Home TVEpisódio Crítica | Black Mirror – 4X05: Metalhead

Crítica | Black Mirror – 4X05: Metalhead

por Gabriel Carvalho
147 views (a partir de agosto de 2020)

  • Não há spoilers. Leiam, aqui, as críticas de todos os demais episódios da quarta temporada de Black Mirror.

O quinto episódio da quarta temporada de Black Mirror, Metalhead, nos apresenta um ambiente efetivamente destruído pela tecnologia. Contudo, os vilões da vez não são mortos-vivos famintos por carne humana, mesmo que em muitos aspectos esse episódio lembre filmes de zumbis, como A Noite dos Mortos-Vivos. Primeiramente, esqueça qualquer outro tipo de criatura que já estamos familiarizados diante de tal temática. Estamos falando de Black Mirror, o que dá margem para que sejamos apresentados a outro tipo de problemática: cachorros-robôs assassinos, destinados a matar todo ser humano que aparecer na frente deles. Sem qualquer criação de perspectiva sobre o objetivo dessas máquinas de matar, de onde elas surgiram ou como o mundo ficou devastado, nossa atenção estará na premissa de um trio humano que está em busca de algo indefinido que se encontra dentro de um armazém abandonado.

Em um primeiro plano, o maior problema de todos é que Metalhead certamente não é uma produção má feita. O episódio é um thriller de alto nível, que empolga em suas cenas bem conduzidas pelo diretor David Slade. A perseguição incessante do cachorro-robô à mulher rende bons momentos de tensão, elevados ao ápice pelo forte sentimento de aprisionamento conferido pela imagem em preto e branco. Sem uma gama extensa de cores para atribuir à paisagem – excepcionalmente aproveitada pela fotografia do episódio, os caminhos conferidos de saída para a personagem são aparentemente reduzidos de maneira drástica, o que é impulsionado até pela trilha sonora. Dessa forma, Metalhead nos prende na cadeira, não pelo senso narrativo de que algo efetivamente esteja acontecendo, mas pela sua própria natureza audiovisual, além da ótima performance de Maxine Peake, interpretando Bella, a qual tem ao seu lado poucos diálogos. O silêncio é uma constante por boa parte da duração da história, algo que funciona, mas que acaba sendo interrompido por diálogos inexpressivos.

Isso se dá, pois, embora o episódio tenha esse caráter minimalista, Charlie Brooker tenta atribuir uma profundidade falsa à história. Com a criação subtendida de pretextos passados para a personagem de Peake, muitos destes provenientes dos momentos que a mulher tenta se comunicar com um alguém via rádio, Brooker finge que o background dela seja de alguma forma relevante para nós. Mas não é. Ou o roteirista assume uma posição verdadeira no que pretende fazer, ou não o faça. Metalhead não avança na elaboração de nenhum contexto para toda aquela situação pós-apocalíptica, e a única questão verdadeiramente abordada é até onde uma pessoa iria para dar o mínimo de conforto a um alguém destinado a morrer. Não que seja necessário se explicar o porquê daqueles cachorros quererem matar humanos. Dependendo da intenção proposta, isso não é. E a intenção aqui não é tratar desse cenário distópico, isso é apenas pano de fundo. Mas a reviravolta final, de que tudo que aquele trio estava procurando era meros ursos de pelúcia, funcionaria muito mais se tivéssemos algum vínculo emocional com a situação, ou ao menos sentíssemos verdadeiramente a importância que Bella atribuiu àquela missão.

Dada todas essas considerações, é uma pena que Metalhead não tenha decidido em nenhum momento o tipo de episódio que gostaria de ser. Não é uma experiência isenta de qualquer apreciação. Muito pelo contrário, há coisas boas a serem tiradas desse capítulo, indubitavelmente o mais diferente de Black Mirror até agora. O que se tira no final de sua consideravelmente curta duração, infelizmente, é um gosto amargo de que tudo visto foi em vão, de desperdício, algo que nunca é um bom sinal. Esse episódio pode até funcionar tecnicamente, mas dificilmente irá engajar o espectador da forma que deveria e provavelmente, para muitos, será considerado uma das piores, senão a pior, empreitada do seriado até o momento atual. Tentando ser diferente, Metalhead acaba sendo mesmo desinteressante.

Black Mirror – 4X05: Metalhead (EUA, 29 de dezembro de 2017)
Showrunner: Charlie Brooker
Direção: David Slade
Roteiro: Charlie Brooker
Elenco: Maxine Peake, Jake Davies, Clint Dyer
Duração: 41 min.

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47 comentários

Massy Andrade 22 de agosto de 2020 - 00:18

Discordo totalmente.

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Armadura do Iron Man 17 de junho de 2019 - 17:08

Esse merecia ir para a Anti Crítica, só não é mais sem sentido que o Doom Patrol (e consequentemente, Jaguadarte)

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Julio Pieczarka 4 de fevereiro de 2018 - 22:15

Gosto de Black Mirror pelas surpresas de cada episódio. Mas não sou um destes fãs que ficam cobrando “isso não tem cara de black mirror” e tals. Para mim se for interessante e me fazer pensar, está valendo. Achei o episódio um destes filmes de terror trash que a gente assiste mais para rir. Sim, há tensão, mas é só isso. Não me incomoda não saber nada do que veio antes, mas algo deveria haver que despertasse o interesse. Não é o caso. Não há empatia com a personagem principal a tal ponto em que passei a torcer pelo robô-barata para que terminasse logo o episódio.

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Julio Pieczarka 4 de fevereiro de 2018 - 22:15

Gosto de Black Mirror pelas surpresas de cada episódio. Mas não sou um destes fãs que ficam cobrando “isso não tem cara de black mirror” e tals. Para mim se for interessante e me fazer pensar, está valendo. Achei o episódio um destes filmes de terror trash que a gente assiste mais para rir. Sim, há tensão, mas é só isso. Não me incomoda não saber nada do que veio antes, mas algo deveria haver que despertasse o interesse. Não é o caso. Não há empatia com a personagem principal a tal ponto em que passei a torcer pelo robô-barata para que terminasse logo o episódio.

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Gabriel 13 de janeiro de 2018 - 20:44

Não achei ruim, mas razoável. Poucas coisas interessantes, uma protagonista que é quase fraca, mas a tentativa de fuga dela do cachorro robô foi bem bacana, é o ponto forte do episódio, mas quiseram dar um final ruim pra um episódio, ela poderia fugir e sobreviver depois, mas ela não tinha escolha. As coisas que acontecem no episódio são em vão, tudo é em vão

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Boo Mesquita 10 de janeiro de 2018 - 22:34

Muito legal! Só que eu gostei da revelação no final sobre os ursinhos de pelúcia…é o símbolo de uma sociedade perdida tentando se agarrar aquilo que nos torna humanos, como por exemplo a compaixão ou fazer o bem por alguém.

Isso é representado no episódio pela missão suicida feita apenas para levar conforto a uma criança através de um ursinho de brinquedo. Tem questionamentos bem legais também neste review: http://farofageek.com.br/series/metalhead-robos-design-ontologico-e-fim-da-humanidade/?utm_source=comentarios&utm_medium=sites&utm_campaign=planocritico

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João Paulo 9 de janeiro de 2018 - 13:37

1- Ref aos robôs da Boston Dynamics
2- os ursos eram amarelo e eram pra uma criança prestes a morrer.

Responder
João Paulo 9 de janeiro de 2018 - 13:37

1- Ref aos robôs da Boston Dynamics
2- os ursos eram amarelo e eram pra uma criança prestes a morrer.

Responder
João 9 de janeiro de 2018 - 13:31

Tem certeza que vocês são fãs da série? A série o tempo todo parte desde a primeira temporada de um pressuposto de tudo que poderá acontecer em um futuro não muito distante, usando sempre a temática TECNOLOGIA. Vocês nunca viram vídeos desde robôs no YouTube? tão desajeitados e frios que chega dar medo?! Eu acho um dos 5 episódios mãos fadas de toda série e passou sim a mensagem. Qdo ao urso, não é easter egg, o autor já disse que os ursos são amarelo e não brancos mas como foi filmado em preto e branco ficou assim.

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Filipe Carvalho 2 de maio de 2018 - 03:40

o que seria easter egg?

Responder
Filipe Carvalho 2 de maio de 2018 - 03:40

o que seria easter egg?

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Luiz Santiago 2 de maio de 2018 - 10:28

Nesse sentido, significa segredos mais ou menos escondidos colocados em uma obra para fazer referência, fan service, homenagem, citação ou simplesmente reafirmar alguma coisa.

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Diogo Maia 7 de janeiro de 2018 - 21:06

Eu tenho um gosto peculiar quando se trata de Black Mirror. Este pra mim foi o melhor episódio da temporada e está entre os meus dez favoritos da série. Achei fodas as baratas robôs e a não explicação para tudo que tinha originado aquele mundo distópico me deixa imaginando o que teria acontecido e quem teria criado aqueles trens assassinos. Realmente só não curti o final. O conteúdo da caixa na minha opinião era completamente irrelevante.

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Lucca Souza 9 de janeiro de 2018 - 13:41

E se tu pensar que aqueles ursos são como o urso do episódio 6?

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Diogo Maia 10 de janeiro de 2018 - 17:32

Acho que essas ligações entre os episódios são completamente desnecessárias.

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Julio Pieczarka 4 de fevereiro de 2018 - 22:10

A mim também pareceram baratas, não cães. Talvez uma tentativa em lembrar dobermans pelo comprimento das pernas e proporções gerais, mas o que ficou mesmo foi a forma de barata.

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Lucca Souza 9 de janeiro de 2018 - 13:41

E se tu pensar que aqueles ursos são como o urso do episódio 6?

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Mari 7 de janeiro de 2018 - 10:04

Só eu q achei q os ursos no final podem ser uma referência ao episódio”urso Branco” ? E q talvez o mundo “pós apocalíptico” seja o mesmo contexto do referido episódio, onde as pessoas estavam lá pra cumprir penas.

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Analice Chaves 6 de janeiro de 2018 - 22:01

Desde quando mulher fugindo de robô assassino é black mirror? É um clichê fortíssimo, tudo que black mirror não é.

Responder
Analice Chaves 6 de janeiro de 2018 - 22:01

Desde quando mulher fugindo de robô assassino é black mirror? É um clichê fortíssimo, tudo que black mirror não é.

Responder
Robson Luz 6 de janeiro de 2018 - 19:59

É nesse episódio que vemos que acabou a criatividade dos roteiristas de black mirror, as maquinas tão fazendo uma limpa no mundo, acho que já vi isso em exterminador do futuro… Se não bastasse isso o episódio ainda é bem entediante.

Responder
Robson Luz 6 de janeiro de 2018 - 19:59

É nesse episódio que vemos que acabou a criatividade dos roteiristas de black mirror, as maquinas tão fazendo uma limpa no mundo, acho que já vi isso em exterminador do futuro… Se não bastasse isso o episódio ainda é bem entediante.

Responder
Gabriel Fernandez 5 de janeiro de 2018 - 22:32

ideia cheque

Responder
Gabriel Fernandez 5 de janeiro de 2018 - 22:32

ideia cheque

Responder
Wagner Moreira 5 de janeiro de 2018 - 15:23

Forma bonzinhos de dar duas estrelas e meia, eu daria uma

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:33

@wagner_moreira:disqus, uma para mim entra em um nível de monstruosidade audiovisual. Até hoje pelo que me lembro, só dei uma estrela para um filme: Grease 2. Não costumo ultrapassar as duas estrelas.

Abraços!!

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:33

@wagner_moreira:disqus, uma para mim entra em um nível de monstruosidade audiovisual. Até hoje pelo que me lembro, só dei uma estrela para um filme: Grease 2. Não costumo ultrapassar as duas estrelas.

Abraços!!

Responder
Thiago_NCO 3 de janeiro de 2018 - 16:35

Pior episódio de toda a série, sem contestação. Pode funcionar tecnicamente, pode ter tensão, mas não tem background, não tem mensagem, não tem nada. Tivesse 1h a mais de duração, poderia ser facilmente um desses blockbusters-pipoca que surgem aos montes por aí. Não que isso seja ruim por si só; apenas NÃO é Black Mirror. Sensação de ter sido um filler descarado pra cumprir alguma exigência contratual com relação ao número de episódios da temporada.
E, sendo ácido e chatão de vez (hahahaha), nada me tira da cabeça que a opção por preto & branco tenha sido pra disfarçar a CG do cachorro, que teria ficado meia boca a cores.

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Gabriel Carvalho 3 de janeiro de 2018 - 23:34

@thiago_nco:disqus, naquele momento que a mulher joga um balde de tinta na cara do cachorro? Ficou sensacional visualmente, e isso aconteceu só por causa do preto e branco. Algo bem clean.

Eu tenho meus pressentimentos que esse episódio vai acabar ganhando mais significado por causa de outros que virão, e não pela sua própria natureza. É uma pena.

Abraços!!

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Lucas Macedo 7 de janeiro de 2018 - 13:57

Acho que os cachorros serão re-utilizados futuramente, assim como os implantes cerebrais e as clonagens digitais.

Mas a trama do episódio continuaria tosca mesmo com o vinculo emocional. Tendo em mente que para o telespectador (eu incluso) Black Mirror + futuro pós-apocalíptico é algo sinistro, perceber que os personagens comeram o pão que o diabo amassou o episódio todo para no final salvar ursinhos fofinhos é um baita desperdício… é frustrante sem dúvida.

Talvez gatos biônicos caçadores de cachorros fossem mais interessantes…

Responder
Lucas Macedo 7 de janeiro de 2018 - 13:57

Acho que os cachorros serão re-utilizados futuramente, assim como os implantes cerebrais e as clonagens digitais.

Mas a trama do episódio continuaria tosca mesmo com o vinculo emocional. Tendo em mente que para o telespectador (eu incluso) Black Mirror + futuro pós-apocalíptico é algo sinistro, perceber que os personagens comeram o pão que o diabo amassou o episódio todo para no final salvar ursinhos fofinhos é um baita desperdício… é frustrante sem dúvida.

Talvez gatos biônicos caçadores de cachorros fossem mais interessantes…

Responder
Gabriel Bringmann 16 de março de 2018 - 00:38

Acho que o cachorro é de verdade, ein. A BOSTON DYNAMICS produz robôs bem parecidos em estrutura.

Responder
André Prado 3 de janeiro de 2018 - 14:29

Resumindo: uma caixa bonita para um presente simples. Como uma meia.

O episódio não é ruim. É tenso e bem filmado. Mas para um Black Mirror não funciona de forma nenhuma. Talvez como um curta e vá lá…

Responder
André Prado 3 de janeiro de 2018 - 14:29

Resumindo: uma caixa bonita para um presente simples. Como uma meia.

O episódio não é ruim. É tenso e bem filmado. Mas para um Black Mirror não funciona de forma nenhuma. Talvez como um curta e vá lá…

Responder
Gabriel Carvalho 3 de janeiro de 2018 - 23:32

@disqus_ElScxooVXs:disqus, esse episódio é uma grande meia. Para ser um curta esse episódio tinha que não ter diálogo nenhum. Ser minimalista de verdade. Se quer ser diferentão, assuma seu aspecto diferentão e vai fundo. Não pretenda ser algo que você não é.

Abraços!!

Responder
André Prado 4 de janeiro de 2018 - 13:54

Exatamente, tanto que talvez sendo assim pudesse ser considerado um bom episódio de Black Mirror, já que sendo um curta dessa forma forçaria ao roteirista ter maior imaginação. E assim Charlie Brooker poderia encher a boca pra falar do experimentalismo que ele traz à série.

Aliás, se ele quer Black Mirror continue a ter sua alma, creio que seja necessário trazer outros roteiristas com ideias diferentes. Ou ele precise de umas férias mesmo.

Responder
Gabriel Carvalho 3 de janeiro de 2018 - 23:32

@disqus_ElScxooVXs:disqus, esse episódio é uma grande meia. Para ser um curta esse episódio tinha que não ter diálogo nenhum. Ser minimalista de verdade. Se quer ser diferentão, assuma seu aspecto diferentão e vai fundo. Não pretenda ser algo que você não é.

Abraços!!

Responder
Éder 3 de janeiro de 2018 - 11:35

Concordo com a crítica! E Pra mim é o ep mais fraco de toda a série e as tentativas descaradas de tentar criar algum vínculo da personagem principal conosco (espectadores) não funcionam. A morte dos personagens não nos afeta tanto, o motivo de tudo ao final (a caixa no armazém) é tipo WHAT?! (será que eles sabiam o que tinha na caixa?) Tentaram dar profundidade mas não conseguiram… Parece que foi um ep vão, vazio, quase nada BM. Mas a qualidade técnica é muito boa!

Responder
Pedro Brito 3 de janeiro de 2018 - 14:42

Eu gostei muito do episódio, conseguir apreciar ele bem mais depois que assisti o último episódio da temporada (Black museum).

– Spoiler –

Os ursinhos que estavam sendo protegidos pelos cães eram cookies, esses devices foram banidos e aqueles que estão no armazém são os últimos que sobraram. A protagonista do episódio estava querendo eles pra transferir a consciência do filho dela para um desses cookies. Ela fala no episódio que não consegue a peça de reposição, isso indica que a consciência da criança já estava em cookie defeituoso e ela precisa de um novo pra que o filho n morra definitivamente.

Responder
Gabriel Carvalho 3 de janeiro de 2018 - 23:31

@disqus_J5JKwAw9mm:disqus, meu pai amado. Essa explicação é séria? Faz muito mais sentido, mas o ideal é que o episódio se sustente por si só. Mesmo assim, isso não ficou claro em nenhum momento. Provavelmente é algo que saiu depois, pois nos episódios não dá para se subtender isso de forma concreta.

Abraços!

Responder
Rafha 4 de janeiro de 2018 - 02:15

Em entrevista o Charlie Brooker disse que estavam em buscas dos ursinhos como brinquedos p reconfortar uma criança que estava prestes a morrer.
E que também era p ser de um cara controlando os robos do outro lado do oceano que no momento que o robo esta vigiando ela em cima da arvore, o cara sai da sala de controle e vai dar banho nos filhos, mas ele achou mto obvio e não usou isso hahahaah

Responder
Rafha 4 de janeiro de 2018 - 02:15

Em entrevista o Charlie Brooker disse que estavam em buscas dos ursinhos como brinquedos p reconfortar uma criança que estava prestes a morrer.
E que também era p ser de um cara controlando os robos do outro lado do oceano que no momento que o robo esta vigiando ela em cima da arvore, o cara sai da sala de controle e vai dar banho nos filhos, mas ele achou mto obvio e não usou isso hahahaah

Responder
Pedro Brito 4 de janeiro de 2018 - 12:17

No fim das contas isso é só uma teoria que eu espero que se concretize.
Eu concordo que o episódio tem que se sustentar por si só e de certa forma, o episódio consegue isso, podemos enxergá-lo como um slasher bem feito, fiquei tenso durante todo o episódio com aquela versão do futuro dos robôs da boston dynamics.

Responder
Pedro Brito 4 de janeiro de 2018 - 12:17

No fim das contas isso é só uma teoria que eu espero que se concretize.
Eu concordo que o episódio tem que se sustentar por si só e de certa forma, o episódio consegue isso, podemos enxergá-lo como um slasher bem feito, fiquei tenso durante todo o episódio com aquela versão do futuro dos robôs da boston dynamics.

Responder
Gabriel Carvalho 3 de janeiro de 2018 - 23:31

@disqus_J5JKwAw9mm:disqus, meu pai amado. Essa explicação é séria? Faz muito mais sentido, mas o ideal é que o episódio se sustente por si só. Mesmo assim, isso não ficou claro em nenhum momento. Provavelmente é algo que saiu depois, pois nos episódios não dá para se subtender isso de forma concreta.

Abraços!

Responder
Vitor Café 4 de janeiro de 2018 - 13:34

Depois que eu assisti Black Museum, a primeira coisa que me veio a cabeça foi estes ursinhos deste episódio hehe. Mas da mesma forma não me trouxe empatia nenhuma devido a profundidade rasa da personalidade dos personagens.

Responder
Pedro Brito 3 de janeiro de 2018 - 14:42

Eu gostei muito do episódio, conseguir apreciar ele bem mais depois que assisti o último episódio da temporada (Black museum).

– Spoiler –

Os ursinhos que estavam sendo protegidos pelos cães eram cookies, esses devices foram banidos e aqueles que estão no armazém são os últimos que sobraram. A protagonista do episódio estava querendo eles pra transferir a consciência do filho dela para um desses cookies. Ela fala no episódio que não consegue a peça de reposição, isso indica que a consciência da criança já estava em cookie defeituoso e ela precisa de um novo pra que o filho n morra definitivamente.

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