Home TVEpisódio Crítica | American Horror Story – 8X06: Return To Murder House

Crítica | American Horror Story – 8X06: Return To Murder House

por Luiz Santiago
170 views (a partir de agosto de 2020)

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  • Há SPOILERS do episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

É comum que em séries que duram um tempo considerável no ar, uma boa parte do elenco principal (e até secundário) acabe dirigindo alguns episódios. Em alguns casos, isso pode ser algo natural, se o ator ou atriz já dirigiu antes ou tem claramente ambições de trabalhar atrás das câmeras. Noutras ocasiões é apenas uma nova oportunidade, aliada ao estudo de alguém da equipe, acordo com os showrunners e uma maneira de reunir amigos de uma forma inteiramente orgânica, inclusive na condução do capítulo. Este é o caso de Return To Murder House.

Dando sequência aos eventos de Boy Wonder, em uma construção de arco que, creio, está tomando todos nós de grande surpresa pela qualidade do que está sendo apresentado, este sexto episódio da temporada marca a estreia de Sarah Paulson na direção, mostrando pulso firme e que também entende de verdade as dinâmicas visuais e cênicas de American Horror Story.

Na trama, Madison e Behold Chablis, destinados a fazer uma “pesquisa de campo” sobre o passado de Michael Langdon, compram a casa que nos aterrorizou na 1ª Temporada e resolvem fazer a visita oficial de descoberta. Entre magias que não funcionam e encantamentos de invocação, a dupla consegue fazer com que os espíritos se mostrem, e então a conversa acontece. Basicamente, as perguntas que fizemos em The Morning After são respondidas e devidamente contextualizadas aqui, dando um suporte narrativo que a maioria dos espectadores esperavam, especialmente porque o crescimento do Anticristo e sua colocação no caminho que o levou a se encontrar com Mead ainda não haviam ficado claros. Até agora. E é justamente por isso que se explica o enorme fulgor de aplausos em relação ao episódio (até o momento que escrevo esta crítica, o mais bem cotado do show). Particularmente, não acho que foi um episódio melhor que Could It Be… Satan? (para mim, até agora, o melhor da temporada), mas ainda assim, é uma baita de um exercício televisivo.

Não é sempre que temos uma marinheira de primeira viagem entregando um resultado visualmente tão interessante. A fluidez dentro dos blocos, na direção de Sarah Paulson, não denuncia que esta é apenas a sua estreia e só percebemos esse tipo de posição quando atentamos para os cortes secos ao fim de cada grande ato. No roteiro, as coisas ligadas à ascensão do Capetão funcionaram bem, mas não consegui ver com olhos totalmente elogiosos a finalização dos conflitos na casa. Eu entendo o apelo, achei particularmente muito bonito o que foi feito com Moira, mas esse tipo de abordagem, para mim, simplesmente não avançou muito em qualidade e significado, sendo menos importante para o todo do que, pode exemplo, o resgate de Queenie do Hotel.

Agora que o arco ligado ao passado de Michael está resolvido, imagino que a série irá seguir com a linha do presente no mundo pós-catástrofe nuclear, mostrando o embate das bruxas (e bruxos?) contra o Mal encarnado. Foi muito bom ver Jessica Lange de volta e presenciar toda força que ela e a equipe original da série trazem para a tela. Foi como colocar um ponto final em uma história que nem imaginávamos que precisava de um ponto final. Agora, estamos prontos para seguir. Se um flashback vier, será para mostrar como Mead virou um robô, mas fora isso, o que mais do passado há para resolver, de fato? Faltando 4 episódios para o encerramento da temporada, é lícito pensar que a luta para salvar o mundo será a principal temática. Vocês estão apostando em um final feliz?

American Horror Story – 8X06: Return To Murder House (EUA, 17 de outubro de 2018)
Direção: Sarah Paulson
Roteiro: Crystal Liu
Elenco: Sarah Paulson, Evan Peters, Cody Fern, Emma Roberts, Kathy Bates, Dylan McDermott, Connie Britton, Frances Conroy, Jessica Lange, Taissa Farmiga, Billy Porter, Naomi Grossman, Mena Suvari, Carlo Rota, John Duerler
Duração: 54 min.

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34 comentários

Luiz Santiago 22 de outubro de 2018 - 14:37

Hehehehehehehehehehe é tipo “vem, meteoro!”, só que sem meteoro. 😀

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Luiz Santiago 22 de outubro de 2018 - 14:36

Talvez tenha sido isso, mas se serve de consolo, o roteiro dá margem pra esse sentimento, então é algo que tem pé na estrutura do próprio episódio…

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Teco Sodre 22 de outubro de 2018 - 09:27

Respondendo sua pergunta sobre o final possivelmente feliz: “it’s the end of the world as we know it (and i feel fine).” 🙂

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Teco Sodre 22 de outubro de 2018 - 09:18

Fora a parte do ritual satânico, achei o episódio muito morno e apesar de toda a minha expectativa pelo retorno de Constance, não curti aquela baboseira com “a empreguete mais legal do mundo”, achei muito besta aquilo. Também não gostei muito dos desdobramentos que antecedem a “adoção” de Langdon por Mead – não sei explicar muito bem o que senti vendo esse episódio; provavelmente eu criei expectativa demais para vê-lo e senti que o capítulo destoou bastante dos demais.

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vitor josé 21 de outubro de 2018 - 10:49

Eu gostaria de ver a relação mãe-filho da Vivian cm o Michael, ficou muito vazio pra mim, não sei se a figura maternal da Constance foi suficiente sabe. Na vdd eu não queria ver a Vivian só como mãe, queria enxergar o Michael como filho

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Luiz Santiago 21 de outubro de 2018 - 13:15

De fato. Mas eu acho que isso acabaria enrolando o episódio um pouco…

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Luiz Santiago 20 de outubro de 2018 - 23:43

AHUAHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUAHUAHUAHA eu só estou curtindo aqui esse comentário fantástico, por isso vou dar um desconto e não te julgar severamente hahahahahhahahahahha

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Luiz Santiago 20 de outubro de 2018 - 23:33

A redenção foi estranha mesmo, não vou te julgar não ahahhahaha

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vitor josé 21 de outubro de 2018 - 10:46

Haha

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vitor josé 20 de outubro de 2018 - 17:53

Nao curti a redenção do Tate, me julguem. Amei ver os atores interpretando varios personagens, a Madson não reconhecendo a violet e a Constance foi mt legal, nem a Cordélia

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Léon 20 de outubro de 2018 - 17:04

“Olha eu também concordo que o Brasil não vai pra frente desse jeito. Esses CRÍTICOS ARROMBADOS BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO só sabe receber milhões de dinheiro da Marvel, de George Soros, da Lei Rouanet, do Stan Lee, da Disney e não falam nada sério! ”

Rapaz, eu não queria tocar neste assunto porque ele é muito sério e delicado, mas já que você tocou: o que eu acho pior disso tudo é que além de receber trilhões da Marvel e passe livre para os parques temáticos da Disney e da Universal, estes mesmos críticos recebem trilhões da DC para falar mal da Marvel e vice-versa e ficam neste joguinho, ganhando dos dois lados as nossas custas! Tão tudinho curtindo nas Ilhas Maldivas, nos Alpes suíços, nos PARQUES TEMÁTICOS DA DISNEY. Enquanto o mais perto que eu cheguei do Mickey foi através das estampas das roupas vendidas nas lojas de departamento daqui do Brasil. Uma completa vergonha. O meme da boneca representa meu estado de espírito. Isso tudo é claramente culpa dos Illuminati. Os sinais estão por toda a parte, é só olhar…

“eu to rindo que nem um pato num show de comédia de um rinoceronte gripado com essa frase.” e eu estou rindo imaginando este show (que com toda a certeza você está assistindo em um dos parques temáticos da Disney, com o seu passe livre que eu sei).

“Mas bastante gente simplesmente AMOU o episódio!” por favor, não me julgue severamente, @luizsantiago:disqus, porque eu faço parte deste grupo.

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Luiz Santiago 20 de outubro de 2018 - 13:31

Concordo com vc sobre a compartimentação do episódio, o que de fato deixou ele menos orgânico que os outros. Acho que por isso uma parte dos temas dele acabaram não funcionando tanto assim…

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giovanibarros 20 de outubro de 2018 - 06:48

Achei o roteiro episódio meio compartimentado demais, em termos de estrutura foi menos orgânico que os anteriores, mas ainda assim gerava curiosidade. O que achei muito bom que vai além disso é a dinâmica entre o Behold e a Madison (era a melhor coisa do episódio pra mim) e a participação mais que especial da Naomi Grossman como uma das satanistas (a atriz que faz a Pepper!).

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 23:56

Pior que é verdade. Dá uma angústia mesmo…

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 23:55

Sarah Paulson está fodástica na direção aqui. Assim como você, também fiquei com um pouquinho de receio, mas olha… que delicadeza a dessa mulher! Adorei o estilão dela. Devia dirigir mais!

A entrada da Jessica Lange dá na gente aquela palpitação que não conseguimos explicar. Essa mulher é O PODER.

“Dr. Ben continua a mesma bo$t@” AHUAHAUHAUAHAUHAUHAUAHUAHAUAHUAHUHA eu to rindo que nem um pato num show de comédia de um rinoceronte gripado com essa frase. E o pior é que só li verdades!!! AHHAHAHAHAHAHAHHAHAAHAHHAHAH

Olha eu também concordo que o Brasil não vai pra frente desse jeito. Esses CRÍTICOS ARROMBADOS BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO só sabe receber milhões de dinheiro da Marvel, de George Soros, da Lei Rouanet, do Stan Lee, da Disney e não falam nada sério! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA se eu pego um desses na rua. Nem te conto o que eu faço com eles. AHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAAHAH

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Gustavo Larroy 19 de outubro de 2018 - 23:12

Essa temporada está sendo uma das melhores até agora, é muito bom ver personagens antigos, muito nostálgico e ver que após tanto tempo eles estão tendo desfechos, moira merecia um final feliz, mas eu não gostei do desfecho tate e violet, mas foi a casa que fez ele fazer aquelas coisas e bla bla bla, ok até posso aceitar isso mas o personagem tate perdeu parte importante de sua personalidade, o que definia ele e violet perdoá-lo após todas aquelas atrocidades… bem não gostei muito. foi ótimo ver jessica rainha lange de novo, que mulher incrível, mas enfim essa temporada está muito boa só espero que não estrague na reta final.

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 23:47

Acho que, no geral, tivemos as mesmas percepções sobre o episódio, viu! Gostei bastante da direção da Sarah Paulson, mas o roteiro, apesar de ser muito bom, não chegou às alturas para mim não. Mas bastante gente simplesmente AMOU o episódio!

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Léon 19 de outubro de 2018 - 21:43

Assim que vi o nome da Sarah Paulson como diretora do episódio eu dei um grito de felicidade (e receio, confesso), felizmente achei muito competente a forma como o episódio foi dirigido e os flertes que deu com o terror, homenageando algumas cenas clássicas de filmes do gênero.

Alguém me explica como a entrada da Jessica Lange no episódio é ela de costas, descendo as escadas segurando um cigarro e só com isso você já sente toda a força dramática daquela mulher? (Volta, Jessica, por favor. Nunca te pedi nada).

Gostei muito das amarrações do roteiro, do retorno de rostos conhecidos e que nos cativaram no primeiro ano da série, dos traumas e problemas da casa que não tinham sido resolvidos… do Tate, mas isto não vem ao caso…

Como eu sou uma manteiga derretida sentimentaloide e imprestável, gostei bastante, bastante mesmo, da libertação da Moira. Nem acredito que a Madison foi responsável por esta libertação que esperei oito longos anos para acontecer (sim, eu esperei de verdade. Igual a libertação da Queenie e da Misty. Eu sei, não tenho jeito).

Enquanto uns evoluem e aprendem com seus erros (Tate * _ * ), o Dr. Ben continua a mesma bo$t@ (desculpem-me, mas é verdade). Não podia esperar outra coisa dela a não ser aquela cena dele chorando (e fazendo outras coisas) olhando pela janela. Em relação a passar a mão na cabeça do marido, a Vivien também não mudou muita coisa, mas ela pelo menos tentou enfiar meio palmo de faca no peito do Michael, já é alguma coisa.

No mais, esta temporada de AHS finalmente conseguiu me conquistar de vez. Agora é pegar o terço e rezar que não estraguem tudo nos dois últimos episódios.

OBS: Peço que a equipe do PC aceite meu humilde pedido: Por favor, não deixem mais o @luizsantiago:disqus fazer comentários do tipo “aquele meme da pastora perturbada”. Na hora eu pensei: “Qual delas?!?!?!” aí veio a resposta: “não devia ser o contrário?”. E eu caí na gargalhada (só em estar relendo isso ao escrever eu já tô rindo novamente). Assim não dá. A pessoa vem atrás de uma crítica séria e de comentários sérios, belos, recatados, do lar, respeitadores da moral e dos bons costumes e este rapaz faz uma coisa dessas. Deste jeito não tem como manter a ordem neste país. A pessoa lê um comentário e depois morre de ri. Não está certo.

P.S: É brincadeira, Luiz, continue com estes comentários divertidíssimos (só senti falta dos seus memes) e com estas críticas maravilhosas.

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Junito Hartley 19 de outubro de 2018 - 18:55

Pra mim foi o melhor episódio. Não que eu tenha medo ou tenha sentido, mais essas paradas satanistas me dá um mal estar da poha, e pensar que na vida real existe aquele tipo de sacrifício, seloko!

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Stella 19 de outubro de 2018 - 13:25

Não exatamente, me referi ao fato de que a Madison encontrou as duas desse episodio, podia ter referencia. A Madison não encontrou todas versões. A outra personagem da Sarah morreu antes da Madison chegar la no Outpost. Pra mim ficou muito estranho.

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Junior Thefighter 19 de outubro de 2018 - 03:03

Ótima crítica e saliento que esta temporada está me surpreendendo. Eu não contava com a qualidade (técnica, atuações, junções de personagens) que estamos presenciando, episódio a episódio…. O cuidado com as ligações do roteiro, para mim, está sendo o maior destaque…..

Estou muito feliz ….

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 03:48

@juniorthefighter:disqus eu também não contava com nada disso. Estava inteiramente desmotivado para ver essa temporada e agora estou adorando!

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 01:19

Acredito que você entendeu errado minha colocação.
Veja, minha fala sobre a exploração é justamente essa! Note que eu digo que a forma feita em Hotel é mais bem estruturada do que o que foi feito aqui, e aí vem na cabeça aquele meme da pastora perturbada: “não devia ser o contrário?”. Sendo Murder House o FOCO da temporada, e ganhando um episódio inteirinho só pra si, eu esperava algo inteiramente sólido do começo ao fim, com pleno significado para todos os ganchos ligados à casa. De toda forma, foi um ótimo episódio mas, para mim, beeeeeeeeem longe da obra-prima que muitos espectadores acharam.

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planocritico 19 de outubro de 2018 - 01:18

Meu Rolex de agradecimento não chegou aqui ainda, @luizsantiago:disqus ! Ficou preso na alfândega?

Abs,
Ritter.

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 01:20

Eu vou esperar a série acabar para ver se você não me levou para uma armadilha diabólica!!!!

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 01:15

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus concordo TOTALMENTE com vc nessa questão da estranheza, de a Madison não reconhecer os rostos. Achei uma escolha bem estranha do roteiro….

E sim, foi bem mais humorado aqui, especialmente no começo. Gostei do tom. Não foi aquele TOTAL TERROR, mas teve umas boas cenas disso, pena que não tão bem exploradas assim.

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bre.ribeiro 19 de outubro de 2018 - 00:53

Nope… acho que aquele que não deve ser nomeado vai ganhar… infelizmente.

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 01:08

Eu ainda não tenho palpite, mas to me inclinando para a ala do Apocalipse mesmo…

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bre.ribeiro 19 de outubro de 2018 - 14:39

Eu me senti mal de verdade com esse episódio! Mas gostei assim mesmo. Achei fofo o momento com a Moira, acho que foi feito pra contrastar com todo o horror que veio em seguida!

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Luiz Santiago 19 de outubro de 2018 - 14:58

Aquele momento com a Moira foi bonito mesmo. Meu final favorito para uma das personagens da casa…

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Naydson Pereira 19 de outubro de 2018 - 00:30

Esse pra mim foi um dos melhores episódios da série!! Sobre a comparação com Hotel… Apocalypse é um crossover de MH e Coven, Hotel foi só uma pequena (e tbm importante) ligação, então nao teria razão para aprofundamento, ao contrário de MH, q é uma das temporadas focos e, por isso, é mais plausível o aprofundamento em certas tramas, como da Moira.

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Stella 19 de outubro de 2018 - 00:08

ótima crítica. Achei o episodio bom, mas não excelente quanto ao anterior. Daria 3 estrelas apenas, mesmo com retorno da Jessica foi bem morno, o esquisito é ver a Madison não reconhecer os rostos das personagens da Jessica e Sarah, achei forçado quem é você? pelo menos poderia ter uma referencia sei lá kkk. Era melhor nao ter rolado encontro delas que nem foi com a primeira personagem da Sarah nessa temporada que esqueci o nome. Impressionante como são esquecíveis as outras, Cordelia é mais marcante.

Achei que o episodio apelaria para um terrorzinho, mas foi muito engraçado, o que me deu a vibe assistindo , foi da série Ash vs Evil Dead. O que me preocupa é a enrolação que o episodio teve, faltam 4 episódios pra terminar precisa dar uma acelerada na trama.

Responder
bulldirt 19 de outubro de 2018 - 10:23

gente ela não reconhece pq são personagens diferentes… o fato de serem os mesmos atores é mera licença poética. a sarah paulson ta fazendo tres personagens nessa temporada… ja pensou se fosse ter que considerar que elas sao iguais externamente, a bagunça rs

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Junito Hartley 19 de outubro de 2018 - 18:59

Como o @bulldirt falou, são os mesmo atores mais são personagens diferentes.

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