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Crítica | Alien, o Oitavo Passageiro

por Ritter Fan
1028 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5

Obs: Há spoilers. Clique, aqui, para ler todo nosso material da franquia Alien.

No espaço, ninguém pode ouvir você gritar.

A tagline acima é, talvez, uma das mais lembradas do cinema ao mesmo tempo que é uma das que melhor descreve o terror que é o filme que identifica: Alien, o Oitavo Passageiro. O alienígena sem nome, que pouco vemos durante o filme, manteve muita gente acordada à noite por uma geração e iniciou de verdade a carreira de seu diretor, Ridley Scott, que antes só fizera uma obra: Os Duelistas.

De todas as qualidades de Alien, a que mais impressiona quando olhamos para trás, é que o filme, lançado nos cinemas em 1979, não emprega nem uma gota de computação gráfica. Reparem hoje em dia: o CGI nos deixou mal-acostumados. Literalmente qualquer coisa pode povoar as telas de cinema e com um realismo impressionante. Pensaram em qualquer monstro? Ele está lá. Querem ver um homem derreter e transformar-se em outro? Feito. Gostariam de uma cena de batalha com milhares de soldados de cada lado? Nada que um ou dois botões não resolvam. Em linhas gerais, a liberdade que os efeitos especiais em computador proporciona pode ser um instrumento maravilhoso, mas, com uma frequência maior do que é aceitável, ela é usada, apenas, para hipnotizar os espectadores, deixando-os entorpecidos e incapazes de julgar se o que estão vendo faz sentido, tem roteiro razoável, se os personagens são bem construídos e por aí vai. Ou seja, os efeitos acabaram substituindo a preocupação com o que é realmente importante em um filme.

Por isso ver e rever Alien é tão refrescante e animador. Ridley Scott, em uma produção impecável, preocupou-se com o que ele não mostra. Além disso, investiu tempo na construção de uma sensação de solidão e confinamento que não vemos facilmente em obras atuais do gênero. Logo na abertura, por exemplo, nos deparamos por breves segundos com a enorme nave rebocadora Nostromo flutuando no espaço e, então, somos remetidos ao seu interior. Em cortes sucessivos, mas nunca desorientadores, com câmera a meia altura e fazendo um lento movimento de lado a lado, passamos a ver os detalhes da estrutura. É tudo muito envelhecido, mal cuidado, dando a perfeita impressão de que estamos vendo uma nave muito utilizada, algo que transpira realidade. Mas onde estão as pessoas? Esse sentimento de desolação passado pelo longo tempo que Scott nos deixa apreciar os cenários cuidadosamente desenhados por Chris Foss e Ron Cobb ficam conosco por toda a obra. A ausência de humanos e o uso parcimonioso de trilha musical são aspectos que preparam o espectador para o que está por vir, sem, porém, esfregar na cara que é um filme de monstro.

E, então, somos apresentados aos sete tripulantes acordando das câmaras de estase. Aos poucos eles se levantam do longo sono espacial e começam a tomar seus postos, crentes que estão finalmente chegando em casa. Mas logo aprendemos que o cérebro computadorizado da nave, MU-TH-R (lido como mother ou “mãe”, em inglês), desviou sua trajetória e os tripulantes estão, na verdade, próximos de um planetoide desconhecido de onde, aparentemente, vem uma mensagem de origem extraterrestre. Desanimados com a novidade, mas forçados a verificar o que é por força de seus contratos, eles desengatam a Nostromo de sua carga e pousam na superfície do planeta.

O que segue daí todos conhecem: um dos tripulantes é infectado, dá à luz famosamente a um monstrinho que logo vira um monstrão e, no melhor estilo de filme de terror, vemos os demais sendo pegos um a um pela misteriosa e furtiva criatura. Em termos de roteiro, o filme é simples assim.

Mas em termos de execução, a produção é inacreditável.

Não só temos a vagarosa mas eficiente construção da atmosfera da obra por Ridley Scott, como, também, temos o cuidado extremo com o design de tudo que é alienígena.  Para isso, Dan O’Bannon, o roteirista, apresentou o artista suíço H.R. Giger para Scott e, quando o diretor viu o perturbador desenho Necronom IV, sabia que havia encontrado seu monstro. Mas Giger fez muito mais do que o mais famoso alienígena do cinema (talvez empatado com o simpático E.T. de Steven Spielberg). Ele criou, literalmente, outro mundo. A impressão que temos quando os tripulantes aventuram-se dentro da estranha nave que encontram no planetoide é que estamos em algo meio tecnológico, meio orgânico, com uma textura e com detalhes que o cinema não havia visto antes e, arrisco dizer, não veria depois.  E o subtexto sexual dos desenhos de Giger não deixa que o espectador se acomode e relaxe. Há orifícios vaginais, estruturas fálicas e uma espécie de sensualidade doentia, meio sadomasoquista, em todas as curvas. Fica até difícil imaginar como os executivos da Fox, horrorizados com o que viram, acabaram deixando que os desenhos fossem aproveitados no filme. Outro tempos! O imaginário criado pelas perfeitas, mas sinistras, criações de Giger encaixa-se como uma luva com o que vemos na tela: um monstro que basicamente nasce de um estupro de um dos tripulantes e que passa a sensação de uma horrorosa lascívia a cada nova vítima.

E o que falar da trilha sonora? Jerry Goldsmith, apesar de ter ficado contrariado com o resultado de seu trabalho (afinal, foi muito modificado pela produção que acabou usando outras composições do próprio autor em determinados momentos), criou algo assombroso que usa tão bem as notas tensas como o silêncio total. São poucas as músicas de filme que estão ligadas de maneira indelével ao personagem – a de Tubarão é um exemplo clássico, talvez o mais relevante deles – mas Goldsmith consegue exatamente isso: personificar, com sua composição, o monstro. E não esperem aqueles sustos fáceis, típicos de filmes de terror que são feitos em linhas de produção. O autor, aqui, é brilhante em criar, vagarosamente, um nervosismo no espectador sem telegrafar o que vai acontecer.

O elenco também merece destaque. Ainda que seis dos sete personagens humanos tenham a função básica de morrer, Scott não caiu na armadilha da unidimensionalidade total.  Dallas (Tom Skerritt) é o capitão da Nostromo e, como esperamos de um cargo assim, é corajoso, sabe dar ordens e sacrifica-se pelo grupo, praticamente o personagem que o clichê cinematográfico dita que será o único sobreviente. Mas notem essa evolução vai sendo construída aos poucos durante o filme, sem que a progressão do personagem seja empurrada goela abaixo, mas ao mesmo tempo subliminarmente nos dando pistas de que Dallas talvez não chegue até o final. E o mesmo vale para cada um dos demais tripulantes: Lambert (Veronica Cartwright), Brett (Harry Dean Stanton), Parker (Yaphet Kotto) e Kane (John Hurt).

Obviamente, porém, os destaques ficam mesmo com Sigourney Weaver como a hesitante heroína Ripley e Ian Holm como o frio androide Ash. Weaver, oriunda  do teatro e em seu primeiro papel no cinema, vai, muito ao seu tempo, saindo da sombra dos demais personagens – notem como ela pouco tem destaque no começo – e ganhando, a cada morte, um pouquinho mais de foco, até que a sequência final, de 17 minutos sem nenhum diálogo e somente com ela, mostra uma atriz em sua plenitude, completamente tomada pelo seu personagem.

Ian Holm, por outro lado, nos faz acreditar em sua humanidade até quando ela não é mais necessária e o choque da revelação de que é um ser artificial afeta o espectador da mesma maneira que os demais tripulantes. Mas o que é realmente surpreendente é a cena em que ele ataca Ripley. É mais um daqueles momentos em que vemos uma forte conotação sexual (afinal, qual seria a razão de uma revista dobrada como um canudo e enfiada na boca do personagem?) e o prazer doentio que o androide tem com isso. Holm nos faz acreditar em uma fagulha de sentimento – ainda que macabro – por trás da programação fria de um robô. Outros atores tentaram o mesmo efeito, mas poucos conseguiram chegar próximo ao que o vemos em Alien.

Vista como ficção científica, a obra de Ridley Scott é perfeita. O mesmo acontece se a virmos sob o ponto de vista do terror. E, novamente, a conclusão é idêntica quando vemos Alien somente como um filme, sem necessariamente classifica-lo como isso ou aquilo. É uma fita obrigatória para qualquer cinéfilo.

*Crítica originalmente publicada em 11 de junho de 2012 (atualizada e corrigida).

Alien, O Oitavo Passageiro (Alien, Estados Unidos, 1979)
Direção: Ridley Scott
Roteiro: Dan O’Bannon e Ronald Shusett
Elenco: Tom Skerritt, Sigourney Weaver, Veronica Cartwright, Harry Dean Stanton, John Hurt, Ian Holm, Yaphet Kotto, Bolaji Badejo, Helen Horton
Duração: 117 min.

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96 comentários

Ivan Junior 29 de julho de 2020 - 13:09

Ótimo. O Ian Holm está sensacional. Aquela cena da revelação é de arrepiar.

“You have my SYMPATHIES!”

Responder
planocritico 29 de julho de 2020 - 13:34

Sim, desesperador aquilo!

Abs,
Ritter.

Responder
Roberto Sena Jr Bomba 26 de maio de 2020 - 21:23

É a claustrofobia em forma de filme, não há escapatória, um filme de cenas icônicas e atemporais. Ridley Scott e James Cameron rivalizam para ver quem é mais detalhista nas obras primas que criaram. O alien nascendo em 1979 e Ripley com Newt no colo encarando a rainha em 1986 são momentos que jamais envelhecerão.

Responder
planocritico 27 de maio de 2020 - 12:03

Dois grandes diretores! E dois filmaços!

Abs,
Ritter.

Responder
Marlon Sperandio Ferreira 25 de maio de 2020 - 22:28

Perfeita a crítica do filme…
Espetacular a obra, um clássico atemporal!!

Responder
planocritico 26 de maio de 2020 - 14:59

Obrigado! E sim, um grande clássico!

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 3 de abril de 2019 - 18:54
Responder
planocritico 6 de abril de 2019 - 19:56

Sem dúvida!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de agosto de 2018 - 15:17

Obrigado!

Quando você diz telão, está falando de cinema? Eu nunca vi esse filme no cinema. Deve ser uma baita experiência mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Josemar Soares 23 de agosto de 2018 - 15:24

Sim. Vi no cinema do CCBB ontem, aqui do Rio de Janeiro.
Há uma mostra acontecendo lá chamada Monstros no Cinema. Serão exibidos clássicos como Tubarão, A Mosca, A Hora do Pesadelo, O Vingador Tóxico, O Enigma de Outro Mundo, entre outros.

Responder
planocritico 23 de agosto de 2018 - 15:28

Putz, que bacana!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Josemar Soares 23 de agosto de 2018 - 01:55

Belo texto!

Tive a oportunidade de rever Alien no telão. Apesar de ter assistido incontáveis vezes, essa última foi a melhor de todas.

Ellen Ripley, pra mim, é a melhor personagem feminina já criada, um exemplo de mulher forte, inteligente e corajosa.

Responder
planocritico 16 de maio de 2018 - 14:56

Mas lembre-se que o subtítulo só existe em português e, portanto, não conta.

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar Cesar 15 de maio de 2018 - 08:22

Eu assisti esse filme no cinema – quando eu ainda frequentava cinema – no ano em que foi lançado. Alguns filmes não são datados e Alien não é um filme datado mas é mais impactante assisti-los na época do lançamento por um motivo muito simples: o inconsciente coletivo. Em 1979 a epidemia de AIDS estava começando nos EUA e houve quem traçasse um paralelo entre o medo da infecção por vírus HIV, até então um vírus desconhecido e extremamente mortal, com um ataque de alienígenas.

Sobre a nave, trata-se do cargueiro Nostromo. Nunca compreendi como uma nave daquele tamanho não tinha uma única arma para emergências. Navios cargueiros e até aviões comerciais hoje em dia têm uma arma a bordo sob responsabilidade do capitão ou piloto. Enfim… continuemos.

Antes de retornar ao filme em questão, gostaria de mencionar um fato referente ao terceiro episódio da franquia. Trata-se de “Alien – A Ressurreição”. Muitos elogiaram o sentimento materno da tenente Ripley em “Aliens O Regate”, filme imediatamente anterior da franquia. Elogiaram a forma como Ripley protegeu a garotinha Newt (diga-se de passagem aquela atriz mirim não seguiu carreira, foi o único filme que ela fez). Entretanto, o que fez Ripley em “Alien – A Ressurreição”?

Ela matou seu filho híbrido que inclusive gostava dela!!!

Ripley, naquela cena da janela perfurada do módulo espacial em que ela se recusa a ajudar seu filho alienígena, ela nega a condição materna, ela se mostra uma pessoa fria e malvada como todo ser humano especista.

Eu particularmente não gosto de gatos, mas isso não significa que eu os maltrate ou que deseje matá-los.

Sempre torci para os Aliens durante toda a franquia, sempre tive simpatia pela Rainha Alien. Ripley teve consideração por uma mãe grávida ao lançar granadas na bolsa de ovos da Rainha Alien? Não.

Conversando assim pareço estar de brincadeira, mas em um tribunal interplanetário ou intergaláctico a tenente Ripley teria de se explicar. Ela teria de explicar por que atacou uma mãe grávida e por que matou seu próprio filho!!!

Finalizando meu comentário, gostaria de lembrar que essa mania das distribuidoras nacionais de alterarem o título dos filmes causou grande estrago nesse caso. Poderiam ter mantido o nome “Alien” ou no máximo traduzido para “Alienígena” mas o que fizeram? Colocaram um subtítulo “O Oitavo Passageiro”. Provarei que esse nome está completamente equivocado.

Eram 7 os TRIPULANTES da Nostromo, a saber: Ripley, Dallas, Lambert, Bret, Kane, Parker e o andróide Ash, um tripulante sintético. O Alien não era um tripulante, ele era um passageiro, então o título do filme deveria ser “Alien O Passageiro”.

Acontece que não para por aí.

A grosso modo, se for considerado que todos os membros da tripulação eram passageiros, o filme deveria se chamar “Alien O Nono Passageiro” e caso contrário, se fossem mesmo considerados como o que realmente eram, tripulantes, o nome do filme deveria ser “Alien O Segundo Passageiro”. Vou explicar.

Todo mundo se esquece do gato JONESY que foi parar na área de resfriamento da Nostromo e o que houve ali todos já sabem. Pois bem, Jonesy é que era o primeiro passageiro ou na pior das hipóteses o oitavo passageiro. Seria o primeiro passageiro da Nostromo caso se considere – e essa é a verdade – que todos os demais 7 humanos eram tripulantes e seria o oitavo passageiro por que viria depois dos 7 humanos considerados – erroneamente – passageiros.

Não se deve levar em consideração o fato de Jonesy não ser humano e dessa forma não poder ser contado como passageiro, por uma razão óbvia: o Alien também não era humano!

O certo seria ter deixado o nome do primeiro filme como Alien. Qualquer outra modificação somente poderia ser admitida como uma tradução para “Alienígena” ou “Alien O Segundo Passageiro”.

Ninguém lembra do Jonesy!

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2018 - 02:42

Obrigado! Olha, veja o filme. É infinitamente superior a Prometheus e Covenant. Um verdadeiro clássico. E veja Aliens também, pois é outro espetacular como o primeiro!

E depois volte aqui para dizer o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de fevereiro de 2018 - 02:42

Obrigado! Olha, veja o filme. É infinitamente superior a Prometheus e Covenant. Um verdadeiro clássico. E veja Aliens também, pois é outro espetacular como o primeiro!

E depois volte aqui para dizer o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
Mestre do Espaço 18 de janeiro de 2018 - 21:47

1979: um ano para fã de Ficção Científica não esquecer. Vejamos alguns motivos:

1- Alien
2- Star Trek The Motion Picture
3- Mad Max
4- The Black Hole
5- Moonraker

Quase 1 Clássico por bimestre.

Todos tem seu momento merecido de ser assistido, pois cada um tem a sua proposta e nem sempre precisamos/desejamos a mesma coisa.

Responder
planocritico 19 de janeiro de 2018 - 23:52

Belíssimo ano, sem dúvida!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 23 de junho de 2017 - 20:34

Aquele final me deu um sustaço pqp quando parecia que o Xenomorfo já estava morto…

Responder
planocritico 23 de junho de 2017 - 21:27

He he… Momento fantástico!

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 22 de maio de 2017 - 13:06

Esse filme foi feito no distante ano de 1979 (época do byte lascado), mas olhando pra ele, nem parece ser tão velho assim.
Um dos melhores sci-fi de terror do cinema.

Responder
planocritico 22 de maio de 2017 - 15:27

Época do byte lascado é sacanagem… Magoou agora… HAHAHAHAAHHAHAHAHA

Mas é um filme que envelheceu maravilhosamente bem, justamente por ter efeitos práticos muito bem feitos e por não escancarar a criatura.

Abs da era do byte lascado,
Ritter.

Responder
Fernando Gallon 19 de maio de 2017 - 11:02

Depois de assistir Covenant precisei rever os filmes antigos para retomar o antigo sentimento em relação a série. Assisti a versão do diretor e pela primeira vez o making of da quadrilogia, o que me admirou ainda mais o trabalho dos caras para levar aquele filme para os cinemas. A crítica ressaltou bem as qualidades dos efeitos práticos que até hj são atuais. Parabéns pela crítica.

Responder
planocritico 21 de maio de 2017 - 09:03

Obrigado, @fernandogallon:disqus !

É um filme atemporal. Uma obra-prima do terror e da ficção científica!

Abs,
Ritter.

Responder
Geraldo Veras 7 de maio de 2017 - 10:37

Essas (sobre a quadrilogia Alien) foram as primeiras críticas que vi por aqui (e que, portanto, me trouxeram até este esse espaço). Sou muito fã de Alien desde moleque, nos anos 80. Não tenho muito o que comentar, pois, desde a primeira vez que li a crítica, concordo com tudo o que o mestre Ritter disse. Vou comentar apenas porque ele fez uma atualização e também pra não deixar passar em branco. kkkk. Assim, já disse que concordo com TUDO o que foi dito na crítica, até as virgulas: roteiro, construção, atmosfera, desenvolvimento dos personagens, tudo. H. R. Giger. Não dá pra falar desse louco num simples comentário. O que ele fez simplesmente é uma obra-prima. Fruto de uma geração de talentos que hoje em dia vai ficando mais rara. Talvez por isso, hoje em dia se invista tanto em CGI nos filmes. Afinal, o espaço que a preguiça, falta de inspiração,de sensibilidade humana, artística etc, tinha que ser preenchido com alguma coisa. Pegaram algo maravilhoso que a ILM e seus parceiros trabalharam de forma coerente já na década de 70, começo dos 80, e transformaram em plástico barato. Em algo comum e descartável. Algo que pode ser tudo, menos mágico, como foi no início. Nesse ponto sou muito pessimista, embora reconheça que devam existir talentos por aí, mas não tão eloquentes como há umas poucas décadas atrás. Até mesmo o fato dos executivos da Fox terem aceito muito dos conceitos do filme já representa algo nesse sentido. Hoje em dia tudo é muito fácil e simples. E é nesse ponto que eu fico extremamente temeroso com o que o Ridley está trazendo por esses dias. É de conhecimento geral que alguns produtores, diretores, escritores, músicos, enfim, tem sido contagiados por uma doença estranha que os fazem esquecer e desconstruir aspectos de obras do passado. Quando se fala de SW e George Lucas quase sempre alguém toca nesse assunto. Por isso tenho muito medo do que está por vir. Por fim, vou fazer um breve registro nos outros filmes de Alien, cujas criticas, devem ser revisadas também. Sobre esse, meu preferido dos 4: é muito gratificante quando se tem um bom roteiro, ajustas igualmente bons em cima desse roteiro, bons atores, carinhas até carimbadas dos anos 70 (com exceção da Weaver) trabalhando de forma acertada em personagens bem aproveitados, a loucura artística de H. R. Giger, Ridley Scott na sua melhor forma (Blade Runner foi ápice na minha opinião) e aquele clima de um futuro tecnológico que se imaginava até os anos 80, quase sempre permeado por alguma discussão políticofilosófica. Está aí um clássico.

Responder
planocritico 7 de maio de 2017 - 15:05

Olá, @geraldoveras:disqus ! Que bom você de volta a Alien! Essa foi uma das primeiras críticas que fiz para o site lá em 2012. Fico feliz que ela ainda levante discussões e comentários como o seu.

Olha, o que você disse sobre Giger realmente procede completamente. O que ele fez em Alien simplesmente não se faz mais na Hollywood pasteurizada de hoje. O trabalho do cara – aliás, mesmo fora de Alien – é impressionante e a forma como Scott encaixou esse conceitos no filme é de fazer o queixo cair. Giger mereceria uma análise em separado um dia!

Abs,
Ritter.

Responder
Anton Chigurh 4 de maio de 2017 - 08:28

A uns 10 dias vim aqui no site procurando justamente a crítica desta obra prima e logo em seguida fui ver o filme novamente. Que filme fantástico e impactante!

Minha paixão por filmes de ficção científica começou quando eu vi pela 1ª vez este filme fantástico em 1991. Lembro que quando comecei a ver o filme ,não esperava muita coisa dele, devido a seu início em ritmo mais lento….porém no final eu estava boquiaberto com tudo que acabara de ver na tela. Fiquei alguns dias impressionado com o que tinha visto. Tive a mesma sensação quando vi o 2º de 1986

Na minha opinião, a franquia Alien só existe até a espetacular continuação de James Cameron de 1986, o 3 e o 4 são sofríveis, comparados com os 2 primeiros.

Depois do lançamento dos caça níquéis horrendos AVP, achei que a franquia iria acabar de forma medíocre, mas quando vi Prometheus( que aliás gostei muito, mesmo grande parte ter detestado), vi que a franquia poderia voltar com tudo, e minha expectativa pela chegada do Alien Covenant está imensa.

Responder
planocritico 4 de maio de 2017 - 15:22

@disqus_W1xvC81fkS:disqus , realmente o filme começa devagar e isso para mim é fascinante. Eles acordam, discutem, reclamam que têm que ir ao planeta, demoram por lá, aí acontece o momento facehugger e o frenesi começa! Especial esse filme.

Agora, sobre Covenant, como eu tenho desgostado de tudo que Scott fez nos últimos anos, não levo muita fé… Mas, claro, estarei lá no cinema para conferir!

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 3 de maio de 2017 - 19:22

Ainda não li a crítica, mas, sobre alien-o resgate, é melhor assistir a versão estendida ou a do cinema?

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 19:25

Eu gosto das duas versões de Aliens, mas eu prefiro a do cinema, que ganha na surpresa, pois não tem o prólogo em LV-426.

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 3 de maio de 2017 - 20:01

Agora que eu sei, isso me poupa de ter que fazer download.

Responder
JJL_ aranha superior 3 de maio de 2017 - 20:34

Você não me deu spoiler de o resgate, deu?!

Sobre a crítica, esse é mais um filme que talvez eu não tenha aproveitado da forma devida, voltarei a assistir com esses fatores em mente. A propósito são poucos os filmes dessa temática que conseguem trabalhar tão bem a tensão e as relações entre os personagens, mas acho que um filme da década de 2000 que chega próximo disso é o nevoeiro.

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 21:54

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , spoiler? Não, não. Não tem spoiler nenhum. Pode ir tranquilo.

Sobre O Nevoeiro, que filme fantástico!!!

Abs,
Ritter.

Responder
JJL_ aranha superior 3 de maio de 2017 - 22:09

Efeitos especiais limitados mas usados de forma magistral. Queria que Darabont dirigisse mais filmes.

Ruby 3 de maio de 2017 - 18:33

Sempre será um clássico. Eu vi no ano de seu lançamento e garanto que foi uma viagem incrível. Hoje pode não causar mais tanto impacto, mas naquele momento… bãh!! E a incrível obra do mestre H.R. Giger? E aquele gato amarelo? Baita filme. Este incrível texto me deu vontade de revê-lo agora mesmo.

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 19:19

@vagalumeazul:disqus , esse eu não vi no cinema, só a continuação. Mas eu vi não muito tempo depois de lançar em VHS ainda e quase morri de medo…

Abs,
Ritter.

Responder
George 3 de maio de 2017 - 16:57

Tanto este filme, quanto Aliens são clássicos absolutos!

Ripley é uma personagem tão bem construída que qualquer um pode se identificar com ela, independente se o expectador for homem ou mulher. Ela é uma sobrevivente e nada além disso.

Mesmo eu tendo nascido em 1993, essa franquia é uma das minhas preferidas. Troco este e o segundo filme (no meu coração, acabou no 2 heheheh) por muita franquia nova de hoje sem pensar duas vezes!

Ainda gosto mais do 2 pois prefiro filmes de ação, e acho que vou até rever ele hoje.

Tomara que o Scott não nos decepcione com Covenant!

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 19:21

São dois filmaços realmente, @disqus_vX7Bk1pOSl:disqus !

Lembro muito claramente quando vi o filme pela primeira vez no comecinho dos anos 80 e JAMAIS imaginaria que seria Ripley a sobrevivente. Fiquei chocado quando Dallas morreu e eu fiquei esperando ele aparecer milagrosamente vivo quase até o final. Foi absolutamente surpreendente.

E sobre gostar mais da continuação, eu sempre fico na dúvida. São dois filmes equivalentes para mim. Dois sci-fi do mais alto gabarito, o primeiro de terror e, o segundo, de ação/aventura.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 3 de maio de 2017 - 13:27

QUE CRÍTICAAA! Maravilhosa @planocritico:disqus Ritter. Eu vou até rever o filme, faz uns 5 anos por aí, que não vejo. A diferença de Alien é na direção e os cenários práticos, efeitos especiais práticos. Uma obra já tão antiga e que ainda não foi superada, poucos chegam perto, mas somente perto. Espero ver algum dia algo supera-lo. Mas o artista H.R. Giger é único.

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 13:32

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , obrigado!

Realmente esse filme é especial. Adoro igualmente a continuação de Cameron, mas o trabalho de Scott e obviamente de Giger marcaram época e realmente, até hoje, é imbatível dentro de seu gênero.

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 3 de maio de 2017 - 10:08

O “parto” mais sanguinolento do cinema (“Enigma do Outro Mundo” bebeu muito dali) – uma cena que incomoda ainda hoje – as “aranhas” gigantes que de supetão, pegou toda uma turma (grande) pelo contrapé da fobia. Os corredores escuros, o susto, o pavor, o horror…a catarse fatal!
Sem mais, daria para enumera um sem fim de superlativos, mas basta…um clássico atemporal!

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 12:58

Exatamente, disse tudo!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 3 de maio de 2017 - 10:05

#morri…

Responder
Rafael Oliveira 3 de maio de 2017 - 09:40

Uma das coisas que mais gosto em Alien é como Scott se ausenta de ter um/uma protagonista até certo ponto. Todos ali são posicionados como rostos que acabamos de conhecer e que representam nosso temor da criatura, Ripley se torna nossa protagonista devido às mortes inevitáveis, e isso é uma jogada bacana.

Mas confesso que prefiro bem mais a continuação do Cameron.

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 13:00

@disqus_iECp33Aj3u:disqus , é bem isso mesmo. Os tripulantes são todos “genéricos” e aí a coisa vai indo e só lá pela metade percebemos quem é mesmo a principal.

Agora sobre esse e o de Cameron, eu fico sempre em uma dúvida atroz.. Vale dizer que um é tão bom quanto o outro? 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Maia 3 de maio de 2017 - 01:55

Olha eu aqui lendo a crítica novamente e doido esperando o lançamento de Covenant. Valeu pela crítica again. Ah, uma pergunta. Vai sair dos outros filmes da franquia?

Responder
planocritico 3 de maio de 2017 - 02:03

Dei uma arrumada nessa crítica para ela ficar tinindo novamente. Foi uma das primeiras que fiz para o Plano Crítico!

E sim, teremos as críticas de todos os filmes, inclusive os dois AvPs…

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 13 de novembro de 2016 - 00:19

Estou na vibe de assistir (ou rever) os filmes que inspiraram Stranger Things. Após E.T e Conta Comigo, cheguei em Alien, e tive uma grande surpresa.

Nunca tive interesse pela franquia, por considerá-la terror. Sendo esse um gênero que nunca prendeu minha atenção, pois raramente apresenta aquilo que me agrada em um filme. Por exemplo, a função dos personagens é morrer, então o desenvolvimento deles é feito as pressas e empurrado goela abaixo (isso quando tem desenvolvimento). Mas isso não se vê em Alien, é tudo bem desenvolvido. E não se trata de matança descontrolada, e banho de sangue, é um suspense bem construído.

Adorei a Ripley, não é uma donzela para ser salva, mas também não rola excesso de “girl power”, nem é masculinizada. É uma personagem bem humana, tem seus momentos de fragilidade, e de sangue frio e esperteza. O desenvolvimento dela é brilhante, muito bem feito, no início não notei que ela é a protagonista hahaha.

Mas me diga Ritter, e as continuações? Fazem jus ao primeiro filme? Valem a pena? Tenho medo de sequências, a maioria dos diretores não sabem a hora de parar.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2016 - 15:04

@ni_forlan:disqus , Alien é espetacular! E sua continuação, Aliens – O Resgate, também é, mas é outro tipo de filme. A pegada de horror de sobrevivência desaparece e é substituída por um filme de ação com alienígenas. Simplesmente imperdível também.

Já as outras continuações, bem, essas você pode esquecer…

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 13 de novembro de 2016 - 15:44

Já baixei Aliens. As outras sequências só vi avaliações fracas e resolvi deixar pra lá. Com exceção de Prometheus, apesar das críticas negativas, verei esse filme, por causa do atores. Tem vários que eu curto, Noomi Repace, Charlize Theron, Idris Elba, Guy Pearce, Michael Fassbender. Com um elenco desse, a obrigação era produzirem um filme excelente.

Responder
planocritico 14 de novembro de 2016 - 11:44

Depois me conte o que achou de Aliens! Prometheus eu acho um horror, mas também gostaria de saber suas impressões!

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 13 de novembro de 2016 - 15:44

Já baixei Aliens. As outras sequências só vi avaliações fracas e resolvi deixar pra lá. Com exceção de Prometheus, apesar das críticas negativas, verei esse filme, por causa do atores. Tem vários que eu curto, Noomi Repace, Charlize Theron, Idris Elba, Guy Pearce, Michael Fassbender. Com um elenco desse, a obrigação era produzirem um filme excelente.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2016 - 15:04

@ni_forlan:disqus , Alien é espetacular! E sua continuação, Aliens – O Resgate, também é, mas é outro tipo de filme. A pegada de horror de sobrevivência desaparece e é substituída por um filme de ação com alienígenas. Simplesmente imperdível também.

Já as outras continuações, bem, essas você pode esquecer…

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 13 de novembro de 2016 - 00:19

Estou na vibe de assistir (ou rever) os filmes que inspiraram Stranger Things. Após E.T e Conta Comigo, cheguei em Alien, e tive uma grande surpresa.

Nunca tive interesse pela franquia, por considerá-la terror. Sendo esse um gênero que nunca prendeu minha atenção, pois raramente apresenta aquilo que me agrada em um filme. Por exemplo, a função dos personagens é morrer, então o desenvolvimento deles é feito as pressas e empurrado goela abaixo (isso quando tem desenvolvimento). Mas isso não se vê em Alien, é tudo bem desenvolvido. E não se trata de matança descontrolada, e banho de sangue, é um suspense bem construído.

Adorei a Ripley, não é uma donzela para ser salva, mas também não rola excesso de “girl power”, nem é masculinizada. É uma personagem bem humana, tem seus momentos de fragilidade, e de sangue frio e esperteza. O desenvolvimento dela é brilhante, muito bem feito, no início não notei que ela é a protagonista hahaha.

Mas me diga Ritter, e as continuações? Fazem jus ao primeiro filme? Valem a pena? Tenho medo de sequências, a maioria dos diretores não sabem a hora de parar.

Responder
JOSE DO EGITO 27 de setembro de 2016 - 16:03

aff………….esse filme é muito fraquinho…….. só vale pra vc entender a contexto de Prometheus, esse sim um classico imediato!

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 22:15

Alien muito fraquinho e Prometheus um clássico imediato…

De onde você saiu? Do Asilo Arkham? HHAHHAHAAAHHAHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 22:15

Alien muito fraquinho e Prometheus um clássico imediato…

De onde você saiu? Do Asilo Arkham? HHAHHAHAAAHHAHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
JOSE DO EGITO 21 de novembro de 2016 - 09:17

logico, é facil detonar um filme qdo toda a internet em peso tá esculachando, mesmo ele sendo otimo. Personalidade mandou um beijo pra vc!

Responder
JOSE DO EGITO 21 de novembro de 2016 - 09:17

logico, é facil detonar um filme qdo toda a internet em peso tá esculachando, mesmo ele sendo otimo. Personalidade mandou um beijo pra vc!

Responder
planocritico 21 de novembro de 2016 - 12:08

Se personalidade para você for bom gosto, então beleza, é isso aí! Alien filme fraquinho… HAHAHHAHAHAHAAHAHAHA

– Ritter.

Responder
planocritico 21 de novembro de 2016 - 12:08

Se personalidade para você for bom gosto, então beleza, é isso aí! Alien filme fraquinho… HAHAHHAHAHAHAAHAHAHA

– Ritter.

Responder
Sr.Complexo 20 de janeiro de 2017 - 01:36

Primeiro que nem teria prometheus se não fosse por Alien, segundo que, por mais que opinião vai de gosto, um filme negativado por grande parte da crítica especializada(os que entendem) não pode ser considerado clássico, contrariando sua afirmação. Pode ser SUA opinião, mas a verdade real, levada em conta pela mídia e pelo público é a de que clássico é Alien.

Ah, vc foi irônico?
Kkkkkkkkkkkkkkk.

Responder
JOSE DO EGITO 27 de setembro de 2016 - 16:03

aff………….esse filme é muito fraquinho…….. só vale pra vc entender a contexto de Prometheus, esse sim um classico imediato!

Responder
Diogo Amorim 9 de janeiro de 2016 - 21:53

Filmaço! Tive o privilégio de crescer assistindo esse filme e sempre gostei muito, assim como a sequência também. Mantêm você ligado desde o início, é tenso, e dá medo mesmo em algumas cenas. Sou um grande fã do gênero ficção cientifica, e esse filme impressiona, uma obra prima do gênero. Gosto bastante de assistir esses clássicos, não só esse como varios outros por aí também, é verdade que hoje o cinema está tomado pela computação gráfica, assistindo eles percebemos que um filme não precisa de efeitos especiais de ponta pra ser excelente, nem mesmo de computação gráfica alguma como acontece aqui.

Responder
planocritico 10 de janeiro de 2016 - 03:48

Pena que Ridley Scott tenha perdido a mão quase completamente nos dias de hoje…

Abs,
Ritter.

Responder
JOSE DO EGITO 27 de setembro de 2016 - 16:04

aff……….. logico que temos que levar em consideração que o filme é uma velharia e tal e quase não provoca reação nos dias de hoje, mas achei mega chato e parado esse filme…………. E sobre perder a mão acredito que vc está enganada….. só a cena do “parto” em PROMETHEUS acaba com qualquer duvida sobre a inspiração de R. Scotty

Responder
JOSE DO EGITO 27 de setembro de 2016 - 16:04

aff……….. logico que temos que levar em consideração que o filme é uma velharia e tal e quase não provoca reação nos dias de hoje, mas achei mega chato e parado esse filme…………. E sobre perder a mão acredito que vc está enganada….. só a cena do “parto” em PROMETHEUS acaba com qualquer duvida sobre a inspiração de R. Scotty

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 22:16

Sim, claro, SUPER bacana aquela cena… Deu vontade imediatamente de sair do cinema e assistir Alien novamente…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 22:16

Sim, claro, SUPER bacana aquela cena… Deu vontade imediatamente de sair do cinema e assistir Alien novamente…

Abs,
Ritter.

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JOSE DO EGITO 3 de fevereiro de 2017 - 15:43

esse Alien pra mim é uma bomba… pronto falei

JOSE DO EGITO 3 de fevereiro de 2017 - 15:43

esse Alien pra mim é uma bomba… pronto falei

planocritico 3 de fevereiro de 2017 - 17:20

O que seria do azul se todos gostassem do amarelo, não é mesmo?

– Ritter.

planocritico 3 de fevereiro de 2017 - 17:20

O que seria do azul se todos gostassem do amarelo, não é mesmo?

– Ritter.

Lucas Maia 24 de março de 2015 - 14:39

Ah esse filme, essa quadrilogia.. Sou muito feliz desde o dia em que aluguei o primeiro filme (tinha uns 12 ou 13 anos), assisti morrendo de medo, mas mesmo assim vi até o final. E não me arrependo. Do contrário, me orgulho, porque foi a partir desse dia que comecei a gostar muito da série. E fui em busca dos outros filmes. Adorei a crítica.. Abs

Responder
planocritico 25 de março de 2015 - 15:37

@disqus_GLtJhzSnO0:disqus, a primeira vez que vi Alien quase tive um treco também. Os dois primeiros filmes são excelentes de seus próprios característicos jeitos. Os outros dois são aturáveis somente. De toda forma, magnífica quadrilogia sim.

Obrigado pelo elogio e volte sempre!

Abs,
Ritter.

Responder
Feliphe Queiróz 1 de dezembro de 2014 - 07:35

Muito boa essa crítica. Gostei da atmosfera detalhada sobre esse clássico. Revi nessa semana o filme 1 e 2 e também o 3 que eu não havia visto, porém, joguei Alien 3 no Snes. Assisti todos em HD. Agora vou relembrar o 4º filme Alien: Ressurreição e Promotheus que trás mais nostalgia e história! Peguei também a trilha sonora dos 4 filmes que assustadora e incrivel. Obrigado. Abraços!

Responder
planocritico 1 de dezembro de 2014 - 15:34

@feliphequeiroz:disqus, fico feliz que tenha gostado! Adoro esse filme e sua continuação. Temos a crítica dos 4 Aliens e de Prometheus aqui no site.

Volte sempre!

Abs, Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 29 de maio de 2014 - 03:25

Crítica fantástica para um dos filmes que despertou minha paixão não só por cinema e ficção-científica, mas também por todas as técnicas e efeitos práticos. Tive o privilégio de crescer com acesso a trabalhos como o de Ray Harryhausen, e sem dúvida, é uma pena ver o cinema hoje tomado por computação gráfica pura. Uma sugestão, nessa de relembrar os monstros clássicos, não rola uma crítica do Frankenstein de Mary Shelley do Kenneth Branagh? Amo aquele filme, amo a trilha do Patrick Doyle, amo a obra original.

Responder
planocritico 30 de maio de 2014 - 08:35

Rola sim, Rafael. Já está anotado aqui! Obrigado pelo elogio. Abs, Ritter.

Responder
jcesarfe 26 de maio de 2014 - 13:05

Parabéns por nos fazer relembrar…

Responder
planocritico 26 de maio de 2014 - 20:55

Valeu, jcesarfe! – Ritter.

Responder
Rafael Oliveira 26 de maio de 2014 - 12:43

Baita filmaço, mas sou bem mais a sequência do James Cameron, que é uma das sequências mais eletrizantes da vida.

Responder
planocritico 26 de maio de 2014 - 20:56

Gosto dos dois igualmente. O primeiro como uma obra prima da ficção científica/terror e o outro como uma obra prima da ficção científica/aventura. E sim, Aliens é absolutamente eletrizante! – Ritter.

Responder
Erik Blaz Dos Santos 12 de maio de 2014 - 18:48

Sinceramente?
Gosto tanto da trilogia que um dia, ainda comprarei aquele BOX personalizado com o ovo do Alien guardando os Blu-Rays *_____________*

Responder
planocritico 13 de maio de 2014 - 05:24

Mas não é uma trilogia… 🙂 – Ritter.

Responder
Erik Blaz Dos Santos 13 de maio de 2014 - 10:52

Eu sei =)
Mas convenhamos, está ótimo até o terceiro filme, não acha?
Ou precisamos mesmo lembrar o 4º? =(

Responder
Rafael Oliveira 26 de maio de 2014 - 12:41

O 3° é o que menos gosto, e apesar do 4° não ser dos melhores, é bem mais divertido que o capítulo do Fincher.

Responder
planocritico 26 de maio de 2014 - 20:58

Tenho dificuldade para gostar muito desses dois. O 3º sofreu gigantescos problemas durante a produção e o 4º poderia ter sido bem mais do que foi. Mas todos, ABSOLUTAMENTE todos os quatro são MUITO MELHORES que o lixo que é Prometheus… 🙂 – Ritter.

Erik Blaz Dos Santos 27 de maio de 2014 - 10:13

É… Acho que o Ritter conseguiu fechar bem a discussão HAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA!!

Rafael Oliveira 27 de maio de 2014 - 10:15

Hahaha, vamos discordar de novo Ritter, porque eu adoro Prometheus!

planocritico 28 de maio de 2014 - 14:25

Cara, sem comentários… Prometheus, para mim, é quase uma piada de mau gosto… – Ritter.

Lucashenrique 6 de julho de 2012 - 00:01

Texto excelente, muito boa abordagem sobre esse clássico da ficção.

Responder
Kokada 26 de junho de 2012 - 15:14

Legal a análise do filme, queria ver sobre o filme Prometheus…

Responder
Marco Maneira 18 de junho de 2012 - 11:38

Ótimo texto. Parabéns!

Responder
Edilson Rodrigues Palhares 18 de junho de 2012 - 10:56

Muito bom, Ritter! Além de todo o texto em si, gostei da sua abordagem quanto ao exagero do CGI nos dias de hoje. Infelizmente, por causa da distribuidora, não vi Alien em 1979 ou 80. Em Paraíba do Sul, cidade onde eu morava à época, aí perto do Rio, não passavam filmes da Paramount e Universal. Isto é, ficamos privados de Saturday Night Fever, ET, Tubarão, Star Trek etc. Felizmente, em 3 Rios, cidade vizinha, isto não acontecia. Então às vezes dava para assistir lá. Mas o Alien, mesmo sendo da Fox, não passou lá, mas chegou na biblioteca pública em frente ao cinema, sob a forma da adaptação para romance feita pelo Alan Dean Foster. E foi dessa forma que entrei no universo Alien. E foi impressionante, arrepiante! Inclusive o livro já continha as famosas cenas deletadas, como a morte de Dallas. Alguns anos depois surgiram os primeiros aparelhos de videocassete em minha cidade. Apenas 4 moradores o tinham. Felizmente um era amigo meu. Pedi para ele pegar o Alien no videoclube da redondeza, que para variar, ficava em 3 Rios. Só então, numa cópia pirata de VHS (era tudo assim na época nos videoclubes de interior) é que fui finalmente assistir a até então obra-prima de Ridley Scott (até então pq para mim este posto fica com Blade Runner). Curti muito, amei… mas senti uma falta danada da cena de Dallas, hoje acessível nos relançamentos de Alien em DVD e Blu-ray.
Abração!

Responder
Matheus Fragata 9 de junho de 2012 - 02:56

Excelente texto, Ritter! Faz jus ao filme!
Um abraço!

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