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Crítica | Arrow – 8X04: Present Tense

por Ritter Fan
120 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas das temporadas anteriores.

O quarto episódio de Arrow tinha em mãos um dos melhores e ao mesmo tempo mais batidos artifícios da ficção científica: a viagem no tempo. E, mesmo assim, no lugar de criarem algo memorável para além da reunião entre pais e filhos, os showrunners e roteiristas fizeram novamente só o básico, repetindo diálogos carregados de elementos melosos e com um ritmo narrativo tão apressado que mal dá tempo para perceber como a trama é fraca e sem sentido, o que, obviamente, é todo o objetivo mesmo. Seja como for, no final das contas e considerando a média qualitativa dos episódios da série, Present Tense foi mais um que “se destacou”, assim mesmo, entre aspas.

A primeira coisa que ficou clara é que o maior problema dos flashforwards era a história que eles contavam e não necessariamente os personagens. A decisão da produção de trazer Mia, Connor e William para o presente – sem ressuscitar Zoe imediatamente e sem explicar logo de cara o porquê de isso ter acontecido! – de surpresa ao final de Leap of Faith mostra-se acertada e uma forma de efetivamente preparar o terreno para que a “nova geração” de arqueiros carregue nas costas uma série solo. Claro que o destaque fica por conta do encontro dos grandes portentos dramáticos, ou seja, de Stephen Amell com Katherine McNamara, que resultou exatamente no que imaginava que resultaria: momentos desconcertantes de vergonha alheia que, de tão ruins, conseguem até divertir, mais ou menos como Ian Ziering e Tara Reid em Sharknado. Chega a dar vontade de aplaudir a capacidade da produção, entre provavelmente centenas de candidatos, de terem escolhido justamente uma atriz que é Amell na versão feminina. Perto das sequências com os dois, todas as demais interações, até as de William com o pai, pareceram dignas de Oscar.

Ultrapassado esse momento histórico na televisão mundial, a trama na linha de “mudar o futuro” e que envolve o início da gangue dos Exterminadores que Mia e companhia estavam enfrentando, é simpática, mas cansada, repetitiva e corrida. Desde a relutância dos jovens em contar a seus pais toda a verdade, até a “descoberta” da identidade do líder da gangue, passando por ataques de raivinha de Rene e John – que já são grandinhos demais para ficarem fazendo biquinho o tempo todo – e as inevitáveis pazes, abraços e beijos, tudo pode ser resumido a oportunidades desperdiçadas com um episódio que pesa por ter uma enorme “barriga” narrativa, desnecessariamente espremendo a ação propriamente dita, que mais uma vez conta com Oliver inexplicavelmente usando máscara, em algo como sete minutos ao final, ação essa que é conveniente demais na base da decodificação de planos por Curtis, retiradas de fios (não o azul, nunca o azul!) de bomba por Connor e o obrigatório momento “não mate o bandido, você é melhor do que isso”, tudo retirado do Manual Arrow de Clichês Narrativos.

É interessante notar, porém, como o recrutamento de Oliver pelo Monitor aos poucos vai perdendo o sentido. Afinal, dramaticamente, o herói foi obrigado a abandonar Mia e Felicity para iniciar uma cruzada para salvar o multiverso; mas tudo o que ele fez até agora foi visitar a finada Terra-2 e, depois, voltar para a Terra-1. Todo o chororô finalista de “vou morrer”, “tenho que me sacrificar pelo bem comum” não parece muito diferente do que uma semana normal para o Arqueiro quando ele agia a partir de Star City (lembre-se que ele viajava secretamente para nações africanas, Oriente Médio e para a Rússia na medida em que a falta de imaginação dos roteiristas exigia). Sim, é estranho que Felicity não esteja por perto – devo estar com febre alta e delirante para escrever algo que se pareça com um desejo de que ela volte… -, mas largar sua família para dedicar-se a viajar pelo multiverso na base de teletransportes instantâneos parece-me um pouco demais para justificar uma linha narrativa que começa a esfacelar-se sob o peso de uma temporada final baseada em nostalgia apenas.

Com isso, o lado de viagem no tempo e reunião de linhas temporais que era ouro para esse episódio fica jogado ali no canto, como se fosse um detalhe irrelevante que não precisava ser explorado para além de momentos pseudo-emocionantes. Some-se a isso as limitações dramáticas do elenco e o esforço risível dos roteiristas em criar diálogos que não pareçam uma sucessão de frases feitas e pronto, uma premissa que poderia ser facilmente explorada, resultando em algo bom, torna-se apenas um arremedo de história que faz com que Present Tense consiga alcançar, com esforço, a mediocridade. Nada como ter um público fiel que assistirá e gostará sem reservas do que quer que os showrunners coloquem na tela para justificar qualquer coisa no roteiro, não é mesmo?

Arrow – 8X04: Present Tense (EUA, 05 de novembro de 2019)
Showrunners: Marc Guggenheim, Beth Schwartz
Direção: Kristin Windell
Roteiro: Oscar Balderrama, Jeane Wong
Elenco: Stephen Amell, David Ramsey, Katherine McNamara, Ben Lewis, Joseph David-Jones, LaMonica Garrett, Katie Cassidy, Charlie Barnett, Andrea Sixtos, Audrey Marie Anderson, Rila Fukushima, Kelly Hu, Willa Holland, Lexa Doig, Jamie Andrew Cutler, Echo Kellum, Rick Gonzalez, Juliana Harkavy
Duração: 42 min.

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54 comentários

Garimpo TUBE 10 de maio de 2020 - 20:39

Depois desse episódio eu achei incoerente o futuro de Star City continuar o mesmo, bem como os personagens do futuro permanecerem tendo o mesmo fim e personalidade, o que justificaria não ter sentido criar um spin-off.

Responder
planocritico 11 de maio de 2020 - 13:20

Incoerência é o nome do meio dessa série!

Abs,
Ritter.

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Marcelo Farias 9 de novembro de 2019 - 13:51

Uma palavra resume esse episódio: Decepção!!
Essa trama dos exterminadores me dá muito sono, além de não ter nada a ver com a crise, ou seja esse episódio é filler.
Agora me explica COMO ARROW CONSEGUE TER UM EPISÓDIO FILLER NUMA TEMPORADA DE 10 EPISÓDIOS!!!!!!!!
Sem falar do resto das tramas:
Diggle se estranhando com connor e rene para no final ficar tudo bem.
Mia culpando Oliver por ter escolhido ser um herói, sendo que ela escolheu esse mesmo caminho.
As duas canários fazendo figuração o episódio todo(com exceção do final com laurel)
Que triste isso!!

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planocritico 12 de novembro de 2019 - 12:27

Até que não detestei tanto. Ficou ali no medíocre mesmo… Basicamente o padrão da série…

Abs,
Ritter.

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Wagner 9 de novembro de 2019 - 10:10

Nossa, que notão.

Responder
planocritico 12 de novembro de 2019 - 12:27

Achei mediano mesmo. Padrão Arrow.

Abs,
Ritter.

Responder
Isac Marcos 8 de novembro de 2019 - 16:27

2,5 estrelas para esse episódio tá de bom tamanho, sendo 2 delas apenas pelo fato de não ter tido os
flashforwards em 2040 (por motivos óbvios, é claro).
Foi ruim? Claro!!! As 2 portas arqueiras, os clichês, as atuações principais e secundárias e a falta total de lógica do seriado, da Crise e até de fazer link com os demais personagens do mesmo universo televisivo seguem a todo vapor, mas não ter 2040 já aliviou pacas, hein?! Rsrs.
Agora só faltam 6, muita força! Rsrsrs.

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planocritico 8 de novembro de 2019 - 20:04

Realmente, sem flashforward a coisa melhorou bem… Quero ver é se isso vai durar…

Abs,
Ritter.

Responder
Jackson Santos 8 de novembro de 2019 - 12:00

Como é absurdo as cenas de luta da Mia,a menina não tem força pra dar uma surra em homens claramente mais fortes que ela…E QUE USAM ARMADURA!

Ela me lembra a Nancy de Stranger Things, no aspecto físico

Esta série derivada com ela protagonista vai ser algo impossível de se assistir,rsrsrs.

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:23

É o que eu acho mesmo sobre a série derivada capitaneada por ela…

Abs,
Ritter.

Responder
Henrique Braga 8 de novembro de 2019 - 10:23

Eu da minha casa, somente com minhas redações faria uma 8s bem melhor, com roteiros melhores, não tem base, um produto expressivo como é Arrow ser tão ruim assim. Não tem base, queria saber onde a serie se perder depois das 2 primeiras temporadas. Se alguém achar me avise.
Ritter vc sempre cirúrgico !!

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:23

Obrigado! É triste ver como um personagem bacana desses é desperdiçado…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 8 de novembro de 2019 - 10:17

Cadê as 5 estrelas pra esse drama shakesperiano e sua série favorita, Ritter?

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:23

A nota máxima é 3, então 2,5 é quase a nota máxima!!!

HAHAHHAAHAHHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 8 de novembro de 2019 - 23:56

Entendi

Responder
Gabriel Filipe 8 de novembro de 2019 - 09:53

Esse episódio foi perfeito, só pela chance ver Ammel e Katherina tentando atuar, eu acho tão engraçado Ammel qrd expressar emoções e falar “diálogos” (com aspas mesmo). Eu achei esse eposódio chato e desinteressante, a cada nova cena eu me perguntava quanto tempo flatava pra acabar, o elenco é horrível, a trama do início do Deathstroke tem um charma, mas é quase secundária pq tem q dar espaço pro chororô dos Queen (o familinha insuportáve!l), a ação q eu até gostei no episódio passado, aq só flatava a câmera tremer pra chegar mo padrão Michael Bay, mds qto corte, eu sinto cansasso nos olhos com tanto corte em cena. O roteiro se limita a diálogos super artificiais, melodramas baratos, discurso motivacionais, gente, até Flash deu uma reduzida neles, qdo Arrow vai entender q eles são HORRÍVEIS uma trama principal interessante, mas subultilizada, além do dispédicio da viagem no tempo q poderia criar um episódio excelente, ou seja nada de novo em Arrow. A direção, sla pdiam ter posto uma torradeira pra fazer q ficava melhor, o último episódio (q foi apenas legal, mas virou o nível de comparação em relação a qualidade na temporada) dava pra perceber q tinha agm dirigindo, e bem por sinal, o episódio, esse aq eu só percebi mesmo na ação. Eu daria 2 pro episódio 0,5 por não voltarem com a Zoe, 0,5 pela trama dos exterminadores q não e de toda ruim, 0,5 por acabar com os flashfowards e 0,5 pelo final.

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:23

Sim, além dos problemas clássicos de roteiro, a direção em Arrow costuma ser no automático e, nessa temporada, a única vez que houve destaque nesse quesito foi justamente no episódio anterior, com a Canário no leme!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 8 de novembro de 2019 - 23:56

Ss, comparado a direção dos outros episódios a direção dela parece do Kubrik

Responder
planocritico 12 de novembro de 2019 - 12:28

Com certeza!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 8 de novembro de 2019 - 04:08

ótima crítica. Eu até que estou gostando dessa temporada, ta me divertindo, me entretendo. Não está excelente, mas ta melhor que Titãs sinceramente kkkk

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:23

Obrigado!

Não está excelente é muita bondade sua hein, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus ?

E não estou vendo a segunda temporada de Titãs, então nem sei o nível de ruindade lá…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 8 de novembro de 2019 - 15:42

KKKK Mas estou sendo sincera, apesar desse episodio, eu gostei dos anteriores. E nem veja sinceramente, o melhor episodio de Titãs foi o do Superboy, o 6, tem uns bonzinhos como o 7 e 8. De resto ta nivel The Flash.

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 20:03

Eita! Eu já não tinha gostado tanto da 1ª temporada de Titãs e, pelo visto, vou detestar essa 2ª…

Isso se eu chegar a assisti-la…

Abs,
Ritter.

Responder
Guest 12 de novembro de 2019 - 14:45

Conselho de um cara que lhe admira: nunca perca seu tempo com sidekicks. É de longe o pior conceito já criado nas HQs.

planocritico 12 de novembro de 2019 - 14:46

HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHA

Radical. Mas não está lá muito errado mesmo não…

Abs,
Ritter.

Guest 12 de novembro de 2019 - 14:46

Faz parte do meu show…kkkkkkk

planocritico 12 de novembro de 2019 - 15:07

Tá certo!

Abs,
Ritter.

Beatrix Kiddo 8 de novembro de 2019 - 00:14

E melhor não avisar a felicity, ainda não sabemos o efeito de viagem no tempo.
3 minutos depois…
E então pai sou bilionário, o rené será prefeito, tem também a iniciativa canário e é claro a zoe morreu mais passa bem e quem assassinou ela foi o JJ. Quase me esqueci star city e uma bagunça é só piorou depois que o muro caiu, agora as gangues dominaram e a corrupção corre solta : )
A VIAGEM TEMPORAL E BRINCADEIRA AGORA? https://uploads.disquscdn.com/images/3a3ed6b7428633d625e8052fdb4a867939a55b95cec9bc62120a222cba8b7032.png

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:24

@khaleesijones:disqus , EXATAMENTE. Acho que vou até apagar minha crítica e substituir pelo seu texto, pois ele é o resumo preciso do que faz Arrow ser ruim.

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 7 de novembro de 2019 - 23:54

Não suporto esses adolescentes irritantes,Curtis (Felicity homem) e esses imitadores do Deathstroke que são inferiores ao Slade Wilson (Manu Benett) pelo menos ele tinha uma presença ameaçadora!

Responder
planocritico 7 de novembro de 2019 - 23:54

HAAHHAHAHAAHAHAHAHAHA

Consigo sentir sua raiva daqui!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Nelson 7 de novembro de 2019 - 18:05

“É interessante notar, porém, como o recrutamento de Oliver pelo Monitor aos poucos vai perdendo o sentido.”

Se o Monitor na verdade for o Anti-Monitor, enganando o Oliver para montar o canhão de anti-matéria, faz um pouco de sentido sim.

O que está incomodando é porque sendo a Crise, por que ele ainda não falou com o Barry e vice e versa.

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 03:28

Mesmo que ele seja o Anti-Monitor, o que ele ganha com a separação de Oliver da família?

Mas a falta de “coordenação” com o Flash realmente não faz sentido…

Abs,
Ritter.

Responder
Alquimista das Chamas 8 de novembro de 2019 - 03:37

Talvez assim a Felicity faça algum acordo com o Monitor , como pode ser visto no final da setima temporada,com ela do futuro indo embora com ele.

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 03:40

A Felicity será a verdadeira vilã!

HAHAAHHAHAAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Nelson 8 de novembro de 2019 - 14:32

No caso o Anti-Monitor que tudo vire pó mesmo kkk

Responder
Guilherme Gomes 7 de novembro de 2019 - 18:04

Episódio até que assistivel,gostei da interação de pai e filohos( principalmente com as otimas atuações) , e realmente , eles estão em nostalgia mesma , nesse episódio colocaram todas as frases de efeito e clichês já existentes em Arrow e até em Flash( teve até a discussão que coisa a base inteira da 3 temporada de The Flash que é se pode ou não mudar o futuro), o qual faria todo o sentido de estar nesse episódio.
Enfim , devemos ter a Laurel Lance Sereia negra de novo ( não sei se isso é bom) e espero que o povo do passado continue aqui , porque mais episódios com flashes do futuro ninguém merece.

Responder
planocritico 7 de novembro de 2019 - 21:50

Tomara que continuem no presente mesmo!!! Flashforwards nunca mais!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 7 de novembro de 2019 - 18:04

É engraçado ver os americanos comentando sobre essa série. Já vi uns falando que o Amell merecia o Emmy (!!!) por sua atuação na cena do encontro com os filhos.

É por isso que essas séries duram tanto tempo, esse é o público hdiuasdhasiud

Responder
planocritico 7 de novembro de 2019 - 22:15

Sério?????? Cara, não sei nem o que dizer… Talvez eu esteja errado, não sei…

Mas eu JURO que o papel de parede da minha sala é mais expressivo que o Amell…

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 7 de novembro de 2019 - 23:55

HAHAHAHAH não tá errado não Ritter, ele nunca foi bom ator, ao menos em Arrow. O triste é que na vida real ele é super carismático e engraçado.

Mas ao menos pra mim é uma mostra de que o povo lá não é nada exigente. Katherine McNamara é ainda pior.

Na boa, eu só gostei do ator que fez o William.

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:24

Não tenho ideia como Amell é na vida real. Mas, diante das câmeras, ele é um terror e olha que nem exijo atuações incríveis em séries de super-herói, só algo passável…

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 8 de novembro de 2019 - 15:43

Eu sigo ele no instagram, é um cara bem divertido e sempre sorridente, o total oposto da série.

planocritico 8 de novembro de 2019 - 20:03

Ele é divertido e sorridente porque sabe que é um péssimo ator e mesmo assim todo mundo assiste a série!

HAHAHAAHHAHHAHAAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Gabriel Filipe 8 de novembro de 2019 - 07:53

Eu cheguei a conclusão q vc deve parar de comparar o Amel e Katherina com portas, elas são mais expressovas que ele

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 15:24

Verdade. Terei mais respeito com as portas, pode deixar!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 8 de novembro de 2019 - 23:57

O pior do Ammel como ator é que se ele fosse ruim só em Arrow talvez pudesse dar a entender q ele só caga pra série, oq levando em consideração a qualidade dela séria justificável, mas a questão é q ele é ruim em td projeto q ele faz

planocritico 12 de novembro de 2019 - 12:28

Eu ainda bem nunca o vi fora de Arrow…

Abs,
Ritter.

Gabriel Filipe 12 de novembro de 2019 - 20:48

Eu também não, mas as criticasa ele nos filmes das Tartarugas Ninja, que Deus me abençoou pra nunca ter visto, são as mesma que você faz

planocritico 12 de novembro de 2019 - 22:58

Ele é uma das tartarugas??? Afinal, elas são verdes também!

Abs,
Ritter.

Gabriel Filipe 13 de novembro de 2019 - 01:08

Kkkkkkk. Infelizmente ele não é uma delas, pagaria ingresso pra ver ele como uma tartaruga ninja kkkk

planocritico 13 de novembro de 2019 - 16:46

Também!

Abs,
Ritter.

Pedro Augusto 7 de novembro de 2019 - 17:24

Eu gostei da dinâmica, entre os atores, pai e filho e tals. Mas eu tava pensando… o Oliver n poderia em algum momento mencionar o flash para aconselhar de alguma forma esse problema, sabendo que ele já fez isso para salvar a mãe e tals?. Sabe, viagem no tempo é coisa dele, ele poderia usar a desculpa que eles tavam de férias e tals(oq aconteceu no episódio dessa semana) mas estranhei um pouco ninguem mensionar isso. Poderia até ser uma referência os filhos mencionarem a XS(ou n, sendo que no final da temporada de flash…né) acho que seria legal ver isso. Só queria um pouco mais de dinamismo entres as séries sobre essa crise multiversal. É certo meu pedido ou tô exigindo d+? Kkkkkkkk affs

Responder
planocritico 7 de novembro de 2019 - 18:05

Exato. Nem mencionam o especialista em viagem no tempo… Nem que fosse uma troca de mensagens via WhatsApp…

Abs,
Ritter.

Responder

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