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Crítica | Capitão América: O Primeiro Vingador

por Ritter Fan
651 views (a partir de agosto de 2020)

  • Acessem, aqui, nosso índice do Universo Cinematográfico Marvel.

Em sua escalada para chegar a Os Vingadores, o mais bem sucedido filme de 2012 e uma das maiores bilheteria da história, a Marvel Studios não errou uma vez sequer. Começou com o excelente Homem de Ferro e com o ótimo O Incrível Hulk, em 2008, ainda sem tentar realmente amarrar todo o seu universo fora umas pequenas cenas aqui e ali e as famosas cenas teaser nos respectivos finais. Mais confiante com seus produtos, a Marvel continuou então em 2010 com Homem de Ferro 2, que, apesar de ser seu pior filme, não é uma falha completa, funcionando quase que como um trailer para o evento principal da Fase Um. Com as críticas negativas, mas ainda com sucesso financeiro nas mãos, a Marvel arriscou em 2011 lançando Thor, apresentando um herói baseado em mágica  (em contraposição à pegada mais “real” dos filmes anteriores) e, novamente, acertou na mosca, até mesmo reduzindo a ligação com Os Vingadores para não cair no mesmo erro do filme anterior.

Em seguida ao primeiro Thor, veio Capitão América, o herói que fecha a “Santíssima Trindade Vingadora”, por assim dizer, deixando o caminho pronto para o sucesso que foi o filme do super-grupo. O crossover cinematográfico patrocinado pela Marvel é absolutamente sem precedentes e, sim, muito bem sucedido, com uma linha de filmes que, se não são homogeneamente brilhantes, ao menos cumprem sua função honrosamente.

O Capitão América sempre foi meu herói favorito quando era pequeno e mesmo até hoje em dia. Lia tudo que saía com ele e adorava sua origem na Segunda Guerra Mundial, o que dava um charme todo especial à mitologia. Parei de ler por muitos anos, voltando somente quando dei de cara com um volumão com os primeiros 25 números da série do herói escrita por Ed Brubaker, que estava recebendo grandes críticas do meio especializado e que, aliás, é a base para Capitão América 2: O Soldado Invernal. E fui fisgado novamente. Brubaker atualizou o Capitão sem apagar seu passado. Ao contrário, ele o utilizou ao máximo, manobrando-o para magistralmente justificar a volta de um dos personagens Marvel que mais tempo ficou morto.

Mas eu divago.

Quando soube que a Marvel havia decidido fazer um filme de origem do Capitão América sem inventar, por exemplo, que ele foi criado durante a Guerra do Afeganistão, ou algo do gênero, vibrei muito. Era tudo que um fã dos quadrinhos poderia querer: o Capitão América em um filme de grande orçamento (e não aquelas porcarias feitas para TV da década de 80 e 90 que tenho arrepios só de lembrar) e seguindo a história clássica de origem.

Assim, depois de um excelente início nos dias de hoje em que um Capitão América congelado é achado no extremo norte do mundo, o filme imediatamente corta para o franzino Steve Rogers (Chris Evans, o Tocha Humana do Quarteto Fantástico nos fracos filmes da Fox pré-versão de 2015, um verdadeiro pavor) tentando alistar-se para lutar na Segunda Guerra, em uma ambientação de época corajosa, cara e de se tirar o chapéu. Seu físico patético e seu histórico de doenças o impedem de ser aceito, mas ele não desiste. Seu melhor amigo, James Buchanan Barnes (Sebastian Stan), acabou de se alistar e está partindo para a guerra e, quando eles estão comemorando, o Dr. Abraham Erskine (Stanley Tucci, em um pequeno, mas muito engajante papel) entreouve o discurso de Rogers sobre sua vontade de ser um soldado e resolve ajudá-lo. A partir daí, vemos a criação do primeiro – e único – supersoldado, seu uso pelo governo americano para fazer propaganda e vender bônus de guerra e, em uma excelente e heroica sequência de resgate, o nascimento efetivo do herói que conhecemos.

Comandando o Capitão, temos o Coronel Chester Phillips (Tommy Lee Jones, responsável por ótimos alívios cômicos) e a musa do herói, a agente Peggy Carter (Hayley Atwell que, depois, viria a protagonizar a série solo de sua personagem). Do lado de lá, os bandidos são o Dr. Arnim Zola (Toby Jones) e, claro, Johann Schimidt, o temível Caveira Vermelha (Hugo Weaving). Para quem receava uma atuação cheia de canastrice de Evans, podem ficar tranquilos: ele está muito bem e extremamente crível como o Capitão América. A canastrice ficou mesmo ao encargo de Weaving, mas que funciona considerando o vilão, que é inevitavelmente caricato.

Joe Johnston, o diretor que fez o péssimo (não totalmente por culpa dele, devo confessar) O Lobisomem, conseguiu extrair de todos os atores e do roteiro partes iguais de charme e aventura no estilo pulp (como a série Indiana Jones) para todos os gostos, mas sem esquecer dos fãs ardorosos da Marvel. Para todos os não conhecedores da mitologia do Capitão América, Johnston fez um filme de fácil digestão, quase uma Sessão da Tarde mais requintada e com bons efeitos especiais. É um típico feel good movie, que só extrai sorrisos. Para os fãs, Johnston largou, aqui e ali, elementos importantes de todo o histórico Marvel, como um aceno a um famoso herói que também lutou na Segunda Guerra ao lado do Capitão dos quadrinhos (pisque e você perde) e uma divertida brincadeira com o visual um tanto ridículo do Dr. Arnim Zola dos quadrinhos (tem que realmente conhecer o personagem para pegar essa).

Diferente de Homem de Ferro 2, que perdeu muito da personalidade por ter elementos demais do então vindouro Os Vingadores, quase sendo uma introdução ao filme de 2012, Capitão América mantém sua estrutura e integridade, com aceitável desenvolvimento de personagens, ainda que, no melhor estilo pulp, eles sejam rasos como o proverbial pires. Mas Johnston usou de toda sua arte – que deve ter aprendido quando fez o excelente Rocketeer, de 1991 – para também agradar a Marvel e ligar o filme à mitologia dos Vingadores de maneira orgânica e natural. Temos, por exemplo, o pai de Tony Stark, Howard Stark (infelizmente Dominic Cooper e não o excelente John Slattery, como apareceu em Homem de Ferro 2), um bom cientista, mas que é mostrado como um fanfarrão e, claro, o MacGuffin do dia, o Cubo Cósmico, arma que o Caveira Vermelha acha no começo da fita e que deixa muito claro que vem dos cofres de Odin, pai de Thor, e que chega a aparecer no teaser pós-créditos do filme do deus nórdico, além de ser peça-chave no filme do super-grupo como o receptáculo da primeira Joia do Infinito do Universo Cinematográfico Marvel.

Por incrível que pareça e contra todas as probabilidades, Capitão América é um ótimo filme, muito parecido em estrutura com Thor tendo, inclusive, um dos defeitos deste último: uma passagem de tempo pobre, corrida e muito mal feita. Em determinado ponto da narrativa, quando o Capitão está a frente do Comando Selvagem (outro aceno à mitologia da Marvel; reparem na perfeição que é a caracterização de “Dum Dum” Dugan, por Neal McDonough), a elipse temporal dá a impressão de que tudo ocorre no intervalo de uma semana ou algo do gênero. O quase romance de Rogers com Peggy Carter fica só no “quase” mesmo e poderia ter sido mais bem explorado se a passagem de tempo da obra tivesse sido expandida para o intervalo de alguns anos, o que seria bem fácil de fazer com uma montagem mais inteligente e menos burocrática, que tenta correr para o final. O mesmo poderia ter sido feito pela amizade de Rogers com Bucky, aliás. Tudo isso contribuiria para dar um estofo sentimental brilhante à obra que talvez a colocasse no mesmo patamar de Homem de Ferro.

Mas Johnston errou feio aí e desenvolveu rápido demais todos esses momentos, trabalhando em cima de um roteiro equivocado que ele não soube aprimorar com sua direção. O “recorta e cola” dos eficientes roteiros da Marvel, assim, repetiu o grande erro de Thor e furtou do Capitão a chance de ficar no panteão dos grandes filmes de super herói. É ainda um ótimo filme, não se enganem, especialmente se levarmos em conta sua primeira metade, que é irretocável, mas ele poderia ter sido bem mais do que a soma de sua partes, contando, ainda, com um clímax simplista demais. Seu finalzinho, com o uso forte de um deus ex machina, cria um verdadeiro momento “como assim?” e detrai do grande embate entre o Capitão América e o Caveira Vermelha, encerrando a primeira aventura do Bandeiroso com uma nota negativa.

No entanto, não há dúvidas que os pontos positivos sobrepujam os negativos e Capitão América é mais uma vitória da Marvel. Um belo filme de época de origem que derrapa da metade em diante, mas que encanta do começo ao fim.

  • Crítica originalmente publicada em 24 de julho de 2014. Atualizada para republicação.

Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger, EUA – 2011)
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Christopher Markus, Stephen McFeely
Elenco: Chris Evans, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Tommy Lee Jones, Hugo Weaving, Dominic Cooper, Richard Armitage, Stanley Tucci, Samuel L. Jackson, Toby Jones, Bruno Ricci, Neal McDonough, Derek Luke, Kenneth Choi
Duração: 124 min.

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25 comentários

Adriano Ramos Dos Santos 14 de outubro de 2020 - 16:51

FINALMENTE UM FILME QUE LIMPOU O NOME SUJO DO CAPITÃO AMÉRICA EM 1976 ,e que filmaço ,ação do início ao fim e efeitos especiais fodas ,e o caveira vermelha mais assustador do cinema ,um filme que adoro ver e rever .

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planocritico 14 de outubro de 2020 - 16:54

Não é exatamente uma maravilha, mas eu adoro esse filme!

Abs,
Ritter.

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Crítica | Capitã Marvel (Sem Spoilers) - Plano Crítico - Informando o Brasil 8 de março de 2019 - 07:39

[…] do segundo filme de origem de época do UCM, comCapitão América: O Primeiro Vingadorsendo o primeiro. No lugar da 2ª Guerra Mundial, temos os anos 90 como cenário – […]

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Felipe Aguiar 4 de março de 2019 - 12:58

Cara, o final do Caveira Vermelha neste filme fica muito mais interessante depois do Guera Infinita.
Na época lembro de ter ficado meio “hãn?!”, mas agora ele ficou excelente.

Acho que esse filme tem um “efeito vinho” em mim. Com o tempo parece que ficou melhor.

E agora vem a melhor parte: Partiu Vingadores! (Massa Véio mode on)

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planocritico 4 de março de 2019 - 14:38

Eu adoro esse filme especialmente por respeitar a mitologia do Capitão América. E sobre o Caveira, realmente seu sumiço ganhou outro significado em Guerra Infinita!

Abs,
Ritter.

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Zé Higídio 21 de dezembro de 2018 - 18:15

Difícil falar desse filme, então vou começar com o que acho ruim ou não tão bom. Primeiro: a ambientação bem quadrinhesca do filme teria funcionado melhor se combinasse com a dos filmes anteriores do MCU, o que não é o caso, já que os 4 filmes que vieram antes têm um tom um pouco mais sério e pesado (não apontando se isso seria bom ou ruim). Outro ponto que não gosto é um roteiro meio confuso, na qual as histórias do protagonista e do vilão meio que se cruzam por acaso, com pouca interdependência, o que acaba não construindo a relação herói-vilão mais adequada. Além disso, enquanto a premissa de um supersoldado na Segunda Guerra é muito boa, é meio mal aproveitada ou simplesmente deslocada pelo fato de praticamente não envolver os nazistas e focar apenas na HYDRA, o que é uma escapatória performática para a inserção do Cap no contexto histórico. Outra coisa que incomoda são situações aleatórias que preenchem os furos do roteiro, como o Dr. Erskine escolher o Steve só por ter coincidentemente ouvido a conversa dele com o Bucky sobre servir no Exército. A direção é também meio confusa: ora o filme leva tempo desenvolvendo um segmento da história que considera importante, ora começa a acelerar demais a história nos pontos emocionantes, como quando o Cap começa a destruir as outras indústrias da HYDRA ou quando ele começa a servir de garoto-propaganda para o senador (que mesmo assim é uma das melhores cenas do filme). Com isso, chegamos à falta de conclusão que o filme dá a muitos personagens, principalmente ao do Tommy Lee Jones, e ao caráter descartável de personagens como os prisioneiros que o Rogers liberta (esses horríveis) e ao próprio Dr. Arnim Zola, que serve basicamente para construir a máquina e no final fornecer informações sobre o Caveira Vermelha. E aí que chegamos no principal problema do filme para mim: o vilão. A premissa, num primeiro momento, parece empolgar, com um homem sedento por poder e com crenças mais malucas que as do próprio Hitler lidando com a barreira entre ciência e mágica. Mas chega um ponto em que ele é só mais um louco querendo simplesmente destruir tudo que vê pela frente (um vilão meio infantil, digamos), e que no final sequer representa grande ameaça ao Cap durante a batalha final: ele se destrói sozinho. Uma pena, já que Hugo Weaving é um ótimo ator.
No entanto, apesar de todos esses defeitos, o filme tem vários méritos. O principal na minha opinião é o entretenimento: o filme é divertidíssimo, as cenas de ação são muito bem feitas e coreografadas, e o humor do filme funciona sem exagerar. Se você não se preocupar com detalhes técnicos, vai adorar o filme. Outro ponto positivo é, por mais que seja criticada nesse começo, a atuação do Chris Evans, que incorpora organicamente o personagem e nos faz gostar de um protagonista com o qual eu pessoalmente tenho pouca simpatia. E quanto aos demais atores, a Hayley Atwell também faz um bom papel, Tommy Lee Jones vai bem e Sebastian Stan é ok. Outra coisa que chamou a atenção foram os efeitos e maquiagem empregados para deixar o Chris Evans mirradinho no começo do filme, simplesmente incríveis. No mais, o filme consegue tornar uma história não muito plausível de o desenvolvimento de um supersoldado a partir de um supersoro e uma cobaia improvável, que rapidamente se transforma na maior arma do país contra as ameaças secreta, em algo lúdico sem deixar de ser sério.
Com tudo isso, acredito que o filme é ok. Um filme “mais ou menos”.Aceitável. Regular. Poderia ser muito mais, como a Marvel havia feito em Iron Man, mas poderia ter sido bem pior, como a Marvel havia feito em Thor (e O Incrível Hulk). Em suma, no primeiro filme de sua franquia, o Capitão América ocupou uma posição intermediária nessa “Santíssima Trindade” da Marvel.

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planocritico 24 de dezembro de 2018 - 15:04

Também tenho dificuldade de analisar objetivamente esse filme, pois não só o Capitão é e sempre foi meu super-herói favorito, como só tenho elogios pela coragem da Marvel de fazer um filme que se passa durante a Segunda Guerra como a origem do personagem exige, sem tentar “modernizar” a história. Mas, realmente, o filme tem problemas e o maior deles, para mim, é essa aceleração da história depois de sua transformação. Mas eu continuo gostando muito do resultado final.

Abs,
Ritter.

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pabloREM 6 de abril de 2018 - 14:04

O filme é bom, e funciona. E apesar de ter melhorado com o tempo, nesse primeiro o ponto fraco é exatamente o Chris Evans. Não que ele seja um deastre, mas falta para ele, por falta de palavra melhor, aquela cara de “macho” de antigamente, algo como um Steve McQueen, Paul Newman, ao mesmo tempo galã e rústico. Só que, como eu disse, ele melhorou, e considerando as trilogias da Marvel, Capitão América ganha de lavada de Homem de Ferro e Thor na minh opinião.

Responder
planocritico 6 de abril de 2018 - 15:26

Interessante seu comentário sobre a “cara de macho”. Considerando que o filme é de época e, quando lembramos de clássicos dessa era, lembramos dos nomes que você citou, faz sentido. Mas também concordo que ele evoluiu muito e, se pareceu mais “inocente” no primeiro, ele perde essa inocência já no segundo.

Só não sei se a Trilogia do Capitão como um todo é melhor do que a do Homem de Ferro, pois, apesar de achar o segundo mediano, considero o 1 e o 3 obras-primas, algo que só o 2 do Capitão é.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de abril de 2018 - 15:26

Interessante seu comentário sobre a “cara de macho”. Considerando que o filme é de época e, quando lembramos de clássicos dessa era, lembramos dos nomes que você citou, faz sentido. Mas também concordo que ele evoluiu muito e, se pareceu mais “inocente” no primeiro, ele perde essa inocência já no segundo.

Só não sei se a Trilogia do Capitão como um todo é melhor do que a do Homem de Ferro, pois, apesar de achar o segundo mediano, considero o 1 e o 3 obras-primas, algo que só o 2 do Capitão é.

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Borges 4 de abril de 2018 - 22:31

Se ontem eu disse que Thor era o ponto fraco da Marvel, o Capitão América é o ponto forte. A despeito de eu imaginar um Steve Rogers bem diferente do Chris Evans (mais fuzileiro e menos cara de chorão), confesso que ele não fez feio. O clima do filme lembra Sessão da Tarde (isso não é um demérito) e, apesar das falhas de roteiro, diverte.

Responder
planocritico 5 de abril de 2018 - 09:04

Também gosto muito desse filme. É uma origem fascinante!

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Borges 4 de abril de 2018 - 22:31

Se ontem eu disse que Thor era o ponto fraco da Marvel, o Capitão América é o ponto forte. A despeito de eu imaginar um Steve Rogers bem diferente do Chris Evans (mais fuzileiro e menos cara de chorão), confesso que ele não fez feio. O clima do filme lembra Sessão da Tarde (isso não é um demérito) e, apesar das falhas de roteiro, diverte.

Responder
Crítica | Capitão América: O Primeiro Vingador – Críticas 4 de abril de 2018 - 21:24

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Diogo Amorim 24 de dezembro de 2015 - 12:23

Esse filme é ótimo, cumpriu o seu papel de introduzir o personagem e contar sua origem. A Hydra foi mostrada de uma forma um pouco mais fantasiosa, como uma organização do mal que simplesmente pretendia dominar o mundo, já no segundo filme foi revelada toda a verdade naquele reviravolta sensacional. Pra mim, o Caveira Vermelha foi um dos melhores vilões desse Universo da Marvel até aqui, o visual dele ficou impecável e a atuação do Hugo Weaving também foi ótima, só resta saber se ele ainda vai retornar já que ele foi sugado no final e não faço ideia do que tenha acontecido, eu ainda quero que ele retorne em filmes futuros. Fiel aos quadrinhos, apesar de ter ficado um pouco corrido na metade não deixou de ser um ótimo filme, e o Chris Evans foi a escolha certa pro papel. Eu daria 4 estrelas pro filme.

Responder
planocritico 24 de dezembro de 2015 - 15:42

Realmente é uma diversão, @disqus_1xfUk6Tw8e:disqus, mas acho que ele perde muito a qualidade depois que o Capitão resgata o Comando Selvagem da base da Hidra. Além disso, a passagem temporal é bastante pobre. Mas simplesmente adoro o fato de ele terem mantido o filme todo durante a 2ª Guerra Mundial e respeitado ao máximo a origem do Capitão.

Abs,
Ritter.

Responder
Tiago Carpes Do Nascimento 3 de agosto de 2015 - 23:58

Que herói que luta com o cap na II guerra é esse?
Assisti há tempos e não lembro desse “encontro”…

Responder
planocritico 4 de agosto de 2015 - 15:17

@tiagocarpesdonascimento:disqus, a menção que fiz foi sobre um herói que lutou ao lado do Capitão América nos quadrinhos e não no filme. Esse é o Tocha Humana original, que, junto com o Capitão, Namor, Centelha e, mais tarde, Union Jack e Miss América, o grupo Os Invasores para lutar durante a Segunda Guerra. Quando a feira mundial de ciências é mostrada, vemos rapidamente um “homem” com roupa vermelha no interior de um cilindro de vidro. Essa é a “piscadela” que mencionei, pois é uma referência direta ao Tocha Humana original, que era um androide na verdade.

Abs,
Ritter.

Responder
Tiago Carpes Do Nascimento 5 de agosto de 2015 - 11:52

Ah tá.
Valeu pelo esclarecimento.
E parabéns pelo site.
😉

Responder
planocritico 5 de agosto de 2015 - 12:51

Disponha e obrigado, @tiagocarpesdonascimento:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
Victor de Oliveira 19 de janeiro de 2015 - 16:09

Que bíblia, se eu for ler uma crítica dessas é mais fácil assistir ao filme. Reduzam e expressem uma opinião direta e objetiva por favor.

Responder
planocritico 20 de janeiro de 2015 - 19:21

Não. Mas obrigado por seu comentário.

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Correa 23 de janeiro de 2015 - 01:02

Bíblias podem ser boas se usadas por pessoas du bem …Bíblias podem ser más…Tem quem seja católico e acredite – tem quem seja popular e ria daquilo tudinho …E é bom que seja assim e tenhamos todos nosso lugar correto para orar ou deixar de …não ?

Responder
Leonardo Lima 5 de abril de 2018 - 11:30

Pensei que eu era preguiçoso pra ler…

Responder
Rafael Gardiolo 9 de abril de 2014 - 01:40

Eu acho que o filme desmorona assim que a Hidra explode o laboratório. O que é uma pena, porque era de longe o melhor filme da Marvel até ali. E você gostou de O Incrível Hulk! Adoro esse filme, e as referencias a passagem do Bruce Jones.

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