Home TVTemporadas Crítica | Channel Zero: The Dream Door – 4ª Temporada

Crítica | Channel Zero: The Dream Door – 4ª Temporada

por Ritter Fan
652 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leia, aqui, as críticas das demais temporadas. 

Admiro showrunners que não se contentam em ficar em sua zona de conforto. No caso de séries em formato de antologia, com cada temporada contando uma história, galgar novos caminhos é mais do que apenas algo desejável, passando a ser uma obrigação, quase que a condição sine qua non para que a série se justifique para além de sua 1ª temporada. Nick Antosca, que está no leme de Channel Zero desde o começo garimpando creepypastas para transformar em histórias televisivas, vinha trazendo jornadas cada vez mais bizarras, cada vez mais “fora da caixa”, com Candle Cove e No-End House mergulhando fortemente no lado psicológico e Butcher’s Block trazendo uma pegada desconcertante e caminhando sem reservas para o lado sobrenatural (não que as outras temporadas não fossem sobrenaturais, claro). Cada uma de suas temporadas é um pequeno tesouro do gênero do terror em forma de série de televisão, trazendo um frescor para o gênero que há muito não se via, não obstante American Horror Story e The Walking Dead, só para ficar com os exemplares mais constantemente na mente dos espectadores.

O que então faltava no trabalho de Antosca? Confesso que não sabia essa resposta. Aliás, nem mesmo sabia que a pergunta em si era relevante, talvez por esperar de The Dream Door outra viagem lisérgica oferecida em econômicos e sempre eficientes seis episódios, formato que, como os britânicos já sabiam muito bem, é o melhor para qualquer série de TV. Mas eis que o começo da temporada, toda ela dirigida por E.L. Katz, me trouxe tanto a pergunta quanto a resposta: o que faltava era o horror “comum”. Caminhar pelo lado mais cerebral das avenidas do gênero é refrescante, mas potencialmente mais “fácil” (notem as aspas, pois não quero desmerecer o trabalho que ele fez até aqui!). Difícil de verdade é pegar as convenções do gênero, os clichês do gênero e fazer com eles algo diferente e relevante. E é o que Antosca tenta fazer aqui. Só pelo esforço ele já merece 5 estrelas, mesmo que o efetivo resultado seja a temporada mais fraca – ainda que nem de longe ruim – da série até agora.

Baseado na brevíssima creepypasta Hidden Door, de Charlotte Bywater, que, como sempre, serve apenas de pontapé inicial para o conceito por trás da temporada, The Dream Door lida com um casal recém-casado que se muda para a antiga casa da família de um deles no que parece ser o perfeito começo de um casamento. No entanto, em um belo dia, uma misteriosa porta azul aparece na parede mais distante do porão da casa, sem que nenhum dos dois se recorde de sua existência. Prometo que não falarei mais nada sobre a trama, pois cada segredo revelado é importante para o efeito que a série terá sobre o espectador. Basta dizer, porém, que, diferente das temporadas anteriores, o que a porta representa e o que está lá dentro são exaustivamente explicados e explorados ao longo dos seis episódios, o que automaticamente retira e, de certa forma, banaliza os acontecimentos posteriores.

Mas o caminho que Antosca resolve seguir é do do horror substancialmente baseado em jump scares e na estrutura de slashers cujas cenas de matança são mostradas em cada glorioso detalhe sanguinolento, o que faz desta a mais sangrenta das temporadas, ainda que a menos atmosférica e a menos “nojenta”. Com essa premissa, vem os aspectos bons e ruins da criação de Bywater, que é muito amplicada por Antosca e sua equipe de roteiristas. No lado positivo, a direção de E.L. Katz realmente sabe lidar com os sustos repentinos que desavergonhadamente fazem uso de trilha sonora manipuladora. Qualquer espectador “normal” será pego muitas vezes de surpresa, especialmente nos dois primeiros episódios, quando a novidade e o mistério são substancialmente maiores. Além disso, a concepção da “criatura”, em meio a um particularmente fértil ano de criações desse naipe, é memorável. O sujeito que vemos na imagem escolhida para ilustrar a presente crítica é um daqueles que povoará os sonh… digo… os pesadelos de muita gente, assim como aquela feita só de dentes humanos da primeira temporada.

Lá pela segunda metade da temporada, porém, Antosca começa a ampliar de verdade a mitologia, mas sem trazer nada de muito novo em relação ao que veio antes. Sim, o nível de bizarrice talvez aumente, mas ela não é daquelas de nos fazer virar o rosto como a sequência do jantar encabeçada por Rutger Hauer na temporada anterior. São, apenas e tão somente reinterpretações do mesmo mesmo conceito em um loop repetitivo e, diria, cansativo, chegando a ser de revirar os olhos quando os poucos mistérios psicológicos e dos passados dos personagens são desnudados em minúcias desnecessárias. O que é novidade torna-se banal. O que é diferente, torna-se lugar-comum. E rapidamente demais, claramente demonstrando que, mesmo considerando o reduzido número de episódios, não havia história suficiente para preenchê-los.

Maria Sten, que vive Jillian, a esposa, e Brandon Scott (o Luke da temporada anterior), que vive Tom, o marido, no entanto, fazem um ótimo trabalho. Ambos convencem, sem muito esforço, sobre o quão genuíno aquele casamento parece ser, com sequências iniciais construídas milimetricamente para passar ao espectador a tranquilidade e a energia de um casal recém-casado. Ao mesmo tempo, porém, eles passam a impressão de que ambos carregam um peso difuso sobre os ombros que o espectador tem dificuldade de entender exatamente o que é. Essa carga emocional “fora do lugar” estabelece personagens particularmente complexos sem muita ajuda de textos expositivos até o final do terço inicial da temporada, quando os roteiros, então, passam a inserir diálogos e situações desenhadas para serem didáticas ao extremo, pegando o espectador pela mão e explicando tudo nos seu míííííínimos detalhes, como pede o Sr. Explicadinho de A Praça é Nossa.

Outro elemento que realmente chama atenção na temporada é o magnífico design de produção, notadamente os exteriores e interiores das casas que pontilham a série (são três no total). No lugar daquele cenário propositalmente desolado da “cidade de subúrbio americano” que vimos em No-End House, aqui vemos um cuidado e um esmero arquitetônico de se tirar o chapéu. Cada casa é milimetricamente escolhida – ou construída, confesso que não sei exatamente se foi locação ou cenário – para refletir de certa forma seus moradores, com especial destaque, claro, para a de Jillian e Tom. O jardim perfeito, a fachada inspiradora e a decoração interna passam a impressão exatamente de harmonia e tranquilidade que estabelecem o casal nos minutos iniciais. Por outro lado, a perfeição “exagerada”, daquelas de fotos de revista de decoração, tentam nos fazer ver que há algo de errado ali com os dois, algo que fica constantemente escondido muito próximo da superfície, escondido por uma película delicada e facilmente rompível. Mesmo com orçamento limitado, o trabalho da produção, neste quesito, me fez lembrar o mesmo tipo de abordagem arquitetônica de Big Little Lies.

Mas a fotografia também ajudou muito, alterando artificialmente, por meio do uso de objetivas e foco profundo, nossa percepção de tamanho de ambientes e distância entre pessoas, algo que E.L. Katz utiliza com detalhismo cirúrgico para transmitir estados de espírito sem que sequer precisemos ver os personagens. Reparem como o porão do casal de pombinhos muda de tamanho na medida em que a estranheza diminui e os personagens passam a acostumar-se com o ambiente. Reparem também nas salas de jantar e outros ambientes que encolhem para trabalhar intimidade da mesma maneira que aumentam para denotar distanciamento. E, claro, tudo ecoa perfeitamente bem com a ambientação do último episódio, que é, diria, o exato oposto de tudo o que foi detalhadamente abordado antes, emprestando um ar de conflito antitético que fecha muito bem a estrutura narrativa, apesar de seus problemas no miolo.

The Dream Door foi a aposta mais arriscada de Nick Antosca, que mostra não ficar satisfeito com sua fórmula de sucesso. Ele pode não ter sido tão bem sucedido aqui quanto foi nas três temporadas anteriores, mas é impossível ficar passivo diante de alguém que procura sempre nos surpreender e, mais ainda, tenta subverter fórmulas tão bem estabelecidas do gênero de horror.

Channel Zero: The Dream Door (EUA, 26 a 31 de outubro de 2018)
Criação:  Nick Antosca (baseada na creepypasta Hidden Door, de Charlotte Bywater)
Direção: E.L. Katz
Roteiro: Nick Antosca, Lisa Long, Isabella Gutierrez, Justin Boyd, Angel Varak-Iglar, Alexandra Pechman, Lenore Zion, Mallory Westfall
Elenco: Maria Sten, Brandon Scott, Steven Robertson, Barbara Crampton, Gregg Henry, Greg Bryk, Troy James, Diana Bentley, Steven Weber
Duração: 41 a 45 min. aprox. por episódio (6 episódios no total)

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27 comentários

André Souza 22 de junho de 2019 - 11:04

Eu gostei bastante da temporada, demorei a assistir pois vi muita gente reclamando da metade pro final dela, mas eu achei tudo bem legal. Acho que essa foi a primeira temporada de CZ que foi pra um lado explicitamente mais trash, o que bateu bem com o SYFY (e não consigo entender como foi cancelada mesmo tendo uma boa audiência e críticas positivas num geral), pelo menos na minha visão a parte didática fazia parte disso também, quase que como nós já sabíamos o que acontecia e quando um personagem explicava pra outro era a audiência explicando pra eles, além das muitas situações acontecendo ao mesmo tempo com a maioria caindo prum lado bem cômico (no primeiro episódio mesmo, a cena em que o Pretzel Jack sai de cena após matar o amigo do marido dela e fazer algumas palhaçadas é maravilhosa). Foi a temporada com menos orçamento também, eu vi o Nick dizendo no instagram que eles precisaram mudar algumas coisas pra caber na proposta, e mesmo assim ainda acho que eles conseguiram entregar bastante coisa interessante (o Tall Boy e as Crianças de Cera são anunciadas acho que no segundo episódio e temos um breve vislumbre deles mais pro final). Vi muita gente dizendo que achou o enredo um pouco sem noção e completamente desconexo, mas o primeiro episódio entrega basicamente toda a fórmula que eles iriam utilizar mais pra frente, inclusive os poderes da Jillian são apresentados desde o início. Eu acho todas as temporadas bem distintas entre si, e isso que faz a série tão incrível pra mim.

No podium eu deixo No End-House e Butcher’s Block como as favoritas e Candle Cove com Dream Door logo depois.

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planocritico 24 de junho de 2019 - 17:59

Eu achei essa a pior temporada das quatro, mas mesmo assim boa. A novidade do “boneco” se esvai rapidamente demais e, depois, não temos muito mais história.

Uma pena a série ter sido cancelada.

Abs,
Ritter.

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planocritico 22 de novembro de 2018 - 22:17

Disponha, @scrystine:disqus ! Tomara que você goste!

Abs,
Ritter.

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Crys 22 de novembro de 2018 - 19:12

Tive que vim aqui no site e saber mais sobre esse intrigante Channel Zero. Um amigo recomendou-me e ele somente batia na mesma tecla de que se tratava de um mistério. Acabei aborrecida com ele pela falta de eloquência. Talvez, ele nem tenha assistido, pois sequer soube-me explicar. Bom, irei assistir agora, depois de ter lido todos os quatro artigos sobre o assunto. Obrigada, Plano Crítico.

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planocritico 22 de novembro de 2018 - 16:40

Não tive problemas com o casal, mas realmente o didatismo extremo foi cansativo.

E, de fato, o palhaço contorcionista é muito bom. Tomei uns belos sustos por causa dele!

Abs,
Ritter.

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Bruno Linhares 22 de novembro de 2018 - 11:09

Eu achei o casal protagonista pouco interessante. Meu pior problema com a temporada foi justamente essas sequências didaticas que tiravam muito o meu foco. Grande parte dos episódios, para mim apresentava um começo meio cansativo e começavam a ficar intrigantes depois da segunda metade, o que me deixava curioso o suficiente para querer assistir o próximo. O que dizer da capacidade única de CZ de criar monstros perturbadores sem abusar do CGI? O palhaço contorcionista está sensacional, que criatura BIZARRA.

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planocritico 18 de novembro de 2018 - 18:50

Sem dúvida, @joseclaudiogomesdesouza:disqus !

Abs,
Ritter.

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planocritico 18 de novembro de 2018 - 18:36

@sergiovinciusbuchabick:disqus , agradeço o prestígio!

E olha, você achou BEM mais frustrante do que eu… Mas não dá para discordar de suas conclusões e comentários. Eu só talvez tenha conseguido relevar os problemas mais do que você!

E valeu por me lembrar corretamente do personagem da Praça é Nossa!

Abs,
Ritter.

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Jose Claudio Gomes de Souza 16 de novembro de 2018 - 21:15

Channel Zero é uma das minhas três séries não-badaladas pela crítica e público em geral preferidas (as outras são Inside No. 9 e Room 104). Gosto da forma como as histórias são contadas e percorrendo os epísódios exibidos durante suas quatro temporadas, encontramos alguns realmente perturbadores. É uma ótima pedida para quem gosta do gênero.

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sergiovinciusbuchabick 13 de novembro de 2018 - 22:49

Como sempre faço (e quase nunca comento), terminei a temporada e vim ler a crítica. Concordo com boa parte dela – só achei bem mais frustrante que você, Ritter.

Entre os pontos mais negativos, ressalto a canaleta que foram os episódios 4, 5 e 6. O menino que faz o Ian merecia um Framboesa de Ourto ou algo assim (a cena em que aparece AINDA tomando refrigerante, meio de lado, de manhã, depois de uma noite inteira), me deu muita vergonha. Lembrou o Tim Roth nos piores momentos.

A falta de objetivos (ou motivação deles) desse personagem também me deixou besta. Tá apaixonado pela irmã que mal viu, tem um plano rocambolesco de ficar com ela, faz um exército de Minions from Hell sabe Deus pra que, mora em uma cidade maquete, mata o Biff sem mais porquê. (Lembra aquele vilão do desenho do Rambo, que um dia queria explodir a Lua e, no outro, criava um robô para bater carteira de turista na frente da Torre Eiffel. Sem foco algum.)

Fora isso, essa temporada (depois do terceiro episódio) traz o que os piores do gênero têm. São reviravoltas absurdas ou gratuitas, personagens que aparecem para morrer, personagens que são mais burros e lentos (normalmente, policiais) que a média mundial (e também acabam morrendo).

De ponto positivo, gostei da participação da Barbara Crampton (personagem gratuito também, mas tudo bem) e de tudo o que o contorcionista fez.

Em resumo: muito, muito inferior às três primeiras temporadas. Acho que se se decidisse – 100% slasher ou 100% pastelão, por exemplo – ficaria menos mal. Mas tudo bem. O Antosca tá com crédito de sobra (como você mesmo falou) e pode fazer mais uns 3 abacaxis desse.

🙂

(Em tempo: o personagem dos mínimos detalhe, da Praça, era o Senhor Explicadinho. Era o mesmo ator que fazia a Velha Surda – Ronny Rios –, mas outro personagem.)

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planocritico 9 de novembro de 2018 - 15:39

Exato. Ficou muito didático. Ainda foi uma baita temporada, mas tudo explicadinho demais.

Abs,
Ritter.

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Huckleberry Hound 4 de novembro de 2018 - 21:14

As temporadas anteriores não tinham muitas explicações deixando tudo pro imaginário e as teorias do expectador mas creio que esse foi o maior deslize dessa temporada,talvez seja para aqueles expectadores que detestam mistérios mas como sempre Nick Antosca fez mais uma boa temporada de Channel Zero essa série merece mais atenção talvez tenha que adaptar creepypastas mais famosas!

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planocritico 3 de novembro de 2018 - 02:15

Obrigado!

Eu prefiro Butcher’s Block, mas No-End House é sensacional também!

Sobre Into the Dark, eu pretendo fazer, mas ainda estou às voltas com Castle Rock. Mas, por enquanto, estou concentrado mesmo é na cobertura do Festival do Rio 2018. Depois do dia 11 de novembro as coisas “voltam ao normal”.

Abs,
Ritter.

Responder
Djalma Meneses 2 de novembro de 2018 - 02:41

Mais uma bela review, ainda mais com a perfeição que o SyFy e Nick Antosca fazem com Channel Zero. A premiere foi uma das coisas mais bizarras e creepys que já vi. Ever. O.episódio 02 também é bem emblemático.

A cena da banheira e depois o palhaço aparecendo😐😐 Espero não me decepcionar com os próximos quatro episódios.

The No-End House ainda é a minha preferida, embora eu venere Butcher’s Lock!

Meus sinceros parabéns ao reviewe, mas uma dúvida; você fará review de Into the Dark, aquela série antológica de terror do Hulu lançada um episódio/mês, bem no estilo Paranormal Witness – também do SyFy e que a Netflix copiou descaradamente)?

Responder
planocritico 1 de novembro de 2018 - 17:28

Eita!!! Viu tudo no fast forward? Assim não vale!!!

HAAHAAHHAHAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 1 de novembro de 2018 - 18:09

Vi no seu seriado . com , de madrugada e terminei hoje a tarde kkkk Ja tinha visto dois episódios, so faltava 4 episódios.

Responder
planocritico 1 de novembro de 2018 - 09:19

Hoje em dia, é fácil, fácil se perder na oferta de séries… Minha lista de coisas “para ver” está ficando ridícula…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 1 de novembro de 2018 - 15:44

Vi toda temporada, simplesmente amei. Ficou bem assustadora, o episodio 5 foi o mais fraco. Essa série é muito criativa, tomara que nao percam a mão, já que só anda ficando cada vez melhor. A abordagem dos poderes lembra os da Jean Grey e Franklin Richards, se os poderes de ilusão ou criação deles fossem utilizados para filme de terror seriam basicamente isso.

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Stella 1 de novembro de 2018 - 00:28

ótima crítica. Caramba tu já viu tudo kkkkk Foi rápido até. O episódio 1 foi assustador pra caramba do meio pro final. Me arrepiei toda.Channel Zero é o que American Horror Story não conseguiu se tornar. Vou correr pra baixar, pois não sabia que ja tinha todos os episódios.

Responder
planocritico 1 de novembro de 2018 - 00:31

Ahá! Ganhei da Fênix!!!

O episódio 1 é assustador mesmo. Quase tive um treco. O dois também é bem bom. Depois é que a coisa fica mais, digamos, didática…

Depois me conte o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 1 de novembro de 2018 - 00:34

Voltarei para comentar sim. kkkk ganhou mesmo. Infelizmente acabei me ocupando com Titãs, que está boa por sinal, AHS season 8, Elite, Sabrina,alguns animes. Acabei esquecendo kkk.

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Rômulo Estevan 31 de outubro de 2018 - 21:02

Ótima crítica,onde tem a temporada completa? Só achei os 2 primeiros ep.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2018 - 21:25

Vi no iTunes.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 1 de novembro de 2018 - 00:31

Ja tem no site seu seriado.com

Responder
ding ding ding 31 de outubro de 2018 - 19:58

Chanel Zero é um laboratório de terror, me espanta que a série nao tenha reconhecimento merecido. Para mim é a melhor série antológica de terror da atualidade.

Responder
planocritico 31 de outubro de 2018 - 20:01

Diria mais: é a melhor série de horror (seja antologia ou não) da atualidade. E é realmente uma pena que ela não seja mais reconhecida.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 1 de novembro de 2018 - 15:45

Me espanta também, a série esta esbanjando criatividade. E se baseando em contos da Creppypasta, que são muito mais assustadoras do que muitos obras que abordam terror.

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