Home TVEpisódio Crítica | Arrow – 8X03: Leap of Faith

Crítica | Arrow – 8X03: Leap of Faith

por Ritter Fan
168 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas das temporadas anteriores.

Katie Cassidy, a Laurel Lance da série, debuta na direção com Leap of Faith e mostra-se muito melhor nessa cadeira do que diante das câmeras naquele que é, até agora, o melhor episódio da temporada, algo que não é, claro, muito difícil. E as razões da melhoria são singelas, provando que Arrow não precisa de muito esforço para alcançar níveis medianos de qualidade, algo facilitado pela costumeira abissal qualidade de seus episódios.

O primeiro desses fatores é o roteiro que, longe de ser bom, aqui é organizado, segue uma lógica mínima, sabe dividir as narrativas, subtrai os discursos motivacionais e mantém os diálogos idiotas em um patamar aceitável (já que eliminá-los é, aparentemente, impossível…). Isso já fica evidente pela premissa que sai do MacGuffin da semana (mesmo que, no final das contas, haja um MacGuffin) e entrega uma investigação à la Indiana Jones sobre as intenções do Monitor, fruto da semente de desconfiança plantada em Oliver Queen no episódio anterior, que parte para Nanda Parbat para pesquisar sobre o sujeito. Claro que é de rolar os olhos o fato de Oliver não ter tido essas dúvidas antes, mas isso é algo que dá, com algum esforço, para relevar, já que o Arqueiro Verde da TV nunca primou particularmente pela inteligência. Além disso, a criação de uma trama aparentemente aleatória (mas que não é) que coloca o casal John Diggle e Lyla Michaels em uma missão do tipo True Lies ajuda muito para diminuir o tempo dos obrigatórios flashforwards para 2040 que, por sua vez, pelo menos no último momento, conseguem até surpreender.

O segundo fator é a própria direção de Cassidy, que navega bem as armadilhas de três tramas sem atropelá-las e mantém o foco no que realmente importa, ou seja, a reconexão de Oliver com sua irmã Thea (a simpática Willa Holland, também conhecida como a única atriz minimamente boa da série), algo que deixa até mesmo a caça ao diário perdido no templo da perdição em segundo plano. Lógico que há problemas inerentes ao que a série sempre fez, como as famosas conveniências narrativas, aqui encapsulada principalmente pelo único pergaminho na mesa central de um templo sendo exatamente aquele que os heróis, acompanhados de Talia al Ghul (Lexa Doig), estão procurando. Confesso que ri muito no momento e diria, especialmente para os fãs da série que realmente consideram Arrow algo que vai além do guilty pleasure, que é por essas e outras bobagens amadoras que nem fanfilm faz que a série não é o eles acham que é. Mas eu divago…

Notaram como o que eu escrevi acima não é absolutamente nada de mais? Deveria ser o padrão de qualquer obra televisiva, mas Arrow constantemente peca por querer ser mais do que é e, em uma mistura de pretensão com orgulho, faz de um personagem urbano riquíssimo um pastiche que seria cômico se não fosse trágico. No entanto, o que importa realmente é que Leap of Faith traz frescor para uma temporada cansada e repetitiva, frescor esse que existe também na terrível história que se passa no futuro, já que houve a coragem, ali, de se ferir Zoe mortalmente, algo que provavelmente será revertido em breve e que, se for mesmo, podem ter certeza que eu mencionarei negativamente em crítica futura, como fiz no caso de Tatsui em Welcome to Hong Kong, mas que, se não for, aplaudirei de acordo. É esse tipo de drama mínimo que também falta a Arrow, que tenta repetir a fórmula falida dos quadrinhos que determina que ninguém – a não ser o tio Ben – permanece morto.

A surpresa mesmo fica por conta da reunião das linhas temporais na base do estalar de dedos ao final do episódio. O Monitor provavelmente está por trás disso, claro, mas confesso que não esperava que isso acontece tão rapidamente. Se isso significar que pelo menos não teremos mais flashforwards, já será uma vitória, ainda que aturar Stephen Amell (categoria dramática: porta) ocupando o mesmo espaço de tela de Katherine McNamara (categoria dramática: maçaneta) não será tarefa fácil. No entanto, esse final acaba também justificando a trama de John e Layla no episódio, já que ela, em um primeiro momento, parecia retirada da cartola para permitir que o episodio ocupasse o tempo regulamentar, mas que, na verdade, foi engendrada de forma a estabelecer um semblante de ponte entre John e o Connor Hawke criança.

Leap of Faith, ao fazer o básico, consegue destacar-se (como diz o ditado, em terra de cego…), com Katie Cassidy realmente mostrando-se promissora nessa carreira se ela decidir segui-la. Só fico imaginando o que Arrow poderia ser se um pouco mais de esforço fosse feito para realmente desenvolver personagens e tramas.

Arrow – 8X03: Leap of Faith (EUA, 29 de outubro de 2019)
Showrunners: Marc Guggenheim, Beth Schwartz
Direção: Katie Cassidy
Roteiro: Emilio Ortega Aldrich, Elizabeth Kim
Elenco: Stephen Amell, David Ramsey, Katherine McNamara, Ben Lewis, Joseph David-Jones, LaMonica Garrett, Katie Cassidy, Charlie Barnett, Andrea Sixtos, Audrey Marie Anderson, Rila Fukushima, Kelly Hu, Willa Holland, Lexa Doig
Duração: 42 min.

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58 comentários

Comediante 6 de novembro de 2019 - 01:46

Willa Holland é sempre muito bem vinda. No mais foi um episódio que eu considero como padrão Arrow, que assim como o personagem principal, nunca teve a inteligência (no caso do episódio, um roteiro inteligente) como ponto forte. Mas é aquela coisa, não foi o que qualquer responsável pela série acha que é drama, que se resume em 10 minutos de ação com o resto sendo personagens no canto das paredes com discursos cansativos e repetitivos. Uma pena que essa qualidade não deve durar nos próximos 7 episódios…

O que falar sobre os flashforwards ? Antes eu achava péssimo, horrível, mas depois desse episódio eu fiquei com uma dúvida que só o maior fã dessa série pode me responder: Toda essa história no futuro é “fan made”? Porque hoje foi quase impossível assistir, nunca tinha notado com tantos detalhes que os atores ali são, ou melhor, não são atores. Pelo menos parecem se esforçar para não serem. Por sorte (ou não…) isso vai ser resolvido logo (ou não…).

Ritter, meu caro, você não engana ninguém chamando a atuação do Amell de porta, sabemos que a sua porta é personalizada com várias fotos dele e há boatos que você passa boa parte do seu dia admirando a porta.

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planocritico 6 de novembro de 2019 - 17:54

Uma porta decorada com uma porta? HUMMMMM…

HAHAHAHAHAAHAHHAAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
SCOOBio 4 de novembro de 2019 - 16:55

Vim aqui só defender a atuação da Katie

Ela é incrível
Flw

Responder
planocritico 4 de novembro de 2019 - 17:08

Nossa… Acho bem fraquinha…

Abs,
Ritter.

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SCOOBio 4 de novembro de 2019 - 20:35

A emoção que me passou no episódio anterior…

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planocritico 5 de novembro de 2019 - 08:34

A única emoção que senti foi apatia, he, he, he…

Abs,
Ritter.

Responder
Beatrix Kiddo 1 de novembro de 2019 - 16:42

Concordo com quase tudo menos a trama do diggle e lyla achei desinteressante, previsível e chata. Apesar de não ter gostado dessa parte ate que o ep foi legalzinho as piadas foram verdadeiras sacadas, acho que será o melhor da temporada tirando o da crise é claro!
Agora quero ver como a porta e maçaneta vão sair na atuação kkkkkkk

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planocritico 1 de novembro de 2019 - 16:53

Sim, a trama do casal foi previsível pacas, mas pelo menos teve a função de “reunir” Diggle com Connor criança para fazer a relação deles como adultos funcionar melhor.

Porta e Maçaneta certamente serão meu fim. Eu estou até com medo do próximo episódio…

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 1 de novembro de 2019 - 11:43

Melhor episódio até agora!!!
Nunca na minha vida eu tinha ficado surpreso com um final de episódio de arrow e olha que surpresa agradável…..
Mas não vou me iludir eles vão dar um jeito de estragar isso tudo!!

Um abraço!!

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 12:25

Realmente, pensando nas temporadas anteriores, essa foi a primeira surpresa de verdade, daquelas que você realmente não espera.

Abs,
Ritter.

Responder
Henrique Braga 1 de novembro de 2019 - 08:53

Concordo com vc, se a série fizesse o básico seria muito boa. Tantos personagens ricos, histórias. Além de um ep redondo, o final foi muito legal !
Só faltam 7 agora kkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:19

E o pior é que o personagem tem uma penca de histórias bacanas na HQs…

Mas sim, “só” faltam sete agora…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 1 de novembro de 2019 - 08:18

Passando aqui só pra trazer meus sentimentos pra vc Ritter..força que essa desgraça tá acabando, pelo q li é a última temporada hahahha

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:19

Sim, a última! Mas vai ter um spin-off da filha dele…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 1 de novembro de 2019 - 15:28

Hahahaa pqp pra que isso pelo amor hahahahaha

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 15:28

Ué, o negócio é fazer $$$$$$. Se entrar grana, eles farão spin-off até da Liga dos Assassinos (que agora será, ridiculamente, Liga dos Heróis) ou uma sitcom sobre a família do Monitor…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 1 de novembro de 2019 - 15:38

Uma sitcom sobre a família do Monitor acho que dá mais jogo

planocritico 1 de novembro de 2019 - 15:58

Se fizerem, já sabe: você ouviu primeiro AQUI!!!

Abs,
Ritter.

Vitor Guerra 31 de outubro de 2019 - 23:48

O que houve com as críticas de Flash?

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 00:47

O crítico é lento, he, he, he…

Brincadeira. Ele está de férias. Quando voltar ele vai correr para tirar o atraso!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 1 de novembro de 2019 - 08:18

Que sorte do crítico de tá em férias e não precisar analisar aquela merda de série hahahahha

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:19

HAHAHAHHAAHAHAHAHAHA

Boa! Mas ele terá que analisar sim quando voltar!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 31 de outubro de 2019 - 23:25

A sexta temporada foi mais que mediano esse milagre pode acontecer na última ainda?

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 00:47

Olha, acho difícil…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 31 de outubro de 2019 - 22:49

Sobre a direção do episódio eu senti q até a ação foi mais bem dirigida com uma camêra q treme, mas bem menos q o normal da série, planos bem mais longos e uma coreografia menos repetitiva q de prache. Nada espetacular, mas acima da média. Esse episódio foi realmente melhor focando em uma única linha narrativa bem menor em escopo q o segundo episódio, mas mt melhor que aql (o q não é mt coisa), o Stephen Ammel é um péssimo ator, mas ele tem química com a Willa Holland (ou a melhor atriz da série que não teve a personagem morto, ou não é um grilo falante irritante) e por isso a interpretação, nível porta, dele não foi tão sofrível. O final foi realmente surpreendente e por favor mantenham a Zoe morta, já fzrm a pataquada de não matar uma personagem com a Tatsui no ep 2, com direito a Lareu Deus Ex Machina, se fizerem isso de novo eu provavelmente dropo da série e bom, dps desse ep e do final do 4° de Flash pra mim quase não resta dúvidas de q o monitor é o vilão, uma forma reversa do plot twist de Capitã Marvel, mas q aql filme não deixou tão óbivio.

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:19

Concordo que a Will consegue até tornar suportável a atuação do Stephen… Mas é a única que consegue!

Estou com você sobre a Zoe, mas eu duvido muito que ela permaneça morta…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 31 de outubro de 2019 - 22:38

Se isso significar que pelo menos não teremos mais flashforwards, já será uma vitória, ainda que aturar Stephen Amell (categoria dramática: porta) ocupando o mesmo espaço de tela de Katherine McNamara (categoria dramática: maçaneta) não será tarefa fácil. Isso pq ainda não tiveram q contracenar com a Ruby Rose (categoria dramática: fechadura), se bem q ela tem seu carisma, mas mesmo assim é super inexpressiva

Responder
Laís S. 1 de novembro de 2019 - 03:01

O bom é que, se juntar os três, já dá pra bater a porta na cara de Iris.
Não consigo nem contar quantos coelhos dá pra matar com essa cajadada.

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:19

Olha, daria um excelente guisado!

Abs,
Ritter.

Responder
Nelson 1 de novembro de 2019 - 16:31

ainda bem que o crossover não chamou a Lana de Smalville, só isso seria mais do motivo para o Anti-Monitor acabar com tudo kkk.

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 16:42

Quase não vi Smallville, então nem me lembro dela!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 1 de novembro de 2019 - 19:13

Mas a diferença entre eles e a Iris é que a Candice Patton sabe atuar

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 19:48

Há controvérsias!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 1 de novembro de 2019 - 20:10

Kkkkkkkkkkk. A personagem é horrível, mas a Candice tem talento, vai

planocritico 1 de novembro de 2019 - 21:26

Talento é um conceito subjetivo… Talvez em termos comparativos no Arrowverse, quem sabe?

Abs,
Ritter.

planocritico 1 de novembro de 2019 - 12:25

Eu só a vi atuando no crossover do ano passado e não deu nem para julgar direito, mas não tenho esperanças…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 1 de novembro de 2019 - 20:10

Quando vi o crossover eu tive muita expectativas pra interpretação dela, mas aí chegou Batwoman eu brochei

Responder
Gabriel Filipe 1 de novembro de 2019 - 20:10

Quando vi o crossover eu tive muita expectativas pra interpretação dela, mas aí chegou Batwoman eu brochei

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 21:26

Pretendo passar longe de Batwoman…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 31 de outubro de 2019 - 22:38

A indagação que você faz é realmente interessante, se Arrow ligasse mais pra desenvolver os personagens e as tramas, mesmo com um elenco fraco, seria uma das melhores séries do gênero. Acontece que pra isso a série precisaria ter trocado todos os roteiristas, ou ao menos na hora da troca de Showrunner colocasse um melhor, pq geralmente qdo séries trocam de Showrunner vira uma bagunça gigante, mas qdo o mesmo é compete ele pd fzr milagres, um exemplo é o Eric Wallace agr em flash, dps das fatidicas 3° e 5° temporadas e a apenas ok 4° temporada a série precisava de agm pra chegar e botar ordem na casa e até agr o Eric Wallace tá fzdo oq pd ser a melhor temporada da série inteira. Arrow é o maior potencial desperdiçado da CW, imagino q se a série tivesse gente competente na frente e atras das camêras (com menos eps tbm) pdria ser a melhor série de heróis de todos os tempos com uma pegada mais urbana e uma boa exploração dos traumas do herói, além de um elenco melhor e uma direção menos burocrática (dei uma de Giba qdo falei da direção kkkk) pdria ser uma série q a gente ia olhar e dizer: as séries de heróis deviam ser mais como Arrow, mas na realidade qrms q sejam menos como Arrow, menos o Ritter pq aí é a série favorita dele

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:30

A chave é o showrunner e a intenção da série. Se o objetivo é nivelar por baixo, eles conseguiram e merecem uma medalha. Mas o material é tão rico que dariam histórias incríveis na série sem muito esforço e ainda conseguiriam abranger o mesmo tipo de público.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Augusto 31 de outubro de 2019 - 21:38

Já imaginou que surpresa agradável seria para o Ritter se a nossa querida Felicity abandonasse a filha bebê para ver a filha adulta, não seria lindo? Kkkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:30

Estou lendo rumores por aí que ela vai voltar mesmo…

Já estou passando mal só de pensar…

Abs,
Ritter.

Responder
Josué de Morais 2 de novembro de 2019 - 18:07

Rumores confirmados ela estará de volta, para nossa alegria

Responder
planocritico 2 de novembro de 2019 - 18:44

Mal posso esperar…

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 31 de outubro de 2019 - 20:37

Fiquei sabendo pelos bastidores que a nota na verdade é um 3/3

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 12:25

Maldito! Descobriu meu segredo!!!

HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 31 de outubro de 2019 - 20:37

Eu achei o episódio mediano , daria 2,5 estrelas , tinha umas coisas muito nada a ver : Eu achei que quando o Oliver disse que conhece um membro , eu pensei : nossa , Malcom Marlyn de volta ? O melhor personagem da serie (eu considero) ? Mas trazem a Talia , que digamos , é bem menos interessante.
A trama do futuro continuou chata , eu sinceramente não Etendo metade do que aacontecesse ( e não tenho muita vontade também não ) , as duas melhores cenas foram (inacreditavelmente ) o da Thea com o irmão , que terminou de uma forma patética e batida ( se contar pra alguém te mato ) e a inesperada morte da Zoe , que eu acho que vai ressuscitar.
Enfim , melhor episódio da temporada de longe , teve alguns bons elementos , um final realmente inesperado , gostei da Thea nesse episódio também , agora e só esperar os produtores estragarem o próximo episódio fazendo Oliver e sua filha indo numa missão atrás de outro diário/ pergaminho/alguma coisa. (Eu não duvido nada que isso aconteça).

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 14:30

2,5 estrelas é justo. Dei meia estrela a mais pelo plot twist no final e pela simpatia da Willa Holland.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 1 de novembro de 2019 - 20:21

Sei, vc tirou 2 estrelas da sua nota pro pessoal do PC não de criticarem por ser parcial com a sua série FAVORITA

Responder
planocritico 1 de novembro de 2019 - 21:26

Dá próxima vez vou assumir meu amor por Arrow e dar logo 15 estrelas!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 31 de outubro de 2019 - 18:45

Uau, uma not relativamente alta, animei agr

Responder
planocritico 31 de outubro de 2019 - 19:01

Não vai se acostumando não…

HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 31 de outubro de 2019 - 18:45

”Se isso significar que pelo menos não teremos mais flashforwards, já será uma vitória, ainda que aturar Stephen Amell (categoria dramática: porta) ocupando o mesmo espaço de tela de Katherine McNamara (categoria dramática: maçaneta) não será tarefa fácil.”

Confesso que ri ALTO. HAUAHUAH maiores verdades nunca foram ditas. A coitada herdou todo o ”carisma” do papai.

Sobre o ep, achei morno. Essa caça ao objeto da vez foi bem previsível, mas não ruim. E concordo sobre a Willa Holland, sempre achei ela a melhor do elenco (nada difícil)

O final realmente me surpreendeu, primeiro pela morte da Zoe (obviamente será revertida, é o arrowverse, você só morre se não for importante ou se o ator vai sair da série), e pelo fim abrupto de todo mundo reunido. Fazia tempo que não me surpreendia realmente com um final dessas séries.

PS: Pelo menos dessa vez o Oliver não vestiu uniforme, algo que ja devia ter feito no episódio passado.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2019 - 19:01

Esqueci de falar que ele não veste o uniforme e nem faz voz de super-herói. Outro ponto positivo!

Abs,
Ritter.

Responder
Jefferson Thiago Coutinho 31 de outubro de 2019 - 19:15

Qual motivo de nao querer o Oliver usando o uniforme nos episodios porque a identidade foi revelada ?

Responder
planocritico 31 de outubro de 2019 - 19:30

Sim. E não é nem o uniforme em si, mas sim mais a máscara e a voz rouca de super-herói, ambos usados no episódio anterior sem razão alguma.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 31 de outubro de 2019 - 22:38

Se isso significar que pelo menos não teremos mais flashforwards, já será uma vitória, ainda que aturar Stephen Amell (categoria dramática: porta) ocupando o mesmo espaço de tela de Katherine McNamara (categoria dramática: maçaneta) não será tarefa fácil. Isso pq ainda não tiveram q contracenar com a Ruby Rose (categoria dramática: fechadura), se bem q ela tem seu carisma, mas mesmo assim é super inexpressiva

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