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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X09: As I Have Always Been

por Ritter Fan
669 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers do episódio e da série. Leiam, aquias críticas dos outros episódios e, aquide todo o Universo Cinematográfico Marvel.

Elizabeth Henstridge estreia na cadeira de diretora colocando na telinha um episódio praticamente perfeito de Agents of S.H.I.E.L.D. que reúne ação constante com um momento fortemente emocional que consegue lidar com a morte de um querido personagem e, ao mesmo tempo, de maneira melancólica, mas muito bonita, lembra-nos de que a série está mesmo chegando ao fim. As I Have Always Been pode desde já figurar no panteão dos melhores desta série que deixará saudades.

E a qualidade da direção de Henstridge, pareada, claro, com o roteiro enxuto, inteligente e preciso de Drew Z. Greenberg, produtor e escritor veterano da série, é ainda mais sensível quando notamos que o artifício narrativo utilizado como motor do episódio é um dos mais batidos da ficção científica e que até mesmo já fora usado na série, mais precisamente na primeira metade da 5ª temporada: o loop temporal, mas agora no estilo clássico e frenético de Feitiço do Tempo e No Limite do Amanhã. O desafio era, portanto, evitar aquela sensação de mais do mesmo, de mera reutilização de um conceito básico e fiquei feliz ao perceber que o objetivo foi mais do que alcançado.

Não só Henstridge parece ter a mente científica de Jemma para a decupagem de um episódio, como ela é capaz de usar exatamente aquilo que é necessário para fazer a narrativa andar, sem um segundo a mais ou a menos, o que impede toda e qualquer sensação de repetição, cansaço ou aquela boa e velha “barriga narrativa”. Ajuda muito que Greenberg tenha mexido na fórmula do loop temporal, adicionando novas regras, a começar pela ativação de cada loop não pela morte de determinado personagem – no caso Daisy -, mas sim pela própria máquina do tempo do Z1. Outra mudança é fazer a morte resetar o conhecimento adquirido ao longo de loops anteriores, forçando o recomeço do zero de toda a jornada. Finalmente, no lugar de loop infinito que, querendo ou não, cria uma sensação de relaxamento depois que o inevitável é aceito pela protagonista, a cada nova repetição a nave está mais próxima do centro do vórtex temporal que, se alcançado, significa que todo serão apagados da linha temporal.

Todas as novas regras vão sendo “pingadas” no texto de maneira muito tranquila e orgânica, apesar do ritmo puxado que o episódio mantém do começo ao fim. Além disso, finalmente, depois de diversos episódios mantida consideravelmente à margem dos grandes momentos de ação, Daisy tem tempo para brilhar, sendo o efetivo motor e ponto-de-vista para a história e a única completamente humana a ter consciência do que está acontecendo. Fazendo parceria com Coulson, que também tem consciência do loop, Daisy lidera uma correria insana para desvendar o mistério e quebrar a repetição temporal, o que também lhe dá tempo de ter alguns segundos românticos com Daniel Sousa, formando mais um casal perfeito em uma série cheia deles.

Mas a solução para o quebra-cabeças, que passa pela retirada do supressor de memória de Jemma – levando-a a chorar copiosamente em razão de algo que ainda será revelado – e pelos hilários enfrentamentos de um Enoch invencível com a missão justamente de impedir a retirada do supressor, é tristíssima, sem dúvida um dos mais emocionantes momentos de toda a série até agora. Enoch, que, claro, já morrera, agora morre aparentemente em definitivo, sacrificando-se por seus amigos, com tempo para últimas palavras que certamente emocionarão os mais insensíveis fãs da série, com direito a Coulson ecoando lindamente as palavras de seu colega robótico. E a cereja no bolo, claro, foi o recado muito claro a nós de que a série está realmente chegando a seu fim.

Eu vi o futuro. Seus amigos viverão, mas a equipe não.

O fim de Enoch, com uma atuação fantástica de Joel Stoffer, marca de verdade o começo do fim da série e, ainda que passe uma mensagem positiva sobre os componentes da equipe, diz com todas as letras que eles, como grupo, estão cumprindo a derradeira missão. Uma bela despedida cheia de lições de vida para um personagem que, mesmo razoavelmente recente, cativou corações, fazendo-me lembrar um pouco da singela despedida de Bobbi e Hunter no memorável Parting Shot.

Os mais atentos perceberão que eu abri a presente crítica afirmando que este é um episódio praticamente perfeito, pelo que é importante explicar o porquê, já dizendo que o “problema” de forma alguma afeta a experiência em si ou mesmo a avaliação em estrelas, como a nota máxima deixa evidente. A questão é que, mesmo sendo uma coda tradicional, aquele epílogo com Nathaniel e Kora quebrou completamente o clima, como se um balde de água fria fosse jogado. Não que eu tenha algo contra o vilão-em-treinamento, mas esse episódio não precisava disso ali para quebrar a beleza do que nos foi trazido…

Mesmo com a imersão quebrada pelo foguinho de Kora e pelo sorriso de satisfação de Nathaniel, As I Have Always Been é um clássico episódio de Agents of S.H.I.E.L.D. que mexe profundamente com o espectador que vem fielmente acompanhando a jornada. Chega quase a ser uma maldade dos showrunners, mas, como bons masoquistas que somos, queremos mais! Só que com a presença de Fitz agora…

Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X09: As I Have Always Been (EUA, 22 de julho de 2020)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Elizabeth Henstridge
Roteiro: Drew Z. Greenberg
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wen, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley, Jeff Ward, Enver Gjokaj, Joel Stoffer, Tobias Jelinek, Thomas E. Sullivan, Dianne Doan, Byron Mann
Duração: 43 min.

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105 comentários

Gabriel Cabral 1 de outubro de 2020 - 16:53

Vim atrasado dois meses pra dizer: que episódio do C***LHO!
Quando começou, pensei que fosse ser só mais um episódio de loop temporal numa série de viagem no tempo. Mas com o desenrolar, deu pra perceber que não seria tão simples assim. A distância diminuindo e com isso o senso de urgência, foi uma baita sacada.
Falando de imortalidade, ela é um conceito que a primeira vista é lindo. Viver para sempre, com tudo que se tem direito. Mas com um olhar mais atento, percebemos que é como o Coulson fala: viver para sempre, quando só você viverá para sempre, quer dizer que você verá todas as pessoas que ama, morrerem. E isso vai acontecer incontáveis vezes, até um dia que você não aguentar mais e vai querer parar com isso. O discurso do Enoch foi perfeito, que atuação, que momento. Um personagem que chegou de mansinho e termina gigante. Me veio a mente também o season finale da última temporada, quando o Ward joga Fitz-Simmons no fundo do oceano (inclusive momento relembrado no episódio passado), quando a Simmons pergunta ao Fitz como deve ser morrer. E ele responde que antes da gente nascer, a gente simplesmente não existe. E quando morremos, novamente deixamos de existir. Essa cena já tem anos, mas nunca me esqueci disso. Interessante como um momento lá trás da primeira temporada e de um assunto bem filosófico pode ser linkado com a última. Morte, eternidade, luto. Todos juntos, todos sendo um dia o nosso destino.
Agents of SHIELD, eu te amo!

Responder
planocritico 1 de outubro de 2020 - 20:59

He, he. Esse episódio parece mesmo que será “só mais um” de loop temporal e, aí, o caldo vai engrossado. Baita capítulo e baita estreia de Henstridge na direção!

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago Brandi 14 de agosto de 2020 - 14:03

Faltam 10 minutos para eu encerrar esse episódio e não pude me conter a vir aqui ver a nota e não poderia concordar mais. Será que me coração aguentará nos próximos episódios?

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 14:53

O 7X09 é fenomenal! Mas prepare-se para o final!!!

Abs,
Ritter.

Responder
George Costa 5 de agosto de 2020 - 08:24

Preciso saber oq aconteceu com Fitz, preciso saber com todas as minhas forças

Responder
planocritico 5 de agosto de 2020 - 14:25

Todos nós, meu caro, todos nós!

Abs,
Ritter.

Responder
Son of Coul 4 de agosto de 2020 - 12:13

Esse episódio foi lindo! Toda a ação do loop temporal já tava me deixando agoniado, especialmente depois que percebi que a morte da Daisy a fazia perder a memória e que o vórtex tava se aproximando. O discurso do Enoch foi emocionante mesmo e o choro da Simmons me deixou preocupado mesmo. Mas a pergunta continua: cadê o Fitz?! Será que o choro tem a ver com o que precisaram fazer com ele… Nem lembrava mais dos vilões até aquela última cena, mas o episódio foi tão bom que a gente deixa passar. Essa série vai deixar saudades.

Responder
planocritico 4 de agosto de 2020 - 14:39

Realmente, foi um baita episódio.

Sobre o que aconteceu com Fitz, estão fazendo tanto mistério, mas TANTO mistério, que fico com medo de me desapontar…

Abs,
Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 4 de agosto de 2020 - 10:43

Que episódio LINDO! Entretenimento de Qualidade Soberba!

Responder
planocritico 4 de agosto de 2020 - 14:39

Sim!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Denner Wyller 1 de agosto de 2020 - 22:09

Diálogo do Enoch é emocionante

Responder
planocritico 1 de agosto de 2020 - 22:59

Sim, belíssimo!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 31 de julho de 2020 - 13:03

Único senão é que eu achei o loop final conveniente demais mais demorado que os outros ahahaahah
Mas não vou ser o único chato a falar mal.

Episódio lindo! <3

Responder
planocritico 1 de agosto de 2020 - 22:59

Isso é o milagre da multiplicação dos minutos!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Andre Basetto 29 de julho de 2020 - 17:10

Gente que foi isso kkk.
Eu tinha visto a nota do episódio antes de assistir meio que sem querer.
Eu fiquei o episódio todo pensando que era um ótimo episódio e fiquei pensando que a nota não deveria ser tanta, até que veio o dialogo do Enoch. Rapaz me arrepiou até os pelos da orelha, aquele dialogo é tão cheio de nuances, que tanto diz respeito a situação do Coulson, a situaçao do Enoch, da própria equipe e da própria série. Sinceramente um dialogo lindo que só mostra como esse série cresceu ridiculamente depois da primeira temporada, e que valeu acompanhar cada tropeço da série porque sempre aparece um episódio como esse e quebra a gente totalmente.

Unico ponto que eu tenho aqui é o romance da Daisy, ja deu né? Todo personagem novo tem que passar pelo relacionamento com ela? Ja deu né, nem tudo precisa ser romance e acho que ja cansou, e ainda tava torcendo pra ele e o Deke kkk, ele teve um crescimento muito bom nessa temporada, acho que merecia esse “premio” hehe, Mas mesmo assim não acho que estrague o episódio ate porque o dialogo entre os dois da uma aquecida no coração de quem assistiu a finada Peggy Carter, da aquela ponta de como se a Daisy fosse uma sucessora do espirito da Peggy.

Não queria fazer um comentario muito longo hehe, mas queria complementar que estou gostando da idéia da série de trabalhar meio que uma dupla por episodio e dar peso para as tramas deles. E rapaz que medo que da quando o Mack fala que precisa conversar com o Enoch, se ele fosse me chefe depois dessa me esconderia facil ahuhua.

Responder
planocritico 29 de julho de 2020 - 17:38

He, he. Foi um baita diálogo, não é mesmo? Foi destruidor!

Sobre a Daisy, coitada da moça! Ela namorou um que se revelou traidor. Namorou outro, que foi morto. Deixa ela ter final feliz, rapaz!!! HAHAHHAHAAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 28 de julho de 2020 - 12:59

Esse episódio entra no top 10 melhores episódios da série, tem um contraste perfeito entre o humor no meio episódio com um momento extremamente carregado de emoções no final,é simplesmente perfeito!
Os loops temporais são muito interessantes porque não fica repetitivo, sempre tem algo novo sendo apresentado , e a Daisy foi muito bem utilizada no episódio, mas não entendi porque só ela dos agentes que lembra,ficou meio confuso isso mas não impedi o aproveitamento do episódio!
E agora faltam apenas 4 episódios, sem sinal do Fitz, agora isso está muito mais preocupante, até porque seu melhor amigo morreu , temo que ele esteja morto depois daquela cena com a Gemma chorando daquele jeito , tomara que não seja assim, seria muito triste.
Abraços,
Guilherme.

Responder
planocritico 28 de julho de 2020 - 15:27

Minha interpretação é que ela e Coulson estavam “desligados” na hora do começo do loop e aí mantiveram a memória. E a única característica que une os dois.

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 28 de julho de 2020 - 18:25

Ah, entendi e realmente pode ser isso , mas com o Coulson não seria porque ele é um robô e armazenaria essas memorias mesmo com o loop?

Responder
planocritico 29 de julho de 2020 - 01:12

Acho que o princípio dos dois é igual: eles estavam “desligados” no pulo temporal que deu início ao loop.

Abs,
Ritter.

Responder
Son of Coul 4 de agosto de 2020 - 12:13

Mas o Enoch também é, mais ou menos kk
Acho que essa ideia deles estarem “recarregando” nas cápsulas é a melhor explicação, inclusive é a que a série joga, apesar deles mesmos não se preocuparem com isso já que tavam focados no vórtex se aproximando

Responder
Guilherme Gomes 10 de agosto de 2020 - 14:40

Sim, eu estava revendo esses dias, e a explicação é essa mesmo , que eles estavam recarregando ou se curando nas cápsulas da nave.
_Guilherme.

Mr.L 27 de julho de 2020 - 20:32

Tenho nem muito oq acrescentar,a crítica foi perfeita em analisar esse episódio. E putz, esse mistério do Fitz tá cada vez mais insano,um protocolo “custe o que custar” pra impedir que a localização dele vaze, aumentou meu hype ainda mais.

Responder
planocritico 27 de julho de 2020 - 21:55

Pois é. Tomara que o mistério todo sobre Fitz seja bem justificado dentro da história!

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Ramires 27 de julho de 2020 - 09:31

Olha eu, que havia desistido da serie na 6° temporada, voltando a comentar aqui. Mas não tem como evitar, AoS tá muito perfeita nessa temporada final.

Não teve como segurar o choro nesse episodio, e que episodio! Além da carga emocional com a despedida de Enoch e sentindo um gostinho da despedida da série ainda tivemos aquele momento semi-revelação da Jemma que me deixou com uma pulga atras da orelha: e se na verdade essa Jemma veio do futuro, ou viu o futuro, como o Enoch e a supressão das memorias dela é um meio dela continuar com a missão mesmo sabendo como tudo termina? Aquele momento de culpa que ela teve com as memorias recuperadas deu um medo do que nos aguarda daqui pra frente, acho que ainda tem muito choro até o final definitivo da série.

Responder
planocritico 27 de julho de 2020 - 13:11

Desistir na 6ª temporada é um crime. Foi a única temporada mediana em uma série que já havia se provado várias vezes antes.

Mas que bom que voltou e que está gostando da temporada final!

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 26 de julho de 2020 - 16:37

e eu achando que Enock ia virar vilão…. que episódio lindo e perfeito!!!! quase chorei e olha que não choro em filmes e séries… https://media1.giphy.com/media/Txh1UzI7d0aqs/giphy.gif

E que diálogo foi aquele entre Enoch e Daisy e Coulson????? perfeito!!!!!!!!!

sobre a cena dos vilões pensei que Nathaniel teria replicado os poderes de Daisy em outras pessoas

Responder
planocritico 26 de julho de 2020 - 16:50

@eldersongomesdacunha:disqus , se eu chorasse, eu teria chorado… HAHAHAHAHAHAHHAAAHHAHAHA

Sobre Nathaniel, acho que ele pegou os poderes de todos aqueles inumanos que capturou e ou implantou nele mesmo ou criou um exército super-poderoso fiel a ele.

Abs,
Ritter.

Responder
harrytropi 26 de julho de 2020 - 09:21

É o tipo de episódio que deveria ser mostrado em aulas de produção audiovisual. Cada segundo mostra evolução da história e o roteiro bem escrito que te faz a cada loop suspeitar de uma nova pessoa é muito cativante. E uma pena que a série como um toda tenha sido sempre subestimada. E é impossível ver uma vez só.

Responder
planocritico 26 de julho de 2020 - 16:51

Exatamente. É um “episódio-modelo”.

Abs,
Ritter.

Responder
Raffael Main 25 de julho de 2020 - 22:20

Só uma série com personagens tão fortes e carismáticos como SHIELD para fazer um episódio de loop temporal terminar com uma linda reflexão filosófica sobre humanidade, amizade, vida!!! Nossa, como vai fazer falta um produto televisivo como Agents of SHIELD.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 22:25

Muito bacana mesmo! E fará falta, sem dúvida alguma!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 25 de julho de 2020 - 20:45

A conversa de despedida do Enoch me lembrou as últimas palavras do androide, personagem do Rutger Hauer, em Blade Runner. Eu sei que a cena do filme se tornou clássica. Alguém pode até achar essa comparação exagerada, mas estas foram as duas situações no cinema ou tv em que achei que a morte de um androide, robô, etc tenha sido comovente.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 22:28

De fato, tem conexão entre os dois momentos mesmo. Bem lembrado!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro Siman 27 de julho de 2020 - 01:05

Pensei o mesmo sobre essa fala do Enoch, aliás já fazendo falta o “Karnal”, q atuação soberba em toda série, mas devo confessar q me cansou um pouco no final o Episódio e realmente nada a ver a cena pós credito do Nathaniel e da Kora..Só faltam 4 agora,,,pena!
Abraços

Responder
Lorenzo Leite 25 de julho de 2020 - 20:32

Talvez a memória esteja me traindo, por não lembrar exatamente de outros episódios incríveis da série (com exceção do excepcional 4,722 Hours e do tão incrível quanto, Self Control). Mas esse episódio está se destacando como o meu favorito da série! Que episódio sensacional. Essa temporada está absolutamente incrível.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 22:28

Sem dúvida é um dos melhores. Agora em que posição, eu não saberia dizer!

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 26 de julho de 2020 - 16:07

Que tal, “os 10 melhores episódios ranqueados de toda a série”? ^o^
Eu voto sim!

Responder
planocritico 26 de julho de 2020 - 16:37

@brunno_hard:disqus , não sei se existe público suficiente para mais cobertura sobre AoS, MAS, estou realmente pensando, muito mais como uma forma de agradecer a você e a todos os outros leitores que vêm assiduamente acompanhando minhas críticas da série há anos, em fazer algo especial a partir do dia seguinte que a série acabar e que vai bem além de só um ranking de episódios da temporada, algo que todas as séries que acompanhamos por episódio ganham.

E sim, esse ranking de 10 ou 20 melhores episódios da série inteira seria um desses artigos comemorativos. Outro seria uma crítica da temporada como um todo separadamente ao ranking de episódios da temporada.

Mas isso ainda está nos estágios iniciais de planejamento…

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 26 de julho de 2020 - 22:21

Que privilégio o meu e o de tantos comentaristas e leitores assíduos das suas críticas de MAoS se essa sua ideia futura vier a acontecer. Triste com o fim da série, mas feliz com todo o trabalho por ela desempenhado; seja na TV pelas mãos de seus idealizadores e aqui no Plano Crítico, com suas opiniões precisas.

Nem todo ponto final indica o fim de uma história.

Muito obrigado Ritter, por todos esses anos, dedicando parte do seu tempo aos Agentes da S.H.I.E.L.D. 😉

planocritico 27 de julho de 2020 - 13:11

Eu que agradeço o prestígio!

Abs,
Ritter.

Igor José 25 de julho de 2020 - 18:38

Chorei nesse episodio, e já imagino chorando no ultimo episodio da serie

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 22:33

Se eu chorasse, teria chorado nesse…

HAHAHAHHAAHHHAHAHAAHHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 25 de julho de 2020 - 15:23

Chorei e não foi pouco!! Enoch forever!!
Até que enfim usaram a Daisy nessa temporada
Que direção da Elizabeth Henstridge!!
Já passou da hora do Fitz aparecer, só falta 2 episódios, é isso? Quase ficou de fora dessa temporada, minha nossa!
Episódio perfeito mesmo, e eu tive a mesma sensação quando o Nathanel apareceu, “Lá vem esse cara estragar o episódio” (foi o que eu pensei)
“Eu vi o futuro. Seus amigos viverão, mas a equipe não.” – não faz isso com a gente ;(

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 17:08

Faltam quatro episódios. São 13 no total!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 26 de julho de 2020 - 08:27

Ah que bom!
Uma coisa que esqueci de comentar. Que toque especial a abertura aparecer duas vezes hahahaha

Responder
planocritico 26 de julho de 2020 - 16:51

Sim, sim. Detalhe perfeito aquele!

Abs,
Ritter.

Responder
Just a Guy from Knowhere... 25 de julho de 2020 - 10:58

Ótimo episódio, certeza ficará como um dos mais marcantes da série como um todo. Parabéns pela crítica e concordo tb que aquele epílogo no final quebrou um pouco tudo que o episódio nos forneceu em termos de emoções, eu jurava que iria aparecer o Fitz no finalzinho, aí sim seria épico.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 14:30

Sim, o Fitz ali no final, nem que fosse sem qualquer contexto ou fala, seria perfeito.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafa 25 de julho de 2020 - 08:49

Episódio perfeito mesmo, de fazer rir e chorar. Bateu aquela sensação de saudade da série mesmo antes dela acabar.

E como achei legal a interação do Sousa e da Daisy… Disseram tudo de forma clara, ainda que nas entrelinhas. Esse diálogo e o do final deveriam ser exibidos em treinamento para redação de diálogos para os roteiristas de Flash.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 14:30

He, he. Concordo com você. Master Class para os roteiristas de The Flash já!

Abs,
Ritter.

Responder
Paloma Oliveira 25 de julho de 2020 - 03:05

Vim aqui com a certeza de que a nota seria altíssima, pois esse episódio foi um dos melhores da série!
Concordo plenamente com a crítica e ainda não consegui parar de chorar com aquele final incrível. A morte do Enoch foi uma grande perda, mas a forma como foi abordada deixou o momento emocionante, quase poético. Me fez pensar muito sobre a vida é esse ciclo do qual todos nós fazemos parte.
Sobre a Simmons, minha mente criou a teoria bizarra de que em algum momento, ela e o Fitz decidiram que um deles precisava morrer pelo bem maior e ele se sacrificou para que ela continuasse viva. Espero fortemente que eu esteja enganada.
Sobre aqueles inumanos birrentos, ainda não me desceu, mas espero que saia algo bom dali.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 14:30

@disqus_CoBiJm6W4n:disqus , você não é a primeira a vir com essa teoria de que o Fitz estaria morto… Olha, confesso que fico muito triste só de pensar nisso! Mas que é possível, é sem dúvida!

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 26 de julho de 2020 - 16:37

se meu Fitz estiver morto eu surto!!!! capaz de nunca mais ver a série de novo kkkkkk ou invadir o estúdio e tacar o terror em quem teve a ideia https://media1.giphy.com/media/MpzNC2IGX9iHC/giphy.gif

Responder
planocritico 26 de julho de 2020 - 16:51

Eu acho difícil eles matarem o Fitz depois desse tempo todo, mas, dito isso, não boto minha mão no fogo pela saúde dele não…

Abs,
Ritter.

Responder
Havokeiro 25 de julho de 2020 - 02:31

Caramba! Por incrível que pareça ainda não comecei a assistir essa ultima temporada, mas não me aguento e sempre leio as analises rs. Vou começar a ver essa lindeza, pretendo alcançar antes de terminar ‘-‘

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 14:30

Mas está cheio de spoilers!!!!!! Faz isso não!!!!!!! Corre atrás dos episódios e veja tudo antes correndo!!!!!

Abs,
Ritter.

Responder
uiu 24 de julho de 2020 - 22:32

Passei o episódio inteiro rindo pra no final dele começar a chorar. Como tu mesmo lembrou, no quesito lágrimas derramadas esse só perde pra despedida da Bobbi e do Hunter. Que Fitz traga mais lágrimas junto de um final merecido pra essa série maravilhosa.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 01:02

Bem essa sensação montanha-russa mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Oliver '87 24 de julho de 2020 - 22:05

Esse episódio alem de me deixar mt surpreso com o seu final, levando um personagem querido, conseguiu tirar inumeras sensaçoes e sentimentos diferentes no seu decorrer. Realmente um lindo episodio, e não foi so mais um dentre muitos, mas um episodio pra vida. Retrata a nossa jornada como ela tem que ser, os valores com a familia, a dor da falta e o recomeço desse ciclo. Os pensamentos em relação ao incerto, será solitario? Nao sera? Pensamentos conflitantes ate mesmo para um androide. E realmente, quem nao se sente angustiado ao pensar nessas coisas? Excelente episodio, assim como a critica, concordo plenamente sobre aquele sneak peak estraga prazer do final. Mas fica a mensagem, nada dura para sempre, estamos em ritmo de despedida, mas digo com toda certeza: a serie “patinho feio” que ninguém dava nada por ela, durou o suficiente pra ser inesquecível. Que venha os proximos episodios! RIP ENOCH!!!

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 01:16

Sim, foi um diálogo curto, mas muito bem trabalhado e cheio de belas discussões. Totalmente inesperado para o nível do frenesi dos minutos anteriores!

Abs,
Ritter.

Responder
jeff page guitar 24 de julho de 2020 - 20:39

Episódio excelente! ! ! Enoch vai fazer muita falta. . . Melhor episódio da série pra mim disparado é 4,722 hours. Esse para mim é uma obra prima.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 21:31

4,722 Hours é outra obra-prima!

Abs,
Ritter.

Responder
Susane Chaves 25 de julho de 2020 - 00:37

Concordo em genero, numero e grau!

Responder
Mateus 24 de julho de 2020 - 18:32

Apesar de todo o episódio ser fenomenal, minha parte predileta foi quando o nome da série apareceu pela segunda vez no começo do episódio. Não sei porquê, mas achei genial haha

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 20:05

Aquela repetição do nome da série foi um toque genial mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro Siman 27 de julho de 2020 - 01:12

Por um instante achei q algo tava errado, dps saquei e achei genial..de certo ideia da nossa Eterna Jemma Simmons!

Responder
Elderson Gomes da Cunha 26 de julho de 2020 - 16:37

eu cheguei a querer que o episódio todo fosse assim, mas confesso que analisando bem ia ser péssimo

Responder
planocritico 26 de julho de 2020 - 16:51

Seria horrível. Aquela uma vez foi o detalhe perfeito!

Abs,
Ritter.

Responder
Luan Sousa Santos 24 de julho de 2020 - 15:57

Assisti o episódio e vim correndo para cá ver a crítica e é óbvio que a nota não podia ser diferente né?
Acho que esse é um dos melhores episódios de fato da série, se não o melhor. Tudo é muito bem articulado e a comédia, o drama e o romance funcionam todos muito bem. Saber que a Elizabeth dirigiu só ajuda a deixar mais perfeito.
Enfim, a única que me entristece mesmo é a trama do Nathaniel. Achei um personagem muito fraquinho e ele e a Kora ficaram um negócio bem vilão de série da CW. Enfim, essa temporada tá bem acima da média e aguardo um final ótimo pra ela.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 20:12

Como disse para outro leitor, ainda não me decidi sobre Nathaniel, pois ele mal apareceu. Não levo muita fé, confesso, mas fico imaginando que pelo menos uma pancadaria boa deve sair disso…

Abs,
Ritter.

Responder
Josué de Morais 24 de julho de 2020 - 13:42

Que este episódio foi maravilhoso não se tem dúvidas…
Concordo plenamente com toda a critica, um dos melhores episódios de toda série, se não o melhor…
Emoções a flor da pele, o desenvolvimento de casal de dar inveja em muita série e filme por aí…
Mas o final, desde que esse Nathaniel apareceu que fico receoso, minha cabeça tende a acreditar que o pior episódio da temporada vai ser o focado nele e na Kora, o que não vai fazer diferença porque não tem nada que esses próximos episódios façam que consigam me desacreditar dessa incrível temporada que estamos tendo até aqui… Acho que começar com as piores expectativas possíveis depois da sexta temporada ajudou nisso kk.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 14:53

Vamos ver. Eu ainda não me decidi sobre o Nathaniel, pois ele ainda sequer mostrou a que veio. Tem chances de sair algo bom daí em termos de ação. É torcer!

Sobre sua impressão da temporada, estou com você!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 24 de julho de 2020 - 12:54

Que episódio maravilhoso!!!
Me fez rir, me fez chorar um turbilhão de emoções!!
Só não foi perfeito para mim porque o fitz não tava!!

-O Deke está morto?
-Muito
-Devemos nos preocupar?
-Não
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 14:53

Esse diálogo foi sensacional!

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 24 de julho de 2020 - 12:35

melhor episódio de todos os tempos da série, quase perfeito do início ao fim (concordo que aquela cena do malick e kora ficou meio avulso no ep, deveria ter sido uma cena do fitz seja lá onde esse homem estiver que ai combinaria com o restante), não tinha dúvida que seria 5 estrelas aqui…

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 14:53

Incrível o episódio. Mas não sei dizer se é o melhor. Juro que fico dividido entre VÁRIOS…

Abs,
Ritter.

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Fabricio 24 de julho de 2020 - 11:16

Assim que terminei de assistir o episódio, corri aqui para ler a critica já certo das 5 estrelas!

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 14:53

Essa foi uma das poucas vezes que eu já sabia da “nota” antes mesmo de escrever a crítica!

Abs,
Ritter.

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Matheus Oliveira 24 de julho de 2020 - 09:10

Esse capítulo foi perfeito!!! Na minha opinião a Elizabeth Henstridge entregou o melhor episódio da série! Tive uma gama de emoções ao longo desses 40 minutos, comecei sentido um orgulho imenso da Lizzie, em seguida uma leve aflição pelo que estava acontecendo, logo após uma felicidade imensa provocada pelos risadas vinda dos momentos cômicos (A cena que praticamente todos estão caídos e os que não estão, celebram a morte de Deke) e por último uma tristeza imensa pela morte do Enoch, Agente of SHIELD conseguiu fazer um ser robótico, sem emoções alguma, ser mais humano em alguns minutos do que muitas pessoas (Me lembrou a hq clássica dos Vingadores – um robô pode chorar). Enfim espetacular!!! Não estou pronto para o final…

Ps: foi muito bacana como a série em 6 episódios construiu um ótimo casal, espero que as coisas terminem bem para Daisy e Sousa.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 15:17

Henstridge mostrou-se uma diretora de mão cheia, sem dúvida alguma! E a cena do Enoch foi realmente fora do comum, com o ator mantendo aquela “frieza” de um robô, mas ao mesmo tempo derretendo corações…

Sobre Daisy e Sousa, há uma química quase inexplicável entre os dois, pois, se lembrarmos da temporada como um todo, eles tiveram relativamente pouquíssimo tempo de tela. Mas eu já quero os dois juntos no final formando os Guerreiros Secretos!

Abs,
Ritter.

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Mateus Sousa 24 de julho de 2020 - 03:21

Perfeição definiria MESMO esse episódio, espero que esse núcleo do Nathaniel e da Kora não atrapalhem muito e que sensação maravilhosa, esse Loop Temporal foi incrível, manteve tudo em perfeito equilíbrio (Como tudo deve ser) e criou mais um momento carregado de emoção e excitação pra temporada final, apesar de um deslize aqui e outro ali, essa está para ser a minha favorita.

Apenas torcer pelo melhor. 5💫

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 15:17

Sim, torcendo pelo melhor, mas essa temporada já explodiu todas as minhas expectativas, para ser sincero!

Abs,
Ritter.

Responder
Thelmaryo Vieira Lima 24 de julho de 2020 - 01:52

Adoro episódios de loop temporal e já imaginava que seria o melhor episódio da temporada, ainda assim o episódio conseguiu me surpreender bastante e causou um mix de emoções. Pra mim não superou o “Self Control” mas entra fácil no top 3 de melhores episódios da série.

Também fiquei bem preocupado com o que deixou a Jemma tão abalada quando recuperou a memória, pelo visto vem aí mais sofrimento pra FitzSimmons. Só espero que o Fitz dê as caras no próximo episódio e expliquem melhor isso…

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 01:57

Self Control é espetacular! Realmente não sei se consigo fazer um top 3 ou top 5 ou qualquer top da série como um todo! Tem tanto coisa boa que seria uma dor de cabeça inacreditável!

Quero muito saber o segredo envolvendo Fitz. Tomara que ele apareça logo, mas eu realmente não sei se ele vai aparecer muito, pois o ator tinha outro compromisso já quando a série foi renovada… Uma pena…

Abs,
Ritter.

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Susane Chaves 25 de julho de 2020 - 00:37

Pela reação da Simmons, começo a teorizar que ela matou Fitz por algum motivo MUITO JUSTIFICÁVEL (tipo salvar o universo) e o implante ajuda ela a esquecer disso pra seguir a missão.

Responder
planocritico 25 de julho de 2020 - 01:02

Eita! Será que é algo dessa magnitude?

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 24 de julho de 2020 - 01:40

Sabia que o episódio ia ser 5 estrelas, e não tem como dar outra nota né!? Que episódio marcante, esse é daqueles que fica marcado na memória. Enoch um dos melhores personagens da série, vai deixar saudades, a cena dele morrendo aos poucos me fez quase chorar, que texto de alto nível!!! Final triste pra caramba.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 01:52

Fiquei feliz, fiquei triste, fiquei feliz novamente. Foi uma montanha russa de sentimentos! Poucos episódios de série conseguem fazer o que esse aqui fez!

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel P. Silva 24 de julho de 2020 - 01:33

Um dos melhores episódios da série toda!

No começo achei que seria só mais um episódio de loop temporal, sinceramente não sei por que duvidei dessa série maravilhosa, acabei não conseguindo segurar o choro. E aquela cena do Enoch com certeza é uma das melhores cenas da série, cara, que coisa linda. Parabéns aos envolvidos.

Até aqui ta sendo a melhor temporada pra mim.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 01:40

Também achei que seria só mais um episódio de loop temporal e fiquei receoso, mas o receio deu lugar a alegrias atrás de alegrias e, depois, uma grande tristeza. Realmente sensacional!

Abs,
Ritter.

Responder
Lincoln Wendel 24 de julho de 2020 - 01:24

raramente eu comento aqui (talvez 1 ou 2x, apesar de ler todas as críticas arduamente, acompanho o site há muito tempo, ótimo trabalho que vocês fazem sempre), preciso dizer, mesmo que seja o óbvio já dito pelos companheiros abaixo…
EPISÓDIO 11/10, TUDO FUNCIONA, o humor, as atuações, o roteiro, a direção, TUDO, o que eles querem passar nesse ep (a mensagem) é dolorosa, mas reconfortante, soa clichê o que digo, mas é a vida.
A carga emotiva durante esse episódio é uma coisa absurda, me emociona pra (palavrão inserido automaticamente na mente), acompanho como vocês, desde o primeiro episódio, e que aventura! uma das séries que carrego comigo, pra sempre (sim, com seus altos e baixos, mas seus altos maiores que as quedas, ainda bem), é uma satisfação ver esse episódio e poder falar “valeu a pena tudo isso” mesmo ainda faltando +4 pra acabar. Fará falta.
Só queria dizer isso mesmo.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 01:40

Comente sempre que sentir vontade, @lincolnwendel:disqus ! Agradeço o prestígio e os elogios!

E é bem isso sobre esse episódio: tudo funciona. Não tem uma peça fora do encaixe. A série realmente fará falta!

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 24 de julho de 2020 - 01:04

DIVERTIDO
ENGRAÇADO
INTENSO
COMOVENTE
ABSOLUTAMENTE SURPREENDENTE

O melhor episódio de Agents of S.H.I.E.L.D. dessa temporada, quiçá dentre todas até agora.

Eu já assisti As I Have Always Been quatro vezes. No que tem sido uma temporada final um tanto média, esse episódio é um destaque definitivo. As performances, o diálogo e, crucialmente, a edição são de primeira qualidade. A edição, fundamental em uma história de ‘ciclos do tempo’, para dar a impressão da passagem de muitos ciclos que nunca realmente vemos. Enoch se foi, mas definitivamente não será esquecido. Não posso deixar de citar Elizabeth Henstridge, que brilha tanto na frente como pela primeira vez, atrás das câmeras.

Belíssima crítica, Ritter.

Sinto-me triste por estar acabando.
Mas, everything that has a beginning has an end.
Inevitavelmente

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 01:40

Obrigado, @brunno_hard:disqus !

Que bom que gostou do episódio tanto quanto eu! Fiquei bobo rindo para a tela – e depois um cisco entrou no olho… – o tempo todo.

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 24 de julho de 2020 - 13:16

Joel Stoffer desempenhou o papel de Enoch impecavelmente, e sua última cena encerrou tudo magnificente. O diálogo entre ele e Coulson e Daisy me destruiu, e a maneira como os roteiristas entrelaçaram o tema principal da série com a ‘família S.H.I.E.L.D.’ e as diferentes visões sobre a morte foram formidavelmente executadas. A série termina em três semanas, e esse incrível episódio me fez apreciar mais uma vez a sorte que tenho por experimentá-lo. Aliás, que sorte a nossa.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 15:17

Aquele diálogo foi escrito com muito carinho e cuidado. Realmente fora da curva. E o Stoffer arrebentou naquele momento.

E, realmente, que sorte a nossa!

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 24 de julho de 2020 - 10:47

se tornou meu episódio favorito de toda a história da série, self control a coroa é pesada mas eu aguento…

Responder
Josevando Sousa 24 de julho de 2020 - 12:35

se tornou meu episódio favorito de toda a história da série, self control a coroa é pesada mas eu aguento…

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 24 de julho de 2020 - 00:32

Poxa, cara. Acabei de assistir. Episódio sensacional. Uma renovação de uma fórmula batida, várias regras novas que realmente movimentaram a narrativa, uma dinâmica legal entre a dupla Daisy e Coulson que sempre mandou bem na série e muito mais coisa legal.

Seja no núcleo com Enoch, Deke e Simmons, seja entre Daisy e Coulson ou mesmo Daisy e Sousa, toda vez que o tempo resetava tinha algo novo e legal para se abordar. Seja o implante da memória, o mistério de quem estava matando os agentes, eles chegando cada vez mais perto do Vortex e muitas outras excelentes escolhas de roteiro. A ideia de cada morte da Daisy resetar as memórias é legal também, pois cria um outro obstáculo para se trabalhar.

Clark Gregg já havia mandando bem em 2 episódios, especialmente no ótimo 5×06, mas chegou a hora de Elizabeth Henstridge estrear na cadeira de diretora. E que estreia. O episódio ficou dinâmico, focou no que precisava nos momentos certos, e com ajuda de um excelente roteiro balanceou suspense, emoção e humor de forma interessantíssima, criando de fato um episódio pra ficar no hall dos grandes episódios da série.

Que episódio, que temporada. Grande respeito para o Enoch e o ator que o interpreta muito bem, pode ser o meu personagem favorito dos que não são do elenco principal. Grande despedida para o personagem, que com aquela fala que você bem mencionou, decretou o começo do fim. Triste mesmo, não sei como cada um terminará, mas eu já imaginava que essa era de fato o encerramento não só da série, mas dá equipe como um todo. Espero que seja um encerramento digno pros personagens, mas a essa altura na temporada, eu realmente acredito que será.

Animado pro que vem por aí, vamos ver ser Nathaniel e Kora conseguem ser uma ameaça interessante e ao nível da missão final de uma equipe que já derrotou vilões como Hive, Aida e Graviton.

Minha nota: 5/5 (não poderia ser outra)

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 01:40

As “novas regras” de loop temporal foram essenciais para o episódio manter o frescor, mas, realmente as atuações todas foram muito, muito boas, com destaque para Joel Stoffer e seu inesquecível Enoch!

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 24 de julho de 2020 - 10:47

Verdade. Dei mole em não falar das atuações, impecáveis do começo ao fim. Alguns já eram bons desde o começo, mas é legal ver como alguns membros do elenco como Elizabeth Henstridge e Chloe Bennet evoluíram muito com o passar dos anos. Realmente um episódio especial.

Responder
planocritico 24 de julho de 2020 - 15:17

Ah, sim. A evolução dos atores e atrizes ao longo das temporadas é impressionante. Especialmente Bennet, que considerava BEM fraquinha na temporada inaugural…

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 24 de julho de 2020 - 16:58

Sim, Clark Gregg e Ming-Na Wen já tinham uma experiência e eram melhores, Elizabeth Henstridge e Iain De Caestecker já demonstravam potencial como na cena deles no fundo do mar (mas ainda sim evoluíram muito), tínhamos o Brett Dalton que pra mim foi melhorando nas suas 3 temporadas como regular e a Chloe Bennet, pra mim, possivelmente a mais fraquinha do elenco principal e que evoluiu absurdamente, assim como sua personagem.

planocritico 24 de julho de 2020 - 20:05

A dupla FitzSimmons saiu de nerds semi-adolescentes para um fenomenal casal cientista adulto. Essa série tem cada evolução bacana que não dá nem para enumerar!

Abs,
Ritter.

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