Home TVEpisódio Crítica | American Horror Story – 8X04: Could It Be… Satan?

Crítica | American Horror Story – 8X04: Could It Be… Satan?

por Luiz Santiago
162 views (a partir de agosto de 2020)

plano critico michael could it be satan

  • Há SPOILERS do episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Ok, eu não estava esperando por isso.

Como eu NÃO VEJO nenhum preview de nenhuma série que acompanho (eu raramente vejo trailers, em geral) e não busco nenhuma informação sobre os episódios antes de assisti-los, sempre tenho o choque inicial das particularidades de cada um. E exposto isso, devo dizer que para mim, Could It Be… Satan? foi ao mesmo tempo uma surpresa e um choque bastante positivo. Se eu tirar de lado a dúvida que me atacou desde o episódio passado (por quê Myrtle está aqui mesmo?), temos nesse quarto capítulo da temporada um flashback soberbo para a juventude e início de vida adulta de Michael Langdon, com questões acompanhadas de boas e corajosas informações a respeito do personagem e dos poderes que estão ao seu redor ou contra ele.

O funcionamento do roteiro de Tim Minear dependia da exposição do passado a partir de algo crível e relacionável, mesmo que fosse diferente do que imaginávamos para os personagens. Quando comentei de “algo corajoso” era disso que eu estava falando. Vejam, por exemplo, como o texto vai pincelando o passado do Anticristo à medida que porções de seus poderes e uma rápida afirmação de consciência e possibilidades mágicas lhes são apresentadas. E sim, eu acho orgânica e compreensível toda essa primeira parte da trajetória.

A montagem, aqui, é outro elemento técnico aplaudível, e vemos como o ciclo de espaços se alternam na tela, cada um nos entregando uma peça que nem sabíamos que faltava no quebra-cabeça.

A primeira afirmação óbvia é a parte visual de Cody Fern, que fica imensamente mais bonito e mais intimidador de cabelo curto e sem aquela maquiagem avermelhada ao redor dos olhos que sua versão do Apocalipse tem. Óbvio que eu entendo o apelo da equipe de maquiagem e cabelo para essa mudança, mas não creio que fez jus ao personagem, justamente nessa fase em que ele precisa mostrar um nível cada vez maior de poder, dominação e controle de todas as coisas. Me digam se para vocês esse impacto em relação à aparência dele também vai por este caminho.

A passagem da cena de ressurreição — após os eventos à la Jardim “Infernal” do Éden, em Forbidden Fruit — me pareceu inicialmente problemática. Mas em pouco tempo eu entendi a escolha do roteirista e também da diretora Sheree Folkson em escolherem aquela forma de introdução. Folkson é conhecida por suas elegantes manipulações de câmera como perscrutadora do espaço, com belos travellings em distintas direções e passando por interessantes ângulos, alguns para destacar emoções em desequilíbrio e outros para colocar determinados personagens em posição de grande importância, mesmo que faça questão de ressaltar a diferença entre o exterior e o interior, vide a ótima cena final, quando a câmera mostra Michael, Queenie e Madison, passando de um plano geral e central para um primeiro plano inclinado em alguns graus justamente em um triunfante Michael, ao mostrar que tinha poder o bastante para fazer o que uma amedrontada Cordelia não conseguiu. Seria a confirmação da Profecia do Alfa?

A ligação com Coven e especialmente com Hotel me pareceu algo orgânico do começo ao fim. Como no caso da já citada primeira cena, se as minhas impressões iniciais foram de estranheza, em alguns momentos, logo ela se dissipou para a de cumplicidade, entendimento e engajamento, tendo aí dicas, apresentações e material para pensar até onde vai esse jogo de poderes: a escola de bruxos, o shade fervoroso (e incrível) das bruxas em relação aos feiticeiros, a colocação de Mallory em um interessante papel de destaque no Coven, a colocação de Mead como uma real mãe adotiva e satânica (é isso mesmo?) de Michael (o que fez com que Constance desistisse dele?), o maravilhoso destaque para as duas bruxas condenadas e salvas e, claro, os velhos rostos em um cenário que me divertiu o tempo inteiro. Minha única colocação em falso — mas não a ponto de tornar o episódio menor — é o seguinte: por que diabos esses bruxos são tão babões em relação a Michael e só John Henry Moore (Cheyenne Jackson) parece ter o mínimo de desconfiança e cuidado prévio em relação à natureza maligna dos poderes do jovem? Eu esperava mais sabedoria e principalmente desconfiança de bruxos tão experientes e poderosos…

American Horror Story – 8X04: Could It Be… Satan? (EUA, 3 de outubro de 2018)
Direção: Sheree Folkson
Roteiro: Tim Minear
Elenco: Sarah Paulson, Evan Peters, Adina Porter, Billie Lourd, Leslie Grossman, Cody Fern, Emma Roberts, Kathy Bates, Cheyenne Jackson, Frances Conroy, Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Jon Jon Briones, Billy Porter, BD Wong, Brendan McCarthy, David Atkinson
Duração: 44 min.

Você Também pode curtir

53 comentários

Luiz Santiago 9 de outubro de 2018 - 13:49

Esse episódio caminha para ser uma das poucas unanimidades da série, pelo visto…

Responder
Gustavo Rodrigues 9 de outubro de 2018 - 12:21

Esse episodio lembrou AHS das antigas, excelente

Responder
Teco Sodre 9 de outubro de 2018 - 09:39

Estou atrasado para essa discussão porque estive tentando me matricular na “Hogwarts” de AHS8.

“Me digam se para vocês esse impacto em relação à aparência dele também vai por este caminho” – Não tenho resistência em aceitar o look mais arrojado do demo, porém sempre vou preferir algo mais discreto e aparentemente inocente pq acho que tem mais a ver com Satan.

É um roteiro fantástico, cheio de nuances sobre machismo, e muito bem trabalhado para o propósito da temporada. Sinceramente, desconfiava muito que esse crossover fosse dar certo, mas não esperava por algo tão criativo e interessante.

Também estou muito curioso para saber o que aconteceu com Constance, e como Michael foi parar nos braços de Mead.

Momento mais delicioso pra mim foi ver Billy Porter em cena. Ele tá maravilhoso em Pose e matei um pouquinho da saudade dele…

Responder
Léon 9 de outubro de 2018 - 01:11

A.M.E.I todo o episódio!!!

Eu tinha toda uma explicação antropológica, sociológica, filosófica, política, científica, astrológica, mística, pop, judiciária e muito mais para explicar o seu questionamento sobre a cegueira dos bruxos em relação ao Langdon, PORÉM, o @lucaschavesdossantos:disqus esclareceu tudo muuuuito que bem.

Adorei a explicação dada por Délia para os homens serem menos prodigiosos nas artes mágicas que as mulheres. Aquilo da testosterona inibir o acesso deles com o plano etéreo. Ficou algo bem “Seleção Natural, querido. Somos melhores, mais adaptadas. Aceite. Volta a caçar javalis.”

“Eu gostei da aparência dele, quando é jovem tem a sensualidade de um demonio e agr como anticristo tem a beleza de um anjo (caído )” não tinha visto desta forma e concordava com o Luiz de que mais jovem ele parece mais seguro e poderoso e mais velho só um maníaco com sombra vermelha nos olhos e cabelo ressecado, mas esta explicação faz muito sentido.

Responder
Luiz Santiago 9 de outubro de 2018 - 01:17

Falei pra você que ia gostar desse…

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 8 de outubro de 2018 - 20:59

Respondendo o questionamento final… Macho é burro, imagina macho bruxo kkkk

Responder
Luiz Santiago 8 de outubro de 2018 - 21:03

AHUAHAUHAUAHUAHUAHAUAHUHAUHAU #MORTO

Responder
vitor josé 7 de outubro de 2018 - 02:15

Creio eu q o próximo episodio nao vai fazer a historia progredir, quero q eles mostrem o pq tiveram q apagar as memórias das 3 bruxas e mudar a aparência delas e o q as bruxas fizeram durante esse período de conhecer o langdom e o apocAlipse

Responder
Luiz Santiago 7 de outubro de 2018 - 02:18

Contanto que seja bem feito, podem mandar essas regressões à vontade! 😀

Responder
vitor josé 7 de outubro de 2018 - 02:27

Eu nao estava crente nessa temporada, mas o jeito q eles estão ligando tudo tá me deixando bem animado

Responder
Luiz Santiago 7 de outubro de 2018 - 02:43

Pois é! Mas fica aquela coisa atrás da orelha “estão iludindo a gente!” hahahhahhahahahhahahahahha

Responder
vitor josé 7 de outubro de 2018 - 02:12

Eu gostei da aparência dele, quando é jovem tem a sensualidade de um demonio e agr como anticristo tem a beleza de um anjo (caído )

Responder
Luiz Santiago 7 de outubro de 2018 - 02:17

Interessante, vendo por esse ponto.

Responder
O Homem do QI200 7 de outubro de 2018 - 00:11

Eu queria um opinião pessoal e sincera: eu parei de acompanhar essa série na temporada do Circo, pois não gostei de nenhum desde o Asylum, queria saber se tem alguma outra temporada que valha a pena assistir.

Responder
Luiz Santiago 7 de outubro de 2018 - 02:17

Putz! HAHAHAHHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAAH

Que vaaaaale vaaaaaaaaaaaaaaaaaaale a pena mesmo, na minha opinião, só Murder House e Asylum.

Responder
O Homem do QI200 7 de outubro de 2018 - 14:59

porra, to rindo muito kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
giovanibarros 10 de outubro de 2018 - 22:53

cara, Roanoke vale MUITO a pena tb. E eu curto Cult pq tem muito a ver com o mundo atual, mesmo que o roteiro não segure as pontas…

Responder
Junior Targaryen 26 de outubro de 2018 - 17:42

pra mim as duas primeiras e essa atual estão entre as melhores sinceramente
mas pra ver essa temporada é preciso assistir a temporada 3 (coven) que é muito ruim
é incrível como o Ryan melhorou a história de coven, tirou os exageros, parecia até que eu tava vendo uma versão trash de malhação em alguns momentos

Clarissa Brito 6 de outubro de 2018 - 21:49

Essa temporada está sendo tudo que Coven poderia ter sido, mas não foi: um vilão poderoso e fodástico, a presença de personagens carismáticas, uma trama bacana, esperança quase perdida, muita magia, um problema claro a ser resolvido. Torcendo para o próximo episódio continuar mantendo o nível.
Acho que semana que vem terá um foco maior nas bruxas e no que elas irão fazer pra impedir o fim do mundo. Cordelia sabe que esse poder vem das trevas, ela sente isso. O plano do Michael é criar um novo mundo com novos adões e evas diabólicos, creio eu, resta saber se ele será bem sucedido ou não. Com certeza deve ter matado todos os warlocks pra conseguir isso. Só não entendi o que aconteceu com a verdadeira Miss Mead. Se morreu, não seria mais fácil reviver ela do que criar um robo esquisito?

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 22:08

A verdadeira Mead morreu e por isso o Landgon fez o robô. Aí fica a dúvida sobre o por quê ele precisou fazer o robô e não trouxe ela de volta…

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 20:58

Confesso que não senti isso não. Como destaco no texto, eu achei a montagem super fluída, condensando na medida certa essa evolução.

Responder
bre.ribeiro 6 de outubro de 2018 - 19:05

Não foi muito acelerado o episódio? Parece que o Michael ganhou um domínio grande dos poderes de uns hora pra outra…

Responder
JC 6 de outubro de 2018 - 16:20

Caraca, um dos melhores episódios de AHS de todos os tempos.
E também concordo com a maquiagem nova do Demo, ficou bizarra no Apocalipse.
Tá muito mais imponente no passado.

Episódio fodástico.

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 18:12

A grande questão agora é que a gente um episódio FODA como padrão. Desculpa não têm mais de que “não dá pra fazer coisa boa com a premissa”. Então já podemos amolar as facas pra atacar os próximos, quando a qualidade cair ahhahahahahahahahahhahahahahahhaha

Responder
Matheus Lima 6 de outubro de 2018 - 14:23

por que diabos esses bruxos são tão babões em relação a Michael e só John Henry Moore (Cheyenne Jackson) parece ter o mínimo de desconfiança e cuidado prévio em relação à natureza maligna dos poderes do jovem? Eu esperava mais sabedoria e principalmente desconfiança de bruxos tão experientes e poderosos…

Minha resposta é: eles tão agarrando a primeira oportunidade de desbancar as bruxas e ficando cego quanto possiveis consequencias

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 14:44

Só pode…
Agora, vamos ver como o Capetão vai recompensá-los…

Responder
vitor josé 9 de outubro de 2018 - 08:12

Ficou claro o desespero deles em relação as bruxas, se agarrando a primeira oportunidade sem pensarduas vezes

Responder
a star 🌟 is born 6 de outubro de 2018 - 13:59

gente, mas e aquele homem que fazia parte do conselho em coven e foi assassinado pela myrtle snow, que arrancou os olhos dele para dar para a cordelia? será que ele era um feiticeiro como esses de apocalypse? ou ele fazia parte do coven descendente de salém?

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 14:07

Para mim, faz sentido dizer que ele fazia parte desse grupo de feiticeiros.

Responder
🌱Thalles Loureiro🌱 8 de outubro de 2018 - 01:08

Eu acredito q ele é uma bruxa dentro do corpo masculino, pq logo quando ele apareceu em Coven, a Fiona disse “n se esqueça de quem te colocou aí”…

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 12:34

hahaahhahahaha aquela musiquinha mexe com a gente….

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 12:28

Maluuuuuuuuco, esse episódio foi do caralho! Eu adoraria que o nível se mantivesse, mas tenho minhas dúvidas.

Responder
Huckleberry Hound 6 de outubro de 2018 - 10:21

Oloco desde a temporada do Roanoke não via vocês darem 5 estrelas pra essa série (o segundo episódio do Cult chegou perto disso)!Agora vou ver se foi tão bom assim!

Responder
Leonardo Liçarassa 6 de outubro de 2018 - 01:36

Esse episódio foi tão bom que quase ele me fez esquecer que eu ODEIO AHS Hotel e me fez me sentir feliz em mostrar o Hotel Cortez de novo kkkkkkkkk. E não vou comentar da minha reação histérica de que quando começou a tocar a música de Coven e apareceu a escola de bruxaria hahahahahaha.

Responder
Stella 6 de outubro de 2018 - 01:26

Percebi isso, as mulheres se sentiram ameaças pela possibilidade de um homem superar uma Suprema.

Responder
João Pedro de Sousa 6 de outubro de 2018 - 14:18

Eu acho que elas acharam impossível inicialmente. Nem por uma questão de ameaça, mas pelo fato de nunca ter acontecido. Agora que o Michael provou o poder, ai sim vamos ver a Cordelia suspeitar que pode ser verdade. Adorei o episódio! O melhor em muito tempo.

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 00:22

E pelo jeito eles vão pagar o preço…

Responder
Guilherme Barbosa de Almeida 5 de outubro de 2018 - 23:43

Eu acredito que a alienação dos bruxos pelo poder e pela lenda do “alfa”,um bruxo que superaria uma suprema, tenha cegado eles em relação á origem dos poderes do michael.

Responder
Leonardo Peres 5 de outubro de 2018 - 23:09

Se a temporada tivesse mais que fez episódios eu diria que os dois primeiros e parte do terceiro realmente não foram “desperdiçados”. Mas não é o caso. Eu acho que mesmo que não falte nada lá na frente e finalize tudo da melhor maneira possível, eles poderiam ter aproveitado melhor esses episódios passados e nos entregado algo mais chamativo. As coisas começaram a engrenar no fonaldo terceiro episódio.

Quanto a Cordélia, não acho que ela foi medrosa. Ela só é cautelosa, diferente da mãe. E acredito que o Langdon só conseguiu salvar a Queenie pela questão do anti Cristo.

Já os bruxos, não acho que eles foram baboes. Acho apenas que a vontade deles de vencerem as bruxas pela primeira vez na história os cegou.

Falando nisso, achei muito irônico essa questão dos homens ficarem atrás das mulheres e quererem se sobressair. Aí você já vê como tá errado, diferente do feminismo que busca a igualdade.

Responder
Luiz Santiago 5 de outubro de 2018 - 23:19

Este foi o melhor da temporada até agora, isso é fato, mas eu não achei os outros ruins não. Abaixo desse, claro, mas ainda bons.

Responder
Mera Rainha de Atlântida 5 de outubro de 2018 - 22:41

Fico imaginando se eles vão explorar a bruxa que vimos na temporada de Roanoke ?

Responder
Luiz Santiago 5 de outubro de 2018 - 23:05

Hummmm… fica aí o questionamento…

Responder
Theylor Cardoso 5 de outubro de 2018 - 23:13

Na época de Roanoke, o Ryan havia dito que aquela Bruxa foi a primeira Bruxa, tendo o sangue real. Assim, sendo a primeira suprema

Responder
Stella 6 de outubro de 2018 - 01:21

ja foi desmentido que a personagem da Gaga é a primeira Suprema. Ja teve outra antes.Ryan que confirmou.

Responder
Stella 6 de outubro de 2018 - 01:25

Ja foi desmentido que a personagem da Gaga era primeira Suprema. Ryan confirmou no twitter uma vez, acontece que os fãs dela acabaram nao aceitando muito kkkk Muitos esquecem que a primeira Suprema foi uma mulher branca que traiu uma bruxa negra que tinha os poderes unificados, e que que através dessa traição se dividiu em duas linhagens diferentes da Laveau e as de Salem.

Responder
Luiz Santiago 6 de outubro de 2018 - 01:30

Essa parte dos nós eu já tava sabendo… Acontece mais coisa nos bastidores do que na série em termos de ligações de tramas haahhahahahhahahhahah

Responder
Stella 6 de outubro de 2018 - 01:35

é mas acho chato que os fãs da Gaga ficam forçando a barra kkkkkk Acredito que um dia a primeira Suprema vai ser mostrada, mas com certeza ela será ruim, ja que os primeiros poderes foram roubados.

Matheus Martins 5 de outubro de 2018 - 22:41

Adorei cada minuto do episódio!
E é preciso também darmos uma olhada na fala de Cordelia, personagem de Sarah Paulson, na cena em que ela está discutindo com os Feiticeiros. “Your Time Is Up” em uma clara referência ao movimento de denúncias contrs assédio sexual esse ano. Achei icônico e espero mais comparecimento das Bruxas nessa temporada

Responder
Luiz Santiago 5 de outubro de 2018 - 23:04

Sim, sim, e é algo que o showrunner com certeza coloca em suas séries, é bem legal ver isso mesmo.

Responder
Junito Hartley 5 de outubro de 2018 - 22:17

Melhor episódio mesmo, show! Só uma dúvida, será que vão focar alguma hora em quem jogou a bomba que destruiu o mundo?

Responder
Luiz Santiago 5 de outubro de 2018 - 22:30

Eu acredito que sim. Porque tá com cara de conflito que vai precisar ser resolvido de uma forma trágica… Acho que a bomba tem a ver com isso.

Responder
Stella 5 de outubro de 2018 - 20:45

Crítica excelente. Melhor episodio disparado, concordo com a nota, simplesmente amei. Muito legal colocar os Warlocks/magos, não tínhamos certezas que homens tinham poderes. E ao que parece o Michael é equivalente a Suprema mesmo, mas algo me diz que a Cordelia é uma Suprema fraca, a Mallory pode ser uma bruxa mestiça com Anjos ou quem sabe um novo tipo de Suprema, já que pra enfrentar Michael tem que ser num nível maior, ele anda pelos planos dos vivos e dos mortos como se fosse nada e a Cordelia não consegue. Se ele trouxe a Queenie e a Madison e não Misty, acho que a Mallory irá trazer a Misty ela irá para o Inferno busca-la.

Responder
Luiz Santiago 5 de outubro de 2018 - 21:15

Isso tá ficando tão legal! Se as coisas seguirem nesse nível será uma temporada e tanto. Eu gostei da forma como essa disputa entre poderes foi apresentada. Não é cansativa e faz total sentido, sem ter aquela cara de “demônio planejando tudo atrás da porta” hahahahahahhaha. É orgânico que essas coisas aconteçam nesse momento, nesse Universo. E sua visão sobre Misty é interessante demais!!!

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais