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Crítica | Aquaman (Com Spoilers)

por Ritter Fan
587 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, a crítica sem spoilers.

Independente de qualquer outra consideração sobre a inegável bagunça que é o planejamento da Warner/DC sobre seu universo cinematográfico compartilhado de super-heróis, é perfeitamente possível distinguir o potencial de cada um dos filmes lançados até agora, de O Homem de Aço até Liga da Justiça, até mesmo levando em consideração o assustador Esquadrão Suicida. Há sempre boas ideias pontilhadas aqui e ali que, por razões maiores do que a vontade dos diretores e roteiristas contratados para cada empreitada, nunca se realizaram em sua plenitude.

Uma dessas boas ideias foi nadar contra a maré do conhecimento do público em geral sobre o Aquaman – mais conhecido como “aquele cara loiro que usa roupa laranja, fala com peixes e cavalga um cavalo marinho rosa” – e invocar suas versões mais heavy metal, da fase barbuda sem mão ou da Terra-3, podem escolher, emprestando um ar de guerreiro aquático para o personagem e afastando o lado mais infantil normalmente associado a ele por quem nunca leu os quadrinhos. Outra boa ideia foi escalar Khal Drogo, digo Jason Momoa para o papel, não porque ele é um bom ator, pois não é e você está errado em achar que é (he, he, he…), mas sim porque ele é exatamente o que se espera dele, um brutamontes simpático que parece estar constantemente de bem com a vida. Juntando-se as peças, tem-se um Conan aquático da mais alta categoria, já que o Conan terrestre dele foi para lá de horrível.

Mas, melhor ainda do que essas duas ótimas ideias, foi reverter Aquaman, em seu primeiro filme solo, ao tom camp/brega das versões mais simplistas dele dos quadrinhos e, claro, dos desenhos animados que mantêm-se firme no imaginário popular. E tudo isso inteligentemente, sem trair a natureza do personagem apresentado em Liga da Justiça, ou seja, com a história criada por James Wan, Geoff Johns (este responsável pelo Aquaman auto-consciente das brincadeiras que fazem com ele que vimos no Novos 52) e Will Beall fazendo leves correções de curso ao longo da narrativa até que o Aquaman clássico, fardado de laranja e verde e que comanda peixes, finalmente aparece no final. Sai aquele lado sombrio do Universo Cinematográfico DC (eu chamo assim, não tem jeito, até porque DCEU nem nome oficial é) imaginado originalmente por Zack Snyder, já clareado em Mulher-Maravilha e Liga da Justiça, e entra de vez a linguagem clássica dos quadrinhos em uma renderização visual deslumbrante desse universo subaquático.

Feita essa introdução, que tal agora mergulhar na crítica spoilerenta propriamente dita?

Uma Origem Fluida

Apesar dos eventos principais de Aquaman se passarem pós-Liga da Justiça, como a citação ao Lobo da Estepe e ao início do lado super-heroístico de Arthur Curry (Momoa), o longa é, substancialmente, um filme de origem não linear, mas razoavelmente bem estruturado. Começando no farol de Tom Curry (Temuera Morrison, escalação inspirada) em 1985 durante uma tempestade, vemos como o futuro pai do Peixoso conhece Atlanna (Nicole Kidman), rainha de Atlântida, com uma narração em off talvez detalhada e didática demais do próprio Arthur.

Esse passado do protagonista nunca é deixado completamente de lado, com flashbacks para outros momentos marcantes, como a primeira vez que ele conversa com peixes ou partes de seu treinamento com Vulko (Willem Dafoe), o que serve para dar estofo épico à história. Ao mesmo tempo, porém, essas quebras da progressão narrativa nem sempre funcionam e tiram um pouco de sua fluidez sem um “retorno do investimento” muito claro, além do óbvio espelhamento das ações entre passado e presente, como o “truque” do tridente giratório.

Felizmente, porém, o roteiro, co-escrito por Wan e David Leslie Johnson-McGoldrick, também usa esse começo para nos apresentar à origem do Arraia Negra, o mais icônico vilão do Aquaman nos quadrinhos. Vemos a versão mais recente da origem do personagem ser usada aqui, com Arthur sendo responsável pela morte do pai do futuro vilão (Yahya Abdul-Mateen II) que, ato contínuo, jura vingança, claro. Não que David Hyde já não fosse vilão quando ele primeiro encontra com Aquaman, mas sua imagem “cuspida e escarrada” das HQs vem somente a partir de sua sede pelo sangue da realeza atlante. Mesmo ficando em segundo plano, já que o grande vilão da fita é o meio-irmão de Arthur, o Rei Orm (Patrick Wilson), Arraia Negra não é só um enfeite e não fica relegado à introdução no submarino russo. Ao contrário, ele ganha sentido dentro da trama e evolui na linha do que se espera de um personagem desses, com direito a ser o foco da cena pós-crédito que parece estabelecê-lo como o grande vilão de eventual continuação.

Mas há, sem sombra de dúvidas, muita explicação ao longo do filme. São intermináveis diálogos – inclusive nos flashbacks – que param a história para explicar a importância disso ou daquilo, como Atlântida foi criada, quem é o mítico Rei Atlan (Graham McTavish) e, claro, porque afinal de contas Arthur Curry precisa se descabelar para correr atrás do MacGuffin padrão, o tal garfo dourado avantajado do finado primeiro rei do fundo do mar. Pergunto-me se os detalhes sobre a mitologia de Atlântida eram realmente necessários para permitir a evolução da história, já que ela é intuitiva, simples e sem enrolações. O peso da ancestralidade de Arthur Curry é, para mim, inconsequente para a narrativa que se apresenta, algo muito diferente, por exemplo, do que vemos em Pantera Negra, filme com que Aquaman, coincidentemente, compartilha sua linha-mestra, inclusive com o segundo combate real super-heroístico pela coroa de um reino mítico que é ilegalmente interrompido justamente quando o “mocinho” está para ser derrotado (Orm e Killmonger deviam se unir para exigir seus direitos!).

Água e Óleo

Se Jason Momoa se basta com seu ar bonachão e sua mais completa naturalidade na pele de um troglodita (escrevo com carinho, vejam bem), o mesmo não pode ser dito de seu par submarino. A lindíssima Amber Heard, usando uma exageradamente ruiva cabeleira (melhor somente do que da assustadora peruca de Medusa, em Inumanos), é o incômodo em pessoa em seu papel de princesa Mera, prestes a se casar com o Rei Orm, mas que trama com Vulko o retorno do filho pródigo de Atlântida para impedir que uma guerra contra a superfície seja deflagrada.

Tudo bem que a moça nunca mostrou de verdade sua latitude dramática em trabalhos anteriores, mas, aqui, ela parece intimidada, escondida debaixo de seu figurino verde, o que automaticamente impede que ela e Momoa estabeleçam a desejada química, apesar dos esforços mútuos. Tudo entre eles parece artificial, fora de lugar e estranho.

Em termos comparativos, o relacionamento que vemos em velocidade meteórica entre Tom e Atlanna, apesar da maquiagem em CGI de Kidman, funciona muito mais eficientemente, sem que eles pareçam estar fazendo esforço para estabelecerem conexão. Se Momoa compensa um pouco o problema com sua expansividade, essa sua mesma característica só deixa evidente o quão deslocada Heard parece estar.

Indiana Jones Marinho

De forma a verdadeiramente abraçar o tom aventuresco que James Wan desejou imprimir ao filme, o diretor inspirou-se em uma das melhores fontes possíveis em suas próprias palavras: Indiana Jones. Como não reconhecer na busca pelo tridente de Atlan todos os traços das aventuras arqueológicas e místicas do Dr. Jones? Da dupla improvável, passando pelo protagonista durão, mas sensível e do interesse romântico sidekick, passando por ruínas e artefatos misteriosos e continuando com aquele encadeamento clássico de pistas que levam a pistas que levam a pistas, tudo o que acontece do lado Arthur Curry/Mera da narrativa é terreno extremamente familiar para os espectadores.

E não interpretem minha afirmação como algo negativo. Ao contrário, a familiaridade, aqui, é positiva, sendo que eu até senti falta da “viagem por mapa” que poderia ter dado as caras algumas vezes na estrutura trotamundos que o filme adota mais ou menos a partir do combate real roubado entre Orm e Arthur. Por outro lado, o roteiro, nesse aspecto, não tem a qualidade do que vemos na Trilogia Indiana Jones. Se muito, está mais para A Lenda do Tesouro Perdido, o que também não é um grande demérito. O texto do filme joga seguro, sem grandes arroubos criativos e só realmente arrisca na pancadaria jamesbondiana nos telhados de uma cidadezinha na Sicília (deu dó ver aquela destruição toda…) em que nossos heróis enfrentam o Arraia Negra, agora com direito à armadura clássica e uma guarda real muito da incompetente.

No mar, a escuridão do encontro da dupla com os monstros do Fosso é compensada por uma linda sequência em que Arthur e Mera, juntos e empunhando uma tocha sinalizadora, abrem espaço pelo “cardume” sinistro, chegando ao que parece ser o mundo do centro da Terra de Jules Verne onde encontram Atlanna viva, para a surpresa de absolutamente ninguém. Apesar da artificialidade plástica e da desnecessidade narrativa desse mundo paradisíaco cheio de dinossauros onde a náufraga viveu por 20 anos, o encontro de Arthur com Julie Andrews (escalação zoeira essa, não?), que faz a voz de Karathen, aquele final boss que protege o tridente, é uma ótima maneira de se utilizar o mais famoso poder do personagem – “a conversa com peixes” – de maneira significativa dentro da história depois da brincadeira do Pinóquio e a baleia.

Star Wars Submarino

Outra fonte de inspiração de Wan foi Star Wars, também fruto da mente prolífica de George Lucas. Mas aqui vale um parênteses importante: quando meu cérebro conectou a franquia que se passa em uma galáxia distante com o fundo do mar, imagens horrendas passaram em flashes pela minha mente. Tudo o que via era Jar Jar Binks levando Qui-Gon e Obi-Wan para a cidade subaquática dos Gungans naquele lixo radioativo do Episódio I. Tive que me forçar a sair desse transe para continuar apreciando os estratagemas do Rei Orm para tornar-se o Mestre dos Oceanos e atacar a superfície.

Claro que ajudou muito o fato de seu braço direito ser o Duende Verde e seu primeiro aliado real ser ninguém menso do que Ivan Drago, o Rei Nereus, vivido por Dolph Lundgren. Essa trinca improvável, por incrível que pareça, funcionou bem melhor do que a conexão inexistente entre Arthur e Mera (ok, chega de implicar com isso…) e colocou em movimento toda a ação paralela à dos caçadores do tridente perdido. Aqui, o design de produção e a direção de arte chutaram o balde completamente e entraram em overdrive criativo, bebendo mais e mais dos quadrinhos ao recriar, diante de nossos olhos, os reinos dos Sete Mares de maneira extravagante e exagerada, mas deslumbrante, como uma escola de samba submarina sob o efeito de doses maciças de esteroides.

São animais inventados misturados com animais retirados da fauna existe com muita tecnologia variada e característica de cada reino em sequências que vão sendo engrandecidas a cada vez que as lentes de Wan voltam para esse lado da história até chegar na ambiciosa guerra campal final nos arredores do quarto reino necessário para que Orm torne-se o Mestre dos Magos (ou, talvez, dos Oceanos, já não me lembro bem), com a chegada triunfal de Aquaman já em sua forma final. Mesmo que tudo seja muito bonito de se observar e a ação ser bem trabalhada o suficiente para evitar cortes de milissegundos michaelbayanos, com uma montagem muito boa de Kirk M. Morri, a grande verdade é que a coisa cansa.

Quando o longa chega em sua pancadaria final, o espectador já foi bombardeado por toda a estroboscopia multicolorida que a fotografia de Don Burgess podia nos oferecer e, quem tiver sobrevivido aos ataques epilépticos, terá ainda que lidar com um “onde está Wally” de criaturas, submarinos, armas e a pia da cozinha que deixará qualquer um mais com vontade de que o fim chegue logo do que de queixo caído. Se a escala da batalha é bem-vinda e muito bem coreografada e renderizada em CGI, ela vem depois de dezenas de acontecimentos, o que me faz reverter diretamente aos comentários iniciais sobre as intermináveis explicações didáticas e aos flashbacks que pontilham sobretudo o primeiro terço da projeção. Sem eles – ou com uma versão mais recatada deles – o final poderia ser mais impactante por chegar mais rapidamente, sem que se perca a cadência.

A grande verdade é que a equipe criativa parece ter mesmo querido mostra o máximo possível aqui, cobrindo todas as bases da mitologia do personagem para deixar gregos e troianos felizes. E, em grande parte, o trabalho é eficiente mesmo que muitos personagens tenham que ser sacrificados ao ganhar não mais do que breves segundos de participação, tendo o mesmo tempo de vida que os brinquedos que vêm dentro do Kinder Ovo.

Liquidando a Fatura

Mesmo sabendo manejar muito bem os poderes de Aquaman, ao mesmo tempo brincando com eles e os levando a sério, além de, ainda que com problemas, martelar o máximo possível da mitologia do personagem, a obra de James Wan comete outros pecados além dos que já mencionei.

O primeiro deles é o timing cômico. Tudo o que depende da mera presença física de Momoa tende a funcionar, com especial destaque para a bobagem hilária daquela sequência no bar, com o sujeito durão de celular rosa querendo tirar selfie com o Aquaman. No entanto, tudo que é externo a Momoa, ou seja, tudo que é entregue para ele falar não funciona também e cai naqueles segundos de silêncio depois que um amigo nos conta aquela piadinha sem graça. Não é nada mortal, mas o roteiro poderia ter tido o cuidado de deixar a coisa fluir naturalmente apenas com a fisicalidade de Momoa ocupando o espaço desses pretensos momentos cômicos.

Dentro ainda do timing cômico – pois espero que tenha sido uma tentativa fracassada de comicidade – a estrutura de “momento silencioso” sendo interrompido por alguma explosão, algo repetido exaustivamente ao longo do filme chega a ser ridícula. Como disse, Wan é um diretor melhor do que isso para essa fórmula ser inadvertida, mas o problema é que, por sua repetição, ela chama atenção para si mesma e se torna uma distração apenas.

Outro aspecto negativo é a trilha sonora de Rupert Gregson-Williams, o mesmo de Mulher-Maravilha. Se lá ele conseguiu algo minimamente razoável, em Aquaman ele faz o que há de mais genérico. Não há uma nota memorável, não há um leit motif relacionável. O que há é som de fundo que a sincronização comandada por Wan volta e meia coloca no volume 11 para artificialmente emprestar aquele efeito de grandiosidade. Tudo bem que, no agregado, os filmes recentes de super-heróis não tenham trazido trilhas que sequer resvalem na qualidade da de Superman – O Filme (nem as do venerado Hans Zimmer), mas o compositor poderia pelo menos ter criado um “tema do Aquaman” que se destacasse.

As Águas Passadas

A Warner/DC errou muito ao tentar correr atrás do Universo Cinematográfico Marvel sem um planejamento cuidadoso, essa é a grande e dolorosa verdade. Mas filmes como Mulher-Maravilha e, agora, Aquaman, reacendem a chama de que essa estratégia possa ter sobrevida e que possa finalmente se encontrar de verdade, fazendo com que a produtora reverte a seus medalhões mais uma vez.

Será uma pena se tudo o que foi estabelecido até aqui for apagado em prol de filmes “soltos” ou de mergulhos em propriedades mais obscuras antes que no mínimo Superman e Batman encontrem seus respectivos rumos. Aquaman não é a obra-prima que poderia ser, mas mostra que mesmo um personagem conceitualmente difícil de se colocar nas telonas em razão de seus poderes pode dar muito certo se a produtora parar com os mandos e desmandos de bastidores e encarar esse mar revolto com coragem e ousadia.

Se o antigo loiro aquatelepata que cavalgava cavalos marinhos rosas e que era zoado por todo mundo pode ganhar uma versão cinematográfica digna, então simplesmente não pode ser difícil fazer o mesmo com os demais super-amigos. Fica a torcida para que Aquaman lave a alma da Warner/DC e traga um turbilhão criativo que reviva o Universo Cinematográfico DC de uma vez.

Aquaman (Idem, EUA/Austrália – 2018)
Direção: James Wan
Roteiro: David Leslie Johnson-McGoldrick, Will Beall (baseado em história de James Wan, Geoff Johns e Will Beall)
Elenco: Jason Momoa, Amber Heard, Willem Dafoe, Patrick Wilson, Nicole Kidman, Dolph Lundgren, Yahya Abdul-Mateen II, Temuera Morrison, Ludi Lin, Graham McTavish, Julie Andrews, Djimon Hounsou, Natalia Safran, Michael Beach, Randall Park, Leigh Whannell, Patrick Cox
Duração: 143 min.

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159 comentários

Bruno [FM] 8 de janeiro de 2021 - 11:43

Não sou muito de escrever minha opinião sobre filmes de HQ, mas olha…desse eu tive que escrever. Na verdade, nem sou tão fã de filmes de super-herói, vejo um ou outro e resolvi assistir Aquaman porque tinha ouvido bastante gente falar bem dele, mas…ele é isso mesmo? Porque não é possível. Mulher-Gato (2004) consegue ser um pouquinho melhor.

Que roteiro mal escrito. A história é descompassada, sem ritmo, sem timing. Somos apresentados grosseiramente a uma Atlantis difícil de engolir. Uns 5 reinos se atropelando na história, fora que consegui enxergar referência de uns 7 filmes diferentes: Procurando Nemo, As Aventuras de Tintim (do Spielberg), Star Wars, Godzilla, Piratas do Caribe, Avatar, Jurassic Park…é normal isso nas HQ’s do Aquaman? E as cenas que eles estão debaixo d’água, achei que eles fossem a Lu do Magalu. Que CGI é esse gente? Olha…alguém precisa avisar o James Wan que tá ruim, tá feio. Vi esse filme sentindo vergonha alheia e fiquei sem entender porque permitiram que ele fosse lançado desse jeito.

A falta de química entre o elenco é gritante (mesmo eu achando o Jason Momoa perfeito pro papel), eles pareciam desconfortáveis em cena (talvez porque sabiam que estavam passando vergonha). Um romance forçadíssimo no meio da história. Trilha sonora que tenta dar um ar de grandiosidade, mas do nada surgem canções totalmente “nada a vê” que entram em momentos errados. E que “vilão-mosca” era aquele? Avulso. Desnecessário pra história. Nem as luzes no cabelo de surfista do Momoa fez com que esse filme entrasse na luz e nos mostrasse algo realmente digno do orçamento de US$ 200 milhões.

Horroroso! Wan me assustou, mas dessa vez não foi porque o filme era de terror. Uma pena.

Responder
planocritico 8 de janeiro de 2021 - 11:43

He, he, he.

Cara, eu adorei o tom indignado de seu comentário! Sério. Me diverti demais, pois eu consigo enxergar TODOS esses seus pontos aí que te incomodaram tanto. O filme é, inegavelmente, uma escola de samba, com um montão de problema, mas eu acabei que me diverti bastante.

Abs,
Ritter.

Responder
Denzel 19 de outubro de 2019 - 14:37

Ótimo filme. Na minha opinião merecia 4 estrelas, embora 3,5 não chegue a ser injusto.

É difícil julgar filmes da DC em uma época em que a Marvel além de estar estabelecida no ramo, ainda faz seus filmes com muita qualidade explorando bem suas hq’s e desenvolvendo seu próprio universo de heróis de maneira muito eficiente(bem, pelo menos foi assim até aqui). E a empresa o faz com muita coerência de acordo com o que foi sua proposta desde o início. Com tudo isso, a DC acaba por ter de apresentar uma qualidade melhor que a esperada até mesmo em filmes de introdução a personagens, como é este o caso(mesmo que esta pressão não estivesse presente nos filmes da Marvel).

“Aquaman” não é nem de longe perfeito, mas cumpre bem o seu papel de nos apresentar o herói e suas história. Podemos dizer que, neste aspecto, o filme é ótimo. Pode-se notar certos problemas de roteiro e atuação, mas no geral, quando você observa toda a experiência do filme, dá pra dizer que é algo muito bom e que funciona perfeitamente. Aliás, na própria Marvel existem problemas parecidos(vide o caso da Viúva Negra de Scarlett Johansson nunca ter convencido totalmente os fãs, e mesmo assim a empresa sempre ter insistido na personagem e a crítica sempre ter maneirado neste ponto), e este mesmo argumento de “observar o todo dento de sua proposta” sempre foi usado à exaustão pela crítica em geral.

Para mim, o filme foi um acerto da DC/Warner, e espero que a empresa continue acertando. Desenvolvendo seu universo mesmo que de maneira lenta, sem ligar para as tentativas da crítica de chutar seu traseiro e acelerar as coisas.

Responder
planocritico 20 de outubro de 2019 - 15:51

Foi um bom filme mesmo. Acho que ele se perde no exagero da pancadaria carnavalesca no final, mas foi uma experiência prazerosa.

O negócio da DC no cinema é que ela tentou fazer fast-track do modelo Marvel e meteu os pés pelas mãos. Tomara que tenham aprendido a lição…

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Sousa 26 de setembro de 2019 - 14:49

Crítica excelente, só que eu daria 4 estrelas fechadinhas, o filme é uma ótima aventura e introdução ao persona do Aquaman.
Não sei se é porque ainda estou nos 16, mas, as lutas são fantásticas e o ritmo é ótimo, acho que ele entra fácil no meu Top 10 filmes da DC acima de Mulher Maravilha e Superman O Retorno, mas, abaixo de Begins e Superman II. O Momoa está bastante carismático, até me lembra o Chris Hemsworth (Acho que escreve-se dessa forma) em Thor: Ragnarok, que, por sinal, me remete bastante a esse longa, que prioriza tanto a diversão e a energia. É meu favorito do DCEU, mas, temo ser também o que mais me agradou desde O Cavaleiro das Trevas dentro da empresa (tenho umas críticas a Watchmen, como o ritmo e a retratação de uns personagens, mesmo que ainda aprecie ele como um todo), no mais, boa origem ao Rei dos Mares

Responder
planocritico 28 de setembro de 2019 - 19:39

Ainda acho MM melhor, mas Aquaman é bem divertido!

Abs,
Ritter.

Responder
The man who sold the world 2 de junho de 2019 - 13:48

Ótima critica.

Gostei, daria 4 estrelas, afinal divertiu-me do começo ao fim. Apesar dos excessos visuais, fiquei maravilhado durante boa parte da projeção, acredito que faltou o Wan se segurar em algumas partes. O Momoa cumpre seu papel (Não é lá um bom ator, mas carismático e eficaz), o Defoe sensacional como de costume, no entanto, de longe o Patrick Wilson foi o ator que mais me fisgou à atenção, maior acerto do elenco.

Responder
planocritico 3 de junho de 2019 - 11:46

Obrigado!

É divertido, sem dúvida. Mas os excessos ao final me cansaram um pouco.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlão das Minas Gerais 12 de março de 2019 - 07:52

Não gostei. Achei q foi muito corrido. E a ética do Aquaman é baixa. Logo no inicio do filme deixa o inimigo morrer. Spidey jamais faria isso de proposito. Aqualixo. Não sei como fez aquela bilheteria.

Responder
planocritico 12 de março de 2019 - 12:05

Mas essa morte é importante para a história do filme, já que catalisa a vingança e o crescimento e desenvolvimento do personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
MATHEUS 15 de março de 2019 - 14:53

Agradeci ao Wan quando ele largou o pai do Arraia pra morrer. Aquele é o Aquaman.

Responder
planocritico 15 de março de 2019 - 15:57

Não é, mas eu entendo seu ponto.

Abs,
Ritter.

Responder
MATHEUS 6 de março de 2019 - 00:07

Sempre tive um pé atrás com o Momoa, de início não gostei dele. Em Liga da Justiça ele não mostrou a que veio, ao contrário da MM em BvS. Como não vejo mais trailers não tinha ideia de como o Momoa viria nem o filme. Esse Aquaman, nas palavras dos próprios atlantes, “mestiço alcoólatra” – ri demais – e canastrão foi em desencontro com o Aquaman do meu imaginário que era aquele fúnebre, leal ao seu reino e somente a ele, digno e já com a nobreza e imponência de um Rei. Talvez se eu tivesse 15 anos não estranharia esse ponto no filme. Mesmo estranhando achei ótima a adaptação porque teve roteiro pra segurar a ideia. E a partir disso ir construindo o Rei Arthur e tem que ser assim mesmo. Quando ele deixou o pai do Arraia morrer agradeci ao Wan. Concordo com a falta da trilha sonora pra ele.

Achei o filme do caralho cara. Emocionante, divertido, esteticamente lindo e me arrepiei com algumas cenas. O Wan faz uma arte com um jogo de câmeras nas cenas de ação que eu não vi em filme nenhum. Destronou Guerra Infinita do meu pódio, melhor filme de super-herói. <3

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 19:29

É um filme bem bacana mesmo, mas acho Guerra Infinita bem melhor.

Abs,
Ritter.

Responder
MATHEUS 6 de março de 2019 - 00:07

Sempre tive um pé atrás com o Momoa, de início não gostei dele. Em Liga da Justiça ele não mostrou a que veio, ao contrário da MM em BvS. Como não vejo mais trailers não tinha ideia de como o Momoa viria nem o filme. Esse Aquaman, nas palavras dos próprios atlantes, “mestiço alcoólatra” – ri demais – e canastrão foi em desencontro com o Aquaman do meu imaginário que era aquele fúnebre, leal ao seu reino e somente a ele, digno e já com a nobreza e imponência de um Rei. Talvez se eu tivesse 15 anos não estranharia esse ponto no filme. Mesmo estranhando achei ótima a adaptação porque teve roteiro pra segurar a ideia. E a partir disso ir construindo o Rei Arthur e tem que ser assim mesmo. Quando ele deixou o pai do Arraia morrer agradeci ao Wan. Concordo com a falta da trilha sonora pra ele.

Achei o filme do caralho cara. Emocionante, divertido, esteticamente lindo e me arrepiei com algumas cenas. O Wan faz uma arte com um jogo de câmeras nas cenas de ação que eu não vi em filme nenhum. Destronou Guerra Infinita do meu pódio, melhor filme de super-herói. <3

Responder
Gabriel 20 de janeiro de 2019 - 21:42

Ótima crítica. Simplesmente um dos melhores filmes de super heróis que já vi. Eu não esperava ver um filme tão bom quanto esse. Muitas cenas de ação excelentes e empolgantes, bons vilões, um Aquaman carismático e bem desenvolvido, diferente de quando ele apareceu em Liga da Justiça. Eu realmente fiquei surpreso com os rumos que o longa deu. É uma aventura muito empolgante e de altíssimo nível. Eu já adoro quando filmes se passam no mar, esse então é apaixonante. Antes de ver o filme, eu pensei que ele teria que se esforçar muito pra ser superior a Mulher Maravilha. E sim, o filme conseguiu, mas não só isso, supera todos os filmes da Marvel de 2017. Não é o melhor filme de herói de 2018, ele ainda perde pra Guerra Infinita, mas é o meu segundo preferido sem dúvidas. Meu terceiro é Pantera Negra. Eu já considero uma obra prima, eu não conhecia a história do herói direito, conhecer agora foi uma experiência bem interessante. O filme com certeza não é perfeito, há erros aqui e ali, mas no geral, na minha opinião, o filme acertou muito e errou bem pouco. Merece o sucesso que tem, pois é o melhor filme da DC que já vi.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2019 - 07:08

Que bom que gostou tanto!

Quando você diz que é o melhor filme da DC que viu você está falando só dos atuais ou também dos clássicos como o Superman de 78, os Batman de Tim Burton e os de Christopher Nolan?

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 21 de janeiro de 2019 - 15:22

Eu já vi poucos filmes da DC e os que você citou eu ainda não assisti. Mas eu vou ver esses que você disse e acho que Aquaman pode perder o posto de melhor da DC pra mim

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2019 - 15:51

Ah, entendi! Então corre para assistir, pois esses valem a pena! Temos todas as críticas aqui no site se quiser depois conversar sobre eles.

Abs,
Ritter.

Responder
Ivan Juninho 22 de janeiro de 2020 - 17:25

O que vc acha do Batman do Tim Burton ? Eu acho duas adaptações excelentes, mas Batman – O Retorno pra mim é mais um filme do Burton do que do próprio Batman. Isso não significa que seja ruim, pelo contrário, está longe de ser. O Retorno é um perfeito exemplo de cinema autoral, assim como o Harry Potter de Cuaron, Homem Aranha de Sam Raimi ou o Hellboy de Del Toro.

planocritico 23 de janeiro de 2020 - 12:07

Eu gosto dos dois Batman do Burton. Ele tem uma assinatura muito própria, mas que foi fundida muito bem com o lado sombrio do Morcegão. Acho tanto o primeiro quanto O Retorno filmes “autorais” do Batman. E o mesmo vale para os outros exemplos que você citou.

Abs,
Ritter.

Ivan Juninho 23 de janeiro de 2020 - 13:08

“Ele tem uma assinatura muito própria, mas que foi fundida muito bem com o lado sombrio do Morcegão.” penso o mesmo que você. Adoro o jeito como foi filmado o confronto final do Batman e Coringa na igreja. O momento em que o palhaço dá um soco na armadura do herói e machuca a mão é impagável!!

planocritico 23 de janeiro de 2020 - 14:21

Eu até hoje tenho problemas com o Keaton sendo o Batman, pois acho que ele não combina em nada com o personagem, mas, tirando isso, o lado estético da coisa toda, os atores coadjuvantes tanto do primeiro quanto do segundo filme e essas coisas pequenas, mas muito bacanas como a que você apontou fazem desses dois filmes duas pérolas muito interessantes. Não são o supra-sumo cinematográfico e nem as melhores versões do Batman para mim (prefiro a Trilogia Nolan ainda que desgoste do terceiro filme), mas são excelentes obras autorais que não canso de ver.

Abs,
Ritter.

Ivan Juninho 23 de janeiro de 2020 - 15:33

Olha, pra mim são as melhores versões já feitas, (finjo que os dois do Schumacher nunca existiram) pois Burton foi bem fiel aos quadrinhos e eu gosto muito deles. Mesmo o Coringa sendo o assassino dos pais do Bruce, mesmo a origem do Pinguim e da Mulher Gato serem totalmente diferentes das HQ’s, eles ainda são meus favoritos, (apesar de achar o segundo bem burtoniano). Olha, eu adorei a ideia do Nolan em querer abordar como seria se Batman realmente pudesse existir na vida real. Mas prefiro mais a abordagem que Tim escolheu pro personagem. Sobre o Keaton, ele não me incomodou em nada, gostei bastante dele no papel. Torcendo para que Matt Reeves faça um bom trabalho.

planocritico 23 de janeiro de 2020 - 16:33

Os filmes do Schumacher eu também ignoro. Só de pensar neles me dá câimbras nos olhos…

Eu gosto do Batman mais realista do Nolan, mas também aprecio o que Burton fez.

Abs,
Ritter.

Prodgy P 13 de janeiro de 2019 - 04:19

Quem gostou de Aquaman não pode reclamar do funk, sertanejo universitário, revistas de fococas ou qualquer coisa nessa vida que se ganha dinheiro facilmente sem ter muito trabalho. Com um roteiro fraquíssimo, seus produtores estão levando uma baba numa molezinha pois tem gente que paga para assistir isso.

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2019 - 07:59

Apaguei o link, pois não os publicamos aqui.

Mas seu raciocínio sobre Aquaman é reducionista. Dentro de sua proposta, o filme sem dúvida funciona. Longe de ser uma obra-prima, mas funciona.

– Ritter.

Responder
Prodgy P 24 de janeiro de 2019 - 16:38

Funciona em que termos? O que você chama de funcionar? Ao meu ver ele funciona para encher o bolso dos produtores de dinheiro de uma forma muito fácil. Enquanto enredo, trama, história, nada funciona. Você ao menos deu uma lida no link que eu indiquei? As críticas são muito boas, explicita cada furo do filme.

Responder
planocritico 24 de janeiro de 2019 - 18:09

Procurar furos em roteiros e usá-los para derrubar um filme, ignorando os aspectos positivos não é minha maneira preferida de analisar filmes. Cada obra tem sua proposta e sua lógica interna e é dentro disso – seguindo determinados padrões de técnica cinematográfica – que eu costumo olhar filmes. Não me oponho a quem se debruça em achar detalhes incongruentes em uma obra, mas aqui, em Aquaman, não os achei em monta o suficiente para deixar de achar o filme bom. E “bom” é a palavra-chave. Não é excelente, não é uma obra-prima, não é sequer muito bom. É bom. Cumpre sua função.

Abs,
Ritter.

Responder
Alex 14 de março de 2019 - 09:46

Cara como faz pra ter bom senso assim em respostas, já vi muitas suas, tudo muito coeso e as vezes com um tom comico, você deve ler muito.

planocritico 14 de março de 2019 - 10:56

Eu leio bastante, mas não sei se isso tem relação direta com minhas respostas. Tento apenas ser honesto e direto e, como no dia-a-dia tenho a tendência de empregar um tom cômico ao que falo (quando é cabível, claro), isso deve acabar sangrando para os textos.

Abs,
Ritter.

Ricardo Taylor 30 de dezembro de 2018 - 23:10

Em momentos me pareceu o Tron subaquático.

Responder
planocritico 2 de janeiro de 2019 - 11:56

Diria que está mais para Star Wars submarino!

Abs,
Ritter.

Responder
Carlão das Minas Gerais 12 de março de 2019 - 07:59

Só se for Episódio I. Rs

Responder
planocritico 12 de março de 2019 - 12:17

Não reconheço o Episódio I (e o II e III, aliás) como Star Wars!

HAHAAHAHHAHAAHAHHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
Leandro Souto Maior 27 de dezembro de 2018 - 21:59

Não terá o entenda melhor?!

Responder
planocritico 28 de dezembro de 2018 - 16:06

Infelizmente, não. Perdemos o timing.

Abs,
Ritter.

Responder
Alison Cordeiro 27 de dezembro de 2018 - 13:25

O filme gera uma boa diversão, mostra originalidade na concepção do universo marinho na comparação com os demais do gênero (ainda que lembre bastante Star Wars) e tem um personagem principal carismático. Gostei da motivação do Arraia Negra e interessante a de Orm, dois personagens que podem continuar a ser trabalhados no universo do peixoso. Aquaman tem potencial para se descolar do universo DC e se voltar para seus próprios problemas, mas o tom aventuresco perderia um pouco e nessa questão talvez Momoa não seja capaz de entregar um personagem mais sério, mais dramático.
Além dos defeitos já apontados na crítica, com os quais eu concordo, acho que o timming fica prejudicado. Se tivesse havido a paciência de trabalhar os filmes solo antes da Liga da Justiça, a reunião dos icônicos heróis da DC seria muito melhor sucedida. Aquaman entrega uma aventura legal, divertida, mas longe de ser impactante ou de causar expectativa pela sua continuação, o que acho que nem seja culpa do próprio filme, mas da quantidade dos filmes de super-heróis nos dias atuais, já num nível muito próximo da saturação…

Responder
planocritico 27 de dezembro de 2018 - 16:10

Essa questão dos filmes solo da DC foi o “erro de origem” no planejamento deles. Fizeram Liga da Justiça 0.5 (vulgo BvS) e depois correram para o filme de equipe que, em razão da conturbação na produção, ficou fraco. Mas dá para consertar. MM e Aquaman são dois filmes na direção!

Sobre a saturação, confesso que já estou saturado…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Brito 24 de dezembro de 2018 - 22:01

Seria interessante se o pai do Aquaman tivesse morrido no tsunami provocado pelo Rei Orm, sendo assim a rainha voltaria com ele já morto, de forma que Aquaman não seria capaz de perdoar o irmão e o mataria na frente de todos.

Responder
planocritico 24 de dezembro de 2018 - 23:47

Isso destruiria o pouco desenvolvimento que o personagem tem. De alguém que não liga se seu inimigo morre eu não, ele se torna um herói. Matar o irmão faria tudo desmoronae.

Abs,
Ritter.

Responder
Roger Jr 23 de dezembro de 2018 - 16:24

Eu não consigo “engolir” essa ideia (tanto da Marvel quanto da DC) de fazer filmes solos depois que todas a “turma” já foi apresentada e reunida antes.
No filme solo destroem cidades, países e quase metade do planeta, mas não aparece nenhum outro herói pra “dar uma olhada” no que está acontecendo.

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2018 - 21:30

Eu acho perfeitamente aceitável.

Abs,
Ritter.

Responder
David Moura de Oliveira 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Adorei o filme, visual belíssimo e, apesar de um plot simples, é um filme que se arrisca dentro de sua proposta. Não me cansei nem um pouco, acho até que poderia ter uns minutinhos a mais pra desacelerar algumas partes. Enfim, achei o melhor filme desse universo DC. Vida longa ao Rei!

Responder
disqus_MAkvDVMCJC 25 de dezembro de 2018 - 15:57

davidmouradeoliveira I do not agree

Responder
Mera Rainha de Atlântida 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Eu assisti duas vezes e posso afirmar que o filme é bom, mas não é perfeito. Ele possui um valor de entretenimento enorme, no entanto a repetição de diversas situações e os diálogos muito forçados fazem ele perder muito. O ponto mais alto pra mim foi o visual, os efeitos desse filme foram algo sensacional, a todo momento eu queria tirar um print da tela. Não achei a química do casal ruim como muitos apontaram, foi funcional pra dois atores que apesar de carismáticos são limitados. Foi um bom filme sem dúvida, mas em questão de roteiro , é bastante problemático por um texto totalmente básico que se não fosse pego por um bom diretor teria saído mais uma DCpção. Agora eles tem uma boa chance de recuperar a empolgação do pessoal com os filmes, é só Shazam não ser ruim.

Responder
Maicon P.Argenta 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Vai rolar um entenda melhor?

Responder
AleCassia Aguiar 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Aquaman é o título do filme e é o nome evocado no final, apresentando, ou melhor dizendo: “vai zoar agora?!”

Uma aventura trazendo um imaginário sub-aquático de cair o queixo, pois fiquei bastante impressionado com visual, levando em conta que não era mais nenhuma novidade filmes com naves e monstros debaixo das águas, mas o que o Wan fez, foi magnífico!

Apesar da narrativa simples (o que na verdade foi positivo), daria 4 estrelas para um filme de um personagem em que poucos apostavam que daria certo num filme solo, e a DC acertou em cheio, tendo como ponto negativo para trilha sonora que por muito momentos incomodava, e as vezes desconexo.

A parte final do filme com a cena da Atlanna apartando a briguinha entre irmãos, só me lembra que tudo acaba na mãe hehehe.

Responder
DanielMartins22 20 de dezembro de 2018 - 19:48

Muito boa a crítica Ritter. Como você citou as trilhas da Marvel, queria saber se você se lembra de alguma que se destaque dentro do MCU. Alguma foge do padrão na sua opinião?

Responder
planocritico 20 de dezembro de 2018 - 12:09

@DanielMartins22:disqus , Vngadores tem um tema principal bacana. Mas, no conjunto, a trilha é apenas ok. Diria que a que mais foge do padrão é a trilha de Pantera Negra, pela pegada étnica. Mesmo assim, não é lá uma maravilha…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 15:31

Esses blockbusters com trilhas insossas (como é o caso da maioria dos filmes da Marvel, infelizmente) são um desperdício! Tanta oportunidade para se criar algo memorável e os caras compõem música de elevador…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 15:27

Concordo em quase tudo com você. A única exceçã é o quanto a química inexistente entre Aquaboy e Aquagirl afetou o resultado final.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 15:22

@davidmouradeoliveira:disqus ,sem dúvida é belíssimo. Mas o único risco que vi no roteiro é quando o Aquaman decide não salvar o pai do Arraia Negra, risco esse que, depois, não condiz com o resto das ações do herói. O resto, ao contrário, é a DC não arriscando NADA. O que, claro, não quer dizer que o filme não é bom. Ao contrário, é ótimo.

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 27 de dezembro de 2018 - 21:43

Já eu achei essa decisão do Aquaman o ponto fraco do filme (não foi o único, mas, pra mim, o maior). Cadê os heróis q simplesmente são bons? Hj o capitão América e mulher Maravilha são excessões. Estou de saco cheio dessa jornada do herói e de anti-heróis. Até o superman teve q passar por essa maldita jornada.

Tomara q com o shazam isso não aconteça

Responder
planocritico 28 de dezembro de 2018 - 14:35

Não existem tantos heróis assim que são “só bons”. Mesmo na Era de Ouro dos quadrinhos, havia uma relativização razoável. Na Era de Prata a coisa ficou ainda mais humana e os super-heróis, nas grandes histórias, deixaram de ser unidimensionais.

Mesmo o Capitão América que você cita e usando só os filmes como base para não complicar, desobedece as leis quando liberta seus amigos da prisão, salva o Bucky e assim por diante.

Acho razoável que exista uma jornada, senão não há desenvolvimento. O personagem começará de um jeito e acabará exatamente do mesmo jeito.

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 28 de dezembro de 2018 - 15:35

Discordo. Acho q pq meu envolvimento nesse mundo se dá mais pelos desenhos q pelos gibis. Nunca soube do motivo do capitão América ser herói e nem os filmes mostram. O superman é herói bom pq foi criado assim. O Batman combate o crime pq seus pais foram assassinados, mas tem seu código pq sim. Mulher Maravilha defende as pessoas pq sim. Hulk, apesar de raivoso, é bom pq sim. Os xmen defendiam a população pq sim. Shazam tbm. O Thor, só fui saber direta ou indiretamente por causa dos filmes. Do homem de ferro nem me lembro, então importa pouco. Uma das coisas legais do homem-aranha é q ele era um dos poucos q tinha esse desenvolvimento. Agora todos tem. E geralmente é nesse desenvolvimento q fica chato. Vide 90% dos filmes de origem. Não precisa ter explicação pra tudo. No próprio filme do Aquaman ele tem q explicar pra mera pq não tinha q deixar o pai do cara morrer. Acho muito chato isso.

Qt ao capitão América, ele desobedece a lei pq ele faz o q acha certo. Não entendi a relação com ele ser bom ou não.
Pela lei, um dono de restaurante não pode doar comida que sobra por causa da vigilância sanitária. Quem doa essa comida é vilão? Não me pergunte pq, pq não sei. É caso q já presenciei

E sempre q falo é com relação a filmes. Não tenho capacidade pra discutir sobre gibis. Só li DC e muito poucos.

Responder
planocritico 28 de dezembro de 2018 - 15:40

Bem, se você está falando só dos filmes, o Batman de BvS mata os bandidos todos e quase mata o Superman. A Mulher-Maravilha mata os alemães. O Capitão América mata nazistas. Você pode não ver as mortes em alguns casos, mas elas estão subentendidas.

Sobre a evolução, a jornada de crescimento, todos tem. Capitão América: jovem franzino patriótico que faz de tudo, inclusive arriscar ser morto em experimento, para poder lutar por seu país. Ele torna-se um símbolo, mas não se dá por satisfeito e quer se provar no front. Ele vai sozinho – ou quase – contra as ordens para atrás das linhas inimigas e liberta o Comando Selvagem. Torna-se o Capitão América mesmo ali, nesse ponto. Sacrifica-se pelo mundo ao jogar o avião no Pólo Norte. Curva de crescimento e evolução. Jornada do Herói clássica.

Sem isso, os personagens tornam-se unidimensionais, vazios, recortados em cartolina. Eles não precisam de filmes de origem, mas precisa ter uma origem. São coisas diferentes.

Abs,
Ritter.

Alcides Faria Costa 28 de dezembro de 2018 - 15:52

Na jornada do herói, não tem um momento q ele duvida se deve ou não fazer a coisa certa? O capitão América não passa por isso.

Uma coisa é entre morrer um bom ou um mal. Outra é matar ou deixar morrer gratuitamente

planocritico 28 de dezembro de 2018 - 16:06

O Capitão América dos filmes hesita entre fazer a coisa certa e fazer o que a lei manda, não?

De toda forma, acho que super-heróis além do bem e do mal têm a tendência de ser deuses como o Superman e é por isso que eu não gosto do Superman dos quadrinhos, apesar de considerar o filme de 1978 o melhor filme de super-herói já feito. Incongruente, eu sei, mas eu sou assim…

Abs,
Ritter.

Alcides Faria Costa 28 de dezembro de 2018 - 15:52

E sim, estou fazendo uma bagunça. Apesar de falar dos filmes, os heróis q citei fazem referência aos desenhos e séries antigas q assisti. Kkkkk

planocritico 28 de dezembro de 2018 - 16:01

Eu percebi a bagunça, mas está valendo!

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 2 de janeiro de 2019 - 20:00

Digo arriscado no sentido tb de fazerem um filme mais quadrinenesco, tipo, armaduras glamurosas, um mundo embaixo d’agua, cores chamativas, esses detalhes sabe, tudo isso aí poderia ter dado muito errado. Mas que bom que tivemos um ótimo filme.

Responder
planocritico 3 de janeiro de 2019 - 15:44

Ah, entendi. É, foi uma forma de navegar contra a maré do próprio tom que a Warner/DC se impôs no começo desse universo compartilhado deles…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 15:20

Sua conclusão é perfeita: “simplório e clichê, mas bem feito”.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 15:10

Não vai, infelizmente!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 15:09

O design de produção do filme foi realmente do mais alto nível. Gostei muito. O filme em si teve mais problemas para mim do que só a trilha, mas nada que o desabonasse completamente.

Abs,
Ritter.

Responder
AleCassia Aguiar 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Sim,sim…teve mais problemas além da trilha, porém foi o que realmente me incomodou.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2018 - 14:41

Pode ter sido. Mas foi exagerado e desnecessário. Se era para homenagear Julio Verne dentro da temática do filme, teria sido melhor termos visto o Náutilus no fundo do mar, talvez como a base secreta para onde Mera leva Arthur para ver Vulko.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2018 - 18:50

Estamos substancialmente de acordo, eu diria! Tirando o grau de importância que eu dei para a química do casal, o resto bate com meu texto. E concordo também que Venom é o exemplo do “genérico ruim”. Eita filme intragável aquele!

E sim, dinossauros… Realmente não precisava…

Abs,
Ritter.

Responder
alecrimdourados.c 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Acho que os dinossauros foram referência a Viagem ao centro da terra , do Julio Verne, e com todo o tom aventureiro do filme nada melhor que referenciar Julio Verne.

Responder
Lenin Pessoto 18 de dezembro de 2018 - 16:14

Daria 4 estrelas.
Achei o filme visualmente impressionante, com os exageros e tudo; o trabalho de arte foi muito bem feito e pra mim é o destaque do filme. Podia ficar mais horas vendo tubarões, lulas, cavalos marinho gigantes com armaduras e outras infinitas criaturas marinhas; destaco ainda a cena da invasão no mar oculto, simples e bonita.
Devo ser o único a não ter me importado com a química do casal principal, aqui, pra mim, não há crítica nem elogio.
O humor sim, foi quase sempre mal colocado.
No fim das contas, saí com a sensação de ter visto uma boa aventura, com boas cenas de ação (algumas magníficas, como Mera e o vinho), mas com um plot obvio, um texto pobre e trilha sonora batida. Ou seja, um bom filme, com bons pontos positivos (isso é importante se tratando de DC), mas que, fora a ambientação no fundo do mar, não é muito diferente de qualquer outro. Genérico, mas bem feito (alguns filmes nem isso conseguem… cofcof Venom).

PS: Dinossauros, sério?

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2018 - 14:10

Eu vejo essa cena do aquário como algo criado para o trailer que eles gostaram tanto que resolveram enfiar no filme de qualquer maneira…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Andrade 20 de dezembro de 2018 - 19:49

Sim, de qualquer maneira msm. E ultimamente esse “método” está muito usado pela DC em seus filmes. Parece que a obra-prima que é a trilogia do “Cavaleiro das Trevas” só serviu pra nos iludir sobre o futuro do universo cinematográfico. Roteiros fracos e exageros em grandes coisas e até em coisas pequenas, como muito bem lembrado na crítica, o cabelo da Mera exageradamente ruivo (parecia até a Ariel hahaha). Mas, enfim, um ótimo filme pra quem assiste de forma superficial e só queria ver porrada debaixo d’água. Bem simplório e clichê, mas bem feito.

Responder
Lucas Andrade 18 de dezembro de 2018 - 13:43

Eu até gostei do filme, não achei nada tão grandioso, porém, levando em conta o fato de que Wan conseguiu levar um herói um tanto subestimado para as telonas, valeu a pena as duas horas do longa. Só achei que o começo do filme foi meio fraco, tipo a cena em que o Arthur Curry mostra seu poder pela primeira vez. Essa cena poderia ser explorada de maneiras muito melhores. Seria até interessante manter o contexto da cena, porque o lance do tubarão que quase quebra o vidro e estremece a todos no aquário é legal, porém a cena não teve o drama e a tensão necessária para o momento.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2018 - 01:59

Momoa é péssimo, mas é bom nessa sua canastrice toda!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2018 - 01:53

Concordo substancialmente com sua posição. A DC acerou e espero que continue acertando. Shazam está vindo aí!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2018 - 01:50

Exato. A repetição banaliza.

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 17 de dezembro de 2018 - 23:57

Realmente a duração do filme deveria ter sido (bem) menor do que foi. Apesar de todas as cenas de luta e batalhas terem sido lindos de ver, desde o começo do filme havia cenas assim, e no final eu já tava cansado. A batalha final de Jogador N°1 foi tão memorável justamente porque o filme é equilibrado e não ficou nos enchendo com doses de adrenalina a todo momento, afinal açaí todo dia enjoa não é mesmo?

Responder
keriburgess 1 de janeiro de 2019 - 15:59

disqus_Zm67YQZC2E gg

Responder
Paulo Victor 17 de dezembro de 2018 - 22:16

Os diretores precisam rever a duração dos filmes de herói. Mais de duas horas num filme sem muitas camadas fica muito cansativo. Na batalha final você já fica agoniado querendo que acabe kkk
Foi uma aposta segura necessária no caso da DC, mas já tá um saco assistir essa “fórmula”. Queria ver filmes na pegada de Logan, Cavaleiros das Trevas, Deadpool…

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2018 - 22:20

Concordo totalmente sobre a duração. Um filme desses simplesmente NÃO PRECISA passar de duas horas, quiçá 90 minutos. Os exageros encadeiam exageros e roteiros que vão do ponto A ao ponto B simplesmente não precisam desse tamanho para serem desenvolvidos.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2018 - 21:58

Foi um daqueles exageros que tem a rodo no filme!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2018 - 21:39

Sim, o filme deve muito a ele!

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 17 de dezembro de 2018 - 20:08

Finalmente assisti ao filme.

Mesmo na meia idade a Nicole Kidman está mais bonita que a também lindíssima Amber Heard, e é mais atris tbm.

Momoa toma totalmente para si o filme, mas tem uns diálogos que pelo amor de Odin…

Se tem uma coisa que não dá para reclamar da DC é do figurino. Saí do cinema querendo comprar um boneco do Aquaman com aquele dourado e verde.

Espero que no próximo o Aquamomoa chame o Godzilla com os poderes dele.

Melhores coisas do filme: música do Greta van Fleet na cena da foto e a Mera montada no Willy ( mas ficou faltando um “vai Willy”)

Saudações.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2018 - 21:38

Todo o design de produção do filme é espetacular e os figurinos são mesmo impressionantes.

E cara, morri de rir aqui com o seu Willy! HAHAHAHAAHHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Henrique 17 de dezembro de 2018 - 19:08

Se não fosse James Wan o filme seria uma bomba.

Responder
Glauber Castro 17 de dezembro de 2018 - 15:59

Sou fã do Aquaman desde pequeno por conta daquela clássica fase do Peter David que aqui no Brasil, salvo engano meu, era publicado nas revistas do Superboy; e em tempos recentes, quando voltei a ler quadrinhos da DC ficava me perguntando da riqueza do mundo do personagem e como resultaria em um ótimo longa, mas com os tropeças da DC ( embora eu adore Batman Vs Superman) ficava dificil acreditar nesse filme e tal qual não foi minha surpresa quando as primeiras reações ao filme começaram a sair e foram positivas. Esse fim de semana assisti ao filme duas vezes, na primeira na versão dublada e 2D e na segunda 3D e legendado, que sem sombra de dúvidas resultou em uma experiencia muito mais impactante. Alguns momentos foram épicos e chegava a dar até uma certa emoção, quando Artur fala com os peixes pela primeira vez quando criança, em sua posse do tridente ou na batalha final quando cavalga um cavalo marinho. Um filme fantástico, daqueles que merecem ser reassistido inúmeras vezes. Mas sim, o filme tem problemas de atuação e algumas quebras de ritmo que incomodam, mas nada é pior do que os diálogos do filme, que além de serem extremamente teatrais, constroem relações forçadas como entre Arthur e Mera. Aliás, os dois são atores bem limitados, mas fisicamente é outra história, a cena dos dois saindo da água na praia é foda!!
Para finalizar, acredito que a DC deu um passo na direção certa e que só precisa lapidar algumas coisas para entregar um filme excelente. Na minha opinião, Aquaman tinha potencial para isso senão fosse oque apontei acima.

Responder
vini 16 de dezembro de 2018 - 21:01

O filme não é mesmo tão bom quanto poderia ser, mas reacende uma esperança para a Warner/DC e seu universo compartilhado de Heróis. Saí satisfeito do cinema e disposto a ver mais vezes.
Sobre a atuação do Momoa, ele é péssimo realmente. Já eu achei que ele e a Amber formaram um belo casal, não senti essa falta de química como alguns críticos apontaram.

Responder
André Tonon 16 de dezembro de 2018 - 21:01

Gostei da crítica e dos argumentos apontados. Mas discordo, para mim foi mais uma decepção da DC. Não chega a ser ruim, mas está longe do que vem sendo comentado.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 12:38

Diria que a DC/Warner precisa jogar seguro, acertar e consolidar seu DCEU e aí começar a arriscar. A falta de planejamento e a ambição desmedida da empresa levaram a essa bagunça em que se encontram. Aquaman foi um baita passo certo na direção de arrumar a casa, mesmo concordando com sua análise.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 12:14

Diria que é algo esperado. E concordo que, visualmente, – batalha de Aquaman é melhor, mas, dramaticamente, fico com a de Guerra Infinita.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 16 de dezembro de 2018 - 12:57

Isso e inevitável, pois em Guerra Infinita, nós conhecemos e nos importamos com o exército de heróis e Wakandanos. Ainda que o design do exercito de Thanos tenha sido demasiado generico. ( Ainda não entendi por que não utilizaram os soldados vistos no flashback de Gamora, inspirados nas cores da Armadura de Thanos. Não que fossem fantásticos, mas eram melhores que os hibridos de Venom e Alien. ). Já o exército de Aquaman, é de se aplaudir o design das criaturas, armaduras e naves de guerra. Ainda que, o que tenha decepcionado foi a sensação de que a desvantagem extrema do exército inimigo diante os poderes do tridente extinguiu qualquer sensação de urgência e perigo no ato final.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 13:13

Sim, sim. Estamos 100% de acordo! E sobre o garfão, é bem isso aí. O troço parece mais poderoso que a Manopla do Infinito completa! HAHAHAHHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 16 de dezembro de 2018 - 14:45

Sim. KKKKKKKKK Pelo menos conseguiram ferir o Thanos mesmo com a manopla. O Aquaman aparentemente não levou nenhum dano sério.
Se o Arraia Negra for o vilão da sequência estou curioso em como vão nerfar o Aquaman. Por que ao meu ver, o Arraia não tem a menor chance.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 14:48

Ou vão arrumar um jeito de amplificar os “poderes” do Arraia ou arrumar um segundo vilão naturalmente mega-poderoso. Prefiro essas opções do que “fracotarem” o Peixoso!

Abs,
Ritter.

ABC 17 de dezembro de 2018 - 20:14

Eu fiquei com a sensação de que o tridente só amplia os poderes de comunicação com os animais do Arthur, na luta contra o Orm ele venceu por estar na superfície e usar a técnica ensinada pelo Vulko.

Saudações.

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2018 - 21:37

Pode ser. Mas o que eu achei realmente curioso foi que tanto no duelo em que o Aquaman foi derrotado quanto na luta final entre os dois, o momento determinante foi quando um quebra o tridente do outro. Ambos se ajoelham ofegantes e derrotados como em um videogame…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 20 de dezembro de 2018 - 19:49

KKKKKKKKK A técnica que foi genericamente inserida no roteiro em uma tentativa capenga de dar um ar de épico ao final.

Responder
Renan Teixeira 16 de dezembro de 2018 - 12:00

Acho que esse filme foi a DC simplesmente jogando da forma mais segura possível para fazer seu Universo finalmente caminhar.

Prós:
-Direção de arte tá muito boa
-Momoa tá bem carismático no papel principal
-Nicole Kidman e Patrick Wilson foram bem
-A mitologia de Atlântida foi bem explorada
-As cenas de ação, tirando as da batalha final, foram boas, com destaque indo para o primeiro confronto entre Aquaman e Orm.

Contras:
– Muitas coisas me deram a sensação de que o filme foi bem genérico, como a trilha sonora, o romance (forçado eu diria) entre o casal principal, as cenas de humor também bastante forçadas, aquela batalha final gigantesca que parece querer tornar o filme mais épico do que ele realmente é.
– Os diálogos, principalmente entre o casal protagonista, também poderiam estar um pouco melhores, não precisava ser algo digno de Oscar, mas ao menos algo do tipo Guardiões 2 e do último Star Trek, que eu considero serem simples, mas objetivos e afiados.
– O Orm tem uma boa motivação, mas poxa isso é trabalhado acho que em apenas uma linha de dialogo, poderiam ter explorado mais isso, fica a sensação de que poderia ter sido um vilão marcante. Acho que poderiam ter cortado o Arraia Negra do filme e passado o tempo destinado a ele trabalhando mais o Orm.

3.5 estrelas é a nota justa para o filme que é divertido, mas dá a impressão de ter muitas situações que nós já vimos uma porrada de vez em filmes de heróis ou mesmo em outros blockbusters.

Responder
Sabrina Di 16 de dezembro de 2018 - 11:51

Tentei ler o texto até o final, ufa, cansei! Não consegui terminá-lo, desistir quando cheguei na parte em que vocês comparam DC x Marvel, afffsss, não sei como insistem em fazer esse tipo de equiparação, não vejo dessa forma, pois cada grupo ou empresa tem seus talentos e seus atores cada um com o seu brilho ou com o seu não tão brilho assim, mas cada um trabalhando da sua forma que nos trazem deliciosos momentos em curtir filmes baseados nas QH’s e tudo mais para a tela do cinema e da tv, então afinal de contas quem ganha é nós, e que continuem assim, por que nunca antes em minha vida pude imaginar esse momento!

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 12:00

Cansativo é ler um comentário desses… Eu não comparei Marvel com DC. Eu comparei UM aspecto de Aquaman com UM aspecto de Pantera Negra que achei relevante comparar já que são filmes do mesmo ano com temáticas parecidas. Algumas palavras em uma crítica longa. Mais nada. Se você acha que até isso é “proibido” então realmente não há muito mais o que comentar…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 16 de dezembro de 2018 - 13:03

Comparar dois filmes do mesmo gênero é normal. Mas se a comparação em questão em questão é de um filme da Marvel com um da DC, é interpretada como fanboyzismo.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 13:11

Exato. Mais conhecido como “faniquito”…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 16 de dezembro de 2018 - 11:11

Um ano com três filmes de super-heróis em que o último ato termina em uma guerra genérica…. Visualmente, a de Aquaman foi mais bela que a de Black Panther e Guerra Infinita, mas não deixa de ser previsivel.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 01:15

Obrigado!

Tomara que Shazam seja mesmo outro acerto!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 01:14

Da metade para o fim o filme foca quase que exclusivamente na pancadaria e perde mesmo um pouco do peso dramático que demonstra ter no começo. A cena do Arthur se reunindo com a mãe lá no Jurassic Park careceu mesmo de mais cuidado pela solenidade do momento.

Abs,
Ritter.

Responder
vc falou em pipoca? 16 de dezembro de 2018 - 01:27

Esse era um daqueles momentos que dava pro momoa ter soltado o rock balboa interior mas infelizmente deixaram passar, quem sabe no próximo filme, se tem o arraia então a tragédia vai ser grande.

Responder
Anônimo 16 de dezembro de 2018 - 22:52
Responder
Bruno Linhares 16 de dezembro de 2018 - 00:57

Eu fiquei com uma duvida cruel. Por que alguns atlantes conseguem respirar na superfície e outros não?

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 01:10

Houve uma tentativa de explicação muito rápida na linha de que apenas os atlantes da nobreza conseguem respirar ar e os demais não. É algo que, no final das contas, temos que aceitar somente.

Abs,
Ritter.

Responder
Eliezer Pereira 16 de dezembro de 2018 - 00:57

Achei o filme muito bom, com mais pontos positivos do que negativos. O visual é lindo, as cenas de ação empolgantes e as personagens bem construídas, até mesmo as coadjuvantes como o Arraia Negra e a Atlanna. As piadas não chegaram a me incomodar (algumas até foram de fato engraçadas) e acho que a atuação da Amber não comprometeu o resultado final. É um filme que eu assistiria fácil de novo.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 01:08

Acho que estamos substancialmente de acordo!

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 16 de dezembro de 2018 - 00:39

Acabei de voltar do cinema: FILMAÇO. Daria 4 estrelas.
Adorei todo o visual do filme, especialmente dos soldados de Atlantida que me lembraram os melhores visuais de Kamen Rider.
Momoa ta atuando surpreendentemente bem nesse filme, a Amber da umas capengadas aqui e ali mas ta no aceitável. Nicole Kidman e Patrick Wilson tão obviamente maravilhosos.
As cenas de ação foram épicas com certeza uma das melhores dos filmes de heróis.
Minhas cenas favoritas: A perseguição do Arraia ao casal na italia(James Wan mostrou muito talento nessa cena) e o duelo final do Arthur contra o Orm.
Espero que tenha sequencia e o Wan volte pra dirigir.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 01:12

É um ótimo filme mesmo. O plano-sequência na Itália foi excelente e eu também gostei muito do “tumulto” organizado da mega-batalha marítima no final.

Abs,
Ritter.

Responder
Nero 15 de dezembro de 2018 - 14:25

Queria saber se vocês pretendem fazer uma crítica de Senhor Milagre do Tom King, que sinceramente, achei fenomenal, e queria ver a opinião de vocês.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2018 - 01:12

Se não me engano, o Luiz Santiago está com essa crítica na agulha!

Abs,
Ritter.

Responder
vc falou em pipoca? 15 de dezembro de 2018 - 03:03

Esse filme é diversão garantida pros fãs de aventura, a direção do wan me empolgou do começo ao fim principalmente quando ele deixava as cenas falarem por si só, e os jumpscares quase me fizeram me agachar com medo da explosão, mesmo se tornando previsíveis.

Só achei que o filme da metade pro fim careceu de um bom emocional, como foi na morte do pai do arraia, nessa cena além de ter pena do vilão eu consegui ver o Arthur como um tremendo fdp, achei que foi bem corajoso da parte da dc principalmente após polêmicas (que eu considero injustas) sobre seus dois maiores heróis estarem muito violentos. Por outro lado o romance arthur e mera podia ter sido melhor (apesar de eu ter amado a personagem) e o reencontro do protagonista com a mãe necessitou de um pouco mais de alma do Momoa.

Responder
Clayton Lucena 14 de dezembro de 2018 - 21:38

Belo texto Ritter… Gostei bastante do filme, comprei bastante a ideia de um filme mais visual, e que visual! História bem simples e achei até bem contada, poderia ser um pouco mais curto. Curti demais a parte Indiana jones ate o ápice na estatua olhando pela garrafa e depois aquela cena pelos telhados. Curti tbm como Arraia fez sua armadura e uma parte me lembrou como Nolan explicou tudo do uniforme do Bats no Batman Begins, a hora que o capacete explode e ele fala pra precisa de um capacete maior.
Como vc falou na crítica, curti o trio, Doende Verde, Drago e Orm…funcionou bastante juntamente com o carnaval aquático (no bom sentido).

Vamos ver se esse universo toma jeito agora…
Só esperando Shazam agora…

Abraços.
Clayton

Responder
disqus_VZ245aOXUx 22 de dezembro de 2018 - 04:44

claytonlucena no but

Responder
eduardomengesmattje 26 de dezembro de 2018 - 07:26

claytonlucena already

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 19:31

Para isso temos a crítica sem spoiler. Menor, mais objetiva.

Nossas críticas com spoilers são sempre assim, pois o objetivo é mesmo fazer uma análise mais profunda para quem se interessa e não se assusta com textos com mais de 140 caracteres.

– Ritter.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 18:52

Em um mundo perfeito, essa seria a lógica. Mas isso seria limitativo ao extremo. E sobre a inserção desse tipo de diálogo, já chega a quantidade enorme de diálogos expositivos que esse filme tem!

Abs,
Ritter.

Responder
Amanda Rosa 14 de dezembro de 2018 - 17:44

Se vocês acharam o filme entediante, imaginem esse texto… não consegui terminar não!
Acho que a DC acertou novamente e fico muito feliz por isso.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 18:49

Eu não achei o filme entediante.

– Ritter.

Responder
Carlos Bruno 14 de dezembro de 2018 - 19:24

Como não estou com vontade nenhuma de ver o filme, decidi vir ver a crítica com spoiler, depois de dar uma olhada nesse caminhão de texto to pensando em ir ver o filme kkkkkkkk

Responder
Lucas Casagrande 14 de dezembro de 2018 - 17:19

Não vi ainda mas assim como curti a do Gabriel Oliveira curti a sua critica também, estou ansioso pelo filme e a impressão que tenho quando vejo as poucas criticas negativas é que o problema do filme é justamente fazer parte do DCU que foi muito mal planejado, se fosse um filme sem link com nenhum outro acredito que seria visto com melhores olhos mas fico feliz que a maioria das criticas são positivas

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 18:50

@disqus_IZdN7vZC7G:disqus , cara, fazer parte do DCU não foi lá um problema não. Pode ir tranquilo, pois o filme é consideravelmente auto-contido.

Abs,
Ritter.

Responder
adrianocesar21 14 de dezembro de 2018 - 15:28

Otimo filme.. acho que o maior “defeito” é justamente o universo integrado.. Como assim o Arthur nem sabia o nome da Mera se eles já conversaram em Liga da Justiça?? foi aqueles diálogos constrangedores que a gente fica com vergonha de perguntar o nome da pessoa?? e achei que uma guerra submarina daquele nível chamaria atenção dos outros heróis do mundo mais que o piti do Lobo da Estepe… esse é o problema de alguns filmes solo de heróis que já estão em grupos… qual a justificativa pro restante da equipe não aparecer ou não chamar o grupo diante daquela ameaça?

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 16:03

Cara, eu confesso que nem lembrava da Mera em Liga da Justiça, mas você tem razão mesmo! Ficou estranho pensando agora.

Sobre a questão de chamar atenção dos demais heróis, não tem jeito. Caso contrário, não poderia haver mais filme solo de heróis a não ser que ele lidasse com coisas como salvamento do golfinho que se prendeu na rede de pesca. Ajuda pensar da seguinte forma: é igual aos quadrinhos, com cada herói tendo sua publicação própria e lidando sozinho com seus assuntos.

Abs,
Ritter.

Responder
adrianocesar21 14 de dezembro de 2018 - 16:17

é que eu sempre imagino que, via de regra, a ameaça do filme solo deveria ser menor que a do filme do grupo.. mas tudo se resolveria com um dialogo “porque você não chama seus amigos pra ajudar na busca do tridente” “Não precisa, podemos resolver nós mesmos, Mera” rsrs sempre espero que o herói justifique não ter chamado o grupo.. tipo o tony no meio do HdF3, porque não ligou pra nenhum vingador no meio daquela cidade?? rs

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 14:22

Sim, o visual é deslumbrante e aí dá para esquecer – ou perdoar – as tosquices…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 14:21

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , concordo com você. Ficou em terceiro, perdendo para Mulher-Maravilha (1º lugar) e Homem de Aço (2º), ainda que tenha ficado, para mim, BEM próximo do filme do Superman.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de dezembro de 2018 - 14:24

Exato, penso o mesmo. Estou bastante curiosa para Shazam, agora ”Aves de Rapina e a Emancipação de uma tal de Arlequina”, sim o título vai ser imenso, estou receosa ainda. E será o primeiro filme 18+ do DCEU, não será do selo DC Dark como o Coringa.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 14:26

Também espero ansioso por Shazam. Tem potencial!

Agora esse Aves de Rapina aí com esse título gigante e com foco na chata da Arlequina não dá não… Claro que assistirei e ESPERO ser surpreendido positivamente e não daquele jeito horroroso que foi Esquadrão Suicida…

Abs,
Ritter.

Responder
Rômulo Estevan 14 de dezembro de 2018 - 17:51

Gente a emancipação da tal Arlequina foi uma zueira interna deles,é apenas o titulo de produção ,foi confirmado em entrevistas porem só ver os stories do insta da Margot ela mesma diz “esse não é o titulo final que ira pros cinemas.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 18:48

Toda brincadeira tem um fundo de verdade. Eu posso apostar que a Arlequina terá 80% do tempo de tela.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 14 de dezembro de 2018 - 20:37

Saiu uma noticia no qual foi confirmado o titulo há 1 semana atrás mais ou menos. Tirei print.
https://uploads.disquscdn.com/images/c57611b20c097ee0c10c6d25dc30294da701a251210f17fa2db83a61ce3e5d42.png

Stella 14 de dezembro de 2018 - 20:15

Errado, a Margot confirmou que inicialmente era so o titulo de produção, mas se tornou oficial. Ela falou num talk show inclusive.

Responder
Stella 14 de dezembro de 2018 - 14:16

Excelente crítica. Visualmente é fenomenal, CGI misturado com efeitos práticos, cenários realistas de set. Mera esteticamente está perfeita, mesmo que tenha pouco destaque, ela não tem tanta importância como aparentava. Wan trouxe uma experiência visual maravilhosa, é quase uma Pandora submarina. Mas o roteiro simplista não me pegou, o que acabou fazendo, este que poderia estar em primeiro lugar como melhor filme do DCEU, acabou ficando em terceiro lugar na minha lista, continuo achando Maravilha e Homem de Aço melhores.
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Orm nota 10 visualmente, Arraia Negra também, porém a presença do Arraia é puro fan service, é totalmente descartado, gostei mas não acrescenta em nada. Os dois vilões acabaram sendo apenas meras escadas para a Jornada do herói do Arthur Curry,não ficou uma disputa de igual para igual como eu senti que foi com o T’Challa e Killmonger em Pantera Negra.

https://uploads.disquscdn.com/images/a36fb3cdf4d30dd145837f387e1def2f206e317ad5316d895f2ded08e17061c9.gif

Responder
Isac Marcos 14 de dezembro de 2018 - 13:48

Ótima análise. Tbm concordo que a Amber e a trilha sonora foram os pontos mais negativos, desta última ainda tinha alta expectativa pelas cenas mostradas nos trailers, a Amber não rsrs.
Dos pontos positivos, além dos que vc citou, achei muito bons as vestimentas e armaduras, inclusive com a paleta de cores escolhidas pra elas. E me surpreendi com Nicole Kidman!

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 14:19

Obrigado, @isac_marcos:disqus ! Eu mal conhecia a Amber Heard e rapaz, o que ela tem de bonita, ela tem de incapacidade dramática…

Os figurinos desse filme estão excelentes mesmo, até mesmo a roupa de náufraga de Kidman funciona muito bem.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Alves 14 de dezembro de 2018 - 12:19

Assisti ontem. Não sou nenhum entendido de quadrinhos. Gostei bastante, porém achei alguns diálogos bem toscos tosco. Os momentos multi coloridos foram bons, mas fizeram meus olhos lacrimejar, se tivesse visto em 3d teria desmaiado. Parabens pela critica, você expressou exatamente meus pensamentos sobre o filme. Agora vamos aguardar o filme da marvel em baixo d’água comparar. Forte abraço.

Responder
Stella 14 de dezembro de 2018 - 14:17

Verdade, alguns diálogos, me incomodaram bastante. Vergonha alheia, mas o visual impressiona em muitos momentos que maquia os defeitos em muitas mentes kkk

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 14:18

Sim, sim, teve um grau elevado de tosquidão nos diálogos, algo que eu reputo tanto à inabilidade que o roteiro por vezes apresenta, como também a tentativa de se emular aquela atmosfera camp que vemos, por exemplo, em Flash Gordon, de 1980. Mas ficou parecendo justamente as frases de efeitos de quadrinhos ruins.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Wesley 14 de dezembro de 2018 - 12:11

A atuação da Amber Heard não me incomodou tanto assim, nem o excesso de lutas. Gostei bastante, deixou tudo ainda mais grandioso. As piadinhas concordo que não funcionaram bem mesmo, poderiam ser facilmente deixadas de lado.

Odiei a trilha sonora, além dos momentos pouco marcantes ainda tem a inserção de músicas nada a ver em momentos nada a ver. Ainda assim daria 4 estrelas.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 12:54

Atuação de Amber Heard? Que atuação? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

A trilha realmente foi um desperdício e as música inseridas aleatoriamente ficaram bem ruins também.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 11:14

Olha, eu até gostaria. Mas eu coloquei as estrelas sim!

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 14 de dezembro de 2018 - 18:37

Quando eu abri pela manhã não tinha aparecido as estrelas. De qualquer forma fikdik.

Saudações.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 18:45

Já pensamos várias vezes em implantar essa política!

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 14 de dezembro de 2018 - 10:28

Eu dou graças a Atlan por não ter visto em 3D, senão teria ficado na sala de cinema desmaiado. Com os trailers eu já fiquei tonto, imagina no filme

Quatro coisas que ficaram na minha cabeça após o filme:

1) É incrivelmente cartunesco e falo isso no bom sentido. Desde o primeiro Vingadores não via quadrinhos tão escancarados na tela assim, principalmente na batalha final. E após o Aquaman quebrar o tridente do Orm e fazer um pouso de super herói, só faltou o Mestre dos Oceanos explodir ao fundo e ficar igual aos Power Rangers HUEHEUEHEUHEUEH

2) O trabalho de cãmera, principalmente na Itália. Tá numa batalha da Mera e na mesma tomada mudam pro Arthur e depois em uma luta do Aquaman, mudam novamente. Eu achei essas transições muito bem elaboradas.

3) Apesar de faltar presença quanto ao som, eu achei a trilha da Mera ao utilizar seus poderes contra a Guarda Real sensacional. Eu sou horrível para lembrar de trilha de heróis e nunca presto muita atenção (com muito esforço me lembro agora de Vings, Os Incríveis e Mulher Maravilha), mas achei essa muito boa. Não sei se ela é original, porém não sai da minha cabeça.

4) As encaradas do Orm. Rapaaaz…

Eu daria 4/5. Achei um roteiro bem simples e uns 15 minutos a mais do que o filme realmente precisava, porém muito bem executado.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 11:11

Fiz questão de ver em 2D. Já naturalmente não gosto de 3D e esses mega-blockbusters ficam enlouquecidos com esse artifício normalmente mal utilizado.

Tem um plano sequência na Itália que é muito bacana, mas tenho certeza que, pela complexidade, ele é uma sequência que disfarça os cortes. Mas não tira o brilhantismo de toda forma.

E concordo sobre a abordagem cartunesca.Ficou bacana mesmo. Foi o que quis dizer no começo quando disse que Wan reverteu o Aquaman às origens sem trair a pegada “Conan, o Bárbaro” que a caracterização cinematográfica dele.

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 14 de dezembro de 2018 - 11:21

Eu detesto 3D e ainda por cima uso óculos
Então tenho que colocar os óculos por cima dos óculos e assistir ao filme praticamente sem respirar, porque qualquer movimento faz os óculos caírem.
E o cinema daqui não dá o opção de escolher entre 2D ou 3D. Tem que assistir o que vem hahahaha
Mas desde X-Men Apocalypse não vi mais nenhum.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 12:01

Sei bem, pois também uso óculos!

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 14 de dezembro de 2018 - 18:56

Propõe ao vereador da sua cidade uma lei regulamentando a distribuição de filmes em 3D com base no equilibrio econômico. Esse tipo de distribuição força quem tem ambliopia pagar mais por um serviços que lhe é inútil.

Saudações.

Responder
Rômulo Estevan 14 de dezembro de 2018 - 17:54

Vocês não vê as entrevistas do Wan? Ele disse que levou 55 dias para filmar aquele plano sequencias sem corte algum.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 18:47

Não acompanho as produções enquanto o filme não é lançado. Prefiro sempre saber o mínimo possível.

De toda forma, se aquilo ali é um take só, realmente sem cortes, parabéns ao Wan. Mas ainda acho pouco provável que seja um plano-sequência único puro, especialmente se for em locação. Se for tudo cenário de estúdio, aí é mais possível.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 14 de dezembro de 2018 - 07:30

Parabéns por não colocar estrelas, isso deve forçar as pessoas a lerem. Isso posto, como ainda nao vi o filme evitei ler a critica. 😂

Saudações.

Responder
Luiz Santiago 14 de dezembro de 2018 - 07:00

Sua linha fina é algo que dá pra sentir desde o trailer. “Um tsunami sensorial”.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2018 - 09:09

Quem tiver tendência à epilepsia terá um treco na pancadaria final!

Abs,
Ritter.

Responder

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