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Crítica | Black Sails – 4X02: XXX

por Ritter Fan
171 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 4,5

Obs: Leia, aqui, as críticas das demais temporadas. Há spoilers.

É por episódios assim que Black Sails se mostra como uma série realmente impressionante. Em seu 30º capítulo, com todas as cada vez mais complexas linhas narrativas a pleno vapor, os showrunners Jonathan E. Steinberg e Robert Levine conseguem entregar nada menos do que uma aula de televisão.

Mesmo com a 4ª temporada começando com um episódio menos do que brilhante, não demorou para algo realmente próximo do perfeito aparecer e muito do que se vê na telinha em XXX é fruto do roteiro preciso e cirúrgico de Steinberg com Dan Shotz, que mergulha sem remorso no lado sombrio dos personagens ao mesmo tempo que costura as várias pontas em um trançado lógico e coeso. Mas vou começar mesmo pelo único elemento que me causou incômodo, ainda que ele seja oriundo, na verdade, do final do episódio anterior.

Trata-se da revelação, por Eleanor, que ela teria como equilibrar os problemas financeiros causados ao governador Rogers por seu divórcio e novo casamento (com ela). Enquanto no episódio precedente a informação pareceu jogada e completamente aleatória, aqui ela ganha um breve diálogo expositivo entre ela e o governador que nos relembra que ela vem de família aristocrata, acrescentando detalhes sobre a riqueza sem medidas de seu avô, o desejo dele de ser mais do que um membro esquecido da Coroa Britânica e seu afastamento de seu filho, pai de Eleanor, depois de sua aproximação dos piratas. Apesar do diálogo levemente forçado, temos que considerar que a explicação faz sentido e justifica Eleanor procurar sua família somente agora, em momento de extrema necessidade e depois de ela finalmente ter encontrado aquele que realmente parece ser o amor de sua vida e não talvez um “passatempo” sofisticado como Max ou sua paixão animal por Vane.

E esse germe de ideia plantado aqui, já no segundo episódio da derradeira temporada, permite-nos entrever o que pode vir por aí caso ela consiga chegar à Filadélfia. Mesmo com Edward Teach fazendo um cerco a Nassau, parece-me que o final do episódio demonstra que Eleanor realmente chegará a seu destino, o que pode significar uma armada para livrar a ilha de uma vez por todas dos piratas.

Teach, por sua vez, juntamente com Rackham, proporcionam, curiosamente, o único momento de leveza no episódio, quando o primeiro lembra, com saudades, de quando chegou na ilha junto com Charles Vane e teve a visão de um grande pássaro branco que ele interpretava como bom agouro e Vane simplesmente como comida. A interação entre os dois homens leais à memória e ideais do falecido pirata gerou excelente química entre Ray Stevenson, que realmente precisa aparecer mais na série, e Toby Schmitz, que costumeiramente rouba as cenas em que aparece.

No entanto, este breve momento de calmaria funciona apenas como um oásis em meio a uma tempestade de pensamentos sombrios permeando os demais principais personagens. O conflito entre o capitão Flint, enfraquecido e quase sozinho, e Billy Bones, líder de um grupo leal de piratas, chega às vias de fato de forma quase que completamente inconciliável, com Madi fazendo um jogo político potencialmente mortal entre os dois. Aliás, é muito interessante como, aos poucos, Flint vai abrindo espaço na série para algo maior do que ele. Se na e temporadas ele era sem dúvida alguma o protagonista, sua força presencial começa a ser equalizada por Charles Vane e John Silver na e, agora, na , ele realmente começa a ter sua importância reduzida diante do crescimento de Madi, Billy e, claro, do surgimento efetivo da lenda do “Rei Pirata” Long John Silver que, em A Ilha do Tesouro, é apresentado como o único homem que Flint já temera.

Silver, vale salientar, ganha mais um ótimo momento neste episódio e que inteligentemente ecoa o final da temporada anterior. Sendo resgatado por um amargo e vingativo Israel Hands (David Wilmot), mais um personagem pinçado da vida real (era efetivamente o segundo em comando de Edward Teach), Silver tem que incorporar a força do Rei Pirata criada pela lenda espalhada por Billy para encantar o velho e deformado pirata, colocando-o do seu lado. A câmera, neste momento crucial, aproxima-se das feições de Luke Arnold em extremo close-up e, com isso, testemunhamos sua transformação definitiva durante seu longo monólogo. O lado sombrio herdado de Flint – como ele previra, aliás – desceu sobre Silver e ele incorporou a persona que criaram para ele. Nasce Long John Silver, provavelmente o único capaz de reunir Flint e Billy mais uma vez, ainda que de forma efêmera. Se Arnold começou na série com um papel, diria, sem muito relevo e com atuação não mais do que burocrática, ele parece atingir sua completa maturidade aqui, algo que é refletido no excepcional arco de crescimento de Silver.

São muitos personagens entrando e saindo do episódio e todos ganham atenção. Os mais de 50 minutos de projeção passam voando em razão da agilidade do roteiro e da pegada mais pesada da direção de Alik Sakharov, que se esmera em uma fotografia enegrecida que reflete muito bem as almas de seus protagonistas. Com o fim à vista e com muita coisa ainda por acontecer – a nova “relação” entre Max e o capitão Berringer (Chris Larkin) promete ótimos momentos! – Black Sails vem navegando de maneira exemplar essas águas turbulentas. Se o segundo episódio é algum sinal, teremos um final verdadeiramente épico.

Reclamação: Será que os showrunners da série não pensaram que essa ideia de nomear os episódios com seus respectivos números em algarismos romanos poderia levar à constrangimentos? Estava eu feliz, procurando imagens para ilustrar a crítica, e inocentemente digitei “Black Sails XXX”. Vocês podem imaginar o que apareceu, não é mesmo?

Black Sails – 4X02: XXX (EUA, 05 de fevereiro de 2017)
Criação e showrunners: Jonathan E. Steinberg, Robert Levine
Direção: Alik Sakharov
Roteiro: Jonathan E. Steinberg, Dan Shotz
Elenco: Toby Stephens, Hannah New, Luke Arnold, Jessica Parker Kennedy, Tom Hopper, Toby Schmitz, Clara Paget, Hakeem Kae-Kazim, Sean Cameron Michael, Louise Barnes, Rupert Penry-Jones, Meganne Young, Nick Boraine, Tadhg Murphy, Angelique Pretorius, Anna-Louise Plowman, Andrian Mazive, Moshidi Motshegwa, Jason Cope, Jenna Saras, Ray Stevenson, Luke Roberts, Zethu Dlomo, David Wilmot, Chris Larkin
Duração: 55 min. aprox.

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37 comentários

Junito Hartley 8 de fevereiro de 2017 - 13:23

Cara eu duvido muito que o Flint e o Billy andem juntos de novo. O Flint é o personagem que mais gosto na serie, espero que ele retome o respeito e confiança dos outros piratas. Entendo o Billy, aquele empurrão ainda incomoda ele, é muita magoa entalada huahehau. Sobre Eleonor, o amor dela é duvidoso, sera que se o Rogers nao fosse governador ela iria ama-lo?

PS: Essa serie é daquelas que assim como GOt deviam ter 1:30 de duraçao que eu via tranquilamente.

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planocritico 8 de fevereiro de 2017 - 15:11

@Junito_Silva:disqus , acho que Flint e Billy ficarão juntos por questões práticas e sob o “comando” de Silver. Mas não espero nada que tragédia nisso tudo.

Sobre Eleanor, sem dúvida há um componente interesseiro nesse amor dela. Mas acho que ela encontrou a pessoa que ela consegue se ver junto até a morte, para fins de estabilidade.

E concordo com a duração!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2017 - 15:11

@Junito_Silva:disqus , acho que Flint e Billy ficarão juntos por questões práticas e sob o “comando” de Silver. Mas não espero nada que tragédia nisso tudo.

Sobre Eleanor, sem dúvida há um componente interesseiro nesse amor dela. Mas acho que ela encontrou a pessoa que ela consegue se ver junto até a morte, para fins de estabilidade.

E concordo com a duração!

Abs,
Ritter.

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Rafael Gardiolo 7 de fevereiro de 2017 - 20:37

Tenho certeza que o título do episódio trouxe uns page views a mais.

E o Long John Silver jogando verde para intimidar a Max sobre os sobreviventes do ataque de Nassau usando isso ao mesmo tempo em que ele descobria que de fato, Teach, Flint, Rackham estavam vivos… Que cena brilhante. Especialmente pela atuação do Evans. Série tão boa que me levou a reler A Ilha do Tesouro e agora estou revendo as temporadas anteriores…

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planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 23:57

Excelente cena mesmo, @rafaelgardiolo:disqus ! O cara está um monstro.

E realmente estou louco para reler o livro. Eu o coloquei na minha pilha de coisas para ler, mas ainda não cheguei lá!

– Ritter.

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Clayton Lucena 7 de fevereiro de 2017 - 18:24

Depois de ver o nome desse episódio vou colocar na lista para ver urgente hehehe

Responder
Clayton Lucena 7 de fevereiro de 2017 - 18:24

Depois de ver o nome desse episódio vou colocar na lista para ver urgente hehehe

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planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 23:56

Pornô pirata!

– Ritter.

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Clayton Lucena 8 de fevereiro de 2017 - 01:32

HAHAHAHAHAHAHA Bora ver nego passando óleo de peroba na perna de pau. hahahahahahahahahha

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 23:56

Pornô pirata!

– Ritter.

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Robson Luz 7 de fevereiro de 2017 - 15:17

Luke Arnold cada vez mais monstro no papel e impressionante evolução de John Silver ao longo das 4 temporadas, um ninguém que se tornou um dos piratas mais temidos.

Responder
Robson Luz 7 de fevereiro de 2017 - 15:17

Luke Arnold cada vez mais monstro no papel e impressionante evolução de John Silver ao longo das 4 temporadas, um ninguém que se tornou um dos piratas mais temidos.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 15:43

@robson_luz:disqus , o arco de crescimento de Silver é incrivelmente exemplar. Poucas séries desenvolveram tão bem um personagem. E eu fico olhando para trás – inclusive comentei na minha crítica da primeira temporada – que eu não achava Luke Evans nada demais… Hoje, cada sequência com ele é de tirar o fôlego!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 15:43

@robson_luz:disqus , o arco de crescimento de Silver é incrivelmente exemplar. Poucas séries desenvolveram tão bem um personagem. E eu fico olhando para trás – inclusive comentei na minha crítica da primeira temporada – que eu não achava Luke Evans nada demais… Hoje, cada sequência com ele é de tirar o fôlego!

Abs,
Ritter.

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Junito Hartley 8 de fevereiro de 2017 - 13:16

Nao so ele cresceu como a Max, so rever a primeira temporada.

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2017 - 15:13

Verdade. A Max com aquele sotaque francês e aquele jeitinho… É uma das mais perigosas personagens da série!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2017 - 15:13

Verdade. A Max com aquele sotaque francês e aquele jeitinho… É uma das mais perigosas personagens da série!

Abs,
Ritter.

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Raoni De Lucia 7 de fevereiro de 2017 - 15:01

Desde a primeira temporada a série já dava sinais de que seria épica, e nessa última temporada (infelizmente) tudo caminha para isso, a cena do Silver foi impressionante, saca aquele personagem de RPG de mesa que no começo de uma crônica ninguém dá nada por ele? Foi exatamente o que eu senti ao ver a transformação dele, evoluindo pela inteligência e oportunismo, e nesse episódio se apoiando nas lendas e se transformando em uma força que transmite confiança e medo, nada menos do que magistral.

Responder
Raoni De Lucia 7 de fevereiro de 2017 - 15:01

Desde a primeira temporada a série já dava sinais de que seria épica, e nessa última temporada (infelizmente) tudo caminha para isso, a cena do Silver foi impressionante, saca aquele personagem de RPG de mesa que no começo de uma crônica ninguém dá nada por ele? Foi exatamente o que eu senti ao ver a transformação dele, evoluindo pela inteligência e oportunismo, e nesse episódio se apoiando nas lendas e se transformando em uma força que transmite confiança e medo, nada menos do que magistral.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 15:42

Realmente, foi o grande destaque do episódio. Ele era apenas um oportunista sem muito pensamento de futuro, depois um oportunista com coração, mas planejando a longo prazo e, agora, ele incorporou a persona mítica que Billy criou que, se pararmos para pensar, é de certa forma extraída de Flint, como se Silver estivesse arrancando de Flint seu poder e usando-o para fins próprios. Absolutamente fantástico.

E o mais interessante para mim é que eu não dava a menor bola para o ator na primeira temporada, apesar de saber da importância do personagem em si. Mas a cada episódio Evans foi vagarosamente mudando minha opinião e hoje o cara está assustador em sua capacidade de dominar as sequências em que aparece.

Abs,
Ritter.

Responder
Raoni De Lucia 7 de fevereiro de 2017 - 15:56

Na temporada anterior a lenda dele já foi definida no momento que ele esmagou a cabeça do cara na taverna, ali foi a transformação que o personagem precisava, também pensei a mesma coisa que você falou, parece que a força e autoridade de Flint tem passado pra ele, genial, simplesmente genial. Fico triste por saber que nem todos acompanham essa série fantástica.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 16:03

Sim, ali foi o ponto de virada, mas, de certa forma, ele ainda estava “cumprindo ordens” de Flint. Agora ele está sozinho e ele encampou de vez essa persona interessantíssima. E tendo o Israel como guarda-costas, ninguém para mais o sujeito!

Sobre quase ninguém acompanhar essa série, é algo que me deixa até com azia… Por isso eu resolvi fazer de vez a crítica por episódio pelo menos da última temporada, para fazer minha parte em chamar atenção para essa maravilha!

Abs,
Ritter.

Responder
Raoni De Lucia 7 de fevereiro de 2017 - 16:09

Desde a primeira temporada eu recomendo pro pessoal e escuto sempre a mesma coisa, “ah que legal, vou acabar essa temporada de flash ou arrow e vou assistir também”. E não assistem, quando a série acabar nessa temporada essa galera começa a assistir e aí vai começar o mimimi “pq acabooou”. Marque essas palavras. kkkkk

planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 17:30

@raonidelucia:disqus , pior é que é verdade! Essa galera não sabe o que está perdendo e depois vai ficar chorando…

Abs,
Ritter.

planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 17:30

@raonidelucia:disqus , pior é que é verdade! Essa galera não sabe o que está perdendo e depois vai ficar chorando…

Abs,
Ritter.

Raoni De Lucia 7 de fevereiro de 2017 - 15:56

Na temporada anterior a lenda dele já foi definida no momento que ele esmagou a cabeça do cara na taverna, ali foi a transformação que o personagem precisava, também pensei a mesma coisa que você falou, parece que a força e autoridade de Flint tem passado pra ele, genial, simplesmente genial. Fico triste por saber que nem todos acompanham essa série fantástica.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 15:42

Realmente, foi o grande destaque do episódio. Ele era apenas um oportunista sem muito pensamento de futuro, depois um oportunista com coração, mas planejando a longo prazo e, agora, ele incorporou a persona mítica que Billy criou que, se pararmos para pensar, é de certa forma extraída de Flint, como se Silver estivesse arrancando de Flint seu poder e usando-o para fins próprios. Absolutamente fantástico.

E o mais interessante para mim é que eu não dava a menor bola para o ator na primeira temporada, apesar de saber da importância do personagem em si. Mas a cada episódio Evans foi vagarosamente mudando minha opinião e hoje o cara está assustador em sua capacidade de dominar as sequências em que aparece.

Abs,
Ritter.

Responder
Márcio Xavier 7 de fevereiro de 2017 - 10:21

quero nem pensar no que vai aparecer se eu digitar Long John xxx… não, péra.. “Long John 18inch revenge”. Vai ver é uma spinoff sobre o tamanho da perna de pau dele.. Voltando a série, a forma como as coisas vão se encaminhando na temporada final me lembra Person of Interest, que terminou de forma épica.

Responder
Márcio Xavier 7 de fevereiro de 2017 - 10:21

quero nem pensar no que vai aparecer se eu digitar Long John xxx… não, péra.. “Long John 18inch revenge”. Vai ver é uma spinoff sobre o tamanho da perna de pau dele.. Voltando a série, a forma como as coisas vão se encaminhando na temporada final me lembra Person of Interest, que terminou de forma épica.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 14:28

He, he. Nem tente!

Não vi Person of Interest, mas realmente o encaminhamento de Black Sails pede um final épico mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Márcio Xavier 8 de fevereiro de 2017 - 11:39

era uma série procedural.. mas saiu dessa desde a 2a temporada, acho. O último episódio até há pouco tempo era um dos poucos 10/10 do IMDB. Capaz de ser ainda.

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2017 - 15:19

Tenho curiosidade. A única coisa que me afasta dessa série é a quantidade de episódios por temporada… Eu confesso que não aguento mais séries com 20 e tantos episódios…

Abs,
Ritter.

Responder
Márcio Xavier 8 de fevereiro de 2017 - 11:39

era uma série procedural.. mas saiu dessa desde a 2a temporada, acho. O último episódio até há pouco tempo era um dos poucos 10/10 do IMDB. Capaz de ser ainda.

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2017 - 00:14

Não gostei do título, muda.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 00:22

Melhor que “Frontios”…

HAHAHHAHAHAHAAHAHAHHAHAAHAHAHAHAAHA

– Capitão Ritter.

Responder
Luiz Santiago 7 de fevereiro de 2017 - 00:49

HUAHAUHAUHAUHAUHAUA, concordo com você. Mas “Black Sails XXX” te levou a ver muita perna de pau pelas internetes afora, enquanto “Frontios” só me fez vez besouro feio bugado.

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2017 - 00:22

Melhor que “Frontios”…

HAHAHHAHAHAHAAHAHAHHAHAAHAHAHAHAAHA

– Capitão Ritter.

Responder

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