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Crítica | Aquaman (Sem Spoilers)

por Gabriel Carvalho
201 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, a crítica com spoilers.

“Eu não sou líder algum. Eu vim porque eu não tenho escolha. Eu vim para salvar minha casa e as pessoas que eu amo.”

Como os entusiastas do Universo Expandido da DC Comics, cinematográfica ambição da produtora de quadrinhos, mas originada em mares não tão competentes quanto os que rodearam e ainda rodeiam a distinta concorrência, perceberão Aquaman, complicada aposta da empresa para mascarar os equívocos do passado, dentre aqueles mais consensuais e aqueles mais polêmicos? O eufórico sentimento percebido é certamente uma qualidade compreensível a essa obra de ação e fantasia, porque o projeto ganha uma identidade particular, que propicia uma empolgação com origem no charme inexorável do longa-metragem, comandado pelas mãos do prestigiado James Wan, responsável pela origem não apenas de uma, mas de três franquias milionários do cinema de horror: Jogos Mortais, Sobrenatural e Invocação do Mal. Aquaman é um peixe mais espetacular do que gostoso por dentro, uma obra a ser vista e revista em seu estado menos profundo, dado o domínio de cena que propicia sequências de ação com mais qualidade que qualquer outra existente nesse universo, uma compreensão estética extraordinária, além da carismática “canastrice” inerente ao seu protagonista, Jason Momoa, compartilhando-a com o seu filme.

A questão é que Aquaman, em primeira instância, não possui a proposta de ser uma obra descerebrada, muito pelo contrário, insistindo em uma descrição de épico que poderia realmente dar margem a uma narrativa mais desenvolvida, com meandros que não subestimassem o espectador, como acontece no desenrolar das arquitetações de guerra promovidas pelo Mestre do Oceano (Patrick Wilson), antagonista majoritário da obra. O personagem, meio-irmão do protagonista, porém, com sangue real, enquanto Arthur Curry é um mestiço que une dois mundos como uma só ideia, quer conseguir o controle de todos os reinos marinhos e proclamar guerra contra a superfície, um anseio ganancioso e supremacista que, diante da execução narrativa, sempre percorre as correntezas mais simplistas possíveis. Uma ideia, portanto, que permitiria a Aquaman designar-se, paralelamente aos outros muitos escopos que carrega, um filme igualmente de guerra. O roteiro, contudo, principia a simplicidade como carga para o nado de quase duas horas e meia, uma duração muito grande para uma obra com nenhuma complexidade narrativa, simples objetivos no contar de histórias que são conquistados das maneiras mais simples possíveis. Os objetivos e os resultados são confrontantes. O que o espectador absorve?

O protagonista, em um contexto particular, mas também contribuinte desse conturbado relacionamento entre a estética e o conteúdo do longa-metragem, precisa se provar como legítimo rei ao trono de Atlântida. Como aponta Vulko (Willem Dafoe), o personagem deve conquistar os atlantes, coisa que o roteiro, no entanto, aparentemente se esquece de concluir, optando pelo espetáculo ao invés da sensibilidade. Como se importar pelos atlantes quando os próprios humanos, como um grupo, são mais enfocados, com a cena que se passa no continente europeu, em que o interesse amoroso do protagonista interage com uma criança e mostra se envolver com coisas além de sua própria nação, justamente o princípio argumentativo da origem desse rei, a comunicação não apenas com peixes, igualmente com atlantes? Uma premissa que poderia mostrar-se poderosa para essa jornada, não apenas uma rasa justificativa para a ação desenrolar-se. O relacionamento de Aquaman com o seu povo não é o único completamente insensível. Os relacionamentos todos do longa são um pouco escanteados demais, como a rivalidade do Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II) com o super-herói do título, partindo de uma visão promissora, sobre deveres e virtudes, contrastados com a vingança, que não é continuada dramaticamente.

Arthur Curry, como aponta constantemente Mera (Amber Heard) – um relacionamento que funciona muito mais por não funcionar de verdade, devido o comportamento de Jason Momoa em cena – é a união de dois mundos que deveriam supostamente permanecer separados. As primeiras cenas do longa-metragem – que criam uma antecipação maravilhosa para o espetáculo – abrem o jogo para o espectador sobre o desenvolvimento de personagem que será aparentemente comandado, entretanto, as duas horas seguintes não investem num real amadurecimento do Aquaman, acabando por ser um meta-humano meramente movido pelas causas e consequências do que acontece ao seu redor, tudo de uma maneira muito ordinária e pouco sensível, sem nenhuma subversão dessa passividade inicial. Os poderes que importam são poderes já existentes, não poderes adquiridos. O embate entre a superfície e o mar, ademais, morre na praia. As grandes batalhas, visualmente impressionantes, são oriundas de exércitos que o espectador não se importa, em que a carga é apenas superficial, sem um profundo apelo pelas coisas que estão em jogo. A montagem investida, mesmo assim, permite a esse cinema um prosseguimento mais fluido, em paralelo a euforia gráfica e auditiva existente nas cenas de ação. A vistosidade sempre existe.

Jason Momoa é um artista com considerável limitação dramática, o que é incrivelmente suficiente para o personagem, porque, caso um intérprete com maior gabarito estivesse expressando as falas que o ator expressa, dado um roteiro um pouco genérico, que não consegue contar uma familiar, mas decente história, de maneira competente, sem precisar recorrer a exposições toscas, o resultado, enfim, seria muito pior. O carisma demonstrado pelo artista empolga o público de uma maneira superficial, porém, ainda assim verdadeira, o que não é suficiente para resguardar a obra de um excesso de cafonice e piadas ruins sendo mal feitas, características que, mesmo assim, conseguem funcionar dentro de um ator que promete e cumpre a sua vertente canastra de uma maneira simpática. Wan compreende o que está criando – entretanto, não desenvolvendo – com o seu protagonista, podendo ser percebidos, por exemplo, os maneirismos empregados na apresentação do super-herói nesse filme, com um excesso de câmera lenta, olhares profundos e frases de efeito. A preocupação com o visual – ângulos que vão se ajustando aos embates – consegue capturar esse estiloso vulgarismo quando intencionado, já quando uma seriedade é solicitada, o que acontece é uma manipulação, cafona no processo, de sentimentos.

Aquaman, nessa sua vertente menos ambiciosa, é uma obra muito auto-consciente do símbolo desejado, até mesmo porque o conceito do personagem parte de uma reconstrução de imagem – o passado condenava o homem das águas – que não pode ser séria demais, o que romperia demasiadamente com os absurdismos das eras douradas dos quadrinhos e da televisão, onde Arthur Curry era mais um super-amigo do que um super-herói. As origens do projeto, em contrapartida, também não poderiam nascer de um surrealismo completamente idêntico aos pretextos originais, o que daria margem a um universo muito mais tosco criativamente do que encantador. James Wan consegue com que o seu público encare o Aquaman de uma maneira que não seja jocosa, mesmo que também não seja enormemente respeitosa, apenas um amigo para se embriagar junto – uma das melhores cenas do filme parte desse pensamento. O seu longa-metragem, em consequência, é de uma nulidade de sentimentos tão forte quanto é de um poderio de entretenimento monstruoso, qualidade que está dentro das intenções, mas que não é a intenção por si só, desqualificando o projeto em demais sentidos. Uma obra que embriaga o público integralmente, contudo, não consegue matar a sua sede por um excelente épico subaquático.

A empolgação do espectador, portanto, consegue sustentar a obra cinematográfica de um modo interessante, porque Aquaman não precisaria, teoricamente, se ancorar em certos valores narrativos desnecessários caso não houvesse essa necessidade. As constantes exposições, em diálogos extremamente burocráticos, acabam, contudo, ansiando por um encorpamento que James Wan não consegue se desvincular completamente. A obra nunca procura a trivialidade. Aquaman também contém elementos narrativos, muitas temáticas já consolidadas no cinema, que são derivativas de várias coisas já absorvidas em outros longas, obras que conseguiram até mesmo concentrar suas atenções em cada uma delas de maneira mais coerente: o irmão que quer ser rei, o amor entre um ser do mar e um ser da terra, entre outras coisas. O Rei Leão e A Pequena Sereia, apenas para casos de animações, possuem resoluções em termos de discurso e de execução mais bem resolvidas. Já Pantera Negra, distribuído no mesmo ano, em oposição, conseguiu dar margem a uma crença do espectador não apenas no super-herói como o único rei possível, mas também um rei necessário, um rei que adentra uma jornada de descobrimento de valores que, nesse caso daqui, transformariam o Aquaman também em um herói de verdade.

Um longa-metragem, então, que parte de uma composição imagética muito intensa, com cores que mesclam um realismo mais sóbrio com um contexto extremamente fantasioso, mas sem vergonha de, nesse processo, se assumir como uma verdadeira adaptação de quadrinhos, que deslumbra o espectador sensorialmente, movimentando um senso de atmosfera poderoso, em decorrência, por exemplo, de como os mares são transpostos graficamente para o público, como o som se comporta diante de interações subaquáticas. O passado no horror do cineasta também contribui para momentos assombrosos, não apenas mediante a sustos corriqueiros, como especialmente a partir de composições de planos que são parte do espetáculo como também são parte do pavor – uma cena, com monstros nadando atrás dos heróis, exemplifica isso perfeitamente. A obra, no entanto, nunca é concretizada em relação a narrativa. James Wan não se interessa em explorar culturalmente o mundo criado, ou seja, um povo cheio de costumes e peculiaridades. Os cenários são ricos, a arquitetura possui uma identidade, mas esses são conceitos provenientes de uma equipe de criação de visuais competente, não de um roteiro consciente da sua capacidade de expansão. Os desenhos dos personagens funcionam, não os personagens propriamente ditos.

O que quer que seja o seu pensamento sobre a infame resolução do confronto entre o Superman e o Batman no aparentemente longínquo A Origem da Justiça, época em que a empresa possuía pretensões muito maiores – as conexões de mundo, aqui, para além do marítimo, são pequenas, senão quase nulas -, a cena ao menos continha uma potência dramática que nenhum momento de Aquaman consegue se equiparar substancialmente. Quase como um polo aquático muito bem jogado, um nado sincronizado muito bem realizado, o divertimento é uma das características do longa-metragem que podem ser suficientes para o espectador, no entanto, não são suficientes para serem as fundações de um universo muito particular, em termos épicos, como esse, sobre um homem que deve ser rei, sobre um reino que deve aceitá-lo, sobre um mundo verdadeiro em essência e não apenas em imagem. Uma ótima obra dentro dos conformes da ação, uma interessante obra dentro dos conformes da fantasia, porém, uma mediana execução para uma obra cinematográfica que ainda é uma obra cinematográfica, com as suas inúmeras propostas e suas diversas conquistas. O entretenimento sem compromissos substitui as responsabilidades de um longa-metragem que nunca deixa de realmente arcá-las, mas omiti-las no fundo do mar.

Aquaman – EUA/Austrália, 2018
Direção: James Wan
Roteiro: Will Beall, James Wan, Geoff Johns, David Leslie Johnson-McGoldrick
Elenco: Jason Momoa, Amber Heard, Willem Dafoe, Patrick Wilson, Dolph Lundgren, Yahya Abdul-Mateen II, Nicole Kidman, Temuera Morrison, Ludi Lin, Graham McTavish, Julie Andrews, Djimon Hounsou, Natalia Safran, Michael Beach, Randall Park, Leigh Whannell, Patrick Cox
Duração: 143 min.

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220 comentários

Zé Higídio 4 de abril de 2019 - 00:38

Que filme horroroso!
A introdução já mostra como o filme vai ser: um desastre! A premissa é risível, a história é simplória até para uma criança, as reviravoltas são EXTREMAMENTE previsíveis, especialmente aquela mais importante. O desenvolvimento de personagens não é só clichê, é também brega, o elenco é composto de gente ruim interpretando mal e gente boa mal escalada. Pra começar, o protagonista é só um bombadão sem camisa metendo porrada em todo mundo e fazendo piadinhas eventualmente. E a Mera é a companheira genérica que “ajuda na briga”. Se um vilão, Orm, estraga totalmente o caráter ambíguo das suas ações “vilanescas”, o outro, Arraia Negra, sequer tem alguma função no filme, além de proporcionar uma cena de ação totalmente anticlímax e fora de contexto. De resto, não dá pra entender por que colocaram Nicole Kidman, Willem Dafoe e Dolph Lundgren em papéis tão chulos e desinteressantes.
O humor parece fora de contexto, e basicamente uma piada funciona, a qual precisa de uma cena inteira que na prática não agrega nada ao filme. O CGI é exageradíssimo, chega a doer os olhos, 90% do filme é CGI ou tem CGI embutido. As cenas de ação são um único triunfo QUANDO a câmera ousa, acompanhando os movimentos, porque quando ela fica parada, só demonstra a
semelhança que os conflitos embaixo d’água têm com um jogo de videogame e as cenas fora d’água têm com alguma série estilo Power Rangers. A edição do filme contribuiu bastante para a falta de coesão das cenas. E POR QUE RAIOS a resolução da tela muda aleatoriamente?? Não poderiam ter filmado em apenas um formato?? Câmera lenta é totalmente desnecessária também.
O tom do filme é totalmente aleatório, cenas de lutas se entrelaçam com pontos dramáticos do roteiro, e na próxima cena está tudo tranquilo com o Aquaman e a Mera, e eles estão se divertindo bastante nessa aventura, ignorando a urgência que a história havia introduzido.
Enfim, mais uma bomba do DCEU, e arrisco dizer, a pior delas, mesmo com uma concorrência pesada.

Responder
Lucas Casagrande 11 de janeiro de 2019 - 01:45

Adorei o filme

O universo DC ta bem atras do MCU como um todo mas esse filme do Aquaman em separado é bem melhor que diversos da Marvel facilmente

Tem suas falhas principalmente na atuação da dupla principal e em repetição de momentos ( lembro por cima de 5 momentos de silencio seguido de explosão ) algumas piadas fora de hora e a trilha sonora nada marcante mas o elenco de apoio é muito bom, os dois vilões são bem construidos e com boas motivações e visualmente o filme é lindo demais, os efeitos são de tirar o folego

Eu gostei bastante do filme

Responder
Kurth 3 de janeiro de 2019 - 17:18

Aprendi uma coisa não ler criticas esta ai prova esmurrando os críticos com a bilheteria.

Responder
planocritico 3 de janeiro de 2019 - 17:45

Mais um ser iluminado que acha que bilheteria tem relação direta com qualidade. Continue assim, espalhando sapiência pelo mundo!

Abs,
Ritter.

Responder
Kurth 3 de janeiro de 2019 - 18:59

Cara! Não sei por que tomou as dores gosto algo que cada um tem o seu, a opinião critica é de um único individuo, eu posso analisar e gostar e você não, simples, deixar de assisti um filme pela simples crítica pode ser decepcionante meu caro, pois gosto é algo individual. Não é o caso aqui mais há críticos muito bem pagos para falar bem de filme, sim o filme não é perfeito tem seus defeitos, mas não justifica não assisti-lo somente pelo fato da crítica, eu simplesmente tiro minhas conclusões, mas alguns se deixam levar e perdem um bom entretenimento. Meu caro não sou fanboy , minha opinião é longe de ser de alguém iluminado, se querer ser critico, precisa aprender a aceitar criticas também, isso se chama opinião democrática. Sabe fui sarcástico, pois vi alguns comentes não vou ver, pois leu a critica, so finalizando ela esta dentro do normal eu daria 4 estrelas. Pô que olha essa crítica que vi, é apenas H2Ok, rsss
abs
Kurth

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Huckleberry Hound 13 de março de 2019 - 21:24

Se fosse assim Transformers 2 e 3 seriam os melhores filmes do mundo!

Responder
Kurth 3 de janeiro de 2019 - 17:05

De uma coisa tenho certeza esse filme agradou o grande público, vai chegar a 1 bilhão em bilheterias quem diria.

Responder
planocritico 3 de janeiro de 2019 - 17:51

Se até Velozes e Furiosos chegou a um bilhão…

– Ritter.

Responder
Sérgio Henrique Sper 21 de dezembro de 2018 - 10:09

Pelo menos pra uma coisa boa este filme serviu: sabermos a verdadeira identidade que o Luiz Santiago guardava a 7 chaves durante todos esses anos.
Tirei até prints pq sei que daqui a uns 10 anos farão um top filmes da década e se botarem Aquaman surgirá os comentários: “Nossa, vcs se lembram desta era de ouro? Do Luiz SantiGADO de Tamancas e o Gabriel Carvalho que queria ordenhá-lo???”
Ai Cristo…kkkkkkkkkkkkk
Eu falo que este é o melhor site de cultura pop disparado!! 👏🏻😂

Responder
Luiz Santiago 21 de dezembro de 2018 - 10:45

HAHAHHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHHA
Vários segredos aparecendo!!!! A gente não consegue mais esconder! Agora você faz parte dos que sabem os segredos, Sérgio. Estamos de olho!!! HAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHHHAHAHHAAHAHHAHAHHAHAH

Responder
Sérgio Henrique Sper 21 de dezembro de 2018 - 11:35 Responder
Luiz Santiago 21 de dezembro de 2018 - 12:05

Preciso processar esse povo que está usando as minhas fotos por aí à toa!!! Logo essa, que ainda precisava de uns banhos de sol!!! AHHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAH

Responder
Pedro Teixeira 17 de dezembro de 2018 - 18:16

Vish, pelas criticas afora parece que não vou gostar muito desse Aquaman, ainda mais porque um dos poucos filmes de super-heróis que gostei foi o BvS.

Responder
Luiz Santiago 16 de dezembro de 2018 - 17:32

“Surra de Argumentos” o próximo filme XXX de uma festa universitária mais próxima

AHUAHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAHAUH
AHUHAUHAUUAAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUAHAUH

É nóis! Também me diverti bastante, pra falar a verdade.

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Responder
Douglas Adams 16 de dezembro de 2018 - 17:35

👍

Responder
Squirtle Boss 14 de dezembro de 2018 - 20:08

Surpreso com tantas críticas negativas. Para mim foi o melhor filme disparado da DC.

O Cavaleiro das Trevas é muito bom, mas acho que perde o vigor depois que o Coringa é preso. Mulher Maravilha de perde no final, mas Aquaman não deixa o ritmo cair em momento algum, com o final super certeiro, empolgante demais.

É filme para sair do cinema querendo ver inúmeras outras vezes.

Responder
Gabriel Carvalho 14 de dezembro de 2018 - 23:39

MEU DEUS, melhor que Cavaleiro das Trevas acho bem complicado, Squirtle Squirtle. O ritmo aqui nunca cai, de certa maneira, mas não sei como concordar com a sua afirmação, pois este também é um filme que poderia ser muito melhor… em muitos outros sentidos. Acho que comparar um filme de ação despirocado como Aquaman com um thriller policial como Cavaleiro das Trevas, em quesitos que eles não tem muito a ver, acaba tendendo mais para a subjetividade do que para um critério contraposto e bem argumentado.

Mas…. gosto é gosto. Que bom que gostou do filme, valorizo isso, porque é melhor do que não gostar.

Responder
Gabriel Martins 13 de dezembro de 2018 - 23:45

Até parecia ser interessante, mas já vi que é dispensável. Bom que eu economizo o dinheiro do ingresso e sobra para comprar o novo disco ao vivo do David Bowie.

Responder
Gabriel Carvalho 14 de dezembro de 2018 - 23:39

DAVID BOWIE S2

Responder
Espectro 24 de dezembro de 2018 - 16:21

Devia era assistir e tirar suas próprias conclusões

Responder
William O. Costa 13 de dezembro de 2018 - 18:18

Eu acho de mais mesmo o primeiro.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 18:09

Meu Deus, da onde que estão surgindo essas pessoas que não gostam de Efeito Fallout, uma das obras de ação mais competentes dessa década? Já o terceiro filme da franquia é disparado o pior, para mim, porque para os outros é o segundo pior, vide a lista que fizemos esse ano ranqueando os filmes. AAAAAAAAA! Saiam daqui, vamos ficar discutindo sobre Aquaman e filme de super-herói mesmo, porque senão eu não aguento o baque.

Com amor, Gabriel Hunt.

Responder
Joly81 13 de dezembro de 2018 - 16:42

Não consigo compreender como as pessoas simplesmente não conseguem compreender a “infame resolução do conflito entre Batman e Superman”. Como se superficialmente, o Batman desistiu de matar o cara porque as mães tem o mesmo nome e pronto. Não entender o que se passou ali é não conhecer o personagem. Em síntese, ele desistiu de matar o Superman porque ao ouvir o nome de sua mãe sua consciência e senso de humanidade o restauraram daquela espécie de síncope, um choque que o trouxe de volta à sanidade e o fez lembrar que o ato de matar o igualaria àqueles que o próprio Batman persegue. O significado daquilo é muito mais profundo do que as falas da cena sugerem, e é realmente uma pena que a maioria das pessoas não tenham entendido. O Batman é um personagem que já se encontrou moralmente à beira do precipício em diversas ocasiões, justamente pela sua complexidade e seus conflitos, e creio que o Snyder sintetizou isso muito bem no filme e na cena em questão.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 16:56

Não sei quanto a você, mas essa conclusão é bastante óbvia. Só faltou aparecer por escrito no filme que, aliás, é um emaranhado de obviedades travestido de algo cerebral. O texto citado entre aspas mantem-se válido, pois o autor não indaga sobre a compreensão do final, mas sim sobre o “pensamento” das pessoas sobre o final. Coisas diferentes.

Abs,
Ritter.

Responder
Joly81 13 de dezembro de 2018 - 17:07

Se a coisa toda é um emaranhado de obviedades, porque classificá-la como infame? São duas coisas bem distintas.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 17:15

Provavelmente porque o Gabriel foi bonzinho. Eu teria classificado como “imbecil” mesmo…

HAHAHHAHAHAHAHAAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 18:00

Infame vem, entre outros significados, de uma fama ruim, que causa um desprezo, uma desonra, um descrédito. A cena tem uma fama ruim mesmo.

Responder
Davi 15 de dezembro de 2018 - 22:11

Você disse abaixo que o filme é imbecil, mas o filme é de super heróis. A pegada séria em nada muda que “eles usam capa”, pois claramente foi uma decisão consciente do Snyder em fazer o Super dizer “Salve Marta” ao invés do mais condizente com a realidade que seria “Salve a minha mãe Marta”.
O filme é sério, mas se assume como filme de herói, com o pé fora da realidade em certos momentos. E essa frase exemplifica isso perfeitamente.

Responder
Bruno Linhares 13 de dezembro de 2018 - 18:02

“O Batman é um personagem que já se encontrou moralmente à beira do precipício em diversas ocasiões, justamente pela sua complexidade e seus conflitos, e creio que o Snyder sintetizou isso muito bem no filme e na cena em questão.”

Mas eu amigo, esse foi o principal problema do filme. Para um entendedor do universo DC pode ate parecer complexo. Devemos avaliar a obra exclusivamente pelo que foi exibido em tela daquele universo. E é nisso que BvS mais peca, em contar com o conhecimento prévio do seu telespectador. Vendo BvS eu me lembrei de um artifício muito utilizado nas HQs antigamente. Quando dois personagens tinham uma conversa sobre um acontecimento de outra revista, e os autores colocavam abaixo do quadrinho “Para melhor entendimento, leia Batman Anual #7”. É basicamente isso que o filme faz o tempo todo, jogando em seu roteiro confuso uma tonelada de referências que mais da metade do público não entende. Injustice, a esteira do Flash, a morte de Robin…

Responder
Joly81 14 de dezembro de 2018 - 16:39

Em nenhum momento eu aleguei que o filme é profundo, nem abordei a confusão de referências que o filme faz. Apenas discordei acerca da resolução do conflito entre o Batman e Superman naquela cena específica ser”infame”. Se a cena não é bem vista por muitos, aí fica ao critério de cada um.

Responder
Nero 13 de dezembro de 2018 - 21:36

Que o significado dessa cena é esse, é algo óbvio, e ainda por cima a Lois tem que aparecer no meio para explicar o porquê daquilo. O mais engraçado é como o Batman contradiz o arco de personagem dele no filme, já que ele percebe que matando ele se iguala aos bandidos que persegue, não entendo como ele depois sai matando todos aqueles bandidos sem dó nem piedade na cena do resgate.

Responder
William O. Costa 13 de dezembro de 2018 - 16:35

Olha, é por isso que eu gosto do PC (Plano Crítico, não Personal Computer). As críticas aqui são mais sóbrias. As expectativas que outras críticas me deram poderiam me fazer ficar talvez um pouco decepcionado quando assistir.
Como não costumo pedir de um filme muito, muito além de boas horas de diversão super-heroica descompromissada (justamente por isso filmes como Superman e O Cavaleiro das Trevas são tão incríveis pra mim, indo tão além do que espero), acho que vou gostar desse filme (como exemplo, eu fiquei super, extremamente fã de Homem-Formiga e a Vespa, e achei estranho pra caramba as críticas mais mornas sobre ele). Mas é muito bom ter o PC pra deixar as expectativas ajustadas, porque antes de ler essa crítica, as minhas estavam extremamente altas.

Agora, por que é que o PC dá 3 estrelas pra Aquaman, 3 pr’A Família do Futuro, 2,5 pra O Protetor 2, mas consegue dar 4,5 pra Missão Impossível: Efeito Fallout, que eu daria 3, com muita força de vontade 3,5?

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 16:57

Efeito Fallout merecia 5 estrelas!

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 13 de dezembro de 2018 - 17:17

Caraca! Não consegui ver tudo isso nesse filme. Tudo bem que eu estava com as expectativas altas demais também. Mas O Protetor 2 poderia ganhar aí umas 4 estrelas, 3.5 no mínimo (pelo menos eu achei isso).

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 18:22

Eu disse bem mais no meu texto, maaaaas…. o filme cumpre as suas propostas de maneira extraordinária, consegue ser uma das grandes amostras de heroísmo em filme do sub-gênero de espionagem, sobre o personagem que tem uma missão a ser cumprida, mas, no final das contas, a missão sempre é transformada em algo muito mais pessoal do que impessoal, tornada impossível porque o protagonista é um herói e heróis são impossíveis para o mundo, que pede por meros soldados. As cenas de ação imprimem uma desordem coordenada, como se os personagens estivessem se adaptando ao que acontecia e não os culpados pelo que acontecia – a cena do banheiro -, justamente o que o roteiro também cria, com uma narrativa o tempo todo sendo remodelada, mas sem perder uma noção de efemeridade e de objetivo único. Um filme muito organizado nesse sentido. A cena do Ethan Hunt caindo do helicóptero é bem isso, porque o herói tem que salvar o outro personagem e todo o esquema antes comentado, uma missão, com planos e afins, é reorganizado frente ao inesperado. O herói tem que estar preparado para o inesperado. Acho que envolvimento e empolgação são palavras que não apenas surgem, mas fazem sentido dentro desse escopo de um filme de ação que não tem vergonha de ser filme de ação, mas faz tudo de uma maneira tão espirituosa e realmente bem feita que é difícil, para mim, uma inércia. As reviravoltas são gostosas de mais. Tom Cruise é um dos grandes astros de ação do cinema e não existe provação maior que essa. Procure mais textos sobre o porquê do filme ter sido tão bem recebido, acho que vale as lidas. Tem umas escritas muito interessantes em sites menores por aí.

Eu não assisti a Protetor 2. Acho o primeiro interessante.

Responder
William O. Costa 13 de dezembro de 2018 - 22:08

Gostei bastante do que disse. Vou inclusive ler a crítica inteira do Efeito Fallout depois disso (só havia lido alguns trechos). Devo dizer que até pouco à frente da metade, eu estava achando esse filme uma baita de uma obra-prima, por cenas como a do banheiro, a cena que o Ethan e o August saltam do avião e por todo o filme em geral, embora eu estivesse ficando irritado com o filme enganando. Como exemplo, quando o filme deu a entender que a bomba havia explodido, eu realmente fiquei super entusiasmado, não porque eu queria que acontecesse, eu inclusive gostei bastante da revelação de que era uma farsa, mas porque era algo diferente e que eu não esperava nenhum um pouco, mas aí acabou voltando ao comum. Embora eu tenha gostado, na hora, da genialidade do Hunt em armar isso, depois me incomodou o fato de o roteiro ter jogado uma coisa diferente, então desfeito ela. Mas, como dizia, até o fim do segundo ato eu estava achando o filme incrível, mas daí em diante, aconteceram muitas coisas que são exatamente o que Missão Impossível sempre foi, acho que só duas das reviravoltas do filme chegaram a me surpreender, na maioria das outras cenas, parecia que eu sabia o que ia acontecer antes de acontecer, e quando acontecia, já não havia graça. Sem falar de quando nós vemos ele matando policiais pra manter o disfarce, eu e toda minha família já sabíamos que ele estava imaginando ou sonhando uns dois minutos antes de ser mostrado. Eu odiaria que colocassem ele matando policiais, mas mostrar como se algo tão inesperado fosse acontecer e então dizer “é só um sonho!” eu achei sacanagem. Ainda assim, como disse, mesmo com isso, eu ainda estava achando o filme um espetáculo de bom, mas quando veio o terceiro ato, a impressão que eu tive, foi que de repente virou um filme de ação genérico. Repito que foi a impressão que EU tive, e posso estar errado. Mas tudo pareceu não só previsível, mas exatamente como em todos os outros Missão: Impossível, até que terminasse. Sem falar em toda aquela cena em que o Ethan persegue o August, que eu gostei bastante, mas aí o August simplesmente vai embora, e a sensação que ficou foi que vi quase dez minutos de cena que não teve influência nenhuma, embora tenha sido boa.

Acaba que meus Missão: Impossível favoritos são o primeiro e o Nação Secreta, embora eu não me lembre de quase nada dos outros por que faz tempo demais que eu assisti, e já estou me preparando pra rever todos e então rever o Efeito Fallout. Pode ser que minha segunda impressão seja diferente que a primeira, principalmente porque depois de tudo que li sobre Efeito Fallout, minhas expectativas estavam nas alturas. O que eu mais estava esperando era que o filme fosse diferente dos outros, que fosse além da fórmula Missão: Impossível, ideia que eu adquiri com críticas e trailers com, por exemplo, a frase “algumas missão não são uma escolha”, indicando grandes mudanças, mas no fim o filme segue a fórmula dos outros totalmente, mesmo que a use, em vários momentos, da melhor forma possível. De qualquer forma, eu gostei bastante do filme, só não achei graaande coisa, opinião que talvez mude quando eu rever sem tanta expectativa.

Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 18:09

Sim, senhor.

Responder
Joly81 13 de dezembro de 2018 - 17:11

Cara, tenho a mesma impressão sobre Efeito Fallout, acho um filme bem meia boca. Meu preferido da franquia ainda é o terceiro.

Responder
Sérgio Henrique Sper 20 de dezembro de 2018 - 19:17

Meus favoritos são o 1° e o 4°, acho Protocolo Fantasma muito foda!!

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 17:25

Muito obrigado pelo feedback, mas ao mesmo tempo estou indignado com esse comentário acerca de Efeito Fallout. O filme é maravilhoso!! Sobre os outros textos, são de autores diferentes e é isso, pluralidade de opiniões mesmo.

Responder
William O. Costa 13 de dezembro de 2018 - 18:19

Entendi.
Pois é, pluralidade de opiniões nisso também, haha!

Responder
Alex Sandro Franco 13 de dezembro de 2018 - 16:30

Aqui tem um monte de pseudo críticos. Gente chata demais. Eu me divirto lendo os comentários. A nata da crítica está aqui.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 16:09

Exatamente, @danielsilvapereira:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 15:59

Valeu, @disqus_FEFcEh7CRh:disqus. Eu também não achei a trilha sonora desse filme grande coisa não, como você apontou, mas tem uns usos um pouco cafona dela que é interessante. Volte sempre aqui no site para interagir conosco.

Responder
Dan Oliver 13 de dezembro de 2018 - 15:49

Se ele não o fizer, certamente afundará. Espero que a crítica com spoiler não quebre a onda e faça água! Se for o @planocritico:disqus Ritter, podemos aguardar um turbilhão de emoções!!!!

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 16:38

Um naufrágio em forma de texto ou um tesouro escondido no fundo dos mares das críticas cinematográficas? Com essas brincadeirinhas extremamente toscas, mas divertidas, agora eu entendo o roteiro genial de Batman & Robin.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 16:51

A crítica do @disqus_HrYi9xZvdi:disqus será liquidada como águas passadas depois que o tsunami da crítica com spoilers for lançada como o levitá da lenda!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 17:28

Poseidon que me proteja…

Responder
Dan Oliver 13 de dezembro de 2018 - 17:55

Rsrsrs mestre, ainda não cheguei nesse grau de iluminação para achar batman e Robin genial… Precisarei de mais algumas reencarnações rsrsrs

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 18:23

Fica frio aí, uma genialidade para poucos apenas, que alcançaram a nirvana e podem partir dessa vida de maneira plena. HASUDHASUDHASUDHASDUHASDUAS

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 15:38

Ele parece que não está considerando as verdadeiras preciosidades desse sub-gênero.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 15:36

Acho que só justifiquei mesmo o uso do barco. De resto, o roteiro não entende mais nada e parte para o improviso em cima do improviso, embora tudo fosse inicialmente um plano. Sobre as explosões repetidas, tem cara de ser sido intencional, mas não sei se isso é uma boa coisa, a confirmar o espírito de piada do filme, ou apenas mais uma piada mal feita mesmo. Meus sentimentos são mistos…

A CENA DO BAR É MARAVILHOSA! ACHO QUE FOI A ÚNICA PIADA QUE EU REALMENTE RI. JASON MOMOA TODO SÉRIO NAS DUAS PRIMEIRAS FOTOS E DEPOIS VIRA UMA ZONA. INCRÍVEL!

Responder
Martha 13 de dezembro de 2018 - 13:54

ótima crítica. O filme é fenomenal visualmente de fato, a trilha sonora achei melhor nos trailers do que no filme, algo que me decepcionou. Se tem algo que está fazendo nos filmes da DC é Hans Zimmer.

Responder
JCésar 13 de dezembro de 2018 - 11:35

Gostei do filme. Envolvente, visualmente fenomenal e se têm algo que mancha um pouco o filme é a trilha sonora vazia. Eu daria 4 estrelas. Para mim o 2º melhor filme da DC atrás apenas de Cavaleiro das Trevas.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:32

E Batman Begins? E Superman – O Filme? E Batman & Robin?

Responder
Nero 13 de dezembro de 2018 - 14:25

E o filme da Supergirl?

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 15:39

Alguém ainda discute o valor desse filme? Ninguém considera num ranking porque o primeiro lugar já é seu, ficaria sem graça.

Responder
Gabriel Martins 13 de dezembro de 2018 - 23:32

E a obra prima Mulher-Gato?

Responder
JCésar 14 de dezembro de 2018 - 12:18

Não saudosista para achar que os filmes antigos do Batman e do Superman são grandes obras, talvez o 1º Superman serve como uma novidade regular, já Batman Begins fica atrás do Batman rises, Mulher Maraviha, Constantine.

Responder
Arthur Santos 13 de dezembro de 2018 - 15:04

e o Lanterna Verde?

Responder
JCésar 14 de dezembro de 2018 - 12:15

kklklkl

Responder
Huckleberry Hound 13 de março de 2019 - 21:24

Eu achei menos ruim que a do Danny Elfman até que combinou com o filme!

Responder
Bruno Cavalcanti 13 de dezembro de 2018 - 10:39

2,5 estrelas está bem pago pelo visual, cenas de ação e pelo Kal Dhrogo que é um cara gente boa. Achei que o Gabriel foi até generoso em dar 3 estrelas pra essa mistura de Indiana Jones, Procurando Nemo e piratas do caribe.

O roteiro e a direção pra mim estão no nível de Iron Man 3 e Lanterna verde. Meu Deus.. que filme ruim!!! completamente sem inspiração..

Vou ter que reler injustice pra apagar o restinho desse filme do aquaman da minha mente.

PS: Sim pessoal, a Mera rouba um barco pra ela e o Kal Dhrogo cruzarem o oceano. Sim.. eu to falando sério.
PS2: Todas as vezes que tiver uma dupla conversando no filme, uma das pessoas será interrompida por uma explosão causada por inimigos chegando. (Sim, todas as vezes. São pelo menos 4 vezes usando o MESMO recurso).
PS3: Músicas nada a ver com o flime e totalmente fora de ritmo com as cenas..

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:48

O nível de alarde positivo sobre esse filme me faz ter vontade de diminuir a nota mesmo. Não é possível. Mas Homem de Ferro 3 é muito bom, acho que o @planocritico também concorda comigo nisso.

Sobre a cena do barco, sem querer dar uma de advogado do diabo, acho que a questão é que o Fosso não poderia ser adentrado nadando até lá, de uma maneira mais ordinária, porque os personagens acabariam sendo devorados. Arthur e Mera tinham que chamar os bichos até lá em cima e depois mergulhar fundo mesmo.

Responder
Bruno Cavalcanti 13 de dezembro de 2018 - 15:01

Será Gabriel? Eles pareceram surpresos quando os animais do fosso começaram a pular no barco. E a solução temporária que encontraram foi a luz dos flares. Só depois decidiram pular e “ir na tora mesmo”, nadando. Não pareceu bem um plano pra mim.

Mas enfim, posso realmente ter sido contaminado com a experiência geral do filme, que pra mim foi péssima. Aí a gente acaba gostando menos de coisas que talvez não tenham sido tão ruins assim.

Pra mim a melhor cena do filme é no bar, lá no início. hahaha
De resto, até as demais piadinhas foram sofríveis..

abs!

Responder
Operação Comeocu do Shaft 31 de dezembro de 2019 - 00:46

“Homem de ferro 3 é muito bom”, e eu pensando que você era um dos caras mais exigentes daqui

Responder
Gabriel Carvalho 3 de janeiro de 2020 - 03:39

E por que EU não posso ter uma opinião como essa? Eu não sou exigente coisíssima nenhuma, até porque exigência parte de expectativas e coisas que se exige ter em um filme – e não acredito isso. O que eu tenho é a experiência em si e minha opinião parte dela e como argumento-a de maneira crítica, construindo um pensamento sobre a obra. No caso de “Homem de Ferro 3”, eu enxergo uma boa obra, por razões X, Y e Z.

Elas estão explicitadas nessa crítica aqui: https://www.planoaberto.com.br/homem-de-ferro-3/

Espero que leia, seja generoso comigo e não pré-conceituoso e me acompanhe nas redes sociais – eu tenho uma página pessoal chamada Crepúsculo dos Críticos. Creio que algumas visões minhas possam ser proveitosas para você e possamos criar mais debates sobre as obras que assistimos em comum.

Responder
edunyron10 23 de dezembro de 2018 - 21:23

mas, cara, o Aquaman não tava ferido? como que ela ia recuperar ele nadando embaixo da água?

Responder
juliano 13 de dezembro de 2018 - 09:30

Filmes de super heróis só servem para passar o tempo mesmo, pessoalmente oque passou disso foi a trilogia Batman,que gostei muito,talvez o problema seja porque tendem a agradar todos os públicos,de crianças a a adultos,aí fica um filme com altos e baixos,sem contar que praticamente seguem todos o mesmo roteiro.

Responder
Bruno Quinta 13 de dezembro de 2018 - 08:58

Não consegui terminar de ler a crítica, uma vez que, para infortúnio meu, apesar de gostar as vezes, não consigo ler um texto, que não entendo por que motivo, possui tantas vírgulas, apesar de as vezes ser necessário, em locais desnecessários apenas para inflar com excesso de ideias, ou comentários, uma opinião que deveria, ao menos para mim, ser simples.

Responder
maumau 13 de dezembro de 2018 - 10:28

Muita vírgula msm

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:26

Não fica maumau comigo. 🙁

Responder
Bill46260 4 de janeiro de 2019 - 09:35

disqus_7KUbT7wDR0 briefly

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:26

Dai-me uma chance, @Bruno Quinta, as vírgulas e eu possuímos um relacionamento muito próximo, não consigo dar adeus a elas. 🙁

Responder
Anônimo 13 de dezembro de 2018 - 03:08
Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:28

Mas a questão é que esse filme nem tem um contexto comum de super-herói. É uma obra de ação como várias outras. Essas exposições, esses diálogos de NPC, são equivocadas basicamente para qualquer tipo de filme, não vem de uma saturação do sub-gênero de super-herói.

Responder
Anônimo 13 de dezembro de 2018 - 15:21
Responder
Alessandro 13 de dezembro de 2018 - 02:00

gente, vejam o filme (se assim o quiserem) e tirem suas próprias conclusões. o filme é de um super heroi de quadrinhos, não esperem uma obra de arte ou shakespeare nele.
É diversão e dentro desse quesito, ele responde muito bem ao que se propõe.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 15:53

Porque não esperar uma obra de arte ou pelo menos algo diferente? Para mim, o problema é justamente aceitar qualquer coisa só porque é colorido e tem o super-herói favorito.

Temos Cavaleiro das Trevas para mostrar a possibilidade de uma obra que transcende o gênero e temos Legion, na TV, para mostrar que série de super-herói não é só gente uniformizada pulando de prédios.

Não estou dizendo que um filme como Aquaman não pode ser só diversão. Pode. Meu ponto é que estamos deixando de ser exigentes para além do básico, escondendo-nos debaixo do manto “ah, mas é só diversão”.

Abs,
Ritter.

Responder
Douglas Adams 13 de dezembro de 2018 - 18:21

Mas daí tem filme de SH , que é só diversão, o basicão do gênero, ,com umas piadas soltas e fora de tom ( também chamado de “fórmula marvel” por alguns) , no site com nota 4, 4,5. Tá faltando coerência. Se for pra exigir mais, um filme como guerra Civil, que me diverti bastante, não merece mais que 2 devido aquele vilão ridículo e seu “plano loteria “. Aliás, ninguém critica aquele roteiro cheio de babaquice. O que eleva o filme é só a parte de ação, se der uma descontada na “falta de violência dos golpes” que só aparece na sequência final.

Marvel- filme divertido, ri de si mesmo, boas cenas de ação; NOTA 4,5

DC- diverte bastante, visual deslumbrante, boas cenas de ação, mas faltou ser uma obra prima, tem que reinventar o gênero . Nota 2,5

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 19:54

Que tal olhar cada crítica de maneira estanque, notando se o raciocínio exposto nela, por mais que você discorde, está bem posto? Uma crítica deve ser interpretada assim e não com ataques que tentam minar a idoneidade do crítico ou do site em que ele escreve e que parecem subscrever a cansada, batida e, convenhamos, ridícula teoria da conspiração de que os críticos do mundo se uniram do lado da Marvel contra a DC.

Da mesma forma, não ache que críticos, ao darem uma nota para determinado filme, consultam todas as críticas que eles escreveram na vida para “ranquear” tudo comparativamente. Pois é isso que você também parece esperar pelo seu comentário.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 20:37

E olha que eu nem concordo com as críticas do nosso site sobre a DC. Para mim, TODAS as notas dadas ao DCEU seriam menores. (polêmico, mas honesto)

Meu caro @disqus_kkBcUnsYkJ:disqus, acredito que se você se propor a ler os textos que escrevemos verá uma análise mais profunda da obra do que esses meros apontamentos simplistas, como uma lista de prós e contras, sabe? Porque os críticos interpretam a obra, mas isso vai além de um cálculo matemático, porque a gente está pensando arte.

Sérgio Henrique Sper 20 de dezembro de 2018 - 19:25

Eu perdi essa treta…kkkkkkkkk
Luiz Santiago desde que botou a foto dele mais jovenzinho anda impossível, alguém o derrube das tamancas…pfvr!! 😂

Luiz Santiago 20 de dezembro de 2018 - 19:48

EU SOU UM GADO DE TAMANCAS!!!!

AHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHHAHAHHA

Gabriel Carvalho 20 de dezembro de 2018 - 21:55

Temos que ordenhar urgentemente essa vaca.

Luiz Santiago 20 de dezembro de 2018 - 22:03

( ͡° ͜ʖ ͡°)

Sérgio Henrique Sper 21 de dezembro de 2018 - 11:45
Luiz Santiago 21 de dezembro de 2018 - 12:01

HAHAHHAHAHAHAHHAHAHHAAH SOCORRO EU TO URRANDO!!!!!!

Luiz Santiago 20 de dezembro de 2018 - 19:47

E olha que eu nem concordo com as críticas do nosso site sobre a DC. Para mim, TODAS as notas dadas ao DCEU seriam menores. (polêmico, mas honesto)

@disqus_HrYi9xZvdi:disqus você é um merdinha bostolento. Só isso que eu tenho pra falar.

Beijos

Gabriel Carvalho 20 de dezembro de 2018 - 21:55

HA-HA-HA. Algumas pessoas só querem ver o circo pegar fogo.

Sérgio Henrique Sper 21 de dezembro de 2018 - 09:55

Entendi a referência! By Captain 🙈

Douglas Adams 13 de dezembro de 2018 - 21:01

E que tal, só dessa vez, olhar as críticas dos filmes desse gênero de um plano geral, notando se o critico ou site estão sendo coerentes em sua forma de criticar , elogiar, desconsiderar certos erros ou exigir complexidade de um e não de outro? O raciocínio exposto hoje nunca estará certo se for incoerente com o apresentado ontem, por mais rebuscado e cheio de vírgulas que esteja, simples.

Tenho certeza que nao existe nenhum complô mundial contra a DC, e da inteira doneidade dos editores do site . Deve haver uma explicação razoável pra tamanho disparate nas notas com avaliação no texto praticamente igual.

Da mesma forma, se é pra pedir em todo comentário que se desconsidere o “sistema de notas e estrelas “DO PRÓPRIO SITE, acho que seria mais fácil acabar com ele.

Abçs.

Luiz Santiago 15 de dezembro de 2018 - 23:59

Por Unanimidade Relevante Sem Atropelos Lúdicos, o Conselho Geral do Plano Crítico resolveu encaminhar o pedido de encerramento de atividades do site Plano Crítico para a ouvidoria do próprio Plano Crítico. O protocolo já está nas mãos de D. Rita e passará por rigorosas análises de interpretação do que os outros falam, especialmente quando coisas muito simples levam a pedidos tão magnânimos de extermínio.

O código do protocolo é: #AÍJÁÉUMPROBLEMACOGNITIVOTEU2018

https://uploads.disquscdn.com/images/ba897542c64ee58c3b08052d953aefc5b474ef5d397d0d7c39ee60ddbcb73685.jpg

Douglas Adams 16 de dezembro de 2018 - 09:19

Não era pra acabar com o site, meu caro animal de chifres , mas sim, como qualquer um com o mínimo de inteligência perceberia, com o sistema de estrelas ,que em toda critica que nao corresponde ao exposto no texto, o editor Ritter pede pra desconsiderar.

Nada contra o site que em si é muito bom, apontei um erro ( na minha opinião) e aparentemente , sentiram o golpe e desceram o nível. Ritter fugiu pela tangente e vc quis bancar o esperto, ambos com resultados pífios.

Única resposta decente e respeitosa, abordando a reclamacao e com justificativa , foi do próprio autor da critica e embora não concorde, respeito totalmente.

Sendo assim, sua forma irônica, sarcástica e levemente retardada de responder, é totalmente dispensável.

Abçs, tenha um bom domingo.

Luiz Santiago 16 de dezembro de 2018 - 10:08

O protocolo desse chorume recebeu novos inputs de uma alma cheia de pitangas molhadas, pseudo-superação, pseudo-kamaradaxemmm, pseudo-dica, pseudo-reclamação, pseudo-superioridade, pseudo-pseudo. Favor considerar os itens para o novo protocolo, adotando, de sarro, o mesmo tom passivo-agressivo do reclamante, porque ninguém é de ferro, não é, meu xuxu:

1 – “qualquer um com o mínimo de inteligência”
2 – “aparentemente , sentiram o golpe”
3 – “desceram o nível”
4 – “fugiu pela tangente”
5 – “quis bancar o esperto”
6 – “resultados pífios”
7 – “Única resposta decente e respeitosa”
8 – “sua forma irônica, sarcástica”
9 – “e levemente retardada de responder”
10 – “é totalmente dispensável”

Favor protocolar ao reclamante que ele não vai chegar nos lugares, falar o que bem entende e achar que as pessoas vão ficar em posição fetal, chorando amargamente no chão, quietinhas, sem nada dizer e, se um dia quiserem responder, que seja como o reclamante almeja em seu íntimo: com melosidades cheias de quenturas e dedos, somadas a apresentação da Orquestra Filarmônica de Berlim, champanhe e queijos finos. Falas terão as respostas que merecem e o mundo inteiro não vive para embalar cavalos-velhos em berço esplêndido. As coisas não funcionaram, não funcionam e jamais funcionarão assim. Para mimos pessoais e tratamento VIP e/ou lambedor a qualquer custo, favor acessar o site: http://www.spadocritico.usa

Jurema, a desejosa de bons domingos, Natal, Ano e Paz na Terra entre os homens de boa vontade! ❤️

https://uploads.disquscdn.com/images/ad225ef167142704810c024c0cc5b3f0875afdaa4c5f25852daa648d823b4bbc.png

Douglas Adams 16 de dezembro de 2018 - 14:23

Kkkkkkkkkkkkkkkkkk.

– Galvão…

PS ; site de critica que não aceita um mero ” não achei coerente com etc. e etc. ” sem “subir nas tamancas” é ridículo, mas muito engraçado e original. Me diverti horrores.

Continuem.

Luiz Santiago 16 de dezembro de 2018 - 14:35

O procolo deste atendimento acaba de receber novas adições:

1 – “Kkkkkkkkkkkkkkkkkk.”
2 – “- Galvão…”
3 – “PS ; site de critica”
4 – “que não aceita um mero ” não achei coerente com etc
5 – “sem “subir nas tamancas” é ridículo”
6 – “mas muito engraçado e original”
7 – “Me diverti horrores.”
8 – “Continuem.”

Favor encaminhar o mimeógrafo e o papel carbono para D. Rita explicar ao reclamante que se o Plano Crítico não aceitasse quaisquer que sejam as “meras” coisas, os comentários com as “meras” coisas sequer seriam aprovados. Mas não é isso que a realidade mostra, não é mesmo, Gafanhotos? Lição de hoje, lindinhos e lindinhas: a realidade é a prova irrefutável contra o delírio da carta batida e nula com o seguinte pranto e ranger de dentes:

__ “Buáááááá, nunca aceitam o que eu falo, sou um pobre rapaz latino-americano sofredor que não pode falar mais nada, ninguém aceita minhas opiniões buáááááá, ninguém pode discordar mais… buááááááá, não me responderam do jeito que eu queria, então vou dizer que estão subindo nas tamancas… buáááááá, não estão me servindo caviar e nem estendendo tapete vermelho, vou dizer que ninguém pode discordar… buááááááaá”

SNIF SNIF SNIF

Esse protocolo também está acompanhado de uma cesta de Natal e compras de batatinhas para rechear no almoço da próxima semana, além de bacalhau da Noruega e um mix com bandinha folk da Ucrânia com o single “Então é Natal” da Simone. Ah, e tem sorvete de baunilha também, porque a gente não é bárbaro nem nada!

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Douglas Adams 16 de dezembro de 2018 - 15:35

1- Já que vamos falar de realidade o levemente retardado ficou muito aquém da mesma, alguém pede pra dona Rita editar. Obrigado.

2- Como eu disse no comentário, o autor da critica ofereceu uma explicação, que embora eu não concorde, aceito e respeito. Essa parte vc ignorou, não teve capacidade pra compreender ou não leu direito enquanto buscava memes antigos.

3- Aceitar os comentários é o mínimo que espero de um espaço de opinião, desde que os mesmos não ultrapassem o limite do razoável. Aceitar a opinião, critica, elogio vai muito além de aprovar comentário, e não depende de forma alguma de concordar .Nao é um conceito complicado de entender, vc consegue.

Luiz Santiago 16 de dezembro de 2018 - 15:49

O procolo deste atendimento acaba de receber novas adições:

1 – “vamos falar de realidade”
2 – “levemente retardado”
3 – “alguém pede pra dona Rita editar. Obrigado.”
4 – “o autor da critica ofereceu uma explicação”
5 – “Essa parte vc ignorou”
6 – “não teve capacidade pra compreender”
7 – “ou não leu direito enquanto buscava memes antigos.”
8 – Aceitar os comentários é o mínimo”
9 – “que espero de um espaço de opinião”
10 – “Aceitar a opinião, critica, elogio vai muito além”
11 – “de aprovar comentário”
12 – “e não depende de forma alguma de concordar”
13 – “Nao é um conceito complicado de entender”
14 – “vc consegue.”

Dona Rita receberá o fax com a nova narrativa do reclamante, que acabo de definir como A Circunstância Atenuante da Narrativa Inventada Para Fazer Com Que Se Pareça Minimamente Bem Numa História em Que Se é um Little Dalek.

O procolo, Dona Rita e o a Universidade Facebook da Internet, com expansão Universal, também estão cedendo dois diplomas para o reclamante, agora que ele também se mostrou lindissimamente versado em não-versar sobre opinião, comentário, tags dadas aos outros, entrelinhas de liberdade de expressão, mimos e birras íntimas e jub jub pseudo-superior, como todos podem ver nos referidos pontos 1 a 14.

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Douglas Adams 16 de dezembro de 2018 - 17:08

Eu estava trabalhando esse fim de semana pra folgar no fim de ano, então valeu por divertir meu dia, fazia tempo não encontrava alguém tão hilário nos comentários. Sua capacidade de dizer tolices enquanto leva uma surra d3 argumentos é impressionante, devia considerar um canal no YouTube ou shows de stand up.

Me diverti horrores , Obrigado. Tenha uma ótima semana.

Daniel Silva Pereira 13 de dezembro de 2018 - 15:56

Filmes baseados em quadrinhos também sofrem preconceitos pelo visto kkkkkkkkkkk

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 01:48

Eu acho que, caso você um dia veja, é melhor ver no cinema do que na telinha, mas não sei… Talvez você nunca veja mesmo. Será que vale a pena ir ao cinema apenas pelas imagens e diversão boboca? Pode ser, mas isso não torna, para mim, Aquaman um grande filme.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 01:45

Pelo que eu vi dos grandes fãs da DC, o filme empolgou mesmo, mas acho que é meio histérico demais. Eu me diverti bastante, fui na pré-estreia e não na cabine, ou seja, estive na liberdade de espernear durante a sessão, mas analisando friamente não é um grande feito não… ao meu ver, pelo menos, segundo os meus critérios e a minha interpretação da obra. Acho que a gente não pode nivelar por baixo, porque a DC possui alguns dos melhores filmes de super-herói: Superman – O Filme, Batman Begins e Cavaleiro das Trevas…

Responder
Big Boss 64 12 de dezembro de 2018 - 23:17

Não vi e não verei. Obrigado (é sério) pela desrecomendação.

Responder
Lucas Casagrande 12 de dezembro de 2018 - 21:20

Não vi o filme ainda mas achei a critica bem sóbria e me pareceu ser bem sincera, gostei de ler sua opinião

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 01:46

Valeu, meu querido. Super sincera, fora o helicóptero que eu ganhei de presente…

Responder
Gustavo Perdigão 12 de dezembro de 2018 - 20:05

Não vou mentir: essa crítica, assim como outras que vi por aí que chegaram a conclusões semelhantes, murchou um pouco o imenso hype que eu nutria pelo filme (o que pode ser positivo a longo prazo, menor chance de decepção). Porém, minha expectativa para o filme continua alta, e uma frase da crítica explica o porquê:

“Uma ótima obra dentro dos conformes da ação, uma interessante obra dentro dos conformes da fantasia, porém, uma mediana execução para uma obra cinematográfica”

Entendo perfeitamente que a obra não possa ser analisada como puro entretenimento sem pretensões, já que se propõe a ser mais do que isso. Mas considerando a situação atual do DCEU (sei que o nome oficial é Mundos da DC, mas isso não dá uma boa sigla, então…), um divertimento aquático descompromissado talvez baste a seus fãs, dentre os quais me incluo.

A recepção geral do filme tem sido, se não extraordinária, majoritariamente positiva, então talvez uma obra que troca a ambição narrativa pelo espetáculo sensorial seja o que a DC precisa para levar seu universo adiante.

Enfim, já falei demais sobre um filme ao qual nem sequer assisti. Até semana que vem devo ser capaz de dar uma opinião de verdade.

Responder
The Question 13 de dezembro de 2018 - 10:51

O melhor a se fazer é ir ver o filme, se basear em crítica pra ver não rola ( pelo menos pra mim)
Se pantera negra está concorrendo a um oscar, não sei o que esse filme merece

Responder
Alessandro 12 de dezembro de 2018 - 19:40

Eu não vi o filme, mas me parece que a ideia é que ele tivesse uma “pegada” de fantasia nostálgica do clássico “Fúria de Titãs”- o original, com assinatura de Ray Harryhausen, um dos meus clássicos favoritos da infância. Lembre-se que “Aquaman” é um filme de aventura, e, por isso não pode e não deve ter algum compromisso com a realidade. Esqueça a tal dona “verossimilhança” tão venerada pelos críticos xiitas e divirta-se imaginando-se dentro de uma realidade fantástica muito diferente da nossa. Se “Aquaman” me fizer sentir assim, com certeza vai valer muito a pena.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 19:48

Não confunda verossimilhança com realismo. Verosimilhança TODO filme precisa ter, pois é a lógica interna dele, a “harmonia entre fatos, ideias”. Pode ser um filme sobre um cara forte pacas que é herdeiro de Atlântida da mesma forma que pode ser um filme que se passa em dimensão paralela em que todos as pessoas são amebas ou pode ser um prosaico romance vitoriano de 4 horas de duração.

E nenhum crítico pede realismo. Só verossimilhança mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro 13 de dezembro de 2018 - 10:17

Ritter,eu discordo de sua opinião. Nem todo o filme tem verossimelhança e isso pode acontecer fora do terreno da fantasia. Já assisti a muitos filmes de vários gêneros, incluindo dramas, que em um determinado momento acontece um evento absurdo que muda toda a trama.
Isso ocorre muito no gênero suspense, principalmente em uma reviravolta inesperada e sem uma explicação lógica. E nem sempre esses filmes são ruins. Muito pelo contrário : alguns podem ser muito divertidos.
Eu me expressei mal quando falei da verossimelhança. Mas, de qualquer forma, acho que exigir um encadeamento de fatos verossímeis em uma produção como “Aquaman” é um exagero. O realismo nesse tipo de filme tem que estar na criação do “building world” e issso parece que “Aquaman” faz muito bem. Abraço.

Responder
Daniel Silva Pereira 13 de dezembro de 2018 - 15:54

Na verdade num suspense a ta “revelação/reviravolta” ela é construida ao longo de toda história pra q embora choque, faça sentido… Pegue o exemplo de o sexto sentido, tudo estava lá mas só percebemos na segunda vez.

Abs.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2018 - 16:08

Reviravoltas completamente inesperadas e retiradas da cartola podem até ser “legais”, mas são tecnicamente ruins. Tudo tem que vir da lógica interna do filme. Se vier do nada, eu considero erro/problema de narrativa. Imagine se a reviravolta de Psicose fosse que o assassino era um cara qualquer que resolveu matar a mulher no chuveiro? É uma reviravolta. É surpreendente. Mas é completamente inverossímil.

As únicas exceções sobre a exigência de verossimilhança são em filmes surrealistas ou em obras experimentais. De resto, ela sempre tem que estar presente. O que não quer dizer que está, mas, quando não está, o filme invariavelmente tem um problema.

Abs,
Ritter.

Responder
MATHEUS 12 de dezembro de 2018 - 21:39

xiitas AUSHUAHSUAHS

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 19:33

Não, não. O @disqus_HrYi9xZvdi:disqus disse que Mulher-Maravilha não merece 5 estrelas!

Ou, pelo menos, foi isso que entendi…

– Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 01:26

Tá certo, Ritter.

Responder
Karina Carvalho 12 de dezembro de 2018 - 19:24

Passei aqui pra analisar se invisto ou não em um ingresso de cinema pra assistir Aquaman, já que parece ser a única opção de filme família / IMAX deste dezembro. No fim acabei lendo os comentários e me matando de rir, vocês são demais!

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 18:28

Esse ano estreia O Retorno de Mary Poppins ainda… Não conferi ao filme ainda, mas é uma obra família que parece ser interessante. Bumblebee também é outra opção desse mês, que também não conferi, mas talvez seja de interesse e qualidade mesmo, apesar do histórico da franquia – o filme vem sendo bem recebido, porém.

Responder
Karina Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 22:23

Pois é, o histórico da franquia Transformers estava pesando bastante pra mim, mas realmente estou percebendo que a recepção do filme está bem boa. Não lembrava de Mary Poppins, obrigada pelas dicas!

Responder
Gabriel Carvalho 14 de dezembro de 2018 - 23:43

De nada! Quando temos que escolher o que assistir, precisamos ser criteriosos. Mas Aquaman é uma experiência interessante também. Não acho de todo ruim.

Responder
joshua_mcclain 5 de janeiro de 2019 - 11:14

disqus_wz2OxknRDl I do not agree

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 19:15

AHUAHUAHAUHAUHAUAHUAHUAHUAHA

Bem vindo ao Asilo Arkham, mô fiu!

É nóis que voa, bruxão @b1d1:disqus

Responder
Sérgio Henrique Sper 20 de dezembro de 2018 - 19:42

😂😂😂

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 19:11

Mentira, que essa frase é do Mao Lindo!

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 18:32

Obrigado pelas indicações! São obras que eventualmente devem aparecer por aqui. Aliás, muito bacana essa sua jornada de descobertas, hein! Caramba!

Responder
Parmiteras 12 de dezembro de 2018 - 18:09

Que estranho, a maior preocupação da maioria aqui e saber pq o crítico deu 3 estrelas ao invés de 4, 4.5 ou 5…. Chega a ser engraçado…… Quando sair do cinema eu assisto, gosto é muito subjetivo e vejo nos últimos filmes uma leve tendência a Marvelizacao dos filmes da DC (me refiro ao fato de tentar tornar os personagens engracados, e ter um lado mais teen) o que particularmente não gosto…. Assisti a maioria dos filmes do universo Marvel e ao meu gosto o melhorzinho (repito subjetivo, não tô xingando a mãe de ninguém) e o Guerra Infinita, e apenas por causa do Thanos…… Do lado DC dos últimos, acho Mulher Maravilha o melhor e apesar de ser bem meia boca, repito o que já disse num tópico do Instagram, prefiro BvsS (um filme falho e cheio de inconsistencias) a Thor Ragnarok por exemplo (nem vou entrar em detalhes para não magoar os mais fãboys)…… Mas reforçando gosto e subjetivo….. Só torço para que eles nunca, reforço nunca façam um filme do LOBO, pq apesar de saber qual vou acabar assistindo, vão matar o personagem…..
Apenas para fechar o assunto, assistam o filme e tirem suas próprias conclusões é bem melhor do que questionar a opinião pessoal de alguém…..

Responder
Sérgio Henrique Sper 12 de dezembro de 2018 - 17:06

3 estrelas, sabia que essa babação de ovo por aí era meio estranha tendo um filme com o “Cigano Igor” americano como protagonista…rsss. 🤭🤷🏻‍♂️

*Já não tava muito a fim de ir ver no cinema.
Agora é que vou esperar estrear nos Telecine/HBO mesmo.

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 19:04

Cara as críticas em outros lugares até que estão boas, tire suas próprias conclusões

Responder
William O. Costa 13 de dezembro de 2018 - 16:19

Cara, esperar estrear no Telecine/HBO? Não seria no Home Video (vulgo Torrent)? Porque esperar os mil anos da HBO (o filme é da Warner, então vai para o HBO primeiro) pra ver um filme de um gênero que a gente gosta bastante, que ganhou uma nota de acima da média do site crítico mais exigente da Internet, aí fica difícil!

Eu não conseguiria esperar mais de dois dias depois de Venom sair no Home Video pra ver. Independente do que disseram dele (e que eu acredito), tenho de ver com meus próprios olhos.

Responder
Sérgio Henrique Sper 20 de dezembro de 2018 - 19:38

Não, filmes que não me empolgam pra ir ver no cinema eu prefiro esperar mesmo.
E mil anos nada, daqui um 6 meses já passa.
Têm muito filme na lista até lá.
Têm muito cinema pra eu ir, muitos na Netflix, muitos que estão estreando na tv paga e que eu não vi ainda.
Se eu ainda for baixar coisas pra assistir por torrent tô lascado…rsss.

Responder
William O. Costa 21 de dezembro de 2018 - 13:00

Saquei! Rsrs! Faz sentido.
Mas 6 meses? Sério que é só isso? Acho que tá mais pra um ano e pouco, não? Talvez eu esteja mais acostumado com o TeleCine, lá pelo menos filmes de cinema demora 1 ano pra estrear mais ou menos, como esse é da HBO, não sei. Mesmo sendo 6 meses, pra mim ainda é bastante tempo pra ver Aquaman, mas isso aí vai de cada um.

Responder
Bruno Linhares 12 de dezembro de 2018 - 17:03

Não culpe os críticos, eles apenas estão recebendo o pão de cada dia que a Marvel paga.

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 17:08

Afinal de contas, são 535 mil dólares por ano na nossa conta. Não tem como ignorar isso, né?

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 17:15

Na SUA conta talvez. Na minha é MUITO MAIS. Nem vi Aquaman, mas minha nota 0,5 estrela foi comprada a peso de ouro! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter, o Vendido.

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 17:19

EXIJO REPARAÇÃO!!!

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 19:00

Compensa mais ser motorista do bolsonaro

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 19:03

Mas pensa só: eu sou motorista do bozo E me vendo pra Marvel! É win win total!!!

DINHEIROOOOO PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!

ahhahahahahahahahahahhahhahahhhahha

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 22:05

Ritter Newman e Santiago Cruise em A cor do dinheiro
Rsrsrs

Léon 13 de dezembro de 2018 - 15:24

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

E é por essas e outras que eu morro de ri com as coisas do @luizsantiago:disqus (e também morro de medo, mas ele não precisa ficar sabendo desta parte…)

Léon 13 de dezembro de 2018 - 15:28

E tem os passes livres para os parques temáticos da Disney…

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 15:07

Um dos filmes de herois mais bem dirigido que já assisti, melhor que pantera negra, só perde para guerra infinita nos filmes de heróis no ano

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:12

Você diz dessa leva dos últimos 10 anos ou desde que o mundo é mundo? Pois tem coisa pacas antes de 2008 para comparar.

Abs,
Ritter.

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 15:21

Dos últimos 10 anos rrss

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:24

Ah, ok. Aí não é algo lá muuuuuito difícil…

Mas veremos se é isso tudo mesmo! HAHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 17:31

A direção de ação até que concordo. Acho que tem uma identidade visual muito própria mesmo, coisa que os Irmãos Russo, para mim, não conseguem ser tão coerentes assim não… São bem aleatórios em alguns casos, enquanto em outros acertam em cheio.

Responder
Bruno Linhares 12 de dezembro de 2018 - 14:33

Assisti a pre-estreia, regado de expectativas pela ingenuidade de acreditar nas primeiras impressões iniciais. E é com grande alegria que leio a primeira opniao sóbria sobre o filme. O filme não chega a ser ruim, mas nao concordo com quem diz se tratar do melhor filme do universo DCU. Eu ainda acho Homem de aço, Mulher Maravilha e BvS superiores.
O espetáculo visual realmente é de ser aplaudido, mas ficou cansativo com o tempo, um terço do filme ( Ou mais ) é protagonizado por bonecos digitais, Jason Momoa apenas está interpretando ele mesmo, a química do par protagonista e de dar bocejos. E os vilões… O que dizer? A essa altura do campeonato não dá mais para aceitar vilões genericos, ja temos dezenas de filmes do MCU e do próprio DCU que dão verdadeiras aulas de como não fazer um antagonista. E mesmo assim continuam pecando nesse ponto. Pelo menos em comparação a outros vilões do universo DC, o visual desses esta fantástico. Mas faltou desenvolvimento dentro de um roteiro simplista demais, que se resume ao basico cliche de aventura do herói parrudo e a heroína impetuosa. Para mim, duas estrelas e meia, mas tres é uma média justa.

Responder
Sérgio Henrique Sper 12 de dezembro de 2018 - 17:10

Vc é muito gado Luiz Santiago! 🤭😂https://uploads.disquscdn.com/images/d1af388f46ec4523c983dc31a5994252213eb60aa4496e69482dc31b7f442771.jpg

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 17:14

@srgiohenriquesper:disqus , onde é que você achou essa foto do Luiz Santiago quando era mais novo?

HAHAHHAAHHAHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 17:18

HUAHAUHAUAHUAAHUAHUHAU

Momentos lindos da infância!

Responder
Lucas Casagrande 12 de dezembro de 2018 - 21:22

Hahaha agora entendi a foto

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 22:07

O Plano Crítico seria capaz de deixar o Capitão América em coma! 😀

Sérgio Henrique Sper 20 de dezembro de 2018 - 21:40

Ritter, nos arquivos secretos da NASA!
Pouca gente sabe, mas na verdade o Luiz Santiago é um híbrido!! 🐂👽😂

Responder
Sérgio Henrique Sper 20 de dezembro de 2018 - 21:40

Ritter, nos arquivos secretos da NASA!
Pouca gente sabe, mas na verdade o Luiz Santiago é um híbrido!! 🐂👽😂

Responder
Luiz Santiago 21 de dezembro de 2018 - 07:35

Um gado de tamancas direto do planeta Cablipdoc (aqui na Terra vocês conhecem como “crítico arrombado bosta lixo prepotente do caralho”).

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 17:15

Não é, menino??? Até que fim um iluminado das críticas e das opiniões próprias me exxxxxxpôxxx e agora A GRANDE VERDADE veio à tona.

Segue a minha foto exclusiva indo ver Aquaman nos cinemas. Morra de inveja da minha roupinha felpuda e dos meus chifres belíssimos.

Luiz, o Rei do Gado (ou seria o Rei-Gado? Ou seria o Gado-Rei?).
https://uploads.disquscdn.com/images/11e688c73e6f2d0c9900e6c197ed27a39437ee0b27bcab904d9fd5cfd1436eb0.jpg

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 18:56

Kingado rsrsrsr

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 19:04

AHUAHUAUAAHUAHUAHUAHUHUAH

EU MESMO!!!!

KINGADO TERCEIRO, O CRÍTICO ARROMBADO BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO

HAUAHAUHAUAHUAHUAHAUAHUAHUAHAUHAUAH

Ed Almeida Jr. 13 de dezembro de 2018 - 15:18

Engraçado falar mal dos vilões do filme e dizer que Mulher-Marvavilha e BvS são superiores. Cansativo? Diz isso pra quem assistiu BvS que nos cinemas nem foi a versão completa do filme e mesmo assim o povo já tava dormindo na metade do filme. Pra mim, Aquaman supera todos esses e é o melhor filme do DCEU até agora.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 14:24

A crítica com spoilers sai na sexta!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 14:19

Outro filme “ok”?

Aff….

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 15:07

Assisti e veja se é ok, não seja um gado

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:10

@b1d1:disqus , você vai falar isso logo de um dos editores do site e que apenas está fazendo uma pergunta retórica?

– Ritter.

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 15:19

O cara julgou o filme como ok, só por ter visto a crítica, só falei para ele ter opinião própria

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:23

Ele perguntou se o filme é só ok. Tem diferença.

E pedir para que um crítico aqui do site (um dos editores-chefe, aliás) ter opinião própria é como ensinar padre a rezar missa, não?

Abs,
Ritter.

Anônimo 12 de dezembro de 2018 - 15:28
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 15:33

Aqui nos comentários mesmo. Ou no planocritico@gmail.com

planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:38

Ou pelas mensagens do Facebook!

Abs,
Ritter.

Anônimo 12 de dezembro de 2018 - 16:14
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 18:58

Também pode escrever e enviar em uma garrafa via atlantis rsrsrs

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 19:04

Eles proibiram que o povo lesse críticas da superfície.

Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 19:05

Daqui a pouco vão fazer uma pira de livros no fundo do mar rsrs

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 19:10

Pelo menos não vão ter problema de incêndio…

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 18:32

Ele não conseguiu perceber a diferença… daí você já tira, né. HAHAHAHHAHAHAHHHHAHHAHAHHAHAHHHAHA

Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 19:02

Kkkkkkkkkk foi mal man

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 18:32

Sabe de nada…

Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 15:28

Eu tô rindo demais aqui SOCORROOOOOOOO!!!

Luiz, o Rei do Gado.

Responder
Luiz Santiago 12 de dezembro de 2018 - 15:26 Responder
Doom 12 de dezembro de 2018 - 15:47

Oloco kkkj

Responder
Rodrigo Patini 12 de dezembro de 2018 - 13:33

Achei que o texto da crítica ficou muito rebuscado, @gabrielcarvalho. No trecho “(…) Aquaman não precisaria, teoricamente, se ancorar em certos valores narrativos desnecessários caso não houvesse essa necessidade” você usou o verbo precisar/necessitar por três vezes e eu simplesmente não consegui extrair nenhum significado dele, não entendi o você quis dizer.
Mas creio que consegui pegar a ideia central da crítica, de que o filme é visualmente muito bonito, em termos de ação é bem empolgante, mas tem pouco conteúdo, a história é simples e os personagens não são aprofundados.
Pareceu-me, enfim, tratar-se de uma obra que direciona a DC mais para a execução de filmes estanques de seus personagens do que para a continuidade narrativa de um universo compartilhado onde os heróis coexistam de verdade. É uma pena ver esse imenso potencial desperdiçado.

Responder
Gabriel Carvalho 12 de dezembro de 2018 - 14:28

Eu achei bem compreensível. Se o filme fosse realmente descompromissado, ele poderia se livrar desses valores narrativos, dessa complexidade que eu achei necessária, porém, porque o filme não se descompromete com essas questões no final das contas, de verdade.

Mas é isso. É uma pena.

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 15:09

80% dos filmes da Marvel é nesse estilo, mais a reclamações é só com a DC

Responder
Léo De Macedo 12 de dezembro de 2018 - 15:27

Super verdade,todos os filmes da Marvel tem o mesmo estilo.

Responder
Bruno Linhares 12 de dezembro de 2018 - 17:08

Nao é por que dois filmes seguem a mesma fórmula que a fazem com a mesma competência.

Responder
Arthur Morgan (the Joker) 12 de dezembro de 2018 - 19:06

Aquaman é mais bem dirigido que muito filme da Marvel por ai

Responder
debbehyaatt 1 de janeiro de 2019 - 15:59

rodrigopatini already

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 18:59

Valeu pela metáfora marítima com o uso do verbo ancorar rsrsr

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 01:26

Obrigado. Me esforcei demais para essas metáforas.

Responder
Dan Oliver 13 de dezembro de 2018 - 10:13

Só você e Netuno conhecem sua jornada abissal aos recônditos metafóricos oceanógraficos…

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:38

E ainda me segurei para não lançar “o mar não está para peixe” ou “isca” ou “fisgar o peixe”, entre outras grandes maravilhas da nossa língua. Espero que @planocritico:disqus continue a minha jornada na sua crítica com spoilers.

Léo De Macedo 12 de dezembro de 2018 - 13:15

Primeira critica que não da 5 estrelas,estão dizendo ser o melhor filme da DC.

Responder
Gabriel Carvalho 12 de dezembro de 2018 - 13:53

Melhor filme da DC é Cavaleiro das Trevas. Melhor filme do DCEU é Mulher-Maravilha, na minha opinião, mas nem 5 estrelas, apenas 4.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:12

O melhor filme da DC é Superman – O Filme. Pronto. Essa é a resposta certa! HAHAHAHAHAAHHAAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 12 de dezembro de 2018 - 15:56

Não discordo, nem concordo. Superman – O Filme é maior que isso. Hors Concors sempre.

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 19:02

Por que cavaleiro das trevas não receberia cinco estrelas? Fiquei curioso porque dentro do gênero acho o filme irretocável, eu não mudaria nada nele

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 14:10

As estrelas não são importantes, mas sim o conteúdo da crítica. De toda forma, estou com dificuldade é de achar críticas 5 estrelas. Já vi várias 4, 4,5 e até menos, mas 5 é uma raridade.

– Ritter.

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 19:04

As estrelas são importantes porque são nas noites mais escuras que elas mais brilham. Lenin

Responder
HenryS 12 de dezembro de 2018 - 14:30

Omelete deu 4 para de chorar…

Responder
Léo De Macedo 12 de dezembro de 2018 - 15:05

as criticas do omelete são uma porcaria,super mal feita e muito contraditória.

Responder
Níquel Náusea 13 de dezembro de 2018 - 00:04

O Omelete é bem ruim

Responder
Rickzinho 12 de dezembro de 2018 - 14:57

Legiao dos Herois deu logo foi 5

Responder
Léo De Macedo 12 de dezembro de 2018 - 15:27

verdade,aquela sim foi uma critica que fez jus ao filme rs.

Responder
Dan Oliver 12 de dezembro de 2018 - 19:03

O mesmo site que esculhambou venon e mudou de idéia depois que o cheque da Sony chegou….

Responder
Rickzinho 12 de dezembro de 2018 - 20:53

eu não confio que esse filme merece 5/5

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 13:39

5/5 é clubismo demais, mas não sei, vai que alguém consiga realmente argumentar sobre a genialidade desse filme, pode ser um pensamento bem embasado, porém, acho difícil.

Marcelo lopes 12 de dezembro de 2018 - 12:08

entao é pior que liga da justiça?

Responder
Gabriel Carvalho 12 de dezembro de 2018 - 13:50

Não. Acho Liga da Justiça pior. A crítica aqui do site não foi feita por mim.

Responder
Victor Santos 12 de dezembro de 2018 - 14:19

Verdade, ainda nao me esqueço do efeito tosco que colocaram no bigode do Henry Cavill, ridiculo!!!

Responder
Gabriel Carvalho 13 de dezembro de 2018 - 01:27

Se esse fosse o único dos problemas….

Responder
Victor Santos 12 de dezembro de 2018 - 14:02

cara só vendo, mais eu to meio cético com essa critica, acho que merecia mais estrelas, já que a maioria gostou do filme e deu cinco estrelas… Mais gosto é gosto fazer o que…

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 14:07

@disqus_kcfRrwJqah:disqus , se você olhar cada crítica no RT, verá que a maioria NÃO deu 5 estrelas. A maioria deu voto POSITIVO, o que não quer dizer 5 estrelas. Há várias notas B ou 3,5 ou 3, ou 2,5 de 4 e assim por diante. Raras são as notas realmente máximas.

– Ritter.

Responder
Victor Santos 12 de dezembro de 2018 - 14:18

Sim,entendo completamente, critica é uma coisa muito relativa, o importante é respeitar a opinião de cada um e ainda preciso ver o filme pra poder ter uma opinião formada rsrs… e gosto muito do site, sempre leio as criticas e os artigos fora do plano que são muito interessantes , continuem assim :)… esperando a critica com spoilers rs

Responder
Léo De Macedo 12 de dezembro de 2018 - 15:29

Os principais sites de critica a mais baixa que vi foi 4 estrelas.

Responder
planocritico 12 de dezembro de 2018 - 15:41

Não é o que o RT diz, basta dar um pulo lá. E veja, eu falo de cada crítico que compõe o RT e não a percentagem final do RT. São críticos de publicações importantes de peso mundial.

E, mesmo que o mundo todo desse 5 estrelas para o filme, se alguém der 3 e justificar as 3 de forma lógica como acho ter sido o caso aqui do Gabriel, acho que pouco importa, não é mesmo?

Abs,
Ritter.

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