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Sagas DC | Convergência

por Luiz Santiago
333 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 2

O Universo DC inteiro, da aurora dos tempos até os Novos 52 deve lutar para sobreviver a uma ameaça que curva o Multiverso à sua vontade. Seus personagens favoritos de cada era e série esquecidas estão aqui! Mas você vai dizer “olá” novamente apenas para dizer “adeus” para sempre?

Chamada oficial da DC para o evento.

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E lá vamos nós. DE NOVO…

O irônico ditado popular “pra quê simplificar se a gente pode complicar?” parece ser a pedra angular das editoras blockbuster de quadrinhos desde a década de 1980. Ao reverem origens, recriarem personagens, tentarem agrupar dados e “organizar” eventos grandiosos, casas como Marvel e DC acabaram tomando o gosto por essa coisa de Multiverso e, desde que descobriram que isso pode ser um bom chamado de marketing, tornou-se para elas uma paranoia quinquenal.

Após as mudanças feitas pela DC Comics em 2011, ficava a dúvida sobre que loucura viria a seguir, especialmente com o fracasso parcial dos Novos 52. Com o fim das periódicas especiais Terra 2: Fim do Mundo e Fim dos Tempos (também conhecida aqui como Fim dos Futuros), Convergência, o inicial “tapa-buraco” que exploramos melhor na Edição #0, ganhou asas e se tornou algo importante, colocando-se como O evento em que a DC se redimiria…

Bem, embora algumas ideias dentre as muitas promessas tenham sido cumpridas aqui, a forma como elas foram executadas e a tremenda confusão gerada com tudo isso — confusão que a editora não fez questão nenhuma de esclarecer, mastigar, falar didaticamente para os leitores — tornou Convergência mais um “desfaz o que já foi feito” porco e pouco empolgante. Algo bem diferente das coisas lindas que o co-editor da DC, Dan DiDio diz nessa entrevista marqueteira:


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O Evento

SPOILERS!

Convergência, que teve sua introdução em A Máquina Divina, propôs trazer o Multiverso para o centro das atenções, a fim de criar novas oportunidades de trabalho para o roteiristas e usar, quando fosse preciso, alguns desses “mundos passados/perdidos” em uma história ou arco qualquer. Percebam que a ideia, se vista isolada, é muitíssimo interessante. Afinal, novas histórias, personagens clássicos, gente do passado e do presente, criatividade à toda prova… que leitor de quadrinhos, em sã consciência, não gostaria que isso fosse possível? Mas a pergunta é: a que custo?

É justamente neste ponto que começam os problemas de Convergência. O roteiro de Jeff King e Scott Lobdell coloca Brainiac (uma fusão de todos os que já existiram, devido a sua constante viagem pelo Multiverso, coletando cidades) e Telos (o novo vilão que não é vilão) em um lugar fora do tempo e do espaço chamado Blood Moon. Para este lugar, são levadas 40 cidades de tempos e universos diferentes da DC, que recebem, já na Edição #1, o ultimato de Telos para que lutem entre si e que a mais forte dentre elas sobreviva. É um experimento que parece juntar a ideia da “sobrevivência do mais apto” de Herbert Spencer a uma estrutura de Campos de Concentração. No toggle abaixo deixarei a longa fala do vilão que pode explicar muita coisa sobre propósito geral da minissérie pra vocês.

Fala de Telos para as 40 cidades da Blood Moon

Convergência #1.

Fala de Telos. Roteiro de Jeff King e Scott Lobdell. 

Cidadãos do meu mundo. Eu trouxe essa convergência até vocês. Agora é o momento. A hora está próxima. O julgamento está aqui. Apenas uma cidade sobreviverá, apenas a mais forte.

Desde que chegaram, eu sou o ar que vocês respiram, a água que bebem. Eu sou o próprio chão por onde vocês caminham. Eu sou o seu céu sem estrelas. Eu sou este mundo. Eu sou Telos. Eu cuidei de todas as suas necessidades, mas agora as cúpulas cairão e campeões de levantarão. Nunca os poderosos entre vocês foram tão necessários, pois vocês estão prestes a participar do maior experimento de todos. Seu tempo acabou. Seus mundos morreram. Mas eu tenho o poder de conceder o futuro a uma cidade.

Alguns de vocês vieram a mim em tempos de Crise Infinita. Outros chegaram aqui em momentos finais de sua Zero Hora. Tem sido um Ponto de Ignição para um tempo que nunca existiu… Ou de reinos que nunca chegarão ao amanhã. Todos aqui tiveram a vida concedida como resultado do meu domínio. ISSO MUDA AGORA. Hoje seu cativeiro se torna uma competição. E apenas uma cidade entre muitas sobreviverá a este dia.

Defensores de cada domínio lutarão um com o outro e só os maiores heróis sobreviverão. Neguem… seu povo será destruído. Desobedeçam… suas cidades serão esmagadas sob minha mão. Burlem os conflitos de qualquer modo… os seus cidadãos pagarão o preço. Não há como unirem interesses. Sem piedade. Apenas uma cidade sobreviverá a este dia. Todos os outros mundos finalmente conhecerão o abraço escuro do esquecimento!

Então você se depara com um discurso contundente desses e se espanta, acreditando que, mesmo a primeira edição tendo sido fraca, com um Telos ligeiramente diferente do que foi apresentado em Convergência #0 e quase um reboot de apresentação do planeta para aquela edição, que as coisas se ajeitarão a seguir. O que de fato nos sobra de positivo dessa abertura é a clichê mas ainda interessante proposta meio Jogos Mortais meio Jogos Vorazes que as cidades capturadas precisam enfrentar. Dá vontade de ver o circo pegar fogo. Tirando isso, todo o restante do texto é descartável. Na outra ponta, Carlo Pagulayan faz um ótimo trabalho na arte, completado por uma finalização simples, mas eficiente de Jason Paz e cores fortes (muito bonitas, mas quentes demais para o teor da trama) de John Starr e Peter Steigerwald.

apresentar

Apresentação dos heróis da Terra-2 no início da aventura.

Nas edições seguintes esse início explosivo ganha guinadas incompreensíveis e subtramas que desviam a atenção e só confundem o que já é bastante confuso. No caso da Edição #2, o apelo emocional inicial é solto (Grayson e o filho), mas o mesmo apelo em relação a Thomas e Bruce Wayne é muitíssimo bem construído, tornando-se o melhor momento da revista. Percebemos que a HQ se estrutura bem em “quadros isolados” mas perde-se na premissa que a gerou e que se seguirá a esses eventos, ou seja, o “grande plano”.

Na Edição #3 percebemos uma arte mais realista, traços mais bem finalizados, cores em contraste mais forme e menor luz nos quadros. A ideia de decadência e perdição é melhor sentida do que nas edições anteriores, tornando momentos como a destruição de Kandor e o sacrifício de Thomas Wayne (+ sua consequência) um bom evento visual e narrativo. Todavia, não há como aceitar as falas estúpidas de Val-Zod (o Superman da Terra-2), a ação inicial da equipe e a estranha colocação de Deimos no grupo, personagem que terá uma das mais insatisfatórias motivações e contextualização de toda a minissérie, começando já na Edição #4, com toda aquela coisa mal argumentada da ligação dele com Brainiac.

Até esse momento da história há uma estrutura central ativa. A série não ai bem das pernas, mas até a desprezível Edição #5 havia coerência da trama nuclear com o seu objeto de conflito, algo que é jogado fora quando Brainiac é descartado sem mais nem menos; Deimos ganha um espaço que não devia ter e Telos, o então todo-poderoso, revela-se como um “vilão-meio”, um tipo de fantoche que chega a um momento de anticlímax antes mesmo da reta final, que é anticlimática. Não bastasse isso, o roteiro adiciona um diálogo em off e desnecessário de Dick Grayson e nos faz ver Brainiac e Deimos mergulharem em um mimimi épico, parecendo duas moiçolas brigando para uma desprender o nó do cabelo da outra. A única coisa que se salva na revista são as ótimas páginas duplas com arte lindíssima e a exploração de Tara e o Guerreiro em Skartaris, aliás, uma trama muito bacana que foi simplesmente abandonada pelos roteiristas (e não, esta não foi a única história abandonada).

guerreiro

Sai da frente que o Guerreiro está bravo!!!

E então vem a Edição #6 e você pensa: por que diabos esses roteiristas não fizeram algo nesse estilo, pela jornada inteira? A essa altura do campeonato, o leitor está tão decepcionado com o fato de a série ter mudado de propósito e que o vilão principal mudou e que nada mais é o mesmo, que um bom texto dentro de todas essas mudanças cai como um bálsamo. A arte nesse momento alcança um excelente nível, as páginas duplas voltam a impressionar e as batalhas são um atrativo e tanto, modelo que se repetirá nas duas edições finais da minissérie, com a soma de elementos do nosso mundo, o que torna as coisas confusas em parâmetros textuais, mas muito interessantes em termos visuais.

O desfecho do evento caminha ainda mais para o abismo da confusão com UMA EXPLICAÇÃO APENAS FALADA para o que Parallax, Barry Allen, Supergirl, Superman, Lois e o bebê fazem ao final de tudo. Ou seja, Jeff King e Scott Lobdell desfazem a Crise nas Infinitas Terras e, por tabela, também desfazem Zero Hora e Ponto de Ignição apenas com uma breve narração. E pronto, é isso. Há muito tempo eu não lia um final de minissérie tão tedioso e tão patético (não no sentido original da palavra) como Convergência. E é com isso que os leitores devem se conformar e aceitar para o “novo mundo da DC” que começará já em junho de 2015, com as novas séries e sequências das já publicadas chegando às bancas e à internet. Lembrando que os Novos 52 não existem mais, embora os heróis desse momento existam e ainda sejam o foco central das publicações, até segunda ordem.

Em tempo: há uma possibilidade de interpretação sobre a questão da Crise nas Infinitas Terras. Tanto Jeff King nas entrevistas sobre Convergência, quanto Grant Morrison sobre The Multiversity, têm feito questão de dizer a seguinte palavra: MULTIVERSES. No plural. Nesse caso, se você ainda tem neurônios para pensar em possibilidades pra a DC, faça sua própria cronologia e seja feliz.
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E Como Fica a DC Comics Depois de Convergência?

Bom, a principal coisa é que o Multiverso está aí, para quem quiser usar. Esse, na verdade, é o principal status da DC agora. As 52 Terras (principais, porque existem mais) amadureceram, viraram versões evoluídas das clássicas, embora fique nas entrelinhas a possibilidade de convivência em linhas temporais distintas e paralelas de todas as gerações, as “fantasmas” e as atuais, como podemos ver nas páginas duplas ao final de Convergência #8.

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“Eles conseguiram. A realidade está resetando. Se estabilizando.”

convergeDOIS

“Os mundos evoluíram, mas ainda existem.”

Por fim, vale dizer que temos uma Nova Terra-2, habitada pelos heróis “sem-teto” depois que tiveram seu mundo destruído, lá no início de Convergência #1. Essa Nova Terra-2 merece boa exploração pelos heróis que ficaram nela (Grayson como Batman; Val-Zod como Superman; Alan Scott como Lanterna Verdade; Jay Garrick como Flash; Yolanda Montez como Avatar do Vermelho/Pantera) pela curiosidade latente que nos é deixada para a relação deles para com o povo que estava lá antes.

E aí, o que VOCÊ achou de Convergência? Animado para o futuro da DC? O que imagina que virá a partir daqui? Deixe sua opinião nos comentários!

Convergência (Convergence) — EUA, 2015
Editora:
DC Comics
Roteiro: Jeff King, Scott Lobdell
Arte: Carlo Pagulayan (1, 2 e 8), Stephen Segovia (3, 4 e 8), Andy Kubert (5), Ed Benes, Eduardo Pansica (6 e 8), Aaron Lopresti (7),  Ethan Van Sciver (8).
Arte final: Jason Paz (1 a 4 e 8), Mark Farmer, Jonathan Glapion, Julio Ferreira, Rob Hunter, Mark Roslan, Stephen Segovia (4), Sandra Hope (5), Ed Benes, Trevor Scott, Scott Hanna, Wayne Faucher (6), Mark Morales (7), Scott Hanna, Trevor Scott, Stephen Segovia, Ethan Van Sciver (8).
Cores: John Starr, Peter Steigerwald (1,2, 4 e 8), Brad Anderson (5), Peter Steigerwald (3, 6 e 7).
230 páginas

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16 comentários

Fabiano M Costa 31 de dezembro de 2018 - 01:02

Cara, convergência pra mim foi uma confusão do caramba. Não entendi bulhufas!!! Eu só me interessei em ler porque tive a curiosidade de saber como estaria o Superman pós-crise de 1986. Imaginei ele “coroa” atualmente tendo alguma participação relevante no evento, mas ficou tão confusa a história que larguei pra lá minha imaginação. Rsrs Espero que os filmes dos cinemas sejam melhores.

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Luiz Santiago 31 de dezembro de 2018 - 22:19

Sua confusão é compreensível! E o pior de tudo é que fizeram o maioooooooooor barulho em torno disso pra acabar assim. Ai ai, meus sais…

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Fabiano M Costa 2 de janeiro de 2019 - 12:16

Concordo plenamente. Ficou a impressão que poderia ter sido melhor a saga. Perderam a oportunidade de trabalhar melhor os personagens. Muito barulho por nada.

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Anônimo 7 de outubro de 2018 - 05:10
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Alison Cordeiro 3 de janeiro de 2016 - 23:00

Crise nas Infinitas Terras foi uma saga ousada, que trouxe um universo enxuto e mais palatável a toda uma nova geração de leitores da DC, incluindo eu. Fã de Superamigos (o desenho), da série camp do Batman e impressionado com Superman, o Filme, ver saindo do zero todos os heróis que eu gostava foi sensacional. Mas eram tempos diferentes, sem internet, sem generosos encadernados nas livrarias contando toda a história da editora e seus heróis. Portanto, a iniciativa tinha um impacto diferente. Voltar o Multiverso pode até dar uma liberdade para os autores explorarem novas histórias, mas era necessário fazê-lo desta maneira? Não creio. Abrem-se inúmeras publicações fadadas a fracassar em pouco tempo. Eu, mesmo, tenho acompanhado apenas o Batman. Comprei o Super por muito tempo, mas não me identifiquei com os Novos 52, e não consegui seguir em frente com o Azulão. Sei que num futuro breve o que tiver de bom desta fase vira um encadernado, então esperarei. Fico triste em ver a DC se complicando cada vez mais, ao invés de focar no simples. Boa histórias.

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Luiz Santiago 4 de janeiro de 2016 - 01:23

O ruim é que deixaram uma possibilidade interessante passar e realizaram o evento da forma mais desleixada possível, como se a recolocação desses universos em pauta bastasse, entende? Ao final da última edição eu estava muito bravo com a pisada na bola. E concordo plenamente com algo que você disse: “abrem-se inúmeras publicações fadadas a fracassar em pouco tempo.” Concordo inteiramente com esse opinião.

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Alison Cordeiro 4 de janeiro de 2016 - 20:58

Ainda bem que temos você para ler essa baba e nos informar, Luiz… assim não caimos na tentação de acompanhar mais uma bomba…rs.

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Luiz Santiago 4 de janeiro de 2016 - 21:16

Crítico tem que se submeter e ler mesmo, não tem jeito… Que bom que serve pelo menos de alerta, não é? hahahahah Assim outros não cometem o mesmo erro.

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planocritico 5 de junho de 2015 - 02:23

Cara, sério que o momento mais importante da parada toda é resolvido com diálogo? Era mais fácil economizar e, no lugar de fazer a saga, começar a publicar as novas revistas com um parágrafo introdutório desses…

Algo como:

“Galera, sabe aquele lance de Novos 52? Era só brincadeirinha. Agora vale tudo. Cada autor pode escrever sobre a versão que quiser de qualquer herói e não existe mais cronologia única. É vale tudo!”

Brincadeira…

Só falta Secret Wars da Marvel ser algo nessa linha também…

Ah, ótima crítica, ainda que desanimadora…

Abs,
Ritter.

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Luiz Santiago 5 de junho de 2015 - 02:50

Valeu, man!

Cara, eu concordo plenamente com você. Fica essa coisa de fazer evento pra no final das contas trazer um texto e pronto. Isso é terrível. Seria mais honesto não publicar nada por dois meses e surgir com essa justificativa. Pronto. Seria mais bonito pra editora e menos confuso para os leitores.

Mas não adiante chorar. Agora é ver o que vão fazer disso. E implorar para Asgard não permitir que a Marvel faça a mesma coisa.

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Rilson Joás 6 de junho de 2015 - 11:55

Secret Wars tá cheirando mal só de ver as tentativas da Marvel de apagar os X-Men e o Quarteto.

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Luiz Santiago 6 de junho de 2015 - 16:52

Nem me fala!

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jcesarfe 4 de junho de 2015 - 16:30

De fato falou tudo. A única coisa que pode salvar a DC são os filmes, pois as HQs conseguiram ficar piores depois dos Novos 52.

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Luiz Santiago 4 de junho de 2015 - 16:53

Vamos ver se pelo menos as novas séries trarão coisas legais dentro dessa nova perspectiva do Multiverso.

Responder
Rilson Joás 4 de junho de 2015 - 14:12

Esperei ler as críticas antes de conseguir as revistas. E só achei críticas negativas. Não tenho tempo/vontade de ler uma história medíocre. Espero, apenas, que saibam aproveitar o multiverso pra formar histórias interessantes sem o problema da continuidade. O problema é a quase impossibilidade de dar certo essa sopa com tanta Terra por aí.

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Luiz Santiago 4 de junho de 2015 - 14:43

Pois é, pois é! E fica naquele negócio de “agora é assim mas depois não será mais”. Eu gostaria pelo menos que durante uns 5 anos as coisas funcionasse realmente sem essa palhaçada toda, com ótimas histórias e aproveitando bem o Multiverso. Mas isso com certeza é apenas um sonho molhado…
Vamos ver se a DC vai cumprir a promessa. Essa semana (na verdade, desde ontem, 3 de junho) começaram a sair os títulos pós-Convergência. Vamos ver, vamos ver… 😀

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