Home TVEpisódio Crítica | Black Mirror – 4X06: Black Museum

Crítica | Black Mirror – 4X06: Black Museum

por Gabriel Carvalho
385 views (a partir de agosto de 2020)

 spoilers do episódio. Leiam, aqui, as críticas de todos os demais episódios da quarta temporada de Black Mirror.

Black Museum, sexto e último episódio da quarta temporada da série Black Mirror, não é isento de mensagem. Temos, na história de vingança de Nish (Letitia Wright), uma poderosa denúncia social, um comentário sobre a diferença de tratamento dado às classes sociais mais baixas. É uma história que dificilmente não será apreciada pelo público, pelo teor de relevância que exprime em seus últimos minutos e pela retomada de algo que a temporada não teve tanto, uma marca registrada da série: a imprevisibilidade costumeira. Embora não seja tão bem construída como outras, a revelação final é impactante e funciona suficientemente a ponto do público tirar um saldo positivo do capítulo. A questão é que, na essência de tudo isso, Black Museum é muito mais falho em sua estrutura do que se esperaria.

O mais importante de tudo é como esse episódio tem o mesmo esqueleto narrativo de White Christmas (este, aliás, parece ser a principal inspiração para essa temporada, visto que três episódios desta lidam com os cookies). Muito semelhante. Três histórias são contadas, e no final um desfecho explosivo surge para nos atordoar. A questão que vem à tona, dada as comparações que Charlie Brooker nos obriga a fazer, é que os contos não se entrelaçam da maneira bombástica como a feita no especial da série. De fato é interessante, mas não tão válido, termos contato com essas três histórias, pois elas constroem a identidade tecnológica do episódio de maneira palpável. Mas, por outro lado, elas não acrescentam substancialmente na construção dos dois protagonistas da obra, além de não possuir o mesmo charme da reviravolta de Christmas; esta última justifica a quebra da narrativa para o advento de tramas secundárias de forma bastante coerente, e amarra-as no fim muito bem.

Já neste episódio, Rolo Haynes (Douglas Hodge), dono do museu que comporta artefatos criminais autênticos, entrega o passado daqueles itens em exposição de forma, ironicamente, extremamente expositiva. Com a reviravolta final, apenas a existência de Clayton Leigh (Babs Olusanmokun), última abordagem feita dentre as três, revela-se como intrinsecamente vital para a narrativa. Aliás, só eu que achei essa tecnologia de colocar a pessoa que está para morrer na cabeça da outra bem horripilante? Creio que ainda não exista o sistema de San Junipero, ou ele está em fases iniciais, mas logo de cara pensei: isso não é uma boa ideia. No final, a mesma coisa se repete com mãe e filha; mas eu não consegui comprar a existência de um dispositivo desse e isso é algo problemático quando estamos falando de uma ficção científica. Já a temática de transposição de dores e prazeres, abordada através da performance assombrosamente doentia do ator Daniel Lapaine, interpretando o Dr. Peter Dawson, é bem mais interessante. Grande acerto do episódio em termos imaginativos, mas, novamente e ainda mais evidente que todas as outras, essa primeira história está extremamente deslocada em comparação com as demais. Só para justificar o equipamento que causa dor ao holograma de Clayton? Alguns minutos poderiam ter sido facilmente enxugados.

No mais, Black Museum sustenta muito do interesse do espectador nas auto-referências que faz ao próprio programa. Em um dos momentos, por exemplo, é revelado que os acontecimentos de Fifteen Million Merits não passavam de histórias em quadrinhos. Já em outro certamente nos pegamos juntando, cronologicamente, as peças dispersas naquele cenário de crime. St. Juniper, hospital central do episódio, seria provavelmente uma inspiração para o nome San Junipero? Apesar da intrigante história contada e da retomada daquelas reviravoltas impensáveis que aprendemos a ansiar a cada episódio, além de uma cutucada certeira na ferida de séculos de injustiças, o encerramento da quarta temporada de Black Mirror é um estofado que já vimos antes. Mas é incrível como a série ainda tem, mesmo sem muita criatividade, a capacidade de nos surpreender. A surpresa podia ter sido melhor construída? Podia. Mas acredito que o conteúdo que se extrai daqui, apesar de consideravelmente mal formulado, vai agradar os fãs da série.

  • Pensamento final: Sim, eu não acredito que a terceira maior nota que dei para esta temporada foi para Crocodile. E olha que eu nem gostei tanto daquele episódio, apesar de ter achado ele bom. Isso nos traz ao clássico: a quantidade de estrelas é o que menos importa. O que importa de fato é o texto.
  • Outro pensamento final: Essa ideia de universo compartilhado para Black Mirror é péssima. Agora todos os espectadores ficarão tentando amarrar qualquer episódio da série em uma linha temporal, e isso tira muito do potencial criativo do próprio Charlie Brooker para futuras aventuras. Era melhor ficar com os easter eggs despretensiosos, e não assumir essa postura decisiva.

Black Mirror – 4X06: Black Museum (EUA, 29 de dezembro de 2017)
Showrunner: Charlie Brooker
Direção: Colm McCarthy
Roteiro: Charlie Brooker
Elenco: Letitia Wright, Douglas Hodge, Daniel Lapaine, Aldis Hodge, Alexandra Roach, Babs Olusanmokun, Emily Vere Nicoll, Yasha Jackson, Amanda Warren
Duração: 69 min.

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72 comentários

SERGIO 8 de agosto de 2019 - 14:41

Não acho a ideia de universo compartilhado ruim. Na verdade acho excelente. Amarra um pouco as possibilidades criativas? Sim. Mas isso não necessariamente é uma coisa ruim. Na verdade eu curto a ideia de que um episódio termina mas gera consequências na trama, e suas histórias sendo referenciadas em outros episódios dá a ideia de que o episódio não acabou ali. Concordo com a ideia de que a sociedade aceita a tecnologia, e as histórias são excessões.

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Diego/SM 31 de maio de 2018 - 15:37

Caramba, não conheço muito de Black Mirror (até então só tinha assistido “Nosedive” e “Hang the dj”), mas isto foi uma das melhores coisas que assisti nos últimos tempos!…
Sinceramente, me surpreendi com o número de estrelas dado na crítica aí… mas, enfim, é a velha história, gosto é gosto (e, como disse antes, com não conheço tanto o histórico da série, não me influenciei por possíveis repetições e outras questões que remeteriam a outros episódios – o que pode ter me feito perder também alumas referências, é verdade).

Responder
Julio Pieczarka 6 de fevereiro de 2018 - 01:15

Este episódio para mim foi excelente. Assim como USSCallister homenageia Star Trek, aqui a homenagem é para Além da Imaginação (The twilight zone), série dos anos 60 com esta mesma estrutura.

Responder
Julio Pieczarka 6 de fevereiro de 2018 - 01:15

Este episódio para mim foi excelente. Assim como USSCallister homenageia Star Trek, aqui a homenagem é para Além da Imaginação (The twilight zone), série dos anos 60 com esta mesma estrutura.

Responder
Júlio Pieczarka 6 de fevereiro de 2018 - 00:20

A série mudou mas não necessariamente para pior. Concordo que a ideia de entrelaçar os episódios é péssima e tira muito do espaço para a criatividade que vimos nas primeiras temporadas. Algo que notei nesta temporada é que ela inicia e encerra com homenagens a séries dd ficção ótimas dos anos 60. USSCallister, claro, é Star Trek. Em Black Museum a homenagem é para The twilight zone (Além da imaginação) que eu assistia entre apavorado e fascinado quando criança. O visual do episódio é retrô, embora a tecnologia seja futurista. A estrutura narrativa é o daquela série, com suas histórias dentro de histórias, não necessariamente conectadas. Para mim foi um prazer imenso assistir este episódio é relembrar esta série que lamentavelmente foi esquecida no Brasil.

Responder
Júlio Pieczarka 6 de fevereiro de 2018 - 00:20

A série mudou mas não necessariamente para pior. Concordo que a ideia de entrelaçar os episódios é péssima e tira muito do espaço para a criatividade que vimos nas primeiras temporadas. Algo que notei nesta temporada é que ela inicia e encerra com homenagens a séries dd ficção ótimas dos anos 60. USSCallister, claro, é Star Trek. Em Black Museum a homenagem é para The twilight zone (Além da imaginação) que eu assistia entre apavorado e fascinado quando criança. O visual do episódio é retrô, embora a tecnologia seja futurista. A estrutura narrativa é o daquela série, com suas histórias dentro de histórias, não necessariamente conectadas. Para mim foi um prazer imenso assistir este episódio é relembrar esta série que lamentavelmente foi esquecida no Brasil.

Responder
Eliezer Pereira 15 de janeiro de 2018 - 11:26

Gostei desse episódio. As duas primeiras historias são de arrepiar, tanto que poderiam ter sido episódios separados. Só a terceira história que não me agradou muito, pois embora seja bem criativa, não teve a emoção e o impacto que se esperava da reviravolta final. Ainda assim, Black Museum figura na lista dos meus favoritos de toda série.

Responder
Eliezer Pereira 15 de janeiro de 2018 - 11:26

Gostei desse episódio. As duas primeiras historias são de arrepiar, tanto que poderiam ter sido episódios separados. Só a terceira história que não me agradou muito, pois embora seja bem criativa, não teve a emoção e o impacto que se esperava da reviravolta final. Ainda assim, Black Museum figura na lista dos meus favoritos de toda série.

Responder
Boo Mesquita 14 de janeiro de 2018 - 21:03

Fala Gabriel! Excelente texto! Então, sobre a conexão entre os três contos, eu interpretei da seguinte forma: a primeira história era sobre o sofrimento do corpo, a segunda sobre o sofrimento da mente, e a última, sobre o sofrimento da alma.

Tem um post muito maneiro também comparando o Rolo Haynes ao Diabo, e o Black Museum ao Inferno:

http://farofageek.com.br/series/black-museum-a-queda-de-lucifer-a-banalidade-do-mal-e-a-sociedade-do-espetaculo/?utm_source=comentarios&utm_medium=sites&utm_campaign=planocritico

Responder
Diogo Maia 10 de janeiro de 2018 - 00:14

Parece que sempre tem como piorar, não é mesmo? Este deve ter sido um dos piores episódios da série e fechou uma temporada frustrante. Estou decepcionado com o rumo que o show tomou neste ano. Apesar da terceira temporada ter caído um pouco em relação às duas primeiras, ainda havia boas histórias e ideias, mas nesta aqui a qualidade despencou. Justo agora, que eu tinha deixado de ver várias séries para me dedicar às antologias como Black Mirror, confiando que veria coisa boa nesta nova temporada. Enfim, não sei se volto pra quinta, a não ser que haja uma volta às raízes do seriado.

Responder
Diogo Maia 10 de janeiro de 2018 - 00:14

Parece que sempre tem como piorar, não é mesmo? Este deve ter sido um dos piores episódios da série e fechou uma temporada frustrante. Estou decepcionado com o rumo que o show tomou neste ano. Apesar da terceira temporada ter caído um pouco em relação às duas primeiras, ainda havia boas histórias e ideias, mas nesta aqui a qualidade despencou. Justo agora, que eu tinha deixado de ver várias séries para me dedicar às antologias como Black Mirror, confiando que veria coisa boa nesta nova temporada. Enfim, não sei se volto pra quinta, a não ser que haja uma volta às raízes do seriado.

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Irvin 31 de março de 2018 - 13:17

As dus primeiras temporadas tem alguns dos piores episódios da série, como Momento Waldo e Fifteen Million Merits, mas como são as primeiras, as pessoas tem o hábito de tratarem como intocáveis. Vai entender.

Responder
Lucas Dornelas 9 de janeiro de 2018 - 17:11

tava aqui discutindo com uma colega que também assistiu todos ep… ela me disse uma coisa e achei bastante interessante… é o seguinte: aqueles ursos do ep metalhead que aparece no final poderiam ter consciência como esse urso (macaco) do black museum?

seria esse o motivo daquele pessoal está tentando salvar? ou melhor… a criança no qual ela cita e pede desculpas por não ter conseguido pegar a caixa… estaria morrendo e a ÚNICA solução era achar aqueles ursos para colocar a consciência (da criança) no urso… sei lá, não poderiam passar para a cabeça deles por algum motivo… por isso a razão deles terem dado a vida por aquela caixa…

confunsa mas faz sentido kkkk reflitam aí

Responder
Eduardo Muniz 4 de janeiro de 2018 - 16:19

Ótimo episódio!

Sinceramente, levei um “susto” ao abrir a página e ver apenas três estrelas para o episódio, que ao meu ver, foi o melhor ao lado da temporada de Hang The Dj. Porém, à medida que fui lendo o texto, passei a concordar com tudo. Inclusive com a sua ressalva em relação às próprias estrelas hehe.

A história do Doutor que compartilhava dor por meio daquele dispositivo caberia tranquilamente em um episódio próprio, achei um “desperdício”. Poderia ter entrado no lugar dos maçantes Metalhead, Arkangel ou Crocodile.

De fato há uma preguiça na estrutura do episódio, puxando muito de White Christmas. Ainda assim, é fácil embarcar nele e colocá-lo em um top 3 ou 5 de todos os episódios de Black Mirror.

No geral,achei a 4ª temporada muito desequilibrada. Nela teve dois dos melhores episódios da série, porém dois dos piores, junto com Waldo.

Responder
Eduardo Muniz 4 de janeiro de 2018 - 16:19

Ótimo episódio!

Sinceramente, levei um “susto” ao abrir a página e ver apenas três estrelas para o episódio, que ao meu ver, foi o melhor ao lado da temporada de Hang The Dj. Porém, à medida que fui lendo o texto, passei a concordar com tudo. Inclusive com a sua ressalva em relação às próprias estrelas hehe.

A história do Doutor que compartilhava dor por meio daquele dispositivo caberia tranquilamente em um episódio próprio, achei um “desperdício”. Poderia ter entrado no lugar dos maçantes Metalhead, Arkangel ou Crocodile.

De fato há uma preguiça na estrutura do episódio, puxando muito de White Christmas. Ainda assim, é fácil embarcar nele e colocá-lo em um top 3 ou 5 de todos os episódios de Black Mirror.

No geral,achei a 4ª temporada muito desequilibrada. Nela teve dois dos melhores episódios da série, porém dois dos piores, junto com Waldo.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 22:57

@disqus_nR0kPL4haB:disqus, eu estou muito triste com essa quarta temporada. As outras são tão boas, que eu esperava um nível de excelência que não encontrei. Expectativa é tudo. E, apesar desse episódio estar sendo aclamado por muita gente, eu simplesmente não consegui engolir essa familiaridade descarada com White Christmas. A mesma fórmula narrativa.

Abraços!!

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 22:57

@disqus_nR0kPL4haB:disqus, eu estou muito triste com essa quarta temporada. As outras são tão boas, que eu esperava um nível de excelência que não encontrei. Expectativa é tudo. E, apesar desse episódio estar sendo aclamado por muita gente, eu simplesmente não consegui engolir essa familiaridade descarada com White Christmas. A mesma fórmula narrativa.

Abraços!!

Responder
Flavio Batista 4 de janeiro de 2018 - 15:51

Mas q diferença faz o universo ser compartilhado ou nao? Os episodios funcionam bem sozinhos e continuam a suscitar questionamentos e reflexoes.
Acho q a unica desvantagem do universo compartilhado é q os fans vao encher o saco ainda mais.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 22:59

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus, a diferença é que isso é chato e acaba criando intrigas que não deveriam existir. A disparidade de tecnologias em tempos cronológicos similares acaba sendo uma problemática que não existiria se a série assumisse o caráter de antologia por completo.

Abraços!!

Responder
Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 09:01

Entendo perfeitamente seu ponto, contudo volto a insistir q as intrigas sao criadas pelo proprios fans q se apegam mais a isso q a proposta da serie.
Ao inves de discutir coisas muito mais abrangentes, interessantes e porque nao dizer, mais importantes como os temas apresentados nos epidosios: valor da vida, alma, vingança, sobrevivencia, familia, privacidade, etc.
Preferem discutir coisas como: ue mas no outro episodio o cara nao disse q esse aparelho era a prova d’agua? Para mim, isso q é chato pra caramba.

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:28

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus, fã acaba se apegando a detalhes inúteis mesmo. E no final esses detalhes acabam estragando um episódio para eles, quando, na verdade, são a coisa mais fútil do mundo.

Responder
Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 17:37

Olhando em perspectiva, eu entendo o q vc quis dizer. Insistir em um universo compartilhado, ao inves de deixar apenas no ar, abre margens pra muitos questionamentos.

Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:28

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus, fã acaba se apegando a detalhes inúteis mesmo. E no final esses detalhes acabam estragando um episódio para eles, quando, na verdade, são a coisa mais fútil do mundo.

Responder
Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 09:01

Entendo perfeitamente seu ponto, contudo volto a insistir q as intrigas sao criadas pelo proprios fans q se apegam mais a isso q a proposta da serie.
Ao inves de discutir coisas muito mais abrangentes, interessantes e porque nao dizer, mais importantes como os temas apresentados nos epidosios: valor da vida, alma, vingança, sobrevivencia, familia, privacidade, etc.
Preferem discutir coisas como: ue mas no outro episodio o cara nao disse q esse aparelho era a prova d’agua? Para mim, isso q é chato pra caramba.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 22:59

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus, a diferença é que isso é chato e acaba criando intrigas que não deveriam existir. A disparidade de tecnologias em tempos cronológicos similares acaba sendo uma problemática que não existiria se a série assumisse o caráter de antologia por completo.

Abraços!!

Responder
Eduardo Mafra 4 de janeiro de 2018 - 15:16

San Junipero já existiu há muito, o próprio Rolo fala isso em determinado momento do episódio, no qual ele cita tanto a tecnologia (com um dos primeiros passos de inserção de mentes digitalmente) como trabalha num hospital chamado San Junipero.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:02

@disqus_ZKRDfiFIEq:disqus, então, ao invés de usarem aquele chip de consciência e levar a pessoa para San Junipero, eles preferem desperdiçar a oportunidade de uma “vida” eterna dentro de outro corpo mortal, na qual a pessoa “vive” de maneira extremamente limitada, sem as possibilidades de felicidade que San Junipero oferece? Eu acho que ainda não existe isso de San Junipero não, não faz sentido, pois, no momento que um programa desse fosse divulgado seria uma opção universal. Se existe, é outro motivo para eu não comprar totalmente o aspecto tecnológico desse episódio.

Abraços!!!

Responder
Eduardo Mafra 5 de janeiro de 2018 - 10:54

Então volte a ver o episódio, ele cita claramente tal tecnologia.

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:29

@disqus_ZKRDfiFIEq:disqus, talvez daqui a um tempo. Não ache que tal informação tão irrelevante seja crucial para uma revisitação a um episódio, menos de três dias que eu assisti a ele.

Responder
Rafael Ricardo 5 de janeiro de 2018 - 19:16

Nossa!!! Vc deveria assistir com mais atenção sim, e se possível rever antes de se propôr a construir uma crítica que possa ser relevante para o leitor. Foi um erro grosseiro de atenção, pois é berrante quando a protagonista do episódio interpela o dono do museu: ” Igual aquela tecnologia que se coloca nos velhinhos para eles irem para outro lugar” (algo assim que a protagonista disse, pois TB não revi o episódio mas lembro perfeitamente que ela disse algo parecido com isso). Gosto bastante desse site e sou leitor frequente desse e de outros site do mesmo segmento. Mas achei as críticas dos episódios da quarta temporada fraquíssimas, me pareceram preguiçosas, não acrescentaram em nada, nenhuma visão diferente e para finalizar um erro extremamente grosseiro como esse no último episódio e nem sequer tentar rever o episódio para consertar me deu a impressão de desqualificação sua para aquilo que se propõe a fazer. Espero que outras pessoas tenham tido uma experiência melhor com seus textos.

Fernando Campos 7 de janeiro de 2018 - 13:58

Caro @disqus_bZdV6xh1mn:disqus, é bastante injusto usar o termo preguiçoso para uma pessoa que escreveu textos de mais de 3mil caracteres todos os dias durante uma semana analisando cada episódio de Black Mirror. O papel de uma crítica é analisar e dar um parecer, o que foi feito muito bem pelo Gabriel, não ficar catando referência. Tem todo o direito de criticar, de verdade, críticas nos ajudam a melhorar, mas faça isso de maneira construtiva. Usar o termo “preguiçoso” é um desrespeito com uma pessoa que, voluntariamente, tenta produzir conteúdo para pessoas como você.

Rafael Ricardo 7 de janeiro de 2018 - 15:05

Eu escrevi que me pareceram preguiçosas, talvez por eu já ter lido excelentes criticas do Gabriel Carvalho, que me decepcionei e achei as análises rasas, só isso. Minha intenção não foi ofender ninguém mas continuo achando que seria altamente relevante para o texto se ele tivesse revisto o episódio e dado um parecer ao inves de ficar: talvez…se o for o caso… Se realmente for isso…me deu a impressão de preguiça sim! Pois bem, e se ele faz voluntariamente ou se é remunerado para a função nada tenho haver com isso, existem inúmeros sites nacionais e estrangeiros que fazem o mesmo que vocês. Mas, em geral, continuo achando as críticas e o conteúdo do site excelente, um dos melhores que existe no país. Sobre a questão do episódio, eu mesmo estava pensando de forma errada, e o próprio leitor e comentarista aqui deste tópico, o Ramon Vitor, conseguiu elucidar de forma objetiva a dúvida que percorreu todo a crítica do Gabriel Carvalho, bom para ele, que agora realmente não precisa rever o episódio.

João Silva 10 de janeiro de 2018 - 02:07

Não vou entrar no mérito de se a crítica é a ideal ou não, mas tenho que concordar com o Rafael Ricardo de que não importa se o texto é feito por um voluntário ou por um remunerado. Usar o argumento de que se algo é feito voluntário não pode ser críticado ou “derespeitado” é algo no mínimo desonesto. Se alguém faz algo voluntário é porque gosta e só por isso já deveria ser feita de maneira correta e caprichosa.. Quer dizer que se fosse pagando aí sim o texto seria feito com todo o cuidado do mundo ou poderia ser criticado à vontade?

Rafael Ricardo 7 de janeiro de 2018 - 15:05

Eu escrevi que me pareceram preguiçosas, talvez por eu já ter lido excelentes criticas do Gabriel Carvalho, que me decepcionei e achei as análises rasas, só isso. Minha intenção não foi ofender ninguém mas continuo achando que seria altamente relevante para o texto se ele tivesse revisto o episódio e dado um parecer ao inves de ficar: talvez…se o for o caso… Se realmente for isso…me deu a impressão de preguiça sim! Pois bem, e se ele faz voluntariamente ou se é remunerado para a função nada tenho haver com isso, existem inúmeros sites nacionais e estrangeiros que fazem o mesmo que vocês. Mas, em geral, continuo achando as críticas e o conteúdo do site excelente, um dos melhores que existe no país. Sobre a questão do episódio, eu mesmo estava pensando de forma errada, e o próprio leitor e comentarista aqui deste tópico, o Ramon Vitor, conseguiu elucidar de forma objetiva a dúvida que percorreu todo a crítica do Gabriel Carvalho, bom para ele, que agora realmente não precisa rever o episódio.

Fernando Campos 7 de janeiro de 2018 - 13:58

Caro @disqus_bZdV6xh1mn:disqus, é bastante injusto usar o termo preguiçoso para uma pessoa que escreveu textos de mais de 3mil caracteres todos os dias durante uma semana analisando cada episódio de Black Mirror. O papel de uma crítica é analisar e dar um parecer, o que foi feito muito bem pelo Gabriel, não ficar catando referência. Tem todo o direito de criticar, de verdade, críticas nos ajudam a melhorar, mas faça isso de maneira construtiva. Usar o termo “preguiçoso” é um desrespeito com uma pessoa que, voluntariamente, tenta produzir conteúdo para pessoas como você.

Rafael Ricardo 5 de janeiro de 2018 - 19:16

Nossa!!! Vc deveria assistir com mais atenção sim, e se possível rever antes de se propôr a construir uma crítica que possa ser relevante para o leitor. Foi um erro grosseiro de atenção, pois é berrante quando a protagonista do episódio interpela o dono do museu: ” Igual aquela tecnologia que se coloca nos velhinhos para eles irem para outro lugar” (algo assim que a protagonista disse, pois TB não revi o episódio mas lembro perfeitamente que ela disse algo parecido com isso). Gosto bastante desse site e sou leitor frequente desse e de outros site do mesmo segmento. Mas achei as críticas dos episódios da quarta temporada fraquíssimas, me pareceram preguiçosas, não acrescentaram em nada, nenhuma visão diferente e para finalizar um erro extremamente grosseiro como esse no último episódio e nem sequer tentar rever o episódio para consertar me deu a impressão de desqualificação sua para aquilo que se propõe a fazer. Espero que outras pessoas tenham tido uma experiência melhor com seus textos.

Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:29

@disqus_ZKRDfiFIEq:disqus, talvez daqui a um tempo. Não ache que tal informação tão irrelevante seja crucial para uma revisitação a um episódio, menos de três dias que eu assisti a ele.

Responder
Ramon Vitor 5 de janeiro de 2018 - 21:10

A tecnologia de San Junipero é posterior. E sim, isso é dito no próprio episódio. O hospital chamado San Junipero dá nome ao ambiente digital quando esse for criado. As três tecnologias derivadas do cookie apresentadas no episódio são estágios iniciais que resultam em San Junipero mais pra frente. Na conversa, Nish pergunta especificamente por “San Junipero-o-lugar-onde-colocam-gente-velha”, ao passo que o curador responde que essas tecnologias precederam. No fim, percebemos que a mãe está dentro da mente de Nish, mas não por falta de opções, elas simplesmente optaram por conviver juntas.

Responder
Ramon Vitor 5 de janeiro de 2018 - 21:10

A tecnologia de San Junipero é posterior. E sim, isso é dito no próprio episódio. O hospital chamado San Junipero dá nome ao ambiente digital quando esse for criado. As três tecnologias derivadas do cookie apresentadas no episódio são estágios iniciais que resultam em San Junipero mais pra frente. Na conversa, Nish pergunta especificamente por “San Junipero-o-lugar-onde-colocam-gente-velha”, ao passo que o curador responde que essas tecnologias precederam. No fim, percebemos que a mãe está dentro da mente de Nish, mas não por falta de opções, elas simplesmente optaram por conviver juntas.

Responder
Peterson Carvalho Fernandes 6 de janeiro de 2018 - 01:36

Quando o Rolo está contando a história do marido que coloca a consciência da mulher em sua cabeça, a Nish fala “Tipo quando fazem o upload de idosos na nuvem?”, ou seja, a tecnologia de San Junipero já era algo comum.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:02

@disqus_ZKRDfiFIEq:disqus, então, ao invés de usarem aquele chip de consciência e levar a pessoa para San Junipero, eles preferem desperdiçar a oportunidade de uma “vida” eterna dentro de outro corpo mortal, na qual a pessoa “vive” de maneira extremamente limitada, sem as possibilidades de felicidade que San Junipero oferece? Eu acho que ainda não existe isso de San Junipero não, não faz sentido, pois, no momento que um programa desse fosse divulgado seria uma opção universal. Se existe, é outro motivo para eu não comprar totalmente o aspecto tecnológico desse episódio.

Abraços!!!

Responder
André Prado 4 de janeiro de 2018 - 14:31

Em uma caixa de comentários para Black Museum eu li:

“Achei um bom episódio (eu também achei), me surpreendeu, fora que esse episódio fecha com chave de ouro trazendo referências com os outros da temporada. Black Mirror é foda!”

Foi algo assim.

Bom, esse tipo de comentário transparece o que Black Mirror é atualmente: ela é uma série pra se maratonar, e é isso. Ela não é mais aquela série que te faz querer ver um episódio por vez, ao final todo incomodado querendo pensar no que viu.

Acho que se Charlie Brooker quer um universo compartilhado, como pareceu em Black Museum com tantas referências, eu creio que seja melhor ele dar uma oxigenada nas ideias e passar a considerar a construção no formato de uma minissérie logo. Coesa, fechadinha em seis episódios pra agradar a Netflix, o público e a ele mesmo que quer experimentar gêneros diferentes.

Responder
André Prado 4 de janeiro de 2018 - 14:31

Em uma caixa de comentários para Black Museum eu li:

“Achei um bom episódio (eu também achei), me surpreendeu, fora que esse episódio fecha com chave de ouro trazendo referências com os outros da temporada. Black Mirror é foda!”

Foi algo assim.

Bom, esse tipo de comentário transparece o que Black Mirror é atualmente: ela é uma série pra se maratonar, e é isso. Ela não é mais aquela série que te faz querer ver um episódio por vez, ao final todo incomodado querendo pensar no que viu.

Acho que se Charlie Brooker quer um universo compartilhado, como pareceu em Black Museum com tantas referências, eu creio que seja melhor ele dar uma oxigenada nas ideias e passar a considerar a construção no formato de uma minissérie logo. Coesa, fechadinha em seis episódios pra agradar a Netflix, o público e a ele mesmo que quer experimentar gêneros diferentes.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:04

@disqus_ElScxooVXs:disqus, Black Mirror era para ser uma antologia. Isso abre margem para muito mais criatividade. E a maioria das coisas nessa temporada se resumem aos “cookies”, versões humanas digitais. Metade da temporada é sobre isso.

Abraços!!!

Responder
Vinicius S Pereira 4 de janeiro de 2018 - 13:23

Adorei os pequenos casos que se passam durante o episódio. Mas achei que eles funcionaram bem melhor como partes individuais do que acrescentando ao todo. A reviravolta no final eu também achei bacana. Enfim, essa temporada como um todo foi mais fraca que as demais, como você mesmo comentou fiquei com a sensação que eles tentaram colocar todos os episódios em uma mesma realidade, e isso limitou o que eles podiam fazer.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:21

@senseidosjogos:disqus, venha aqui amanhã para ver a lista ranqueada de Black Mirror.

Abraços!!

Responder
Fórmula Finesse 4 de janeiro de 2018 - 08:56

Gostei muito do episódio, perturba pelas possibilidades futuras. É o segundo capítulo que eu assisto de black mirror desde sempre e estou apreciando muito essa cultuada série.
USS Callister foi o primeiro e realmente prende a atenção e estimula imaginação. Mas sem delongas, quais seriam os três ou quatro capítulos mais especiais ou “essenciais” entre todas as temporadas?
Obrigado.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:07

Tem muitos capítulos excelentes de Black Mirror. Amanhã vai sair uma lista ranqueando tudo. Mas já adianto meus favoritos de cada temporada: The Entire History of You, Be Right Back e White Christmas (o segundo é um quarto episódio especial magnífico), San Junipero e Hang the DJ. Essa quarta temporada é a mais fraca, tem muito mais coisa boa nas anteriores.

Abraços e bem-vindo a Black Mirror.

Responder
Fórmula Finesse 5 de janeiro de 2018 - 08:25

Obrigado; vou ficar de olho – já assisti dois desses capítulos citados e realmente achei algo renovador e intrigante para assistir.

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:30

Isso aí, fica de olho mesmo. Black Mirror tem uns 5 ou 6 episódios de imensa qualidade, extraordinários. Da uma olhada na minha lista, saiu hoje.

Responder
Fórmula Finesse 5 de janeiro de 2018 - 08:25

Obrigado; vou ficar de olho – já assisti dois desses capítulos citados e realmente achei algo renovador e intrigante para assistir.

Responder
Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 09:35

Juro q tentei gostar de Entire history of you mas nao consegui… N entendo como acham ele o melhor de todos. Tem critica dele no site?

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:30

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus, crítica separada não. Mas tem texto da crítica da primeira temporada completa.

Responder
Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 17:38

Valeu, eu ja li. obrigado por tudo. Fico impressionado com a qualidade dos textos de vcs e, ainda mais, com a paciencia q vcs tem pra responder todo mundo.
É um dos melhores sites q ja conheci

Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 17:38

Valeu, eu ja li. obrigado por tudo. Fico impressionado com a qualidade dos textos de vcs e, ainda mais, com a paciencia q vcs tem pra responder todo mundo.
É um dos melhores sites q ja conheci

Gabriel Carvalho 8 de janeiro de 2018 - 03:16

É muito gratificante responder vocês e ver o engajamento do pessoal. Abraço forte, e continue acessando o site.

Gabriel Carvalho 8 de janeiro de 2018 - 03:16

É muito gratificante responder vocês e ver o engajamento do pessoal. Abraço forte, e continue acessando o site.

Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:30

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus, crítica separada não. Mas tem texto da crítica da primeira temporada completa.

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Flavio Batista 5 de janeiro de 2018 - 09:35

Juro q tentei gostar de Entire history of you mas nao consegui… N entendo como acham ele o melhor de todos. Tem critica dele no site?

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Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:07

Tem muitos capítulos excelentes de Black Mirror. Amanhã vai sair uma lista ranqueando tudo. Mas já adianto meus favoritos de cada temporada: The Entire History of You, Be Right Back e White Christmas (o segundo é um quarto episódio especial magnífico), San Junipero e Hang the DJ. Essa quarta temporada é a mais fraca, tem muito mais coisa boa nas anteriores.

Abraços e bem-vindo a Black Mirror.

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Thiago_NCO 4 de janeiro de 2018 - 08:49

Eu gostei desse episódio. O conto do médico é simplesmente de ARREPIAR. Cara, o que foi aquilo? Foi o único episódio de BM até hoje a me causar arrepios. O plot twist também foi interessante, assim como os easter eggs (ou referências explícitas) do universo de BM.
Foi uma temporada fraca, mas USS callister, Hang the DJ e Black Musem dão conta do recado, com louvor. Até o criticadíssimo Arkangel me agradou, por ser, defeitos à parte, um “legítimo” Black Mirror.
Ah, também torço para que a série volte às origens britânicas. A americanização (que já foi bem evidente na season 3) não fez tão bem assim.
Abraços, e parabéns pele excelente trabalho, Gabriel.

Responder
Thiago_NCO 4 de janeiro de 2018 - 08:49

Eu gostei desse episódio. O conto do médico é simplesmente de ARREPIAR. Cara, o que foi aquilo? Foi o único episódio de BM até hoje a me causar arrepios. O plot twist também foi interessante, assim como os easter eggs (ou referências explícitas) do universo de BM.
Foi uma temporada fraca, mas USS callister, Hang the DJ e Black Musem dão conta do recado, com louvor. Até o criticadíssimo Arkangel me agradou, por ser, defeitos à parte, um “legítimo” Black Mirror.
Ah, também torço para que a série volte às origens britânicas. A americanização (que já foi bem evidente na season 3) não fez tão bem assim.
Abraços, e parabéns pele excelente trabalho, Gabriel.

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Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:19

@thiago_nco:disqus, eu entendo essa paixão por Black Museum, pois é uma homenagem para a série e seus fãs. Essa temporada, para mim, infelizmente, foi uma decepção. Não tão absurda a ponto de eu ter achado-a ruim, apenas razoável, o que é muito abaixo da qualidade apresentada nas demais. O retorno as origens britânicas pode ser uma boa saída.

Valeu por todo o carinho, acompanhando os textos. Abraços!!

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:19

@thiago_nco:disqus, eu entendo essa paixão por Black Museum, pois é uma homenagem para a série e seus fãs. Essa temporada, para mim, infelizmente, foi uma decepção. Não tão absurda a ponto de eu ter achado-a ruim, apenas razoável, o que é muito abaixo da qualidade apresentada nas demais. O retorno as origens britânicas pode ser uma boa saída.

Valeu por todo o carinho, acompanhando os textos. Abraços!!

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Wendell Santana 4 de janeiro de 2018 - 08:35

Pra mim esse foi o melhor episódio da temporada e um dos melhores de toda a série. Magnífico!

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:21

@disqus_CUt5W27KAi:disqus, ainda prefiro Hang the DJ. Achei melhor construído. Não consigo gostar tanto de Black Museum quando comparo a White Christimas. O segundo é, para mim, um dos episódios mais sensacionais.

Abraços!!

Responder
Wendell Santana 5 de janeiro de 2018 - 11:08

White Christimas é um dos que eu mais gostei, mas não tive tempo de rever. Vou revisitar e entender sua comparação. Só lembro que foi um episódio excelente.

Responder
Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:31

@disqus_CUt5W27KAi:disqus, um dos meus episódios que mais gostei, estou até hoje fascinado com ele. Acredito que, se ele não existisse, eu teria gostado de Black Museum muito mais.

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Gabriel Carvalho 5 de janeiro de 2018 - 16:31

@disqus_CUt5W27KAi:disqus, um dos meus episódios que mais gostei, estou até hoje fascinado com ele. Acredito que, se ele não existisse, eu teria gostado de Black Museum muito mais.

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Wendell Santana 5 de janeiro de 2018 - 11:08

White Christimas é um dos que eu mais gostei, mas não tive tempo de rever. Vou revisitar e entender sua comparação. Só lembro que foi um episódio excelente.

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Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2018 - 23:21

@disqus_CUt5W27KAi:disqus, ainda prefiro Hang the DJ. Achei melhor construído. Não consigo gostar tanto de Black Museum quando comparo a White Christimas. O segundo é, para mim, um dos episódios mais sensacionais.

Abraços!!

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Wendell Santana 4 de janeiro de 2018 - 08:35

Pra mim esse foi o melhor episódio da temporada e um dos melhores de toda a série. Magnífico!

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