Home FilmesCríticasCatálogos Crítica | De Volta para o Futuro

Crítica | De Volta para o Futuro

por Ritter Fan
791 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 5,0

Viagem no tempo.

Talvez não exista assunto mais fascinante na ficção científica do que esse. As possibilidades são infinitas. Ir para frente ou para trás no tempo, ver o futuro ou o passado. Interferir no passado é possível? O que essa interferência pode criar? Uma linha temporal paralela? Mudanças imediatas no presente? Os paradoxos são excitantes, com um sem número de obras literárias e audiovisuais abordando o tema das mais variadas maneiras, com as mais variadas lógicas internas.

Dentre tantas criações magníficas ao redor desse assunto, De Volta para o Futuro é, sem dúvida alguma, um dos grandes destaques. O filme consegue aliar conceitos teóricos sobre viagem no tempo com linguajar descomplicado e descompromissado que usa a nostalgia como forte elemento aglutinador. A viagem no tempo que vemos no irretocável trabalho de Robert Zemeckis é uma viagem para dentro de nós mesmos, uma conversa interna que, mesmo sem saber, travamos todos os dias. Puxa, como seria bom consertarmos o que erramos! Como o “antigamente” é melhor do que o “hoje em dia”! Ah, meus tempos de escola!

E o melhor de tudo é que o roteiro, co-escrito por Zemeckis e Bob Gale, com base em ideia original dos dois, faz isso tudo de maneira jocosa, leve, sem se escorar em efeitos especiais exagerados, onipresentes. É uma comédia à moda antiga com um toque de ficção científica e não o contrário.

Aliás, falando em roteiro, uma das mais constantes reclamações que vejo está justamente nos 15 ou 20 minutos iniciais do filme, que funciona como um prólogo. Muitos críticos comentam – não completamente sem razão – que esse começo é longo demais e que a ação realmente só começa quando Marty McFly (Michael J. Fox) finalmente viaja no tempo depois que o Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd) é baleado pelos terroristas de quem roubou plutônio para alimentar o capacitor de fluxo, o MacGuffin do filme que permite o milagre da viagem no tempo. Sim, sem dúvida que De Volta para o Futuro só realmente engrena a partir desse momento. No entanto, tenho para mim que esse prelúdio é um perfeito exemplo de narrativa expositiva que cumpre sua função sem nos fazer revirar os olhos.

Reparem logo na primeira imagem e no som que ouvimos. O tique taque de centenas de relógios em um irritante uníssono em um laboratório semi-abandonado. Marty entra sem cerimônia, estabelecendo sua intimidade com quem ele esperava encontrar lá em que ele chama, apenas de Doc. Há um enorme número de gadgets que faz do local a versão live action da casa do Professor Pardal da Disney (só faltava o Lampadinha aparecer!). Entendemos a profissão (ou hobby) de alguém que ainda nem vimos e sua relação com Marty. Aprendemos, em seguida, que Marty é um empolgado guitarrista amador (quem não gostaria daquele super-amplificador?) e que ele é um estudante muito atrasado que se locomove com skate. Vemos a fictícia Hill Valley em 1985 em detalhes quando Marty sai desabalado para estudar: a torre do relógio, o restaurante, a praça. Absorvemos o layout do local que foi milimetricamente calculado para expor o máximo no menor tempo possível (cenário construído no backlot da Universal Studios de Hollywood e que está lá até hoje). Marty tem uma namorada, Jennifer (Claudia Wells), e pais tímidos e explorados por um valentão local, dando senso de história antiga à narrativa.

Quando Marty, então, pula no DeLorean que encapsula a máquina do tempo e dirige a 88 milhas por hora, catapultando-se à 05 de novembro de 1955 (a data é emblemática pois, conforme também aprendemos nesse prólogo, foi a data que o Doc inventou o capacitor de fluxo e que ele usa apenas como exemplo do sistema que ele apresenta ao seu amigo/pupilo), o filme muda. O passo diminui e passamos a reaprender o que já sabemos, só que com um olhar de 30 anos antes. Pouco precisa ser dito graças as 15 ou 20 minutos iniciais. Percebermos tudo mais rapidamente do que Marty – ou Calvin Klein – percebe. Ele está no passado e acabou de “salvar” seu futuro pai de ser atropelado e, com isso, sua futura mãe se apaixona pelo filho que ainda não tem, não pelo futuro marido. O paradoxo temporal entra em ebulição e a cabeça do espectador começa a fervilhar com as possibilidades!

E quem poderá ajudar? Claro, o Doc de 1955, o mesmo que, naquele exato e fatídico dia, inventara o capacitor de fluxo sem nem saber para que servia. Um típico inventor maluco que vive isolado, mas que é a única esperança de Marty para voltar ao futuro (ou ao presente – ou, no caso para nós, nesse momento, ao passado…).

Michael J. Fox tem a atuação de sua vida.  Ele foi a primeira escolha de Zemeckis para o personagem, mas ele tinha compromisso com a série Caras e Caretas (alguém se lembra?) e não foi liberado pela produção. As duas escolhas seguintes eram C. Thomas Howell e Eric Stoltz, com o segundo sendo efetivamente contratado. Com quatro semanas de filmagens, Zemeckis não ficou satisfeito com os resultados pouco cômicos de Stoltz e Steven Spielberg concordou, o que levou à rara decisão de se substituir o ator nesse ponto da produção, adicionando mais três milhões de dólares ao orçamento do filme. Mas foram os três milhões mais bem gastos pelos dois, já que, a essa altura, depois de outras negociações, eles conseguiram trazer Fox para a produção. O ator, então com 23 anos, retratou um adolescente de maneira extremamente convincente, dando personalidade ao personagem em todas as sequências, seja andando de skate, seja vestido como Calvin Klein, seja tocando guitarra no baile final. É uma performance que atrai o espectador e o impede de virar o rosto desde o primeiro momento em que ele entra em cena.

E o mesmo acontece com o amalucado Christopher Lloyd (a segunda escolha de Zemeckis, a primeira sendo John Lithgow, que não estava disponível). Lloyd encarna a persona de “cientista maluco”, personagem quase que padrão de muitos filmes de ficção científica, derramando em Doc Brown um timing cômico que se encaixa perfeitamente com o de Fox, fazendo com que os dois formem uma das melhores duplas cinematográficas de todos os tempos.

Zemeckis também soube se aproveitar da trilha sonora de Alan Silvestri que é grande em escala, mesmo com um filme intimista. A música tema é inesquecível ao evocar ao mesmo tempo aspectos etéreos de uma ficção científica, com batidas típicas de serials dos anos 40 e 50. E Silvestri ainda foi o responsável pela contratação de Huey Lewis and the News, que compuseram The Power of Love e Back in Time para o filme e que se tornaram gigantescos sucessos da Billboard. E, claro, o uso inteligente, por parte de Zemeckis, de músicas com Mr. Sandman, Earth Angel e, principalmente, de Johnny B. Goode no sensacional show de Marty McFly são as várias cerejas no bolo musical dessa gostosíssima e inesquecível obra.

No final das contas, a temática “viagem no tempo” é uma bela desculpa para Zemeckis e Gale nos levarem em um icônico passeio pela década de 50 que apela à nostalgia mesmo em relação àqueles que não viveram a época. E, talvez, o mais interessante é que, hoje, quando olhamos para trás no tempo – outra viagem no tempo? – sentimos nostalgia pela década de 80 que gerou esse e tantos outros magníficos filmes.

De Volta para o Futuro (Back to the Future, EUA – 1985)
Diretor: Robert Zemeckis
Roteiro: Robert Zemeckis, Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Crispin Glover, Thomas F. Wilson, Claudia Wells, Marc McClure, Wendie Jo Sperber, Georg DiCenzo, Frances Lee McCain, James Tolkan, Billy Zane, Harry Waters Jr.
Duração: 116 min.
.

Qual é o Melhor Momento em De Volta Para o Futuro?
.

Você Também pode curtir

64 comentários

Kermit,o Sapo 14 de fevereiro de 2021 - 20:06

meu filme favorito,uma obra prima inigualavel

Responder
planocritico 14 de fevereiro de 2021 - 20:06

Não me canso de rever!

Abs,
Ritter.

Responder
pymaciel 21 de setembro de 2020 - 18:57

Finalmente assisti “completo” ontem, e cara, que filme sensacional. Recomendo a todos que não viram ainda assistir esse clássico. Eu só tinha assistido até então na TV, mas sempre por partes e nunca do começo. Como é bom finalmente entender perfeitamente a história. Encabecei logo o segundo que – concordo com o que você disse abaixo – é inferior, principalmente no começo, mas depois melhora bastante. Separei hoje para ver o terceiro e finalmente completar esta trilogia incrível. Já entrou nos meus top filmes.

Responder
planocritico 22 de setembro de 2020 - 18:36

Que bom que gostou, meu caro! É um filmaço. E um das melhores trilogias já feitas!

Abs,
Ritter.

Responder
The Viper 26 de maio de 2020 - 19:17

Pode até não ser o melhor, mas é o filme “definitivo” de viagem no tempo.

Responder
planocritico 27 de maio de 2020 - 12:16

Sim!

Abs,
Ritter.

Responder
André 26 de maio de 2020 - 00:10

I am Darth Vader of the planet Vulcan and I am you father!

Responder
planocritico 26 de maio de 2020 - 14:59

Inesquecível!

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 3 de janeiro de 2019 - 01:04

Hey Ritter, vocês têm critica sobre o filme a pequena loja de horrores? Ou pretendem fazer???
Gosto desse filme, mas não acho críticas sobre ele em lugar nenhum.

Responder
planocritico 3 de janeiro de 2019 - 15:38

Isaac, eu gosto muito dos dois Pequena Loja de Horrores, o original em preto e branco e a versão musical colorida com o Rick Moranis. Não temos planos para fazer as críticas, mas vou colocar na lista!

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 3 de janeiro de 2019 - 00:58

Olá Ritter.
Eu ganhei recentemente de presente o box contendo os 3 filmes da franquia.
Mad, confesso que tenho um certo desânimo para assistir este filme.
Primeiro porquê ele vivia passando na TV aberta, no canal record e eu nunca conseguia assistir. Toda vez ele era extremamente cortado.
Segundo- porque toda vez que eu falava nunca tinha visto, o pessoal enchia o saco kkkkkkkkkkkk
Tipo como alguém reage quando você diz que não assistiu Titanic. De tanto as pessoas falarem, eu perdi a vontad3 de ver.

Agora que ganhei, vou ter de assistir hahahaha
Vim ler sua critica buscando um incentivo e ela já me animou um pouco, espero gostar.

Como sempre, excelente critica!
Um ABS.

Responder
planocritico 3 de janeiro de 2019 - 15:38

Obrigado!

Isaac, sobre De Volta para o Futuro, limpe sua mente sobre tudo que sabe do filme e os comentários bobalhões de seus amigos e mergulhe na trilogia. É maravilhosa!

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 3 de janeiro de 2019 - 22:23

Terminei hoje de assistir a trilogia (aproveitando o período de férias kkk)
Gostei muito! Super divertido.
Mas, concordo quando você disse que o segundo é um pouco mais fraco.
Concordo com você.
O primeiro ficou imbatível pra mim.!
Obrigado pela critica, sempre muito bom ler suas críticas e de toda a equipe daqui.

Sucesso!

Responder
planocritico 4 de janeiro de 2019 - 11:46

Que bom que gostou! O 2 dá uma quedinha, mas o 3 volta com tudo!

Mas o primeiro é o melhor mesmo.

Eu que agradeço o prestígio!

Abs,
Ritter.

Responder
TriciaGuima 31 de janeiro de 2019 - 22:19

é porque o segundo filme, tinha outro roteiro, mas com a desistência de Crispin do filme, os roteirista tiveram que mudar o roteiro, fazendo eles voltarem para 1955, sendo que no roteiro original era para Marty e doc, irem para 1967 pegar o almanaque… Eu li o primeiro roteiro que foi feito, e apesar de eu ter amado o segundo filme, a história do primeiro roteiro do segundo filme, foi muito melhor, pois quando eles vão para 1967, Marty já consegue recuperá o almanaque logo, a história depois focada em outro drama de Marty correr o risco novamente de desaparecer… Doc tinha vestido Marty com uma roupa de punk, dizendo que era moda nos anos 60, mas doc esqueceu que quem se vestiam assim, eram o revolucionários, pois a história se passa durante a guerra do Vietnã, e tinham muitos jovens que protestavam contra a guerra, e uma delas era Loarraine, que apesar de casada com dois filhos, andava com essa turma. Marty por se confundido com um punk revolucionário, vai preso,e o advogado que ajuda ele, é o Gold Wilson (o futuro prefeito de Hill Valley), que apedido do próprio Marty, colocou uma mensagem para o doc, atravez de um jornal, avisando que Marty Delourean está preso (o Delourean é para doc saber que se trata dele), mas quem acaba tirando ele da cadeia é Lorraine, como um modo de protesto contra a guerra… porém Lorraine é obrigada a pagar 500 dolares de fiança para tirá Marty da cadeia, e usa justamente o dinheiro que ela pagaria um hoteu cinco estrela, onde ela comemoraria o seu aniversário com George, como uma segunda lua de meu (detalhe, é nesse hotel que Marty é consebido), mas como usou o dinheiro, não ia mais poder ir ao hotel. Marty entra em desespero, porque ele começa a sumi numa foto dele com Jennifer. E lá se vai doc e Marty tentar conseguir dinheiro para Lorraine comemorá o aniversário com George no hotel. Mas no final da tudo certe

planocritico 1 de fevereiro de 2019 - 14:24

Esse roteiro parece repetir a trama do primeiro filme com uma outra roupagem.

Abs,
Ritter.

planocritico 10 de dezembro de 2018 - 18:03

De fato, essa é uma trilogia que me faria questionar a sanidade de alguém que me dissesse que detesta! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
Tadeu De Barcelos Ferreira 10 de dezembro de 2018 - 03:05

E tem como não gostar dessa trilogia deliciosamente maravilhosa? Impressionante que hajam filmes assim, que se pode assistir milhares de vezes, e mesmo assim não se enjoa, sendo que cada vez parece mais a primeira! Lembro até hoje que vi o terceiro filme no Best Shopping aqui em São Bernardo do Campo…

Responder
planocritico 1 de outubro de 2018 - 13:55

É uma trilogia fantástica mesmo!

E, mesmo como fã, eu prefiro que deixam ela quieto… HAHAAHHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
novo homem de ferro 30 de setembro de 2018 - 14:10

Meu não sei o que dizer sobre de volta para o futuro senão que é brilhante, nossa é espetacular como esses filmes são divertidos de se assistir de novo e de novo e nunca se enjoa, o primeiro filme em que Marty volta para o passado e tem que fazer seus pais se apaixonarem, nossa é espetacular você realmente se sente nos anos 50 e o que falar do Doutor Brown nossa que personagem incrível, não é atoa que é um doutor que viaja no tempo ( se é que me entendem ), tudo nessas trilogia é espetacular, meu eu sempre notei repetições de piadas nos 3 filmes como é o caso da cena da mãe e mesmo assim eu sempre ria nessas cenas, porque eram repetições que funcionavam e davam uma atmosfera pra trilogia nossa.

Sendo honesto aqui como crítico e cinéfilo eu sei que De volta para o futuro é uma trilogia perfeita e não precisa de continuação, mas como fã eu fico implorando mentalmente uma continuação

Responder
planocritico 29 de setembro de 2018 - 20:28

A trilogia BTTF é sensacional. Mas, ao passo que o primeiro e o terceiro filmes são espetaculares, acho o segundo sensivelmente mais fraco, algo que não sinto ndas trilogias Indiana Jones e Star Wars (a original, claro). Mas são baitas filmes inesquecíveis de toda foma.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 28 de setembro de 2018 - 23:24

Pode me agredir, mas essa é a minha trilogia moleque favorita. Depois vem Indiana Jones e depois Star Wars original. Revi hoje esse filme e não consigo dizer outra coisa. Zemeckis é um dos grandes do cinema norte-americano. Sou clubista para ele. Acho até underrated. Pena que nas duas últimas décadas não tenha emplacado nenhum grande sucesso como os dos anos 80 e 90. Eu adoro a direção dele para o A Travessia, mas o roteiro é tão mequetrefe. Ótimo texto!

Responder
Wellington Rodrigo Quitério 12 de dezembro de 2017 - 18:14

Terminei a pouco de ver o filme, ainda bem que não morri antes, pq foi tão gostoso de assistir, e me peguei rindo, formando milhares de teorias, sensação boa. Agora concordo com a importância desse filme no cinema. Também vi Donnie Darko e gostei.
As continuações são boas? Tô doido pra assistir.

Responder
Wellington Rodrigo Quitério 12 de dezembro de 2017 - 18:14

Terminei a pouco de ver o filme, ainda bem que não morri antes, pq foi tão gostoso de assistir, e me peguei rindo, formando milhares de teorias, sensação boa. Agora concordo com a importância desse filme no cinema. Também vi Donnie Darko e gostei.
As continuações são boas? Tô doido pra assistir.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2017 - 12:04

Viu pela primeira vez??? Noooosa, que legal! Ainda bem que gostou!

Olha, o segundo é levemente mais fraco, mas ainda assim muito divertido e o terceiro é muito bom, tão bom quanto o primeiro, para mim.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de dezembro de 2017 - 12:04

Viu pela primeira vez??? Noooosa, que legal! Ainda bem que gostou!

Olha, o segundo é levemente mais fraco, mas ainda assim muito divertido e o terceiro é muito bom, tão bom quanto o primeiro, para mim.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de maio de 2017 - 01:14

Uns dos melhores filmes que vi na vida, independente do tempo que estivermos vou ta assistindo ainda. Otima critica como sempre

Responder
planocritico 29 de maio de 2017 - 13:06

Estamos de acordo!

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Amorim 13 de agosto de 2016 - 23:01

Sabe aquele filme que é tão bom que você nunca se cansa de ver? Aquele filme que é tão legal, mas tãaaaao legal que nunca deixa de te colocar um sorriso no rosto toda vez que você assiste? Pois bem, De Volta Para o Futuro é esse filme, toda vez que eu o assisto a sensação é a mesma, ver a dupla do McFly e do Dr. Brown juntos sempre é uma diversão só, e o filme nunca envelhece, continua sendo lembrado até os dias de hoje como o marco que foi para o cinema, e os anos 80 são insuperáveis, além desse também nos trouxe vários outros filmes memoráveis.

Responder
Diogo Amorim 13 de agosto de 2016 - 23:01

Sabe aquele filme que é tão bom que você nunca se cansa de ver? Aquele filme que é tão legal, mas tãaaaao legal que nunca deixa de te colocar um sorriso no rosto toda vez que você assiste? Pois bem, De Volta Para o Futuro é esse filme, toda vez que eu o assisto a sensação é a mesma, ver a dupla do McFly e do Dr. Brown juntos sempre é uma diversão só, e o filme nunca envelhece, continua sendo lembrado até os dias de hoje como o marco que foi para o cinema, e os anos 80 são insuperáveis, além desse também nos trouxe vários outros filmes memoráveis.

Responder
planocritico 16 de agosto de 2016 - 14:13

Assino embaixo, @disqus_DYY1j6PAkX:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 16 de agosto de 2016 - 14:13

Assino embaixo, @disqus_DYY1j6PAkX:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 11 de abril de 2016 - 13:55

Amo esse filme!!! Apresentei ontem a minha esposa e ela gostou tambem!
É um filme sobre viagem no tempo explicado de forma simples mas muito complexo ao mesmo tempo.
O que eu menos gosto da trilogia é o 2, mas não acho ruim.Vou mostrar pra ela tambem e relembrar um pouco dessa trilogia que gosto tanto.

Responder
Cristiano de Andrade 11 de abril de 2016 - 13:55

Amo esse filme!!! Apresentei ontem a minha esposa e ela gostou tambem!
É um filme sobre viagem no tempo explicado de forma simples mas muito complexo ao mesmo tempo.
O que eu menos gosto da trilogia é o 2, mas não acho ruim.Vou mostrar pra ela tambem e relembrar um pouco dessa trilogia que gosto tanto.

Responder
planocritico 11 de abril de 2016 - 15:40

@cristianodeandrade:disqus, De Volta para o Futuro é perfeito. Um filme-família inteligente, com ótimas atuações, cheio de referências bem inseridas e uma atmosfera arrebatadora. Também gosto menos do segundo, mas a trilogia toda é fantástica! Temos as críticas dos três aqui no site.

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 18 de abril de 2016 - 13:51

Ritter, talvez esse não seja o local pra isso, mas é que eu fiz um cometário no postagem da quinta temporada do Doctor Who e ele sumiu! Pode verificar se sumiu mesmo, se for eu posto de novo.

Responder
Cristiano de Andrade 18 de abril de 2016 - 13:51

Ritter, talvez esse não seja o local pra isso, mas é que eu fiz um cometário no postagem da quinta temporada do Doctor Who e ele sumiu! Pode verificar se sumiu mesmo, se for eu posto de novo.

Responder
planocritico 18 de abril de 2016 - 15:31

@cristianodeandrade:disqus, volta e meia eu fico atolado e demoro a aprovar comentários. Mas já aprovei lá.

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 18 de abril de 2016 - 15:38

ah, tranquilo Ritter. É que eu fiquei na duvida se tinha realmente postado o comentário. Valeu 🙂

Cristiano de Andrade 18 de abril de 2016 - 15:38

ah, tranquilo Ritter. É que eu fiquei na duvida se tinha realmente postado o comentário. Valeu 🙂

planocritico 18 de abril de 2016 - 15:31

@cristianodeandrade:disqus, volta e meia eu fico atolado e demoro a aprovar comentários. Mas já aprovei lá.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de abril de 2016 - 15:40

@cristianodeandrade:disqus, De Volta para o Futuro é perfeito. Um filme-família inteligente, com ótimas atuações, cheio de referências bem inseridas e uma atmosfera arrebatadora. Também gosto menos do segundo, mas a trilogia toda é fantástica! Temos as críticas dos três aqui no site.

Abs,
Ritter.

Responder
Claudinei Maciel 21 de outubro de 2015 - 20:57

Perfeito!! Palmas, aliás palmas não, o Tocantins inteiro para essa crítica!
Realmente, é A trilogia mais irretocável de todos os tempos. Diversão, ficção, boas atuações, um excelente e amarrado roteiro. Tudo de bom.
Uma viagem a um tempo do cinema que está cada vez mais raro, mas todos esperamos que esteja “de volta ao futuro”.

Responder
planocritico 22 de outubro de 2015 - 00:07

Obrigado, @claudineimaciel:disqus! É muito bacana como essa trilogia agrada quase que a totalidade das pessoas. Não conheço ninguém que desgoste sequer de um filme dela. Há gente – como eu – que gosta menos de um do que de outros, mas o conjunto da obra é meio que uma daquelas unanimidades raras no Cinema.

E olha, acontecer de novo na Hollywood de hoje é difícil, hein?

Abs,
Ritter.

Responder
abacatemortífero 21 de outubro de 2015 - 14:32

Hoje vou me acabar assistindo os três filmes no cinema, e, de quebra, apresentar essa maravilhosa trilogia para minha namorada que nunca assistiu a nenhum deles.
Perfeita a sua critica.

Responder
planocritico 21 de outubro de 2015 - 15:07

Obrigado, @disqus_7wEKqYSDVJ:disqus! Melhor do que rever essas maravilhas é mostrá-las para alguém que não as conhece. Depois nos conte como foi a experiência e o que ela achou!

Abs,
Ritter.

Responder
Kid Dracula 21 de outubro de 2015 - 12:27

O filme que marcou minha vida.Desde que o assisti com 6 anos de idade na Globo em 1989.Nao tenho nada a dizer que ja nao foi dito em sua brilhante critica!.
Vlw Ritter!

Responder
planocritico 21 de outubro de 2015 - 13:59

Obrigado, @disqus_6SXWHgvi1m:disqus !

Agora é aguardar Marty e companhia chegarem!

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 21 de outubro de 2015 - 09:08

a primeira vez que vi esse filme inteiro foi nas primeiras aulas de cinema e audivisual que comecei esse ano, e que tempo eu perdi não vendo esse filme, personagens fantasticos, narrativa coesa e claro momentos inesqueciveis que tambem nos fazem ter nostalgia e momentos nao so da decada de 50 mas de 80 tbm como a cena que o marty assusta o pai dele falando que e Darth Vader do planeta Vulcano e tem varias referencias a ficcao cientifica da epoca como Alien e Contatos Imediatos muito bom kkkkk nao vi os outros filmes da franquia, to precisando tomar vergonha na cara e ver na Netflix

Responder
planocritico 21 de outubro de 2015 - 14:00

@disqus_qqVEa4WRHI:disqus, aproveita o dia comemorativo de hoje e veja ao menos a parte II. Você verá um futuro bem diferente desse que vivemos nesse presente!

Abs,
Ritter.

Responder
Samara Luz 25 de março de 2015 - 20:03

quando assisti pela primeira vez eu era nova, mas já adorei, minha influencia pelos clássicos nos filmes e nas músicas cresceu quando eu assisti,fiquei tão impressionada em como era tudo tão preciso e incrível naquele filme, como o enredo e os atores me apaixonaram e me impressionaram… tudo naquele filme parece ter sido selecionado com excelência me pergunto até hoje como foi a reação dos espectadores e do público ao ver essa obra prima nos cinemas…

Responder
planocritico 26 de março de 2015 - 11:31

Esse filme realmente é apaixonante. Impossível não ser envolvido pelos personagens e pela trama.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Maia 6 de março de 2015 - 22:45

Tenho uma pequena historia com esta série de filmes.. Quando era mais novo, nunca dei a devida atenção a essa obra de arte. Foi quando, um dia, minha namorada me disse que adorava a série e me convenceu a assistir. A agradeço todos os dias por ter me mostrado essa maravilha. Não fazia ideia de que esse filme era tão maravilhoso como ele realmente é. E como ela tem os DVD’s dos três filmes, não demorei a assisti-los e constatar que eu perdi meu tempo quando era criança e não ligava para ele. E a um tempo atrás, convenci meu irmão mais novo (ele é um cinéfilo inveterado, graças a mim UHAUAHUAH) a assistir. E qual foi o resultado? Ele adorou a série e comprou os DVD’s pra ele também kk

Responder
planocritico 7 de março de 2015 - 14:53

@disqus_GLtJhzSnO0:disqus, que legal essa sua história! Foi mais ou menos o que aconteceu comigo com Caçadores da Arca Perdida. Não queria ver e só fui quase que forçado assistir ao filme no Drive-In (!!!) pela mãe de um amigo meu que iria levar o filho e eu estava na casa dele no dia. Não preciso dizer que saí maravilhado de lá, não?

Valeu por compartilhar a história e faça isso mesmo: divulgue essa trilogia maravilhosa a todos que não conhecerem!

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 5 de março de 2015 - 09:08

Uma vez perguntaram a esse pé de valsa em que ocasiões eu poderia dançar. Respondi sem pensar duas vezes: a festa no final de Footloose e a festa dos pais do Marty em 55. Agora só falta o DeLorean pra me mandar pra lá.

Acho que a melhor coisa que meu pai fez por mim (depois de me dar a vida, é claro) foi me apresentar a esse que agora é o meu filme preferido. A maestria com a qual eles abordam esse assunto complicado, seguindo teorias científicas como a Plastic Time, é digna de elogios. Agora eu só espero que essa e as próximas gerações não tenham a audácia de encostar num frame sequer dessa obra de arte.

Abs.

Responder
planocritico 5 de março de 2015 - 12:55

Boa, @filipeisaas:disqus. Dois momentos musicais verdadeiramente icônicos do cinema!

De Volta para o Futuro torna o complicado simples e, ainda por cima, brinca com tudo. É realmente um filme para encantar gerações que NÃO precisa de remake, reboot ou coisa do gênero… (fico até nervoso pensando nisso…).

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 4 de março de 2015 - 01:06

SENSACIONAL!!!
Parabéns pela crítica! Eu adoro esse filme! A brincadeira com viagem no tempo e toda essa aproximação — em diversos níveis — com o público é realmente algo maravilhoso. Já vi a trilogia diversas vezes é sempre uma enorme diversão. E esse primeiro filme é de uma lindeza só!

Responder
planocritico 4 de março de 2015 - 16:53

Valeu, @luizsantiago:disqus!

Filmaço inesquecível esse.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro Dias 3 de março de 2015 - 23:32

Graças ao Dr. Brown, e sua maravilhosa explicação, até hoje só consigo ter olhos para a “linha temporal paralela”, nos casos de viagens ao passado. Até entendo e gosto de “viajar” nas outras teorias e suas possibilidades, mas essa ideia de se criar um novo caminho a partir de uma mudança, anulando o “caminho original”, simplesmente preenche com lógica meu cérebro de forma completa. Um dos melhores filmes da minha vida!

Responder
planocritico 4 de março de 2015 - 16:54

Ha, ha. Boa, @alessandro_dias:disqus! Realmente, a explicação do Doc Brown é definitiva. Não tem para ninguém! As críticas dos outros dois filmes saem nas próximas semanas.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro Dias 4 de março de 2015 - 17:15

Excelente! Na minha opinião, nenhuma outra trilogia consegue superar McFly e sua turma, no máximo chega no mesmo nível. É um universo irresistível, a conexão e a interdependência de todas as situações na trilogia é assombrosa. Estarei aqui de olho acompanhando!

Responder
planocritico 4 de março de 2015 - 18:19

Interessante esse seu comentário. Acho que você gostará então da surpresinha que estamos planejando para o final de março…

Sobre as críticas, a próxima sai terça que vem e a outra na terça seguinte. Uma grande trilogia, já adianto.

Abs,
Ritter.

Responder
Augusto 3 de março de 2015 - 21:02

O que dizer do show do Marty tocando Johnny B. Goode?, é triste saber que o Chuck Berry roubou essa música, ou não… (esse paradoxo é genial), pena que os outros filmes não seguiram a qualidade desse (mesmo assim eu adoro eles).

Responder
planocritico 4 de março de 2015 - 16:55

É um espetáculo, @disqus_6btkJ6PNDF:disqus! E realmente, esse Chuck Berry é um ladrão de música, brincadeira…

Eu gosto muito dos outros dois filmes. As críticas sairão nas próximas duas semanas.

Abs,
Ritter.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais