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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X03: Alien Commies from the Future!

por Ritter Fan
310 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers do episódio e da série. Leiam, aquias críticas dos outros episódios e, aquide todo o Universo Cinematográfico Marvel.

Como o título já havia deixado claro, os agentes da S.H.I.E.L.D., depois de passarem dois episódios nos ano 30 ironicamente tentando salvar a vida do pai de Gideon Malick, fundador do braço americano da Hidra, pularam para os anos 50, mais precisamente 1955 e, claro, nos arredores da Área 51, que é uma das bases da agência. E o episódio não poderia ser mais saboroso não só pela forma como a história é conduzida, como também pelas simpáticas e bem costuradas referências não só ao Universo Cinematográfico Marvel, como também à cultura pop, especialmente ao Cinema.

Afinal, quem poderia resistir à técnica de interrogatório de Coulson e Jemma para descobrir o Chronicom infiltrado que consiste no uso de trivia cinematográfica de época para provocar reações sentimentais? E como não vibrar com Coulson referenciando Blade Runner ao emular o teste Voight-Kampff para descobrir quem é o ser sintético no ônibus? Claro que a cereja nesse bolo – e que certamente trouxe aquela lágrima furtiva aos olhos dos fãs – foi ver Jemma incorporando ninguém menos do que Peggy Carter para entrar na base que, aliás, é mais mais facilmente infiltrável que o S.T.A.R. Labs de The Flash, além do retorno de Daniel Sousa (Enver Gjokaj), da injustamente finada série Agent Carter tendo uma participação de peso que, de quebra, ainda faz referências aqui e ali a Capitão América: O Soldado Invernal, cujos eventos bombásticos, como bem sabemos, são os que realmente fizeram de Agents of S.H.I.E.L.D. o que a série acabou se tornando.

Se uma série ou filme não deve se valer de referências para ser bom, é importante que, quando elas são usadas, elas o sejam por razões muito claras e de maneira orgânica à trama e, felizmente, isso é exatamente o que o roteiro de Nora Zuckerman e Lilla Zuckerman entrega: uma incrivelmente fluida sucessão de referências que estão presentes para impulsionar a narrativa e não para apenas servir de momentos para atiçar a nostalgia ou o conhecimento enciclopédico do espectador. E a maior prova disso é a homenagem que o episódio faz ao gênero sci-fi dos anos 50 que, em seus melhores momentos, servia de alegoria para a Guerra Fria e o medo dos soviéticos, algo que é perfeitamente encapsulado no personagem do sempre ótimo Michael Gaston, o membro do Departamento de Defesa dos EUA Gerald Sharpe, e toda sua interação com Mack e Deke, valendo especial destaque para o final inspirado em De Volta para o Futuro.

Melhor ainda do que isso é a continuação dos comentários sociais que a primeira dupla de episódios não deixou barato, mas que, aqui, conseguem ir um degrau acima, servindo de uma bela lição sobre privilégio branco, expressão que muita gente encara como se fosse literalmente ficção científica. Os interrogatórios de Sharpe feitos por uma latina, uma descendente de asiáticos e um afro-americano nada resultam não por que o personagem tem uma carapaça intransponível, mas sim em razão de seu preconceito inato que nem ele tem consciência da extensão. Basta Deke tentar que ele imediatamente consegue uma informação útil. Abordagem realmente muito inteligente do roteiro das Zuckerman para um assunto particularmente importante no momento.

Nina Lopez-Corrado, por seu turno, faz um trabalho esplêndido na direção, mantendo narrativas paralelas com uma montagem dinâmica, rápida, mas nunca confusa que faz o melhor uso das variadas ambientações, a começar pelo diner típico dos ano 50, passando pelo interior do Z1 e, claro, a base da S.H.I.EL.D. E, finalmente, temos a primeira luta realmente boa da temporada, surpreendente entre Coulson e um Chronicom, que lembrou de longe um dos embates entre robôs em O Exterminador do Futuro 2. Por outro lado, mais uma vez Daisy foi deixada de lado em termos de demonstração de poder, mesmo que sua participação como uma agente da C.I.A. tentando ludibriar Sousa tenha sido muito boa.

Entre figurinos e penteados mais uma vez esplêndidos que transformam completamente o elenco, May mostrando uma torrente de sentimentos logo no momento errado, Elena mais uma vez tentando usar seu poder e falhando e Mack e Deke formando uma ótima dupla, além de referências inteligentemente inseridas no episódio de forma a continuar o que parece ser a proposta da temporada, ou seja, um passeio “de bastidor” pelo UCM em geral e Agents of S.H.I.E.L.D. em particular, Alien Commies from the Future! consegue ser um dos mais deliciosos episódios da série em muito tempo. Sabem aquela sensação de “mal posso esperar o episódio da semana que vem”? Pois é exatamente o que estou sentindo agora, ao final dessa crítica, e não tem nada melhor do que esse sentimento para atestar a qualidade de uma temporada, não é mesmo?

Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X03: Alien Commies from the Future! (EUA, 10 de junho de 2020)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Nina Lopez-Corrado
Roteiro: Nora Zuckerman, Lilla Zuckerman
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wen, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley, Jeff Ward, Enver Gjokaj, Michael Gaston, Tobias Jelinek, Julian Acosta, Tamara Taylor
Duração: 42 min.

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52 comentários

Gabriel Cabral 21 de setembro de 2020 - 02:08

Esse episódio me deu uma saudade de Agent Carter. Saudades Peggy!

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planocritico 21 de setembro de 2020 - 02:35

Dá saudade mesmo!

Abs,
Ritter.

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João Gabriel Lisbôa Machado 7 de julho de 2020 - 14:22

Excelente crítica e grande episódio. Muito divertido mesmo. Toda a ambientação, do figurino às críticas sociais, foi excelente. Se a Daisy não destruiu na ação, ela mandou muito bem como “agente da CIA”. Coulson e Simmons formaram uma dupla incrível para a cena do interrogatório, e foi legal ver a Simmons se empolgando muito com se passar pela Peggy. Ainda não sei o que tá rolando com May e Yoyo, mas ansioso para descobrir. As lutas foram bem decentes nesse episódio, eu curti.

Mas como um fã da injustiçada Agent Carter, foi muito bom ver o Sousa de volta aqui. Eu tinha ouvido falar que ele apareceria, mas imaginei uma abordagem segura, antes dos eventos da série, mas não foi o que rolou, e eu estou feliz por isso. Estamos realmente vendo a continuação da história desse personagem, e vimos que ele não está junto da Peggy mas se importa, que ele possui conexões com Howard Stark e que ele suspeitava da Hydra na Shield, o que é realmente uma recompensa para o personagem, mostrando como ele foi um agente competente desde sempre. Curioso para ver o desfecho da história dele. Teve menção à Peggy, o Coulson comentou algo sobre o chefe Dooley (eu acho que é esse o nome) que era o chefe dele em Agent Carter, fora a ideia de que ainda estava trabalhando em Los Angeles, mas agora era chefe. Foram muito boas as conexões com Agent Carter e pequenas referências ao MCU. Grande episódio.

OBS: A cena final foi hilária, kkkkkk

Minha nota: 4,5/5

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planocritico 9 de julho de 2020 - 03:01

A presença de Sousa e Jemma como Peggy foram momentos inspirados aqui!

Abs,
Ritter.

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Oliver '87 30 de junho de 2020 - 19:45

Só eu que rachei de rir com o Mack falando das sondas? Ele totalmente sem graça pra falar e o Deke rachando kkkkkkk Esse ep foi top demais. Nota 10!

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planocritico 30 de junho de 2020 - 20:27

Muito bom!

Abs,
Ritter.

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Sóstenes - Toty 28 de junho de 2020 - 02:14

Esse único episódio põem todas as séries d DC no bolso. (Exceto Watchman e Doom Patrol, pontos fora da curva.)
Agents da Shield é a mais satisfatória de “heróis” da TV.

Responder
planocritico 28 de junho de 2020 - 02:41

Sem dúvida! Mas eu ainda coloco Demolidor acima de AoS também.

Abs,
Ritter.

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Sóstenes - Toty 28 de junho de 2020 - 13:25

Demolidor tem um lugar guardado em nossos S2

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planocritico 29 de junho de 2020 - 00:03

Sim!

Abs,
Ritter.

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Wagner Farias 22 de junho de 2020 - 13:31

Excelente epísódio, crítica ídem. Realmente a proposta desta temporada está absurdamente prazeirosa.
Obs – “Não existem mais preditores” guardem essa frase.

Responder
planocritico 22 de junho de 2020 - 23:11

Obrigado!

A proposta está incrível. Mas eu desconfio que os anos 70 serão o último mini-arco desse tipo na temporada…

Abs,
Ritter.

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Wagner Farias 23 de junho de 2020 - 14:09

quantos eps terá esta temporada??

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planocritico 23 de junho de 2020 - 14:10

13.

Abs,
Ritter.

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Mateus Sousa 18 de junho de 2020 - 22:58

Excelente episódio, empatado pra mim com 4722 hours como um dos melhores da série, e que saudade desses eps de MAoS, a sexta só chegou perto com o Inescapable; enquanto essa já manda um assim. 5💫

Responder
planocritico 19 de junho de 2020 - 02:08

Sim, essa temporada já está BEM melhor que a anterior!

Abs,
Ritter.

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Guilherme Gomes 18 de junho de 2020 - 17:39

episódio realmente sensacional, MAoS mantendo a qualidade dos episódios nessa temporada.
Sobre o episódio em si, foi muito divertido. Simmons como Peggy foi uma sacada genial, os interrogatórios nos fazem dar boas risadas, as referências, a aparição de Sousa, o momento final, tudo faz com que esse episódio seja um dos melhores dá série, na minha opinião. Agora nos resta espera para conclusão desse arco em 1955 com a provável aparição de Carter , e quem sabe, Jarvis.
AoS nos mostra mais uma vez o quanto é uma série especial e principalmente, a falta que irá fazer ao final dessa temporada.

Responder
planocritico 18 de junho de 2020 - 19:34

Também achei um dos melhores da série!

Abs,
Ritter.

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Susane Chaves 17 de junho de 2020 - 04:12

Eu to amando tanto essa temporada que já estou com sentimento de quero mais antes de ela terminar! Todos os 3 episódios foram muito deliciosos de assistir e este em especial foi sensacional! Como foi bom saborear as referencias, o crossover com Peggy Carter, a critica social em relação as desigualdades. Está tudo muito perfeito!

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planocritico 17 de junho de 2020 - 10:26

Mais uma para o time! Agora é torcer para continuar com essa qualidade toda até o fim!

Abs,
Ritter.

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Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 16 de junho de 2020 - 16:58

Agents of S.H.I.E.L.D. entregam o seu melhor quando suas histórias são
absolutamente selvagens. Seu conjunto de personagens funciona melhor à
medida que as situações ficam mais loucas.

No geral, “Alien Commies From The Future!” entregou um episódio divertido
mesmo com seus pontos baixos, mantendo a qualidade da 7ª temporada
incrivelmente alta por três semanas.

Espero que não seja preciso muito trabalho para trazer o Chroni-Coulson de volta ao pleno funcionamento.

O episódio 3 (de 10) teve coração, relevância política, ação de ficção científica e maravilhosas conexões com o UCM.

PS¹: honestamente, eu não achava que sentiria falta de Enoch, tanto quanto sinto.

PS²: volta, Fitz!

Boa crítica Ritter. Concordo com as estrelas.
Abraço.

Responder
planocritico 17 de junho de 2020 - 11:01

Valeu!

Acho que o Chroni-Coulson volta logo à ativa. E, se duvidar, com ajuda do Enoch.

Abs,
Ritter.

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uiu 16 de junho de 2020 - 01:18

Pedi a volta da Hayley como Peggy mas ter a Jemma nesse “papel” foi tão perfeito quanto. Só por esse episódio essa temporada final já me deixou feliz, agora é aguardar pra ela continuar mantendo ela assim

Responder
planocritico 16 de junho de 2020 - 03:06

Sim, esse episódio foi uma gostosura que valeu por uma temporada!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 15 de junho de 2020 - 21:36

Um episódio que volta para o passado e fala dos problemas atuais.
Mas que timing foda pra esse episódio. Caramba!
Um dos melhores e mais divertidos episódios de AoS.
Simplesmente sensacional.
Como Daisy está cada vez mais linda 😛
Adorei tudo nesse episódio. Finall hilário!

Responder
planocritico 16 de junho de 2020 - 01:00

Timing perfeito mesmo. E concordo: foi um dos melhores episódios da série. Eu quase me arrependo de só ter dado 4,5.

Abs,
Ritter.

Responder
Wenderson Brito 15 de junho de 2020 - 12:48

Esse episódio foi muito bom mesmo

Responder
planocritico 15 de junho de 2020 - 14:52

Mal posso esperar o próximo!

Abs,
Ritter.

Responder
Samir Loran 15 de junho de 2020 - 01:03

ep icônico, continuem com as criticas pfv aaaa

Responder
planocritico 15 de junho de 2020 - 02:03

Continuaremos!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 13 de junho de 2020 - 15:47

E os títulos vão mudar sempre!! Muito legal!!!

Responder
planocritico 13 de junho de 2020 - 19:24

Sim! Sensacional o novo, bem no estilo de filmes de alienígenas dos anos 50!

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 13 de junho de 2020 - 15:39

foi o melhor dos 3 episódios até então e realmente deixa a sensação de “mal posso esperar pelo próximo ep”, ainda mais que o próximo vai ser todo em preto e branco, fazendo referência aos clássicos noir policiais… ai ai, essa temporada em somente 3 capítulos já conseguiu ser o que a temporada passada apenas tentou…

Responder
planocritico 13 de junho de 2020 - 19:31

Vai ser em preto e branco?????? Cadê a semana que vem que não chega????????????????

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Muriel 18 de junho de 2020 - 16:09

Eu não falei mas falaram kkkkk

Responder
MayB 13 de junho de 2020 - 15:19

Que episódio maravilhoso!!!
Na review passada já estava ansiando pela Carter, mas não imaginava que seria só uma referência hahahaha, foi por pouco!! Será que não teremos a verdadeira Agent Carter?? Será que vão perder essa oportunidade? Por mais que eu goste do Souza, vê-la seria sensacional. Qual ano se passava AC mesmo, pq aqui 1955 o Souza é o chefão, eu nem lembro mais hihihihi
E concordo que não estão usando nada dos poderes da Quake, não faz sentido se ela tá sozinha lutando com os Chronicons, e ao mesmo tempo eles tentam usar os da Yo-Yo.

Responder
planocritico 13 de junho de 2020 - 19:31

Cara, a Jemma como Carter me deixou de sorriso bobo no rosto por vários minutos. Tive até que voltar o episódio para ver de novo, pois minha mente se perdeu quando ela se apresentou… E Agent Carter se passava algum tempo antes, em 1946 e 1947.

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Muriel 12 de junho de 2020 - 20:16

pisódio perfeito! Só quero falar sobre o final da crítica, que também estou ansiosíssimo para o próximo episódio, devido ao olho do Coulson LMD no final….

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 20:47

O que será que foi aquilo com o Coulson, hein?

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Muriel 13 de junho de 2020 - 03:26

Eu até sei por isso tô ansioso, mas como vc não vê prévias não vou estragar kkkk

Responder
planocritico 13 de junho de 2020 - 13:26

Valeu pela consideração!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 12 de junho de 2020 - 15:49

Eu amo como AOS consegue apresentar conveniências de roteiro sem estragar nada!
Aquele PEM apresentado nesse episódio é a prova disso, se fosse na CW com certeza eu ficaria com um gosto amargo na boca!!

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 15:49

Sim, conveniências bem escritas são assim!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 12 de junho de 2020 - 13:57

Rapaz que episodio foda, eu ri demais na ultima cena com o mack, kkkkkkkk essa temporada ta top demais, se mantiver esse nivel vai terminar com chave de ouro a serie.

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 14:30

Dedos cruzados!

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Augusto Pereira Da Costa 12 de junho de 2020 - 13:36

Episódio muito bom (melhor q a 6 temporada inteira rs), entretanto, n posso negar minha frustração ao não ver a Peggy. Mas acho q foi bom pq assim n crio tantas expectativas também em relação a eles chegarem em 2020 de volta e verem o mundo afetado pelo estalo ou algo do tipo. Acho q isso n vai rolar. Devem encerrar a série sem mencionar qualquer coisa do gênero. Oq me resta é aproveitar os episódios finais e apreciar os bons momentos.

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 14:30

Cara, eu gostei tanto da Jemma como Peggy que nem importei! Fora que eu já me frustrei muito quando Agent Carter foi cancelada…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Oliveira 12 de junho de 2020 - 12:29

Mano esse 3 episódio foi sensacional! As conexões com MCU estão muito bacanas e tbm estão mais orgânicas, a série sempre referenciou os filmes, mas antes era feito de uma maneira “descarada”, agora tá bem mais natural. Além disso o crossover com Agent Carter foi muito bom, mano eles mostraram q a 3 temporada da série tinha um potencial enorme, já q eles iam explorar a invasão da HYDRA na SHIELD e em vários órgãos do governo americano.

A caracterização da série tá mt boa, o visual de cada década tá bem feito e passa uma autenticidade. Aliás a série tá fazendo mt bem em discutir os preconceitos de gênero e etnia nessa nova temporada, não está sendo o foco é claro, mas é mt bom ver q os roteiristas n terem deixado essa questão ter passado batido, principalmente considerando os tempos q estamos vivendo…

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 14:30

Agent Carter poderia ser uma série incrível, mas o cancelamento a destempo matou esse sonho… Tomara que consigam encerrar bem o ciclo da Peggy no próximo episódio.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 12 de junho de 2020 - 15:49

Eu amo como AOS consegue apresentar conveniências de roteiro sem estragar nada!
Aquele PEM apresentado nesse episódio é a prova disso, se fosse na CW com certeza eu ficaria com um gosto amargo na boca!!

Responder
Samuel P. Silva 12 de junho de 2020 - 01:47

A cada episódio meu medo deles estragarem o final vai desaparecendo, tomara que continue assim.
E que episódio saboroso, só AoS consegue fazer dessa forma. Há um bom tempo não via um episódio muito divertido em AoS como foi esse.

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 01:47

É, mas ainda estamos só no terceiro episódio. Mantenha a cautela!

E sim, esse episódio foi uma delícia!

Abs,
Ritter.

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