final é aquilo que devia ser, um momento feliz do melhor casal de todas as séries de heróis, Fitz-Simmons é padrão de qualidade.
Diria ainda que o Coulson foi uma metáfora. Como disse a Daisy, ele é o elo que une todas as pontas e personagens desde o princípio, o Coulson é a própria série. E ele afirma tanto estar preparado para a morte, mas quando ela chega, é inevitável o desejo de ainda querer continuar. Impossível retratar melhor o sentimento de quem acompanha desde o comecinho.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 21:26

Belo pensamento, @leninpessoto:disqus ! Concordo muito!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 11 de março de 2018 - 19:47

Agora eu quero 200!

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 21:26

Eita! He, he, he!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 11 de março de 2018 - 19:24

Quando o Phill falou vc ta enrolando pq o elevador parou tem um minuto, lágrimas vieram aos meus olhos e só um segundo depois percebi o que aconteceria, quando abriram a porta lacrimejei um pouco, admito. kkkkkkkkkkkk. Esperei por tantos anos.

Sabia que o Deke era parente de Fitz-Simmons. Vamos ver como vão lidar com isso.

No mais, acho que já aceitei o fim da série, está tão boa que se acabar entenderei que é melhor que definhar como outras com 12 temporadas por aí… e esse cheirinho de Spin-Off de Guerreiros Secretos me consola um pouco.

Esperava explosões, destruição, talvez até morte, mas entregaram um episódio comemorativo sentimental, e foi muito melhor do que eu imaginava.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 19:47

Foi um belo momento mesmo no elevador, @brunosouza18:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 19:47

Foi um belo momento mesmo no elevador, @brunosouza18:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 11 de março de 2018 - 19:47

Agora eu quero 200!

Responder
Ramon Muriel 11 de março de 2018 - 16:55

Os melhores momentos da nossa serie (legendado): https://youtu.be/5R79Pp2DMJQ

Tô muito choroso com esse episódio! Meu maior medo sempre foi que tudo não passe de uma alucinação, creio que não terão essa audácia…
FitzSimmons já casou, já tem filho, já tem neto e nada de Philinda kkkk
Minha Chloe Bennet atuação incrível.

Só choro se a série acabar mas choro feliz que essa série vai acabar no auge e vai se tornar um daqueles cult referência do genero no futuro. ANOTEM.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 18:13

Não diria que chegará ao status cult, mas fará falta para os que gostam hoje!

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Muriel 11 de março de 2018 - 16:55

Os melhores momentos da nossa serie (legendado): https://youtu.be/5R79Pp2DMJQ

Tô muito choroso com esse episódio! Meu maior medo sempre foi que tudo não passe de uma alucinação, creio que não terão essa audácia…
FitzSimmons já casou, já tem filho, já tem neto e nada de Philinda kkkk
Minha Chloe Bennet atuação incrível.

Só choro se a série acabar mas choro feliz que essa série vai acabar no auge e vai se tornar um daqueles cult referência do genero no futuro. ANOTEM.

Responder
Gabi Ribeiro 11 de março de 2018 - 14:37

Terminei de ver o episodio e já vim ver a critica. E ainda to chorando. Amei o episodio, foi lindo, tudo lindo!! Quero maissss!!!
MAoS não pode acabar, eu amo essa série!!!!!

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:41

Que bom que gostou do episódio, @disqus_OiTnh0tp5j:disqus ! Sobre acabar, minha sugestão é que você saboreie os 10 episódios finais tendo como premissa que a série acabará. Se não acabar, será um bônus. Se acabar, pense que ela acabará em seu ponto alto!

Abs,
Ritter.

Responder
Fabio Gomes 11 de março de 2018 - 23:00

Momentos de filosofia em seu @planocritico:disqus

Responder
Weykon 11 de março de 2018 - 20:10

Fiz a mesma coisa… Já está virando rotina. Término um episódio e venho ver a critica.

Amei esse episódio, me emocionei muito. Controlei o choro até o casamentos. Quando percebi o que era ai não deu… As lágrimas rolaram…

Adorei a trama, a evolução do roteiro e as inúmeras referências. De fato a série está no seu ápice.

Também não quero um fim agora.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 21:25

Obrigado pela fidelidade, caro @weykon:disqus !

Fico feliz que tenha gostado do episódio comemorativo. Ele foi feito para isso mesmo, para emocionar!

Abs,
Ritter.

Responder
Airton de Sousa 11 de março de 2018 - 14:33

Rapaz, bateu altas bads na cena do Coulson explicando o que tava havendo com ele. É como se ele fosse a série e assim o fim dele é quase que uma despedida do telespectador para aquele sub-universo. Você sente que a época de curtir Shield está acabando e que fará muita falta, muito triste. O casamento foi um consolo, um último momento feliz para ser adicionado à lista dos que ficarão nas nossas memórias.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:36

Bem por aí, @disqus_OLCwUwCTUT:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:36

Bem por aí, @disqus_OLCwUwCTUT:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 11 de março de 2018 - 13:41

Excelente crítica. Realmente como você apontou, eu confesso que esperei explosões e muitas lutas. Me surpreendeu que foi um episódio mais emocional, e com um que de despedida de ultima temporada. Chorei muuito deu pra ver que o elenco se emocionou real. Sobre os monólitos foi o que eu esperava, mas sobre como eles serão a causa da destruição da Terra estou curiosa, se aquela dimensão manifesta o medo em grande escala, pode ser que o medo da Daisy se realize e ela ganhe poderes além da capacidade atual para destruir a Terra. Ou seja a volta do team SHIELD do futuro que é a causa da destruição da Terra, não imagino como eles vão quebrar o loop;

Sobre o Deke os fãs acertaram que ele é neto de Simmons e Fitz.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:29

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , também estou bem curioso para ver o que causará a quebra do loop. Acho que estão guardando algo bombástico para esse momento!

Mas sim, o capítulo foi muito emocional e nostálgico. Confesso que, quando acabei de assistir, minha reação inicial foi de leve desapontamento, mas aí vi alguns trechos novamente, parei para pensar, comecei a escrever e o negócio foi “crescendo” em minha mente.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:29

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , também estou bem curioso para ver o que causará a quebra do loop. Acho que estão guardando algo bombástico para esse momento!

Mas sim, o capítulo foi muito emocional e nostálgico. Confesso que, quando acabei de assistir, minha reação inicial foi de leve desapontamento, mas aí vi alguns trechos novamente, parei para pensar, comecei a escrever e o negócio foi “crescendo” em minha mente.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 11 de março de 2018 - 14:36

sim, tive esse leve desapontamento inicial, mas quando revi o episodio mudei de ideia, vi que a construção em torno da nostalgia e da futura despedida do Coulson foi mais importante, do que explosões, mesmo que meu intimo queria Daisy vs Hive novamente kkkk. Eu também estou esperando algo inesperado e bombástico nos dois episódios finais da temporada.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:39

Os showrunners têm oito episódios para desenvolver esse ódio de Hale pelos agentes e posicionar a série para o final que ela merece com ou sem renovação no horizonte. Até agora, não há nada que me faça duvidar de que eles conseguirão!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:39

Os showrunners têm oito episódios para desenvolver esse ódio de Hale pelos agentes e posicionar a série para o final que ela merece com ou sem renovação no horizonte. Até agora, não há nada que me faça duvidar de que eles conseguirão!

Abs,
Ritter.

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Stella 11 de março de 2018 - 14:41

”Até agora, não há nada que me faça duvidar de que eles conseguirão!”
não entendi tu acha que eles não vão conseguir ou que vão?

planocritico 11 de março de 2018 - 14:42

Que os showrunners conseguirão sim! Eles estão com a faca e o queijo na mão para acabar a temporada (e talvez a série) de forma memorável.

Abs,
Ritter.

Stella 11 de março de 2018 - 14:43

Agora sim kkkkkk. Eu quero o fim agora, porque como voce citou , a morte do Coulson encerraria o ciclo lindamente.

Stella 11 de março de 2018 - 14:43

Agora sim kkkkkk. Eu quero o fim agora, porque como voce citou , a morte do Coulson encerraria o ciclo lindamente.

planocritico 11 de março de 2018 - 14:46

Seria a forma perfeita de se acabar a série. Vamos ver se os showrunners terão essa coragem!

Abs,
Ritter.

planocritico 11 de março de 2018 - 14:46

Seria a forma perfeita de se acabar a série. Vamos ver se os showrunners terão essa coragem!

Abs,
Ritter.

Josevando Sousa 11 de março de 2018 - 23:19

Parece que aconteceu com todo mundo, mas fui assistir novamente o episódio e pude ver o quão fantástico ele foi, sendo que na 1° vez tinha achado que faltou algo. Alguns pontos que observei:
– Conversa extremamente poética de Coulson e Daisy sobre passar o bastão, gente foi lindo, de chorar…
– Falei que não tinha tido Philinda, mas teve sim, agora entendi que eles deram “um passo atrás” porque o Coulson se achava uma “causa perdida” pra May se relacionar
– Toda a questão do Mike está tentando persuadir o Coulson que tudo aconteceu apenas na cabeça dele. Inclusive teve a primeira menção explícita sobre o time ser uma família, com Daisy sendo “a filha” e Fitz-Simmons os alunos brilhantes guiados pelo Coulson
– E CLARO, O CASAMENTO FITZ-SIMMONS. COMO FOI DITO PELO PRÓPRIO COULSON, ERA ALGO APENAS SIMBÓLICO, MAS SÍMBOLOS SÃO IMPORTANTES… E EU PRECISO NOVAMENTE ELOGIAR IAIN E LIL PELA ATUAÇÃO, AQUELA LÁGRIMA NOS OLHOS DE AMBOS FOI LINDO DE SE VER (E PROVAVELMENTE ESTAVA NOS OLHOS DOS QUE ESTAVAM ASSISTINDO TAMBÉM).

Resumindo, o episódio foi exatamente o que se esperava ser: nostálgico e que celebrasse seus melhores momentos dos 99 episódios anteriores…

Responder
Josevando Sousa 11 de março de 2018 - 23:19

Parece que aconteceu com todo mundo, mas fui assistir novamente o episódio e pude ver o quão fantástico ele foi, sendo que na 1° vez tinha achado que faltou algo. Alguns pontos que observei:
– Conversa extremamente poética de Coulson e Daisy sobre passar o bastão, gente foi lindo, de chorar…
– Falei que não tinha tido Philinda, mas teve sim, agora entendi que eles deram “um passo atrás” porque o Coulson se achava uma “causa perdida” pra May se relacionar
– Toda a questão do Mike está tentando persuadir o Coulson que tudo aconteceu apenas na cabeça dele. Inclusive teve a primeira menção explícita sobre o time ser uma família, com Daisy sendo “a filha” e Fitz-Simmons os alunos brilhantes guiados pelo Coulson
– E CLARO, O CASAMENTO FITZ-SIMMONS. COMO FOI DITO PELO PRÓPRIO COULSON, ERA ALGO APENAS SIMBÓLICO, MAS SÍMBOLOS SÃO IMPORTANTES… E EU PRECISO NOVAMENTE ELOGIAR IAIN E LIL PELA ATUAÇÃO, AQUELA LÁGRIMA NOS OLHOS DE AMBOS FOI LINDO DE SE VER (E PROVAVELMENTE ESTAVA NOS OLHOS DOS QUE ESTAVAM ASSISTINDO TAMBÉM).

Resumindo, o episódio foi exatamente o que se esperava ser: nostálgico e que celebrasse seus melhores momentos dos 99 episódios anteriores…

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planocritico 12 de março de 2018 - 12:49

Sim, sim, bem por aí @josevandosousa:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:49

Sim, sim, bem por aí @josevandosousa:disqus !

Abs,
Ritter.

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Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 13:29

Eu fiquei decepcionado com esse episódio… Foi criada uma hype enorme no Lash e no Hive para eles aparecerem apenas 10 segundos… Se a aparição deles nao tivesse sido tao hypada, tivesse vindo sem anúncios e etc, com certeza o episódio teria tido mais pontos comigo.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:30

Minha reação imediata pós-episódio foi de leve desapontamento também, mas eu superei isso, pois gostei da forma íntima como o episódio foi abordado. Diferente, inesperado e bonito.

Abs,
Ritter.

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planocritico 11 de março de 2018 - 14:30

Minha reação imediata pós-episódio foi de leve desapontamento também, mas eu superei isso, pois gostei da forma íntima como o episódio foi abordado. Diferente, inesperado e bonito.

Abs,
Ritter.

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 16:52

Eu acabei de rever o episodio para tirar a decepção de minha mente e agora sim posso dizer que gostei, da primeira vez eu estava esperando aquilo que eles estavam vendendo, explosões, lutas, Lash e Hive aparecendo muito durante o episódio… Mas agora que revi digo que gostei muito!

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 16:52

Eu acabei de rever o episodio para tirar a decepção de minha mente e agora sim posso dizer que gostei, da primeira vez eu estava esperando aquilo que eles estavam vendendo, explosões, lutas, Lash e Hive aparecendo muito durante o episódio… Mas agora que revi digo que gostei muito!

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 18:14

Legal, você ter dado uma segunda chance! Confesso que é bem mais do que eu mesmo faria!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 18:14

Legal, você ter dado uma segunda chance! Confesso que é bem mais do que eu mesmo faria!

Abs,
Ritter.

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Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 13:29

Eu fiquei decepcionado com esse episódio… Foi criada uma hype enorme no Lash e no Hive para eles aparecerem apenas 10 segundos… Se a aparição deles nao tivesse sido tao hypada, tivesse vindo sem anúncios e etc, com certeza o episódio teria tido mais pontos comigo.

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Josevando Sousa 11 de março de 2018 - 10:02

Eu achei esse episódio ótimo. Teve tudo que foi prometido – exceto Philinda kkk -, teve elementos nostálgicos, teve casamento, teve ação, teve de fato “comemoração” por estarmos falando de um episódio especial. Adorei tudo que fizeram, de verdade. Acho que foi realmente uma carta de agradecimento aos fãs que estão aqui desde sempre e que não desistiram de AoS. Seria arriscado isso, MAS EU ADORARIA MAIS 100 EPISÓDIOS, pois no que se refere a qualidade a gente sabe que AoS não decepciona. Mas bora ver, porque é nítido que as coisas estão se encaminhando naturalmente pro seu fim…
Eu tô pensando agora se o Coulson vai morrer de verdade. Que cês acham? Seria no mínimo poético, tudo que começou com ele, terminando nele passando o bastão pra Daisy; mas não queria que isso acontecesse… tipo, eles são uma família lindona né, deviam permanecer assim.

Valeu a pena esse episódio 100, obrigado @ Jed e Maurissa, não esperava menos.

Segue foto do evento que teve com fãs na noite de exibição do episódio. Tantos rostinhos que deixaram saudades aí… https://uploads.disquscdn.com/images/4c40794d57ea17a9b53100610b4a5081f8fc2fd1f2e81c7e08803aa3448e4916.jpg

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:31

Eu acho que a morte de Coulson fecharia um círculo narrativo perfeito a partir do primeiro Vingadores e abriria espaço para uma série derivada para o canal de streaming da Disney, algo como Guerreiros Secretos.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:31

Eu acho que a morte de Coulson fecharia um círculo narrativo perfeito a partir do primeiro Vingadores e abriria espaço para uma série derivada para o canal de streaming da Disney, algo como Guerreiros Secretos.

Abs,
Ritter.

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Josevando Sousa 11 de março de 2018 - 23:22

Penso igual, apesar que no mais íntimo de mim eu ficaria bem triste por o Coulson não sobreviver depois de tudo que eles passaram juntos… mas seria realmente o “fechar” de um ciclo narrativo perfeito.

Responder
Weykon 12 de março de 2018 - 09:13

Bem colocado. Assim como o universo no cinema está prestes a acabar e recomeçar, pq não acontecer o mesmo com as série. Fechar um ciclo.

Responder
planocritico 12 de março de 2018 - 12:50

Seria perfeito se eles tiverem essa coragem!

Abs,
Ritter.

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Josevando Sousa 11 de março de 2018 - 09:50

Como entusiasta (shipper) do casal Fitz-Simmons só posso dizer que estou muito feliz por esse casamento. Eles merecem né não??? E que atuação dos dois, chorei junto com eles… https://uploads.disquscdn.com/images/8dfbcc832cbe4a9496061665721c5e7e0627194cc72d693a88c1da9da0722d6b.gif

Eu tava igual a Daisy nos votos https://uploads.disquscdn.com/images/b87e7421b4d57b866fa3d52042b63392d0e64fbc27df49acb80d9bc58a75121c.gif

Depois eu tava igual a Daisy de novo nos votos kkkk https://uploads.disquscdn.com/images/96b89b313d0a0fb6a73a5ff6ddd6591ba1b198dcb4b54c7abbb7689a2739460a.gif

Esse diálogo de pai e filha foi phoda. Chloe se superando na atuação, diga-se de passagem… https://uploads.disquscdn.com/images/8a33542ccd895ba893654d09a224c88673a7c8837ee758e8db0b3051ff8dec83.gif

Jemma ao saber que Coulson está morrendo https://uploads.disquscdn.com/images/dbe330ae54776af87724b9cf4fe586807e22fd11b3fd76baf0794f50ec6874cf.gif

Mano na moral, o Deke é ótimo hauahuauah (adorei o fato que confirmaram que ele é neto de Fitz-Simmons) https://uploads.disquscdn.com/images/ca34614e718171c4722e03b75fa06c61d786c1bff1a3b94bfe179ce072837c17.gif

Esse golpe aqui parece aquele que o Thor faz com o Loki em Ragnarok kkkk https://uploads.disquscdn.com/images/90afcfd85fcff8a334e39355ef805c12d8b60dca29b91f77178be06307f0d26a.gif

Lash https://uploads.disquscdn.com/images/4b48d291022259a28b12847e0f261c8afb3d06029b2274fb45753c426b7aa4ed.gif

Essa base tá massa e o CGI ótimo https://uploads.disquscdn.com/images/3001a6d34001c371aa62e35704c9267020672ab4cb0eb799e2b741859771e29b.gif

Por último as várias logos que já tiveram em AoS https://uploads.disquscdn.com/images/3e95beb6f50d8b108d2de83660304ba7bf917ce8644d5dbd4c3aea8223eaaffc.gif

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Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 13:33

O CGI da cena do Quinjet estava meio estranho, a Daisy e May nao pareciam estar ali… Mas a base ta incrivel mesmo.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:32

O diálogo de Daisy e Coulson com a parede os dividindo foi excepcional!

Abs,
Ritter.

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 13:33

O CGI da cena do Quinjet estava meio estranho, a Daisy e May nao pareciam estar ali… Mas a base ta incrivel mesmo.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:32

Estranho, mas não ruim.

Abs,
Ritter.

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 16:53

Sim, acho que o maior estranhamento foi a água, mas dou um desconto pq CG de água não é fácil.
Mas uma duvida que me ficou… O Lash que aparece nesse episódio era CGI? Eu não consegui definir isso, se for CGI a serie está de parabéns!

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 11 de março de 2018 - 16:53

Sim, acho que o maior estranhamento foi a água, mas dou um desconto pq CG de água não é fácil.
Mas uma duvida que me ficou… O Lash que aparece nesse episódio era CGI? Eu não consegui definir isso, se for CGI a serie está de parabéns!

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 18:14

Cara, não sei dizer se Lash era ou não CGI com certeza. Minha primeira reação é de que não, não era não, só maquiagem e próteses.

Abs,
Ritter.

Stella 11 de março de 2018 - 13:44

o CGI da chegada do Quinjet na base foi lindo, com as águas caindo ao redor.

Responder
Stella 11 de março de 2018 - 13:44

o CGI da chegada do Quinjet na base foi lindo, com as águas caindo ao redor.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:32

Bem bacana mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:32

O diálogo de Daisy e Coulson com a parede os dividindo foi excepcional!

Abs,
Ritter.

Responder
Breno Ribeiro 11 de março de 2018 - 04:56

Repito o que disse num grupo mais cedo: que episódio mais mindblow!

Adorei a “falta” de ação. Relembrar de pontos cruciais do MCU, desde a origem da série e contando com aquelas referências que nós adoramos, foi o melhor presente que poderíamos receber. E eu realmente não quero mais falar sobre porque ainda estou um pouco confuso. Boa noite a todos.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:32

Nostalgia pura!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:32

Nostalgia pura!

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 11 de março de 2018 - 04:17

Minha nossa senhora, Ritter, que episódio nostálgico!

Gostei que foi um centésimo episódio que faça parte da história a ser contada sem desviar tanto da trama. Também senti o mesmo que você em relação a morte do Coulson, a todo instante achei que seria ali a sua vindoura (e triste) morte. As cenas dele com a Daisy são de quebrar o coração, a relação pai e filha são tão evidentes e emocionante. A volta do Deathlok é o que eu mais esperava, pois ele tinha sido jogado no canto. Concordo que a armadura continua feia kkkk mas acontece. E cara, como é bom ver os nossos agentes chegando ao centésimo episódio, os descrentes que pararam na primeira temporada estão chorando sangue.

Mas falando sobre o seu cisco no olho, vamos falar do cisco que caiu no meu quando somos jogados no meio do casamento do Fitz-Simmons, finalmente!!! Depois de 5 temporadas de separação parece que agora eles estão ligados pelo matrimônio!!! E a revelação do Deke um tanto quanto óbvio foi até empolgante p mim.

Enfim, se for mesmo o fim da série — triste diga-se de passagem — que seja em seu auge. Deixará muitas saudades e uma lacuna semanal, mas nada que não possamos superar.

É isso, até mais, Ritter!

Responder
Luan S. 11 de março de 2018 - 04:17

Minha nossa senhora, Ritter, que episódio nostálgico!

Gostei que foi um centésimo episódio que faça parte da história a ser contada sem desviar tanto da trama. Também senti o mesmo que você em relação a morte do Coulson, a todo instante achei que seria ali a sua vindoura (e triste) morte. As cenas dele com a Daisy são de quebrar o coração, a relação pai e filha são tão evidentes e emocionante. A volta do Deathlok é o que eu mais esperava, pois ele tinha sido jogado no canto. Concordo que a armadura continua feia kkkk mas acontece. E cara, como é bom ver os nossos agentes chegando ao centésimo episódio, os descrentes que pararam na primeira temporada estão chorando sangue.

Mas falando sobre o seu cisco no olho, vamos falar do cisco que caiu no meu quando somos jogados no meio do casamento do Fitz-Simmons, finalmente!!! Depois de 5 temporadas de separação parece que agora eles estão ligados pelo matrimônio!!! E a revelação do Deke um tanto quanto óbvio foi até empolgante p mim.

Enfim, se for mesmo o fim da série — triste diga-se de passagem — que seja em seu auge. Deixará muitas saudades e uma lacuna semanal, mas nada que não possamos superar.

É isso, até mais, Ritter!

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:34

@Luanzinhi:disqus , confesso que o lance do casamento ao final me pareceu exagerado, mas, como mencionei, não tinha outra forma de acabar um episódio comemorativo de AoS que não fosse dessa maneira! Mas eu quero só ver se os dois pombinhos acabarão juntos mesmo… Ainda dá para inserir desgraça entre os dois… HAHAHAHAAHHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2018 - 14:34

@Luanzinhi:disqus , confesso que o lance do casamento ao final me pareceu exagerado, mas, como mencionei, não tinha outra forma de acabar um episódio comemorativo de AoS que não fosse dessa maneira! Mas eu quero só ver se os dois pombinhos acabarão juntos mesmo… Ainda dá para inserir desgraça entre os dois… HAHAHAHAAHHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Breno Ribeiro 11 de março de 2018 - 04:56

Repito o que disse num grupo mais cedo: que episódio mais mindblow!

Adorei a “falta” de ação. Relembrar de pontos cruciais do MCU, desde a origem da série e contando com aquelas referências que nós adoramos, foi o melhor presente que poderíamos receber. E eu realmente não quero mais falar sobre porque ainda estou um pouco confuso. Boa noite a todos.

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