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Crítica | Capitã Marvel (Com Spoilers)

por Gabriel Carvalho
601 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, nossa crítica sem spoilers e acessem, aqui, nosso índice do Universo Cinematográfico Marvel.
  • Confiram, aqui, nosso Entenda Melhor com as referências e easter-eggs do filme.

Prelúdio à Heroína

O que significa um personagem carregar o nome de uma empresa em seu nome, uma empresa que significa espanto, maravilha e admiração? Espanto para aqueles que não esperavam ver uma mulher no posto do super-herói mais poderoso de um universo – e sim, a Capitã Marvel (Brie Larson) é vista dessa maneira pelo longa-metragem. Consequentemente, um senso de maravilha e admiração ao fim da projeção, porque sua obra-homônima é basicamente uma construção de um mito, paralelamente à construção de uma personagem. Carol Danvers pode não ser a personagem feminina mais relevante no cânone da editora, contudo, casa perfeitamente com a ideia na qual os universos de super-heróis se fundamentam, principalmente esse específico. Isso significa a Marvel.

E ler Marvel sempre foi sobre identificar-se ao maravilhamento. Era uma criança olhando para os quadrinhos e sendo capaz de admirar coisas que eram relacionáveis ao mundo real, seja um contexto político, seja dilemas pessoais e ordinários, seja a cor de uma pele, uma realidade própria ou o gênero do leitor. E Capitã Marvel é uma obra que, fora a representatividade óbvia que carrega por trazer uma única protagonista feminina – a primeira em vinte e um filmes já lançados -, consegue unir as essenciais singularidades Marvel com o pretexto pelo encantamento e pela crença no impossível, na grandiosidade do ser. É a primeira vez que a Marvel Studios decide criar uma personagem – até o seguinte momento – completamente “marvel“. Um Superman para o hoje.

E tudo isso surgindo após o evento cinematográfico chamado Vingadores: Guerra Infinita, que culminou no fracasso compartilhado por todos os heróis já apresentados pela empresa. É possível acreditar em salvação quando o Homem de Ferro, o Thor e o Capitão América não conseguiram prevenir o mundo da catástrofe? Não estamos apenas falando aqui de filmes inspirados em quadrinhos, e sim filmes que carregam o conceito de super-herói em seu DNA. Muito mais que personagens, muito bons e inseridos em histórias decentes, estamos presenciando a construção de símbolos. Capitã Marvel é o símbolo mais significativo que a Marvel Studios já ousou construir. Sua obra homônima concretiza o que a cena nos créditos de Vingadores sugeriu a nós: esperança.

Impacto da Heroína

Anteriormente, muitas obras dessa saga cinematográfica buscaram consolidar um viés emocional que costumeiramente soou capenga. Uma morte de um irmão em Era de Ultron. Uma morte de um pai em Thor: Ragnarok. Anna Boden e Ryan Fleck são diretores que, já no texto, compreendem a adaptação dessa personagem à realidade do Universo Cinematográfico Marvel. Deixam qualquer vertente sentimentalista de lado – usando-a, curiosamente, pontualmente apenas no espaço dos antagonistas – para focar numa jornada interior da sua protagonista, então uma guerreira Kree chamada Vers, mas que não consegue se lembrar de seu passado. Concilia tudo isso com a proposta em questão, que é permitir ao público celebrar Carol, enquanto heroína e também mulher.

O terceiro ato, principalmente o clímax, comprova essas intenções. Quando Carol consegue desbloquear os seus poderes Kree e controlá-los completamente (tornando-se a versão do UCM de Binária, uma de suas personas nos quadrinhos), ninguém torna-se páreo à mulher. Uma afirmação de Ronan, o Acusador (Lee Pace) marca: “a mulher”, enquanto refere-se à Capitã, não mais como uma arma para os Kree, justamente a intenção que Yon-Rogg (Jude Law), seu mentor (e o primeiro vilão da mitologia do Capitão Marvel, que originou Miss Marvel e, então, a Capitã), possuía para ela. Nasce uma empolgação ao espectador que se assemelha com a aparição de Thor na Batalha de Wakanda, em Guerra Infinita. É o Superman girando a Terra para salvar sua Lois Lane, enquanto, aqui, temos Carol Danvers salvando a Terra para proteger simplesmente duas civilizações inteiras: as dos Skrulls, um supremo plot twist, e as dos terráqueos.

Um empoderamento, que também marca a vertente do feminino trajada pelo filme, mas que soa extremamente natural à jornada da personagem, querendo redescobrir sua própria grandeza, característica que a acompanha desde sua infância, como mostram os flashbacks. Capitã Marvel, enquanto obra cinematográfica, também redescobre essa grandeza na personagem. Tais interações com Nick Fury (Samuel L. Jackson) promovem a empatia de um soldado arriscando-se para salvar um novo amigo: pequena amostra de caráter, mas importante porque molda qual é a narrativa da obra. Os outros relacionamentos também abraçam o seu propósito, que é coeso, sem digredir. Maria Rambeau (Lashana Lynch) carrega uma reafirmação à elevação pré-Kree de Carol.

Demorou mais de um filme para o Capitão América ir contra o governo, enquanto a inspiração de Danvers, a cientista Wendy Lawson, nome na Terra para a Kree chamada Mar-Vell – Annette Bening em um papel muito interessante que inverte o gênero do clássico herói dos quadrinhos -, já é a antítese por excelência das contradições governamentais legitimadas. Carol Danvers é a amálgama das jornadas desses heróis. O despertar dos seus poderes, em uma cena imageticamente formidável – os poucos casos em que a montagem é realmente uma ajuda para o longa -, lembra Thor: Ragnarok, quando Thor enfrenta Hela. Como Stark em Os Vingadores, Carol também reverte a trajetória de uma ogiva. O longa é sincero, apresentando com coerência justamente a inspiração de Fury para a Iniciativa Vingadores.

Jornada da Heroína

Com isso em mente, os relacionamentos mostram ser um dos corações do longa-metragem. Brie Larson, como Carol, é carismática, transportando sua ironia, seu atrevimento, para dentro das cenas de ação – que não são muito boas, entretanto. O roteiro e a direção de atores compreende com precisão a comunicação entre a premissa e a execução do projeto. Dado o atrevimento, a exemplo, Larson mostra, na encenação, uma confiança em si que é admirável e auto-consciente dos poderes que usufruirá em seguida. O voo surge como uma emancipação do ser perante a instituição – a mulher que não mais possui um papel restrito na sociedade – , agora pronta para seguir os passos daquela pessoa que admirava, Mar-Vell. É sobre o cidadão pensar por si mesmo.

Em uma outra instância, usando a narrativa como propósito e não gratuitamente, Capitã Marvel usa esse relacionamento de admiração, que é core de uma comunicação avantajada entre a obra e a massa, até mesmo de uma maneira literal, por conta do papel que assume uma das antagonistas do lado Kree, a Inteligência Suprema. Mais para frente, tal personagem desponta como uma personificação decente do combate interno da protagonista – que é marca de uma ficção-científica tornada minimalista e não grandiloquente, nada épica, como Superman – O Filme não era também. O tempo todo reafirma-se uma coerência. O olhar de Monica (Akira Akbar, futura super-heroína, podem anotar) à Carol nota a passagem do culto à imagem de um herói, antes Lawson, à Danvers, assim como acontece a Fury.

Outro gancho bastante importante é o humor, que acompanha as reviravoltas com destreza. Na cena inicial, Yon-Rogg aponta para Carol que a comédia é um empecilho ao seu treinamento. Korath (Djimon Hounson), mais para frente, não consegue rir. O humor é usado como ferramenta de empatia do público com os personagens, absorvendo melhor as mudanças de lado e até mesmo os maniqueísmos. Por outro lado, Talos (Ben Mendelsohn), o Skrull do mal que se torna o Skrull do bem, é vivido com uma graciosidade inerente à performance de Mendelsohn. Em sua apresentação, confunde-se com certas memórias ao ver flashes do passado de Carol, então capturada pela raça dos “inimigos”. O personagem rouba inúmeras cenas, sempre com delicadeza.

Mesmo assim, a direção, para ação, não é muito competente. Usa de músicas da época, por exemplo, como muleta. A contextualização da época engrena apenas com a trilha original, que se ritmiza com as propostas de gêneros e atmosfera. Dada a entrada de Fury – os efeitos visuais são bons – na trama, o longa torna-se um buddy cop movie, mais espirituoso por conta dos atores do que das cenas. O som, porém, captura o sentimento intencionado, um pouco televisivo até. O conjunto, nesse ar de televisão, contudo, perde tempo demais sem continuar a explorar suas potências prévias. E o começo da obra, honestamente, é desinteressante, partindo da pobreza visual dada à Hala. Yon-Rogg e os Kree, a exemplo, perdem a presença. Então, vêm as melhorias.

A Heroína em Terra de Faroeste

E, assim, entra um sub-texto estupendo da obra: sobre a América e sobre o herói defender ideais legítimos, e conseguir colocar fim em guerras injustas e absurdas. Como Capitão América: O Soldado Invernal e Capitão América: Guerra Civil, e – para uma noção contrária – também os planos de Thanos em Guerra Infinita, essa é uma obra consideravelmente anti-institucional, preferindo o poder de um herói, a crença no mito, como única possibilidade para o sucesso, e não o de exércitos e governos. É realmente a utopia super-heroica, a crença na figura encapuzada e só. A Guerra Kree-Skrull, como revela ser, não é uma guerra, porém, um extermínio. Ogivas não são jogadas nos planetas por fins libertários, mas destruidores. Inspirado em fatos reais, portanto?

Novamente remete ao Superman. Mas um Superman com jeito “marvel“, porque parte, agora, de uma noção relacionável ao mesmo tempo que admirável e cultuável. Já o Superman, em seu coração imenso e ímpar, é apenas a personificação da esperança, embora utópica e inalcançável. A Marvel, por algum motivo, consegue acreditar – o Homem-Aranha é o herói que todos os jovens “podem” ser -, sendo mais inocente nesse ponto, e novamente recorrendo a uma puerilidade de espírito. Capitã Marvel também abraça as cores da bandeira norte-americana, mas as cores de uma bandeira que representa ideais que só se concretizam em indivíduos. Vocês podem ler o que escrevi sobre o Homem de Aço, e sobre os valores presentes em sua gênese heroica, nesse texto.

Enquanto na conclusão de O Primeiro Vingador, o Capitão América sacrificava-se em prol de milhões de pessoas, porém, terminava sobrevivendo milagrosamente por conta do congelamento de seu corpo de super-soldado, Carol Danvers se sacrifica ao atirar no núcleo da aeronave, ganhando os seus poderes consequentemente. Mas, aqui, o ato de sacrifício é causa primeira, porque, como super-poderosa, a mulher não precisa se sacrificar – o que molda o clímax completo, um empoderamento da Capitã perante as forças inimigas propostas, indo mais alto, mais longe e mais rápido que elas. Sua mera existência já basta, assim como, em Superman – O Filme, Clark Kent meramente existir, entendendo sua missão, era o que importaria para o mundo viver em paz.

A Heroína Marvel por Excelência

Nos moldes por vezes restritivos dos blockbusters de hoje, e do consumo em massa de obras de super-heróis, Capitã Marvel mostra sua nobreza e explora suas temáticas com profundidade e sagacidade. É essencialmente Marvel, a partir da jornada de engrandecimento à protagonista que promove, juntamente com uma ideia de associação. Em comparação a Mulher-Maravilha, sabe muito mais o que fazer com a sua importância. Pois Mulher-Maravilha usava sua relevância para a indústria cinematográfica e para a sociedade em cenas mais específicas, terminando por ser valorizada mais externamente que por si só, enquanto em Capitã Marvel a questão da representatividade, o poder da mulher, é parte de sua intenção, parte da sua linguagem particular.

Muito antes de ser a Capitã Marvel, Carol era uma garota destemida encontrando seu espaço num mundo de homens. Uma criança, uma adolescente, uma jovem adulta. A transformação em Kree seria o ponto de partida para a personagem, caso todo o seu passado já não presumisse uma jornada de herói. Em terra de faroeste, Danvers atira primeiro. Durante o confronto final entre a protagonista e Yon-Rogg, Brie Larson é quase uma mistura de Clint Eastwood com Harrison Ford, sem precisar provar nada a ninguém – e a trilha sonora brinca, espirituosamente, com melodias de western. Qual garoto não queria ser seus heróis favoritos? Uma mistura perfeita de crença no mito do herói com crença em poder ser o herói, de uma forma ou de outra. Capitã Marvel é a obra mais Marvel que essa saga cinematográfica já trouxe ao mundo. Contudo, essa é mais. Obrigado, Stan.

Capitã Marvel (Captain Marvel) – EUA, 2019
Direção: Anna Boden, Ryan Fleck
Roteiro: Anna Boden, Ryan Fleck, Geneva Robertson-Dworet
Elenco: Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Algenis Perez Soto, Djimon Hounsou, Lee Pace, Chuku Modu, Matthew Maher, Akira Akbar, Azari Akbar, Kenneth Mitchell
Duração: 124 min.

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241 comentários

Doente Macabro 2 de janeiro de 2021 - 16:10

Fury perder um olho pra um gato foi a coisa mais ridícula que vi.

Responder
planocritico 2 de janeiro de 2021 - 22:17

Nem tudo precisa acontecer de maneira heroica ou com pompa e circunstância.

– Ritter.

Responder
Doente Macabro 2 de janeiro de 2021 - 22:17

Não muda o fato de ser uma Bosta.

Responder
planocritico 2 de janeiro de 2021 - 22:22

“Fato” na sua cabeça, não na minha.

– Ritter.

Responder
Doente Macabro 2 de janeiro de 2021 - 22:36

Ok Splinter

Black Luster Soldier 11 de janeiro de 2021 - 21:50

O cara ainda diz que o fato do fury perder o olho de maneira ridícula é só na sua cabeça,sendo que várias pessoas acharam ridicula a mudança.

planocritico 11 de janeiro de 2021 - 22:42

“Várias pessoas” acharam isso ridículo.

Outras “várias pessoas” NÃO acharam isso ridículo.

Continua sendo na cabeça de cada um.

– Ritter.

Doente Macabro 13 de janeiro de 2021 - 11:00

Nem lembro da discussão,mais que supresa encontrar voce aqui fake faz um favorzinho,não fale comigo.

Andressa Gomes 3 de março de 2020 - 12:58

Para mim falta um 2. Acho que o primeiro não explorou toda a vida e determinação da Carol. De explicar o porquê dela sempre alcançar e tentar se superar_ a vida dela como piloto_
Achei muito legal as cenas de ação e sua amizade com Fury e Maria, e sua filha. Como não sei toda a origem dela, fui pega de surpresa_ ela tem várias histórias de origens no quadrinho. Gostei do seu jeito durão e de como os poderes foram mostrados_ ela tem muito poder e não sabe controla-los completamente.
Em alguns momentos senti que assistia a reprise daquelas filmes legais dos anos 90, muitas referências bacanas, personagens bem cativantes e deu um gostinho de assistir as aventuras dela nas estrelas ❤
Óbvio que tem alguns erros, mas nada que o segundo conserte, na minha opinião, Capitã Marvel tem tudo pra ser uma das grandes.
PS. Amei a trilha sonora e caiu como uma luva para o filme, a arte do filme e a abertura foram lindas. Assisti o pós crédito nem pelo que iria acontecer no próximo filme e sim na arte conceitual.
PS. 2 – o momento do Stan Lee foi lindo. O filme dela que carrega o nome da empresa fechou como uma luva nessa homenagem

Responder
Diego Belo 29 de março de 2019 - 00:32

Tudo oq estão tentando fazer a personagem ser me parece meio fora de tempo, sua construção deveria ter sido mais no início do UCM, ela já deveria ter sido referenciada em algum outro filme, em Guardiões da Galáxia pelo Ronan, p. ex. O espaço já sabia q a Terra tinha uma grande protetora. O codinome de piloto dela (vingadora) ser a origem do título Iniciativa Vingadores foi algo bem forçado. Do jeito q está sendo feito está sendo empurrado goela abaixo do público q está engolindo de um jeito ou de outro, pois já comprou a marca afinal de contas. O filme em si parece ambioso em estabelecer uma personagem desse nível, mas sua qualidade e seu encaixe na trama do UCM não corresponde a essa ambição. Por isso no final das contas diverte, mas frustra. Espero q futuramente acertem mais com a personagem q não é uma Mulher-Maravila mas é boa.

Responder
planocritico 29 de março de 2019 - 00:58

Ela não foi pensada antes, simples assim. E, como sempre acontece nos quadrinhos, ela foi inserida retroativamente no universo, no que é conhecido como retcon. Inconsistências sempre acontecerão em casos assim. Não vejo lá muitos problemas. É tão fácil de aceitar dentro da suspensão da descrença quanto a Wakanda secreta e invisível do Pantera Negra.

Abs,
Ritter.

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Diego Belo 29 de março de 2019 - 13:55

Acredito q os próximos filme dela serão melhores, gosto quando dão extremo poder a personagens bons de coração como ela, mas ainda sinto falta de uma criptonita para ameaça-la. Quanto a Pantera Negra, Wakanda se escondia por traz de uma tecnologia e era só um pequeno e pobre país da África, oq é bem convincente e plausível, convenhamos.

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planocritico 29 de março de 2019 - 14:37

Não acho Wakanda mais plausível do que a ausência de comentários sobre a existência de Carol Danvers pelo dois únicos personagens que a conheciam na Terra (Coulson e Fury) e pelos dois únicos personagens que a conheciam fora da Terra (Korath e Ronan). Por isso fiz a comparação, lembrando que Wakanda nunca foi pobre, só se fingia de pobre usando a tal tecnologia conveniente e infalível (e isso fora antes da existência da tecnologia, depois da queda do meteoro).

Abs,
Ritter.

Responder
Mariane Freitas Costa 20 de março de 2019 - 18:41

Eu gostei do filme em geral, só achei q não expuseram os poderes da Carol em sua maior magnitude, apesar de ela ser considerada a heroína mais poderosa. Sei lá, eu queria ter visto ela fazendo batalhas mais elaboradas ao invés de só quebrar a cara de uns ETs e destruir mísseis. Além disso, o dilema batidíssimo de “vc não vai conseguir o q quer pq vc tem emoção blablabla” me fazia revirar os olhos cada vez q era repetido.

Responder
Alison Cordeiro 20 de março de 2019 - 09:51

Gostei do filme. A essa altura do UCM não espero nada épico de um filme de origem. Cumpre o protocolo de introduzir a personagem, criar a sua jornada e explicar seus poderes. Poderia dar mais densidade à história da Carol Danvers do que deu de fato em flashbacks, mas por outro lado corria o risco de ficar enfadonho. Não me incomodo mais com as mudanças de gênero ou adaptações de personagens, o universo dos cinemas criou sua própria dinâmica. Os pontos que senti um leve incômodo foi a falta da sensação de um embate mais tenso no final, mas é natural pela personagem encontrar seu modo “overpower”, e a ponta de Coulson ser tão pequena.

Sobrou uma lacuna grande para ser preenchida em futuros filmes dela. A expectativa agora é seu encaixe em Ultimato. Precisará de algumas cenas adicionais para se entrosar no time e convencer como a salvadora da pátria.

Responder
Naiara Alessandra Marques 17 de março de 2019 - 16:26

Eu fui tão animada pra ver, esperando algo como Mulher Maravilha e achei esse filme tão meia boca, e fiquei surpresa em ver essa nota alta.
Parece que faltou algo, a protagonista não convence, sensação que da é que a Brie Larson não se achou ali.

Responder
Heleno Junior 16 de março de 2019 - 20:23

Na minha opinião foi o pior filme da Marvel desde A Era de Ultron.Todos os que se seguiram foram de legais a razoáveis.Até os com personagens como Homem Formiga e Dr.Estranho foram mais atraentes e divertidos.Esse se arrasta numa trama fraca e numa bela escassez de cenas memoráveis.A Brie não tem carisma algum,a personagem passa a maior parte do tempo de cara amarrada

Responder
Gabriel Carvalho 17 de março de 2019 - 21:33

Diante de toda minha argumentação, tentei apontar porque achei a personagem muito boa.

Vejo em “Dr. Estranho” um projeto extremamente problemático. por conta do seu tom completamente enlouquecido.

Mas entendo, em parte, sua visão sobre cenas memoráveis, pois “Capitã Marvel” fica muito tempo estagnado em mesmice. Contudo, o assisti há bastante tempo já, também vejo muitos filmes, e ainda assim lembro de inúmeras coisas. Cena dela brigando com os skrulls sem usar os poderes, cena do faroeste contra o Yon-Ragg dizendo “Eu não preciso provar nada”. Tudo pra mim é memorável. E as cenas são carregadas com uma significação que nenhum outro filme até agora da Marvel trouxe. É uma obra bastante rica e que arca com sua riqueza.

Responder
Oscar Onaissak 14 de março de 2019 - 14:11

A real é que Carol Danvers estava em coma durante a trilogia Infinito.Outra coisa , ela não tem sangue Kree. Seus poderes tem origem no Capitão Marvel(MAR-VELL). Ela também passou anos no hospital , como resultado do embate com a Vampira, que roubou seus poderes. A verdadeira Capitã Marvel se chamava Monica Rambeau.

Responder
planocritico 14 de março de 2019 - 14:33

Não é exatamente isso, não mais pelo menos.

1. Ela tem sim sangue Kree a partir do retcon A Vida da Capitã Marvel; e

2. Ela não ficou anos em coma depois da luta com a Vampira, mas perdeu os poderes e a memória e foi se tratar com o Professor X na Escola de Mutantes;

3. Monica Rambeau foi a primeira mulher a se chamar Capitã Marvel, mas com poderes completamente sem relação ao Capitão Marvel ou aos Kree. Mas ela logo cedeu o nome.

Abs,
Ritter.

Responder
Dri Ferro 13 de março de 2019 - 22:39

Não é um filme ruim, mas não me empolgou. Gostei da situação dos Skrulls e da Monica Rambeau e sua mãe, mas o filme pecou em alguns pontos, a atriz não mostrou carisma interpretando a personagem, não pela cara fechada, visto que a Jessica Jones é assim , mas é carismática, mas sim porque você não liga para a personagem. Nick Fury diz que já lutou em guerras, esteve em várias missões, mas parece que saiu da Loucademia de policia, até o Coulson que é o “Novato” se porta melhor que ele, Fury perde o olho da forma mais besta possível e até estraga a fala no Capitão 2 que ele diz “Da ultima vez que confiei em alguém eu perdi um olho”, sendo assim faria mais sentido se quem provocasse isso fosse o Coulson Skrull ou o Talos. Yon Rogg foi bem sub-utilizado, bem como a Starforce, o filme acaba não apresentando uma ameaça a altura da personagem. Achei que haviam mudado a origem dos poderes da personagem nas hqs para utilizar isso no filme, desvinculando assim essa origem de um Homem, no caso o Mar-Vell, mas como no filme isso é provocado pelo Cubo cósmico e não pela Mar-Vell, não vi necessidade da mesma ser retratada como mulher, seria bem interessante termos um homem na aeronáutica apostando e confiando em pilotas femininas, poderia ser até uma figura paternal para a Carol. Aliás, como o Cubo cósmico foi parar com a Mar-Vell sendo que o Howard o achou no final do Capitão 1? Deveria ter ficado em posse da Shield recém criada pela Peggy e como foi parar depois na nave escondida da Mar-Vell, visto que o Yon Rogg apenas leva a Carol pro espaço e não pega o cubo. Ao invés de criar esses buracos quanto ao paradeiro do Cubo cósmico a fonte de poder dela poderia ser as Nega-Bombas do Império Kree (Utilizadas na Operação Tempestade Galáctica e Guerra dos Reis) ou então o Buraco branco que deu os poderes de Binária pra ela nos quadrinhos.

Responder
Artur Jóia 19 de maio de 2019 - 20:47

Acredito que a versão mais abobalhada do Fury foi um recurso de roteiro para contrastar com o que já conhecemos do personagem. Achei desnecessário mas não chegou a me incomodar.
Quanto ao olho achei muito divertido a forma como explicaram, uma vez que ela quebra qualquer expectativa mais motherfucker que pudéssemos ter. E não acho que chega a comprometer a fala dele no 2° filme do Capitão, afinal ele confiava na gatinha e ela o arranhou, então ele não falou nenhuma mentira. Não faria sentido essas opções que você deu. Ele encheu o saco da gata e ela o arranhou e pronto. Não foi nem maldade da parte dela e sim uma reação, eu tenho gatos e sei o que estou falando. Você pode até dizer, “mas a Goose não é um gato de verdade” mas se comporta como um e é o que conta.
A crítica com a troca de gêneros me pareceu sensata, porém essa não é a mensagem que o filme quer passar. A Carol foi subjulgada por homens a vida toda. Ela deve se reafirmar como mulher tendo outra como referência e não tendo um homem para validar o seu valor.

Responder
pabloREM 13 de março de 2019 - 12:41

Existe no filme algo que indique que a Capitã Marvel sobreviveria ao estalo de dedos do Thanos? Porque pensando aqui, a premissa de existir Vingadores Ultimato é totalmente dependente disso, um tiro no escuro.

Responder
Mateus Woszak 13 de março de 2019 - 16:44

Não, não há nada no filme que indique isso. Podemos concluir que ela sobreviveu pelo único motivo que metade sobreviveu e outra metade pereceu: a aleatoriedade.

Responder
Cavaleiro Templário 13 de março de 2019 - 20:35

Eu já acredito que existe um porquê, a fonte do poder dela advém do tesseract, que contém uma joia do infinito, logo parte de sua essência ou matéria/energia é similar A de uma joia. Assim como a teoria de que o homem de ferro não foi controlado por Loki ao ser tocado pelo cetro dele que continha uma jóia por ter um núcleo elaborado com base na energia do mesmo artefato estudado por seu pai. É dito que uma joia não pode ser usada para destruir outra, igual foi visto no arco dos iluminatis com o doutor fantástico. Acredito que por ter sido fundida com a energia de uma joia ela ficou resguardada do efeito do estalar de dedos… pensamento meu junto com teorias anteriores.

Responder
pabloREM 15 de março de 2019 - 15:05

Eu cheguei a pensar nisso, mas o poder da Feiticeira Escarlate também não vem de uma das joias? Nesse caso, ela não deveria sumir junto com os outros…

Responder
planocritico 15 de março de 2019 - 15:57

Sim, vem das joias. E bem mais diretamente do que o reator Arc do Homem de Ferro.

Abs,
Ritter.

iRocs 13 de março de 2019 - 11:26

Eu amei o filme pelo simples fato de que teve menos piadas forçadas. O que eu mais odeio nos filmes da Marvel são essas piadas sem graça, me dá aquela vergonha alheia, sabe? Odeio todos os filmes do Thor por isso.

Responder
Bruno Freitas 12 de março de 2019 - 11:21

Gostei do filme. Bom, divertido e o esperado para Marvel.

Acho que para muitas pessoas faltam consciência histórica, para compreender a luta feminina apresentada no filme. Carol cresceu em uma sociedade falocêntrica, em que uma mulher ocupar espaços masculinos é tido como piada, pois nos flashes de memória dela sempre há uma figura masculina opressora, limitando-a ao que ela não quer ser.
O filme não é o mais engraçado, mas isso é bom. Mostrou que ela não é uma palhaça, mas uma pessoa “normal” com senso de humor.

Ótima crítica.

Responder
Helder Lucas 12 de março de 2019 - 01:18

Não achei um filme extraordinário, mas também não esperava que fosse. Me diverti muito como fã do UCM, e até me permiti deixar de lado a sensação de falha de continuidade a todo tempo, mas acho que é o tipo de sensação que sempre se vai ter dado o tamanho que o universo tomou à essa altura do campeonato — imagino as acrobacias que os roteiristas têm que fazer pra conseguir fazer algo não muito truncado e facilmente palatável (porque sim, mesmo quando arrisca mensagens mais complexas, há um cuidado da Marvel Studios em sempre lançar algo mais acessível e que não exija um “paladar cinematográfico” muito gourmet… e, consequentemente, particularmente arrogante).
Não estou no meu lugar de fala, mas sim, a todo tempo eu sentia toda uma mensagem implícita de legitimação do poder da mulher. De reafirmação. “Cara, isso tem tanto significado em tantos níveis”, eu pensava, e palmas para a Marvel por isso (apesar de ter chegado um tanto tarde). Espero que seja um crescendo, e não perca a organicidade no futuro. Afinal de contas, já vemos um infinito de comentários masculinos de recalque e descrédito com a qualidade regular que está…
Parabéns pela crítica, Gabriel, apesar do excesso de paixão ter me incomodado em alguns momentos.

Responder
Jose Aquiles 12 de março de 2019 - 00:04

Sou muito fã da Marvel desde o tempo que aparentemente só as HQs desta editora funcionavam. Mas sou obrigado a admitir que só a cena das trincheiras em Terra de Ninguém (Mulher Maravilha) me empolgou bem mais que o filme completo da Capitã Marvel . Provavelmente o problema sou eu mesmo, que estou ficando velho para estas coisas.

Responder
elisa elisa 11 de março de 2019 - 22:46

a musica da gwen, I am just a girl, no momento de luta, ficou muito mal casada. tirou toda a seriedade da cena.

Responder
Anônimo 13 de março de 2019 - 16:01
Responder
Flávio Renato Araújo Escorel 11 de março de 2019 - 13:23

Fraco para o que se esperava dele. Os caras acabaram com a possibilidade de se explorar “invasao secreta” com Scrulls bonzinhos?!?!?), Mar-vell uma mulher?!?! Nada a ver. Cenas de luta bisonhas demais não empolga nem uma criança de 9 anos !! Roteiro, que roteiro, os diretores não filmam mais com a Marvel pode anotar. Comparo ele a homem de ferro 3 e ragnarok os 3 juntos como piores filmes do MCU. A Brie e a Captain Marvel mereciam algo melhor.

Responder
planocritico 11 de março de 2019 - 14:36

Não acabaram com a possibilidade de Invasão Secreta. Há Skrulls espalhados por todo canto, como Talos diz bem claramente. Certamente que pode haver uma facção radical. Afinal, não e só porque esses poucos são bonzinhos que todos são iguais. O mesmo vale para os Kree. Nem todos são maus.

Sobre Mar-Vell mulher, não vi o menor problema. Faria diferença se ela fosse homem como nos quadrinhos?

E HdF3 é um dos melhores filmes do UCM para mim. Injustiçado por todos justamente por fazer algo diferente.

Abs,
Ritter.

Responder
Cassiano Juliani 11 de março de 2019 - 16:49

Concordo com a mudança de gênero de Mar-Vell. Concordo com a ideia de que há seres bons e maus, razão pela qual generalizar é ignorância. No entanto, HF3 está longe de ser o melhor do UCM (mas é a sua opinião), mas também acredito que está defendendo uma tese.

Responder
planocritico 11 de março de 2019 - 17:12

Eu não disse o melhor, mas um dos melhores. Mas eu sei que sou minoria nessa defesa de HdF3! Eu defendo isso na crítica do filme aqui no site e tento explicar o porquê.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 13 de março de 2019 - 16:21
Responder
elisa elisa 11 de março de 2019 - 22:46

concordo, não empolgou, senti muito mais motivação em mulher maravilha. um pouco confuso, corrido, não sei, mas em vários momentos eu pensei quando esse filme iria acabar, não mergulhei na história.

Responder
Artur Jóia 19 de maio de 2019 - 20:47

Não é porque um grupo de Skrull apareceu como bonzinho que todos da raça são. Eles são um povo oprimido e naturalmente um segmento do mesmo vai reagir de forma muito mais reacionária e radical. Uma esquema muito semelhante entre o embate entre mutantes onde Xavier e Magneto são as cabeças de duas ideologias, onde um deseja harmonia com os humanos e o outro grupo quer a dominação.

Responder
Vinicius Maestá 11 de março de 2019 - 03:56

Ih galera do plano, terceiro filme que eu discordo bastante de vocês. Pior filme da Marvel na minha opinião.
-Lutas pessimamente coreografadas;
-Cultura dos anos 90 totalmente forçada;
-Roteiro ruim com diálogos totalmente prontos e clichês, vide a primeira cena do filme;
-Atuações fracas (roteiro atrapalha);
-Protagonista tentando ser super “cool” com várias caras e bocas da Brie Larson, que pra mim é a pior atuação do filme;
-Nick Fury totalmente bobão e jamais vou engolir a forma como ele machuca o olho;
-Passado mal apresentado, além do drama de ser uma mulher em ambientes dominados por machistas ser verbalizado em vez de verdadeiramente mostrado e sentido;
-Skrull são mostrados de maneira pobre (ainda dá tempo de melhorar em filmes vindouros);
-Filme escuro e sem nenhuma identidade visual;
-Cena pós-crédito lamentável (é sério que é daquele jeito que ela vai se apresentar aos vingadores?!)
Enfim, apenas duas estrelas na minha visão, sendo que uma se deve à homenagem ao Stan Lee, foi SENSACIONAL! Espero que pelo menos o público feminino se sinta representado pelo filme, algo que não cabe a mim avaliar.
Abraço!

Responder
planocritico 11 de março de 2019 - 14:36

Quais foram os outros dois filmes cuja avaliação você discorda?

Mas achou mesmo o PIOR filme do UCM? Pior do que Thor 1 e Homem de Ferro 2?

E, dos seus pontos, discordo fortemente do Nick Fury bobão. Ele tinha que ser assim. Apenas uma pessoa normal que muda ao aprender que seu mundo é maior do que a Terra. E o lance do olho foi genial. Bem melhor do que se fosse algo como “estilhaço de granada” ou “acidente de carro” ou “luta com X, Y ou Z”…

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 11 de março de 2019 - 15:38

Os outros são Dunkirk e Roma, os quais eu daria uma nota maior.

Achei sim. Em Thor 1 ainda me sinto engajado na jornada de redenção do protagonista, além de ter um personagem muito carismático como o Loki. Homem de Ferro era o pior pra mim, mas pelo menos tem o Robert Downey Jr.

Um Nick Fury mais “leve” e deslumbrado ok, mas aki ele é totalmente bobo e em algum momento deveria haver alguma preocupação com o que estava acontecendo, mas é piadinha atrás de piadinha. O fato dele ser caolho por causa de um gato faz ele perder aquele respeito de um cara fodão que já deve ter passado por vários momentos pesados em sua vida. Isso sem contar que a cena é mal dirigida.

Abraço e adoro esse site!

Responder
planocritico 11 de março de 2019 - 17:17

@vinicius_maest:disqus , eu também aumentaria a nota de Dunkirk facilmente. Já no caso de Roma, ele, por mim, fica com a nota que está!

Mas é justamente a ideia: brincar com a postura de cara que resolve tudo que ele tem nos filmes do UCM passados no presente. Perder o olho pelas razões óbvias é bem menos interessante, para mim do que perder o olho pelas garras de um alienígena que se parece com um gato.

E obrigado pelo prestígio!

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 12 de março de 2019 - 00:57

Ainda não engoli a cena, mas entendo seu ponto hehehe

Abraço

Maria Fernanda 12 de março de 2019 - 10:50

Concordo em quase todos os pontos com você. Não consegui gostar da atuação da Brie Larson, referências MUITO forçadas dos anos 90, músicas que não combinaram nada com as cenas, foram colocadas só para forçar a referência, roteiro fraco, visual feio… E também não acreditei naquela cena pós-crédito, muito sem graça.

Responder
Vinicius Maestá 12 de março de 2019 - 13:39

Pois é, foram nada sutis com as referências da época, a ponto de enfiarem um fliperama nada a ver na onde os Skrull estavam, além de ficarem focando a câmera nos objeto querendo dizer: “olha galera, estamos nos anos 90, não conseguiu perceber ainda? Então olha essa nerf e essa embalagem da Jonz”

Responder
Ferreira Roberto 12 de março de 2019 - 19:04

Concordo! Em cheio! Resumiu muito bem todos os tópicos que eu havia percebido, incluindo a parte positiva: a homenagem ao Stan.
Acho que a critica “especializada” está sendo generosa demais com esse filme. Até agora não entendi pq. Se for pelo fato de ser um “filme mais leve”, para “não ser levado tão a sério”, basta lembrarmos dos Guardiões das Galáxias. Era divertido, com piadas, aventuras, música, efeitos …etc e ROTEIRO. Ou seja, tudo o que Capitã Marvel não teve.
E cá entre nós: de onde tiraram a ideia de …Brie Larson.(!!!???).. faça-me o favor. Charlize Theron, um bom roteirista e um bom diretor. Urgente.

Responder
Vinicius Maestá 13 de março de 2019 - 19:54

Uma hipótese de a crítica ter sido leve pode ser pelo fato de ser o primeiro filme de uma heroína na Marvel. Acho que falar mal da Brie Larson agora é fácil, mas que a Charlize seria incrível, ah isso seria.

Responder
Ferreira Roberto 18 de março de 2019 - 22:15

Pra mim a hipótese mais provável dessa “benevolência e altruísmo” da “crítica especializada” com relação a esse caça–niqueis bilionário é o dinheiro envolvido, que não é pouco. Minha esperança em relação a Vingadores Ultimato – que me desanimou por ter a Capitã Larson – é que todos q gostaram desse (q é fraco) não se agradem do Avengers. Esse será o termômetro pra saber se o próximo filme será bom… a menos que o altruí$mo q mencionei seja capaz de realizar a proeza de fazer com que se aprecie filmes com propostas tão antagônicas. Mas o capitalismo tem lá esses $eu$ prodígio$$$.

Responder
Daniel Silva Pereira 10 de março de 2019 - 14:05

ótimo texto meu caro, só não gostei porque comparou muito com o superman (não gosto do super hack kkkkkkk)… no filme vemos que ela mesmo sendo a badass que é ainda falha varias vezes durante a sua vida e o super lá não… mas eu entendi seu contexto e perdoo u.u kkkkkkkk

Responder
Eduardo Maia Teller 10 de março de 2019 - 05:15

Queria levantar um ponto sobre o que eu acho que seja um furo. No começo do vingadores 1, o Fury não diz que acabaram de encontrar o tesserect na água, como se fosse numa expedição recente? Isso não bate com ele ter o cubo durante todos esses anos.

E outra coisa que acho que não é furo, mas me deixou encucado. O Ronan fala no final que vão voltar, não atrás do cubo, mas da mulher. Qual o intuito de colocar essa motivação nele no final se atualmente a gente já sabe que ele está morto? Ou seria só pra ele voltar como vilão em Capitã 2 ou 3? Acho meio meh sabendo que ele vai perder no fim das contas anyway. A menos que ele tenha sobrevivido de alguma forma.

Responder
planocritico 10 de março de 2019 - 05:21

Sobre o Tesseract, ele é achado por Howard Stark no fundo do mar ao final de Capitão América: O Primeiro Vingador. De lá, foi para o Projeto PEGASUS.

Sobre o Ronan, acho que é para ele voltar em CM2, que pode se passar em algum momento nos 23 anos que ela passa no espaço.

Abs,
Ritter.

Responder
Eduardo Maia Teller 10 de março de 2019 - 05:58

É verdade, confundi os Starks rsrs
Obrigado.

Responder
Eduardo Maia Teller 10 de março de 2019 - 05:58

É verdade, confundi os Starks rsrs
Obrigado.

Responder
Gabriel Carvalho 10 de março de 2019 - 07:08

E o melhor desse filme aí é que a Marvel estaria mais solta para trabalhar a personagem sem precisar amarrá-la ao cânone, como acontece aqui.

Eu só queria mesmo era saber o que aconteceu com o Goose. Morreu de idade?

Responder
planocritico 10 de março de 2019 - 12:42

Se morreu, vou boicotar o UCM!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 10 de março de 2019 - 11:25

Não sei como você tem paciência pra responder essas perguntas entediantes. Parece que as pessoas têm preguiça de pensar.

Responder
Leonardo Lima 11 de março de 2019 - 15:51

Cara, nem todo mundo é aficionado e/ou presta atenção em tudo. Tem gente que vai ver o filme só pra comer pipoca por 2h. Relaxa. 😉

Responder
OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:34

Tem que se tratar, Pedro. Deve fazer mal na saúde isso. Nem o pessoal envolvido no projeto do filme se doí tanto. Tá deixando de ser um hábito saudável de leitura e ver filmes, para se tornar uma obsessão.

Responder
Pablo Eckstein 12 de março de 2019 - 12:17

Uma coisa que acredito ser um furo está relacionada à S.H.I.E.L.D. Esse nome foi dado após a época desse filme, certo? Acho que foi no Homem de Ferro 2, acho! Mas aqui o Coulson já utiliza esse nome.

Responder
Rodrigo Salomão 10 de março de 2019 - 00:30

quando que sai o entenda melhor?

Responder
planocritico 10 de março de 2019 - 00:45

Hoje (domingo) mesmo.

Está literalmente saindo do forno!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Coimbra 10 de março de 2019 - 00:54

Uhul

Responder
Capitão Sem Nome 9 de março de 2019 - 23:30

Falando em pormenores, acho que encontrei uma pequena falha. Quando a Carol estava no plano mental com a Inteligência Suprema, começa a tocar “Come as You Are” do Nirvana, numa vitrola. Sendo que essa música é de 1992 e a Carol saiu de C-53 em 1989.

Responder
Celso Freitas 10 de março de 2019 - 02:10

O videoclipe de Come As You Are é de 1992, mas o álbum que a contém, Nevermind, é de 1991. De todo modo, você tem razão quanto à inconsistência. Também cheguei a estranhar durante o filme, mas deixei passar.

Responder
George Lazenby 9 de março de 2019 - 22:59

Vi no cinema ontem e achei muito bom mesmo, bom trabalho do elenco e da direção um ótimo filme pipoca.

Responder
Mera Rainha de Atlântida 9 de março de 2019 - 21:39

Então, esse filme me causou a mesma impressão que Han Solo, feito corretamente e com atores esforçados, mas que fica na cara que é um filme tapa buraco. O filme carece totalmente de inspiração e criatividade nas cenas de ação e no roteiro. As interações entre os personagens são o ponto alto, mas ainda sim possuem problemas consideráveis de falta de apelo emocional e diálogos fracos. Brie Larson se esforça muito, mas como a própria Carol desconhece quem é, ficou difícil me conectar com ela como espectador. Essa dita “reinvenção” das histórias de origem foi a parte que mais prejudica o filme na minha visão, são mostrados alguns flashes da vida dela e não possui nenhum momento em que você sinta a real Carol Danvers, estão mais preocupados em fase fazer uma pose da hora do que mostrar verdadeiramente a que a personagem veio. O desperdício do elenco também é notável, todo o núcleo da Starforce não possui a menor relevância a não ser nas cenas de pancadaria e senti muita pena da Annette Bening estar fazendo um papel tão ridículo. E o que dizer da perda do olho do Fury ?
PS: Gostei do gatinho Goose, mas usaram ele até demais como alívio cômico/fofura.
PS2: O roteiro desse filme traz uma série de furos bastante consideráveis na continuidade do MCU.
PS3: A música também não foi um dos pontos fortes.

Responder
Maldonny 10 de março de 2019 - 10:43

Fiquei com mesma sensação, eu sinceramente não gostei muito do filme. Acho a Brie uma atriz fraca, sinceramente, mesmo quando ela descobre a “verdade” sobre a guerra eu não consegui perceber os sentimentos negativos nela, foi como se fosse irrelevante descobrir que o lado que ela lutava era ruim.

Responder
Francisco Naoto Tominasu 9 de março de 2019 - 19:35

Gosto é pessoal e intransferível.
Eu não achei nada especial.
Eu não assistiria de novo.

Responder
Mateus Woszak 9 de março de 2019 - 11:29

Pessoal, me tirem uma dúvida: ela não “termina” o filme como Capitã Marvel, correto? Ela começa como Vers e termina como Carol Danvers, é isso? Em nenhum momento é mencionada a alcunha Capitã Marvel por alguém ou eu perdi isso?

Responder
maumau 9 de março de 2019 - 19:05

Realmente nao “batizaram” a carol com seu nome de guerra,provavelmente no próximo vingadores ela vai se apresentar pra galera e inventar esse nome na hora.

Responder
Erin Lindsay 9 de março de 2019 - 23:37

Acredito que Steve vai add o “Captain” (por ela ser militar) e ela vai lembrar do Fury lavando louça cantando Mr Postman e fazendo a palavra Mar-Vell se resumir em uma, Marvel.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 10 de março de 2019 - 11:34

Nas HQs, ela é major. Entretanto, o filme deixa claro que ela é uma capitã da Força Aérea. Lembra que Fury vê na foto o nome dela no caça? Estava assim:
Capitã Carol “Avenger” Danvers.

Responder
Erin Lindsay 10 de março de 2019 - 13:15

O que tbm seria engraçado eles acharem o arquivo que o Fury estava escrevendo com “Captain Marvel” e a Carol rir lembrando dos erros dele.

planocritico 9 de março de 2019 - 20:06

Isso. Ninguém nunca menciona Capitã Marvel no filme.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Santos 9 de março de 2019 - 11:22

Gostei muito do filme, um dos melhores filmes de origem, mas o poder da Capitã Marvel me incomodou. O grande problema é que ela é muito poderosa (muito mesmo)!
Estou com receio que isso possa deixar os outros vingadores de lado e darem o destaque de ultimato só para ela assim como o Superman em liga da justiça!!
Resumo: o filme é bom, mas estou com medo.

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 18:15

Também tenho esse receio…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 18:15

Também tenho esse receio…

Abs,
Ritter.

Responder
Will 10 de março de 2019 - 07:38

Eu só a vi bater em alguns krees e destruir algumas naves, ao meu ver isso não mostra que ela mais poderosa, o thor, por exemplo fez mais coisas em Guerra Infinita do que ela, aliás ele poderia ter matado o Thanos sozinho se tivesse jogado o Stomrbreak na cabeça ao invés do peito

Responder
maumau 9 de março de 2019 - 19:04

Terão que criar uma ameaça p mantê -la ocupada voando e destruindo monstros gigantes tipo uns kaijus ou algo assim enquanto os vingadores vao travar os combates no solo.
Ou então alguém superpoderoso como ela vai aparecer pra ficar…

Responder
Ferreira Roberto 12 de março de 2019 - 19:21

“Alguém superpoderoso como ela vai aparecer pra ficar”…
Warlock! Warlock! Warlock!
Ninguém mais falou no Adam…

Responder
JC 10 de março de 2019 - 09:52

Eu sai do cinema falando disso.
Quem lembra do Visão na luta do aeroporto?
Ele é tão poderoso que tiraram ele…..sem explicação nenhuma.

Responder
Vaga Bonds 11 de março de 2019 - 14:23

Não achei ela tão poderosa assim, perto de Thor, Hela ou Thanos.
Ela demorou pra bater na Starforce que são soldados “comuns”, imagina um x1 com Hulk.
Pode ser que ela tenha melhorado seus poderes nesses 23 anos, se não, ela não será a mais poderosa.

Responder
OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:34

Poderosos mesmo são Odin, Dr. Manhattan ou Fênix Negra. Os demais caem perante. Haw haw haw

Responder
Junior Thefighter 9 de março de 2019 - 01:32

Sinceramente….Achei um filme OK….De uma qualidade bem inferior ao ritmo que víamos em “Vingadores” e “Pantera Negra”. Para ser a figura feminina mais poderosa do Universo, para mim, ficou uma imagem muito inferior ao prazer que tivemos em presenciar pela força e empoderamento demonstrado em “Mulher Maravilha”

Responder
Andre Basetto 11 de março de 2019 - 13:53

Então em relação ao empoderamento eu descordo. Se pararmos para pensar a Mulher Maravilha é forte e tem toda essa coisa protagonismo feminino devido a cultura dela, ou seja ela não se esforça para ser forte ou mostrar sua força, já que pra ela isso é natural, é mais do ambiente em si do que ela mesmo. Ja a Capitã Marvel mostra que ela é forte e puxa essa bandeira desde sempre, desde pequena ela quis fazer o que diziam que as mulheres não podiam fazer, se provou no exército da maneira que podia, e depois de poderosa só continuou o que estava fazendo, toda essa questão de cair e levantar e enfrentar tudo como igual sem precisar se provar é muito mais forte e muito mais relacionável com o feminismo do que por exemplo o que foi feito em Mulher-Maravilha como filme. Eu concordo que historicamente e como figura pop a mulher maravilha encabeça mais essa luta, mas olhando para os dois filmes eu acho que a Capitã Marvel se justifica mais dentro do próprio filme.

Responder
planocritico 11 de março de 2019 - 14:37

Gosto do seu ângulo de abordagem dos significados de Capitã Marvel x Mulher-Maravilha. A MM é um símbolo por si só, por apenas existir. A Capitã é realmente mais relacionável nessa luta por igualdade, algo que, no filme, é feito sem ginástica e sem sermões. Está lá como pano de fundo, sempre presente.

Abs,
Ritter.

Responder
OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:39

Para mim a Mulher-Maravilha é o feminismo old school, onde as mulheres iam pra linha de frente, arregaçavam as mangas e mostravam que eram mais fortes ou iguais. A cena da Diana abrindo o campo de guerra é o maior contraponto a uma personagem (como no filme, claro) como a Capitã, que na hora de mostrar que podia resolver na mão, sem seus dons de luz, usa eles e lacra com “não preciso provar nada”. Ao meu ver isso só enfraquece a personagem, apesar dela ter literalmente derrotado uma frota espacial na cena anterior. Reveja aquela cena onde em Soldado Invernal um adversário do Capitão diz que acha que ele é só um escudo, e a primeira reação dele é jogar o escudo no chão e mostrar que sabe o que faz.

Responder
Andre Basetto 12 de março de 2019 - 14:26

Então mas nada justifica a Mulher-Maravilha como feminista ou como mulher forte. Ela é de outro realidade aonde pra ela é natural ser forte e ter mulheres no comando. É diferente no caso da Capitã que nasceu em um ambiente machista e teve que trilhar seu caminho sendo desafiada o tempo todo.

Eu acho essa cena da mulher maravilha incrível, mas eu vejo mais como ela criticar a cultura dado o local de nascimento dela. A questão é se invés de nascer na ilha, ela tivesse nascido nos continentes e vivido o machismo e todas seus provações mesmo assim ela seria forte o suficiente para enfrentar isso?

Mas isso é algo que eu sinto em relação geral aos heróis da DC, eles são símbolos por ser símbolos (não que seja ruim, ou que não seja merecido), pelo que eles representam e não porque são relacionáveis e empoderam os leitores. Diferente por exemplo do Homem-Aranha, da Miss Marvel Kamala Khan e a própria Carol Danvers nesse filme, ele são relacionáveis e você sente empatia pela jornada deles.Por isso pra mim o Homem-Aranha no Aranhaverso é um do melhores filmes da Marvel (Mesmo não sendo do Marvel Studios), porque a todo momento ele te da o sentimento de que podia ser você por trás da mascara e de que não importa o ambiente e a dificuldade você supera e segue em frente. Pra mim essa é a verdadeira mensagem e significado de um herói, aquele que apesar de tudo contra ainda consegue se superar na adversidade.

Só pra finalizar não estou comparando Mulher-Maravilha com a Capitã e nem os filmes em si, eu só acredito que dentro do filme a Capitã se justifique mais como bandeira feminina do que na Mulher-Maravilha.Com a Diana todas as cenas que evocam isso funcionam dado o simbolo que ela é, e não por algo da trama que tenho levado ela a ser esse símbolo ou abraçar essa bandeira.

Responder
Rômulo Estevan 8 de março de 2019 - 23:33

Boa crítica,só corrigindo aquela parte em que ela desbloqueia o chip,na verdade não é seu modo binária,inclusive ele não aparece no filme,ela mal sabia usar os poderes,nem sabia que podia voar,e os próprios produtores já confirmaram que não é o modo binária,acredito que só veremos em end game ou no capitã 2.

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 00:18

A inspiração em Binária é clara. Super-poderosa, cabelo de fogo e destruindo frotas estrelares como quando ela ataca o planeta da Ninhada em sua origem. Pode não ser oficialmente, mas é de toda forma a base para o que acontece. Daí o comentário.

Abs,
Ritter.

Responder
Rômulo Estevan 9 de março de 2019 - 12:52

Entendo,mais da a entender no texto que essa é o modo binário,só que ainda não vimos ,é apenas um momento onde ela consegue usar melhor seus poderes .

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 20:06

É que o que não está no filme – como a declaração dos produtores – nós não gostamos de levar em consideração em críticas, pois são fatores externos.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 20:06

É que o que não está no filme – como a declaração dos produtores – nós não gostamos de levar em consideração em críticas, pois são fatores externos.

Abs,
Ritter.

Responder
maumau 8 de março de 2019 - 22:36

Usaram os “saltos” e “cliques” de gotg2,inclusive os portais hexagonais,escolha acertada,manter um padrão de tráfego espacial é um detalhe interessante.
Tambem usaram a fonte(tipo da letra)de gotg quando aparece o nome de um planeta e suas coordenadas.
Só não reparei se falam em “unidades”,o dimdim espacial.

Responder
Mateus Woszak 9 de março de 2019 - 09:17

Em nenhum momento falam em grana no filme, mas creio que se falassem também seguiriam o padrão “unidade”.

Responder
maumau 9 de março de 2019 - 19:05

Quem pensa o tempo todo em unidades é o rocket🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Responder
maumau 9 de março de 2019 - 19:05

Quem pensa o tempo todo em unidades é o rocket🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 20:06

E em membros e órgãos biônicos…

Abs,
Ritter.

Responder
maumau 10 de março de 2019 - 09:42

🤣🤣🤣🤣🤣

Jonatas Sodré 8 de março de 2019 - 21:30

Achei super importante a Crítica. Muito boa e pertinente. Eu gostei de tudo. A adaptação dos quadrinhos para o filme foi interessante, afinal a gnt precisava dela FullPower.
Quero ver de novo o filme. Pegar outras infos que talvez eu tenha perdido.
E O QUE FOI A CENA PÓS CREDITOS? AHAHAHAH

Responder
Big Boss 64 9 de março de 2019 - 15:11

Eu não vi porque não deu tempo. Qual foi a cena?

Responder
Gabriel Carvalho 14 de março de 2019 - 10:57

A primeira é a Capitã encontrando os Vingadores. E a segunda é o Goose cuspindo o Tesseract.

Responder
Gabriel Carvalho 14 de março de 2019 - 10:57

VALEU!

Responder
Junito Hartley 8 de março de 2019 - 19:36

Filme bom da poxa, gostei pra caramba. Os caras deixaram a Capitã bem overpower heim, pqp, o ultimo ato do filme quando ela ta bem fodona, eu so fiquei imaginando ela em ultimato pqp!! Tomara que seja epico!

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 21:10

AEEEEEE! Que bom que gostou! É isso que eu falo! As cenas mais bonitas são dela no espaço no último ato enfrentando as naves. E é um negócio tão empolgante!

Responder
Law 8 de março de 2019 - 19:07

Se Aquaman só se salva pela direção do wan, a capitã não consegue isso
Espero que Ultimato traga um filme pra tirar esse gosto ruim de Aquaman e Cap Marvel

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 21:10

Espero que tire o seu gosto ruim. Porque tive uma deliciosa refeição quando assisti a Cap.

Responder
OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:39

Salada mal temperada, disfarçada de prato gourmet.

Responder
Gabriel Carvalho 13 de março de 2019 - 04:59

Não sou vegetariano. Gosto de uma carne mesmo.

Responder
Gustavo Rodrigues 8 de março de 2019 - 18:14

tem um povo boicotando o filme por ter lacração e ser politizado, e na real o filme tem nada, é só um filme comum de origem de super herói

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 18:25

Tem muita gente que se sente fragilizada com qualquer coisa e, além disso, não tem absolutamente nada o que fazer da vida. Melhor só acenar e sorrir como os pinguins de Madagascar…

Abs,
Ritter.

Responder
danielekimieskibrandt 8 de março de 2019 - 23:10

Essa tática dos pinguins eu já adotei na minha vida há um tempão … E tem sido ótima … mais brincadeiras a parte, que critica linda … acabei de vir do cinema e vim direto aqui ler a crítica com spoilers … as comparações que vc fez com a DC foram ótimas …. não desmerece nenhum lado e mostrou como esse filme da Capitã terá um lugar especial ao lado de outros filmes de heróis que tanto amamos …

Responder
Gabriel Carvalho 14 de março de 2019 - 10:57

Valeu!

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 21:10

“e na real o filme tem nada”. Cara, o filme não ter nada também é um exagero. Ele tem MUITA coisa. Mas é gente RETARDADA que irá encarar isso como lacração.

Responder
Vida longa a Rainha 8 de março de 2019 - 18:14

Esse filme me respondeu quem venceria numa luta entre a mulher mais poderosa do universo VS alienigenas que sabem lutar um pouquinho de artes marciais.

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 18:25

Ela não é a mulher mais forte do universo. Não fisicamente. Ela é a mais poderosa (em tese), o que faz uma baita diferença.

Abs,
Ritter.

Responder
Vida longa a Rainha 8 de março de 2019 - 18:33

Vc entendeu oq eu quis dizer…

Responder
Anônimo 8 de março de 2019 - 17:39
Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 18:14

“Foi nível Mandarim saindo do banheiro” = posição em que discordamos, porque essa cena é sensacional.

Eu acho que foi uma ÓTIMA direção de atores. A superfície da trama é bem comunzinha mesmo, mas eu acho que tem muita riqueza em várias cenas, especialmente no conjunto, tanto imageticamente quanto narrativamente. Quando a Carol enfrenta vários Skrulls com a mão presa, por exemplo. Mostra a capacidade da heroína, sua força, sem nem ter que usar seus poderes. Me prende e me empolga. Tudo está a favor do empoderamento dessa personagem aos olhos do público.

Responder
Anônimo 8 de março de 2019 - 18:43
Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 21:20

O Jude Law está mais perdido por conta do roteiro, que não dá espaço aos Kree. Mas faz muito sentido como antagonista maniqueísta, e dentro do que significa a jornada da protagonista. Subverte a noção de relação entre mestre e aprendiz em que o mestre revela ser do mal, mas o aprendiz continua a se importar com ele.

Responder
Big Boss 64 9 de março de 2019 - 15:21

E quanto ao Jude Law, você já devia saber que a Marvel só contrata atores famosos pra chamar gente pro filme. Lembra da Glenn Close e do Benicio del Toro no Guardiões da Galáxia? Do Jeff Goldblum no Thor Ragnarok?

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 20:06

Nâo só a Marvel. Essa estratégia é mais antiga do que andar para frente…

Abs,
Ritter.

OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:39

Goldblum ainda brilhou ali no Ragnarok. Ou ao menos, se divertiu tanto fazendo aquele personagem, que faz boa parte do público (e eu incluso) gostar de um personagem que tinha tudo pra ser chato e insuportável.

planocritico 12 de março de 2019 - 12:18

Goldblum faz todos os personagens chatos e insuportáveis ficarem bacanas. Aliás, é a especialidade dele…

Abs,
Ritter.

OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 14:18

Pois é, ele me anima desde a minha infância, no primeiro Jurassic Park. Vergonhosamente ainda não assisti ao filme que tornou ele famoso, que foi “A Mosca”.

planocritico 12 de março de 2019 - 14:27

Assista! É um filmaço que, mesmo passado esse tempo todo, manteve-se à prova do tempo em termos de efeitos práticos. Mas é uma nojeira só…

Abs,
Ritter.

Benedict Benedito 14 de março de 2019 - 04:00

Ps.: anos atrás, meu professor de Técnico em Redes recomendou ver esse filme dele, porque é similar a uma transferência de arquivos sem sucesso (só que com humano…e nojento) hahahahah.

planocritico 14 de março de 2019 - 14:45

He, he, sem dúvida é uma transferência corrompida de arquivo!

Abs,
Ritter.

OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:39

Na verdade, foi o primeiro filme que vi o Jude Law fazer um papel ruim na vida. Conheci ele quando era criança, no “IA”, e desde então o cara sempre surpreende.

Responder
Big Boss 64 9 de março de 2019 - 15:12

Eu só me incomodei mesmo com os flashbacks repetidos. Ex: a Carol lembrou do bar que ela frequentava na Terra ao ser capturada e quando finalmente chegou lá, deu pra ver que era o mesmo bar das lembranças dela, então pra quê repetir o flashback? Parece que o filme não confia na inteligência do próprio público.

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 18:25

Reviravolta do Mandarim = melhor coisa que o MCU já fez. E HdF3 é uma obra-prima, ainda um dos melhores do MCU.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 8 de março de 2019 - 18:33
Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 18:33

Sim, eu sempre trago a verdade absoluta!

HAHAHHAAHHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 11 de março de 2019 - 13:54

Mandarim nunca foi o problema e HdF3, e sim aquela criança insuportável que ocupa inutilmente boa parte do filme. Aliás, o Shane Black deve ter alguma trauma de infância pois no Predador ele também coloca uma criança para encher linguiça e cagar com o filme rs. Quanto ao filme da Capitã, ainda não vi, mas como sempre achei a personagem nos quadrinhos bem nhé (tirando a fase Binária) não sei qual será minha reação.

Responder
planocritico 11 de março de 2019 - 14:25

Nunca me incomodei com o garoto não.

Sobre a Capitã, ela realmente não tem grandes histórias não. Como Binária tem a Saga da Ninhada, como Miss Marvel as histórias são apenas ok e, claro, tem a grande vergonha da Marvel, aquele estupro da Miss Marvel em Os Vingadores. Mas só.

Abs,
Ritter.

Responder
Ferreira Roberto 8 de março de 2019 - 16:59

Esse filme não engrenou de jeito nenhum. É morno. Tiveram de forçar a barra pra cima do Nick Fury como o piadista da vez. Ainda não entendi pq tanta exaltação em torno da questão feminina. O “Mulher Maravilha” foi excelente e não precisou dessa bajulação. Nota 2,5 . No máximo 3. Ninguém falará desse filme após 2 semanas.

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 17:10

Cada filme tem uma proposta diferente, uma intenção diferente e um efeito diferente. Se você olhar o meu texto, entenderá toda uma construção, tanto da minha argumentação, quanto do próprio filme, que vai além do: é representativo e isso é bom. Esse filme é AUTO-CONSCIENTE de uma importância e usa narrativamente dos elementos que molda a mitologia de um personagem para explorá-los enquanto discurso. É uma coisa inerente a abordagem do filme sobre a Carol.

Para mim, engrenou. Depois que ela cai na Terra, engrena. Não tanto, mas aí entra a apresentação da Monica Rambeau e a obra melhora muito, mostrando ao que veio enquanto uma peça cinematográfica.

Responder
Ferreira Roberto 8 de março de 2019 - 18:24

Q isso: “…elementos que molda a mitologia de um personagem para explorá-los enquanto discurso”. Vc faz um malabarismo retórico. Mas isso não salva o filme. Nem a Capitã salvou o filme …faltou protagonismo.

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 21:10

Ué, é complexa a ideia.

Responder
Ferreira Roberto 9 de março de 2019 - 14:34

Se vc viu complexidade neste “picolé de chuchu” e, com linguajar rebuscado, está conseguindo convencer os leitores de q o filme é bom… então vejo aqui uma nova modalidade de heroísmo. Vc poderia participar do Vingadores 4 e facilmente convencer o Thanos a não aniquilar metade da humanidade… pra que manopla do infinito???

planocritico 9 de março de 2019 - 20:07

Críticas não são escritas com a intenção de convencer ninguém de nada. São, apenas, janelas para diálogos.

Abs,
Ritter.

Ferreira Roberto 10 de março de 2019 - 19:36

Depende. Se considerarmos q janelas são “aberturas/caminhos” q nos “mostram/conduzem” a “algum/outro lugar”, verá q não existe neutralidade nem em janelas, nem em diálogos, nem em críticas. Seja como for, o filme da Capitã ficou devendo. Talvez pelo alto padrão dos filmes anteriores.

Ferreira Roberto 11 de março de 2019 - 14:10

Depende. Se considerarmos q janelas são “aberturas/caminhos” q nos “mostram/conduzem” a “algum/outro lugar”, verá q não existe neutralidade nem em janelas, nem em diálogos, nem em críticas. Seja como for, o filme da Capitã ficou devendo. Talvez pelo alto padrão dos filmes anteriores.

Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 21:20

A frase “faltou o protagonismo” contraria completamente o que argumentei no meu texto. Então, tá aí minha discordância contigo.

Responder
Vini 8 de março de 2019 - 16:58

Que baita crítica. Eu continuo animado pelo filme e personagem. Inclusive vou assisti-lo novamente amanhã. ( Dessa vez sem o 3D, que achei horrível).

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 17:10

O 3-D é uma desgraça e piora ainda mais o fraco visual de Hala e, depois, daquele outro planeta lá que me esqueci.

Valeu pelo carinho!

Responder
maumau 8 de março de 2019 - 22:42

Olha,pior fui eu,que vi 2d dublado na poltrona a23…agarrado na tela e na ponta esquerda,puro desespero de querer ver logo o filme.
Devia ser proibido ter assentos tão próximos e com ângulos em que não se vê direito o que tá rolando,principalmente nas cenas de ação.
Nunca mais vejo filme nenhum nessas cadeiras,e ainda por cima o povo toda hora passando pipoca um pro outro na minha frente…foi um inferno, vi o filme,mas digo que nao vale a pena

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 20:07

Cara, sinto por você. Vai ver de novo em lugar mais civilizado?

Abs,
Ritter.

Responder
Vini 9 de março de 2019 - 15:12

Poxa, que experiência péssima você teve. Estou indo ver o filme de novo hoje. Em 2D e estou animado de que gostarei ainda mais.

Responder
planocritico 9 de março de 2019 - 20:07

Cara, sinto por você. Vai ver de novo em lugar mais civilizado?

Abs,
Ritter.

Responder
Cleber Rosa 8 de março de 2019 - 16:46

Critica perfeita…parabéns.

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 17:10

Valeu, Cleber. Brigado pelo feedback e carinho!

Responder
Rodrigo Patini 8 de março de 2019 - 16:27

Adorei a crítica, obrigado Gabriel Carvalho! E você até que teve a mão leve com os spoilers, hein!?

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 17:10

Só usei os spoilers que precisei para argumentar mesmo. E também me limitei a não colocar muita exposição do enredo, porque parti do princípio que a pessoa já assistiu ao filme, então a leitura é facilitada por conta disso. Revelação do plot inteiro já tem lá na Wikipédia – sério, tem mesmo.

De resto, muito obrigado Rodrigo. Valeu pelo carinho.

Responder
Wellington Silveira Tejo 8 de março de 2019 - 15:51

Curti pra caramba o filme!

Saí da sala com esperança!
E a crítica foi emocionante!
Mas alguém percebeu um furo de roteiro? No filme eles se referem a SHIELD o tempo todo como SHIELD. No entanto, se me lembro bem o Coulson só escolhe esse nome no final de Homem de Ferro, depois de fazerem piadinha pelo nome anterior ser muito grande. Ou estou enganado?

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 17:19

Então, o nome da organização, no caso a sigla, sempre foi SHIELD, acrônimo para Strategic Homeland Intervention, Enforcement and Logistics Division. A piadinha era por conta do Coulson estar usando o nome grande e não o pequeno.

Também estou esperançoso. Queria que as pessoas estivessem se empolgando mais. A Marvel não criou, em um filme de origem, nenhum herói como esse. E isso é valor a ser prestigiado sim.

Valeu pelo comentário! Abraços!

Responder
Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 17:19

Sim, o nome sempre foi SHIELD, mas no UCM eu creio que não. Eu vou rever essa cena porque eu não fico com a impressão do Coulson estar somente usando o nome grande e sim que eles só pensaram na sigla depois. ao final do HF. A Pepper ainda fala algo como “gostei, ficou muito bom”.

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 17:28

@mateuswoszak:disqus , posso estar enganado, mas acho que o que o Gabriel quis dizer é que o Coulson ficava usando Strategic Homeland Intervention, Enforcement and Logistics Division no filme e só depois a coisa “muda” para SHIELD por que usar o nome completo é ridículo. No entanto, é da lógica de um nome desses que ele foi construído porque o acrônimo resulta em SHIELD e o Coulson só insistia no uso do nome completo.

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 19:16

É por aí, Ritter. Mas a questão e que em HD eles não tinham o acrônimo, ou sigla, sei lá. Ai, exatamente no final do filme, na conversa com a Pepper, eles diz que passaram a adotar SHIELD, dando a entender que o acrônimo passou a existir naquele momento. Dessa forma o nome nunca poderia soar tão natural como o Nick Fury faz parecer em CM.

planocritico 8 de março de 2019 - 19:25

Mas você não está levando em consideração um fator importante: para americanos, TUDO é acrônimo. Eles adoram esse negócio. FBI, CIA, NASA, NSA. Com SHIELD não poderia ser diferente. Ou seja, ao nascer, o negócio já era Shield. Agora, se alguns usam SHIELD e outros não, aí depende da formalidade. Mas eu garanto que, no dia que o FBI nasceu, ninguém se identificava como “I am an agent of the Federal Bureau of Investigation”.

Claro que nós estamos discutindo aqui um pormenor do pormenor do pormenor, mas, depois que essa história começou, eu me lembrei dessa questão do nome completo versus sigla em Homem de Ferro e encarei agora como encarei na época como uma brincadeira dentro do filme e não como a criação da sigla SHIELD. Até porque, se bem me lembro, SHIELD não é usado no logotipo da agência nem nos filmes, nem na série e nem nos quadrinhos.

Abs,
Ritter.

Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 19:25

Acabei de gravar as duas cenas do Coulson no HF (perdoem a gravação horrível, correndo). Óbvio que, tendo conhecimento dos quadrinhos, a gente sabia que ia acabar numa piadinha para virar SHIELD, mas observem as cenas e façam suas interpretações. A minha é o seguinte: até então, o pessoal não sabia como chamar o grupo pelo acrônimo, pela primeira cena pra mim fica bem claro que nunca chamaram de SHIELD. Na segunda metade já vemos a piadinha.

planocritico 8 de março de 2019 - 19:55

@mateuswoszak:disqus , sensacional! Valeu! Gosto quando alguém faz das tripas coração para marcar um ponto!

Olha, eu diria o seguinte: o Coulson que vemos aí é um roda-presa e extremamente by the book. Já Fury é diferente e chuta logo o balde. Pode ser sim que SHIELD não fosse comumente usado, mas tenho para mim que não era algo que não era usado de jeito nenhum.

Abs,
Ritter.

Wellington Silveira Tejo 9 de março de 2019 - 13:55

Nha, não sei não. O Coulson ficar quase 10 anos o nome completo e não o acrônimo? Ele seria um pé no saco na instituição, kkkk.
Mas dá para fazer um segundo filme dela só com o tempo que ela ficou no espaço hein? Quase vinte anos de histórias. Imagina ela ter passado pelo planeta do Surfista Prateado, ter ajudado ele a ser salvo da dizimação do Galactus e encontrando até o próprio Galactus. :O
Na sexta vazou a descrição de uma cena de Ultimato onde ela diz para o Rhodes que existem planetas por ai que precisam de ajuda e não tem Vingadores. É uma ótima deixa para contar essas histórias dela. No mais, ela deve estar poderosíssima em Ultimato. Imagine vinte anos depois de ter aprendido a usar os poderes e todo o potencial dela. Vai ser demais ver isso!

Cabelo 10 de março de 2019 - 12:05

Pra mim não há qualquer margem para esta interpretação.

Andre Basetto 11 de março de 2019 - 13:54

Na serie da Agent Carter eles ja chamam de S.H.I.E.L.D e se passa antes de HdF. Sem contar que apesar do Coulson falar o nome inteiro todos os logos já ficam como SHIELD. Mas possivelmente pode ter sido um erro de roteiro que tentaram concertar na Agent Carter.

planocritico 11 de março de 2019 - 14:24

Mas Agent Carter já tem SHIELD? Não era só SSR, a agência antecessora?

Abs,
Ritter.

Cabelo 11 de março de 2019 - 20:20

Acho que ninguém do MCU leva muito a sério essas séries derivadas.

Cabelo 11 de março de 2019 - 20:27

A cronologia dos logos da shield é uma coisa que não reparei, mas o “ainda temos que trabalhar nisso” do Coulson meio que encerra possibilidade de ter surgido antes.
Aliás, se for verdade que a Larson quem determinou a presença do Nick Fury no filme, imagino o desepero dos roteiristas pra tapar os futos decorrentes. Talvez a shield sequer fosse mencionada na ideia inicial de roteiro. Talvez o pager do Fury sequer fosse a forma de contato.

planocritico 11 de março de 2019 - 22:28

Não há SHIELD escrito nem nos logos modernos da SHIELD e é mais do que evidente que o nome foi escolhido POR CAUSA do acrônimo e não o contrário.

Sofre a presença de Fury, eu garanto que a Larson não tem força para exigir nada desse naipe. Pouquíssimos atores no mundo conseguem algo assim e ela ainda tem que comer muito feijão com arroz para chegar próximo de sequer chegar a pensar nessa possibilidade. Não tenho a menor dúvida que a ideia sempre foi ter o Fury no filme.

Abs,
Ritter.

Cabelo 11 de março de 2019 - 22:37

Já que você garante, a Larson ou o cara que escreveu este texto mentiram pra caramba.
https://comicbook.com/marvel/amp/2019/02/28/captain-marvels-brie-larson-asked-to-star-samuel-l-jackson/

planocritico 11 de março de 2019 - 22:46

É informação oficial da Marvel ou da Disney ou é só uma jogada de marketing simpática e conveniente, dirigida pelo RP da Marvel? Afinal, e se a Larson dissesse que queria trabalhar com a atriz que faz Feiticeira Escarlate ou com o Steve Rogers ou com o Homem de Ferro, ela teria o pedido magicamente atendido?

Abs,
Ritter.

Cabelo 11 de março de 2019 - 22:46

Entrevista da Larson ponto.
Simpático ou não, alguém teria que estar mentindo, não?

planocritico 11 de março de 2019 - 22:51

Você pode chamar de mentira, eu chamo de jogada de marketing. Não existem só verdades ou mentiras no mundo.

– Ritter.

Cabelo 11 de março de 2019 - 23:00

Lógico, pode chamar como quiser, mas não o fato de ser não. 😉
O bate-papo está bom, mas eu vou lá.
Boa sorte com o blog.

Cabelo 11 de março de 2019 - 22:37

Óbvio que shield veio antes na cabeça do roteirista, mas não na cabeça dos personagens.

planocritico 11 de março de 2019 - 22:37

Coloque-se como o personagem que criou o nome da agência. É simples assim. Ou é mais crível que o personagem tenha criado o nome e ANOS depois alguém percebeu que o acrônimo dava SHIELD?

– Ritter.

Cabelo 11 de março de 2019 - 22:46

Olhas, em filmes de super herói buscar algo crível nem sempre faz sentido… neste caso, creio que foi mais alívio cômico e easter egg do que acontece em enlatados americanos, quando a sigla de um organização tem coincidentente um significado apropriado e alguns personagens não notam. Já foi piada até em Friends.

planocritico 11 de março de 2019 - 22:51

Foi alívio cômico o Coulson “robotizado” em HdF repetir o nome completo da agência. É por isso que eu disse que ele era um cara by the book, até relaxar ao final.

Já a sigla, há tantos casos na vida real, que é mais fácil fazer essa transposição para o filme.

Abs,
Ritter.

Cabelo 11 de março de 2019 - 22:51

Vários anos by the book seria mais crível?

planocritico 11 de março de 2019 - 22:51

Bem mais crível ter UMA pessoa by the book por anos em uma agência do que centenas (milhares?) de tapados que nunca perceberam que o nome da agência resultava na sigla SHIELD e que passaram a usar assim.

– Ritter.

planocritico 11 de março de 2019 - 22:28

Claro que tem. O que não tem margem é para dizer que alguém que não seja extremamente by the book chamaria Strategic Homeland Intervention, Enforcement and Logistics Division de outra coisa que não SHIELD.

Abs,
Ritter.

Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 19:55

Ritter e Cia, upei no YouTube mesmo ciente que logo a Disney pede a exclusão. Se puderem ver antes: https://youtu.be/rk1tDJ5Y6lk

Enfim, fica a discussão. Abraços.

Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 19:36

Onde posso armazenar um vídeo do celular para por o link aqui? Hahahahaha. Não tô conseguindo.

OZYmandias_RealisTa! 12 de março de 2019 - 00:50

Também tive essa percepção dele, a sugestão para usar o nome SHIELD é dada pela Pepper Potts, no final do primeiro Homem de Ferro.

Responder
planocritico 12 de março de 2019 - 12:18

Não vejo assim. Entre por um minutos nesse universo fictício e coloque-se nos sapatos do cara que criou o nome Strategic Homeland Intervention, Enforcement and Logistics Division. Você provavelmente o criou PORQUE ele forma SHIELD e não porque SEM QUERER ele forma SHIELD. Em Homem de Ferro, o roteiro brinca com a atitude by the book do Coulson que usa sempre o nome completo, mas ele é um agente. Em um mundo minimamente crível, a gigantesca maioria chamaria de SHIELD.

E repare que SHIELD não existe no logotipo da agência em NENHUMA versão, nem pós-Pepper Potts.

Abs,
Ritter.

Responder
adrianocesar21 8 de março de 2019 - 15:51

a unica coisa que eu não entendi foi como ela tirou no plano mental com a inteligência suprema o aparelho físico que limitava seus poderes, rs. Fora isso, o filme é otimo! A Marvel tentou ao maximo segurar algumas informações que davam spoilers, como o personagem que o Jude Law interpreta, por isso todos presumimos que ele era o Mar-vell. Acho que já vi por aí uma discussão sobre o quanto a qualidade de um filme se mantém mesmo sabendo de antemão alguns pontos chaves do filme…Acho que Quanto menos souber do filme, melhor. E no caso de Capitã Marvel eu achei que ir sem saber de quase tudo quase fundamental.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 16:59

Quando ela tirou o aparelho no plano mental, ela liberou suas emoções reprimidas, o que liberou seu poder total, sobrecarregando e queimando o aparelho.

Responder
Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 17:18

Além disso eu também entendi que ele tira o aparelho no plano físico. Como a cena se passava no plano mental fizeram essa ponte às emoções e acabou dando essa impressão dela “também tirar no plano mental”

Responder
adrianocesar21 11 de março de 2019 - 15:37

é.. faz sentido essa explicação rs

Responder
Davi 8 de março de 2019 - 15:50

Não vejo a hora de ver o filme depois dessa resenha, o “é bom, mas” que eu li em muitas críticas só enfatiza o problema de desenvolvimento em um filme que é meio apressado, talvez sim… , mas como é uma história de origem e descobrimento, as pessoas deviam olhar com uma visão otimista!

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 15:14

Dois pontos que me decepcionaram foi o Mar-vell ser uma ”senhora cientista”, e a forma que Fury perdeu olho, seria mais interessante o Coulson Skrull ter feito isso com ele. Acharia mais aceitável. De resto tem muitas coisas aceitáveis, apesar de algumas breguices.

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 15:15

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , melhor cena a do Goose arranhando Fury. Gato é assim mesmo. Adora carinho, mas se deu na telha, arranha mesmo. E ele é um Flerken, claro. Fury sempre poderá dizer que foi um monstro alienígena que fez aquilo nele!

Filme solo do Goose JÁ.

HAHAHHAHHHHAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 15:26

É entendo esse lado zoação tbm, no qual acontece bastante na realidade, distorção para parecer mais badass. Porém continuo achando que se fosse Coulson Skrull seria mais interessante, principalmente porque Fury confia no Coulson e vice versa.

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 15:27

Já pensou se o Coulson que apareceu no trailer de AoS for um Skrull?

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 15:38

Tudo indica que ele vai ser de outro universo e está liderando um time de três indivíduos Butterfly, Pax e Jaco. E não um Skrull , pelo menos ainda kkkk

maumau 8 de março de 2019 - 22:28

O rocket podia arranjar um olhinho pro fury,ne,assim como deu um pro Thor.
Assim que ressuscitarem todo mundo que morreu,claro,o que ocorre em algumas sagas cósmicas…

Responder
Big Boss 64 9 de março de 2019 - 15:21

Eu fico triste porque o(a) Mar-Vell não vai mais morrer de câncer.

Responder
Vini 8 de março de 2019 - 16:59

O fato de Mar-vell ter se ”tornado” uma senhora cientista nem me incomodou, sabe. Fiquei mais chateado pela passagem dela no filme ser rápida, apenas em flashbacks, sendo que para a Carol ela foi uma pessoa muito importante.

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 17:09

Também tem isso, ela não teve a importância em tela que a Anciã teve por exemplo, para Strange em Doutor Estranho.

Responder
Vini 10 de março de 2019 - 09:52

Exato. Que desperdício, Marvel.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 16:59

E ele machucou o olho quando bateu o carro com o Coulson Skrull. Eu pensei que ele iria perder o olho ali, mas foi só um machucado.

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 17:09

Sim, seria melhor na minha opinião, se fosse nessa cena kkkkk

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 18:25

Mas a brincadeira é justamente essa.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 21:02

Uma coisa que esqueci de mencionar contigo, Agents of shield na quinta temporada, meio que fez algo que tem no filme da capitã, inibidores de poderes kree, a diferença é a que dos Inumanos de AoS, eram mais profundos dentro do corpo, e o da Carol era mais superficial. Mas achei legal essa curiosidade, esse paralelo da Daisy e Carol.

Junito Hartley 8 de março de 2019 - 19:36

Nao vejo nada demais o Fury perder o olho daquele jeito, alem do mais ali nao era um gato.

Responder
Stella 8 de março de 2019 - 15:14

Eita que vai chegar a corja toda falando que o filme é um lixo kkkkk Sendo que acho que o filme é mediano/bom. Mas longe de ser podre. Essa comunidade nerd é muito tóxica. ótima crítica Gabriel, apesar de que eu daria só 3 estrelas.

Responder
Gabriel Carvalho 14 de março de 2019 - 11:07

Achar podre é um exagero mesmo! Espero que goste mais de Vingadores!

Responder
Will 8 de março de 2019 - 14:59

Toda critica que eu li hoje dizia: o filme é bom mas…,o filme é competente mas…, o filme é legal mas… Qualquer coisa que tenha “mas” depois de um elogio não é muita boa

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 15:26

Ué. O filme é muito bom, ao meu ver. Não chega a ser excelente, mas eu gostei bastante.

Responder
Cleber Rosa 8 de março de 2019 - 16:46

O filme é bom pra caramba, mas… poderia ter sido um espetáculo.

Tá bom assim?

Responder
dilson costa 8 de março de 2019 - 14:24

Porcaria de filme só marvete e feministo escravoceta curtindo

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 15:13

Aprovei esse comentário, pois eu achei ele hilário! Obrigado por me fazer rir!

Abs,
Ritter (ainda rindo).

Responder
dilson costa 8 de março de 2019 - 15:26

Marvete e assim mesmo paga pra assistir palhaçada e lacração

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 15:27

Manda mais que está pouco!

– Ritter.

Responder
Cleber Rosa 8 de março de 2019 - 16:46

Porcaria de comentário, só acéfalo preconceituoso e demente pra escreve-lo.

Responder
Will 8 de março de 2019 - 14:12

Toda a qualidade do filme se resume a maneira como o Fury perdeu o olho, um arranhando
pelo gato

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 15:14

Gato? Não vi gato nenhum no filme…

HAAHHAHAHHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stark de Ferro 8 de março de 2019 - 16:47

Melhor comentário hahaha

Responder
Junito Hartley 8 de março de 2019 - 20:23

Tem certeza que era um gato? Assiste de novo.

Responder
maumau 8 de março de 2019 - 22:28

O Talos que foi malandro,manteve distância do bichano…

Responder
Renan Alexandre 8 de março de 2019 - 13:59

A Marvel sempre da um jeito de colocar temas que estão em relevância de forma implícita no contexto dos filmes, mas achei bem visível em como ela quis dar uma chamada de atenção para a questão migratória. Ao meu ver passaram uma ótima lição sobre, no contexto geral, como não se deve julgar o mal o “diferente” e aquele que está deslocado. Tirando a política de lado, achei uma colocação bem profunda e muito acertada. Não vi nenhuma crítica ou review fazendo essa análise até então, gostaria de saber se vocês também fizeram essa relação.
Em comparação, quando saiu o Homem de Aço muito se falou nas referências do Superman a figura de Jesus Cristo. No caso da Capitã Marvel, ao levar os Skrulls em busca de um lar (uma terra prometida) não teria uma certa referência a Moisés? Talvez só tenha passado por minha cabeça também.

Ademais, ótima crítica (tanto essa quanto a do Ritter).
O filme, para mim, funcionou bem do meio pra frente. Gostei da Carol, dos Skrulls no geral, do Fury (Não Nicholas, nem Nick – só Fury) e achei que os Krees ficaram devendo, assim como ficou devendo o foco no passado da Capitã (me pareceu meio solto aquele começo…). Por mim poderia ter cortado umas cenas com o gato e não gostei do reencontro totalmente sem emoção da Carol com a Maria.
No geral acredito que o filme é regular no início e ótimo mais pro final (nem sei se tem como dividir uma crítica assim hahaha).

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 17:09

Como poderia ter emoção no encontro, se a Carol não lembrava mais dela?

Responder
Renan Alexandre 8 de março de 2019 - 17:49

Poxa cara… uma mulher que trabalha em uma organização secreta como a Maria Rambeau vê uma mulher chegando que supostamente é sua amiga que tinha morrido e um homem estranho, vê sua filha pequena indo em direção a eles e não tenta travar ela ou esboçar nada. Ao meu ver qualquer um ficaria mais enérgico ou sei lá… esperava uma situação diferente. Sem falar que a Carol já tinha tido flash com elas e não desenrolou a situação, deixando aquele núcleo meio sem emoção. Mas é só meu ponto de vista. O filme é bom e eu assistiria de novo sem nenhum problema hahaha valeu.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 21:02

Ter flashes não significa que as lembranças voltaram. A amizade delas ressurgiu ao longo do filme.
E eu também verei de novo:-)

Responder
maumau 8 de março de 2019 - 13:59

Eu moro no C-53,fiquei sabendo ontem
E o C-53 Não tem tecnologia pra se defender de 30 mísseis gigantes lançados ao mesmo tempo,mas tem Carol danvers,que botou o marrento do ronan p correr c o rabo entre as pernas.
Curti quase tudo,menos o goose ter cegado o nick.
Que venham mais aventuras cósmicas!

Responder
planocritico 8 de março de 2019 - 15:14

Mas o Goose cegando o Nick foi a melhor parte do filme!!! AHAHAHHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

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Big Boss 64 9 de março de 2019 - 15:21

Se o Ronan já era um merda no Guardiões, aqui só piorou as coisas. Seria muito melhor se ele fosse o vilão do filme e não o Jude Law.

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Anônimo 8 de março de 2019 - 13:02
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Big Boss 64 9 de março de 2019 - 15:21

Like pela referência a Phantom Pain.

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Anônimo 9 de março de 2019 - 18:31
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Fabricio 8 de março de 2019 - 12:40

Gostei do filme, infelizmente as cenas de ação são realmente sem inspiração, mas o carisma dos personagens compensa isso ( principalmente Carol e Nick). O plot twist achei interessante, não acho que a raça dos Skrulls como um todo sejam inocentes e vitimas da guerra, como o próprio Talos diz, ele tem muito sangue nas mãos. Enfim, é um filme decente, para uma primeira incursão da personagem no cinema, acredito que foi um saldo positivo.

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Gabriel Carvalho 8 de março de 2019 - 13:32

Eu acho que para um primeiro filme da personagem foi MUITO DECENTE. Só não quero que peguem essa personagem e façam uma coisa rasa. Esse filme não tem nada de raso. Tem até pretexto para muitas coisas interessantes, sub-textos e etcetara, que podem vir a ser abraçadas com mais vontade e prioridade no futuro. Aqui, é mais construção de mito que qualquer outra coisa e eu acho mais rico do que o que foi feito com qualquer outro herói do MCU até agora.

Agora eu quero saber: E Invasão Secreta, se os Skrulls são do bem? A Marvel tem espaço para fazer o filme com teor mais político deles aí.

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Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 13:46

“Existem muitos de nós espalhados pelo universo.”
Talos

Os Skrulls, assim como qualquer povo, têm indivíduos bons e maus. Nem todos os Skrulls são ruins nas HQs.

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AVAST. 8 de março de 2019 - 15:51

sem falar q a invasão pode ser comandada pela imperatriz skrull… q n foi citada no filme, ela pode fazer parte dos caras maus.

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Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 17:09

Justamente, camarada.

Stark de Ferro 8 de março de 2019 - 16:59

Boa observação, plantaram a semente para um futuro se explorar!

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Pedro, o Homem Sem Medo 8 de março de 2019 - 21:02

Isso mesmo.

Mateus Woszak 8 de março de 2019 - 17:19

Eu também, no ínicio, fiquei incomodado com o plot twist dos Skrulls e já pensei “Fudeu a Invasão Skrull”. Mas depois a gente pensa e vê o tanto que essa Marvel é sarcástica. Todo mundo já dava como certo que a próxima fase seria essa, aí vem a Marvel, inverte tudo e diz “vai ser não amiguinho, vai ter que ficar esperando nota na internet, forum no reddit e ver as teorias da conspirações”. A gente faz tudo isso e ela gira de novo em 180 graus e diz “Ahaaaa! E quem disse que todo Skrull era bonzinho? Vai ter invasão secreta sim!”. Por fim, a gente fica na mão dos caras, rs…

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