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Crítica | Arrow – 6ª Temporada

por Ritter Fan
339 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas das demais temporadas.

Tenho certeza que aqueles que acompanham minhas críticas das temporadas de Arrow estão com os olhos arregalados no momento, incrédulos depois de verem a quantidade de estrelas que acabei dando para a 6ª. Mas é o trabalho do crítico: ele precisa dar sua opinião quando uma série é ruim, mas também precisa reconhecer quando ela melhora. E foi o que aconteceu aqui, em uma surpresa que realmente não esperava mais a essa altura do campeonato. Se Arrow chegou ao fundo do poço com a 4ª temporada e, lutando muito, alcançou apenas a mediocridade na , a série de Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg conseguiu chegar a seu ponto mais alto até agora, ultrapassando até mesmo a razoavelmente boa temporada inaugural, a única que, até agora, podia ser classificada dessa forma.

Como isso foi possível? Acho que a resposta é muito simples e pode ser resumida em uma palavra só: foco. No lugar de perder tempo com aqueles insuportáveis flashbacks que, se faziam sentido no começo, já haviam perdido completamente sua utilidade, o que temos aqui são episódios com boa concatenação, que usam sua duração de maneira homogênea, sem usar bengalas narrativas como essa. Além disso, a temporada toda conta uma história só dividida em dois arcos bem definidos, com bons vilões nos dois, um sendo o “sucessor” natural do outro. Outro aspecto importante é que a dinâmica – e a cisão – do Team Arrow é trabalhada com alguma organicidade, criando conflitos internos relevantes e que não se resolvem magicamente, de um episódio para o outro. E, finalmente, emudecendo e colocando de lado os enlouquecedores momentos de “amorzinho” entre Oliver e Felicity, temos a trama familiar de Oliver como pai, defendendo e aproximando-se de seu filho.

Se os três episódios iniciais são difíceis de aturar – demorei dois meses para passar por eles! – por não conseguirem se achar e por desenvolverem de maneira extremamente atabalhoada as consequências do plano master-vilanesco de Prometheus na temporada anterior, o restante flui com uma certa facilidade, com bem menos fillers do que a média das quatro temporadas anteriores e com bons encaixes narrativos que afastam os clássicos dénouements de sete ou oito minutos que sempre marcaram a série, substituindo-os por roteiros que não deixam o ritmo cair e não encapsulam cada episódio nele mesmo.

Melhor ainda, o clímax explosivo em Lian Yu gera efeitos duradouros na equipe e é usado de forma orgânica ao longo da temporada. O primeiro desses efeitos é a morte de Samantha, a mãe de William, filho de Oliver. Sem ela, o Arqueiro Verde passa a ter o garoto integrado de forma completa em sua vida, e a temporada não simplesmente o descarta quando conveniente, fazendo Oliver até mesmo largar o manto de vigilante para cuidar do jovem, passando-o para o sempre fiel John Diggle. Falando aliás no ex-guarda-costas de Oliver, John sofre efeitos físicos depois das explosões, o que afeta seus nervos e sua habilidade de ser Spartan e até mesmo o Arqueiro Verde, fazendo-o com que, orgulhosamente, ele esconda a condição do grupo e envolva-se com drogas ilegais vendidas pelo traficante mequetrefe Ricardo Díaz (Kirk Acevedo), preparando o caminho futuro que esse vilão trilharia. Finalmente, a ilha também aproxima a Laurel do Mal de seu pai Quentin, depois que ele a salva e mantém isso também guardado a sete chaves. Cada um desses pontos ganha desenvolvimento digno ao longo de grande parte ou toda a temporada, minimizando algo que era comum anteriormente, ou seja, as resoluções-relâmpago que introduziam um problema e o resolvia no intervalo de minutos (ou de um ou dois episódios) sem que houvesse tempo de maturação.

Não se enganem, porém. Arrow continua com seus maneirismos, mas eles estão mais domados nesta temporada, como se os showrunners tivesse saído da adolescência e chegado à vida adulta de uma hora para outra, entendendo que a fotografia escura por si só não torna sombria uma série. Mas os problemas estão lá, a começar das sequências de luta pouquíssimo inspiradas e uma câmera enlouquecidamente frenética nas sequências de ação. Há uma tentativa de sofisticação com o uso até bastante constante de planos-sequência alongados mostrando um trabalho técnico acima do medíocre, mas elas não só não têm função narrativa, estando lá apenas para servir de enfeites, como também artificializam cada pancadaria, revelando-as mais ainda como elas são, meros passos de balé com gente vestida de couro e empunhando flechas, varas, bolinhas voadoras (sério, esses gadgets do Senhor Incrível conseguem ser mais ridículos do que o próprio personagem…) e pistolas (outra coisa que não entendo: quer dizer então que o Arqueiro não mata mais, mas seus amigos podem sair fuzilando os bandidos???).

Além disso, a temporada é indecisa na forma de abordagem de alguns personagens. Oliver, que  se divide entre filho, prefeitura e vigilantismo, larga seu “trabalho noturno” de lado depois de prometer ao filho que ele é a prioridade, mas não se faz de rogado em viajar para os confins de um país fictício juntamente com o sempre bacana Slade Wilson para resgatar o filho de seu amigo. E, como se isso não bastasse, ele volta a ser o Arqueiro praticamente sem pestanejar ou dar satisfações ao filho, revelando até mesmo que ele é possessivo com o uniforme verdejante. Mas as inconsistências existem também com Dinah, que parece tomar posições antitéticas a praticamente cada episódio e também com o próprio John Diggle, também pai de família, mas que, por uma razão que realmente me foge, quer porque quer vestir o manto de Arqueiro Verde e bate o pezinho e faz beiço quando Oliver tira o pirulito da mão dele. Chega a ser dolorosamente ridículo.

E nem vou perder tempo falando de Felicity, pois a personagem realmente não tem jeito. Ela é a maior muleta da série, já que a loira falastrona é uma especialista em praticamente tudo que existe. Ou melhor, especialista não, uma sumidade. Qualquer sistema pode ser hackeado em questão de segundos (sim, segundos) e ela conhece de composição de bombas até engenharia quântica. Não duvido nada que, se ela pegar um arco e flecha, saberá atirar melhor  do que o próprio Arqueiro Verde também.

Ocorre que esses vários problemas que persistem ao longo da temporada ficam em segundo plano diante da já mencionada estrutura de história única que, se não é exatamente uma novidade, ganha contornos bem mais lógicos por intermédio de roteiros de efetivamente fazem sentido dentro da estrutura que a série precisa carregar para não trair seu legado. Com isso, a história começa com um mirabolante plano de vingança colocado em movimento por Cayden James (Michael Emerson), o master-hacker que Felicity ajudara a libertar na temporada anterior, para desacreditar Oliver Queen e, em última análise, vingar-se dele pela morte de seu filho. Sim, mais uma vez os showrunners recorrem às ameaças de destruição de Star City  (deve ser obrigação contratual deles, pois vou te contar…), mas o importante é que Cayden é apenas uma escada para Ricardo Díaz que, no começo, fica nas sombras, mas que, lá pelo episódio 13, começa a mostrar sua cara, em um plano ainda mais sofisticado – e cheio de peças móveis que simplesmente temos que aceitar com uma boa dose de suspensão de descrença – para tornar-se um chefão do crime. É com Díaz que  a série realmente deslancha, já que é por intermédio de sua interferência direta na narrativa que a sub-trama que  lida com a investigação federal contra Oliver Queen para provar que ele é o vigilante começa a pagar dividendos.

Tanto Michael Emerson quanto Kirk Acevedo estão muito bem em seus papeis vilanescos, o primeiro com toda aquela sua forma ameaçadoramente suave que ele empresta a seus personagens e o segundo vestindo uma capa de “vilãozinho porcaria” que logo é trocada por algo bem mais complexo e cheio de motivações passadas que emprestam urgência e real senso de ameaça a tudo o que ele faz. Aliás, até mesmo Katie Cassidy mostra que não é só um rostinho bonito ao trabalhar com alguma complexidade sua personagem dividida entre ser uma vilã assassina e filha “postiça” de um pai cheio de amor para dar, no caso, claro, Quentin Lance, vivido por Paul Blackthorne, também conhecido como o único realmente bom ator do núcleo fixo da série, e cuja morte, na temporada, será muito sentida futuramente.

Com um final que muda o status quo da identidade nada secreta de Oliver e que mantém vivo o grande vilão – algo que realmente não esperava e que é uma potencialmente ótima notícia para o que vier por aí – a 6ª temporada de Arrow é um quase inacreditável oásis de qualidade em comparação com tudo o que veio antes. No entanto, a temporada não é, sozinha, justificativa suficiente para, quem não acompanha a série, começar agora tendo que aturar os torturantes anos anteriores. Por enquanto, esse ressurgimento das cinzas que testemunhei aqui deve ser visto como uma exceção que confirma a regra do que é Arrow. Se o jogo virou de verdade, só o tempo dirá.

Arrow – 6ª Temporada (EUA, 12 de outubro de 2017 a 17 de maio de 2018)
Showrunners: Greg Berlanti, Marc Guggenheim, Andrew Kreisberg
Direção: Vários
Roteiro: Vários
Elenco: Stephen Amell, David Ramsey, Willa Holland, Paul Blackthorne, Emily Bett Rickards, Echo Kellum, Rick Gonzalez, Joe Dinicol, Juliana Harkavy, Manu Bennett, Collin Donnell, Colton Haynes, Josh Segarra, Kathleen Gati, Michael Emerson, Kirk Acevedo, Katie Cassidy
Duração: 1056 min. (23 episódios)

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84 comentários

Mateus Sousa 21 de setembro de 2019 - 21:21

Vou apenas citar brevemente meu sofrimento, basicamente, masoquista com essa série, pois, meu Jesus amado, como que teve tanta audiência pra chegar a 8 temporadas, como que contratam pessoas que atuam como uma estátua, com uma ou outra ressalva, demorar 6 temporadas pra ficar boa é o cúmulo, estou sofrendo desde o cancelamento de Agente Carter, a coitada é cancelada no mesmo ano que a 4a temporada de Arrow é renovada para 5a… um ultraje e ainda sofro com pessoas que falam que ele não só é a melhor do Arrowverso como é a melhor de heróis, inclusive Demolidor; aquele Deus que foi morto pelo Capeta em forma de rato; finalmente uma crítica decente a essa série

Ps: terminei a sexta a pouco tempo e me recuso a assistir a sétima e voltar a um pensamento negativo para algo que, pelo menos, foi decente

Responder
planocritico 22 de setembro de 2019 - 15:16

Eu te entendo perfeitamente, meu caro!

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 18 de abril de 2019 - 18:25

Sabe , na 6 temporada essa série melhorou , mas mesmo assim eu não aguento mais essa séries de heróis.!
Eu ja assisti todas temporadas de Arrow e Flash(eu que sou um herói por isso!) Também assisti Agents of Shield .(até a 2 temporada) A unica que realmente foi boa(tirando os primeiros episódios da 1 temporada) ate agora foi Agents of Shield , que não é realmente de herois(até agora) , mas o resto , é péssimo. Será que nao existe uma série de herois (além de AoS) realmente boa? Estou pensando em parar de assistir essas séries de heróis e começar a assistir séries policiais ao em vez dessas.

Responder
planocritico 19 de abril de 2019 - 15:07

Assista Legion, Patrulha do Destino, Titãs, Umbrella Academy e, se quiser sair de heróis, mas continuar nos quadrinhos, veja Preacher.

Todas essas aí são MUITO superiores a The Flash e Arrow e também a AoS.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 20 de agosto de 2019 - 07:07

O que você acha de LoT que mesmo com uma primeira temporada sofrível teve um surto de qualidade nas outras 3?

Responder
planocritico 21 de agosto de 2019 - 19:37

Eu não vejo LoT, mas meu colega Luiz Santiago, que faz as críticas da série, com certeza concordaria com você!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de agosto de 2018 - 11:26

Boa sorte!

Sobre as séries animadas, a julgar por Vixen, não sei não…

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 10 de agosto de 2018 - 01:01

Acho que tem razão.

Responder
planocritico 8 de agosto de 2018 - 14:20

Mesmo assim é guerreiro. Vale ver a 6ª para ver se você concorda comigo que melhorou bastante. O problema é que os dois ou três episódios iniciais, como mencionei na crítica, são MUITO ruins… Eles quase me fizeram largar a temporada. Só depois é que melhora mesmo…

E ninguém merece ver TV CRT e fico até surpreso que a sua emprestada funcione!

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 8 de agosto de 2018 - 18:46

Rsrs, verdade. Está bem. Bom que avisou, acho que cheguei a ver uns dois ou três dos primeiros mesmo quando passou, sem dar muita importância, e, como continuei não gostando da série, não continuei. Mas agora, vou. Vamos ver se muda a minha opinião de que todas as séries do Universo Arrow deveriam ter sido feitas como séries animadas pelos mesmos realizadores de Justiça Jovem.

Responder
planocritico 6 de agosto de 2018 - 14:14

@WilliamAbsoluto:disqus , se você viu tudo até o final da quinta temporada, então é guerreiro e eu diria que vale sim tentar a sexta temporada para você ver se concorda comigo que finalmente melhorou. Mas, claro, não é nem de longe uma garantia de que continuarão acertando…

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 7 de agosto de 2018 - 20:13

Pois, é, assisti até o fim, mas não chego a ser guerreiro porque acabei pulando alguns episódios da 5ª, estava bem difícil continuar. Mas vou, sim, tentar a 6ª após ler sua crítica. Assim que tiver novamente um TV digital funcionando, pois a da minha casa pifou devido a um pique de energia, e estamos usando uma de CRT emprestada. Pode ter sido interessante jogar Super Mario Bros. e Donkey Kong (tanto o original quanto o Country) nela, ou relembrar minha infância revendo Eu, a Patroa e as Crianças como fazia às tardes no SBT, mas não estou a fim de assistir a filmes e séries widescreen com um enorme corte na imagem. Aliás, por isso, também, ainda não vi O Planeta dos Macacos, que fiquei bem interessado.

Responder
William O. Costa 5 de agosto de 2018 - 19:27

Mais uma crítica muita boa. Eu já havia parado de ver essa série depois da quinta temporada que não me desceu, assim como as anteriores. Agora, depois dessa crítica, acho que vou voltar.

Responder
planocritico 5 de agosto de 2018 - 14:21

@joseaquiles:disqus , obrigado! E olha que na sua lista aí você nem colocou Preacher, iZombie, Riverdale e as futuras Titãs, Patrulha do Destino, Pennyworth, Stargirl, Sabrina e The Umbrella Academy. É realmente impressionante a variedade de material que tem chegado à telinha!

Sobre a questão de “virar hater”, confesso que “hater” é um conceito que não me desce. O cara gostar ou desgostar de alguma coisa a priori, ou seja, sem levar em consideração a obra em si, seus pontos negativos e positivos não faz o menor sentido. Parece coisa de criança que entra na loja, pede para os pais comprar um brinquedo, eles negam e ela se joga no chão esperneando. É muita bobagem demais para o meu gosto.

Eu falo o que eu sinceramente acho. E Arrow, assim como AoS, começou um pouco acima do mediano e, depois, para mim, caiu tremendamente, enquanto AoS só cresceu. Foi agora nessa 6ª temporada que, surpreendentemente, a série chegou a um patamar inédito para mim e eu aplaudo o esforço dos showrunners e espero que eles continuem nesse caminho. O Arqueiro Verde merece algo a altura do baita personagem que ele é!

Abs,
Ritter.

Responder
Jose Aquiles 4 de agosto de 2018 - 21:44

Arrow. Flash. Legends.Gotham.Supergirl. Krypton. Raio Negro. Constantine. Lúcifer. Titãs . Monstro do Pântano . Watchmen. Agentes da Shield. Agente Carter. Demolidor. Jessica Jones. Luck Cage. Punho de Ferro. Justiceiro. Defensores. Fugitivos. Manto e Adaga. Legion. The Gifted. Considerando as que foram canceladas e as que irão em breve estrear,temos mais de 20 séries baseadas em hqs. Que tempos incríveis estamos vivendo! Claro que nem tudo que é produzido é top, mas cada uma tem seu público e proposta. Quem é um pouco mais velhinho , sabe: Estes personagens faziam parte de um nicho, nós que os conhecíamos éramos nerds -e isto NÃO era uma coisa boa naquele tempo. E hoje até um cara que atira flechas encontra seu espaço e consegue emocionar (eu,no caso) com a partida de um personagem importante em seu final de temporada. E vc Ritter,Parabéns! Não virou hater e não falhou em sua crítica.

Responder
planocritico 29 de maio de 2018 - 17:49

Não sei se é machismo ou só uma espécie de coincidência nas super-heroínas das telonas. Mas temos que lembrar que há a Tempestade, Fênix, Vampira, Mulher-Maravilha e Gamora, além de algumas bem características sem poderes, como Viúva Negra, que têm bastante destaque e poderes – ou abordagens – diferentes.

Vamos ver se Capitã Marvel será bacana mesmo, como promete ser.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 29 de maio de 2018 - 20:55

” Tempestade, Fênix, Vampira, Mulher-Maravilha e Gamora” Tirando a Maravilha nenhuma teve desenvolvimento que preste kkkkk E como você mesmo citou só tem um tiquinho, a grande maioria são iguais. Não adianta a maioria são limitadas e nem se compara aos heróis que vemos. Não disse que é certeza talvez seja pouco, talvez esteja atrelado a não credibilidade a elas.

Responder
planocritico 29 de maio de 2018 - 22:21

Sem dúvida que falta mais representatividade feminina no mundo dos super-heróis. MM foi um começo. Tomara que Capitã Marvel arrebente a boca do balão e mostre o potencial para outros filmes do gênero protagonizados por mulheres.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de maio de 2018 - 15:02

“Poderes com luzinha”… HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Sem dúvida. Acho que dá para resumir bem dessa forma, infelizmente.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 29 de maio de 2018 - 15:13

Não sei se tem a ver com machismo, ou outra coisa. Mas fato é as mulheres heroínas ou vilãs ficam todas semelhantes quando colocada ”lado a lado” como eu fiz. Não tem nenhuma ainda realmente diferenciada. Daisy que prometia muito , e a que mais gosto do MCU. Já não é tão importante para mim como o Fitz é, passou de cientista bobo, para aventureiro, Doctor e ”senhor das estrelas” kkkkk. Um puta personagem nem precisa de poderes. E quando você compara os que possuem poderes as coisas só pioram para as personagens femininas.

Responder
planocritico 26 de maio de 2018 - 23:45

Coloquei na lista para ver. Como ela será revivida, de repente eu faço as críticas para antes do lançamento.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de maio de 2018 - 14:16

O problema é a parte do “arrume um tempo”… Tá difícil… Tem como comprar mais tempo?

Abs,
Ritter.

Responder
Italo Bandeira 26 de maio de 2018 - 18:53

Tu compreendestes o que tentei dizer xD … Mas sério, se trata de uma animação excelente. Garanto que não será tempo perdido 😉

Responder
planocritico 26 de maio de 2018 - 14:15

Não pretendo, @jeffersonthiagocoutinho:disqus ! Como não fiz a crítica por episódio, acho que fica estranho fazer o ranking…

Abs,
Ritter.

Responder
Jefferson Thiago Coutinho 26 de maio de 2018 - 00:32

Vai ter os Episodios Ranqueados tambem da temporada igual teve com The flash ?

Responder
planocritico 25 de maio de 2018 - 22:39

Sei o que é, mas nunca vi. Deveria?

Abs,
Ritter.

Responder
Italo Bandeira 25 de maio de 2018 - 23:14

COMO ASSIM VOCÊ NÃO ASSISTIU? o_O

Ok, ok, deixa eu conter meu entusiasmo … Em termos de qualidade narrativa e personagens trabalhados a animação se equipara com ‘Liga da Justiça’ (de Bruce Timm). Se você curte a premissa dos Titãs então com certeza você vai gostar dessa série animada que consegue entregar uma história bacana de acompanhar do começo ao fim.

Se tiver alguma dúvida, assista ao menos o episódio piloto (dividido em duas partes – tem as duas temporadas na Netflix inclusive). Sério cara, ARRUME UM TEMPO E ASSISTA!!

Responder
planocritico 25 de maio de 2018 - 16:36

@italobandeira:disqus , é tortura DEMAIS voltar a ver a série na 4ª temporada, que é um lixo total, somente para dar de cara com a mediocridade da 5ª e então finalmente chegar na 6ª. Acho um esforço valoroso, mas tem coisa melhor para fazer com seu tempo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de maio de 2018 - 16:35

Sobre Titãs, gostei muito das imagens oficiais do Robin, Rapina e Columba. Não dá para julgar os demais, pois todas as imagens que apareceram foram tiradas durante as filmagens por fãs e isso sempre mascara a qualidade. Mas diria que Titãs tem um risco enorme de ser uma série de adolescentes brigões contra ameaças genéricas. Claro que é muito cedo para julgar, mas…

Já Monstro do Pântano, meu medo é ainda maior…

Abs,
Ritter.

Responder
Italo Bandeira 25 de maio de 2018 - 21:18

É, tem isso também … de qualquer forma, se tudo der errado tem a 3ª temporada de Justiça Jovem vindo aí <3. Já assistiu?

Responder
planocritico 25 de maio de 2018 - 16:32

Sei lá… Esses poderes dessas heroínas à base de gritaria têm zero apelo para mim…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 29 de maio de 2018 - 14:43

”Esses poderes dessas heroínas à base de gritaria têm zero apelo para mim…” KKKKKKKKKKKKK Ritter morri agora KKKKKKKKKKKK
Se você pensar, a maioria das heroínas são genéricas no que diz respeito aos poderes. Possuem sempre poderes com luzinha , com isso estou começando a achar um certo padrão em todas. Não são diferenciadas como os heróis. E não importa o tipo de poder vibração, gelo, telecinese, electromagnetismo, todos parecem ser a mesma coisa, são são utilizados da mesma maneira, é broxante. Acho que Capitã Marvel pode trazer um diferencial, assim espero.

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Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 13:52

Estava precisando comprar minha segunda ilha, desta vez no Mediterrâneo, pois estava meio cansado de ficar driblando a temporada de furacões na minha propriedade do Pacífico…

HAHAHAHAHAAHAHAHHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 13:51

@andrsinqueira:disqus , eu te entendo perfeitamente!

Abs,
Ritter.

Responder
Elton Miranda 24 de maio de 2018 - 11:52

Nem as 3,5 estrelas, e a excelente critica me fará voltar a esse série

Responder
Henrique Souza Camargos 24 de maio de 2018 - 10:17

Não acredito, agora além da Disney, a CW também está pagando os críticos? Também quero ser crítico e ganhar essa bolada kkkk.
Ótimo trabalho 🙂

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 22:45

@gustavoperdigo:disqus , Arrow era, até essa temporada, o fundo do poço televisivo para mim. Um lixo inominável que simplesmente deveria deixar de existir. Foi uma surpresa ver o que a temporada fez, mas nada me faz ainda sugerir para alguém sequer recomeçar a ver a série enquanto o padrão da 6ª temporada não for mantido ou ultrapassado por pelo menos – no barato mesmo – mais uma temporada.

Sobre a comparação com Gotham e Krypton, acho que essa 6ª temporada especificamente fica no mesmo nível da 4ª de Gotham e da 1ª de Krypton. No entanto, NO GERAL, Arrow fica bem abaixo do geral de Gotham e também da 1ª temporada de Krypton…

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Perdigão 23 de maio de 2018 - 20:50

Estou surpreso, chocado, pasmo, embasbacado e outros adjetivos que meu estado de choque me impede de lembrar! Arrow melhorou? Mas não apenas para um “medíocre” ou “tolerável”, mas para um relutante “bom”? Os críticos devem estar loucos!

Abandonei Arrow no fim da quarta temporada, e logo larguei as outras séries DC/CW como que num efeito dominó, ainda que elas me parecessem bem melhores ou pelo menos mais toleráveis que as aventuras do vigilante verde. Costumo dizer que sou dotado de um otimismo incorrigível quando se trata de séries, sempre esperando pelo melhor sem me abalar com episódios e mais episódios de ruindade, mas nem isso me preparou para o terceiro e o quarto anos da série do Arqueiro Verde.

Agora, entre Raio Negro e Legends of Tomorrow, estou em clima de segundas chances em relação à CW. Acha que valeria a pena para um fã de heróis, que já passou pelos piores momentos da série, voltar a assisti-la pelo menos para que ela encontre alguma redenção aos seus olhos? Ou ainda seria uma grande perda de tempo?

Outra perguntinha cretina: como essa surpreendente temporada se compara a outras produções televisivas sobre super-heróis? Não falo da nata do subgênero, afinal não sou besta de pensar que um dia Arrow poderia chegar aos pés de uma série como Legion. Falo de, por exemplo, Gotham e Krypton, que têm me agradado muito, apesar dos pesares. Arrow chegou nesse nível ou ainda tem muito a melhorar?

Responder
Italo Bandeira 24 de maio de 2018 - 23:47

Cara, você tirou todas as palavras da minha boca. Quando bati o olho na nota e no nome do autor da crítica pensei: ” O Ritter tá bêbado, só pode ” … Mas raramente tenho motivos para discordar das críticas que ele faz. Onda que agora me deu vontade de assistir Arrow novamente depois de ter largado a série na metade da quarta temporada.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 20:04

@pedrocerbino:disqus , acho uma análise lúcida. Não consigo engolir a segunda temporada, mas ela não é terrível não. A quinta eu só consigo achar boa se comparar com a quarta que, assim como você, considero o fundo do poço televisivo.

Sobre o Rene, eu acho que ele se achou no final, mas que o tal do HOSS é irritante pacas, ah isso é!

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 23 de maio de 2018 - 18:55

Então, eu sou meio que um puxa saco de série de herói e assisto todas, por pior que sejam é difícil eu largar alguma série. QUASE fiz isso na quarta temporada de Arrow, que troço nojento. Concordo contigo em alguns pontos, mas acho que não sou tão crítico (durrr) e eu gosto bastante da primeira, e principalmente da segunda. E não tem jeito, defendo a quinta como segunda melhor da série. kkkk

No geral eu daria pra essa sexta 3 estrelas, não mais que isso. Gostei do vilão do Kirk Acevedo, mas o do Michael Emerson foi um porre. Acho que enrolaram demais ali. E todo o plot da ”guerra civil” entre o team arrow foi forçado, e fez eu pegar raiva de um personagem que eu gostava muito, que era o Rene. Todo episódio ouvir um ”it doesn’t change anything, HOSS” doía nos ouvidos.

Deu uma melhorada no final, e acho que juntando tudo uma nota 6 é justa.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 18:48

HAHAHHHAHAHAAHAHH

Tem e tem MUITA gente vendo…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 18:48

Essa 6ª temporada é a encarnação televisiva do “a esperança é a última que morre”. Jamais esperaria ver uma série que, para mim, mergulhou profundamente na ruindade, sair dela dessa forma repentina em seu 6º ano.

Sobre o grande número de personagens, isso é sempre um problema, mas eu achei que nessa temporada, com a cisão da equipe, os showrunners criaram uma dinâmica muito interessante que, apesar de não ser perfeita, manteve equilíbrio entre eles todos.

Vamos ver o que acontece agora que a identidade menos secreta do mundo foi definitivamente revelada. A série terá que mudar o enfoque, diria.

Abs,
Ritter.

Responder
Fabio Gomes 23 de maio de 2019 - 09:40

Eu achei que a menos secreta era a da Supergirl

Responder
planocritico 28 de maio de 2019 - 13:37

Agora a identidade do Arqueiro é 100% pública.

Abs,
Ritter.

Responder
Fabio Gomes 19 de junho de 2019 - 14:18

Like a Tony Stark

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 18:45

Flash realmente tá complicado…

Mas em breve teremos Monstro do Pântano e Titãs…

Abs,
Ritter.

Responder
Italo Bandeira 24 de maio de 2018 - 23:51

Agora que tu tocou no assunto, o que você espera da série dos Titãs? Particularmente sou super de boas com muitas coisas, agora, quando o assunto é Asa Noturna, Lanterna Verde e Titãs eu viro um cara muito chato porque esses três elementos possuem um valor sentimental muito forte e não aceito muito bem produções medianas com os mesmos entende?

Fiquei dividido com o visual adotado (Robin, Rapina e Columbia ficaram ótimos … Já o resto da equipe…). Espero que pelo menos entreguem um roteiro decente.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 18:44

É complicado mesmo reunir coragem para voltar para Arrow. Tem oferta demais de coisa muito boa por aí para ficar preso com o Arqueiro Verde com complexo de Batman pobre…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 18:44

@cleison_miguel:disqus , não vale. Se fosse uma 6ª temporada ESPETACULAR, sem erros, sem quaisquer falhas, talvez até valesse o esforço, mas não é nem de longe o caso.

Legion é maravilhosa, mas o problema é que periga ser cancelada…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 18:43

@cleison_miguel:disqus , tem um lado sadomasoquista, não vou negar, mas a continuidade na elaboração de críticas pesa bastante também, pois, por mais que eu possa não gostar de uma série que acompanho, tem gente que gosta e, como você pode ver, às vezes vem uma surpresa como essa temporada!

Sobre o público-alvo da série – e de todas da CW menos Raio Negro – ele é de fato mais jovem, mas eu sou macaco velho, totalmente fora da faixa etária de Arrow e semelhantes, mas, mesmo assim, tendo ver algum valor no negócio.

Agora Legion não dá nem para comparar! Aquilo lá é uma maravilha!!!

Abs,
Ritter.

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Cleison Miguel 23 de maio de 2018 - 17:11

Eu parei na terceira temporada e, embora pareça que houve alguma melhora (saindo do medíocre para o ruim), me parece que não vale a pena gastar 16 horas para acompanhar cada temporada da série (e olha que sou fã da primeira e segunda temporada).

O mesmo, infelizmente, vale para as outras séries da WB, que devem ser voltadas para outro público mais jovem que não o adulto de mais de 30.

Ainda bem que encontrei LEGION, um oásis nerd da melhor qualidade.

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Régis Valker 23 de maio de 2018 - 15:22

aquela serie que nao tenho coragem de ver de novo…

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Isac Marcos 23 de maio de 2018 - 15:04

É sempre bom ler suas críticas, e nesse caso da 6a temporada de Arrow, essa crítica com nota boa então… (!) rsrs, mesmo discordando em alguns pontos (como assim a 5a T alcançou a mediocridade, man?! Alguém me segure!!! 😤). Brincadeiras à parte, você pontuou bem muita coisa interessante, do negativo (Curtis e pirraça do Diggle nem se fala) ao positivo. Ler isto acende uma chama de esperança para a próxima temporada (não estou sozinho rsrs), embora ache que deveriam fazer cortes (Team B então nem se fala) uma vez que, a princípio, teremos mais gente vindo (Batwoman e Roy Harper/Arsenal de volta, por ora). Meu receio é que inflem de tantos personagens que não sobre espaço para o agora “revelado” Oliver Queen como Green Arrow; algo que sempre foi muito interessante na história do personagem e que poderiam muito bem explorar. “A esperança é a última que morre!”

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Gessé Celestino 23 de maio de 2018 - 14:30

Fiquei surpreso foi em saber que tem gente vendo até a 6º temporada kkkkkkkkkk

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Henrique Valle 23 de maio de 2018 - 14:06

Eita preula, 3 estrelas e meia?
Entre essa temporada, Legends of Tomorrow e Raio Negro, estaria a DC entrando nos eixos?

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planocritico 23 de maio de 2018 - 14:14

Chega a ser inacreditável, @henriquevalle:disqus !

Abs,
Ritter.

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Emerson Falcão 23 de maio de 2018 - 15:05

Calma, jovem! Não se esqueça de “The Flash”.

Responder
Gustavo Rodrigues 23 de maio de 2018 - 13:10

gostei dessa temporada também, principalmente dos episodios finais

só achei o vilão forçado demais

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 14:14

Já eu adorei os dois vilões!

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 23 de maio de 2018 - 11:31

Eu não entro nesse site todos os dias para ver vocês falando bem do Batman verde.

Quero o plano Critico raiz de volta!

#CADÊOLIXOATÔMICO

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 14:14

Desculpe desapontá-lo! Farei melhor na próxima! HAHAHAAHAHHAHHHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Emerson Falcão 23 de maio de 2018 - 15:05

Digo o mesmo kk

Responder
Anônimo 23 de maio de 2018 - 11:17
Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 14:15

Virou TARDÍSSIMO, @disqus_ZMtFC1obwd:disqus !

Eu continuo firme e forte!

Abs,
Ritter.

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Cleison Miguel 23 de maio de 2018 - 17:15

Lucas, eu acho que tem mais a ver com a profissão de crítico ou, quem sabe, talvez, algum sentimento sadomazoquista… rs

Também segui igual você, amei as duas primeira temporadas de Arrow e a primeira de Flash, mas todas foram abandonadas mais ou menos no ponto que você indicou.

Creio que talvez o público alvo seja mais jovem, que gosta mais de mimimi amoroso e dramalhões que poderiam ser resolvidos com dois segundos de conversa adulta… mas ai também é minha opinião de velho….

Agora, tenho gostado muito de LEGION, bem diferente dessas séries de super-heróis atuais.

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Leonardo Sette Pinheiro 23 de maio de 2018 - 09:34

chocado, @luizsantiago:disqus agora acredito no submundo da propina DC/Marvel…

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 14:17

Carros… mulheres… iates… mulheres…

HAHAHAHAHAHHAHAHAAHHAA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 03:52

Eu mesmo fiquei surpreso com a nota… Comecei a escrever e vi que não tinha jeito mesmo, he, he, he…

Sobre os efeitos, eles são mesmo ruins, mas como esse tipo de efeito é raro na série, acaba que não atrapalha.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 03:51

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , é muito ridículo demais esse super-poder da Felicity…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 03:50

Quando você fizer a crítica de uma série do naipe de Inumanos, nós conversamos…

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 23 de maio de 2018 - 11:07

Essa temporada de Arrow merece um Emmy comparado a Inumanos kkk!

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 14:15

Exatamente!

– Ritter.

Responder
Luiz Santiago 23 de maio de 2018 - 02:12

NOOOOOOOOOOOOOOOOSSA, A MARVEL PAROU DE DEPOSITAR O PAGAMENTO, FOI, SEU CRÍTICO VENDIDO???

JÁ ENCAMINHEI O CASO PARA DONA RITA. CONSIDERE-SE DE CASTIGO, COM ADVERTÊNCIA PRÉ-EXPULSÃO.

#CADÊOLIXOATÔMICO

CRÍTICO ARROMBADO BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO

Responder
planocritico 23 de maio de 2018 - 03:50

Desculpa. Foi sem querer. Prometo que não repetirei isso!

– Ritter, o Arrependido.

Responder
Fabio Gomes 23 de maio de 2018 - 21:34

CUIDADO RITTER QUANDO A ADVERTÊNCIA VEM TODA EM CAIXA ALTA É MAL SINAL

Responder
Gabriel Carvalho 23 de maio de 2018 - 01:51

Ah, pelo amor de Deus. Depois de 13 Reasons Why, eu realmente estava esperando uma nota lixo atômico para me satisfazer. Só ficaremos quites se a nona temporada de The Walking Dead for 4,5 estrelas, quero nem saber. #REFORMANOPLANOCRITICO #QUEROAPRÓXIMATEMPORADADEFARGO

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Stella 23 de maio de 2018 - 01:38

”Ou melhor, especialista não, uma sumidade. Qualquer sistema pode ser hackeado em questão de segundos (sim, segundos) e ela conhece de composição de bombas até engenharia quântica. ” Ela é o artificio ex machina da série, é o tipico de achar que qualquer engenheiro da computação ou cientista sabe de tudo que existe na Terra kkkkk

Responder
Stella 23 de maio de 2018 - 01:34

Te pagaram quanto? KKKKKKKK brinks. To pasma mesmo com essa nota. Bom saber que a Sereia Negra foi bem trabalhada, vi alguns episodios aleatórios por causa dela, mas os efeitos em Arrow conseguem ser piores do que os do Flash, lá em The Flash ela está mais bonita aliás. ótima critica.

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Em The Flash
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Fabio Gomes 23 de maio de 2018 - 21:33

Em The Flash foi só um episódio nesta temporada, ela pôde se preparar melhor rsrs

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Inominável Ser 25 de maio de 2018 - 04:17

Bom dia.

A Black Siren de Arrow advém da Terra 3 ou 4, se não me engano; a Black Siren da Terra X, a de Flash, tem poderes diferentes da outra, como superaudição, e é bem mais forte. Seria interessante um encontro futuro entre as duas.

Responder
Stella 29 de maio de 2018 - 14:32

Onde que tu viu isto? e tirou essa conclusão? Pelo que eu vi a Black Siren é a mesma de The Flash . Tem o mesmo traje, e ela falou da família dela que morreu, já citou Zoom! É falta de profissional que faça com qualidade mesmo.

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Inominável Ser 30 de maio de 2018 - 09:40

Não é a mesma Black Siren de Arrow. Veja de novo os diálogos sobre ela no episódio.

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