Home FilmesCríticas Crítica | Batman: Gotham by Gaslight (2018)

Crítica | Batman: Gotham by Gaslight (2018)

por Luiz Santiago
199 views (a partir de agosto de 2020)
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SPOILERS!

Imaginem uma alternativa Era Vitoriana, onde Gotham vive sob dois grandes medos. Um deles, mais que uma incerteza, um certo alvoroço da opinião pública, é a presença do vigilante conhecido como Batman. O outro é o que de fato tem sido o horror da cidade, um assassino serial chamado Jack, o Estripador, que vem atacando mulheres nas ruas, sempre à noite, colocando a polícia e os cidadãos em estado de alerta. Esta é, basicamente, a visão geral de Batman: Gotham by Gaslight, a animação da DC Entertainment que adapta, em essência, a HQ Um Conto de Batman – Gotham City 1889, publicada nos Estados Unidos em 1989.

No original, a história de Brian Augustyn, com desenhos de Mike Mignola e finalização de P. Craig Russell se passa na Terra-19 (ou Terra-1889, antes dos Novos 52), em Viena, Londres e Gotham. A premissa dos quadrinhos é praticamente a mesma da animação e boa parte da ambientação macabra ainda se faz ver nesta versão de 2018. O que ocorre é que a adaptação do roteiro de James Krieg inventa uma aproximação muito grande e muito rápida entre Burce Wayne e Selina Kyle, a ponto de o filme parcialmente desviar-se do foco no serial killer — ou dos problemas de Wayne, que já são grandes o bastante para mantê-lo ocupado por muito tempo –, para focar em um proto-romance desajeitado e em uma relação de trabalho-esnobismo e cumplicidade entre ele e Selina, fator piorado pelo fato de ela descobrir a identidade heroica do ricaço da cidade pouco tempo depois de encontrá-lo em uma performance noturna.

Quem assina a direção aqui é Sam Liu, o mesmo de Batman: Ano Um (2011) — do qual foi co-diretor –, Batman: A Piada Mortal (2016) e Jovens Titãs: O Contrato de Judas (2017), além de uma série de outras animações da DC, o que o colocou, desde que foi escalado, em um posto alto de expectativa em relação ao que poderia fazer num Universo alternativo. Exclusivamente do ponto de vista da ação, o diretor faz um ótimo trabalho, pelo menos na primeira metade do filme. As perseguições do Estripador, as cenas de luta, o primeiro momento da Mulher-Gato servindo de isca para o assassino e a interessantíssima sequência de luta no zepelim (curiosamente, seguindo-se a uma terrível e duvidosa sequência em Arkham) são destaques visuais da fita e, mesmo que pareça tirar do Batman sua exímia capacidade de luta, consegue coisas muito interessantes com a criação de um cenário de tensão e dúvidas sobre o que de fato está acontecendo. 

É engraçado que quando se tem um bom diretor e uma boa equipe de animação, como é o caso aqui, por mais que o roteiro seja do tipo que “atira para todos os lados e depois finge que está atento ao tema principal“, como também é o caso aqui, muitas coisas ainda podem ser salvas ou destacadas no produto pronto. Notem como as cenas da primeira parte da obra são cheias de contrastes de mundos sociais e até emocionais, indo da riqueza de Bruce à insatisfação da Irmã Leslie com a incompetência da polícia diante dos assassinatos de mulheres; da inauguração de um empreendimento financiado por Wayne ao uso de crianças das ruas como intermediárias no crime por algum cooptador, e coisas do tipo. Tudo isso é ainda bem mediado pelas boas dublagens dos três personagens principais, feitas por Bruce Greenwood (Batman), Scott Patterson — que é quem mais nuances de interpretação nos entrega — (Gordon) e Jennifer Carpenter (Selina).

Infelizmente as aparições de Hugo Strange e principalmente de Harvey Dent parecem inócuas na história, funcionando mais como um rápido e meio entediante fan service. Talvez se o roteiro tivesse se preocupado menos com dificuldades bobas ou romances no meio do caminho, sobraria tempo para algumas cenas que contextualizassem melhor esses dois importantes indivíduos do Universo DC.

Existe um curioso uso de elementos históricos da Era Vitoriana e elementos ficcionais (à la steampunk) que se integram bem à trama, com exceção da parte final. Após a revelação de quem é o Estripador, o roteiro desembesta por uma interminável linha de resistência inútil da parte de Gordon, Síndrome de Mocinha em Perigo da parte de Selina e papel de “hoje é meu dia de apanhar” da parte do Batman. A diversão aqui vai até certo ponto, mas como a névoa e o perigo das ruas de Gotham City à noite, não dá para achar aceitável por muito tempo.

Batman: Gotham by Gaslight (EUA, 23 de janeiro de 2018)
Direção: Sam Liu
Roteiro: James Krieg
Elenco (vozes): Jennifer Carpenter, Bruce Greenwood, Tara Strong, Kari Wuhrer, Scott Patterson, Grey DeLisle, John DiMaggio, Anthony Head, Yuri Lowenthal, Lincoln Melcher, Bruce Timm, William Salyers, Chris Cox, Bob Joles, David Forseth
Duração: 78 min.

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42 comentários

Luís Vicente 16 de maio de 2020 - 22:55

Gostei do filme mais do q achei q fosse gostar, adorei a ambientação, adorei os personagens e as interações entre eles, gostei bastante de como o mistério se desenvolve no filme, acabando com uma revelação no mínimo inesperada, até aí p mim o filme estava incrível, mas decai DE MAIS no ato final, com situações que não condizem com o restante do filme, desde selina como mocinha indefesa, até gordon com um baita discurso explicando suas motivações que inclusive não fazem o menor sentido. Então p mim, apesar do filme ter um começo e meio incríveis, o final é MUITO FRACO, mas ainda assim continua sendo uma no mínimo boa experiência, por isso, daria 3,5 p filme

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 17 de maio de 2020 - 00:32

Se você ainda conseguiu se divertir na segunda metade, então tá beleza!

Responder
Tayná Fischer 5 de fevereiro de 2018 - 18:56

Pq vcs se estressam com isso ? Kkkk 🤷‍♀️

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2018 - 20:15

Com o que? hehehehe

Responder
Cristhian Lopes 5 de fevereiro de 2018 - 17:37

Animação bem legal, também achei que poderia ter retratado mais situações daquela época, pois ficou um pouco corrida a historia, mas nada que estrague, achei muito legal a revelação de quem era Jack!

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2018 - 18:50

A ambientação poderia se beneficiar muito mais se o roteiro fosse bom. A revelação, porém, parece algo unânime. Todos nós gostamos.

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2018 - 18:50

A ambientação poderia se beneficiar muito mais se o roteiro fosse bom. A revelação, porém, parece algo unânime. Todos nós gostamos.

Responder
Carolina Bastos 30 de janeiro de 2018 - 12:15

Espero que tenha continuação!!!! Eu quero mais!!!!

Responder
Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 12:26

A HQ original tem continuação, então é possível.

Responder
Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 12:26

A HQ original tem continuação, então é possível.

Responder
Carolina Bastos 30 de janeiro de 2018 - 01:14

Fiquei CHOCADA com a revelação de quem era o Jack!!! Juro que nunca imaginei que fosse o Gordon!!!!

Responder
Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 03:25

A revelação é pra chocar mesmo. Único elemento bem construído da trama, a meu ver.

Responder
Carolina Bastos 30 de janeiro de 2018 - 12:08

O filme inteiro eu fiquei imaginando que era o Harvey Dent!

Responder
Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 12:13

O subterfúgio deles para nos enganar funcionou direitinho! 😀

Responder
Carolina Bastos 30 de janeiro de 2018 - 12:13

E se funcionou! Me enganaram direitinho!!!

Carolina Bastos 30 de janeiro de 2018 - 12:13

E se funcionou! Me enganaram direitinho!!!

Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 12:13

O subterfúgio deles para nos enganar funcionou direitinho! 😀

Responder
Tayná Fischer 5 de fevereiro de 2018 - 18:54

Não gostei
Pq colocar o Gordon q sempre foi bom no papel do Jack 😔🤷‍♀️

Responder
Carolina Bastos 5 de fevereiro de 2018 - 22:53

Também queria que tivesse sido outro…

Responder
Tayná Fischer 5 de fevereiro de 2018 - 18:54

Não gostei
Pq colocar o Gordon q sempre foi bom no papel do Jack 😔🤷‍♀️

Responder
Carolina Bastos 30 de janeiro de 2018 - 01:13

Só posso concordar com tudo. Nunca a Mulher Gato ia ficar com aquela pose de mocinha em perigo! JAMAIS!!! Poxa, o filme inteiro mostrou ela destemida, mandando chicotada a torto e a direito e do nada, no finalzinho, ela vai e medra? Só se justifica se ela tiver medo de fogo, né?

Responder
Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 03:29

Pois é. Isso se justificaria nesse situação de medo do fogo. Mas é tipo uma “carta na marga” que só teria real efeito se o roteiro tivesse trazido à tona antes. Porque assim, do nada, ficou com a maior cara de história mal organizada. E se o “medo do fogo” for mesmo a intenção, é um furo de roteiro absurdo!

Responder
Luiz Santiago 30 de janeiro de 2018 - 03:29

Pois é. Isso se justificaria nesse situação de medo do fogo. Mas é tipo uma “carta na marga” que só teria real efeito se o roteiro tivesse trazido à tona antes. Porque assim, do nada, ficou com a maior cara de história mal organizada. E se o “medo do fogo” for mesmo a intenção, é um furo de roteiro absurdo!

Responder
Anônimo 28 de janeiro de 2018 - 09:41
Responder
Luiz Santiago 28 de janeiro de 2018 - 13:28

A revelação foi legal mesmo. A surpresa se segura até um tempo ideal na história e, querendou ou não, choca bastante. E tem a cara da época, essas coisas. Pena que o envolto nessa revelação é absurdamente mal trabalhado no meu ponto de vista. Mas pelo visto nossa opinião não diverge, em termos de percepção geral, tanto assim. Já que você daria ali 0,5 a mais. hehehehe

Responder
Luiz Santiago 28 de janeiro de 2018 - 13:28

A revelação foi legal mesmo. A surpresa se segura até um tempo ideal na história e, querendou ou não, choca bastante. E tem a cara da época, essas coisas. Pena que o envolto nessa revelação é absurdamente mal trabalhado no meu ponto de vista. Mas pelo visto nossa opinião não diverge, em termos de percepção geral, tanto assim. Já que você daria ali 0,5 a mais. hehehehe

Responder
Brenno 27 de janeiro de 2018 - 21:34

Excelente animação.
Mesmo com todas as “justificativas”, acredito que merecia uma nota maior.

Responder
Brenno 27 de janeiro de 2018 - 21:34

Excelente animação.
Mesmo com todas as “justificativas”, acredito que merecia uma nota maior.

Responder
Luiz Santiago 27 de janeiro de 2018 - 21:46

As justificativas, sem aspas, na verdade são produto de uma análise crítica e a nota condiz com o que foi analisado. Não é alta ciência, é bem fácil compreender. O que não tira a vontade de você ou qualquer outra pessoa amar, louvar, exaltar e achar a animação uma obra-prima estupenda.

Veja, a crítica não “deveria” fazer isso ou aquilo; a nota não “deveria” ser esta ou aquela. Da mesma fora que sua opinião não “deveria” ser esta ou aquela. As opiniões diferentes, colocadas com argumentos (e o texto está cheio deles, sem aspas, basta ler e não bancar o engraçadinho ou infectado pelo vírus do “só vejo o que me convém”) é o verdadeiro motivo do diálogo proposto pela crítica. E isso não tem nada a ver com concordar e discordar. Concordar e discordar é outro departamento. Algo natural, parte da convivência humana e que engloba tudo. Mas tem a ver com ter maturidade de alguém acima de 2,5 anos. E tem a ver com assumir a opinião alheia como dada e discutir, pormenorizadamente, com ela, apresentando seus próprios pensamentos e justificando suas próprias escolhas, concordâncias e discordâncias. Não dizer o que a crítica deveria ser. Ou o que a nota deveria ser. Isso se chama “MUNDO, ME MIME, POR FAVOR!!!”. E não é assim que a coisa funciona. Eu não mimo nem as pessoas que merecem, quanto mais…
https://uploads.disquscdn.com/images/52562a4569c53fca31c04ba32c7e359b0035b2a86c95d9c54b2e24a8c368f88e.jpg

Responder
Luiz Santiago 27 de janeiro de 2018 - 21:46

As justificativas, sem aspas, na verdade são produto de uma análise crítica e a nota condiz com o que foi analisado. Não é alta ciência, é bem fácil compreender. O que não tira a vontade de você ou qualquer outra pessoa amar, louvar, exaltar e achar a animação uma obra-prima estupenda.

Veja, a crítica não “deveria” fazer isso ou aquilo; a nota não “deveria” ser esta ou aquela. Da mesma fora que sua opinião não “deveria” ser esta ou aquela. As opiniões diferentes, colocadas com argumentos (e o texto está cheio deles, sem aspas, basta ler e não bancar o engraçadinho ou infectado pelo vírus do “só vejo o que me convém”) é o verdadeiro motivo do diálogo proposto pela crítica. E isso não tem nada a ver com concordar e discordar. Concordar e discordar é outro departamento. Algo natural, parte da convivência humana e que engloba tudo. Mas tem a ver com ter maturidade de alguém acima de 2,5 anos. E tem a ver com assumir a opinião alheia como dada e discutir, pormenorizadamente, com ela, apresentando seus próprios pensamentos e justificando suas próprias escolhas, concordâncias e discordâncias. Não dizer o que a crítica deveria ser. Ou o que a nota deveria ser. Isso se chama “MUNDO, ME MIME, POR FAVOR!!!”. E não é assim que a coisa funciona. Eu não mimo nem as pessoas que merecem, quanto mais…
https://uploads.disquscdn.com/images/52562a4569c53fca31c04ba32c7e359b0035b2a86c95d9c54b2e24a8c368f88e.jpg

Responder
Identitarismo é doença 27 de janeiro de 2018 - 15:29

O desenho é muito bom.
Na verdade, o vilão ser quem é no desenho é muito melhor do que a solução da HQ.
Você não apresentou UM motivo para essa nota baixa.
Hater

Responder
Identitarismo é doença 27 de janeiro de 2018 - 15:29

O desenho é muito bom.
Na verdade, o vilão ser quem é no desenho é muito melhor do que a solução da HQ.
Você não apresentou UM motivo para essa nota baixa.
Hater

Responder
Luiz Santiago 27 de janeiro de 2018 - 18:22

Não, o desenho não é muito bom.
E pior: você não leu o texto. Ele está REPLETO de justificativas, todas plenamente contextualizadas.
Mas eu já tô acostumado com gente como você.
Tagueia mais, que tá pouco. E passa na lojinha pra pegar lencinho de papel, porque quando começa assim, o choro demorará passar…
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Responder
Charles Arkanjo 28 de janeiro de 2018 - 21:02

Cara na verdade tu é muito chato!

Responder
Charles Arkanjo 28 de janeiro de 2018 - 21:02

Cara na verdade tu é muito chato!

Responder
Luiz Santiago 29 de janeiro de 2018 - 00:41

Claro que eu sou muito chato!
Eu sou chato pra caralho!
Eu sou o PREFEITO DOS CHATOS.
Eu sou o REI dos chatos.
Eu sou o Imperador,
Mestre,
Guru,
Guia,
o Flautista de Hamelin dos chatos.
Meu nome do meio é chato.

Mas eu sei me colocar e dizer o que gosto e não gosto;
Não entro nos lugares procurando aval para o que eu penso;
Ou saio fazendo bico e choramingando uma vibe Jardim II.

Sigo chato, então. Bem melhor que todo o resto aí.

Responder
Hugo Paiva 1 de fevereiro de 2018 - 22:46

Quanto mimimi kk se a animação ao menos fosse boa.

Responder
𝙲𝚎𝚛𝚜𝚎𝚒 𝙻𝚊𝚗𝚗𝚒𝚜𝚝𝚎𝚛 5 de fevereiro de 2018 - 02:12

Pela primeira vez tive a audácia de ler os comentários primeiro em vez do texto, e depois de ver o tipo de coisa que o próprio autor comenta, resolvi não ler 🙂
”Não, o desenho não é muito bom. E pior: você não leu o texto. Ele está REPLETO de justificativas, todas plenamente contextualizadas.” Amigo, respeite opiniões alheias, até porque gosto é uma coisa subjetiva, e ninguém é obrigado a concordar com o que você fala, pelo contrário, qualquer um pode chegar aqui e discordar de tudo o que você falou pelo simples fato de você estar em um local público, então se não sabe lidar com críticas e com gostos pessoais, não poste críticas em um site. Eu gostei do filme, não tanto do final, mas gostei, daria de boa um 7 porque o gosto é meu e a opinião é minha. Parabéns, pois é a primeira e única vez que frequentarei esse site. Passar bem!

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2018 - 04:20

1 – Legal. A vida é sua, BB, faça o que bem entender.

2 – “Amigo, respeite opiniões alheias” — Não houve desrespeito algum. Se você viu algum desrespeito ou é porque não leu direito ou, assim como o assecla acima, está inventando coisa. Melhore.

3 – “até porque gosto é uma coisa subjetiva” — quem disse que não? A diferença é que a minha opinião aí está exposta cheia de argumentos e análise técnica e estética para quem quiser ver. Tente outra.

4 – “e ninguém é obrigado a concordar com o que você fala” — onde está escrito isso? OOOOHHH EM CANTO NENHUM!!! Quem disse isso foi você. Que coisa, hein?

5 – “pelo contrário, qualquer um pode chegar aqui e discordar de tudo o que você falou pelo simples fato de você estar em um local público” — você pode discordar do que você quiser, xuxu. O espaço que eu disponibilizo não te dá carteirinha branca para achar que um comentário pseudo-emotivo e todo sentidozinho tira o foco de uma argumentação que você não fez até agora, mas resolveu pintar uma tour contra o crítico malvadão. Aqui, isso não cola. Tente na escola da Lana Del Rey.

6 – “então se não sabe lidar com críticas e com gostos pessoais, não poste críticas em um site.” — eu faço e posto críticas aonde eu quiser, BB. Ainda mais no MEU site. Quando e se tiver o seu (caso não tenha) aí você dá suas ordens e faz as coisas do seu jeito. Experimenta. A propósito, se eu não soubesse aceitar críticas uns negócios como esse teu e do teu amiguinho aí em cima nem estariam aqui. Onde está teu Deus agora? Novamente: não inventa coisas, melzinho de cardo. As evidências estão aí pra de desmentir, amendoim da pradaria!

7 – “Eu gostei do filme, não tanto do final, mas gostei” – Tá, ué.

8 – “daria de boa um 7 porque o gosto é meu e a opinião é minha.” – Tá, ué.

9 – “Parabéns, pois é a primeira e única vez que frequentarei esse site.” — Nooooosssa, melhor notícia! VÁ COM DEUS!

10 – “Passar bem!” — Oh, eu sempre passo bem!

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2018 - 04:20

1 – Legal. A vida é sua, BB, faça o que bem entender.

2 – “Amigo, respeite opiniões alheias” — Não houve desrespeito algum. Se você viu algum desrespeito ou é porque não leu direito ou, assim como o assecla acima, está inventando coisa. Melhore.

3 – “até porque gosto é uma coisa subjetiva” — quem disse que não? A diferença é que a minha opinião aí está exposta cheia de argumentos e análise técnica e estética para quem quiser ver. Tente outra.

4 – “e ninguém é obrigado a concordar com o que você fala” — onde está escrito isso? OOOOHHH EM CANTO NENHUM!!! Quem disse isso foi você. Que coisa, hein?

5 – “pelo contrário, qualquer um pode chegar aqui e discordar de tudo o que você falou pelo simples fato de você estar em um local público” — você pode discordar do que você quiser, xuxu. O espaço que eu disponibilizo não te dá carteirinha branca para achar que um comentário pseudo-emotivo e todo sentidozinho tira o foco de uma argumentação que você não fez até agora, mas resolveu pintar uma tour contra o crítico malvadão. Aqui, isso não cola. Tente na escola da Lana Del Rey.

6 – “então se não sabe lidar com críticas e com gostos pessoais, não poste críticas em um site.” — eu faço e posto críticas aonde eu quiser, BB. Ainda mais no MEU site. Quando e se tiver o seu (caso não tenha) aí você dá suas ordens e faz as coisas do seu jeito. Experimenta. A propósito, se eu não soubesse aceitar críticas uns negócios como esse teu e do teu amiguinho aí em cima nem estariam aqui. Onde está teu Deus agora? Novamente: não inventa coisas, melzinho de cardo. As evidências estão aí pra de desmentir, amendoim da pradaria!

7 – “Eu gostei do filme, não tanto do final, mas gostei” – Tá, ué.

8 – “daria de boa um 7 porque o gosto é meu e a opinião é minha.” – Tá, ué.

9 – “Parabéns, pois é a primeira e única vez que frequentarei esse site.” — Nooooosssa, melhor notícia! VÁ COM DEUS!

10 – “Passar bem!” — Oh, eu sempre passo bem!

Responder
Luiz Santiago 5 de fevereiro de 2018 - 04:27

NOTA: olha só o teu tipo: li os comentários. Fiquei toda magoadinha com o que o crítico falou. Aí resolvi ser revolucionária: não li o texto. Mas resolvi dar uma de Vovó Joaninha e inventar coisas, ver coisas onde não tem, fingir que não tem coisas onde tem e ainda esperneei criando o mito de que “aceitar crítica” é bater palminha, se lambuzar no açúcar mascavo e fazer festa do boi no banquete da iva toda vez que alguém vem aqui e, em vez de propor um debate, fala qualquer bobagem estéril sobre qualquer coisa e acha que a pessoa do outro lado não deve responder a isso como se deve. Ahã. Senta lá, Claudia. Tá no lugar errado, fia. Se eu não aceitasse crítica teu comentário sequer estaria aqui, te fazendo passar vergonha. E nem eu estaria me divertindo tanto respondendo a ele.

1 – Tu já começou errado.

2 – “Amigo, respeite opiniões alheias” — Não houve desrespeito algum. Se você viu algum desrespeito ou é porque não leu direito ou, assim como o assecla acima, está inventando coisa. Melhore.

3 – “até porque gosto é uma coisa subjetiva” — quem disse que não? A diferença é que a minha opinião aí está exposta cheia de argumentos e análise técnica e estética para quem quiser ver. Tente outra.

4 – “e ninguém é obrigado a concordar com o que você fala” — onde está escrito isso? OOOOHHH EM CANTO NENHUM!!! Quem disse isso foi você. Que coisa, hein?

5 – “pelo contrário, qualquer um pode chegar aqui e discordar de tudo o que você falou pelo simples fato de você estar em um local público” — você pode discordar do que você quiser, xuxu. O espaço que eu disponibilizo não te dá carteirinha branca para achar que um comentário pseudo-emotivo e todo sentidozinho tira o foco de uma argumentação que você não fez até agora, mas resolveu pintar uma tour contra o crítico malvadão. Aqui, isso não cola. Tente na escolinha da Lana Del Rey.

6 – “então se não sabe lidar com críticas e com gostos pessoais, não poste críticas em um site.” — eu faço e posto críticas aonde eu quiser, BB. Ainda mais no MEU site. Quando e se tiver o seu (caso não tenha) aí você dá suas ordens e faz as coisas do seu jeito. Experimenta. A propósito, se eu não soubesse aceitar críticas uns negócios como esse teu e do teu amiguinho aí em cima nem estariam aqui. Onde está teu Deus agora? Novamente: não inventa coisas, melzinho de cardo. As evidências estão aí pra de desmentir, amendoim da pradaria!

7 – “Eu gostei do filme, não tanto do final, mas gostei” – Tá, ué.

8 – “daria de boa um 7 porque o gosto é meu e a opinião é minha.” – Tá, ué.

9 – “Parabéns, pois é a primeira e única vez que frequentarei esse site.” — Nooooosssa, melhor notícia! VÁ COM DEUS!

10 – “Passar bem!” — Oh, eu sempre passo bem!

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𝙲𝚎𝚛𝚜𝚎𝚒 𝙻𝚊𝚗𝚗𝚒𝚜𝚝𝚎𝚛 5 de fevereiro de 2018 - 02:12

Pela primeira vez tive a audácia de ler os comentários primeiro em vez do texto, e depois de ver o tipo de coisa que o próprio autor comenta, resolvi não ler 🙂
”Não, o desenho não é muito bom. E pior: você não leu o texto. Ele está REPLETO de justificativas, todas plenamente contextualizadas.” Amigo, respeite opiniões alheias, até porque gosto é uma coisa subjetiva, e ninguém é obrigado a concordar com o que você fala, pelo contrário, qualquer um pode chegar aqui e discordar de tudo o que você falou pelo simples fato de você estar em um local público, então se não sabe lidar com críticas e com gostos pessoais, não poste críticas em um site. Eu gostei do filme, não tanto do final, mas gostei, daria de boa um 7 porque o gosto é meu e a opinião é minha. Parabéns, pois é a primeira e única vez que frequentarei esse site. Passar bem!

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