Home FilmesCríticas Crítica | Cinquenta Tons de Liberdade (Com Spoilers +18)

Crítica | Cinquenta Tons de Liberdade (Com Spoilers +18)

por Luiando Campiago
838 views (a partir de agosto de 2020)

Iniciaremos esta crítica com boas notícias. Para quem é fã de Cinquenta Tons de Cinza, vele dizer o capítulo final da trilogia mantém o padrão dos demais exemplares, ou seja, uma eterna preliminar sado-kitsch contraditória em si mesma. Temos aqui o mesmo tipo de “romance”, “eroticidade”, “drama” e “suspense” — ou qualquer fluído pré-cinematográfico que os produtores possam ter transformado esta obra — de sempre, logo, se você gostou dos filmes anteriores, gostará desse. E nossa positividade não para por aqui. Por incrível que pareça, os primeiros minutos de Cinquenta Tons de Liberdade são realmente interessantes. O diretor James Foley, através de uma decupagem acertada, vai compassadamente de um primeiríssimo plano para um grande plano geral, destacando com eficiência o ingresso do casal protagonista em uma nova fase de suas vidas, dando ares intimistas ao momento.

Dito isto; se você, leitor, tinha interesse em saber o que há de bom na conclusão da trilogia 50 Tons, agora já sabe. Pode parar por aqui. De agora em diante, abordaremos o que realmente constitui este terceiro longa da série, ou seja, um mal ajambrado bacanal ótico de extrema incompetência. E para tanto, precisamos dar a nota condizente com o que é o filme depois de seus dez minutos iniciais.

Propomos um jogo a vocês. Não se preocupem, não vai doer nada e não faremos nada que vocês não vieram buscar aqui ( ͡° ͜ʖ ͡°). Imaginem um roteiro. Isso. Agora desçam os olhos lentamente pela descrição das cenas. Inspire e expire lentamente. Com cuidado, tentem sentir a base das sequências; sua temperatura e pulsação de preparação para um drama que em breve explodirá num fade-out branco. Notem que mediante o contato, essa base dramática dará lugar a ruídos curiosos, que em cinema chamamos de diálogos. Percebam como o tom desses ruídos, seu volume, tessitura e indicações de prazer ou desprazer mudam ao longo do trajeto. Reparem como o diálogo cresce, cresce e cresce cada vez mais, preparando os dois (ou mais!) lados do jogo para entender o que em fotografia a gente chama de luz dura. Notem que é preciso ter bom senso e passar o tempo adequado em cada parte do texto, para não tornar a coisa desinteressante. E percebam que depois de muita oralidade, técnica, dinâmica de direção e percorrido um determinado tempo, vocês chegarão exaustos ao final disso que, em cinema, a gente chama de filme. Agora imaginem que todas as partes desse processo foram feitas misturando areia, isopor, baba de quiabo e má direção. Conseguem imaginar? Pois bem. Bem-vindos a Cinquenta Tons de Liberdade.

Como é sabido, o longa finaliza a travessia de Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan) pelo difícil relacionamento entre um dominador ciumento e uma jovem inocente (?) que só queria mesmo um rolo (!). Com roteiro de Niall Leonard, o filme faz de tudo para aglutinar personagens que fizeram parte da vida do casal principal nos três filmes e resolver o impasse causado pelas ações de Jack (Eric Johnson), sugerido como um vilão longevo no filme anterior. Notem que existe bastante informação aí, cada uma cobrando desenvolvimento particular de personagens e interação de seu bloco pessoal com o restante dos outros blocos do filme, justamente a parte em que a obra começa a dar errado.

A maior impressão que nos passa Cinquenta Tons de Liberdade é que seu roteirista e diretor quiseram fazer um bom filme sobre o encontro de si mesmo diante do amor, a despeito de todos os problemas pessoais, familiares e de psicopatas eventuais (coito interruptus, em latim), mas não conseguiram ter material para fazer tudo isso. Primeiro porque a proposta da trilogia, por mais que fizesse o Sr. Grey evoluir como pessoa, não era a de descaraterizar o personagem, correto? Mas é justamente isso que acaba acontecendo, à medida que ele mantém comportamentos que já deveriam ter sido abandonados em Cinquenta Tons Mais Escuros e, sem quê nem por quê, à medida que deixa minar o que sempre lhe deu prazer e o que o tornava minimamente interessante como personagem: o elemento dominador. O texto sequer tenta integrar isso à convivência com Anastasia e, quando sugere algo do tipo, a relação fica apenas na dualidade “eu mando, você obedece”. Não há esforço para transformar a temática mais pesada do filme anterior naquilo que o presente longa (e o livro!) vendem para o encerramento, um mergulho em si mesmo para encontrar paz, não uma transformação de si mesmo em um Tio Patinhas de 30 anos que gosta de dar ordens amenas, falar frases de efeito como “eu estava esperando por você” e brandir um chicote sem sequer ter coragem de usar.

Quem também não demonstra o que deveria é o roteirista Niall Leonard. Falando da matéria-prima do filme, o sexo, o que há de mais ousado na obra é o fato de o casal principal estimular os mamilos um do outro com a língua, momento que o diretor, pelo menos, não esconde. Aliás, de todos os filmes da trilogia, este é o que mais utiliza a nudez, embora aos poucos a torne banalizada (não sendo um filme que pretende ganhar o Sexy Hot em alguma categoria genérica, a nudez precisava ter um significado maior do que apenas “olha, gente, peitos, bundas e pelos!“), sem carga dramática ou delicadeza alguma por parte da direção ao retratar os corpos, com exceção da primeira cena de sexo no Quarto Vermelho. No entanto, para um longa que se autointitula erótico, mamilos não podem ser o ponto de maior destaque e a eroticidade precisa ter uma abordagem corajosa. O que temos aqui é um protagonista sadomasoquista casado com uma jovem que acabara de adquirir uma vida sexual e a única coisa que pode apresentar são beijos no peito, brincadeiras com sorvete e sexo matinal. É sério?

Aliás, o ápice das broxadas ocorre na cena em que Christian amarra Anastasia em um poste e sussurra em seu ouvido “hoje, vou te tirar do sério”. Sabem como o sadomasoquista tira sua esposa algemada do sério? Tirando um vibrador de uma gaveta e passando o objeto pelo corpo da moça. Sim, aparentemente, o vibrador é o ápice do sexo fora dos padrões no universo de 50 Tons. Para piorar, durante a cena, Grey parte para o moralismo ao dizer “é assim que me sinto quando você me menospreza”, tornando o momento não só broxante, mas também infeliz, por utilizar o ingrediente erótico como vingança. A única coisa que se destaca nesses momentos de interação à meia-luz é a direção de fotografia, especialmente no Quarto Vermelho ou em ambientes que não apresentem tons de azul ou cinza.

Mas o roteiro de Leonard não monopoliza a incompetência aqui. Ela também alcança o diretor James Foley, que simplesmente não sabe filmar cenas de sexo. Ele opta por sequências curtas, planos fechados que impedem o público de observar a ação e uma irritante trilha sonora pop que quebra por completo a proposta e que infelizmente se repete ao longo de todo o filme. Essas cenas íntimas, que deveriam evocar a química do casal, são defloradas por canções em volume alto. Não há gemidos, sussurros, provocações ou qualquer outro recurso menos preguiçoso que envolvesse edição e mixagem de som, resultando em cenas que falham em reforçar a relação dos amantes ou causar qualquer impacto maior no público.

E os problemas de Foley com a música não param por aí. Em uma cena de perseguição, por exemplo, o diretor deixa passar uma faixa alegre, simplesmente porque Anastasia está dirigindo o carro, ignorando completamente o fato de um maníaco estar na cola dos protagonistas. Além disso, a edição tem uma mão terrivelmente pesada (ou mole?), empregando um ritmo veloz em momentos que clamam por maior duração (inclusive para destacar os atores), impedindo que o público absorva o amontoado de informações jogadas pelo texto. Na fotografia, imperam os planos vazios de contexto de ambiente a partir de panorâmicas pela cidade, pelas casas, pelo apartamento; tudo majoritariamente bem iluminado com luz direta, brilho mediano e quase nenhuma identidade de cor para cenas ou personagens. Quem salva o dia é a direção de arte, com destaque para o escritório de Anastasia e para a visualmente interessante sequência dos drinques antes da invasão de Jack no apartamento.

Um dos momentos onde parece haver um concurso para quem erra mais é a sequência em que Ana e Christian discutem, na manhã seguinte à jovem revelar que está grávida. Ali, temos o melhor momento de Dakota Johnson no filme e um dos pontos realmente bons do texto, que mostram verdades dos dois lados da moeda. Mas eis que o diretor resolveu filmar a sequência com uma câmera no fap mode e em plano mais aberto do que deveria, com uma dinâmica que parece que a câmera está pendurada por um cabo balançando aleatoriamente pelo set, impedindo o espectador mergulhar como deveria na cena e quebrando a possível oportunidade de salvarmos um pedaço do filme que tivesse o casal como foco. A isto poderíamos ainda adicionar o aparecimento e desaparecimento de personagens que supostamente teriam alguma importância, mas estão lá apenas para tomar tempo (Gia, a arquiteta); a criação de pseudo-dilemas que se resolvem ou no exagero ou na extrema falta — a sugestão do caso do irmão de Christian que não dá em nada, a sugestão de um possível caso do segurança Sawyer com a colega de Anastasia e o próprio drama do sequestro final, que mais descaracteriza o vilão pelo que ele representou o filme inteiro do que faz dele um vilão de peso para ser odiado, algo que o texto sequer se dá o trabalho de consertar, enquanto fingia desenvolver uma linha paralela com a história da família Grey e a adoção de Christian.

Diante das contradições e bolas fora (!) do roteiro, o espectador esperaria pelo menos algo mais do que uma passagem enjoativa de um casal por várias cidades durante sua lua de mel ou algo mais do que uma montagem picotada e cheia de fades tenebrosos que ligam cenas do que aconteceu nos dois filmes anteriores para mostrar que “olha, isso aqui é uma trilogia, a gente já passou por tudo isso e agora estamos aqui!“. O que jamais vamos entender é como uma cinessérie sobre “sexo diferentão” e as relações que envolvem esse tipo de sexo se transformou em Girls In The House – 69ª Temporada: Os Herdeiros das Kardashians. Pois é. Fica aí o questionamento.

Cinquenta Tons de Liberdade (Fifty Shades Freed) — EUA, 2018
Direção: James Foley
Roteiro: Niall Leonard (baseado na obra de E.L. James)
Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Eric Johnson, Eloise Mumford, Rita Ora, Luke Grimes, Victor Rasuk, Max Martini, Jennifer Ehle, Marcia Gay Harden, Bruce Altman, Arielle Kebbel, Callum Keith Rennie, Robinne Lee, Brant Daugherty
Duração: 105 min.

Você Também pode curtir

58 comentários

Luiz Santiago 15 de junho de 2018 - 16:02

Brinquedos de pepeka.

Responder
Marcellofn 9 de setembro de 2019 - 21:40

Nem todos de pepeka e sim de rabeta

Responder
Rafaela Oliveira 15 de fevereiro de 2018 - 11:10

Acho que 50 tons serve ao seu propósito, simples assim! Os livros são terríveis, falando de forma literária, mas também servem ao seu propósito. O sucesso que ele tem não é por acaso, ele tem um público fiel que realmente gosta dessas tramas e por causa dele outras várias do mesmo estilo surgiram e estão ai vendendo para todos aqueles que assim gostem dele. É muito fácil simplesmente criticar pq se diz que é um lixo, que é coisa de mulher seca ou mal comida e blá blá blá, pode até ser, mas todo e qualquer público tem sim o seu direito de fantasiar e sonhar e consumir, qual é o problema? Nunca esperei absolutamente nada de extraordinário desses filmes até pq a obra de que ele é adaptado também não é grande coisa, mas fui ver os 3 pq são legais, divertidos, é como ver uma novela no cinema. 50 tons termina a sua saga sendo no mínimo honesto, nunca almejou ser o que ele não era e seu sucesso ainda é maior devido também aos discursos de ódio desenfreado vindo dos mais diversos públicos que sequer gostam desse tipo coisa, mas ama falar mal.

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 12:07

@disqus_xl1RhN1NPZ:disqus, o fato de o filme se propor a vender sexo insosso não significa que deve ser mal escrito e todo mundo dele elevá-lo ao patamar de glórias só porque ele fala de sexo insosso de maneira mal escrita. Da mesma forma o filme, que fecha a trilogia de personagens intragáveis, como sempre foram. Mas cinema tem regras. Ou um texto é bem escrito ou é mal escrito. Ou uma direção é bem feita, ou mal feita. Não é alta ciência. é identificação de cumprimento da sintaxe do cinema e isso não tem absolutamente nada a ver se a obra traz o chorume erótico que se propôs a trazer. Se você leu a crítica certamente percebeu qual é o foco. Este é o foco.

Nesse caso: óbvio que “é fácil criticar”! Ué. Só porque eu peço uma paella em um restaurante e vem uma paella, não significa que ela está bem feita! Só porque eu pago o ingresso para ver um “Casa dos Budas Ditosos” para dummies, não significa que ele será bem feito. E nesse caso, não é, mesmo entregando o que era pra entregar. A crítica é clara ao apontar isso. Espero que não tenha ficado dúvidas agora também.

E sobre o público e seus gostos: as pessoas gostam e compram o que quiserem, eu também não tenho nada a ver com isso. Em nenhum momento isto está cerceado ou dito o contrário no texto. Mas isso também não significa que só porque é gosto pessoal, é bom. E nem significa que eu não posso criticar esse gosto. Ou não é? u será que entramos no mar de narciso alienado e samambaia que só fala de si mesmo e fica passando seda para as porcarias ao seu redor só para cumprir uma frase popular que não tem absolutamente sentido racional: “gosto não se discute”. Ué! Gosto é talvez a PRIMEIRA coisa que a gente tem que discutir! E veja a palavra. Eu não usei “barrar”, “forçar”, “segregar”. Eu falei “discutir”.

E assim seguimos.

Responder
Rafaela Oliveira 15 de fevereiro de 2018 - 12:35

Sim, mas a grande questão está ai, o filme nunca quis ou se propôs ser nada mais daquilo que ele já é, e muito menos se chegou a ser esse patamar de enredo histórico do erotismo humano. Houve quem tentou falar disso no primeiro filme, mas logo foi esquecido, pq de fato ele não era e nem os livros em si o são. Erra-se justamente em achar que ele podria ser tudo isso ai que vc disse que poderia ter sido, mas não é e nunca tentou ser. Então chegou-se ao seu fim e ele cumpriu o seu papel: Divertiu! ponto final. Todo mundo tem o direito de criticar, eu mesmo, como disse ai em cima, além de achar que os filmes são ruins a literatura em que ele se baseia também é, só vejo que existe muitas linhas e muitas adjetivos para uma coisa que, teoricamente, não devia chamar tanta atenção e nem tanto ódio como ele chama.

E assim seguimos

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 13:22

Mas veja que estamos falando de coisas diferentes a partir de certo ponto. Concordamos no conteúdo, mas não o estou vendo separado da forma. De conteúdo, é isso. O que, novamente, não significa que é bom ou que é bem feito mesmo dentro de sua proposta (e não é!!!). E a coisa só piora quando se considera a forma, mesmo a da literatura. Tive o desprazer de ler o primeiro livro e foi uma das piores experiências literárias que já tive. É ruim mesmo dentro do nicho proposto na fonte. Acho que esse é o caminho final da coisa.

Quanto a chamar tanta atenção, é, estamos de acordo nisso. Mas veja, quando você se dispõe a falar sobre algo, isso precisa te chamar a atenção. Não tem como fugir, afinal, você está procurando elementos para analisar, então vai encontrar ali o que a obra oferece. Já sobre o ódio, confesso que não sei se existe de fato um ÓDIO em relação ao filme. Eu, por exemplo, só desgosto dele imensamente, acho-o uma porcaria sem fim. Mas ódio? Hummmm… não. E mesmo de todas as centenas de milhares de opiniões negativas que esta porcaria teve, também só vi exposição de opinião contrária mesmo. Não ódio. Mas deve ter quem se manifeste dessa forma, claro!

Responder
Rafaela Oliveira 15 de fevereiro de 2018 - 12:35

Sim, mas a grande questão está ai, o filme nunca quis ou se propôs ser nada mais daquilo que ele já é, e muito menos se chegou a ser esse patamar de enredo histórico do erotismo humano. Houve quem tentou falar disso no primeiro filme, mas logo foi esquecido, pq de fato ele não era e nem os livros em si o são. Erra-se justamente em achar que ele podria ser tudo isso ai que vc disse que poderia ter sido, mas não é e nunca tentou ser. Então chegou-se ao seu fim e ele cumpriu o seu papel: Divertiu! ponto final. Todo mundo tem o direito de criticar, eu mesmo, como disse ai em cima, além de achar que os filmes são ruins a literatura em que ele se baseia também é, só vejo que existe muitas linhas e muitas adjetivos para uma coisa que, teoricamente, não devia chamar tanta atenção e nem tanto ódio como ele chama.

E assim seguimos

Responder
pabloREM 13 de fevereiro de 2018 - 13:41

Eu acho que tudo pode piorar: esses dias estava em uma livraria e na bancada de “destaques” tinha um livro onde na capa estava escrito: 50 tons pela visão do Grey ou algo assim. Isto é, a picaretagem é tanta que escreveram o mesmo livro duas vezes, só mudando o ponto de vista. Imagina se tentarem fazer isso no cinema. E pior, se fizer sucesso, até a Disney comprará a ideia e logo teremos: Star Wars, pela visão do Império, Os Vingadores, pela visão dos Chitauris.

Responder
pabloREM 13 de fevereiro de 2018 - 13:41

Eu acho que tudo pode piorar: esses dias estava em uma livraria e na bancada de “destaques” tinha um livro onde na capa estava escrito: 50 tons pela visão do Grey ou algo assim. Isto é, a picaretagem é tanta que escreveram o mesmo livro duas vezes, só mudando o ponto de vista. Imagina se tentarem fazer isso no cinema. E pior, se fizer sucesso, até a Disney comprará a ideia e logo teremos: Star Wars, pela visão do Império, Os Vingadores, pela visão dos Chitauris.

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2018 - 15:38

Isso é assustador mesmo. E o pior de tudo é que existe um público real para isso, não é brincadeira não. O que faz a gente perder um pouco mais de fé nos amiguinhos de espécie…

Responder
Clarice Voyer 27 de fevereiro de 2018 - 07:14

Bem, se você gosta de uma obra e você cria afeto com um personagem muito grande com um personagem que não é o dono do ponto de vista, da perspectiva da obra, você quase fantasia no que giram os pensamentos dele, o porquê ele disse aquilo, o que ele sentiu? Por que sorriu ao invés de chorar? por que ficou calado? Isso são perguntas que só esse personagem poderia responder e o resto só continuará sendo suposições, ou de quem lê ou do próprio protagonista e etc. Aí veja bem, uma autora resolve reescrever a obra girando em torno daquele personagem, um novo livro, novas ideias, novas concepções. Isso não devia virar motivo para alarde! Sabe por que? Por que é a mesma coisa, só que apenas mais detalhes baseado no interesse de aprecia a arte mais profunda da obra. Ninguém vai perder tempo (produtores, cineastas e empregados do ramo) criando um spin off de um filme por que mudou-se um personagem e a forma do processamento mental. Isso não existe, não tem oque temer. É só burburinho da parte de alguns… São apenas acréscimos a um trabalho, oque para um devorador é só uma oportunidade se apaixonar diversas vezes pelo mesmo conteúdo.E só comentando sobre os livros Greys… Bom, tanto eles quando a triologia inteira foram “inspirados” da obra original de crepúsculo de Stephenie Meyer. Ela começou um último livro depois de concluir sua saga e esse livro (Sol da meia noite) falava sob o segundo coprotagonista, o ponto de vista desse personagem, o universo da trama aos olhos dele… Ela começou a ideia mas não pode termina-la devido ao vazamento do conteúdo e logo assim, como a triologia de L.JAMES foi toda “inspirada” em Twilight, L.James resolveu usar a ideia inacabada de Steph. Muito bem é isso, não se assuste, tem público para isso mesmo, não se assuste se tem muitos leitores disposta a satisfazer especificamente e adquirir o máximo de riqueza de minúcias possíveis através de seus gostos literários…

Responder
Clarice Voyer 27 de fevereiro de 2018 - 07:39

Bem, se você gosta de uma obra e você cria afeto muito grande com um personagem que não é o dono do ponto de vista, da perspectiva da obra, você quase fantasia no que giram os pensamentos dele, o porquê ele disse aquilo, o que ele sentiu? Por que sorriu ao invés de chorar? por que ficou calado? Isso são perguntas que só esse personagem poderia responder e o resto só continuará sendo suposições, ou de quem lê ou do próprio protagonista e etc. Aí veja bem, uma autora resolve reescrever a obra girando em torno daquele personagem, um novo livro, novas ideias, novas concepções. Isso não devia virar motivo para alarde! Sabe por que? Por que é a mesma coisa, só que com apenas mais detalhes baseando-se no interesse de quem aprecia a arte mais profunda da obra. Ninguém vai perder tempo (produtores, cineastas e empregados do ramo) criando um spin off de um filme por que mudou-se um personagem e a forma do processamento mental. Isso não existe, não tem oque temer. É só burburinho da parte de alguns… São apenas acréscimos a um trabalho, oque para um devorador é só uma oportunidade de se apaixonar diversas vezes pelo mesmo conteúdo.E só comentando sobre os livros Greys… Bom, tanto eles quando a triologia inteira foram “inspirados” da obra original de crepúsculo de Stephenie Meyer. Ela começou um último livro depois de concluir sua saga e esse livro (Sol da meia noite) falava sob o segundo coprotagonista, o ponto de vista desse personagem, o universo da trama aos olhos dele… Ela começou a ideia mas não pode termina-la devido ao vazamento do conteúdo e logo assim, como a triologia de L.JAMES foi toda “inspirada” em Twilight, L.James resolveu usar a ideia inacabada de Steph. Muito bem é isso, não se assuste, tem público para isso mesmo, não se assuste se tem muitos leitores dispostos a satisfazerem especificamente e adquirirem o máximo de riqueza de minúcias possíveis através de seus gostos literários…

Responder
wesley cardoso 12 de fevereiro de 2018 - 22:52

É sempre maravilhoso quando sai filmes ruins assim pq sei que vou ter uma boa crítica pra ler e rir um pouco. Ansioso pela crítica da S6 de Arrow que o Ritter deve amar fazer.

Sobre o filme eu vi os dois primeiros e me surpreende em como profissionais de cinema conseguem fazer algo tão ruim e n se tocar,ao invés disso insistem no erro e as vezes até pioram. Acho q ngm da produção assistiu o resultado final dos dois primeiros e simplesmente achou que pq fez sucesso tava bom…

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2018 - 23:37

Ainda bem que você se diverte conosco, mesmo nessas horas de dor e sofrimento, @disqus_GBcPlRUOkE:disqus! haahahaha

Pois é. Mas tem sempre aquele negócio do DINHEIRO que move a indústria… E se vende muito uma certa fórmula, com certeza vão continuar fazendo… é triste, mas é isso…

Responder
Hugo 11 de fevereiro de 2018 - 19:08

Já não vi nenhum dos episódios anteriores dessa trilogia e depois de ler a crítica, tenho certeza de que agora vou passar longe! Mas o seu texto pelo menos garantiu umas boas risadas aqui … rsrs
Agora, sobre outro assunto Luiz: vocês não pretendem fazer críticas dos episódios da segunda temporada de American crime story ? Queria muito saber a opinião de vocês. Estou vendo a série e estou curtindo bastante, mas a experiência de ver o episódio e ler a crítica aqui é muito mais enriquecedora hehehe. Pensem no assunto! Abraço!

Responder
Luiz Santiago 11 de fevereiro de 2018 - 20:20

A gente gastou a maior grana pra ver essa porcaria, tínhamos que adotar uma postura mais cômica senão a gente ia morrer. haahahahahhahahha

Sobre ACS a gente vai ter a crítica da temporada, @disqus_4lNcNZrmry:disqus. Infelizmente não conseguimos colocar na grade de crítica por episódio. Mas virá da temporada, fique de olho!

Responder
Luiz Santiago 11 de fevereiro de 2018 - 20:20

A gente gastou a maior grana pra ver essa porcaria, tínhamos que adotar uma postura mais cômica senão a gente ia morrer. haahahahahhahahha

Sobre ACS a gente vai ter a crítica da temporada, @disqus_4lNcNZrmry:disqus. Infelizmente não conseguimos colocar na grade de crítica por episódio. Mas virá da temporada, fique de olho!

Responder
kvothe 11 de fevereiro de 2018 - 08:45

Crítica muito boa, parabéns Luiando! Mas comparar Girls in the house com Cinquenta tons de liberdade… Pobres Sims…

Responder
kvothe 11 de fevereiro de 2018 - 08:45

Crítica muito boa, parabéns Luiando! Mas comparar Girls in the house com Cinquenta tons de liberdade… Pobres Sims…

Responder
Luiz Santiago 11 de fevereiro de 2018 - 10:38

É o modo de vida em uma temporada num Universo paralelo! Tá tudo em casa, é mais cinismo do que literalidade! AHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHA

Responder
Vicente Ishikawa 10 de fevereiro de 2018 - 15:03

E pensar que esta trilogia nasceu de uma fanfic de crepúsculo. Assisti o primeiro e achei o filme horroroso com roteiro horrível. eu ainda quis dar uma chance e fui ler o livro, li mesmo até a metade e o resto li na diagonal, Dai veio o segundo, e pensei “Quem sabe melhorou…” assisti 30 minutos e mudei de sala, agora que tem o terceiro, vou me poupar. Esse é um dos momentos que eu não sinto nenhuma inveja de quem assiste filmes para fazer critica. Espero que o site pelo menos pague a pipoca que está bem cara.

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 18:01

Eu vi o preço do ingresso e da pipoca e pensei: “puta que pariu, vou gastar tudo isso de dinheiro pra ver um filme desse! Tomara que seja pelo menos mediano”.

Sabia de nada inocente…

Responder
Stella 10 de fevereiro de 2018 - 13:57

O que é essa franquia perto de Instinto Selvagem ? NADA! kkkk ótima crítica luiz. Haja paciência e estomago pra ver esses filmes.

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 18:20

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus, só fiz mesmo o sacrifício porque ia escrever com meu simbionte Fernando. Senão nem teria pisado no cinema pra ver esse troço! O negócio parece que é ruim de propósito, PQP!

Responder
Stella 10 de fevereiro de 2018 - 23:45

Kkkkk né isso. O que mais me chocou é que é uma mulher responsável por essa porcaria.Que com certeza não bate bem da cabeça.

Responder
Luiz Santiago 11 de fevereiro de 2018 - 07:56

É de lascar!

Responder
Luiz Santiago 11 de fevereiro de 2018 - 07:56

É de lascar!

Responder
Stella 10 de fevereiro de 2018 - 23:45

Kkkkk né isso. O que mais me chocou é que é uma mulher responsável por essa porcaria.Que com certeza não bate bem da cabeça.

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 18:20

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus, só fiz mesmo o sacrifício porque ia escrever com meu simbionte Fernando. Senão nem teria pisado no cinema pra ver esse troço! O negócio parece que é ruim de propósito, PQP!

Responder
Alison Cordeiro 10 de fevereiro de 2018 - 14:54

Uma crítica indigna desta simbiose de bons críticos do plano. Uma obra desta natureza não poderia ser analisada com um viés sério. Se essa era a intenção, deixassem o Ritter escreve-la. Cadê aquele humor moleque, aquelas tiradas inspiradas? tsc, tsc…

Diálogos são supérfluos num filme como este, com o casal de protagonistas cuja química, por si só, já merecia um oscar duplo de melhor ator/atriz. Impressionantes atuações que honestamente dispensavam o diretor, a própria câmera e até o público. Roteiro também é algo desnecessário, algo pelo qual existe uma fixação irritante. Há uma estória de amor entre um cara pervertido e uma virgem. Querem algo mais sublime que isso? Não, vocês são hereges, querem sentido numa obra além do seu tempo.

Como pena por esta falta de sensibilidade, devem ler os três livros e pendurar um poster do sr. Grey na parede. Entendo que vocês queriam ver sacanagem no quarto vermelho, mas isto vocês tem de sobra acompanhando o jornal nacional ou a novela das nove (seja qual for, sempre recheada de sacanagem).

Mas vocês recuperam sua credibilidade se fizerem uma crítica da saga Emannuelle, esta fonte de inspiração eterna para aqueles que um dia dependeram do Cine Privê na vida. Este amálgama de críticos ainda tem salvação, eu acredito em vocês.

Segunda levo a patroa para assistir esta pérola do cinema mundial. Me desejem sorte… grande abraço!

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 18:00

O comentário mais META-META ( ͡° ͜ʖ ͡°) que eu já li por aqui!!! Manda mais que tá pouco! HAUAHUAHUAUAHAUHAUAHUAHUAHAUAHUAHUAHUAHA

Boa sorte com a patroa na segunda! 😀

https://uploads.disquscdn.com/images/d3231d57a0e14bce934823be196509ece8343c5642a8538f809fcbe82e1b1ca9.jpg

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 18:00

O comentário mais META-META ( ͡° ͜ʖ ͡°) que eu já li por aqui!!! Manda mais que tá pouco! HAUAHUAHUAUAHAUHAUAHUAHUAHAUAHUAHUAHUAHA

Boa sorte com a patroa na segunda! 😀

https://uploads.disquscdn.com/images/d3231d57a0e14bce934823be196509ece8343c5642a8538f809fcbe82e1b1ca9.jpg

Responder
Alison Cordeiro 15 de fevereiro de 2018 - 21:15

Faltou sensibilidade desta entidade simbiótica ao avaliar a película. Cheio de Easter eggs da cultura pop e nenhuma menção a eles, Luiz? Ou vocês não notaram que Christian Grey é uma mistura do Bruce Wayne com Tony Stark, mas sem fixação por colantes ou traquitanas tecnológicas. Ao contrário deles, seu uniforme é uma calça jeans rasgada. E os seguranças, de uma eficiência inigualável, tal como a Shield? Mas a cereja no bolo pop é a construção do vilão, motivada pela inveja, algo totalmente verosímil no UCM, por exemplo, e com um plano que deixaria Zemo corado. Acho que faltou voces captarem essas mensagens subliminares entre um mamilo e outro. Um final épico para uma saga que deixará saudades… (para o bolso da autora, que descobriu uma mina de ouro!)

Hauhauhauahauh agora vou tomar meu remédio. Abçs!

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 21:29

AHAHAHAUAHUAHAUAH EU TO RINDO MAS TO PREOCUPADO!!! Nós não somos dignos desse filme, @alisoncordeiro:disqus, com certeza é uma obra-prima que não compreendemos. Curvo-me à genialidade intocável e gloriosa desta pérola inestimável e impagável da Sétima Arte!!! Definitivamente uma das melhores películas já feitas em todo o mundo!

[ISSO PEGA!!!]

Responder
Alison Cordeiro 15 de fevereiro de 2018 - 21:15

Faltou sensibilidade desta entidade simbiótica ao avaliar a película. Cheio de Easter eggs da cultura pop e nenhuma menção a eles, Luiz? Ou vocês não notaram que Christian Grey é uma mistura do Bruce Wayne com Tony Stark, mas sem fixação por colantes ou traquitanas tecnológicas. Ao contrário deles, seu uniforme é uma calça jeans rasgada. E os seguranças, de uma eficiência inigualável, tal como a Shield? Mas a cereja no bolo pop é a construção do vilão, motivada pela inveja, algo totalmente verosímil no UCM, por exemplo, e com um plano que deixaria Zemo corado. Acho que faltou voces captarem essas mensagens subliminares entre um mamilo e outro. Um final épico para uma saga que deixará saudades… (para o bolso da autora, que descobriu uma mina de ouro!)

Hauhauhauahauh agora vou tomar meu remédio. Abçs!

Responder
planocritico 10 de fevereiro de 2018 - 20:04

@alisoncordeiro:disqus , eu ofereci fazer a crítica sem nem ver o filme (afinal, ver para que?), mas o simbionte Luiando Campiago não deixou. A grande verdade é que ele GOSTA dessa trilogia de paixão e já não aguenta mais aguardar o anúncio do lançamento da adaptação do quarto livro da série (porque sim, TEM um quarto livro…).

Abs,
Ritter, o Revelador de Verdades Vergonhosas.

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 20:19

Não acredite nada no que ele escreve!!!!

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 20:19

Não acredite nada no que ele escreve!!!!

Responder
Alison Cordeiro 15 de fevereiro de 2018 - 20:57

Um quarto livro? Isso é fantástico! Nosso simbionte vai ter a chance de se redimir! Poderia mesclar você nessa simbiose, hein, Ritter? Imagina o que sairia…hauhauahau

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 21:30

Luiandotter Campiagofan

Responder
planocritico 15 de fevereiro de 2018 - 22:17

Mas, claro, com a minha personalidade sendo dominante…

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHA

Abs,
Ritter, the Dominator.

Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 23:34

Jamais, jamais!!!

planocritico 10 de fevereiro de 2018 - 20:04

@alisoncordeiro:disqus , eu ofereci fazer a crítica sem nem ver o filme (afinal, ver para que?), mas o simbionte Luiando Campiago não deixou. A grande verdade é que ele GOSTA dessa trilogia de paixão e já não aguenta mais aguardar o anúncio do lançamento da adaptação do quarto livro da série (porque sim, TEM um quarto livro…).

Abs,
Ritter, o Revelador de Verdades Vergonhosas.

Responder
Marta Souza 10 de fevereiro de 2018 - 13:17

Eu tô aqui me acabando de rir com essa crítica e concordando com tudo! GENIAL!!! 😂

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 18:18

Obrigado, @disqus_sezpmZcwTu:disqus!
Foi mais divertido escrever a crítica do que ler! Misericórdia!

Responder
ding ding ding 10 de fevereiro de 2018 - 11:32

Girls in the House e legal, que comparação infeliz.

Responder
Luiz Santiago 10 de fevereiro de 2018 - 11:47

A comparação foi felicíssima! Você só precisa ler e entender.

Responder
Cristiano de Andrade 11 de fevereiro de 2018 - 09:16

Confesso que não entendi a comparação. Pode explicar, Luiz?

Responder
Cristiano de Andrade 11 de fevereiro de 2018 - 09:16

Confesso que não entendi a comparação. Pode explicar, Luiz?

Responder
Luiz Santiago 11 de fevereiro de 2018 - 10:37

Claro que posso! Então: é o modo de vida em uma temporada fictícia e de duplo sentido (69, for god’s sake!) num Universo onde Kardashians entram em cena. Está na cara que a aproximação é de estrutura de aparências, não de outra ordem. Eu adoro Girls In The House! Procure o cinismo, não a literalidade da frase.

Responder
Cristiano de Andrade 15 de fevereiro de 2018 - 10:27

ok Luiz. Eu perguntei na boa pois realmente não tinha entendido. Desnecessário ser irônico na resposta.

Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 12:13

@cristianodeandrade:disqus eu respondi de boas, não há absolutamente NENHUMA ironia na frase! Você está vendo coisa onde não existe. Eu está sensível demais ultimamente a respostas que não são no estilo Ursinhos Carinhosos. É que às vezes um ser humano tem um jeito de falar diferente de outros. 😀

p.s.: AGORA SIM eu fui irônico. E achei que fui super necessário. Mas não fique bravo, não! 😀

Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 12:13

@cristianodeandrade:disqus eu respondi de boas, não há absolutamente NENHUMA ironia na frase! Você está vendo coisa onde não existe. Eu está sensível demais ultimamente a respostas que não são no estilo Ursinhos Carinhosos. É que às vezes um ser humano tem um jeito de falar diferente de outros. 😀

p.s.: AGORA SIM eu fui irônico. E achei que fui super necessário. Mas não fique bravo, não! 😀

Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 12:16

Eeeeeeeeeeeeeita, @cristianodeandrade:disqus. Eu respondi de boas, não há absolutamente NENHUMAAAAAAAA ironia na frase! Você está vendo coisa onde não existe, homem. Ou está sensível demais para respostas que não sejam no estilo Ursinhos Carinhosos. É que às vezes um ser humano tem um jeito de falar diferente de outros.

p.s.: AGORA SIM eu fui irônico, viu! E achei que foi super necessário. Mas não fique bravo, não! hehehehehehe 😀

https://uploads.disquscdn.com/images/9540e48e935b10ecf47760a377791799a43135f380684e2e7698d25a4c285d6e.jpg

Cristiano de Andrade 15 de fevereiro de 2018 - 12:41

Ok Luiz. Desculpe se te entendi mal.

Cristiano de Andrade 15 de fevereiro de 2018 - 12:41

Ok Luiz. Desculpe se te entendi mal.

Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2018 - 12:16

Eeeeeeeeeeeeeita, @cristianodeandrade:disqus. Eu respondi de boas, não há absolutamente NENHUMAAAAAAAA ironia na frase! Você está vendo coisa onde não existe, homem. Ou está sensível demais para respostas que não sejam no estilo Ursinhos Carinhosos. É que às vezes um ser humano tem um jeito de falar diferente de outros.

p.s.: AGORA SIM eu fui irônico, viu! E achei que foi super necessário. Mas não fique bravo, não! hehehehehehe 😀

https://uploads.disquscdn.com/images/9540e48e935b10ecf47760a377791799a43135f380684e2e7698d25a4c285d6e.jpg

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais