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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X12 e 13: The End Is at Hand // What We’re Fighting For

por Ritter Fan
2921 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers dos episódios e da série. Leiam, aquias críticas dos outros episódios e, aquide todo o Universo Cinematográfico Marvel.

Eu poderia ter escrito uma crítica só para os dois episódios de encerramento de Agents of S.H.I.E.L.D., mas isso seria um desrespeito com a série e com meus leitores. Eu poderia ter escrito duas críticas separadas, publicadas em dias consecutivos, cada uma sobre um episódio, mas isso atrapalharia a agenda do site. A solução? Assisti um episódio, dei um intervalo, escrevi a crítica correspondente como se fosse uma semana normal, esperei mais algumas horas, assisti o outro episódio, dei outro intervalo e escrevi a segunda crítica. Portanto, o que vocês lerão abaixo são duas críticas como se tivessem sido publicadas uma a cada semana.

E teremos mais Agents of S.H.I.E.L.D. por aqui nos próximos dias!

The End Is at Hand
7X12

Partindo exatamente dos eventos catastróficos que eliminaram a S.H.I.E.L.D. desta nova linha temporal, The End Is at Hand continua a estratégia de dividir a ação o espaço e o farol, com Mack, Daisy e Daniel Sousa em missão de resgate de Jemma e Deke diante da armada Chronicom invocada por Nathaniel Malick e Coulson, May e Yo-Yo lidando com Garrett na última base da agência. Conforme é explicado por duas vezes, o Farol não foi atacado a partir da órbita porque a base fora construída justamente para aguentar esses eventos cataclísmicos, o que faz sentido diante do que sabemos sobre a sobrevivência do local no futuro pós-Terra destruída em alguma outra linha temporal, mas não deixa de ser um fator “levantador de sobrancelhas” em relação à conveniência da coisa toda.

Como seria natural de um episódio que prepara o derradeiro fim da série toda (e escrever isso dá uma tristeza enorme, tenho que confessar…), ele não é muito movimentado, com seu objetivo sendo muito mais construir lentamente o retorno efetivo de Fitz, que mais uma vez chega provavelmente para salvar o dia, mas sem um momento particularmente triunfal, ainda que bacana e nos remetendo ao falecido Enoch. Entre a dissolução do implante cibernético de Jemma que a leva a ficar com as memórias completamente embaralhadas, esquecendo de vez todos os seus amigos, a fuga até o bar de Koenig já cheio de agentes sobreviventes obedecendo a um sinal misterioso que os faz levar 084s para lá e a montagem de um gadget qualquer para trazer Fitz de sei-lá-onde-e-quando-ele-estava, tudo caminha bem compassadamente, como uma corrida de obstáculos simpática.

A volta da versão física de Sybil, a líder e oráculo Chronicom, é sem dúvida uma boa notícia que vem reforçar o lado vilanesco, especialmente para quem ainda não comprou Nathaniel como final boss. Não é meu caso, pois o sujeito já graduou de apenas chato e irritante para algo mais do que isso, mesmo que definitivamente longe dos grandes vilões da série que sem dúvida permanecem sendo Grant Ward, Aida/Ophelia/Madame Hidra e, claro, Dr. Leopold. Mas a comparação é até injusta e a reunião dele com Sybil que, por seu turno, traz sua frota de Chronicoms, parece trazer o nível de ameaça devido para o encerramento da série, já que, de certa forma, eles parecem encapsular diversas características históricas importantes da mitologia de Agents of S.H.I.E.L.D. como o roubo dos poderes de inumanos, robôs malvados, viagem no tempo e realidade virtual.

Do lado da ação, o breve embate entre Kora e Daisy retorna ao problema do episódio anterior sobre as indecisões quase infantis da primeira. Pelo menos esse dilema parece ter chegado a seu fim, com seu aprisionamento por Malick e potencial uso dela como arma dos agentes no episódio de encerramento. Por seu turno, no Z1 a coisa anda de maneira bem mais interessante, com Mack e Sousa fazendo uma boa dupla com diálogos bem humorados que brinca com a “antiguidade” do homem deslocado no tempo e o bom coração do diretor da S.H.I.E.L.D. em uma troca que está lá muito mais para divertir do que para deslumbrar, já que não dá para não soltar uma risada com aqueles foguetes-Chronicom que eles usam para destruir a porta do hangar da nave invasora (aliás, muito bom o CGI do interior do hangar, não?).

O ataque de Garrett ao farol também anda bem, ainda que seja uma pena que o personagem em si acabe sendo desperdiçado sem necessidade ao final. Coulson e sua recém-descoberta habilidade tecnológica e May e sua recém-descoberta habilidade empática, o que basicamente moldam personagens contrários ao que eles eram antes, são bem tratados pelo roteiro de Jeffrey Bell, com os poderes recém-amplificados de Yo-Yo também ganhando espaço para brilhar primeiro aprisionando Garrett, depois deslocando as bombas para um local só, ainda que teria sido bem melhor se a direção de Chris Cheramie tivesse usado câmera lenta à la Mercúrio nos filmes dos X-Men para mostrá-la em toda sua glória velocista.

The End is at Hand cumpre bem sua missão de nos preparar para o fim. Sybil voltou e, mais importante do que isso, Fitz voltou. Resta só agora esperar que o derradeiro capítulo da série traga um encerramento digno para uma das séries baseadas em quadrinhos mais ternas e refrescantes da última década.

What We’re Fighting For
7X13

Há alguns dias, quando um leitor lá do Instagram do site perguntou o que eu esperava do final de Agents of S.H.I.E.L.D., disse apenas que queria sair da experiência com um sorriso no rosto. E é verdade. Não esperava – e eu acho que nem queria – nada mirabolante, bombástico ou surpreendente. Muito ao contrário até, meu desejo era que os personagens principais não só acabassem vivos, como felizes e juntos como casais. Era o que a série merecia e, fico muito feliz em constatar, era o que os showrunners também queriam: um belo, singelo e muito gostoso – ainda que levemente acridoce – final feel good.

E seria uma mentira enorme se eu dissesse que só abri um sorriso ao final. Na verdade, ele ficou estampado em meu rosto bobo desde que os diálogos da equipe com o recém-chegado Fitz começaram a ser ouvidos ainda por sobre os créditos de abertura e continuou por quase toda sua duração, especialmente no dénouement alongado que fez com maestria o que raramente dá certo: calmamente informar o que cada membro da equipe anda fazendo após um pulo temporal de um ano. A grande verdade é que eu poderia ter facilmente apreciado um episódio inteiro só com uma versão alongada dessa “terapia virtual de grupo” intercalada com sequências breves de ação para ilustrar o que estava sendo contado.

E seria outra mentira enorme se eu dissesse que o episódio foi perfeito. Não foi. A tão esperada e prometida luta entre Daisy e Nathaniel foi anticlimática e simplória, sem jamais chegar próxima de realizar seu potencial e a resolução da ameaça dos Chronicoms, ainda que interessante, foi um tanto quanto corrida. Mas quer saber? Não me importo nem um pouco como a avaliação acima deixa claro. Os pontos positivos ultrapassaram em muito os negativos e, considerando que este é um episódio de encerramento de série, não apenas de temporada, o que automaticamente o torna bem mais complexo do que o usual, não podia me furtar de laureá-lo com a nota máxima.

Sei que, de certa forma, comecei pelo final, então deixe-me pegar uma máquina do tempo e voltar para o começo.

O episódio não perde um segundo de tempo para colocar o plano de Fitz em funcionamento, plano esse que exige um caminhão de texto expositivo que, porém, com a direção de Kevin Tanchareon, foi brilhantemente costurado na ação, sem em momento algum tornar-se enfadonho ou didático. E a solução não só veio a galope, como também fez conexão com toda a trama de  Vingadores: Ultimato, considerando que o uso de tecnologia de encolhimento e viagem pelo Reino Quântico é a chave para tudo. Já há muito tempo deixei de ligar para conexões com o Universo Cinematográfico Marvel, mas a ideia de estabelecer essa ponte foi boa e combina com a estrutura que marcou a derradeira temporada de Agents of S.H.I.E.L.D., ou seja, a homenagem. Se os agentes voltaram para a linha temporal original em que o UCM se passa ou para a linha temporal já em tese bipartida a partir da 5ª temporada, não sei responder e não me importo. O que interessa mesmo é que essa conexão conversa bem com as demais feitas ao longo da série e também nesta última temporada, com menções ao soro do supersoldado, Caveira Vermelha e assim por diante.

Além disso, o roteiro de Jed Whedon é inteligente ao reverter para o final da temporada anterior, transformando a 7ª em uma enorme e muito gratificante sidequest, lembrando um pouco o que De Volta para o Futuro II é para o original. O retorno de Piper, Flint – e, mais lá para a frente, de Davis na versão LMD – foi um toque inteligente também para amplificar as amarras com os eventos do ano passado, especialmente considerando que eles não são esquecidos ao final, como costuma acontecer com os coadjuvantes de luxo da série.

Muito do poder do episódio, porém, repousa mesmo na reunião de Jemma com Fitz. O fato de ela estar sem memória ajuda a atrasar esse grande evento praticamente até o último segundo da ação, mas esse artifício torna tudo mais saboroso ainda e com o pagamento de dividendos generosos de fazer ciscos caírem nos olhos de leitores desavisados com a revelação surpresa – que só surpreenderia mesmo quem não estivesse prestando atenção – da existência de Alya (Harlow Happy Hexum em seu primeiro papel), a filha do casal, escondida no módulo que Fitz usa para entrar no Reino Quântico e que permanece protegido por Piper e Flint.

Sob diversos aspectos, What We’re Fighting For é quase que um episódio-temporada, já que ele em grande parte supre e preenche todo o lapso temporal entre o final da temporada anterior e o encerramento da série. Esse é outro fator que o torna especial, ainda que, claro, ele só realmente seja perfeitamente compreensível (uso o “perfeitamente” com licença poética, pois eu mesmo não sei se o compreendi perfeitamente) com o acompanhamento da temporada que transforma Yo-Yo em uma velocista e não mais um ioiô inumano, Coulson em um LMD/Chronicom e May em uma empata, e isso sem esquecer da introdução de Kora, meia-irmã de Daisy, e do sequestro de Daniel Sousa de seu tempo.

Percebe-se o carinho dos showrunners com seus personagens a cada minuto que passa e talvez seja por isso que o final alongado como “terapia de grupo” funcione tão maravilhosamente bem. Cada personagem tem seu encaixe perfeito e lógico considerando tudo o que aconteceu com eles ao longo dos anos. Temos Coulson, talvez o personagem que mais passou por transformações desde que foi morto por Loki em Os Vingadores, em uma jornada solitária de auto-redescoberta com uma versão turbinada de Lola, cortesia de Mack, e cujo voo é uma piscadela à cena icônica correspondente da já longínqua 1ª temporada; temos Mack ainda como diretor da S.H.I.E.L.D. no aeroporta-aviões em construção e de sobretudo de couro preto à la Nick Fury; temos Yo-Yo como uma das melhores agentes de Mack (e ainda claramente junto dele romanticamente) trabalhando em missões variadas com Piper e Davis; temos May, sempre a mentora, e agora com toda a empatia do mundo, transferindo seus valiosos conhecimentos na Academia Coulson(!!!) para futuros agentes; temos Daisy em um merecidíssmo final feliz ao lado de Daniel Sousa e de sua irmã viajando pelo espaço no Z3 como astro-diplomatas e, acima de tudo, temos Fitz-Simmons finalmente reunidos para sempre, aposentados (mas não tanto assim, já que Jemma continua trabalhando secretamente com Daisy) e cuidando de sua filhinha. Ah, e Deke, em outra linha temporal, não só fez um nobre sacrifício por seus avós e amigos, como também tem tudo para tornar-se um grande líder da S.H.I.E.L.D. por lá também (além de astro do rock, lógico!). Se eu tivesse que parar e imaginar encerramentos dignos para cada um desses personagens, acho que não conseguiria jamais chegar perto da óbvia simplicidade que Jed Whedon fez aqui.

E eu acabei de perceber que meu sorriso não acabou quando os créditos rolaram. Ele continuou em seu devido lugar enquanto escrevia a presente crítica e isso por duas razões: porque eu sei que os sete anos acompanhando essa série valeram cada minuto e que vocês, meus caros leitores, mesmo que porventura tenham reticências com o final como eu tive, também estão com o exato mesmo sorriso em seus rostos, quiçá até mesmo uma lágrima furtiva já de saudades por essa pequena joia que a pedra bruta que era Agents of S.H.I.E.L.D. acabou se tornando.

Ps.: A quantidade de spin-offs possíveis que a ABC e/ou Disney+ tem em mãos a partir desses finais múltiplos é enlouquecedora e espero que vejam a luz do dia em futuro próximo, pois seria um crime não aproveitá-los. Eu adoraria um Agents of S.W.O.R.D. com Daisy, Sousa e Kora no espaço (e Jemma ajudando-a da Terra ou como um LMD ou como um holograma), Agents of Mack com o diretor e sua espingarda-machado liderando um grupo de elite composto por Yo-Yo, Piper, LMDavis e possivelmente Flint, Deke Squad em um universo paralelo (e nos anos 80, claro!), com Deke e seu agentes roqueiros botando para quebrar e algo como The Cavalry, em que May e Coulson finalmente ficam juntos semi-aposentados em uma casa pitoresca em um subúrbio americano, mas secretamente investigando casos bizarros muito na linha do antigo e saudoso Casal 20.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X12 e 7X13: The End Is at Hand / What We’re Fighting For (EUA, 12 de agosto de 2020)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Chris Cheramie (7X12), Kevin Tancharoen (7X13)
Roteiro: Jeffrey Bell (7X12), Jed Whedon (7X13)
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wen, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley, Jeff Ward, Enver Gjokaj, Tobias Jelinek, Thomas E. Sullivan, Dianne Doan, Byron Mann, James Paxton, Coy Stewart, Briana Venskus, Maximilian Osinski, Tamara Taylor, Harlow Happy Hexum
Duração: 43 min. (cada episódio)

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148 comentários

Gabriel Cabral 2 de outubro de 2020 - 20:55

Agents of Shield foi a minha segunda série (a primeira foi Arrow) na vida que eu comecei a assistir com dedicação e frequência, no seu lançamento lá em 2013.
Quase dois meses após o final estou aqui. Demorei para assistir por conta de outras séries atrasadas, mas parte de mim sabe que fiz isso porque não queria que acabasse.
A série termina brilhantemente, com uma trama de viagem no tempo mirabolante, do jeitinho que a gente gosta.
Mas mais do que história, a grande vitória dela sempre foram os personagens na equipe principal. Aqueles agentes que amamos até o último fio de cabelo. Como é bom ver Coulson de volta na Lola turbinada, com seus óculos escuros. Daisy finalmente feliz ao lado de um cara legal, uma grande sacada e um grande afago para quem assistiu Agent Carter como eu. May honrando o nome do Coulson numa nova academia. Mack, que começou lá trás como um simples mecânico, andando de sobretudo preto com uma fucking escopeta-machado a tira colo e comandando uma frota de porta-aviões. Yo-yo correndo mais do que nunca, uma super agente. E Fitz e Simmons…
Jemma Simmons e Leopold Fitz é o melhor casal de todo o MCU pra mim, quiçá o melhor das séries que eu já assisti na vida. Difícil pensar num casal que sofreu tanto quanto eles. Espaço, tempo, friendzone, até amante, tudo estava contra eles. Mas no final deu tudo certo. E que final! Eu particularmente sou uma pessoa difícil de ficar emocionada com um filme ou série. Mas na hora que a escotilha abre e aparece a Ayla, uma menina que eu sequer nunca nem vi, aí a emoção bateu… Malditos ninjas cortadores de cebolas!
O final faz parte da vida e esse é o encerramento de um ciclo. Espero muito que ainda veja algum desses personagens em alguma série ou filme, oportunidades estão abertas e não faltarão. Principalmente uma Tremor overpower quebrando tudo por aí. Nunca te pedi nada, Kevin Feige!
2020 não foi e não está sendo fácil pra ninguém, mas são pequenos momentos como esse que fazem valer a pena. Em suas devidas dimensões, 2020 é o ano em que me despeço daquelas que me apresentaram o mundo das séries, Arrow, com seus vários problemas mas que ainda gosto, e agora Agents of Shield, impecável, no panteão das melhores séries de heróis.
Agradeço a você também, Ritter, por sempre nos presentear com ótimos textos e ao Plano Crítico, por nos propiciar, esse espaço de debate para essa série e muitas outras mais. Também não posso deixar de mencionar toda a equipe de legendas, Agent of Subs e the Tozz, que todos esses anos nos brindaram com legendas de alta qualidade. Não sei se algum deles um dia lerá isso, mas fica aqui o meu agradecimento para esses heróis anônimos.
SHIELD sem dúvida marcou nossos corações e termina como uma excelente série.

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planocritico 2 de outubro de 2020 - 20:57

@disqus_wNRfUk6UUt:disqus , que depoimento bacana e emocionante até, especialmente vindo de alguém que “começou a carreira” em séries de TV com AoS (e Arrow, mas eu te dou um desconto, he, he, he…).

Fico muito feliz que tenha gostado tanto da série, pois ela realmente foi especial. Como alguém que simplesmente odeia – na base no preconceito mesmo – séries de 20 e tantos episódios e de canais abertos americanos, eu JAMAIS esperaria esse nível de evolução ao longo dos anos. Realmente, como você disse, o coração de AoS são seus personagens, cada um ganhando incríveis desenvolvimentos, amadurecimento e evolução que é difícil de encontrar até mesmo em séries mais “sérias” por aí.

E fico duplamente feliz por você ter acompanhando minhas críticas, meu caro! Eu é que só tenho a agradecer o prestígio!

P.s.: Quem sabe Tremor ou Coulson não aparece na série solo do Nick Fury do Disney+?

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 3 de outubro de 2020 - 15:29

Antes de conhecer e assistir séries com 13, 10 ou 8 episódios, estava lá eu assistindo Arrow e Agents of Shield com 23 episódios. Depois vieram muitas outras, mas por terem sido as primeiras e ficarem tanto tempo no ar, tenho um carinho especial por elas.
E é interessante notar que AoS desmistificou isso de que série com 23 episódios são ruins, arrastadas, cheias de fillers, que vão ser fracas e não tem jeito. Ela provou que essa quantidade de episódios podem sim ser algo benéfico, desenvolvendo seus personagens brilhantemente e contando ótimas histórias. Não fugindo do meio super heroico, como eu queria que Arrow e Flash tivessem alcançado isso. Por outro lado, posso citar Titãs como sendo uma série que tem poucos episódios e não consegue desenvolver seus personagens de maneira satisfatória.
Pra mim todos os agentes ficaram com seu futuro em aberto. Qualquer um ali pode ser usado que não trará problema nenhum, principalmente Coulson, que agora é “imorrível”. E uma coisa que não fica clara e pode ser destrinchada caso eles queiram, é se eles estão ou não na linha temporal original da série, que começou lá na primeira temporada. Porque se disserem que é, eu acharia muito plausível, não vejo problema algum. Assim como se disserem que não, que é uma uma linha temporal que começou a partir da quinta temporada, também faz sentido.
E sim, a vindoura série do Nick Fury cairia como uma luva mesmo. Que Kevin Feige te ouça, Ritter!

Responder
planocritico 4 de outubro de 2020 - 13:46

Sim, AoS soube usar bem a estrutura de séries grandes, mostrando-se uma exceção à regra. E você usa Titãs como exemplo de série curta que não funcionou e eu concordo que tamanho não é documento. É apenas o que acontece: há uma inegável tendência de séries mais longas serem piores que séries mais curtas. Mas, como já disse para um leitor, uma série (e um filme também!) precisa ter a duração que ela precisa ter. Pode ser uma afirmação genérica e óbvia, mas quem assiste séries e filmes em quantidade sabe bem o que é isso!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 4 de outubro de 2020 - 13:48

Perfeito, é isso mesmo! Duração de mais ou duração de menos, nem sempre são a receita do sucesso.

Eduard Santos 10 de setembro de 2020 - 14:54

Fico só imaginando o irmão inumano da senadora que tá no fundo d’água até agora…

Plot twist: ele é o Namor e já apareceu em Ultimato!

Responder
planocritico 10 de setembro de 2020 - 14:55

He, he. Já imaginou?

Abs,
Ritter.

Responder
Eduard Santos 10 de setembro de 2020 - 14:54

Fico só imaginando o irmão inumano da senadora que tá no fundo d’água até agora…

Plot twist: ele é o Namor e já apareceu em Ultimato!

Responder
Sóstenes - Toty 29 de agosto de 2020 - 23:24

Uma parte da jornada é o Fim!
Sentiremos Saudades, A.o.S., acompanhei vcs por tanto tempo, e desde a 2° temporada, eu acho, eu venho nesse site ler com entusiasmo as críticas. Aprendi muito com as reviews, Vcsfizeram parte da jornada também, Plano Crítico.
Obrigado.
Até a Próxima.

Responder
planocritico 30 de agosto de 2020 - 01:52

Obrigado pelo prestígio, meu caro! Foi um prazer fazer parte disso tudo!

Abs,
Ritter.

Responder
Mr.L 23 de agosto de 2020 - 00:46

Comentário atrasado e sem nem muito oq comentar(apesar de ter material de sobra),sei lá,talvez eu só não queira lembrar que acabou;

Responder
planocritico 23 de agosto de 2020 - 01:57

Mas acabou. O negócio, quem sabe, talvez seja torcer por um spin-off e, caso não ocorra, rever a série dentro de algum tempo.

Abs,
Ritter.

Responder
Son of Coul 17 de agosto de 2020 - 23:57

Finalmente acabei! Haha

É realmente um sentimento agridoce. Foi um belo final, mas é triste pensar que é última vez que veremos a equipe toda reunida, como eles mesmos lembraram várias vezes nesses últimos episódios. Já tinha pensado nas possibilidades de spin-offs com aquele final, mas agora quero assistir todos esses que você imaginou na critica. Cada personagem dessa série foi tão bem tratado que não tem como a gente não se apegar, inclusive continuo esperando que alguns tenham espaço no MCU daqui pra frente.
Concordo com tudo na crítica. Malick e Sybil não foram os maiores vilões da série, mas ao longo da temporada conseguiram se tornar uma ameaça a altura da equipe. Uma pena que a luta entre Daisy e Malick não foi tão espetacular quanto a dela com o Gravitron, por exemplo. Mas a morte dela me deixou desesperado por um instante. Ainda bem que no fim todos conseguiram ter seu final feliz, a exceção do Enoch, que se sacrificou pra garantir essa chance pra equipe (fala sério, melhor robô!).
Acompanhei essa série desde o lançamento lá em 2013 e fico feliz em dizer que apesar de algumas flutuações, a qualidade ao longo de todas as temporadas, vai deixar saudades. Foi uma bela viagem, que venham outras aventuras!

Responder
planocritico 19 de agosto de 2020 - 01:25

É, meu caro. Acabou. Mas o bom é que acabou sensacionalmente bem. Estou feliz até agora!

Abs,
Ritter.

Responder
rafaela de melo 17 de agosto de 2020 - 11:20

Primeiramente queria agradecer Ritter pelo acompanhamento dessa série maravilhosa, e por causa de vc e agente descobri o site,queria contar também que a minha história é um pouco diferente quando comecei a assistir ela não tinha assistido nenhum dos filmes da Marvel quando esperando pela sexta temporada resolvi reasistir e então assistir todos os filmes da Marvel aliás quase todos falta dois ainda mas agents fez sempre eu esperar ansiosa por mais um episódio. E quanto a esse final foi maravilhoso chorei muito…mais uma vez obrigado Ritter pela dedicação a série que nos amamos

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:54

Eu é que agradeço, @rafaelademelo:disqus !

E que interessante você ter começado a série sem ter visto os filmes da Marvel. Coisa rara!

Abs,
Ritter.

Responder
Maria BLuiza 16 de agosto de 2020 - 23:33

Acompanho essa série desde o episódio 1 e depois de todos esses anos posso dizer que a jornada valeu muito a pena. Claro que o começo teve suas dificuldades mas ter persistido um pouquinho foi sem dúvidas uma excelente decisão. Um elenco afiado e roteiro maravilhosos conseguiram prender a nossa atenção ao longo desses sete anos , já estão deixando muitas saudades juntamente com uma vontade de começar tudo de novo. Foi inclusive através dessa série como muitos estão comentando aqui que encontrei o Plano Crítico, durante o arco do Framework na 4 ª temporada (precisava encontrar alguma crítica sobre um dos melhores plots que tinha visto em séries de TV). Muito grata pelo Ritter e todos os colaboradores do site pelo empenho em trazer semanalmente a cobertura do popular “patinho feio “da Marvel (que na verdade está mais pra cisne cintilante).

OBS: Mais alguém achou a cena final de Fitz-Simmons idêntica a cena final de Olívia e Peter em Fringe??Seria coincidência ou uma homenagem?

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 02:51

Que bom que você persistiu e que bom que encontrou o site por causa das críticas da série! Isso é muito legal de saber!!!

E adorei o “cisne cintilante”!!! HAHHAAHAHHAHHAH

Sobre seu obs, não poderia te ajudar, pois só vi a primeira temporada de Fringe.

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 17 de agosto de 2020 - 09:46

Siimm, mas acho que foi coincidência. Ta aí duas séries subestimadas demais!!!
Só não entendi bem pq eles tiveram que se separar, já que o Mack, Yo-Yo, Daisy, Sousa continuaram como agentes. Só o Fitz e a May que cansaram (sim eu sei que foi por causa do final da série)
Teve um Deus ex Máquina ali pra salvar a Daisy, mas quem liga, né?!!!! kkkkkkkk

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:54

Acho que criaram essa separação para dar aquela impressão de fim mesmo. Se eles ficassem juntos, muita gente poderia achar que acabou aberto, do tipo “até a próxima missão”.

E não, não ligo mesmo para o deus ex machina da Daisy!!!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 16 de agosto de 2020 - 20:31

FITZSIMMOS FINALMENTE JUNTOS PARA SEMPRE E FELIZES!!! A filinha deles vai crescer encontrar o marido dela e criar o Deke que a gente conhece, né?!!

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 02:51

Sim!!!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 16 de agosto de 2020 - 20:03

Nossa não sei nem o que escrever sobre o final!
Fitz no reino quântico!! Deke se sacrificando pela 2º vez por esse time (qdo ele apareceu pela 1º vez, nunca imaginaria que ele se tornaria desse jeito, alívio cômico, achava que ele iria ser o par romântico da Daisy hahaha) e ninguém tem consideração por ele hahaha sacanagem, eles mesmos que levaram as naves pra explodir o templo (booomm na minha cabeça), The Cavalry que momento!! Que puta sacrifício que a Jemma e o Fitz fizeram, puta merda!! Deke tem a quem puxar (e vc, Ritter, já tinha cantado a pedra da filha e que eles tinham ficado um tempão lá, parabéns). Também fiquei um pouquinho decepcionada com a luta dos Tremores, ainda mais que o cara tava com 2 poderes, mas nada que estrague o episódio. E teve um Deus Ex Maquina ali pra salvar a Daisy, mas quem liga?! A PIPER ESCOLHEU O DAVIS LMD S E N S A C I O N A L. Eu entendi que a Daisy e o Sousa formaram os Secret Warriors, entendi errado?
Achei que iria chorar horrores, mas acontece que não consegui segurar meu larguíssimo sorriso nem por um minuto.

Queria agradecer pela companhia de vcs nessa jornada, por assistir uma série ousada e corajosa que Agents foi, essa será minha maior lembrança da série, principalmente nos primeiros anos.

OBRIGADA!!!

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 02:51

Acho que Daisy e Sousa formaram é alguma versão da SWORD (ou ESPADA).

E eu é que agradeço a companhia e o estímulo!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 17 de agosto de 2020 - 09:27

sim, era a SWORD que eu queria dizer, escrevi errado hahahaha depois que eu vi, mas não tinha como editar kkkkk desculpa pela falha

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:54

Tá certo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 17 de agosto de 2020 - 09:27

Uma coisa que me marcou durante essa jornada e esqueci de escrever: These people always beat the odds!!!

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:54

Ah, sim!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 16 de agosto de 2020 - 18:22

E infelizmente a série chega ao fim, com um final de tirar o chapéu.
Sobre os episódios, não acho que tenha muito a acrescentar além do que você disse, há alguns erros graves em ambos os episódios, como a Kora ser mais fácil de influenciar do que uma criança de 5 anos, ou a luta entre Daisy e Nathaniel que foi realmente abaixo do esperado, mas nada disso importa, o resultado final foi esplêndido,um dos melhores series finale que eu já vi se não o melhor:
É tudo perfeitamente encaixado, o final da 6 temporada, a referência ao UCM, a filha de Fitz e Simmons, como eu disse, é um finale de tirar os chapéus. Mas o melhor de tudo, na minha opinião, foram os minutos finais do encontro anual dos agentes, mostrando o que cada um fez da vida , foi muito interessante ver o caminho que cada um seguiu e que cada caminho é muito condizente ao que foi apresentado sobre todas as personagens. É um final perfeito para todos os agentes.
Também penso que é possível ter um spin-off da série futuramente, mas sinceramente, independentemente de ter um spin-off, estou extremamente satisfeito e feliz com o final. Como diz em Rei Leão: é um ciclo sem fim, tudo que começa, um dia termina, e para Marvel´s Agents of S.H.I.E.L.D foi o melhor final possível.
Gostaria também de deixar meu relato pessoal sobre a série e é claro, o Plano Crítico.
Comecei a ver a série em março de 2019, após cada episódio vinha aqui no PC ler crítica de cada episódio, mas além disso: conheci a série pelo site!
Eu acompanhava as críticas das séries baseadas em quadrinhos aqui do site da CW como Arrow e The Flash, e nos comentários, ás vezes até mesmo na crítica Agents of S.H.I.E.L.D. era muito citada, e era muito bem falada, o que me atiçou a curiosidade, e aproveitando que a série estava no catálogo da Netflix, comecei a ver a série.
E foi uma experiência sensacional ver a série crescendo cada vez mais, melhorando em vários quesitos, mas sinceramente, foi uma experiência completa graças ao PC.Era muito interessante ler a crítica e ver o ponto de vista de outra pessoa sobre a série ,no caso você Ritter, mas principalmente os comentários: apesar de ter comentado a série apenas na season 6, que acompanhei em tempo real, foi muito interessante ver as teorias, as experiências trocadas, as divergências de opiniões , foi realmente muito bom “acompanhar ´´ , mesmo que atrasado, a série aqui no PC . Meu muito obrigado por essa experiência!
Abraços,
Guilherme Gomes.

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 19:37

O encontro anual holográfico dos agentes foi o grande presente que o episódio nos deu. Foi absolutamente perfeito tudo aqui, do encontro em si às finalizações dos personagens. Não alteraria absolutamente nada.

E obrigado por seu relato pessoal. Fico muito feliz por esse prestígio e por ter sido o responsável pela criação desse espaço mais do que bacana, cheio de gente interessante conversando sobre AoS há anos a fio. Aprendi muito com todos vocês e eu é que digo que a experiência com AoS não teria sido a mesma sem essa troca com os leitores! Foi realmente um negócio incrível de vivenciar!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 16 de agosto de 2020 - 17:21

Bom, como vc comentou por episódio eu vou copiá-lo hihihihi.
seria esse um episódio melhor pra preparar pro final que foi o 11º
Achei que de tanta expectativa iria me decepcionar com a volta do Fitz, mas eu dei um grito aqui mesmo sabendo que era ele que iria aparecer na hora que a abrir aquela parede secreta hahahaha
Que saudade desse homi!!!!!
A Jemma esquecendo e lembrando em partes fez todo o sentido na hora da montagem do aparelho

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 19:37

Você diz o 12º? Talvez. Mas os dois fazem um bom conjunto, no final das contas.

E eu adorei o recurso da Jemma sem memória. Criou uma emoção – e até um pouco de tensão – bem interessante.

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 16 de agosto de 2020 - 16:26

E lá vamos nós… Pega uma pipoca aí Ritter e arruma uma cadeira, pois se os meus comentários eram longos demais para um episódio normal, imagine pro final da série que eu acompanho há mais tempo, e que com certeza é a minha favorita. Não tô dizendo que a série não tem defeito nenhum, mas acho que os defeitos são poucos para uma série de TV aberta americana de mais de 100 episódios. O orçamento nunca foi o melhor, a divulgação nunca foi tão boa, os produtores dos filmes já colocaram os produtores da série em algumas ciladas por não informarem o que aconteceria, mas eles se viraram muito bem com o que lhes foi fornecido. Atores evoluíram, a produção contornou diversos problemas desde ausência de atores até cortes de orçamento de maneira muito inteligente, então é digno de aplausos o imenso esforço que os produtores, showrunners, roteiristas, diretores e todos membros da produção fizeram para entregar um produto de qualidade em uma série de TV aberta. Eles estavam presos à fórmulas de quantidade de episódios, mid-seasons, tempo de duração limitado e imutável, sem liberdade pra explorar tudo o que quisessem, mas ainda assim fizeram algo digno de nota. Fizeram representatividade (seja latina, negra, asiática, etc.) sem parecer forçado, fizeram alusões à realidade da sociedade, como no Framework, sem exagerar, e mostraram que dá para fazer uma programação de qualidade em um formato longo de temporada.

Ouvi falar sobre a série lá em 2013 mesmo, tinha assistido Os Vingadores pro final de 2012 ou início de 2013 (não consegui ver no cinema :/ ), e já era familiarizado com o Coulson e a Shield pelos outros filmes (confesso que não gostei tanto del no Thor, mas hoje olho diferente, haha. Nos filmes do Homem de Ferro ele foi bem.), e tinha achado bem triste ele morrer no primeiro filme dos Vingadores. Ouvi dizer que ia ter uma série focada na Shield com ele de protagonista e lembro de ver o trailer e me empolgar para ver o que era. Na época o lema “It’s all connected” era forte e eu acreditei de fato, pois não tinha nenhum motivo para não acreditar. Logo, quis saber como ele tinha voltado à vida,e fui assistir lá em Setembro ou Outubro de 2013 a estreia do piloto da série no Brasil no Canal Sony (que na época passava a série pouco tempo depois de ir nos EUA só), e embora o primeiro episódio não seja excelente, foi bom o suficiente para ver que a série tinha potencial, e aparição da Maria Hill no primeiro episódio e Nick Fury no segundo, fazia a série parecer bem legítima no Universo Cinematográfico da Marvel. A primeira temporada começa mais lenta mas com várias sementes do estava pro vir (Gravitonium no episódio 3, escrita dos Kree/Inumanos no episódio 4, por exemplo), mas engrena com o episódio 13 (o bom T.R.A.C.K.S.) e mais ainda com o 17 (o excelente Turn,Turn,Turn) com as conexões com Capitão América: Soldado Invernal, e segue forte até o final. Era chato ver o pessoal falando mal da série só tendo visto os primeiros episódios. Nessa época não havia muitas séries de heróis (só Arrow, que estava em alta com as boas primeiras temporadas), então acho que o pessoal não levava o gênero muito a sério.

A série melhorou bem na segunda temporada, mais ainda na terceira, e mais ainda na grande quarta temporada, em que foi o ápice da boa utilização de 22 episódios pra mim, com excelentes 3 arcos que unem no final. A quinta também foi muito boa, a sexta nem tanto (mas ainda decente pra mim), e a sétima foi uma grande temporada também, digna de encerrar a série em alta. Meu medo era que o final da quinta foi tão bom como final de série, que pensei que eles não conseguiriam superar um arco como a morte de Coulson, com uma passagem de legado. Se superou no núcleo emocional? Não sei, mas foi de fato um final muito bem construído que vou comentar em breve.

Comecei a assistir a série com 15 anos, iniciando o Ensino Médio, hoje tenho 22, trabalhando e começando a reta final da faculdade. Mas em toda essa jornada, eu sempre pude contar com essa série, seja para desestressar ou simplesmente curtir uma boa história. No início, o ponto alto pra mim eram as conexões com os filmes, mas com o tempo, a mitologia da série passou a ser tão interessante pra mim que as conexões com os filmes eram mais como um bônus pra mim. Feliz em dizer que essa jornada valeu a pena. Eu mudei nesses 7 anos, mas meu apreço pela série só cresceu, o que é mais do que posso dizer sobre algumas outras séries que acompanhei.

Mas antes que isso vire um testamento, vamos comentar os episódios:

7×12: The End Is At Hand

Respondendo ao seu primeiro ponto, a questão do Farol resistir não me incomodou tanto pois eles já tinham estabelecido isso desde a quinta temporada, mas eu gostaria de saber do que as paredes e portas do farol são feitas, haha. Deve ser uma liga de Adamantium-Vibranium-Uru e tudo o que é mais resistente, kkkkkkkk.

Quanto aos agentes no bar eu achei bacana. Eu assisti com alguns amigos o episódio e a gente tava torcendo pra ver o Fitz de qualquer maneira, e toda vez que surgia algo, alguém falava: Será que é o Fitz? Será que ele mandou eles fazerem isso? Onde ele está? Haha. Então eu tava torcendo pra ser algo que o Fitz e a Jemma planejaram, então fiquei feliz. E o Enoch salva o dia de novo. Se eu entendi bem ele espalhou essas peças pelo tempo para que o dispositivo final pudesse ser montado. Já não bastava salvar os agentes na quinta temporada, ajudar o Fitz durante toda sexta e salvar ele e a Simmons no final, salvar todos novamente na sétima, agora ele foi responsável por ajudar a trazer o Fitz de volta e salvar as 2 linhas do tempo. Enoch pra melhor da temporada tranquilo, haha. O retorno do Fitz não foi triunfal, mas foi inteligente e bem encaixado então aprovei.

Sobre o ponto da Sibyl e Nathaniel, concordo que a junção dos 2 ajudou a reforçar o lado vilanesco e trazer um senso de ameaça real aos agentes. Já na ação, a cena lá do Mack com aquele dispositivo remete ao episódio 2 da primeira temporada, haha. O Ward usa um dispositivo similar (ou igual) para enfrentar uns inimigos no Peru. A cena do Mack com o Sousa tem uma vibe divertida, mas eu gostei do plano de usar os Chronicons como um míssil, haha. E sim, o CGI nessa cena tava impressionante. No lado da Kora e Daisy, entendo sua frustração com a Kora, é bem coerente. Mas, acho que uma pessoa manipulada por tanto tempo como ela pode realmente ser tão volátil assim. Existem pessoas assim na vida real, mas concordo que seja na ficção ou na vida real, esse comportamento é irritante. A Daisy lidou bem com a situação em outra cena visualmente boa. O ataque do Garrett foi ok, concordo que ele podia não ter sido desperdiçado. A questão dos poderes da May é ok também e quanto a Yoyo, imagino que o orçamento desses episódios foi altíssimo, então fiquei feliz em ver uma cena dela com os poderes (acho que no episódio seguinte).

Concordo que foi mais um episódio preparatório, mas eu acho que ele cumpriu sua função de maneira perfeita, tendo ainda alguns bons momentos.

Minha nota: 4,5/5

7×13: What We’re Fighting For

E lá vamos nós. Quando começou a abertura com os dizeres: Agents of Shield : Series Finale, eu e os meus amigos ficamos já naquela bad de perceber que eram os últimos 40-42 minutos dessa série que iríamos assistir. Eu sugeri essa série para eles, que também virou a série favorita deles, então eu sinto que teve uma vibe especial em assistir esse final juntos. Um acompanha há 1 ano e meio, outro há 4 ou 5 anos, eu há 7, mas enfim, colocamos e fomos em frente pra última missão.

E concordo com você, embora parte de mim achasse que eu deveria terminar triste o episódio final dessa série de certa forma, no fundo eu não queria mais tragédia pros personagens, eu só queria que eles terminassem feliz e bem. Eu queria terminar com um sorriso no rosto, e fico feliz de ter concluído esse objetivo. Eu fiquei boa parte do episódio sorrindo, e com certeza toda a sequência final, então eu estou grato por ter tido o prazer de acompanhar passo a passo uma jornada tão boa.

O Fitz conectando todos os pontos da história foi sensacional e fez valer a pena a sua espera. Ele entrou de uma forma inteligente e coerente na história, assim como na quinta temporada, e sendo uma peça chave para as resoluções finais.

Você pontuou umas questões como a luta da Daisy e Nathaniel e a ameça final dos Chronicons, mas eu não podia ligar menos para chamar isso de problemas, haha. Antes do episódio, eu e meus amigos fizemos um bolão e a única personagem que a gente cravou 100% que não teria chance alguma de morrer foi a Daisy, e ela foi a que chegou mais perto, haha. Justamente pelo fato de eu estar assistindo como 2 amigos muito empolgados eu achei a luta sensacional. Talvez o momento tenha sido um pouco anti-climático, mas a luta em si eu achei show, e a gente tava comemorando a cada golpe acertado naquele miserável, e ficando preocupado com cada golpe levado, pois ele estava forte e lutou bem. A intercalação dessa cena com a da Yoyo batendo nos Chronicons e com a do Coulson e May arrebentando um outro grupo de Chronicons fez eu achar esse episódio um dos com as melhores sequências de ação da série. Pode ser meu lado fã falando, mas eu honestamente não acredito que seja exatamente o caso, pois acho que foi muito bom dentre as limitações, especialmente de orçamento, em um episódio já claramente caro. O momento final com a destruição da nave foi bem épico e me fez questionar (por alguns segundos, haha) o destino da Daisy, mas isso logo foi resolvido com uma vibe Peter Quill em Guardiões da Galáxia, com um resgate rápido, e logo depois, com a ajuda da Kora.

OBS: Se fosse questionar algo, seria o uso da combinação dos poderes de Kora e May para mudar a mente dos Chronicons. Eu entendi a importância da autorização da Sibyl e o uso dos poderes da May. E por mais que os poderes da Kora sejam grandes, não sei se entendi como os poderes dela e da May se conectaram. Se fosse algo para ampliar a força do sinal ou algo do tipo com a energia da Kora seria mais ou menos ok, mas ela lançou um raio lá, kkkkkk. Não entendi muito, mas não liguei também, haha.

Confesso que me surpreendi muito com a aparição do Reino Quântico na explicação do Fitz, mas realmente encaixou bem, e permitiu construir bem essa ideia de linhas temporais alternativas. Se eles estão na linha do tempo dos filmes ou na já bipartida da quinta/sexta temporada eu não sei exatamente, mas como você, não me importo tanto, haha.

A conexão com o final da sexta temporada me surpreendeu muito também. Foi legal ver Piper e Flint (e Davis LMD), mas o fato da versão da Simmons antiga estar do lado do Fitz e não saber foi curioso,haha. O Sousa cortou um pedaço do monólito, a Yoyo ajudou ela mesmo no passado. Surreal, mas bem encaixado e amarrado. Respeito aos produtores, roteiristas e showrunners,que sempre conectaram a maioria das pontas soltas da série (exceto Vijay Nadeer, RIP). Basicamente tudo que eles apresentaram eles explicaram ou reaproveitaram eventualmente, como o Gravitonium, a Robin, os Kree/Inumanos, os monólitos, os Chronicons, etc. Excelente trabalho.

Mas é verdade que a reunião (FINALMEEEENTE) definitiva de Fitz-Simmons foi um dos grandes pilares do episódio final. Eu já suspeitava, mas assim que ele falou o nome Alya (bom nome pra uma filha, eu pensei) eu já achei que ia ter uma filha na área, mas não fiquei menos feliz em vê-la, haha. Foi um desfecho justo e digno para eles. Realmente terem a oportunidade de viver.

Concordo que o conteúdo do episódio é quase o de um episódio-temporada mesmo, mas acho que é o que acontece quando você tem que explicar tudo o que aconteceu com o Fitz após a sexta temporada tendo 2 episódios e meio com o ator, haha.

Quanto aos desfechos, tudo perfeito. Coulson naquele dilema existencial, mas ainda aproveitando a vida e se auto-descobrindo. Acho legal, mas creio que o personagem deu indícios suficientes que se desligará para sempre em algum momento. Com certeza ele não quer ver todos os seus amigos envelhecerem e morrerem, mas enquanto não passa tanto tempo, acho que ele ainda ficará por aí.

Mack continuando na Shield é legal, sendo um diretor estiloso e com recursos agora. Yoyo de agente foi legal, ainda mais trabalhando com Piper e Davis LMD. May sendo mentora na Academia Coulson foi bonitinho, pois é uma homenagem legal e algo realmente diferente pra personagem, mas que combina com sua nova versão empata, e que já prefere estar mais nos bastidores do que nos holofotes da organização. E que também é um tributo ao Coulson, um professor de tantas maneiras (e de forma literal no Framework).

Fitz-Simmons estando felizes e “aposentados” com sua filha é o fim mais bonito, justo e merecido para este excelente casal (um dos melhores de qualquer produção para mim), que desafiou as circunstâncias adversas de sobrevivência (primeira temporada, quando escaparam do mar), friendzone + problemas psicológicos + distância (segunda temporada, com a Simmons inflitrada na Hydra e depois a dificuldade de se reconectarem), espaço + Will (terceira temporada, com a Jemma indo para Maveth), dimensões (quarta temporada, quando o Fitz ficou preso na “Dimensão Espelhada”), uma realidade alternativa que mudou um deles drasticamente (quarta temporada com consequências até a quinta, por causa do Framework + Aida), tempo (quinta temporada, com Fitz-Simmons ficando anos de distância um do outro), morte (quinta temporada, com a morte do Fitz no final), espaço novamente (sexta temporada, com o Fitz junto com o Enoch e separado da Jemma), e linhas temporais diferentes (sétima temporada, como dito nesses últimos episódios). Enfim, eles precisavam ter um final feliz, e tiveram, apesar das adversidades. Novamente, ajudaram a salvar o mundo apesar de todo o custo que poderia ter para eles, são realmente grandes heróis que nunca desistem.

OBS: Fitz não precisou de Homem-Formiga para explicar o que era o Reino Quântico, chupa Stark, kkkkkk

Poético deixarem Coulson e Daisy pro final, pois eles foram os protagonistas dessa série, se temos que definir algum. Legal ver que a Daisy tá continuando a vida como agente, se aventurando no espaço, em missões que provavelmente renderão excelentes histórias ao lado da sua agora redimida irmã (não vou criticar, melhor do que elas terminarem se matando, haha) e do sempre certinho Sousa, que tentou se sacrificar, mas foi impedido pelo Deke, mas que é um bom par pra Daisy, que sempre mereceu ser feliz.

Falando do Deke, senti falta de uma cena pós-créditos com ele, mas acho que tudo ficou de bom tamanho. Achei o arco dele nessa temporada muito bom, seja como o único que se importa com o Enoch, ou sendo o apoio da Simmons, o cara que cuidou do Mack quando necessário, mesmo sem pedirem e o cara que mais uma vez salvou a todos. Ele estava disposto a se sacrificar junto com o Enoch na quinta temporada, foi o voluntário pro teste do equipamento pra entrar no templo na sexta temporada, e agora, magistralmente, se sacrifica para o bem da linha do tempo antiga. Ele, de forma hilária, interrompe o discurso melodramático de despedida do sempre altruísta Daniel Sousa para mostrar que ele era o cara para o serviço. Ele entendia da questão elétrica necessária e era o que tinha menos a perder de certa forma. Certo, que tanto ele quanto o Sousa eram pessoas fora de seu tempo, mas o Deke sabia que o Sousa e a Daisy estavam tendo um relacionamento que parecia estar indo para uma direção séria, então vencendo o seu desejo, ele faz o sacrifício final para permitir que sua amada volte à linha do tempo e seja feliz, como ele sempre quis que fosse. Um herói que aceita a friendzone, e mesmo rejeitado por muitos ainda está disposto a sempre ajudar seus amigos e sacrificar por ele merece respeito. Deke Shaw, viajante do tempo, deslocado no tempo em todos lugares desde a metade da quinta temporada, mas agora é, em uma delas, diretor da Shield e um grande astro do rock dos anos 80. Super merecido, torcendo para que ele dê certo nessa linha do tempo. Mas acredito que dará, pois ele sempre se vira. Triste que a Daisy não vai existir nessa linha do tempo, mas tenho certeza que o jovem Mack vai admirar ele, e quem sabe ele não conhece uma versão de Fitz e Simmons no futuro, onde ele será bem mais velho que eles, haha. Nunca se sabe. Mas respeito ao cara, outro grande herói.

Para encerrar, nosso grande e querido Coulson encerra a história dando um rolê de terno e óculos escuro em sua nova Lola moderna ultra-turbinada e não poderia ser melhor. Se no fim da quinta tivemos ele encerrando no Taiti, o lugar mágico, aqui temos a referência ao final do primeiro episódio, onde ele dirige a Lola voando ao lado da Daisy. Nada melhor para ver o mundo do que um carro voador, né?

Mas, é isso. Se encerra a série mais duradoura da Marvel, e a Marvel TV basicamente se despede com a série que a iniciou (não sei se conto com Helstrom). Muitos zombaram da série, acharam que ia ser cancelada na primeira temporada, e ela foi sobrevivendo. Foi duro ser fã e nunca saber se teria uma nova temporada. A série quase foi cancelada na quarta e depois na quinta também. Até ajudada Disney teve pra manter a série no ar. Antes de sair do cargo, a presidente da ABC, que sempre elogiou a série lançou o mic drop e renovou a série pra mais 2 temporadas, permitindo que eles construíssem um final digno. Fiquei receoso que eles poderiam não conseguir concluir tão bem, mas estou feliz em estar errado. Agent Carter começou e acabou (com uma boa conecão com AoS no final com o Sousa), Inumanos fracassou, Manto & Adaga e Fugitivos começaram e acabaram, e até o badalado núcleo da Netflix, com 6 séries um pouco mais conectadas, caiu um por um, antes do fim Agents of Shield.

Aceito discussões com Demolidor, Legião, Patrulha do Destino, The Boys ou The Umbrella Academy (o pessoal geralmente diz que Justiceiro é boa, mas ainda não vi), mas Agents of Shield é sem dúvida a melhor séries de heróis de TV aberta americana, fazendo um bom uso dos 22 episódios com diferentes arcos (Gotham conseguiu um certo sucesso com uma tática similar depois). Nas temporadas de 13 episódios, não acertou tanto na sexta, mas fez um excelente trabalho nesta sétima temporada.

Acho que o ar familiar da produção ajudou a série a se manter nos eixos. Os memos showrunners estão desde o início e fizeram um bom trabalho. Acompanho muitos envolvidos na série nas redes sociais e todo mundo é bem unido, desde o elenco até membros da produção. Sem contar que a série foi criada por 2 irmãos e a esposa de um deles, sendo que Jed Whedon e Maurissa Tancharonen contiuaram na série inteira. Kevin Tancharonen, irmão da Maurissa, dirigiu vários episódios da série e Jed Whedon dirigiu alguns dos melhores, como Self Control e The End (ou The Real Deal?). O Joss Whedon dirigiu o piloto, Elizabeth Henstridge dirigiu um dos melhores episódios da série (7×07 – As I Have Always Been) e Clark Gregg dirigiu um bom episódio (6×01 – Missing Pieces) e um excelente episódio (5×06 – Fun & Games). Jed, Jeffrey e Maurissa roteirizaram vários episódios da série, a maioria de destaque. Já tivemos até a participação de Maurissa como atriz na série no 6×04 – Code Yellow, que curiosamente foi dirigido pelo sempre competente supervisor de efeitos especiais da série, Mark Kolpack, que interage bastante com os fãs no Twitter. Sempre via os atores e membros da equipe se reunindo na casa da Chloe que era em Los Angeles, ou fotos de Iain DeCaestecker, Nick Blood e Jeff Ward em um bar juntos, a amizade tanto da Chloe com o Jeff, quanto com o Clark e Elizabeth, enfim, muitos momentos que provavelmente mostram que era um ambiente de trabalho muito legal, que provavelmente ajudar a manter tudo nos trilhos. A filha do Jed e Maurissa nasceu e cresceu durante a série e quando você os bloopers/erros de gravação, ou alguns vídeos (como um em que tá o elenco todo numa aula de dança pro aniversário da Maurissa, kkkk) você vê que eles provavelmente se divertiram muito na produção dessa bela série, imagino que ainda mais nessa temporada.

Mas enfim, citando Vingadores Ultimato, parte da jornada é o fim, e o quão bom foi ter esse final tão bom quanto foi. Fiquei triste, feliz, empolgado, preocupado, como tem que ser. Mas no fim o sentimento foi de satisfação e gratidão. Me sinto como Bobbi e Hunter na despedida de espiões, é triste dizer tchau para essa equipe, mas fico feliz de acompanhar um pouco mais do que ele puderam.

Minha nota: 5/5

Nota da temporada: 4,5/5 – Sei que a nota da temporada não é uma média para você, mas sua média deu 4,15/5, então 4 estrelas faz sentido, a minha deu 4,35, então acho que 4,5 faz sentido também pra mim, haha.

Meu ranking de temporadas:

Quarta: 5/5
Quinta: 4,5/5
Sétima: 4,5/5
Terceira: 4,25/5
Segunda: 4,15/5
Sexta: 3,85/5
Primeira: 3,5/5

A média dá 4,25, mas pra botar em estrelas vou com o coração e dar um 4,5/5 para a série como um todo, mas um 4/5 tá de bom tamanho. Tipo, 4/5 de qualidade e 5/5 pro que significou pra mim e o quando eu me importei com os personagens. Então minha noa final da série é:

Nota final da série: 4,5/5

OBS: Fico feliz que a série terminou bem, e mais feliz que eu pude indicar pra outras pessoas e algumas delas acompanharam e curtiram muito também. AoS fez parte da minha jornada por muito tempo e é duro dizer adeus, mas faz parte. Fico feliz também pelas suas críticas, sempre coerentes e de qualidade, mesmo que eu nem sempre concorde 100%. Feliz também que meu desejo do ano passado (quando comecei a acompanhar suas críticas) de que a gente concordasse mais nessa temporada foi realizado, hahaha. Uma média de 4,15 pra você e uma de 4,35 pra mim tá bom, lembrando que discordamos muito na sexta temporada. Eu ainda não acho que foi esse desastre todo, mas reconheço que foi mais fraca do que a maioria das outras temporadas, mas tudo isso foi redimido nessa. Vou sentir falta das suas críticas da série, mas agora pode ter certeza que você não vai ver meus textões sobre AoS, haha. Vou fazer meu comentário do final de Stargirl depois, e se for você que for fazer a segunda temporada de The Boys aqui no site, eu assisti a primeira temporada recentemente e com certeza vou vir comentar a segunda por aqui. No mais, abraços aí, e nos vemos pelo site.

Um adeus para os agentes, eles não foram agentes de nada, foram agentes da Shield. A última linha de defesa da Terra, o Escudo. Farewell, Agents of Shield!

OBS2: Duvido muito, mas adoraria um spin-off de um desses desfechos da série, ou a inclusão de qualquer um desses personagens (principalmente a Daisy) no MCU, mas acho muito difícil, haha. Mas sonhar ainda é de graça, haha. Quem perdeu mesmo foi o tio Kevin Feige por não levar em consideração uma produção tão boa que fez tanto com tão pouco, e também quem desistiu pelos primeiros episódios. Mas a arte é eterna, e ainda há tempo de voltar e assistir, haha. Mas que venha as séries do Disney+ agora, mais conectadas e relevantes. Abraços!

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Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 20:17

NOOOOOOOSSA!!!! Que tratado! Que comentário fenomenal! Agradeço imensamente por isso tudo e por seus constantes comentários aqui. Para te responder, vou pinçar algumas de suas frases e fazer meus comentários logo abaixo:

“Não tô dizendo que a série não tem defeito nenhum, mas acho que os defeitos são poucos para uma série de TV aberta americana de mais de 100 episódios.”

– Exato. Uma RARIDADE ver isso acontecer em uma série desse tipo. TV aberta americana costuma ser foco de porcaria no que se refere a séries de TV e AoS pode com certeza bater no peito e orgulhar-se por ser uma exceção.

“Eles estavam presos à fórmulas de quantidade de episódios, mid-seasons, tempo de duração limitado e imutável, sem liberdade pra explorar tudo o que quisessem, mas ainda assim fizeram algo digno de nota. Fizeram representatividade (seja latina, negra, asiática, etc.) sem parecer forçado, fizeram alusões à realidade da sociedade, como no Framework, sem exagerar, e mostraram que dá para fazer uma programação de qualidade em um formato longo de temporada.”

– Dá vontade de colocar isso aqui em uma moldura!

“A primeira temporada começa mais lenta mas com várias sementes do estava pro vir (Gravitonium no episódio 3, escrita dos Kree/Inumanos no episódio 4, por exemplo), mas engrena com o episódio 13 (o bom T.R.A.C.K.S.) e mais ainda com o 17 (o excelente Turn,Turn,Turn) com as conexões com Capitão América: Soldado Invernal, e segue forte até o final. Era chato ver o pessoal falando mal da série só tendo visto os primeiros episódios. Nessa época não havia muitas séries de heróis (só Arrow, que estava em alta com as boas primeiras temporadas), então acho que o pessoal não levava o gênero muito a sério.”

– Até hoje rio quando as pessoas dizem que largaram AoS por causa da primeira temporada, sem nem fazer referência a esses episódios que você citou e a tudo o que a série se tornou. E o mais triste é que boa parte dessa galeria que fala até hoje mal de AoS sem ter visto, gosta de qualquer porcaria que a CW solta…

“e mais ainda na grande quarta temporada, em que foi o ápice da boa utilização de 22 episódios pra mim, com excelentes 3 arcos que unem no final”

– Uma lição rara de como se fazer série de 20 e tantos episódios!

“No início, o ponto alto pra mim eram as conexões com os filmes, mas com o tempo, a mitologia da série passou a ser tão interessante pra mim que as conexões com os filmes eram mais como um bônus pra mim.”

– Exatamente meu sentimento sobre a série.

“E o Enoch salva o dia de novo. Se eu entendi bem ele espalhou essas peças pelo tempo para que o dispositivo final pudesse ser montado. Já não bastava salvar os agentes na quinta temporada, ajudar o Fitz durante toda sexta e salvar ele e a Simmons no final, salvar todos novamente na sétima, agora ele foi responsável por ajudar a trazer o Fitz de volta e salvar as 2 linhas do tempo.”

– SIM. O Enoch salvou a galera mais uma vez ao distribuir os 0-8-4s pelos agentes ao longo das décadas! Sensacional uso da “ausência” do Chronicom depois do arco dos anos 30.

“Talvez o momento tenha sido um pouco anti-climático, mas a luta em si eu achei show, e a gente tava comemorando a cada golpe acertado naquele miserável, e ficando preocupado com cada golpe levado, pois ele estava forte e lutou bem.”

– Não consegui gostar da luta. Achei fraca e em uma ambientação feia, sem graça. Mas, como eu disse, esse é apenas um mero detalhe!

“Se fosse questionar algo, seria o uso da combinação dos poderes de Kora e May para mudar a mente dos Chronicons.”

– Concordo. Foi meio aleatório mesmo, mas, novamente, apenas detalhes…

“Um herói que aceita a friendzone, e mesmo rejeitado por muitos ainda está disposto a sempre ajudar seus amigos e sacrificar por ele merece respeito. Deke Shaw, viajante do tempo, deslocado no tempo em todos lugares desde a metade da quinta temporada, mas agora é, em uma delas, diretor da Shield e um grande astro do rock dos anos 80.”

– Quem diria, não é mesmo? Um personagem meio que largado pelos cantos dando essa incrível volta por cima. Gostei muito do que fizeram com ele nesse episódio, inclusive ele interrompendo o discurso de Sousa para dizer que “não, quem tem que ficar sou eu e pronto”.

“Nota da temporada: 4,5/5 – Sei que a nota da temporada não é uma média para você, mas sua média deu 4,15/5, então 4 estrelas faz sentido, a minha deu 4,35, então acho que 4,5 faz sentido também pra mim, haha.”

Nossa! Você fez até a minha média? Obrigado! Bom saber que minha visão geral bateu com minha visão das partes!

“Fico feliz também pelas suas críticas, sempre coerentes e de qualidade, mesmo que eu nem sempre concorde 100%. Feliz também que meu desejo do ano passado (quando comecei a acompanhar suas críticas) de que a gente concordasse mais nessa temporada foi realizado, hahaha. Uma média de 4,15 pra você e uma de 4,35 pra mim tá bom, lembrando que discordamos muito na sexta temporada.”

Discordar faz parte! E eu é que agradeço por sua companhia e prestígio aqui nas críticas e comentários!

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 16 de agosto de 2020 - 20:38

Isso aí, cara. Valeu pelas interações aqui, é sempre bom discutir as séries que você gosta com outras pessoas que gostem dela. Valeu também por destacar meu comentário, demorou um tempo para pensar nas palavras certas, haha. Se eu tivesse postado mais próximo da data da crítica acho que teria gerado mais interações, mas faz parte. Eu esperei meus amigos para poder assistir, mas foi uma experiência bacana. Abraços aí, e nos vemos em críticas de outras séries! Site tá bem legal agora, continuem o bom trabalho!

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 02:51

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 16 de agosto de 2020 - 22:42

Mas o Fitz não diz logo no começo do episódio que eles podem voltar pra timeline original se seguirem o plano certinho? Que era a única chance de vencerem?

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 02:51

Eu tenho dúvidas se essa timeline original que ele se refere é a do UCM ou é a timeline já divergente de antes, na 5ª temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 17 de agosto de 2020 - 09:27

pelo que eu entendi era a timeline deles no templo na 6º temporada, mas vai saber com certeza hahahaha

Leandro 16 de agosto de 2020 - 11:38

Valeu a pena! Não esta facil dizer adeus!

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 14:58

Não está mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro H Santos 16 de agosto de 2020 - 09:51

A minha experiência com o episódio final foi até engraçada. Eu preparei tudo para conseguir assisti-lo sem nenhuma distração e no final eu achei que faltava algo, como se faltasse o clima pesado que a série apresentou nas temporadas do meio, talvez as melhores rs, principalmente comparando com o “The End” da 5ª temp.
Então eu li a sua crítica, Ritter, e consegui ver o que estava de baixo do meu nariz, é um final homenagem a toda a série, e realmente é perfeito nisso. Ele não só faz com os personagens o que eu imaginaria do futuro deles, como faz muito melhor.
No meio da minha expectativa de ver um drama pesado eu não percebi que eles estavam dando personagens mais reais do que eu esperava em um episódio mais sentimental do que eu esperava, foi um presente que eu não vi chegando.
No fim eu revi o episódio e passei a amar cada cena como sendo as últimas vezes que veria algo novo feito com esses personagens. As explicações mirabolantes do Fitz, a paixão entre ele e a Jemma, as despedidas difíceis da Skye, o prazer do Coulson em ver essa família que ele montou, o grande coração do Mack, a maternidade da May e a vontade de ação da Yo-Yo. Sem contar o final perfeito do Deke, ele não merecia algo diferente do que comandar sua própria shield em um universo paralelo.
Foi uma bela viagem, eu acompanho semanalmente desde a 1ª temporada e a série significa muito pra mim. Não vai ser fácil deixar pra trás mas é gratificante saber que em um universo que esses personagens existam eles continuam bem.
Obrigado pelas críticas semanais, Ritter. Acho que para todos os que leem e comentam em suas críticas elas mais do que comentam os episódios, elas complementam cada um. Obrigado por planejar duas listas mais a crítica da temporada.
Aguardo para ler esses últimos materiais de Agents aqui no site

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 15:02

Que depoimento bacana, @pedro_h_santos:disqus ! Fico feliz em ter ajudado a apreciar esse final maravilhoso!

E eu é que agradeço pela companhia ao longo desses anos todos. Isso fez toda a diferença!

Abs,
Ritter.

Responder
Heider Mota 16 de agosto de 2020 - 02:19

Feliz demais pelo episódio final ter sido satisfatório. Queria tanto um spin-off ou o aproveitamento de alguns personagens em futuras produções… Só o tempo dirá se vai acontecer. De qualquer forma, valeu a pena essa jornada de 7 anos. Agents of SHIELD forever!

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 02:40

Que legal que gostou! E com certeza valeram a pena esses sete anos!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 15 de agosto de 2020 - 17:02

Eu não assisti esses episódios ao vivo, eu não assisti no dia seguinte, e quase não assisto hoje, não queria me despedir, mas o momento chegou, e que momento maravilhoso, estou absolutamente feliz pelo que a série conseguiu ser, quase sendo cancelada todos os anos, com corte de orçamento por parte da ABC todos os anos, e mesmo assim nunca deixou de melhorar, nunca deixou de superar a temporada anterior, e inclusive nunca deixou de superar a imensa maioria dos filmes do MCU. Como vc também sorri ao longo de ambos os episódios, mas também chorei.

Eu não tenho nem o que falar além disso, apenas que achei os episódios perfeitos, e que se o Feige continuar ignorando a série quem perde é ele.

PS: E, tenho que dizer, que você foi parte integrante da minha experiência, desde a primeira critica que eu li, mesmo quando eu não comentava, sempre precisava vir aqui logo após assistir o episódio, seu trabalho é magnífico, sempre me mostrando pontos que eu não tinha percebido antes, sempre falando com propriedade e maestria, obrigado.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 20:36

@brunosouza18:disqus , MUITO OBRIGADO meu caro! Fico muito feliz de ter feito parte integrante de sua experiência. Pode ter certeza que você e os demais leitores TAMBÉM foram partes integrantes de minha experiência com a série e com o Plano Crítico como um todo!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 15 de agosto de 2020 - 16:37

Antes de começar a ler vou deixar registrado que estou digitando em forma de espirito, por que morri junto com esse final.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 20:36

Estamos todos escrevendo em espírito depois desse final!

Abs,
Ritter.

Responder
João Paulo 15 de agosto de 2020 - 16:11

Também fiquei com sorriso no rosto e ao mesmo tempo com olhos marejados por ser o final, meu caro. Agents of S.H.I.E.L.D. foi uma série renegada pela Disney. Mas olharam com carinho na reta final para sair um final justo e emocionante, inclusive conectando-a ao MCU. Até me penitencio de não ter assistido a série toda (acho que vou ver se consigo assistir desde a primeira temporada agora que terminou) e concordo que ficou muitas pontas para vários spin-offs. Digo mais: torço para muitos dos personagens (e seus intérpretes) sejam aproveitados nos filmes e nas séries do Disney+.

Que venha a última temporada de Better Call Saul e suas ótimas críticas.

Abs!

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:43

Sim, a série foi tratada com patinho feio, mas ela deu a volta por cima e acabou muito bem. Agora me diga: o que você não viu de AoS?

Nossa, Better Call Saul é outra que fará falta absurda!!! E obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
João Paulo 16 de agosto de 2020 - 10:43

Só assisti essa última temporada e alguns episódios das outras na Globo.

Responder
João Paulo 16 de agosto de 2020 - 10:43

Só assisti essa última temporada e alguns episódios das outras na Globo.

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 15:02

Cara, então você deve a você mesmo ver desde o começo!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 15 de agosto de 2020 - 14:03

Essa série vai deixar saudades!!
Não me importo com o final corrido, com a luta da Dayse com Nathaniel e nem com a Cora de uma hora pra outra soltar uns raio que reprogramamou os Chronicoms, DANE-SE!!!!
Tudo que eu queria era ver Fitz-Simmons finalmente ficarem juntos e felizes, e sem contar aquela cena da May atravessando o vidro do telhado e falando “A cavalaria”(surtei nessa hora), ESSE EPISÓDIO FOI PERFEITO NÃO IMPORTA O QUE FALEM!!!!
Ps: MAOS se preocupou em responder perguntas que ninguém nem tinha se perguntado, tipo quem eram as pessoas nos trajes que chegaram pra buscar todos junto com a jemma no final da temporada passada e simplesmente sumiram depois disso(juro que não lembrava e não vi ninguém se lembrando)
Ps2: Aliás, isso quer dizer que ainda na 6 temporada eles já sabiam o que fazer no final da série nessa hora me senti vendo Dark.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:37

Sim, bem lembrado: a entrada de May foi excelente!

Sobre seus Ps:

1. He, he. Foi bacana esse retorno à 6ª temporada, mesmo que ela não tenha sido muito boa…

2. Creio que essas duas “meia-temporadas” foram produzidas simultaneamente, pelo que eles deveriam saber sim o final de tudo já na 6ª.

Abs,
Ritter.

Responder
Jimbo, the drag clown 15 de agosto de 2020 - 12:38

Essa série merece um ranking de temporadas. Só acho.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:37

E não só isso! Só aguardar!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Oliveira 15 de agosto de 2020 - 12:07

Excelente temporada e excelente final. Assim eu esperava uma luta épica contra os Chronicoms e tbm esperava retornos de personagens, me decepcionei com esses 2 pontos, mas são dois probleminhas q n diminuem o mérito desse final e dessa temporada tbm. Que venham os spin offs se a Marvel permitir

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:37

Exato. O final tem problemas, mas eles foram soterrados pela forma elegante como conseguiram acabar tudo, seja retornando para a 6ª temporada, seja trazendo Piper e Flint novamente, seja dando os finais perfeitos a cada um de seus personagens!

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 15 de agosto de 2020 - 09:58

Como eu só assisti ao episódio 12, vou falar só dele.
Esperava muito mais, embora pelo que veio antes não dava pra esperar tanto… Não me convenceram os vilões. Mallick e a trupe dele estão abaixo da média da série, e todos eles sabiam muito bem da localização do bar do Koeing, por que não o explodiram junto com o resto?
A conversinha da kora com Daisy também foi de doer… Roteirista preguiçoso, como diria Deadpool…
No fim, pra mim valeu apenas a referência aos 084s e pela satisfação ao confirmar que Victoria Hand estaria no episódio (embora eu esperava que ela fosse o mcguffin do episódio, a demorar pelo nome dele? Ou só eu matei essa charada na hora em que vi o nome do episódio?)
Enfim, nos resta 1, vamos a ele.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Como assim você conseguiu parar no 12????????????

Mas eu achei o episódio um bom “preparativo”, digamos assim, para o final.

Abs,
Ritter.

Responder
andrefbr 15 de agosto de 2020 - 08:00

Não me lembro da última vez que gostei tanto de acompanhar uma série, logo, sou suspeito pra dizer isso, mas QUE FINAL MARAVILHOSO. No fundo eu sempre soube que tinha valido a pena ter aguentado aquele terrível começo da primeira temporada. Agora, foi impossível não terminar com um sorrisinho bobo no rosto.

Parabéns pela(s) crítica(s) da série e que venham outras mais.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Obrigado, @andrefbr:disqus !

Uma baita série, com um baita final!

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 15 de agosto de 2020 - 05:38

Ritter meu querido, cheguei aqui nas críticas durante a 3ª temporada e desde então acompanho todas as críticas do site, tudo graças a você!

Eu sempre vi tanto potêncial em Agents Of SHIELD, sempre me esforçei para representar uma boa imagem diante o inicío controverso da série (particularmente eu gosto!). E quando cheguei aqui, me deparei com seu entusiasma sem nunca deixar de lado a visão profissional, você também viu potêncial na série e nunca deixou de falar isso, logo, me apeguei a todas as críticas e estive diversas vezes interagindo nos comentários. Enfim, não passei os 7 anos ao seu lado, porém, fiquei até o fim de onde peguei o bonde andando, agradeço muito! <3

Já agora comentando o final... QUE FINAL PERFEITO! Quer dizer, como você disse, nada é perfeito, mas foi MUITO satisfatório para mim o rumo que cada personagem teve. Agents Of SHIELD sempre foi de altos e baixos, e mesmo no seu mais baixo, ela agrada em algo, muito pela química do elenco. Enfim, não vou prolongar muito aqui, foi satisfatório e só isso importa. Vou sentir tanta saudade... Como você disse, espero que eles voltem em spin-off ou participações especiais, potência tem, é isto.

Abraços!

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Que legal, meu caro @Luanzinhi:disqus ! Fico muito feliz por esse tempo que passamos juntos e espero que fiquemos mais outros sete anos pelo menos, pois nós não vamos a lugar algum e certamente nos depararemos com outras séries incríveis assim!

Abs,
Ritter.

Responder
Christian Allen 15 de agosto de 2020 - 04:07

Final perfeito… Para uma série épica!
De todos os series finale que já passei, este com certeza é o que mais mexeu comigo, o que mais me deixou órfão, o que mais sentirei falta. 😢
E a experiência foi muito mais completa nesses anos com suas críticas Ritter, que vinha ler assiduamente após cada episódio. Aliás graças a AoS vim parar no PC numa pesquisa no Google alguns anos atrás. Obrigado!
Sem mais, vou ali amargurar no meu luto.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Obrigado pelo prestígio, @christianallencarobasilva:disqus ! E que legal saber que você parou aqui por causa das minhas críticas de AoS! Mais uma razão para eu gostar tanto dessa série!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Madelú Lustosa 15 de agosto de 2020 - 04:07

Senti muita falta do Fitz nessa temporada, mas ao mesmo tempo reconheço que eles fizeram um trabalho incrível mesmo na ausência do Iain, que para mim sempre foi uma contribuição mais que fundamental em todas as temporadas anteriores. Também fiquei triste por tão pouco ter sido mostrado do casal FitzSimmons, maravilhosos e donos de parte das melhores cenas de AoS (mas compreendo e aceito o fato de que fizeram o melhor que podiam, dadas as circunstâncias. Aliás, já é um alívio saber que FINALMENTE eles terão um pouco de paz juntos).

Comecei a assistir a série aos 14/15 anos, hoje tenho 21 e realmente soa como o fim de uma era pra mim… Passei a ler as críticas lá pela segunda temporada e, desde a primeira que li, sempre precisava vir logo depois de assistir o episódio. Então é isso, quero agradecer, pois a minha experiência com AoS, essa série perfeita, foi ainda melhor por sua causa. Vou vir correndo acompanhar o que mais sair por aqui sobre Agents of Shield, como sempre fiz, e já estou com saudade de assistir um episódio novo e fechar com chave de ouro com o seu excelente trabalho. Obrigada!!!

Ps.: Ainda não superei a saída definitiva do Ward da série, me julguem kkkk

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Vou começar pelo seu P.S.: Ward começou a série muito mal. Péssimo ator e personagem clichê bem fraco. Quando veio o twist, TUDO MUDOU e ele se tornou relevante, o ator melhorou e eu passei a amar o sujeito. Também não superei a saída dele não, minha cara!

Sobre o Fitz, a produção não tinha como usar o ator em razão de outros compromissos dele e a solução que eles encontraram foi muito boa. Além disso, foi uma ausência tão constantemente mencionada pelos personagens que às vezes parecia que ele estava bem presente ali nos bastidores. Achei que funcionou muito bem considerando tudo.

E obrigado pelo prestígio em acompanhar minhas críticas há tanto tempo! Espero vê-la outras vez aqui pelo site!

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Wilton 15 de agosto de 2020 - 03:28

Marvel jogando na nossa cara o multiverso (linhas temporais aqui), Kora e Daniel são o mesmo que o capitão américa = Sairam de suas linhas originais e estão vivendo em outra. E tudo isso através do reino quantico, não só tá aprensentando uma ideia de como será o multiverso como também o meio de se transitar entre elas. Abstraim se viajei demais, n manjo das historias kkkkkkkk.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Sim. Fizeram na TV o que Vingadores: Ultimato fez no cinema!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Sousa 15 de agosto de 2020 - 02:48

Bom, essa série dispensa meus elogios há algum tempo (tipo, desde sempre; por sinal a 6ª foi um delírio coletivo) e esses episódios foram sensacionais, eu quase nunca choro em nada; Ultimato arrancou algumas lágrimas; e o final arrancou-o moralmente, não tinha mais água em mim de tão eufórico que fiquei, não perco isso nem enquanto escrevo o comentário, as palavras ficam sumindo e o corpo n reage, a terapia deles me doeu e abateu. Espero os próximos posts ansioso, com um vazio.

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Agents… eu te amo mil milhões https://uploads.disquscdn.com/images/2501028e11c7fcce3b4d0b96dcb5a76ea4abf3a708e42e7ff93b0811679bede1.png

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Calma, calma. Eu te entendo perfeitamente, mas sempre poderemos rever AoS!

Abs,
Ritter.

Responder
Thelmaryo Vieira Lima 15 de agosto de 2020 - 02:28

Excelente critica e muito obrigado por seguir falando da série por todos esses anos.

Sobre o episódio devo confessar que a luta entre a Daisy e o Nathaniel me decepcionou, foi uma boa luta, mas acho que coloquei muita expectativa, em compensação adorei o momento “Cavalaria”. Também achei genial a ligação com o final da 6 temporada e adorei o final de todos os personagens.

Achei o final foi bastante satisfatório, foi realmente uma carta de amor para os fãs e tiveram o cuidado de deixar brecha para a Marvel utilizar qualquer personagem em produções futuras, todos os envolvidos estão de parabéns pelo que fizeram com a série durante esses 7 anos. Enfim, foi um final digno para a melhor série de heróis…

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 17:02

Eu é que agradeço o prestígio, @thelmaryovieiralima:disqus !

Sua definição foi perfeita: uma carta de amor aos fãs. A temporada veio mesmo “premiar” quem acompanhou tudo mais ou menos como Vingadores: Ultimato também fez no cinema.

Abs,
Ritter.

Responder
Zoom 15 de agosto de 2020 - 00:18

eu não costumo comentar muito aqui, só queria agradeçer a vcs que sempre manterem um grande trabalho, e só assisti essa obra-prima graças as suas criticas, sobre o final eu nem preciso falar nada, a critica ja resume tudo, é o fim dessa jornada mas estou sempre por aqui, muito obrigado a todos.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:56

Obrigado a você, @disqus_3w9sVcljij:disqus ! E fico feliz em saber que minhas críticas o atraíram para AoS!

Abs,
Ritter.

Responder
Zack 14 de agosto de 2020 - 21:22

grande temporada!! grande critica!!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 21:36

Sim!! E obrigado!!

Abs,
Ritter.

Responder
Oliver '87 14 de agosto de 2020 - 20:38

Mais uma grande serie pro meu hall. Que final espetacular, e como você comentou comigo algumas criticas atras, “eu nao me importo se eles tiverem o final feliz da Disney”. Cara, superou de longe, fora que deixaram varios ganchos em aberto, pra quem sabe um spin-off ou um filme. Vale a pena sonhar nao? Kkkk. Ritter, parabens pelas criticas por todos esses 7 anos de Agents, ninguém dava nada por ela e ela nos surpreendeu demais, quem nao viu perdeu, e muito. Abs e nos vemos de novo em FEAR, KKKKKK. PS: estou confuso com aquela amarraçao com a temporada anterior do Fitz e da Jemma, é um looping? Ou predestinaçao? O tiro, eles disfarçados carregando os corpos, a garota protegida, nus, a mente bugou kkkkk digno de Fitz-Simmons!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 21:22

Superou de longe MESMO. E tomara que um dia usem mesmo uma das possibilidades de spin-off ao menos. Seria muito bacana.

E eu é que agradeço seu prestígio!

Sobre a amarração, é como se toda a 7ª temporada fosse o Marty McFly que voltou para o presente voltando para o passado no De Volta para o Futuro II e encontrando com ele mesmo de longe, sem que o ele mesmo do passado soubesse que o ele mesmo do futuro (ou do presente, depende de sua interpretação) estava ali! Simples! HAHAHAHAHAAHHAHAAHAAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 14 de agosto de 2020 - 20:14

final maravilhoso! deu vontade de rever todas as temporadas…. uma coisa para entender melhor: podemos dizer que os pais de Mack não foram mortos? que todo o passado foi desfeito?

eu sem querer fui logo por episódio 13, achando que os 2 iriam passar em sequência e soltei um mega grito com meu Fitz kkkkkkkk e Alaya? outro grito!!!!! lindo demais, pelo menos não fizeram a ideia deles velhinhos ou mortos e ambos serem LMD

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 21:22

Deu vontade de rever tudo mesmo!

Sobre sua pergunta, entendo que não. A viagem ao passado e as modificações feitas na história abriram outra linha temporal paralela em que sim, os pais de Mack morreram, todas as bases da SHIELD foram destruídas pelos Chronicoms, Daisy nunca nasceu, Kora não se suicidou mas “desapareceu” no Reino Quântico, Sousa não morreu e Deke, em tese, tornou-se o novo Diretor da S.H.I.E.L.D. que sobrou, também em tese reconstruindo a agência (só esse último ponto daria um spin-off sensacional!).

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 15 de agosto de 2020 - 09:41

e como ninguém comentou de Deke imitando Fitz? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk genial!!!! e todo mundo esquecendo que tinha que salvá-lo…. eu sempre gostei do personagem, não sei pq tem gente que fazia cara feia para ele

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:43

Muito engraçada a imitação!

O problema do Deke foi mais ele não ter sido utilizado desde o começo de maneira efetiva, completa, sempre ficando às margens da ação. Como personagem, eu acho ele bem bacana também!

Abs,
Ritter.

Responder
Beatriz 14 de agosto de 2020 - 20:14

Acompanho as críticas de Agents aqui do Plano Crítico desde a 3ª temporada e nesse meio tempo devo ter comentado uma vez se muito, mas senti necessidade de interagir pra também de alguma forma agradecer, nesse último…

Pessoalmente também não tenho costume de acompanhar séries, por isso me surpreendi com quantas coisas boas essa me fez sentir e conhecer, e os 7 anos que passei fielmente acompanhando desde o primeiro momento. Me encantei muito com a atuação desse elenco, que me passa tanto sentimento.. acabei me apegando muito ao trabalho de cada um deles, bem como dos roteiristas e diretores e até os artistas responsáveis pelo figurino, música ou cenário… Foi uma relação inesperada com um seriado e talvez isso explique a minha quantidade de lágrimas e risadas nesse finale kkkk Amei o uso de CGI nesses episódios também! Ficou realmente bonito de se ver. E concordo totalmente sobre a infantilidade, quase frivolidade das decisões da Kora, mas dada a situação frágil em que foi encontrada pelo chato do Nathaniel e a conveniência e importância dela para a conclusão, me fiz relevar muito esse aspecto…
Também não conseguiria imaginar um melhor destino para cada personagem do que os que foram apresentados!

Bom, sei que uma das coisas boas que Agents of SHIELD me trouxe dentre muitos novos amigos no fandom, todo tipo de emoções e reações aos episódios, artistas que eu adoro e o entretenimento sempre presente; foi ter conhecido e passado a acompanhar o Plano Crítico! Gosto demais do modo como elaboram as críticas, no geral muito precisas e conseguimos perceber a imparcialidade e detalhismo…

Obrigada por sempre me incentivarem a descobrir coisas novas por outras perspectivas, e obrigada pelo carinho especial dedicado ao longo dos anos a esta série favorita!

Tenho tido mais dificuldade do que achei que teria em processar esse final, sabendo bem que é uma oportunidade preciosa para a série ter tido tempo de elaborá-lo no meio de tantas ameaças de cancelamento, e que seriados tendem a se desgastar terrivelmente com o passar das temporadas…

Estou em paz, mas ao mesmo tempo muito triste por não ter perspectivas no horizonte de mais algum inédito envolvendo meus queridos personagens kkkkkk (ler sobre possibilidades de spin-offs no disney+ me fez sorrir e sonhar um pouquinho, mesmo achando um tanto impovável…)

Enfim, tô é considerando seriamente rever tudo do começo, o que nunca fiz com nenhuma série antes hahah

(inclusive, Ritter: o que quis dizer com “teremos mais Agents of S.H.I.E.L.D. por aqui nos próximos dias!”………. 👀)

/ *end of my ted talk* / hahah

Parabéns mais uma vez pelo trabalho dedicado!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 21:36

@disqus_BFAI9o8nPT:disqus , obrigado! Você pode não ter comentado muito em AoS, mas já vi você diversas vezes em comentários em críticas diversas. E eu agradeço imensamente sua preferência e fico MUITO, MAS MUITO FELIZ mesmo em saber que as críticas a fizeram conhecer o site. Que demais!!!

Também estou demorando a processar o final, mas mais pelo fato de eu não conseguir “computar” que não teremos AoS ano que vem e que, realmente, dificilmente teremos spin-offs pela ABC ou Disney+ com esses personagens… Mas, sempre teremos AoS que, realmente, em alguns anos, talvez seja muito bacana revisitar.

Sobre o “teremos mais AoS por aqui” é que não quero parar de escrever sobre a série, então nos próximos três dias (15, 16 e 17 de agosto) ainda farei uma crítica e duas listas para continuarmos a conversa sobre essa série que me trouxe enorme prazer em acompanhar e MUITO MAIS PRAZER AINDA em lidar com essa interação magnífica com os leitores!

Abs,
Ritter.

Responder
GABRIEL PEREIRA LIMA 14 de agosto de 2020 - 19:47

Meu comentário é mais um desabafo do que um review da temporada.
Essa semana os produtores de Agents of SHIELD revelaram que tinham muitos planos e enredos para serem apresentados nas temporadas, mas a Marvel barrou:

– Introdução da S.W.O.R.D., provavelmente a partir da 5º temporada.
– O vilão da 7º temporada seria o M.O.D.O.K., provavelmente substituindo a Sibyl.
– Limitaram bastante a adaptação de personagens dos quadrinhos, nas palavras de Jeffrey Bell “Eramos um programa de TV da Marvel e não tínhamos permissão para ter nenhum dos personagens da Marvel.”
– Corte no orçamento a cada temporada, “Gostaria de não morar em tantos corredores porque não tínhamos dinheiro”, disse Jeffrey Bell aos repórteres. Maurissa Tancharoen concordou, acrescentando: “Todo mundo fica tipo, ‘Por que eles estão de volta a esses corredores cinzentos?’”

E claro que ainda tem muito mais que não veio ao nosso conhecimento.

Após isso tudo eu digo com grande certeza, e sem medo, que a série Agents of SHIELD foi vencedora se considerarmos as inúmeras limitações que a MARVEL impôs a série, após 7 temporadas apenas a temporada 1 e a 6 foram mais fracas, fechando esse ciclo como a série mais bem avaliada da Marvel, com personagens cativantes e bem desenvolvidos, que na minha opinião foi o grande triunfo da série. Um CGI de nível cinematográfico, reconhecido pelas duas indicações da série ao Emmy Award e também com uma trilha sonora incrível, fruto do trabalho de Bear McCreary.

Agents of SHIELD termina com uma das suas melhores temporadas que enfim deu um final feliz e digno aos nossos amados Agents. Estou muito feliz por como tudo acabou e muito orgulhoso pelo trabalho dessa equipe e principalmente dos criadores Jed Whedon e Maurissa Tancharoen.

Agradeço todas as suas críticas de Agents of SHIELD, obrigado por estar conosco sendo o único site que deu a devida atenção a série. Abraço!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 19:48

@disqus_6thK72jekw:disqus , obrigado! Agradeço de coração o prestígio!

Sobre seu desabafo, cara, sua conclusão é perfeita. A série, apesar de terem jogado contra o tempo todo – produtora e até fãs – ela perseverou e VENCEU. Isso torna AoS ainda mais valiosa e incrível!

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro 16 de agosto de 2020 - 14:38

Eu pensava que o vilão da sexta temporada seria o MODOK, uma vez que a Aida havia transformado o Anton Ivanov (Superior) em uma mente que controlava seu próprio LMD. Não sabia dessas restrições da Marvel para liberar seus personagens para a série.

Responder
Peter 14 de agosto de 2020 - 17:18

Te dizer que embora eu assistisse semana a semana sabendo que era a ultima temporada e que provavelmente nunca mais veremos esses personagens, a ficha só caiu nos ultimos minutos do ultimo episódio. Todo mundo com sua nova vida, se despedindo de uma reunião virtual e eu tipo….. ”putz, é o fim mesmo” e ai bateu um aperto no coração.

Eu sempre fui mais de filmes do que séries. Mas por algum motivo, sempre fiquei empolgado com Agents, mesmo com seu não tão grande começo. Na epoca de estreia, eu tinha 18 anos e tinha recém assistido todo o MCU – sim, até homem de ferro 3 eu não tava acompanhando tudo, me lembro de ver só Hulk e vingadores no cinema. E aí eu lembro da empolgação que foi o anúncio da primeira série de tv no MCU. ”uau, podemos ver gente dos filmes em um tipo diferente de mídia, que incrível”…. e lá estava eu, numa noite de setembro de 2013, assistindo o primeiro episódio na TV.

No começo foi meio frustrante, não tinhamos a conexão esperada. Mas aos poucos, as coisas foram engrenando, passei a me importar com os personagens e já não procurava mais loucamente por conexões. Veio o twist da Hidra e a partir daí virou minha série preferida.

Anos e anos acompanhando e amando esses personagens, que nos sentíamos próximos mesmo sem nunca termos nos conhecido. Tivemos várias ameaças de cancelamento, e chegar até aqui com essa qualidade (ok, a sexta não foi grande coisa, mas nao chegou a ser ruim) é de se aplaudir.

Hoje tenho 25 anos e consigo associar muitas temporadas e episódios a momentos da minha vida. É estranho dizer isso de uma série baseada em quadrinhos, mas foi o gosto que deixou.

Meu lado racional daria 4 HALs pra temporada em si, mas pelo conjunto da obra – e como teve mais episódios bons do que o contrário e pelo valor emocional de tudo, eu termino dando 4,5.

Bom, fiz um textão que nunca imaginaria fazer HAHAHAHAH mas acho que a série merece.

Sempre acompanhei as críticas daqui desde a quarta temporada e comentei umas 2 vezes, se muito.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 18:04

Adorei seu textão! É uma merecida homenagem à série que, de fato, passou a fazer parte da vida de quem a acompanhou desde o começo, criando primeiro as conexões com o UCM, mas, depois, voando solo sem depender desses artifícios e sempre se reinventando e aprofundando os arcos dos personagens em uma evolução rara de se ver por aí.

E obrigado por acompanhar minhas críticas! Escreva sempre que quiser!

Abs,
Ritter.

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 14 de agosto de 2020 - 17:03

Essa temporada foi muito boa! Fiquei muito feliz ao ver que a série acabou bem e em seu auge, tivemos uns deslizes (6 temporada), mas no fim tudo se encaixou perfeitamente!

Eu acompanho as críticas aqui já tem anos e suas críticas são as melhores! Aqui foi o único lugar onde consegui encontrar alguém que conseguiu entender a série de verdade. Comentei pouquíssimas vezes por aqui, mas toda semana eu precisava vir e ler as críticas, pois sabia que seriam incríveis.

Uma dúvida que me ficou… Qual foi a utilidade de duas peças do monolito? Até agora estou tentando entender do pq deles precisarem daquela peça que foi tirada do templo, se o flint já tinha criado uma.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 17:48

Boa pergunta sobre o monólito. Aquela peça que eles tiraram não foi usada para fazer a máquina do tempo do Z1 na linha temporal que acompanhamos?

E obrigado pelo prestígio, meu caro!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 17:48

Boa pergunta sobre o monólito. Aquela peça que eles tiraram não foi usada para fazer a máquina do tempo do Z1 na linha temporal que acompanhamos?

E obrigado pelo prestígio, meu caro!

Abs,
Ritter.

Responder
Wiccano ou Demiurgo? 15 de agosto de 2020 - 12:59

Então, eu revi o episódio e parece que a Jemma coloca uma pedra naquela máquina que leva o Fitz ao passado… O que faria todo sentido, já que eles não tem as partículas Pym.

Responder
planocritico 15 de agosto de 2020 - 16:43

Ah, então está esclarecido!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel (Capitão América) 14 de agosto de 2020 - 17:03

Eu ainda não estou sabendo lidar com esse final. Eu acompanho essa série desde o seu anúncio, desde os pedidos dos fãs pra ressuscitar o Coulson com a hashtag #CoulsonLives. Desde o primeiro trailer, desde o primeiro episódio. Semanalmente. Religiosamente.

Eu realmente só tenho a agradecer a Marvel por fazer um seriado tão bom e, apesar de tão longo, sempre mantendo um nível altíssimo. Ver a evolução de todos, ao longo de 7 temporadas é incrível. Cada personagem brilhou de uma forma, todos tiveram seus momentos – apesar de que alguns passou rápido demais (sim, estou falando de Bobbi e Hunter).

Esses 2 últimos episódios já entram direto para a galeria dos melhores episódios da série. 2×17, 3×08, 4×15, 5×22 e agora 7×12/13. Os grandes episódios que fazem de AoS a melhor série de heróis. E que heróis! Antes mesmo de Inumanos na equipe, já eram supers. Como o Coulson original fala no final da season 5, que “passou a vida rodeado de heróis, e nenhum deles é maior do que os agentes.”

Fitz como sempre é genial, um personagem inteiramente fantástico. A maneira que ele discorre a viagem no tempo é sem igual. May naquela rápida cena se autodeclarando como “A Cavalaria” e chutando Sibyl… E Daisy? Que mulher! Depois daquela luta épica (sim, curti bastante!) com o Nathaniel, ainda sobreviveu a explosão da nave e ao vácuo do espaço. As duas únicas pessoas que conseguiram tal feito no MCU foram Thor e Peter Quill. Foi tudo tão épico.

Como uma amiga falou, “meu coração está completo”. Quero muito que os filmes e séries do Disney+ acolham esses personagens futuramente. Mas se não acontecer, estou em paz. Todos os arcos foram fechados, e mostraram que seguem na luta. Enfim… A melhor série de super-heróis mostrando o porquê de carregar tal título. Impecável. Foi perfeito.
Thank You Agents of SHIELD!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 18:04

Que bacana seu depoimento. Adorei especialmente o “meu coração está completo” e, mais ainda, o “Mas se não acontecer, estou em paz”. Também me sinto exatamente assim!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel (Capitão América) 14 de agosto de 2020 - 18:34

Valeu! Sua crítica foi de um fã. Eu me identifiquei pra caramba lendo. Comecei a comentar nesse site recentemente, e tenho curtido bastante o trabalho de vocês. Continuem!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 19:48

Obrigado!

E olha, eu juro que tentei não deixar transparecer que a crítica do episódio final foi a de um fã, MAS NÃO TEVE JEITO!!! Foi mais forte que eu!

Abs,
Ritter.

Responder
andrefbr 15 de agosto de 2020 - 08:08

Isso! Fiquei com essa mesma sensação!

Responder
Fabricio 14 de agosto de 2020 - 16:06

Só queria agradecer ao site e aos críticos por essa maravilhosa jornada de 7 anos! Obrigado por tudo. Foi um prazer acompanhar essa serie por todos esses anos, e correr até aqui logo após cada episódio para ler a critica, mesmo com seu alto e baixos (muito mais altos) sinto que essa é uma serie que vou guardar pra sempre junto comigo. Mais uma vez, muito Obrigado!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 16:24

O prazer foi meu, @disqus_SKA9SYQXff:disqus ! Eu é que só tenho a agradecer você e os demais leitores por esse tempo todo acompanhando minhas críticas!

Abs,
Ritter.

Responder
Dudah Moreira 14 de agosto de 2020 - 16:01

Simplesmente fantástico esse final.
Logicamente, esperava que fosse um pouco mais explosivo e que a luta entre a Daisy e o Nathaniel fosse mais fantástica, explorando mais os poderes de ambos. Porém, o final entregue foi completamente satisfatório. Terminei de assistir, li a crítica e agora comento ainda com um sorriso estampado no rosto.
Me agradou demais o final de todos os personagens, em especial do casal Fitz-Simmons, finalmente juntos e felizes.
Já estou com saudades e espero de todo coração que alguma alma caridosa já comece a dar forma aos roteiros dos possíveis spins- offs que o final deixou em aberto (já estou pedindo demais né!?)
Como sempre bela crítica! Parabéns!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 16:24

Obrigado, @dudahmoreira:disqus !

Olha, o potencial explosivo do final foi trocado maravilhosamente bem pelo cuidado em tratar cada personagem do melhor jeito possível. Muito legal esse carinho da produção!

Abs,
Ritter.

Responder
Josué de Morais 14 de agosto de 2020 - 15:29

Não tem como não se emocionar .-., eu consegui entender o desespero de jemma, pois se qualquer coisa desse errado ela não voltaria para se encontrar com a sua filha :(.
Ai eu não consigo descrever com palavras como esse episódio foi incrivel, amei a forma como fitz chegou e a surpresa dele de kora não está entre eles. Gostei do final de Kora, mas senti que poderia ter sido desenvolvido melhor, fiquei com vontade de mais um episódio kk, algo como você falou eles sentados conversando sobre os acontecimentos e sobre a vida.
Agora o ponto que mais gostei foi o link com o final da 6ºtemporada, a forma como tudo se encaixou e como os personagens secundarios não foram deixados de lado… No meio da temporada eu parei para pensar em flint, Piper e me alegrou o coração ver eles presentes no final.
Amei o fim de May como uma mãe para flint e professora.
E Fitzsimmons? Meu casal preferido de todos os momentos, como não amar este final? E as lembranças a primeira temporada? A capsula onde se reuniram com a filha é identica com a que eles ficaram presos no fundo do mar da primeira temporada e fitz contou para simmons que amava ela <3 A que poético
E não tem como descrever o que foi um presente para os fãs esse final, tem seus erros, mas eu consigo relevar todos <3
(O video com todos os títulos até o dia de hoje)
https://www.youtube.com/watch?v=NzBFcolGmv0

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 16:42

O bacana é isso: dá para ver os erros e os problemas, mas, no final das contas, eles acabam não importando pela forma respeitosa e bonita como tudo foi feito. Deu gosto de ver o cuidado dos showrunners com esse final.

Abs,
Ritter.

Responder
BUGU 14 de agosto de 2020 - 14:20

Só eu achei o capacete de Fitz muito parecido com o de Xorn, das histórias dos X-Men?

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 14:53

Caraca, eu estava querendo lembrar onde é que tinha visto aquele capacete antes e você matou a pau! Igualzinho!!!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 14 de agosto de 2020 - 13:28

Gente…o último paragrafo resume todo meu sentimento: É impossível não aproveitar esses personagens ultra carismáticos, em algum outro filme da marvel. Pra mim deu basicamente a entender que eles podem aparecer em qualquer filme. Eu juro que fiquei surtando de de repente aparecer Capitã Marvel na frente de Daisy, o Homem Formiga na frente do Flitz..ou qualquer loucura dessas. Mack no porta aviões, pqp, praticamente colocou ele em um filme futuro da marvel.

Eu fui diferente de você: Chorei no começo, não imaginei a filha do Flitz-Emma(sério!), e chorei no meio, durante e no fim.

Porra! Que final lindo <3

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:00

Eu tenho bastante receio que ninguém seja aproveitado no futuro do UCM… Ficarei triste, mas sempre teremos AoS!

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard 14 de agosto de 2020 - 12:29

A noite do último 12 de agosto de 2020 foi uma noite monumental para os fãs da Marvel, trazendo o final da 7ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D., com “The End is At Hand” e “What We Are Fighting For”, nos brindando com um final épico! Minha opinião geral sobre esses dois episódios é que, embora não tenham sido os melhores da temporada, eles configuraram um final tão incrível quanto eu poderia ter esperado.
Eu tenho assistido Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. desde o momento em que eles assumiram sua primeira missão, no longínquo 24 de setembro de 2013, e embora os roteiristas já tivessem escrito o final da quinta temporada como sendo o final, eu sou muito grato por eles nos terem dado essa conclusão muito mais satisfatória.

Os roteiristas definitivamente fizeram um ótimo trabalho em amarrar os arcos dos personagens e dar a cada um dos membros um grande final. Não sei se vocês perceberam, mas há uma quantidade significativa de justiça poética nos dois últimos episódios.

Victoria Hand matando John Garret. (O mundo não gira, ele capota).
May sendo uma mãe para Flint foi um final perfeito para seu arco. Ao longo da série, vimos como sua decisão de matar uma criança Inumana a assombrou terrivelmente e para ela, contar a história que termina sendo mãe de uma criança Inumana é uma verdadeira justiça poética. Este é um final verdadeiramente memorável.

A série teve uma das jornadas mais loucas do que qualquer série de quadrinhos da era moderna nos últimos sete anos. Uma série que incluiu a queda da S.H.I.E.L.D. (inúmeras vezes, diga-se), Inumanos, Motorista Fantasma, Framework, Chronicoms, a destruição da Terra, viagem no tempo e muito mais, e através de tudo isso, o coração de toda a série era a pequena equipe S.H.I.E.L.D. que se tornou uma grande família. Os últimos dez minutos do episódio final encerraram a série com uma despedida absolutamente perfeita, felizmente provando que a previsão de Enoch estava errada e garantindo que a equipe sempre manterá contato e manterá sua família mais forte do que nunca. Não me importo em admitir que chorei durante o último episódio. É difícil imaginar um final melhor e mais adequado para esses personagens tão incríveis e queridos.

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. se estabeleceu no panteão de programas de ficção científica obrigatórios para todos os apreciadores do gênero.

Obrigado Agents of S.H.I.E.L.D. por anos de entretenimento e emoções.
Obrigado Ritter, por sete anos de críticas memoráveis aos nossos Agentes.

Uma coisa não é bela porque dura.
Foi um privilégio estar entre vocês ao longo dos últimos sete anos.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 16:25

Não poderia ter falado melhor, @brunno_hard:disqus !

E eu que só tenho a agradecer a você e os demais leitores por esse carinho todo!

Mas amanhã sai a crítica da temporada como um todo, hein?

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Brito 14 de agosto de 2020 - 11:51

Consegui enxergar todos os problemas do episódio, mas tanto faz, eu só queria um final feliz para os meus agentes e Agents of Shield entregou isso muito bem. Foram 7 anos acompanhando e eu não poderia estar mais feliz em como foi o final. Fiquei receoso por conta do que foi a sexta temporada, mas ainda bem que retornaram aos trillhos. Enfim, sentirei muita falta!

PS: Raramente comento, mas acompanho suas reviews desde a primeira temporada. Parabéns pelo ótimo trabalho, Ritter!! E que venha o spin off da Quake!

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:07

Eu é que agradeço a leitura e prestígio, @PedroB07:disqus !

E é bem isso: eu queria mesmo eram finais felizes para todos. Foi isso que ganhei, estou sorrindo até agora!

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel P. Silva 14 de agosto de 2020 - 11:31

Posso dizer que o meu problema com esse final foi eu mesmo. Quando terminei fiquei meio frustrado, pois achava que viríamos algo explosivo, diferente do que foi. Só que algumas horas relembrando os anos anteriores e qual forma eu queria que terminasse, vi que eu estava muito errado. Acredito que praticamente todos os fãs queriam que nossos queridos agentes terminassem dessa forma: Felizes, em paz.

Achei tudo muito corrido? Achei, mas o final não é resumidamente só isso, entendi mais ainda depois de ler esta crítica. Esperava terminar a série chorando demais, só que não chorei tanto quanto eu gostaria, no final acabei sorrindo e emocionado – claro, não sou de ferro – e isso é bom, todos terminando “bem” continuando suas jornadas, de certa forma separados, mas ainda assim… juntos.

Infelizmente(?) a Marvel TV não existe mais, por que existe uma enorme chance de nunca vermos alguns desses personagens outra vez. De qualquer forma foi uma missão cumprida, recebemos um final, e que final lindo.

Goodbye, Agents of S.H.I.E.L.D!
https://uploads.disquscdn.com/images/c2f173b25f59334caf689bf7e1241fac612b1546c1c23bfc8d525e28827d53a8.png

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:07

Existe essa chance mesmo, meu caro.

E estou com você: final lindo esse!

Abs,
Ritter.

Responder
Fitz Biônico 14 de agosto de 2020 - 09:47

Acompanhei Agents of SHIELD desde a estreia, e depois de um tempo ela se tornou minha série favorita de todas por muitos anos. Eu queria dar nota máxima pro último episódio… e eu fico triste que não é o caso. Eu não vou falar muito senão fica uma crítica maior que a de vcs, mas…

Estes são os pontos que não gostei:

-Cena do bar = foi clichê de uma forma ruim, com uma montagem que me tirava do clima, podia ser só uma cena inteira mostrando a vida de cada um com uma trilha sonora e um monólogo de Coulson ou Daisy.
-Coulson = todo o final dele pra mim foi totalmente sem sentido com a série, ele deveria ter sido desligado permanentemente ou ficado no outro universo talvez com May pq aí sim faria sentido ele ficar ativo.
-LMDavis = É o que reforçou meu desgosto com o final de Couslon… sem lógica nenhuma. Esse povo não aprendeu que a morte faz parte da vida?? Sempre que alguém morrer vai trazer de volta como robô?? Isso me deixa com raiva e decepcionado
-Daisy ressuscitando = foi o ponto mais ok, só achei muito conveniente mesmo, mas eu não liguei tanto.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:07

@Bionicao:disqus , eu te entendo. Em circunstâncias normais, também não daria nota máxima. Mas estamos falando de encerramento de sete anos de uma série sofrida, basicamente o patinho feio das séries de super-heróis na visão da ABC e também de muita gente. E o que eles fizeram foi espetacular.

Abs,
Ritter.

Responder
Fitz Biônico 14 de agosto de 2020 - 16:19

Pra falar a verdade mesmo eu fico muito divido entre dar nota máxima ou não por causa de todos as coisas que essa série já fez, é a minha série favorita como eu já disse

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 16:25

Sim, sim. O que realmente importa é que o final foi satisfatório, digno, bem encaixado. Se são 3,5, 4, 5 estrelas, ops, digo HALs, não interessa!

Abs,
Ritter.

Responder
Fitz Biônico 14 de agosto de 2020 - 16:25

Um final satisfatório era tudo que a série precisava mesmo

Roberto Leminski 14 de agosto de 2020 - 08:48

As homenagens à primeira temporada são avassaladoras: a “lança atordoante” que Mack e Sousa usam, o código 0-8-4, e, o que mais amei, a jovem Victoria Hand atirando no mentor de seus assassino.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:07

Sim! Foi muito bacana a tentativa de circularidade!

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Brandon 14 de agosto de 2020 - 06:28

Eu estou muito feliz por ter acompanhado a série desde o seu lançamento. Esse encerramento me deixou extramemente feliz.
Fiquei frustrado com o embate quase que mininalista entre Daisy e Nathaniel, mas o final como um todo, se sobrepôs, então ótimo.
Que qualidade de episódio, que roteiro bem escrito, que efeitos muito bem feitos….
E obrigado a você também Ritter, suas críticas muitas vezes me fizeram olhar para questões e coisas que eu não tinha olhado direito em muitos episódios da série. Eu diria que as críticas daqui do site complemetam toda e qualquer coisa que eu assista/leia/escute. Meus sinceros agradecimentos. E eu quero qualquer um dos spin-offs que vc sugeriu, Disney pfv, nunca te pedi nada.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 16:25

A luta da Daisy com o Nathaniel me deixou cabreiro. Mas aí veio a sessão de terapia e eu me derreti todo…

E eu é que agradeço o prestígio, @felipebrandon:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Ítalo Gabriel 14 de agosto de 2020 - 03:26

Queria muito que o Grant Ward aparecesse em algum momento da temporada e principalmente meus personagens favoritos de AoS: Bobby e Hunter, mas tudo bem… Eu amei. Fiquei aqui só esperando a crítica kkkk. Não estava acompanhando semanalmente, mas quando anunciaram que esses seriam os últimos eps da série eu corri atrás.

Acredito que o contra maior desse ep tenha sido a ressurreição bastante conveniente da Dayse, mas naquela altura do campeonato em nem me importava mais.

Agents vai me deixar muitas saudades :3

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 03:30

Não tinha como a Daisy morrer, mas eu concordo que foi um tanto quanto conveniente e rápido demais o retorno dela…

Mas sim, a série deixará saudades!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 14 de agosto de 2020 - 13:28

Realmente Bobby e Hunter não aparecerem de alguma forma me frustrou bastante :

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:07

Eles tiveram a despedida digna deles (e Hunter até voltou para ajudar o Fitz!).

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 14 de agosto de 2020 - 20:29

eu não aguentaria ver Ward de novo…. quantas temporadas ele foi usado? depois da 3x peguei abuso

Responder
Original Rude Boy 14 de agosto de 2020 - 02:26

Episódio que fecha toda a série com chave de ouro.

Mas dei uma boiada na cena do templo que eles estão com as roupas de proteção, pegam a May que quase morreu e põem no sarcófago, ajudam a Yo-Yo zumbi , vêem o outro Mack ajudando ela já dentro do avião, aí o avião desaparece antes dos mísseis atingilo-los, aí o Mack que está no espaço manda eles irem pro farol, e a próxima cena já mostra eles no farol.

Mas se quem vc comandava a nave era a outra Simmons e o Enoch, como essa outra versão deles de roupa de proteção (Fitz, Simmons, Yo-Yo e Sousa) sairam do avião e foram parar lá no farol?

Abs

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 03:30

Os personagens que estavam com a roupa são os que foram para a outra linha temporal e voltaram estilo “De Volta para o Futuro” para ajudarem eles mesmos do final da 6ª temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 14 de agosto de 2020 - 02:25

Rapaz que final perfeito, eu chorei várias vezes nesse episódio 13, comecei a ver a série no lançamento, quando todos falavam mal dela, permaneci firme e forte, vi a série se tornar umas das melhores séries de heróis e a melhor série Marvel, vou sentir saudades e guardar essa série na memória pra sempre.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 03:30

Foi emocionante mesmo! E a série deixará saudades…

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 14 de agosto de 2020 - 08:48

Idem.

Acompanhei desde o lançamento do primeiro episódio e nunca larguei. Acabou fazendo parte da minha vida.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 15:07

Mesma coisa comigo! E olha que eu fujo de séries de 20 e tantos episódios como o diabo foge da cruz…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel (Capitão América) 14 de agosto de 2020 - 17:03

Chorei também!

Responder
Gustavo Carvalho 14 de agosto de 2020 - 01:59

Fiquei esperando sua crítica, Ritter a luta da Dayse com o Natachato, me tirou um pouco do clima do ep, mas depois da revelação do pq eles lutavam me deixou com o sorriso bobo que falou na crítica. Depois de ler ela, confirmei que foi excelente, dedicar 7 anos a série.

Mas as perguntam que faltam:
Com esse lance do Reino quântico poderemos ver nossos agentes em outras histórias no Disney Plus?

Podemos ter um especial contando como o D seguiu a vida na outra linha do tempo?

E será que eles voltaram para linha do UCM de fato?

Muito obrigado à você Ritter e nosso querido amigo @The_Tozz, mestre das legendas que também ajudou muito essa série aqui.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 01:59

Eu é que só tenho a agradecer-lhe, @disqus_Cu5PbM20No:disqus , pelo prestígio!

A luta foi realmente fraca, mas tudo bem, nada que desabonasse o final. Sobre o Reino Quântico, ele é a perfeita desculpa para a Disney+ fazer absolutamente qualquer coisa com esse multiverso.

E não sei dizer se eles voltaram para a linha do UCM. Meu chute é que não, mas sei lá…

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 14 de agosto de 2020 - 20:37

para mim, usando a lógica dos quadrinhos, os eventos do passado foram apagados. Então nada de morte dos pais de Mack, Deke deixando de existir, etc

Responder
Gustavo Carvalho 15 de agosto de 2020 - 06:36

Era outra linha temporal, naquela onde o Deck ficou, não tem pais do mack, Dayse não nasceu e a shield foi destruída. A linha do tempo original foi salva

Responder
João Rodrigues 14 de agosto de 2020 - 01:38

E pensar que a série poderia ter acabado desde a quarta temporada mas ainda bem que só foram renovando a cada novo ano. Nem importa os “deslizes” do final pois quando acabou fiquei com aquele sentimento gostoso, agradável, aconchegante.
Só sinto pena de quem tem preconceito e desdenha da série, ela é incrível e muito melhor que muita coisa baseada em quadrinhos que teve e tem por aí.
Ótima crítica e adorei as ideias para os spin-offs hahaha

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 01:59

A galera que largou a série sem nem acabar a 1ª temporada insiste em ficar falando mal dela até hoje… Mas AoS perseverou, se reinventou e terminou muito bem. Quem sabe um dia esse pessoal não se toca e assiste, não é mesmo?

E obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Henrique Larocca Carbonar 14 de agosto de 2020 - 01:01

Realmente fiquei com essa sensação de um sorriso bobo até o fim dos créditos. Era o que precisávamos, podem ter forçado algumas coisas, mas não tira o mérito e a alegria de pensar, os 7 anos valeram a pena. Só resta uma pergunta que talvez nunca teremos resposta: o que aconteceu com o irmão da Senadora Ellen Nadee que foi esquecido debaixo d’água?

Obrigado por todos estes anos, foi incrível como sem nem saber quem era, você traduziu em seus textos meus sentimentos pela série.

Responder
planocritico 14 de agosto de 2020 - 01:16

Eu é que só tenho a agradecer pelo prestígio, @henriquelaroccacarbonar:disqus !

Sobre o irmão da senadora, devem estar guardando o cara para um futuro filme dos Inumanos…

Abs,
Ritter.

Responder

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