Home FilmesCríticas Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Com Spoilers +18)

Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Com Spoilers +18)

por Luiando Campiago
601 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 0

Cinquenta Tons Mais Escuros (2017) é, em tese, a gozada continuação do broxante Cinquenta Tons de Cinza (2015), e deveria ser o equivalente a visitar um dos espaços úmidos após tempo suficiente estimulando o períneo cinematográfico. Deveria mostrar mais, deveria ter épicos mammalingus, deveria ter ao menos um lollipop ou honrar a péssima referência imagética ao longa De Olhos Bem Fechados (Stanley Kubrick, 1999), usando a máscara não apenas como parte de um baile, mas como caminho erótico simbólico, misterioso, dramaticamente mais escuro. Nem uma dessas coisas, porém, acontecem e o filme, que propõe mostrar “o outro lado” de Christian e Anastasia, nos faz partir de uma perspectiva parecida com a de uma colossal felação para uma simples e rápida luta de cinco (ou dois) contra um.

Em um momento da projeção, confuso diante das atrocidades cênicas, me perguntei a qual gênero o filme deveria pertencer, e então vieram as classificações. Se Cinquenta Tons Mais Escuros for um romance, ele não mostra nada além de uma jovem tendo que abrir mão de sua vida pelo macho-alfa milionário, além de diálogos que até aquelas páginas de Facebook que criam historinhas com conversas do Whatsapp pensariam em algo melhor:

__ Quer casar comigo?

__ Por que?

__ Porque quero passar cada minuto do resto da minha vida com você.

Se o filme for um drama, 20 minutos de história seriam o suficiente, já que o roteiro insere três vertentes dramáticas no início (relação de Christian com a mãe, com uma ex-dominada louca e com a mulher que lhe ensinou as “artes eróticas”), e se empenha em ignorá-las durante uma hora, voltando a elas depois e resolvendo tudo com cenas curtas no final. Por fim, se o público for ao cinema na expectativa de assistir a uma boa história erótica, sairá profundamente decepcionado, especialmente com a visão juvenil que a obra passa do sadomasoquismo — para produtores e roteirista, essa vertente do prazer se resume a sexo oral, vendar alguém, acorrentar as mãos por um curto período, usar Ben-Wa (as famosas “bolinhas de pepeca“) e dar uns tapinhas na bunda enquanto rola uma música pop para deixar a cena mais açucaradamente tesuda, como naqueles soft porn pífios que passavam de madrugada na TV aberta. Em resumo, a obra se mostra incompetente e desinteressante em qualquer gênero possível.

Procurando continuar a sarrada sacana com Anastasia, Christian, que havia sido deixado com blue balls no final de 50 Tons, resolve dar o braço a torcer e procura recomeçar o relacionamento com a mulher que aprendeu toda a teoria sobre quem ele era e, mesmo depois de um contrato e de pesquisas na internet, ficou espantada com o fato dele ter um quarto para hard sex com ajuda de acessórios e adição de dor à guisa de prazer. É mole?

Anastasia deveria saber o comportamento do sádico e do masoquista e o que resulta a união desses dois comportamentos. Como consequência, deveria saber o que esperar de alguém com esses interesses; na teoria, Grey deveria estar no miolo de classificações (na verdade, nem sádico ele é. Por seu comportamento, ele se enquadra mais no grupo dos switch). Ou seja, todo esse ambiente é algo bastante fora do comum, mas o filme o resume a atos que qualquer pessoa em busca de maiores animações sexuais já fez, como algemar/prender alguém ou tentar uma posição diferente (aliás, em determinados momentos, tive a audácia de pensar que minha vida sexual é mais interessante que a dos protagonistas, e o filme deveria me fazer pensar exatamente o contrário!). Alguns poderão dizer, “mas ele larga esses hábitos porque está se libertando!”. Essa afirmação, porém, faria do roteiro um oceano ainda maior de nonsense, posto que sádicos e masoquistas não mudam seus fetiches por um amor romântico e, posto isso, Christian está mais para poser sexual. Mas a coisa fica ainda pior.

Vem à tona o lado machista, infeliz e escroto que o enredo destaca. Repare como as ex-dominadas de Grey são retratadas como loucas e desequilibradas, inclusive, quando uma delas invade o apartamento de Anastasia. A garota é rapidamente encaminhada para tratamento psiquiátrico, enquanto ele, o macho feeder, facilmente abandona o fetiche, basta alguns beijinhos e mergulhos majoritariamente no estilo “papai-mamãe” com Anastasia e pronto, o homem que utilizava das memórias de infância para castigar mulheres parecidas com sua mãe cracuda (isso não é sadismo, é um sério trauma psicológico que o personagem, de tão egoísta e infame que é, tentou sublimar através de BDSM), está apaixonado, entregue ao fairy sex e se esforçando para “não precisar mais daquilo”. O dominador consegue se livrar disso facilmente. As dominadas são doentes inconsequentes, invejosas, rancorosas e impossíveis de se livrar do hábito.

O roteiro ainda nos traz terríveis surpresas dramáticas, daquelas tipo “sonho molhado em colchão de acampamento”, inserindo personagens aleatórios com um nível de importância incoerente na obra (Rita Ora, a irmã de Christian, não funcionou no filme anterior e também não funciona aqui); ou que só fazem mesmo preencher espaço, mas não possuem importância real para a presente fase da narrativa (Victor Rasuk, que interpreta José, o amigo apaixonado por Anastasia, é um exemplo); ou que surgem como uma promessa para “apimentar” a relação meia-bomba do casal protagonista e acaba se tornando o pior tipo de vilão possível, aquele ressentido com bobagens, que muda drasticamente de comportamento por pequenezas e tem atos que desafiam qualquer padrão de verossimilhança imaginável. Adicione a isso e o fato de a ex-dominada de Grey conseguir passar por toda a segurança possível de sua garagem e apartamento. Talvez o roteiro estivesse fazendo uma homenagem à Spider-Woman do Milo Manara e ninguém entendeu…

Nessa miríade de falsos orgasmos múltiplos, temos o absurdo do clímax, onde Grey sobrevive a uma queda de helicóptero e trata o acidente como o evento mais natural que podia acontecer a ele. É impressionante constatar como viagens entre Portland e Seattle podem ser mais rápidas do que realmente são, visto que o personagem sofre um acidente em um lugar e se dirige a outro mais rápido que uma ejaculação precoce em um voo a jato. O filme parece querer vendê-lo como um super-homem sado[masoquista?] com fixação pela posição “papai-mamãe” e nuances de um híbrido louco entre neo-romântico-abusivo-e-possessivo sem jamais se confirmar como qualquer uma dessas coisas, inclusive desmentindo em texto, a principal delas. Nem o amparo dramático do passado dele serviu para trazer verdades permanentes, uma vez que desvia o motivo de seu fetiche. O primeiro filme deveria se passar, portanto, em um hospital psiquiátrico para que este fizesse sentido.

Os únicos componentes que tentam criar um aspecto “mais escuro”, como o título sugere, é a direção de fotografia aliada a uns poucos elementos técnicos, utilizando uma paleta repleta de tons apagados/esbranquiçados, figurinos concentrados em roupas escuras e um desenho de produção focado em construir cenários sombrios ou que pelo menos sugiram um certo mistério. Contudo, esses elementos se mostram inúteis diante de um roteiro infantil, que não poderia estar mais distante da parte técnica. Mesmo cenas que são construídas com maior cuidado, como a que Grey pede Anastasia oficialmente em casamento; ou mesmo o baile de máscaras, acabam se tornando ilhas isoladas em um continente de cinza-escuro, concreto e questões pessoais de pessoas que transam muito. Parece que estamos assistindo a uma maratona de episódios de uma série sobre o Barney, de How I Met Your Mother.

Um destaque parcialmente positivo vai para a trilha sonora. As canções escolhidas são boas, mas a repetição desmedida de algumas delas, especialmente da faixa principal (de Zayn e Taylor Swift), não tem um bom efeito sobre o espectador. Notem também que a edição tenta fazer algo diferente nas primeiras cenas, mas abandona qualquer intenção de penetrar com um ritmo mais intenso em planos de ângulos tão desconfortáveis.

Cinquenta Tons Mais Escuros é um filme que busca se conectar com sua outra parte e abrir espaço para um componente seguinte, mas não consegue fazer isso. O filme até poderia ser autossuficiente em termos de drama, mas a linha episódica e falha do roteiro não proporciona esse luxo. A busca por se conectar com uma linha maior e mais grossa da luxúria se dispersa aqui, e a trilogia se frustra como concepção, da mesma forma que frustra ao espectador. É o pior tipo de surpresa, exatamente como a da pessoa que passa muito tempo atrás de uma “outra metade da laranja”, mas ao encontrá-la, percebe que está sendo chupada por outra pessoa.

Cinquenta Tons Mais Escuros (Fifty Shades Darker) – EUA, 2017
Direção: James Foley
Roteiro: Niall Leonard (baseado na obra de E. L. James)
Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Kim Basinger, Eloise Mumford, Luke Grimes, Bella Heathcote, Eric Johnson, Rita Ora, Victor Rasuk, Robinne Lee, Fay Masterson, Max Martini, Brant Daugherty, Tyler Hoechlin, Hugh Dancy, Rowan Blanchard
Duração: 130 min

Você Também pode curtir

93 comentários

Alison Cordeiro 9 de janeiro de 2018 - 23:02

Atendendo ao “desejo” da patroa, assisti a segunda metade desta pérola da dramaturgia (a primeira hora ela viu sozinha). Li o primeiro livro na tentativa de entender o sucesso que estava fazendo, mas a péssima narrativa da autora só aumentou minha inquietação pela hype em torno do tema. Após o péssimo primeiro filme, achei que pudesse haver uma evolução ao menos na interpretação dos protagonistas. No trecho que assisti fiquei ainda mais abismado como esta película pode encantar as mulheres. Mas ao ver minha esposa feliz com o filme, conclui que deve ser um “guilty pleasure” delas, como temos vendo peladas de final de ano, filmes testosterona total ou filmes B. Os filmes da Emmanuelle (com Krista Allen) são muito mais picantes do que estes dois filmes que teoricamente exploram um tema mais provocante. As cenas de sexo são proporcionais ao nível de convencimento da trama. Mas algo bom emergiu finalmente: esta crítica tão bem escrita que foi extremamente agradável de ler. Plano mais uma vez dissecando as grandes bombas de 2017 com maestria…

Responder
Luiz Santiago 9 de janeiro de 2018 - 23:09

Cara, concordo totalmente com você, os filmes da Emmanuelle são MUUUITO mais picantes. Além de trazer a nostalgia da adolescência… heheehheheh

Responder
Luiz Santiago 9 de janeiro de 2018 - 23:09

Cara, concordo totalmente com você, os filmes da Emmanuelle são MUUUITO mais picantes. Além de trazer a nostalgia da adolescência… heheehheheh

Responder
Fórmula Finesse 17 de fevereiro de 2017 - 09:06

Ficção científica para mulheres – rsrsrsrsrsrsrsr (Eu mostrei a classificação do filme – estrelas – para as mulheres daqui e estou rindo que nem um abobado da indignação delas)

Responder
Fórmula Finesse 17 de fevereiro de 2017 - 09:06

Ficção científica para mulheres – rsrsrsrsrsrsrsr (Eu mostrei a classificação do filme – estrelas – para as mulheres daqui e estou rindo que nem um abobado da indignação delas)

Responder
Luiz Santiago 17 de fevereiro de 2017 - 12:30

HAHAHAHHAHAHA sério que estão indignadas? Caramba! Mas elas gostaram MESMO do filme? Misericórdia!

Responder
Fórmula Finesse 17 de fevereiro de 2017 - 14:20

A mulherada faz fila no cinema…estão todas apaixonadas pelo cabra personagem (personagem mesmo, não o ator) – engolem fácil a ficção científica do cara bonito-rico-misterioso-pika das galáxias-apaixoado-misterioso…etc – Não é a toa que “romances” como Bianca e cia ainda existem.

Responder
Luiz Santiago 17 de fevereiro de 2017 - 14:41

Esses dias eu vi no facebook uma foto de um grupo de fãs com camisetas contendo uma única letra. Juntando, elas formavam a frase: SOMOS TODAS 50 TONS ou algo do tipo. Sei bem esse amor estranho que vc cita… já vi que realmente tem gente que cai fácil e gosta MESMO desse troço.

Responder
Fórmula Finesse 17 de fevereiro de 2017 - 14:50

A mulherada do escritório caiu em peso no conto. E o pior que são moças inteligentes, instruídas, centradas…vai entender.

Fórmula Finesse 17 de fevereiro de 2017 - 14:50

A mulherada do escritório caiu em peso no conto. E o pior que são moças inteligentes, instruídas, centradas…vai entender.

Fórmula Finesse 17 de fevereiro de 2017 - 14:20

A mulherada faz fila no cinema…estão todas apaixonadas pelo cabra personagem (personagem mesmo, não o ator) – engolem fácil a ficção científica do cara bonito-rico-misterioso-pika das galáxias-apaixoado-misterioso…etc – Não é a toa que “romances” como Bianca e cia ainda existem.

Responder
GNewmarks 15 de fevereiro de 2017 - 13:15

O filme “erótico” mais broxante de todos os tempos parte 2.

Responder
GNewmarks 15 de fevereiro de 2017 - 13:15

O filme “erótico” mais broxante de todos os tempos parte 2.

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2017 - 16:05

Chega a ser vergonhoso, o negócio!

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2017 - 16:05

Chega a ser vergonhoso, o negócio!

Responder
H-Alves 14 de fevereiro de 2017 - 14:44

O ditado mais certo que existe é o A curiosidade matou o gato.
Eu muito que curiosa que sou, fui umas das primeiras amigas a ler o livro.
Estava em alta, era uma romance e pensei pq não né.
Quebrei a cara lindamente.
Detalhe:na época 2011 eu jovem e virgem, sim pois é. Pensei que o livro traria questões interessantes sobre o assunto. Terrível meu deus, terrível. Como podia uma personagem ser tão tapada desse jeito?
Acho que, até para burrice deve existir um limite.O pior é que eu não consigo abandonar uma história, por isso tento até evitar ler livros em séries, pq por pior que seja, não consigo não ler até o fim. Sendo assim, já me sentido torturada, tentei ler o segundo. Aí definitivamente não deu. CHEGA!! Como podia algo ser tão ruim, mas tão ruim. Acho que se a autora tivesse a intensão de escrever mal de propósito, não conseguiria fazer algo pior que isso.
Na historia me aparece uma ex dominada, que nem motivos tem pra estar ali, já que aparentemente tinha namorado, mas o namorado morre e ela faz o que??? Vai atrás da atual do homem que ela nem namorou. Mas o pior, pior mesmo, foi aquele tal de chefe da Anastacia. Gente assédio sexual no trabalho é muito sério, mas nem isso a autora trata de forma coerente.
O chefe que dá em cima da secretaria é o super vilão do livro. Já o cara que quer amarra-la amordaça-la, priva-la da companhia dos amigos, transformar em escrava e mandar até no que ela como, ahhhhhhhh esse sim é o cara dos sonhos. Esse sim pode fazer tudo o que quiser. Leitura abandonada, paciência pra absurdos tem limite.

O pior, não consigo mais arrumar desculpar pras amigas pra não ir no cinema com elas.
Eu sou justamente a que vive recomendando livros e sou a que mais chama pra ir no cinema. Agora estou quase sendo intimada a ir ver. SOCORRO. Vou fugir pras colinas.

Responder
H-Alves 14 de fevereiro de 2017 - 14:44

O ditado mais certo que existe é o A curiosidade matou o gato.
Eu muito que curiosa que sou, fui umas das primeiras amigas a ler o livro.
Estava em alta, era uma romance e pensei pq não né.
Quebrei a cara lindamente.
Detalhe:na época 2011 eu jovem e virgem, sim pois é. Pensei que o livro traria questões interessantes sobre o assunto. Terrível meu deus, terrível. Como podia uma personagem ser tão tapada desse jeito?
Acho que, até para burrice deve existir um limite.O pior é que eu não consigo abandonar uma história, por isso tento até evitar ler livros em séries, pq por pior que seja, não consigo não ler até o fim. Sendo assim, já me sentido torturada, tentei ler o segundo. Aí definitivamente não deu. CHEGA!! Como podia algo ser tão ruim, mas tão ruim. Acho que se a autora tivesse a intensão de escrever mal de propósito, não conseguiria fazer algo pior que isso.
Na historia me aparece uma ex dominada, que nem motivos tem pra estar ali, já que aparentemente tinha namorado, mas o namorado morre e ela faz o que??? Vai atrás da atual do homem que ela nem namorou. Mas o pior, pior mesmo, foi aquele tal de chefe da Anastacia. Gente assédio sexual no trabalho é muito sério, mas nem isso a autora trata de forma coerente.
O chefe que dá em cima da secretaria é o super vilão do livro. Já o cara que quer amarra-la amordaça-la, priva-la da companhia dos amigos, transformar em escrava e mandar até no que ela como, ahhhhhhhh esse sim é o cara dos sonhos. Esse sim pode fazer tudo o que quiser. Leitura abandonada, paciência pra absurdos tem limite.

O pior, não consigo mais arrumar desculpar pras amigas pra não ir no cinema com elas.
Eu sou justamente a que vive recomendando livros e sou a que mais chama pra ir no cinema. Agora estou quase sendo intimada a ir ver. SOCORRO. Vou fugir pras colinas.

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2017 - 00:16

@Sarenee:disqus, compartilho da sua saia justa de ser a pessoa que vive indicando e em algum momento esse “feitiço” virar contra e ser forçada a ir porque todo mundo já foi em indicações que a gente fez. É complicado, viu. E olha, isso que você falou é verdade: até para a burrice tem limite. Não dá para entender como Anastasia chegou ao nível que chegou aqui.

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2017 - 00:16

@Sarenee:disqus, compartilho da sua saia justa de ser a pessoa que vive indicando e em algum momento esse “feitiço” virar contra e ser forçada a ir porque todo mundo já foi em indicações que a gente fez. É complicado, viu. E olha, isso que você falou é verdade: até para a burrice tem limite. Não dá para entender como Anastasia chegou ao nível que chegou aqui.

Responder
Willian Alves de Almeida 13 de fevereiro de 2017 - 22:26

“(aliás, em determinados momentos, tive a audácia de pensar que minha vida sexual é mais interessante que a dos protagonistas, e o filme deveria me fazer pensar exatamente o contrário!).”

Eu sem ver os dois filmes, concluí a mesma coisa respeito de mim, tô rindo muito, kkkkk

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 23:24

HAHAHHAH não é? O bagulho é tão enlatado e tão mimimi que a gente olha e pensa, na hora https://uploads.disquscdn.com/images/2e5130ce9ba0d6a3cd805806c2a517c51c856a7da6b40af6502f0be193850000.jpg :

Responder
Edu Jiu 13 de fevereiro de 2017 - 17:12

Entendi a homenagem, entidade Luiando Campiago. 5 estrelas cinzas para o filme! Em homenagem a franquia de sucesso!!!

KKKkkkKKKkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 18:01

Lambuzaram as estrelas, por isso elas ficaram dessa cor! HUAHAUHAUu

Responder
Gabriel Carvalho 13 de fevereiro de 2017 - 16:53

Que horror! Que lástima! Meus sentimentos, Luiz. Mas a duvida é:
Levar a namorada para ver La La Land ou para ver Cinquenta Tons Mais Escuros?

Responder
Gabriel Carvalho 13 de fevereiro de 2017 - 16:53

Que horror! Que lástima! Meus sentimentos, Luiz. Mas a duvida é:
Levar a namorada para ver La La Land ou para ver Cinquenta Tons Mais Escuros?

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 18:03

@disqus_HrYi9xZvdi:disqus, eu to morrendo aqui com essa pergunta! HAUHAUAHUAHAUHAUHUAA mano, vai de La La Land. Se ela (ou você) odiar, pelo menos vocês vão sair do cinema tendo visto coisas bonitinhas na tela. Já com 50 tons, os dois vão sair tensos. E não pelos bons motivos, se é que me entende. hahahahahahhaha

Responder
Gabriel Carvalho 13 de fevereiro de 2017 - 18:12

Só para descontrair mesmo. Risos.

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 22:03

Imaginei que fosse! Hahahhahaahahha

Responder
Junior Oliveira 13 de fevereiro de 2017 - 10:19

Fixem essa critica na página principal do Plano Crítico por toda a eternidade, por favor!!!

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 11:30

HAHHAAHHAHAHAAHAHAHA pelo jeito, já vai para a nossa lista de grandes destaques do ano! 😀

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 16:46

Se a crítica não puder ficar fixa na página principal, ela estará fixa para sempre em nossos corações <3 ahahahahahaha

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 16:54

Cacetada, isso foi poético!!! Porra!!!

Responder
Junior Oliveira 14 de fevereiro de 2017 - 11:50

Já entrou para os anais da internet, sem dúvida! KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Junior Oliveira 13 de fevereiro de 2017 - 10:17

É para aplaudir de pé, senhoras e senhores! Abracem o senhor Campiago por mim! O cara foi bestial na critica de um filme besta (*a praça é nossa theme song*)!

FENOMENAL! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 11:30

Valeu, @disqus_S9VI0WqQit:disqus! Eu e o Fernando agradecemos e já nos sentimos abraçados! Uma coisa é certa: a gente sofreu pra caramba assistindo ao filme, mas escrever sobre ele foi beeeem divertido! haahahhaha

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 11:30

Valeu, @disqus_S9VI0WqQit:disqus! Eu e o Fernando agradecemos e já nos sentimos abraçados! Uma coisa é certa: a gente sofreu pra caramba assistindo ao filme, mas escrever sobre ele foi beeeem divertido! haahahhaha

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 16:50

Para abraçar o “senhor Campiago”, será necessário um abraço triplo entre eu, você e o Luiz, já que o Luiando é uma entidade nossa, mas tudo bem, adoro abraços hahaha.

Brincadeiras à parte, ficamos muito felizes que tenha gostado da crítica! Ah, fica ligado aqui no site porque sempre que sair um filme ruim desses é capaz que a gente escreva sobre hahaha.

Responder
Junior Oliveira 14 de fevereiro de 2017 - 11:57

@luizsantiago:disqus, @disqus_DjHC8X4wcm:disqus CARACA, malucos! Acabei de perder a maior revelação da história do Plano Critico!!! Nem Shyamalan pensaria nesse híbrido farsesco!!

Não tenho provas, mas tenho convicção que vocês assistiram juntinhos essa pérola contemporânea, não é mesmo????????????

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 16:50

Para abraçar o “senhor Campiago”, será necessário um abraço triplo entre eu, você e o Luiz, já que o Luiando é uma entidade nossa, mas tudo bem, adoro abraços hahaha.

Brincadeiras à parte, ficamos muito felizes que tenha gostado da crítica! Ah, fica ligado aqui no site porque sempre que sair um filme ruim desses é capaz que a gente escreva sobre hahaha.

Responder
SuzukaDriver90 13 de fevereiro de 2017 - 01:55

O pior de tudo é saber que ainda tem mais um filme dessa franquia a ser lançado.

Responder
SuzukaDriver90 13 de fevereiro de 2017 - 01:55

O pior de tudo é saber que ainda tem mais um filme dessa franquia a ser lançado.

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 11:26

Pois é! Deviam adaptar a saga de livros toda em um filme só, pra nos livrar desse martírio. Mas parece que estão fazendo um jogo de sadismo conosco…

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 11:26

Pois é! Deviam adaptar a saga de livros toda em um filme só, pra nos livrar desse martírio. Mas parece que estão fazendo um jogo de sadismo conosco…

Responder
Daniela Francisco 13 de fevereiro de 2017 - 16:43

kkkkkkkk eles tinham que acertar em alguma coisa não é mesmo?

Responder
Daniela Francisco 13 de fevereiro de 2017 - 16:43

kkkkkkkk eles tinham que acertar em alguma coisa não é mesmo?

Responder
Luiz Santiago 14 de fevereiro de 2017 - 15:16

Pelo menos isso!

Responder
Luiz Santiago 14 de fevereiro de 2017 - 15:16

Pelo menos isso!

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 17:13

Os produtores ainda inseriram uma cena pós-créditos pra deixar o público ainda mais “ansioso”. Eu mereço viu hahahaha.

Responder
Mauro Guimaraes 12 de fevereiro de 2017 - 04:43

“Parece que estamos assistindo a uma maratona de episódios de uma série sobre o Barney, de How I Met Your Mother” (kkkkk, ri muito – e ainda tem o fato que se fosse episódios de HIMYM seria certeza de risadas garantidas-).
Estava pensando em ir assistir só por curiosidade, mas depois de ler a crítica eu respirei fundo, pensei por 2 segundos… e fui jogar video-game…

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 12:46

HAHHAHAHAAHAA é uma forma segura de guardar dinheiro, man! Não vale a pena. Espere sair para ver em casa, se tiver mesmo curiosidade.

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 12:46

HAHHAHAHAAHAA é uma forma segura de guardar dinheiro, man! Não vale a pena. Espere sair para ver em casa, se tiver mesmo curiosidade.

Responder
Isabela Tavares 11 de fevereiro de 2017 - 21:36

Primeira crítica sincera que leio, outros críticos so falam bem pra puxar saco e agradar leitor. O cara cai do avião, some, do nada se teletransporta… Ai eu pergunto por qual motivo colorar isso na história se não vai desenvolver direito?

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:43

A gente se perguntou aqui se o cara não tem uma TARDIS ou algo parecido… porque aquele negócio do helicóptero foi simplesmente ridículo.

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:43

A gente se perguntou aqui se o cara não tem uma TARDIS ou algo parecido… porque aquele negócio do helicóptero foi simplesmente ridículo.

Responder
Isabela Tavares 11 de fevereiro de 2017 - 21:36

Primeira crítica sincera que leio, outros críticos so falam bem pra puxar saco e agradar leitor. O cara cai do avião, some, do nada se teletransporta… Ai eu pergunto por qual motivo colorar isso na história se não vai desenvolver direito?

Responder
Elton Miranda 11 de fevereiro de 2017 - 21:13

uma das melhores criticas que li aqui

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 22:03

Muito obrigado, @andrsinqueira:disqus!

Responder
Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 22:03

Muito obrigado, @andrsinqueira:disqus!

Responder
Elton Miranda 11 de fevereiro de 2017 - 21:13

uma das melhores criticas que li aqui

Responder
Wesley Medeiros 11 de fevereiro de 2017 - 20:38

“…mas abandona qualquer intenção de penetrar com um ritmo mais intenso em planos de ângulos tão desconfortáveis.”
“..mais rápido que uma ejaculação precoce em um voo a jato”
Precisamos de mais críticas dessa entidade chamada Luiando Campiago.
Imagino que essa crítica seja,provavelmente, a única coisa boa que esse filme me trouxe,já que a minha namorada me fez prometer que não ia reclamar do filme,tive que sofrer calado,nem como algo estimulador a coisas novas esse filme serve,decepção total.

Responder
Wesley Medeiros 11 de fevereiro de 2017 - 20:38

“…mas abandona qualquer intenção de penetrar com um ritmo mais intenso em planos de ângulos tão desconfortáveis.”
“..mais rápido que uma ejaculação precoce em um voo a jato”
Precisamos de mais críticas dessa entidade chamada Luiando Campiago.
Imagino que essa crítica seja,provavelmente, a única coisa boa que esse filme me trouxe,já que a minha namorada me fez prometer que não ia reclamar do filme,tive que sofrer calado,nem como algo estimulador a coisas novas esse filme serve,decepção total.

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:41

Pode extravasar aqui, parceiro! hahahahaaha! Sua namorada gostou do filme, @wesleymedeiros:disqus? Imagino como foi a “discussão” sobre a obra depois. aaahhahhahahah

Responder
Wesley Medeiros 12 de fevereiro de 2017 - 03:10

Ela gostou do primeiro,eu falei que odiei e quase perdi a namorada,agr esse ela disse que era melhor ainda que o primeiro.
A discussão foi mais sobre as cenas “picantes” [tive que concordar que eram picantes,pra não dormir no sofá]. Evitei ao máximo falar sobre a suposta “história”. Só fico feliz que ela não quis retirar nenhuma ideia desses filmes como alguma amigas minhas fizeram.
Mas eu mereço assistir essas coisas,toda semana ela ta fiel cmg assistindo a Arrow e The Flash,acho que é vingança hahahaha

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 12:44

É um castigando o outro!!! HAHAAHHAHA é um tipo de sadismo cultural e acaba funcionando mais que o do filme! HAUHAUAHUAHUAHAUAH

Responder
planocritico 12 de fevereiro de 2017 - 12:55

Wesley, vou tocar a real aqui, doa a quem doer: sua namorada está no prejuízo, hein? Duas torturas semanais versus uma tortura única de duas horas?

Hahahahaahahahahahhahah!

Abs,
Ritter

planocritico 12 de fevereiro de 2017 - 12:55

Wesley, vou tocar a real aqui, doa a quem doer: sua namorada está no prejuízo, hein? Duas torturas semanais versus uma tortura única de duas horas?

Hahahahaahahahahahhahah!

Abs,
Ritter

Wesley Medeiros 12 de fevereiro de 2017 - 23:32

Olhando por esse ponto de vista me senti um monstro Ritter,ela ta no prejuízo msm coitada kkkkkk

planocritico 13 de fevereiro de 2017 - 00:27

É mesmo uma monstruosidade inominável o que você faz com a coitada!!! Hahahahaahahahahahahahahhahaah

– Ritter

planocritico 13 de fevereiro de 2017 - 00:27

É mesmo uma monstruosidade inominável o que você faz com a coitada!!! Hahahahaahahahahahahahahhahaah

– Ritter

Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 17:01

Estou abismado com esse namoro de vocês. Pelo jeito curtem mais o masoquismo do que o próprio casal da crítica acima, não consigo imaginar em outra justificativa pra fazerem o outro assistir tanta porcaria… hahahaha.

Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 17:01

Estou abismado com esse namoro de vocês. Pelo jeito curtem mais o masoquismo do que o próprio casal da crítica acima, não consigo imaginar em outra justificativa pra fazerem o outro assistir tanta porcaria… hahahaha.

Luiz Santiago 13 de fevereiro de 2017 - 18:00

HAUHAUAHUAHUAHAUHUAHUAHAU aquela coisa se vingança

__ Semana passada você me fez assistir The Flash
__ Mas na outra semana eu fui ver 50 tons com você!

ahahhahahahahahhahahhahh

Wesley Medeiros 12 de fevereiro de 2017 - 23:32

Olhando por esse ponto de vista me senti um monstro Ritter,ela ta no prejuízo msm coitada kkkkkk

Wesley Medeiros 12 de fevereiro de 2017 - 15:31

infelizmente nunca poderei dizer isso a ela hueheuehuehe

gauderio 13 de fevereiro de 2017 - 02:14

No meu caso já disse que ia ser uma merda, como foi teimosa ela foi solita pro cinema. Quando chegou em casa disse: Pq não te escutei? Ela sabe que não assisto porcaria no cinema. kkkkk Estamos juntos a 7 anos, sempre me impus e ela também, nunca mudei minha opinião ou gosto por causa que vá machucar minha prenda. Ela aprendeu muito sobre a 7° Arte, pq ela assistia muita porcaria ao longo de seus anos.

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 16:57

Esses casais que assistem filmes são tão fofos <3

Mas cara, dê uma chance também aos filmes dela. Quando comecei a namorar, também ficava com um pé atrás com as obras que ela me apresentava e acabei descobrindo longas muito bons. Essas trocas de gostos são sempre benéficas.

Aliás, mesmo que o filme seja ruim, não deixe de assistir com ela. Até as obras ruins podem gerar boas risadas, como foi minha experiência escrevendo essa crítica com o Luiz.

Abraços!

Wesley Medeiros 13 de fevereiro de 2017 - 23:14

E uma experiência boa pra quem lê tbm. Estou ansioso pelo Internet- O filme,mas só pela crítica de vcs msm heuhuehuehueh

Cara relacionamentos têm que ter umas concessões tbm,assim como ela vê Flash e Arrow tbm vê Game of Thrones,Sherlock,Agr esta vendo doctor Who- graças ao Luiz que indicou-,Como disse o Fernando, acabamos achando coisas muito boas e ruins.Nunca deixaria ir sozinha ver algo ruim,relacionamento tem que sofrer juntos tbm,na boa e na ruim kkkkkkkkkk

Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 16:57

Esses casais que assistem filmes são tão fofos <3

Mas cara, dê uma chance também aos filmes dela. Quando comecei a namorar, também ficava com um pé atrás com as obras que ela me apresentava e acabei descobrindo longas muito bons. Essas trocas de gostos são sempre benéficas.

Aliás, mesmo que o filme seja ruim, não deixe de assistir com ela. Até as obras ruins podem gerar boas risadas, como foi minha experiência escrevendo essa crítica com o Luiz.

Abraços!

Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:41

Pode extravasar aqui, parceiro! hahahahaaha! Sua namorada gostou do filme, @wesleymedeiros:disqus? Imagino como foi a “discussão” sobre a obra depois. aaahhahhahahah

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 17:04

Primeiramente, valeu pelo elogio cara! Eu e o Luiz estávamos comentando sobre, talvez, escrevermos juntos pelo menos uma vez por mês. Nossas críticas estão ficando hilárias e o feedback é bem positivo, então, é provável que ao longo do ano saiam mais críticas nossas. Só ficar ligado no site.

Aliás, a próxima será sobre o AGUARDADO Internet – O Filme hahaha.

Responder
Junior Oliveira 14 de fevereiro de 2017 - 11:59

INTERNET O FILME! UHHHHHHHUUUU!

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2017 - 00:16

Pensa na desgraça que isso vai ser! Mano do céu!

Responder
Luiz Santiago 15 de fevereiro de 2017 - 00:16

Pensa na desgraça que isso vai ser! Mano do céu!

Responder
Rafael Oliveira 11 de fevereiro de 2017 - 19:43

“…nos faz partir de uma perspectiva parecida com a de uma colossal felação para uma simples e rápida luta de cinco (ou dois) contra um.”

GRITO. BERRO. URRO.

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:39

Estamos berrado aqui também HAUHAUHAUHAUHUAHUAHUAHU

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:39

Estamos berrado aqui também HAUHAUHAUHAUHUAHUAHUAHU

Responder
Rafael Oliveira 11 de fevereiro de 2017 - 19:42

“…mas abandona qualquer intenção de penetrar com um ritmo mais intenso em planos de ângulos tão desconfortáveis.”

SOCORRO QUE CRÍTICA GENIAL DA PORRA

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:39

Muito obrigado, @disqus_iECp33Aj3u:disqus!!! 😀

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:39

Muito obrigado, @disqus_iECp33Aj3u:disqus!!! 😀

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 17:10

A melhor parte dessa entidade que eu e o Luiz criamos é poder escrever frases assim no texto sem peso nenhum na consciência hahaha.

Valeu pelo elogio Rafa!

Responder
Fernando Campos 13 de fevereiro de 2017 - 17:10

A melhor parte dessa entidade que eu e o Luiz criamos é poder escrever frases assim no texto sem peso nenhum na consciência hahaha.

Valeu pelo elogio Rafa!

Responder
Lucas 11 de fevereiro de 2017 - 15:12

Estou de pé aplaudindo esse primeiro parágrafo!
“períneo cinematográfico”
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Responder
Luiz Santiago 12 de fevereiro de 2017 - 02:39

HAHHAHAHHAHHAHA, valeu, @disqus_KGnEjB36wy:disqus!

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais