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Crítica | Batman Ninja

por Luiz Santiago
315 views (a partir de agosto de 2020)

Talvez a coisa mais importante que o espectador precisa ter ao começar a sessão de Batman Ninja (2018) é a plena noção de que não está vendo uma história do Universo canônico da DC Comics. E que justamente por se tratar de uma linha do tempo alternativa do Batman, qualquer loucura, novidade, invenção, risco ou mistura de culturas possíveis e imagináveis é cabível, afinal de contas, é uma linha do tempo alternativa; as regras básicas do Universo regular da DC não se aplicam aqui. Mas como em qualquer mídia que exija uma construção narrativa, é preciso ter cuidado com os exageros e com a sobreposição de aparições ou twists no clímax da história, coisas que podem acabar diminuindo ou anulando o peso de partes mais importantes para a fita. Não se trata de “poder” ou “não poder” fazer determinada coisa. Trata-se do mais simples elemento que qualquer um de nós deve se lembrar das aulas de produção textual (e que qualquer roteirista deve se lembrar das aulas de Estrutura de Roteiro 101): para que determinada coisa exista em uma história, ela precisa fazer sentido naquele Universo e precisa ser coerente com o todo. Muito bem. Esclarecido esse ponto, vamos passear no Japão medieval.

A produção de Batman Ninja começou em 2014, e tinha como premissa a incorporação de elementos técnicos, estéticos e nuances narrativas das animações japonesas, partindo do seguinte princípio: Gorila Grodd está no momento final de um grande experimento. Ele inventou um dispositivo, uma máquina do tempo que irá lançar os criminosos de Gotham para diversos lugares do mundo, em tempos distintos. Na noite em que o plano é executado, uma série de figurões criminosos de Gotham está no lugar, assim como a Batfamília, tentando impedir a loucura do primata-gênio. Claro que a coisa toda dá errado e todos vão parar no Japão, com intervalo de chegada relativamente diferente de um para o outro.

O roteiro aqui é assinado por Kazuki Nakashima (Kill La Kill) e seu trabalho é, no mínimo, insanamente interessante. Em primeiro lugar, destaca-se a forma engenhosa como cria as condições para a viagem no tempo e integra os mais diversos personagens, tanto do lado dos mocinhos, quanto do lado dos bandidos. Escrever um roteiro com muitos personagens conhecidos do público é sempre difícil, porque a cobrança de atuação orgânica para cada um é a primeira necessidade e a primeira coisa que o público vai querer ver. Nos primeiros 35 minutos da animação, Nakashima faz um trabalho praticamente impecável. Suas falhas aí são absolutamente pontuais e sequer arranham negativamente a superfície da obra. Até este ponto, nada que o roteiro nos trouxe parece “fora do lugar”. O uso de narração ocasional a partir de diversos pontos de vista e de diferentes técnicas (o benefício de ter um dos produtores de JoJo’s Bizarre Adventure: Stardust Crusaders na direção é este grande dinamismo de exposição) beneficiam a obra e nos mantém atentos o tempo inteiro. Então vem a apresentação dos clãs em disputa, com territórios dominados por Coringa & Arlequina; Grodd; Duas-Caras; Hera Venenosa, Pinguim e Pistoleiro. E as coisas começam a ficar problemáticas.

Até este ponto citado, os erros do roteiro e da direção são tão pequenos que deixamos passar sem muitas reservas. Além disso, o projeto de animação nos deixa imensamente admirados pelos detalhes dos figurinos; pela criatividade na construção de alguns pagodes, castelos e embarcações; pela estilização do visual dos personagens e pelas referências visuais espalhadas. A fotografia é um outro grande espetáculo, destacando-se nas cenas de explosões ou uso de cores quentes em geral. Outro destaque deve ser feito para a belíssima sequência em aquarela, no momento quase onírico em que Batman e Capuz Vermelho interrogam um casal de agricultores. Todos esses bons momentos, embalados pela excelente trilha sonora de Yûgo Kanno (JoJo, AjinPsycho-Pass) nos deixam demasiadamente acostumados com uma ambientação coesa e estruturalmente aplaudível na concepção das batalhas, tendo de muito diferente “apenas” um castelo mecanizado construído pelo Coringa — este, porém, é apresentado no começo da animação com plena preparação do roteiro. Mas nada nos prepara para o que vem na reta final da película.

SPOILERS!

E é justamente nessa reta final que temos um paradoxo de avaliação. Porque de um lado presenciamos lutas incríveis, com destaque especial para o confronto de espadas entre Batman e Coringa. Ao mesmo tempo, somos bombardeados por sobreposição de coisas que minam todos os esforços dos heróis. É como se estivéssemos em uma sessão de Mighty Morphin Power Rangers, mesclada com Uchu Sentai Kyuranger, somada aos contos de Ryunosuke Akutagawa e finalizada com as loucuras do tipo “DC Comics no início da Era de Prata“. Esse é o nível. E por mais que a gente se divirta com esse tipo de bagaceira, a mudança no tom da animação, a base da montagem e a própria constituição do texto é profundamente alterada apenas para fazer com que um proto-Megazord (e uma variante dele) tenha lugar na trama… isso sem contar o Exército de Macacos ou os morcegos que formam o “Batmão”. Sinceramente, uma única máquina e algumas lutas mano-a-mano ou com tecnologia contida, como víramos na obra até aquele momento, faria toda a diferença. Deixaria o filme coerente com sua proposta inicial.

Batman Ninja é uma animação muito diferente da DC-Warner-Kamikaze Douga, e não é preciso pensar muito para saber que é o tipo de animação polarizadora de opiniões. Alguns espectadores simplesmente não vão aceitar a ideia de um Universo com essa constituição, especialmente com o Batman. Outros, como eu, vão admirar o filme pelo que ele apresenta e lamentar o exagero e o auto-boicote na parte final, mesmo que neste bloco ainda se encontrem cenas muito divertidas (em tempo: as cenas finais, daquela “carruagem vintage” é uma das piores coisas de toda a animação, para mim). E há os que vão amar o filme sem reservas. O fato é que independente de qual lado você esteja, ficará feliz ao ver a DC produzindo coisas realmente novas e arriscadas (lembre-se que pouco antes de Batman Ninja tivemos Esquadrão Suicida: Hell to Pay), e isso é um alento. Ver personagens como Batman e Coringa enfrentarem-se em um contexto tão diferente e com um final tão incomum para eles é um dos ganhos que nenhum erro de roteiro pode nos tirar. Por mim, já podem até começar a produzir a produção de Batman na Civilização Asteca.

Em tempo: a dublagem do Coringa, na versão em inglês, feita por Tony Hale, é o destaque absoluto de todo o elenco. Que trabalho incrível!

Batman Ninja (Japão, EUA, 2018)
Direção: Junpei Mizusaki
Roteiro: Kazuki Nakashima
Elenco (vozes): Kôichi Yamadera, Wataru Takagi, Rie Kugimiya, Ai Kakuma, Hôchû Ôtsuka, Eric Bauza, Chô, Adam Croasdell, Grey DeLisle, Will Friedle, Tony Hale, Akira Ishida, Yûki Kaji, Kengo Kawanishi, Tom Kenny, Takehito Koyasu, Yuri Lowenthal, Kenta Miyake, Toshiyuki Morikawa, Daisuke Ono, Roger Craig Smith, Tara Strong, Jun’ichi Suwabe, Atsuko Tanaka, Fred Tatasciore, Matthew Yang King
Duração: 85 min.

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52 comentários

Gabriel Carvalho 26 de novembro de 2018 - 00:30

Adorei Batman Ninja! Ficaria com as mesmas estrelas, mas por razões diferentes.

Tem uma ideia muito interessante em Batman Ninja que é o confronto entre a tecnologia e a natureza. “Quem eu sou?”, pergunta o personagem depois de ter o Batmóvel e seus derivados completamente destruídos. O Batmão, por exemplo, é construído sobre morcegos e macacos. Uma piração muito louca, de fato, mas existe um anseio no filme pelo natural, prévio a qualquer Revolução Industrial, vencendo esse interesse grandiloquente da atualidade por robôs, em que encontramos máquinas vencendo o homem. No caso, a máquina é destruída pela natureza – mesmo que, para isso, a obra tenha que partir para um absurdismo que eu acho mais auto-consciente da ruptura do tom, também funcional, do que incoerente com um tom, que no caso, para mim, se desconstrói e não destrói.

Hoje, temos um Batman que deixa o pano de lado, a cueca de lado, e passa a usar armaduras – por isso o Batmão se transforma em uma versão nostálgica de si mesma, de uma época mais simples em que os inimigos apenas queriam dominar o mundo. Batman Ninja acaba sendo meio óbvio nessa relação, mas eu adoro esse caráter estapafúrdio de si mesmo, sem vergonha qualquer de adotar o brega, o cafona, que seria tanto esse Batman vestindo cueca por cima da calça, usando as mãos e não ganchos para enfrentar os inimigos – a cena que ele tenta fugir de capangas, logo no início, com o gancho, marca isso -, assim como os maneirismos, igualmente bregas, da cultura japonesa. Quando essa Era de Prata – que você, inteligentemente, apontou no texto – é assumida, todo o contexto anterior, de abandono de carros e adesão de cavalos, já apontava, mesmo que não para uma conclusão tão surrealista, esse direcionamento. Um filme que cria um conceito bem bacana de retorno às raízes em relação ao seu personagem principal, justamente retirando-o completamente de sua terra.

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Luiz Santiago 26 de novembro de 2018 - 01:58

É uma leitura interessante. Para mim, mostra o quanto essa força do personagem pode se encaixar em qualquer cenário, mesmo os mais absurdos, e a gente sabe o quão absurda a DC e o Universo do Morcegão podem ser… E o dilema, de certa forma, se estende para os outros personagens também.

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Luiz Santiago 31 de outubro de 2018 - 01:32

Concordo com teu comentário. E fico só imaginando a ousadia e loucura e qualidade como a que tivemos aqui numa animação de Lobo Solitário, como você disse. #MEDÊPAPAI

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Fórmula Finesse 30 de outubro de 2018 - 20:22

Grata surpresa em encontrar esse desenho no Netflix; e não me decepcionei pois entendi que a obra é uma carta de amor exagerada (MAH EXAGERADA) à cultura japonesa num todo. Só faltou as colegiais em uniformes diminutivos porque o resto meu amigo…
Japão medieval, samurais, ninjas, robôs gigantes, tecnologia esquizofrênica, seres mitológicos, mascote fofinho…ufa! Tá (sic) tudo ali, um apanhadão gigante dessa civilização simplesmente fabulosa. A animação e o visual são deslumbrantes, qualquer desenho ocidental parece uma obra da Hanna-Barbera em comparação; os desenhos da DC lembram o estático-linha de montagem He-Man perto desse anime. Juro que tive que voltar algumas sequências – principalmente a montagem dos robôs e a luta de espadas – para apreciar com mais calma esse portento artístico. Simplesmente impressionante! Caracterização perfeita dos personagens; Coringa realmente perigoso e letal e um Batman imponente; o resto da turma também está muito bem (Alfred clássico, sem invencionices).
É loko? É surtado? É o Japão amigo…rsrsrsr
P.s: Queria ESSA qualidade numa animação do Lobo Solitário (sem os robôs, naturalmente), seria épico.

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Luiz Santiago 27 de agosto de 2018 - 10:50

É aquele tipo de história que você tem que viajar junto, senão vai te irritar mais do que divertir…

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Anônimo 26 de agosto de 2018 - 21:11
Responder
Luiz Santiago 20 de maio de 2018 - 15:36

Sempre tem algumas pessoas que vão saber e ter o cuidado de contextualizar a obra pelo que ela é.

Responder
Anônimo 20 de maio de 2018 - 13:31
Responder
André de Paula 4 de junho de 2018 - 14:07

Eu também estou entre os que preferiam que aquela cena final fosse diferente daquele compilado de “nonsencisses” no final realmente da um baque na gente, mas e injusto trata-lo como um filme ”ruim” so pq alguns elementos não se integraram tão bem quanto o esperado. Mas eu penso que pra aproveitar um filme desse temos que estar abertos a proposta dos artista, alem da animação nota 100 que dispensa comentários o filme não só propõe um outro universo mas também um olhar voltado pras referencias de uma outra cultura. No final das contas o filme é uma grande ode a cultura japonesa, tanto a de massa (aqueles megazords em referencia aos super sentais) quanto elementos mais eruditos como o japão feuda,. Sem falar naquela cena ESTONTEANTE feita em aquarela que deve ter encantado/enganado 80% do publico (e isto me inclui rsrs). Esse filme superou minhas expectativas que eram bem baixas. Que venham mais e mais animações!

Responder
Luiz Santiago 14 de maio de 2018 - 12:48

Aqui os roteiristas não tiveram medo de viajar no ácido! 😀

Responder
whordman 14 de maio de 2018 - 09:08

Filme do Batman mais louco (no bom sentido) que já assisti. Quando eu pensava que não poderia ficar mais louco eu fui surpreendido, várias vezes… Recomendo

Responder
Luiz Santiago 13 de maio de 2018 - 11:28

HAHHAHHAHHAHHAHAHHA é engraçado mesmo. TOTAL suspensão da descrença!

Responder
Luiz Santiago 2 de maio de 2018 - 15:45

Mano, aquela primeira parte da animação é animal. Além de ser desenhada de maneira incrível, a direção, as cores e até mesmo o roteiro são fodas. Mesmo com a cagadinha no final, não tinha como a obra ser ruim depois de um baita início e um bom desenvolvimento…

Responder
Magnosama 2 de maio de 2018 - 10:02

A animação do filme é MAGNIFICA e já justifica ver o filme apenas por isso,

mas o Macacão e o Batmão do final, é o tipo de fanservice tosco que nenhum fã de animes pediu, totalmente desnecessário… ficou muito, muito tosco e me tirou completamente do clima, tsc…

Enfim, ainda assim eu recomendo o filme. É muito lindo.

Responder
Luiz Santiago 2 de maio de 2018 - 10:29

E foi até irritante o tal macacão. Mas é justamente isso: a animação é simplesmente maravilhosa. Merece ser vista só pela excelência técnica, independente dos exageros do roteiro no final.

Responder
Magnosama 2 de maio de 2018 - 10:34

Exatamente Luiz,
parece que o diretor quis tanto colocar tudo quanto é clichê de animes no filme que tocou o fodaci e acabou ficando absurdo e irritante no final,
mas que é um espetáculo lindo, ah isso é…

Responder
Magnosama 2 de maio de 2018 - 10:02

A animação do filme é MAGNIFICA e já justifica ver o filme apenas por isso,

mas o Macacão e o Batmão do final, é o tipo de fanservice tosco que nenhum fã de animes pediu, totalmente desnecessário… ficou muito, muito tosco e me tirou completamente do clima, tsc…

Enfim, ainda assim eu recomendo o filme. É muito lindo.

Responder
ambos silva 1 de maio de 2018 - 16:19

Gostei muito desse filme.Achei excelente.A história do filme é simples e razoavelmente bem contada.Mas as maluquices do final realmente não vão agradar a todos.De uma certa forma,o que fizeram foi bem ousado.Afinal,ninguém esperava ou pediu por todas aquelas maluquices.
Esse filme realmente é muito bom,mas também é bastante divisivo.Por vários motivos.

Responder
Luiz Santiago 1 de maio de 2018 - 16:22

Eu acho que o final é mesmo o principal motivo da divisão de opiniões aqui. E não é pra menos, convenhamos. O bagulho é doido naquela parte do filme…

Responder
ambos silva 1 de maio de 2018 - 16:19

Gostei muito desse filme.Achei excelente.A história do filme é simples e razoavelmente bem contada.Mas as maluquices do final realmente não vão agradar a todos.De uma certa forma,o que fizeram foi bem ousado.Afinal,ninguém esperava ou pediu por todas aquelas maluquices.
Esse filme realmente é muito bom,mas também é bastante divisivo.Por vários motivos.

Responder
Squirtle Boss 1 de maio de 2018 - 14:18

Comecei a ver e… parei, fui pulando até acabar. Chatinho demais.

Responder
Luiz Santiago 1 de maio de 2018 - 14:33

Bom… se você foi pulando partes, não tem como gostar mesmo.

Responder
Squirtle Boss 1 de maio de 2018 - 14:18

Comecei a ver e… parei, fui pulando até acabar. Chatinho demais.

Responder
Tiago Severiano 29 de abril de 2018 - 21:54

Acabei de assistir e não gostei. Sei lá, a pegada Super Sentai meio que avacalhou as coisas. Muito estranho. Traços ok, mas somente isso.

Responder
Luiz Santiago 29 de abril de 2018 - 22:06

Essa é a parte que separa mesmo os espectadores… parece que é o ponto inconciliável da animação.

Responder
Luiz Santiago 29 de abril de 2018 - 22:06

Essa é a parte que separa mesmo os espectadores… parece que é o ponto inconciliável da animação.

Responder
Tiago Severiano 29 de abril de 2018 - 21:54

Acabei de assistir e não gostei. Sei lá, a pegada Super Sentai meio que avacalhou as coisas. Muito estranho. Traços ok, mas somente isso.

Responder
Ricky Lamas 26 de abril de 2018 - 23:53

Infelizmente não gostei da animação. Os traços são bonitos, a ideia é bem original, mas a parte dos Robos forçou demais, estragou a animação que poderia ser mais realista e não um negócio surrealista no estilo transformers. Uma pena, vale a pena assistir, mas na minha opinião estragou esse detalhe das máquinas transformers.

Responder
Luiz Santiago 27 de abril de 2018 - 00:13

Concordamos plenamente na parte do exagero dos robôs, como eu abordo no final da crítica. Mas mesmo assim eu não consegui ver essa parte como um diminuidor verdadeiro para a trama, entende? A estrela que tirei da avaliação foi justamente por conta dessa parte, mas o restante foi tão interessante pra mim que não consegui ver a obra com menos que isso.

Responder
Ricky Lamas 28 de abril de 2018 - 09:19

Então, quando comecei a ver as fortalezas se transformando em robôs ai começou a ficar difícil de assistir. Se tivessem apenas inserido o Batman e Cia na era feudal e usando os materiais bélicos disponíveis para a época já seria perfeito. Outra coisa que achei ruim foi que (SPOILER) por que no final não mostraram os embates entre o pessoal do Bat e do Coringa? O único elemento que houve inicio e final foi entre a Cat e Harlequina. O resto ficou de figurante. Os traços, trilha sonora, efeitos sonoros, vozes e história achei bem interessante, mas não dá para engolir os macacos formando um robô com morcegos e os robôs transformers do filme. Os produtores deviam estar sobe o efeito de algum alucinógeno potente para tanta imaginação absurda. Eu até pensei que de repente aquilo tudo fosse um sonho do Batman induzido por uma hipnose do Grote e que ele iria lutar consigo mesmo para despertar da hipnose mental.

Responder
Luiz Santiago 28 de abril de 2018 - 09:28

Eu também achei, por um breve momento, que tudo fosse um sonho ou um truque mental do Grodd. É bizarro demais, você tem razão.

Responder
Cristiano Neri 29 de abril de 2018 - 17:28

realmente achei maravilhoso até a parte da aquarela, onde passou um clima de lobo solitário, se animação mantivesse esse clima ou voltasse a narrativa do começo daria 5 estrelas fácil, mas a parte das fortaleza robos me quebraram, e os macacos e morcegos foram a cereja pra tirar minha tolerância pra essas maluquices, a luta final do coringa e do batman foi boa mas já tinha perdido a imersão no universo então não foi tão impactante como poderia ter sido, 3 estrelas de cinco está de bom tamanho pra animação. Pra finalizar a DC continua surpreendendo no quesito de animações, nisso está de parabéns.

Responder
Cristiano Neri 29 de abril de 2018 - 17:28

realmente achei maravilhoso até a parte da aquarela, onde passou um clima de lobo solitário, se animação mantivesse esse clima ou voltasse a narrativa do começo daria 5 estrelas fácil, mas a parte das fortaleza robos me quebraram, e os macacos e morcegos foram a cereja pra tirar minha tolerância pra essas maluquices, a luta final do coringa e do batman foi boa mas já tinha perdido a imersão no universo então não foi tão impactante como poderia ter sido, 3 estrelas de cinco está de bom tamanho pra animação. Pra finalizar a DC continua surpreendendo no quesito de animações, nisso está de parabéns.

Responder
Felipe C 13 de maio de 2018 - 02:57

Maaaanooo mas voce viu o macaco gigante feito de milhões (sim no filme eles falam milhões!) de macacos samurais? Brother eu surtei aqui o.O Isso diminui muito qualquer trama mano! o.O
Eles chamam os macacos e eles já tão com roupa de samurai meu! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 27 de abril de 2018 - 00:13

Concordamos plenamente na parte do exagero dos robôs, como eu abordo no final da crítica. Mas mesmo assim eu não consegui ver essa parte como um diminuidor verdadeiro para a trama, entende? A estrela que tirei da avaliação foi justamente por conta dessa parte, mas o restante foi tão interessante pra mim que não consegui ver a obra com menos que isso.

Responder
Ricky Lamas 26 de abril de 2018 - 23:53

Infelizmente não gostei da animação. Os traços são bonitos, a ideia é bem original, mas a parte dos Robos forçou demais, estragou a animação que poderia ser mais realista e não um negócio surrealista no estilo transformers. Uma pena, vale a pena assistir, mas na minha opinião estragou esse detalhe das máquinas transformers.

Responder
André Prado 25 de abril de 2018 - 10:52

Uma pergunta @luizsantiago:disqus , saberia me informar se essa animação será lançada em DVD? E se sim, quando?

Estou muito ansioso pra ver toda essa maluquice!

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2018 - 11:22

@disqus_ElScxooVXs:disqus com certeza será lançada em DVD, mas o prazo para vir aqui para o marcado brasileiro não dá para prever. No entanto, como é algo que tem hype, a compra de direito, organização de equipe de dublagem e lançamento não deve demorar absurdamente.

Responder
André Prado 14 de junho de 2018 - 17:09

@luizsantiago:disqus acabei de assistir a animação lá na locadora do Jack Sparrow e bom… que doideira de ácido mané!

A animação é original, está linda e bem feita, chega a ser poética em alguns momentos e encaixaram muito bem as propostas e tal, porém o final… Bom, não manjo de anime e não assisto porque me falta vida pra isso, mas penso que se o exagero característico do animes chegou ao ponto de me incomodar, é porque tem algo de BEM errado. Contudo, os tropeços não arranham a jornada. Nota 4 de 5 está excelente!

Palmas para a DC!

Responder
André Prado 25 de abril de 2018 - 10:52

Uma pergunta @luizsantiago:disqus , saberia me informar se essa animação será lançada em DVD? E se sim, quando?

Estou muito ansioso pra ver toda essa maluquice!

Responder
Fórmula Finesse 24 de abril de 2018 - 18:30

“Obriguei-me” a ver o trailer e gostei muito da qualidade da animação e da composição visual dos personagens.
Mas como poderemos ver essa obra?

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2018 - 20:02

Saiu direto em streaming mesmo. Você encontra pelos mais diversos meios online. E como é uma animação de alto hype, é fácil de achar.

Responder
Fórmula Finesse 24 de abril de 2018 - 18:30

“Obriguei-me” a ver o trailer e gostei muito da qualidade da animação e da composição visual dos personagens.
Mas como poderemos ver essa obra?

Responder
Hollowfied 24 de abril de 2018 - 13:23

Quem já assistiu obras como Kill la Kill,sabe que esse escritor gosta de coisas exageradas,eu já sabia que seria um filme que dividiria opiniões,só espero que tanto os fãs de animações japonesas como os fãs das animações da DC curtam essa animação.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2018 - 20:09

Essa definitivamente vai polarizar opiniões. Mas acho que no fim, a visão geral vai pender para o lado positivo, ao menos um pouquinho…

Responder
Hollowfied 24 de abril de 2018 - 13:23

Quem já assistiu obras como Kill la Kill,sabe que esse escritor gosta de coisas exageradas,eu já sabia que seria um filme que dividiria opiniões,só espero que tanto os fãs de animações japonesas como os fãs das animações da DC curtam essa animação.

Responder
DanielMartins22 24 de abril de 2018 - 10:37

Também estou louco pra ver essa animação. Não me instigo assim nas animações desde o Flashpoint.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2018 - 10:41

Essa é MUITO DIFERENTE mesmo. Depois volte aqui e diga o que você achou dela, @DanielMartins22:disqus.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2018 - 10:41

Essa é MUITO DIFERENTE mesmo. Depois volte aqui e diga o que você achou dela, @DanielMartins22:disqus.

Responder
planocritico 24 de abril de 2018 - 10:33

Uma pergunta séria que eu tinha desde que vi as primeiras imagens dessa animação: é Batman Ninja ou Batman Samurai? Sei que “ninja” combina mais com o jeito Batman de ser, mas o uniforme do sujeito passa a impressão de ele ser um samurai.

E aí, qual é seu parecer?

De toda maneira, essa animação da DC é a primeira em MUITO tempo que me deu vontade de ver e, agora, com sua crítica, mais ainda!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2018 - 10:44

Não quero dar muitos spoilers, então digamos que temos Batman Ninja e Batman Samurai na animação. 😀

Cara, a primeira parte da animação é SENSACIONAL. Já a segunda parte peca por esses motivos de exagero que eu falei. Mas mesmo assim, não consegui desgostar da obra.

Responder
DanielMartins22 24 de abril de 2018 - 10:37

Também estou louco pra ver essa animação. Não me instigo assim nas animações desde o Flashpoint.

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