Home FilmesCríticas Crítica | Deus Não Está Morto

Crítica | Deus Não Está Morto

por Melissa Andrade
533 views (a partir de agosto de 2020)

De acordo com o dito popular, há três assuntos que não devem ser discutidos: política, futebol e religião. Esse último, então, é o principal causador de muitas guerras, uma inclusive que continua ocorrendo nos dias de hoje.

Ainda assim, os três possuem um denominador em comum, seus leais seguidores. Aquele amigo, que é torcedor fanático de um time, tentará te convencer de todos os modos possíveis que o time dele é o melhor. O mesmo ocorre com os partidos políticos e com a religião. Nesse ponto, qualquer um que tenta forçar o seu ideal, a sua opinião, acaba se tornando chato, acreditando ele em alguma coisa ou não.

E isso acaba sendo mais ou menos o proposto pelo filme Deus Não Está Morto. A premissa do embate entre um cristão e um ateu é deveras interessante, uma pena que é pessimamente desenvolvida.

Josh é um calouro na universidade de Direito. Acabou de se mudar para a cidade com a sua namorada e pretendem construir uma vida juntos. Tudo ia muito bem até ele ter sua primeira aula de Filosofia. O professor Radisson, antes de começar a ministrar as aulas, faz um pedido a turma. Para que todos fiquem de acordo com ele, precisam escrever numa folha em branco as seguintes palavras: “Deus está morto”. Os alunos riem, alguns se entreolham intrigados, mas todos atendem ao pedido, com exceção de Josh. Ao subir de fileira em fileira recolhendo os papéis, Radisson para ao lado da carteira de Josh que lhe diz que não vai escrever. Radisson, bastante categórico, afirma que ele só poderá continuar assistindo suas aulas se assinar o papel. Bastante determinado, Josh insiste que não irá escrever e então o professor lhe faz uma proposta. Se em três aulas ele conseguir provar que Deus está vivo, poderá continuar frequentando as aulas. Josh aceita o desafio sabendo que a tarefa a sua frente não será nada fácil. Afinal, Radisson está mais do que pronto para reprová-lo.

Sendo o espectador uma pessoa religiosa ou não, os argumentos utilizados pelo personagem de Josh para justificar a existência de Deus são todos baseados em filósofos famosos como Nietzsche e, até mesmo, o cientista Stephen Hawkings. Do outro lado do ringue, o descrente Professor Radisson faz o mesmo, usando citações que provam justamente o contrário. Os diálogos são interessantes e o jogo de poder entre os dois, intenso.

Além desse núcleo, há outros personagens ao redor dos dois, que de uma forma ou de outra têm suas vidas tocadas pela religião ou a falta dela. Há uma repórter bem incisiva, um empresário manipulador, uma garota muçulmana confusa, apenas para apontar alguns.

Contudo, bem perto do final, quando é hora de sabermos o desfecho, Deus Não Está Morto perde completamente o rumo e o espectador sente como se estivesse levando com a Bíblia na cabeça. Uma nítida lavagem cerebral que é o suficiente para derrubar todos os outros argumentos apresentados pelo próprio filme. O diretor Harold Cronk chuta para longe a velha história da tolerância e, junto com os roteiristas Chuck Konzelman e Cary Solomon, tentam vender ao espectador que a única solução para ser feliz ou mesmo ser bem sucedido é acreditar em Deus. Para tal, usam dos motivos mais torpes que justifique tal ideia, fazendo com que os personagens descrentes sofram os piores destinos.

Aparentemente baseado em casos reais, onde em diversas faculdades americanas alunos foram repreendidos por propagar sua religião, o filme se mostra tão intolerante e preconceituoso quanto aqueles que estão denunciando.

No fim, qualquer atitude extremista, seja de cunho religioso ou não, acaba desvirtuando o próprio assunto.

Deus Não Está Morto não tem estrelas, pois o filme consegue anular aquilo a que se propõe.

Deus Não Está Morto (God’s Not Dead – USA 2014)
Direção: Harold Cronk
Roteiro: Chuck Konzelman, Cary Solomon
Elenco: Willie Robertson, Kevin Sorbo, Shane Harper, David A.R. White, Korie Robertson, Marco Khan, Lenore Banks, Dean Cain, Paul Kwo, Cory Oliver, Cassidy Gifford, Trisha LaFache
Duração: 113 min.

Você Também pode curtir

251 comentários

diogo.potengi@gmail.com.be 27 de julho de 2020 - 19:34

Acredito que como um mero filme genérico de religião seria melhor.Sou católico,e o filme aparenta ser protestante,contudo traz uma história comovente.Mas devo dizer que ele entrou na polêmica da existência Divina de uma forma muito rasa.Muito raso filosoficamente,o que menos se vê numa sala de aula é debate verdadeiramente filosófico,o rapaz poderia acabar com a argumentação do professor usando a filosofia de Platão,Aristóteles,Santo Tomás de Aquino,Santo Agostinho,a própria patrística,o neoplatonismo,mas ele não usa desses elementos e traz um debate cientificista,fala de Darwin,do big bang,de Hawking,etc,nota uma certa correspondência entre o big bang e o gênesis,mas isso por si só não prova Deus,e diga-se de passagem,Deus não é objeto de estudo da ciência natural,assim como o bem e o mal não o são.Carece de profundidade filosófica,até aquele professor não parece conhecer o elementar de filosofia,inclusive cita filósofos cristãos como Descartes,e fala que filosofia é ateia..O final da última palestra é basicamente retórica.Enfim não é um filme que convenceria ordinariamente um ateu a crer em Deus,por vias racionais,poderia usar as 5 vias de santo Tomás,o argumento ontológico,os argumentos platônicos,e estudem-nos,digo eu,porque são muito úteis para provar a existência de Deus racionalmente.Enfim é um filme que traz uma história bonita,mas filosoficamente é fraquíssimo,as palestras do Josh poderiam ser omitidas ou substituídas por outro elemento narrativo,já que parece ser a parte filosófica do filme,mas não consegue sê-lo com muita efetividade,a parte realmente boa do filme é aquele que não entra nessa discussão e tenta mais ser ´comovente´.Eu diria que seria melhor assistir a Paixão de Cristo de Mel Gibson,que traz uma mensagem cristã com uma profundidade muito intensa.Quem quiser refutar ateísmo provavelmente não vai conseguir muitos resultados com esse filme,seria melhor buscar esse estudo nos grandes filósofos,Aristóteles,Platão,a escolástica medieval…,ou buscar buscar alguém que ensine as suas filosofias,pra quem quiser mais simplicidade ou algo não tão aprofundado assim,assistam esse vídeo De qualquer modo,há muita coisa na internet sobre isso,busquem.Passar bem

Responder
diogo.potengi@gmail.com.be 28 de julho de 2020 - 04:46

Acredito que como um mero filme genérico de religião seria melhor.Sou católico,e o filme aparenta ser protestante,contudo traz uma história comovente.Mas devo dizer que ele entrou na polêmica da existência Divina de uma forma muito rasa.Muito raso filosoficamente,o que menos se vê numa sala de aula é debate verdadeiramente filosófico,o rapaz poderia acabar com a argumentação do professor usando a filosofia de Platão,Aristóteles,Santo Tomás de Aquino,Santo Agostinho,a própria patrística,o neoplatonismo,mas ele não usa desses elementos e traz um debate cientificista,fala de Darwin,do big bang,de Hawking,etc,nota uma certa correspondência entre o big bang e o gênesis,mas isso por si só não prova Deus,e diga-se de passagem,Deus não é objeto de estudo da ciência natural,assim como o bem e o mal não o são.Carece de profundidade filosófica,até aquele professor não parece conhecer o elementar de filosofia,inclusive cita filósofos cristãos como Descartes,e fala que filosofia é ateia..O final da última palestra é basicamente retórica.Enfim não é um filme que convenceria ordinariamente um ateu a crer em Deus,por vias racionais,poderia usar as 5 vias de santo Tomás,o argumento ontológico,os argumentos platônicos,e estudem-nos,digo eu,porque são muito úteis para provar a existência de Deus racionalmente.Enfim é um filme que traz uma história bonita,mas filosoficamente é fraquíssimo,as palestras do Josh poderiam ser omitidas ou substituídas por outro elemento narrativo,já que parece ser a parte filosófica do filme,mas não consegue sê-lo com muita efetividade,a parte realmente boa do filme é aquele que não entra nessa discussão e tenta mais ser ´comovente´.Eu diria que seria melhor assistir a Paixão de Cristo de Mel Gibson,que traz uma mensagem cristã com uma profundidade muito intensa.Quem quiser refutar ateísmo provavelmente não vai conseguir muitos resultados com esse filme,seria melhor buscar esse estudo nos grandes filósofos,Aristóteles,Platão,a escolástica medieval…,ou buscar buscar alguém que ensine as suas filosofias,pra quem quiser mais simplicidade ou algo não tão aprofundado assim,assistam esse vídeo De qualquer modo,há muita coisa na internet sobre isso,busquem.Passar bem

Responder
“Deus ‘não’ Está Morto”… Ou será que está? | Galeria de Espelhos 15 de dezembro de 2018 - 17:04

[…] Plano Cr?tico […]

Responder
ALISSON FULY 28 de maio de 2018 - 11:04

Perfeito exemplo de intolerância religiosa, será que os produtores desse filmes se quer se deram ao trabalho de conversar com um Ateu? ou só viram comentários no Facebook? nenhum ateu ia mandar a classe toda escrever uma frase que nem mesmo os ateus concordam (como algo que não existe pode morrer?) nenhum ateu ia impor suas crenças pra cima de religioso como o professor faz (é justamente isso o que a gente combate ) o filme basicamente diz que quem ateu só é assim pois teve alguma frustração na vida, que somos intolerantes e que vamos ser punidos, se a intenção desse filme era de trazer ateus pro cristianismo, não conseguiu e se era pra impor medo, eu sinceramente sinto pena.

Responder
Wellington Conegundes da Silva 27 de novembro de 2017 - 09:10

O filme que afirma que Deus não está morto, quer discutir algo diferente disso? O maior pecado do filme é planificar a discussão pelo monopólio cristão.

Responder
Netto Gouveia 11 de outubro de 2015 - 16:43

Sinceramente, esse filme foi o mais patético que eu já gastei meu tempo assistindo, um filme falacioso, totalmente desprovido de qualquer compromisso com a representação real das coisas. Existem vários erros de adaptação desse filme (estou falando de pegar a realidade e transformar em filme), por exemplo:

– o filme parte do pressuposto de que todo ateu é arrogante; me refiro ao professor e seu grupinho de amigos “filósofos” que desdenha da própria namorada por sua crença (isso jamais aconteceria, nós ateus somos a minoria e prezamos pela liberdade de crença, pela laicidade do estado, isso inclui permitir a crença alheia e conviver e tolerar ela).

– o filme parte do pressuposto de que nenhuma religião presta, apenas a do personagem principal; me refiro ao asiático que foi criado em uma cultura totalmente diferente, e de repente, puff! se descobre cristão. Além disso, o pai da guria muçulmana, que a expulsa de casa por ter aceitado Jesus como seu salvador.

– um filósofo com o gabarito daquele professor jamais estaria desprovido de argumentos contra um muleque que não leu 1/10 dos livros que ele leu, é ridícula a forma como o estudante utilizou-se de frases aleatórias de pensadores desconhecidos para argumentar contra cientistas extremamente renomados e vencedores de prêmios. Além disso, é praticamente inaceitável que o professor não tenha argumentado contra ele quando ele disse que “sem deus tudo é permitido”. Sinceramente, a moral ateísta é a mais forte e concreta, pois não vem de um livro escrito há mais de mil anos atrás, quando o mundo era totalmente diferente do atual, e ainda, a moral ateísta não é praticada por uma recompensa em forma de vida eterna;

– aquele professor não era ateu, era um cristão que tinha raiva de “deus” por ter perdido sua mãe; repito, um ateu preza pela laicidade do estado e a liberdade de crenças, jamais exigiria que qualquer um desprezasse sua crença para fins de uma aula, além disso, um ateu simplesmente ignora a existência divina e por isso, não tem qualquer sentimento em relação a ela (como o ódio, sentido pelo professor);

Além disso, existem vários furos de enredo, falando como filme mesmo:

– o filme se mostra totalmente preocupado em colocar a religião como o personagem principal e deixá-la num patamar inquestionável, de resolvedora de todos os problemas; como na morte do ateu que só serviu para mostrar que se aceitasse “deus” seria salvo.

– diálogos fracos;

– argumentação fraca por parte do muleque;

– confronto “bem vs mal” clássico e um puta clichê;

Péssimo filme, o pior que já vi. Se eu fosse praticante da religião principal mostrada no filme, ficaria profundamente chateado com esse filme e ainda questionaria minha religião. Sinceramente,

Responder
Vincent Law 14 de janeiro de 2016 - 14:14

E sem mencionar a crítica que diz: “Nesse ponto, qualquer um que tenta forçar o seu ideal, a sua opinião, acaba se tornando chato, acreditando ele em alguma coisa ou não”.

Mas é claro! O cara mostra o seu ponto de vista um tanto fraco, não tendo “poder” de fazer o seu semelhante mudar de ideia.

Responder
Brunna Marianna 4 de setembro de 2015 - 18:14

Concordo que a religião tem sido a principal causadora de muitas guerras hoje em dia. E obviamente não acho justo quando uma pessoa é obrigada a aceitar tal crença quando não a deseja, assim como também não deveria ser ridicularizada quando age de forma contrária.
Infelizmente existe preconceito de ambos os lados. Já fui recriminada, zombada e ouvi muitas afrontas por ser cristã, só pelo fato de dizer que sou evangélica e consequentemente por acreditar em quem Deus é, assim como já vi muitos que se dizem cristãos se acharem os melhores e dignos de sair por aí julgando quem vê pela frente.
Pois bem, quanto ao filme.. eu respeito a sua opinião, mas discordo. Eu adorei cada parte dele, mesmo que de certa forma tenha parecido ser taxativo, porque foram exemplos de acontecimentos que já vi acontecer e retratam realmente a realidade. Só que ter uma vida cristã não se resume somente ao que contou no filme.. por isso quem é, entende bem o que ele quis mostrar.
A verdade é que na maioria das vezes estamos mais acostumados a ouvir “Se Deus existe, por que existe a fome?” “Se Deus existe por que existe guerra?” “Se Deus existe, por que Fulano é crente mas é pobre?” e por aí vai.. (como se Deus se resumisse a realizar milagres e fazer nossas vontades.) E quando resolvemos responder, somos extremistas e queremos mostrar que somos superiores.
E no filme não vi como se Josh quisesse isso, ele quis apenas que os alunos pudessem refletir e decidir no que acreditar, não apenas terem que aceitar uma verdade imposta inicialmente pelo professor.

Eu não quero falar de Deus para as pessoas com o intuito de mostrar que eu sou a mais certa e a dona da verdade, impondo escolha, quero apenas apresentar um Deus que talvez ela não conheça e o porque de eu servi-Lo (caso queiram ou me questionem). Se você não quiser ouvir, eu me calarei e tudo certo.

Só não entendo quando você diz..
“Fazendo com que os personagens descrentes sofram os piores destinos”?
O filme que eu vi não deve ser o mesmo que você descreveu..
A mãe do próprio professor Radisson era evangélica e isso não a livrou da morte quando ele ainda era uma criança, na verdade foi por conta desse fato que ele se tornou tão cético. As pessoas de uma maneira geral costumam pensar que Deus se resume a isso. Se é bom, vive; se não é, morre.

Outros casos são os da mãe e irmão da Mina.. a mãe é uma senhora que sofre de Alzheimer(?) (cristã), e o irmão é um empresário bem sucedido (cético). Não me parece um pior destino para ele analisando da sua maneira.

Josh perde o namoro, Ayisha é expulsa de casa, .. entre outros.

Enfim, não estou aqui pra defender minha fé, e sim mostrar o ponto de vista de uma cristã sobre um roteiro cristão e o que acredito que foi tentado passar. Mas tudo depende de como cada um quer ouvir/ver/interpretar.

Responder
Eduarda 5 de agosto de 2015 - 01:29

Eu acho o filme bem interessante e emocionante , não acho que o filme quis mostrar que quem não acredita em Deus sofreria , pois no filme alguns personagens que crêem em Cristo , também “sofreram” , como por exemplo a Aysha que apanhou do pai por não negar sua fé , e a Nina que foi humilhada pelo professor Radisson diante dos filósofos ateus , por demonstrar sua fé. Por mais que no final elas se darem bem , outro exemplo que eu vou demonstrar é a do próprio personagem Josh , pois quando a namorada dele descobre que ele quer defender Deus acaba o namoro com ele.. Eu acho que a mensagem que esse filme realmente queria passar para os telespectadores é oque acontece quando uma pessoa realmente tem fé e determinação , enfim eu amei o filme e me emocinei bastante , que é cristão sabe do que estou falando .

Responder
Wellington Conegundes da Silva 27 de novembro de 2017 - 09:08

Bom, é bem difícil crer que o filme não venda a idéia de que a desgraça cairá sobre todos os descrentes (principalmente o último ato). Acho que o maior pecado do filme (no perdão do “trocadálio”) foi colocar a essência sobre a fé apenas em um Deus cristão, ou seja, esse Deus bíblico que é reconhecido e ainda mais, colocado como aquele que os filósofos listados negam, algo que é bem meio verdade, já que a teoria do fim de Deus é muito ampla e diz mais respeito ao modo da nossa organização social a partir das revoluções modernista, em relação a emancipação dos indivíduos do julgo das instituições religiosas e políticas.
E as outras representações sobre a fé que passam por uma série de entidades, rituais e modos de vida? A premissa do título mata toda perspectiva de diálogo.

Responder
Yuri 24 de junho de 2015 - 18:07

Achei o filme uma merda pois acho que a vida com Deus ou sem Deus não há um absoluto sentido, não é a Biblia que no responde essas perguntas Para que estamos aqui? De onde Viemos? existe vida apos a morte? Porque estamos aqui? como foi criado o universo? e outras táis perguntas que a biblia altera exeplo a criação do mundo eu não quero saber se Deus falou que haja luz e ouve a luz mas para haver a luz deveria haver a escuridão certo? Então a biblia é muito incomplexa ou você acha que num simplismente haja a luz ia haver luz pra doar e vender!? acho que a luz deve ter um elemento exemplo que haja agua isso é um elemento mas de onde veio um elemento para fazer a agua? é isso que eu quero chegar questionar o que não sabemos as pessoas que leem a biblia ja não injuaram de ouvir sempre a mesma burrice e não questionar? eu questiono muito, se deus é bondoso porque ele mandaria alguem para o inferno, porque ele mata as pessoas com tsunamis, furacões e outros tais fenomenos da natureza! porque é importante ir parra o céu? acho que assim como injuamos de ficar uns 100 anos na terra imagina no céu que você fica infinitamente, afinal a questão é porque estamos aqui? pra morrer e ir para o céu? para pagar pelos nossos pecador? a outra coisa também Jesus pagou os meus pecados incrivel né, eu nem existia nem meu tatatatatatatatatatatatatatatatatatara avo existia e afinal que pecado ? eu nem existia pra ter pecado e ele não pago porra alguma eu ainda posso pecar 😀 mas acho que jesus veio na terra para dar uma Fé as pessoas e interpretaram de uma forma errada
, acho tambem de que deus é apenas ua força que sustenta o universo.

A e sobre o filme falta um pouco de ética, filosofia e cabimento nas palavras do josh 😀 seila acho uma coisa incrivel os atés serem mais filosofos que os cristão acho que é porque eles questionam a biblia … sou Cristão e não acho que a biblia ta 100% exata os testemunhos tinham pelomenos 70 anos é dificil lembra de tudo acho que eles puxaram mais pra versão deles…

Responder
Thiago 27 de maio de 2015 - 19:30

Os debates na sala são o ponto alto do filme. O único problema é o personagem ateu ser tão desequilibrado emocionalmente, isso pode ser interpretado como tendencioso. Ele devia podia ser rígido, mas não precisava ser tão perturbado. A cena em que ele ridiculariza a mulher na frente de seu amigos me pareceu bem verossímil, realmente seri como uma pessoa que crê seria tratada naquele meio. Mas o contrario também é verdade.

A ideia é ótima, só acho que o foco devia ser mais no debate e menos nas experiencias pessoais dos personagens, mesmo que seja através das experiencias que demonstramos nossa fé, seria mais interessante ver mais argumentos como no filme “Obrigado por fumar”.

Responder
Deborah Cristina 27 de março de 2015 - 15:37

sou cristã, mas eu adorei o filme ..
eu concordo com o modo do garoto ter agido pois se ele levasse palavras da bíblia não iriam acreditar pois ateus não acreditam em bíblias.
porém o final foi desproporcional .. pelo simples fato do homem morrer..
no entanto se pararmos pra observar o “ateu” ou melhor o professor defendia a tese que Deus estava morto porque perdeu alguém que ele amava.. porque ele pedia ajuda a Deus e Deus não o ouvia.
Mas percebemos que o professor acreditava em Deus, ele apenas perdeu sua fé. Ele apenas queria se convencer que Deus estava morto, assim seria melhor para ele acreditar e ter um motivo para a pessoa que ele amava estar morta.
Josh foi um jovem que também defendeu sua tese e provou que Deus está vivo usando apenas sua fé, e argumentos de filósofos, não vejo o filme como algo que se eu não acredito vou ser castigado.. vejo como é na vida mesmo…. algumas pessoas passam acreditar em Deus apenas quando está morrendo..
e no final das contas o professor acredita em Deus.. ou melhor volta a acreditar por simplesmente sofrer um atropelamento que ele poderia ter morrido na hora, mas ele percebeu que teve uma segunda chance e resolveu voltar com sua fé e morreu… morreu acreditando em Deus..

Responder
Valdir Luciano 15 de março de 2015 - 16:14

Eu gostei do filme em si. A discussão sobre a existência ou não de Deus foi bastante convincente. Porém, o final deixou muito a desejar, pois me pareceu que aqueles que não acreditavam em Deus eram castigados.

Isso não existe. Temos o livro arbitrio de acreditar ou não em algo. Eu acredito, mas respeito que não acredita.

O filme deu a entender que todos tinham que crer em Deus, porque só assim seriam felizes… E por isso me decepcionei quando os créditos subiram.

Responder
Melissa Andrade 16 de maio de 2015 - 19:16

Exatamente isso @valdir_luciano:disqus 🙂 cada um acredita no que ou em quem quiser e não deve ser “punido” por isso.

Responder
Yuri 24 de junho de 2015 - 18:08

Também acho tipo assim você precisa creer em deus para ser feliz mas sempre vejo um olhar triste nos cristão acho que eles se preendem muito na religião

Responder
Ana de Maria 15 de julho de 2015 - 12:38

Sou Católica, e não concordo com seu comentário, sou muuito feliz, e todos os cristãos que conheço e realmente vivem a fé cristã, são bem mais felizes que outras pessoas, pois nós buscamos a felicidade em Deus, a felicidade que não acaba após um sábado à noite.

Responder
Madex 19 de fevereiro de 2016 - 10:40

Ana, você acabou de reforçar o argumentou que tentou combater. Disse que a felicidade do cristão é necessariamente maior, mais duradoura e verdadeira que a de um ateu. Sou cristão e acho que uma coisa não tem nada a ver com a outra. A felicidade é algo subjetivo, assim como a fé. Não há regra pra ser feliz, seja com ou sem Deus.
E ser ateu não é necessariamente viver num bunda-lelê, só pensando em festas, como seu comentário faz parecer. Conheço tanto cristãos quanto ateus que prezam muito mais pela convivência familiar e moderada, por exemplo, que por sábados à noite. E, em contra partida, também há entre nós aqueles que vão à igreja, mas não perdem um “balacobaco”. Por baixo dos panos, claro.

Responder
Bete 5 de janeiro de 2015 - 12:04

A questão não é discutir se Deus está morto ou não, e sim o problema do filme, e eu concordo plenamente com a crítica acima. É que se perdeu a oportunidade de levar a reflexão filosófica a partir do tema apresentado. Se o Profº queria unanimidade para a sua opinião, o mesmo aconteceu com o estudante, ou seja, os alunos são todos “vaquinhas de presépio”, nenhum deles questionou nada, não emitiram opiniões. Os roteiristas deveriam esquecer os demais assuntos “perdidos” no filme, e se concentrarem só no debates nas aulas, seria mais interessante e produtivo; e o Profº também não tinha que morrer, soou como castigo.

Responder
Melissa Andrade 28 de março de 2015 - 16:50

Exatamente minha opinião @disqus_74xG73mB3E:disqus o filme poderia ter sido muito mais e acabou se auto-anulando.

Responder
Azenclever Sancler da Silva 5 de janeiro de 2015 - 07:29

Uma das críticas mais cretinas que já li. Harry Potter faz apologia bruxaria, Malévola faz apologia ao Satanismo, Nosso Lar faz apologia ao espiritismo e ninguém fala nada do proselitismo declarado. Estes são apenas alguns exemplos mas, existem vários outros filmes semelhantes. Quando o filme fala do ponto de vista cristão é preconceituoso…

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2015 - 11:25

Cuidado, pois usar a internet é contra os mandamentos de Deus, hein?

Abs, Ritter.

Responder
pompeu 12 de maio de 2015 - 21:20

Que respostinha “bonitinha” heim PC! O cidadão fez uma crítica interessante e pelo que parece correta, se era para se envergonhar o melhor seria não responder nada; qual a nota para a respostinha? R: não tem nota para a respostinha, pois a mesma conseguiu anular àquilo a que uma réplica se propõe.

Responder
planocritico 12 de maio de 2015 - 21:52

Crítica interessante? Então Harry Potter faz “apologia à bruxaria” e Malévola faz “apologia ao Satanismo”? Você realmente acha isso? Realmente?

Abs,
Ritter.

Responder
Roberthy de Souza 5 de setembro de 2015 - 19:28

Claro,até porque eles são chamados de bruxinhos e o outro mundo fica debaixo da terra e eu gostei mais ou menos de Harry Potter mas o seu site de críticas é um dos piores que eu vi até agora,cristões sempre vilões da história, oprincipal ator desse filme disse que está na lista negra de Hollywood.

Marcio Pedroso 7 de dezembro de 2014 - 14:23

Sabe, o pior que sempre Cristão é o vilão da história,é chamado de fanático, preconceituoso, homofóbico bico. Bem essas insinuações contra os cristãos são antigas. Porque os ateus só atacam a religião CRISTÃ, Aquela que diz que Deus ama a todos. aquela que ensina sua adeptos a amar a todos? Eles querem desconstruir a religião cristã porque odeiam o amor.

Responder
NestorBendo 25 de abril de 2015 - 11:50

Puxa, e eu pensando que odiava o cristianismo por causa do proselitismo escroto e das terríveis atitudes de seus fiéis, inclusive durante eventos históricos como a Inquisição, as Cruzadas, a Noite de São Bartolomeu, a Guerra dos Trinta Anos, os papados corruptos do século XV, a Caça às Bruxas, a destruição dos Astecas e Incas, a Rebelião de Taiping, o Nazi-Fascismo e o Neo-Pentecostalismo-Alienação dos dias de hoje.

Obrigado por abrir meus olhos, e me provar que eu odeio o amor!

Responder
Roberthy de Souza 5 de setembro de 2015 - 19:29

Você tá falando de católicos ou cristãos-evangélicos?Pois o protstanisom também foi contra o papado.

Responder
NestorBendo 5 de setembro de 2015 - 22:16

Volte a estudar um pouquinho de história. Lutero não era flor que se cheirasse; Henrique VIII só queria saber de lesco-lesco e de grana; Calvino escreveu o que escreveu para justificar a própria condição social.

Recomendo ler tudo o quanto for possível sobre minha lista de “virtuosas atitudes cristãs” do seguinte site:

http://www.ceticismo.net

Boa leitura.

Responder
Roberthy de Souza 6 de setembro de 2015 - 17:08

De qualquer modo algumas “pessoas” apenas usam o nome de Deus e interpretações erradas da bíblia pra causar tudo isso…

NestorBendo 6 de setembro de 2015 - 19:15

Besteira. Mesmo porque, o livro é perfeito, não? Que eu saiba, mensagens perfeitas só podem ser entendidas de um único jeito.

Além disso, tem alguma outra razão para a “existência” de deuses, que não seja a dominação dos povos, preferencialmente através da ignorância?

Só me diz uma coisa: por que pessoas está entre aspas? Você acredita que quem não vê a Bíblia da mesma forma que você não é gente?

Roberthy de Souza 6 de setembro de 2015 - 23:06

Não,porque essas pessoas foram responsáveis pelas mortes e torturas de milhões ou até bilhões de pessoas usando o nome de Deus,cadê a aula de história?

NestorBendo 7 de setembro de 2015 - 20:29

Depois, quando eu digo que a religião é a raiz do preconceito, o preconceituoso sou eu.

Seu cérebro já foi lavado. Nem que eu traga um bazilhão de artigos mostrando um ponto de vista X, você vai simplesmente descartá-los. Prova disso é que você não leu nada do link que eu passei. Eu sei, porque é impossível, é muito texto para pouco tempo.

Roberthy de Souza 8 de setembro de 2015 - 18:34

O que lava o cérebro é a TV Rede Globo,etc. que as pessoas assistem todo dia,eu leio mais coisas do que você pensa o que eu falei é com base em coisas que eu pesquisei e li.

NestorBendo 8 de setembro de 2015 - 20:50

Já foi ler tudo, tudinho? Quero ver um comentário seu no artigo “A maior farsa de todos os tempos”, no site que recomendei (claro, que depois de ler o texto e os comentários, por completo). Até lá, você pode bodejar o quanto quiser que é inteligente e que não é alienado; colocar “pessoas” entre aspas no seu comentário anterior é prova em contrário.

Roberthy de Souza 10 de setembro de 2015 - 23:29

Pior é quem acredita nessas merdas de teorias falsas até a Ciência acredita e Deus.

NestorBendo 11 de setembro de 2015 - 09:03

A merda de teoria falsa da eletricidade te deu o computador com o qual você acaba de defecar pelos dedos. A merda de teoria falsa da evolução te deu os teus antibióticos e vacinas. A merda de teoria falsa da gravitação te deu o teu GPS, e ajudou a construir a tua casa. A merda de teoria falsa da química te deu os teus produtos de limpeza, que tu usas para manter a tua casa cheirosinha.

Você não merece viver em sociedade. Na próxima vez que adoecer, não vá para a farmácia, nem para o hospital, eles também são frutos de uma merda de teoria falsa. Peça para Deus te curar, talvez ele atenda, né?

Teu deusinho assassino te deu o quê, mesmo?

Já lancei o desafio: prove que deus é útil, rezando pela paz mundial. Se funcionar, eu retiro tudo o que eu disse, e vou pregar na sua igreja. Juro pelo meu filho. No entanto, meu jogo, minhas regras: você tem que fazer este milagre até amanhã; tem que ficar comprovado que foi Jeová que o fez; não vale me contradizer com a Bíblia, já que eu me firmo nela para exigir este resultado (Mateus 24 diz que basta pedir em nome de Jesus, que Jeová das candongas atende).

Vai topar, ou vai arregar?

Roberthy de Souza 12 de setembro de 2015 - 23:21

O mundo nunca irá ter paz,você terá que passar pelo teste…que é a nossa vida toda essa merda foi culpa das pessoas então não adianta culpar Deus.

NestorBendo 13 de setembro de 2015 - 01:26

Que peninha… Pode ficar com as suas desculpinhas esfarrapadas. Se você não rezou, você não presta. Se rezou, Deus não presta. Pode escolher. Jesus prometeu. Você sabe mais do que Jesus? Foi ele que disse que você poderia rezar pelo que bem entendesse, que poderia fazer milagres maiores que os dele mesmo, e que bastava pedir em nome dele que Javé das Candongas atenderia.

Vou repetir. Você sabe mais do que Jesus?

Roberthy de Souza 14 de setembro de 2015 - 20:18

Quem sabe mais que ele?A salvação é individual…mas esse mundo quem sabe o que vai acontecer com ele até a bíblia preveu que iria piorar.

NestorBendo 15 de setembro de 2015 - 09:30

Modo duplipensar ativado, né, caro crentosco? Não tem mais como sair da arapuca lógica, mas não admite que seu deusinho escroto fracassou. Tá na Bíblia. Deusão promete e não cumpre.

Tudo bem, não esperava honestidade da sua parte. Não vou cair nessa sua mudança de assunto.

Já cheguei onde queria, moderação. Obrigado pelo espaço, adoro colocar crentinhos no seu devido lugar.

Roberthy de Souza 18 de setembro de 2015 - 19:52

E os pseudo-ateus sabe-tudo que gostam de ofender também.

NestorBendo 18 de setembro de 2015 - 23:06

Tenta em português, filho, que eu concatenei sua resposta nos meus três parágrafos, mas não vi como isso me responde.

Não sou um pseudo-ateu sabe-tudo. Sou um agnóstico com uma boa fonte de estudos e com o módulo de lógica do meu cérebro ativo (diferentemente do seu).

Ainda estou esperando pela sua infalível oração, que trará a paz mundial instantaneamente. Tenta de novo, talvez sua fé não fosse maior que um grão de mostarda, naquele dia. Não foi o que o bartender de festa de laje palestino disse? Que bastava um pingo de fé para fazer milagres maiores que os dele mesmo?

Roberthy de Souza 19 de setembro de 2015 - 11:56

Ah ok mas respeite pra ser respeitado.

NestorBendo 19 de setembro de 2015 - 19:00

Seu chororô ainda não fez o mendigo da palestina fazer o milagre que prometeu.

Respeito é para quem faz por merecer. Para o restante, é só tolerância.

Roberthy de Souza 20 de setembro de 2015 - 14:37

Há coisas que podemos tolerar e há coisas que não podemos como suborno,casamento gay(nos taxar de preconceituosos é a defesa deles para espalhar suas ideologias de sexo com sexo igual) ,o ar que respiramos,assassinato,etc. é por causa da tolerância que o mundo está assim,enquanto pensarem que religiões são o problema vai ser assim,por exemplo o comunismo tem uma boa base mas foi executado de forma incorreta,a mesma coisa foi com o cristianismo e outras religiões.

NestorBendo 20 de setembro de 2015 - 18:20

Ué? No seu livrinho mágico há ordens expressas de assassinato e dilapidação, em nada diferentes das que existem no Corão. Devemos fazer vista grossa a elas e deixar vocês posarem de bons moços? Se você acredita na Bíblia, que eu saiba você vai ter que acreditar no pacote completo. Ou então, você é parte dos que o Bill Maher descreve: não é um cristão, é só um entusiasta.

Sua religião teve a incrível oportunidade de mudar o mundo, mas, fez o quê? Foi tirana e assassina, torturou e matou todos os que com ela discordaram. Só pararam no século XIX, e não me venha com a hipocrisia de dizer que você não apedrejaria os gays (já que você os mencionou), porque a única diferença entre o cristianismo e o islamismo é a época de surgimento. Não há nem houve um único governo teocrático que seja tolerante.

Mas, me disperso, e não é para isso que estou zoneando a crítica alheia. Ainda não vi o resultado da sua oração. Você rezou, afinal? Cadê a promessa do jóquei de jegue quanto aos incríveis milagres que seus fiéis seriam capazes de produzir? Você vai responder, ou vai tentar mudar de assunto outra vez, por não ter como rebater meu ponto?

Roberthy de Souza 22 de setembro de 2015 - 18:56

Desde quando católicos e muçulmanos fazem parte da nossa comunidade?

Roberthy de Souza 22 de setembro de 2015 - 19:03

Desde quando católicos e muçulmanos fazem parte da nossa comunidade?Desde quando praticamos terrorismo,pelo que eu saiba eles matam e torturam os verdadeiros cristãos desde o Antigo Testamento os Romanos e Islanistas distorceram essa história e até hoje os muçulmanos fazem atentados contra a vida dos cristãos e qualquer um que discorde dels,tá sabendo legal,hein!Nada é o que parece,estude para saber quem era os verdadeiros cristãos.

Roberthy de Souza 22 de setembro de 2015 - 19:05

Desde quando católicos e muçulmanos fazem parte da nossa comunidade?Desde quando praticamos terrorismo?Pelo que eu saiba eles matam e torturam os verdadeiros cristãos desde o Antigo Testamento os Romanos e Islanistas distorceram essa história e até hoje os muçulmanos fazem atentados contra a vida dos cristãos e qualquer um que discorde deles,tá sabendo legal,hein!Nada é o que parece,estude para saber quem era os verdadeiros cristãos…e o meu livro mágico já me ajudou muitas vezes.

NestorBendo 22 de setembro de 2015 - 20:21

Que tal ele cumprir o que prometeu e realizar o milagre que eu te desafiei a fazer?

Pode ignorar à vontade. Seu deusinho escroto fracassou no teste, e caiu no Paradoxo de Epicuro.

(P.S.: O sujeito menciona cristãos no Antigo Testamento, e sou eu que não “tô sabendo legal”. Não vou discutir história com o cara que acredita em animais falantes. Não está nos meus planos ser apedrejado hoje).

Roberthy de Souza 23 de setembro de 2015 - 21:03

Você só está me aprovando o quanto Ateus são ignorantes e se acham inteligentes já vi muitos melhores que você…

NestorBendo 24 de setembro de 2015 - 00:17

Cadê o milagre, caro apedeuta?

É a minha insistência em exigir o milagre que me faz ser ignorante, no seu ponto de vista?

Pelo contrário: a ausência do milagre em questão prova que eu conheço a sua Bíblia melhor que você.

Faça o milagre, e prove que eu estou errado!

Roberthy de Souza 24 de setembro de 2015 - 19:07

Milagres são imprevisíveis…

NestorBendo 24 de setembro de 2015 - 23:08

Mozovo. Jesus prometeu. Que ele faça cumprir, então, ou que você cale-se. Se você não leu à Bíblia, eu li. Ele diz que os milagres estarão sujeitos apenas ao desejo do crente, não diz e nem exige nada sobre o caráter do mesmo, dispensa que ele seja o maior dos fiéis (não precisa ter mais fé do que cabe num grão de mostarda), e que os milagres poderão ser ainda maiores que os feitos pelo próprio Jesus.

Ainda estou esperando pela sua omnipotente oração salvadora do mundo (ou pela próxima tentativa de soltar uma desculpa esfarrapada, o que acho ser bem mais provável).

Your move!

Roberthy de Souza 25 de setembro de 2015 - 13:51

Você ainda não entendeu?Esse mundo está condenado e a salvação é individual.

NestorBendo 25 de setembro de 2015 - 19:14

Parabéns por assumir que você sabe mais que Jesus sobre milagres. Já pode escrever seu próprio Evangelho, e integrá-lo ao cânone.

Acabou de jogar fora os quatro Evangelhos, com essa, pois os quatro dizem o mesmo quanto aos milagres dos fiéis de Jesus. Basta rezar, que se realizará.

Reza, filhota. Tá com medinho de não se realizar? Tá tremendo nas bases, porque um teste tão simples pode derrubar a fé cristã inteira? Jesus disse que você pode! Faça valer as palavras dele!

Roberthy de Souza 28 de setembro de 2015 - 23:59

Você não entendeu,nossa missão é espalhar as palavras,podemos fazer milagres também claro,mas eu quero dizer que a salvação é individual pois não sabemos o destino desse mundo,talvez não seja destruído,talvez apenas mude.

NestorBendo 29 de setembro de 2015 - 08:51

Faça a porra do milagre, ou cale-se. Não fui eu quem disse que o que fosse pedido seria realizado. Foi o seu suposto deus, de acordo com o seu suposto livro do conhecimento absoluto. Se você não se importa com o mundo, assuma logo. Essas suas desculpas esfarrapadas só estão conseguindo encher o saco.

Roberthy de Souza 30 de setembro de 2015 - 14:57

Claro que me importo com o mundo só não sei se o mundo vai melhorar ou piorar.

NestorBendo 30 de setembro de 2015 - 17:47

Puta que o pariu, mermão! Se você quer que esse mundo mude, EXPERIMENTA rezar!

Jesus disse que se realizará! Coloque à prova! Agora, se não der certo, não coloque a culpa em nada mais! ELE prometeu ou não?

Roberthy de Souza 2 de outubro de 2015 - 19:00

Ok vamos orar então…

NestorBendo 2 de outubro de 2015 - 21:26

No aguardo.

Amanhã, saberemos se Jesus cumpre com o prometido.

(Já perdi as contas de quantas vezes ele fracassou, só para o seu conhecimento).

NestorBendo 7 de outubro de 2015 - 15:23

Ainda não vi o resultado. Só posso concluir um dos três pontos:

1) Seu deus existe, mas não se importa com orações;
2) Existe um deus, mas não é aquele em que você acredita;
3) Não existe deus nenhum, e você tem rezado para o vento a sua vida inteira.

De qualquer maneira, sua Bíblia falhou miseravelmente. Nosso experimento adicionou mais um ponto à estatística. Orar não serve para nada. Hermenêutica e exegese não vão te tirar da arapuca lógica, totalmente embasada pela realidade.

Até mais ver, caro crentinho!

Leitura adicional:

http://www.whywontgodhealamputees.com

Obrigado pelo espaço, moderação! Vocês são muito legais!

Roberthy de Souza 10 de outubro de 2015 - 12:42

Tua interpretação da Bíblia tá boa demais…

NestorBendo 10 de outubro de 2015 - 15:51

E eu nem precisei me esforçar!

Pode agradecer depois.

NestorBendo 25 de setembro de 2015 - 09:10

O mongolóide que vos escreve trocou as bolas:

Não é Mateus 24 que embasa a hipótese dos cristãos milagreiros; é Mateus 21. Mateus 24 é pano pra outra manga. No entanto, a lógica continua a mesma, e isso só atrapalha o raciocínio de quem tem TOC (como eu). Prossigamos com a programação.

AleCassia Aguiar 8 de setembro de 2015 - 11:46

Se você estudasse mais saberia que Cristianismo nada tem haver com o catolicismo. Este porém usa o cristianismo para suas aberrações das quais você citou.

NestorBendo 8 de setembro de 2015 - 17:50

Sério? Vamos fazer o seguinte: antes de eu trazer as fontes históricas que apoiam o meu argumento, vou usar de mero bom senso: se o catolicismo nada tem com o cristianismo, como ele está lá? No seu ver, ele não deve ter tido apoio, nem aliados, nem embasamento para o sustentar. Ele por acaso aprendeu com o Collor?

Heitor 13 de outubro de 2015 - 13:19

Tu é muito ingênuo, você acha que o fato de ter uma série de fatos praticados por pseudos cristãos indo contra o pensamento de Deus, inválida e essência da Verdade Sagrada. A relação de Deus com o homem é pessoal, individual e intransferível, é você e Ele e não você, Lutero e Ele, o único intermediador que Ele nos deixou foi Jesus Cristo; seus argumentos podem satisfazer suas fraquezas mas, para Deus eles não significam nada, não se conhece Deus por quem diz representá-lo, mas sim por quem o representa de fato, praticando seus mandamentos e não os deturpando… você citar nomes de igrejas e personagens históricos contraditórios não diz nada sobre Deus, a igreja de Deus é onde está sua Palavra e não em dados históricos que possuem outra relevância e nada em relação a Fé; guerras e etc, isto é um problema do homem e se ele usa o nome de Deus e você acredita que Deus está no desvio do homem corrupto, você realmente não conhece Deus. Você não sabe nem reconhecer um lobo em pele de cordeiro e quer filosofar sobre Deus. Cresce um pouco.

NestorBendo 13 de outubro de 2015 - 19:38

Tão humilde. Tá garantido no paraíso, você!

Vamos lá: me prove que a “Verdade Sagrada” é assim tão verdadeira, cumprindo com o desafio que fiz ao Roberthy, e que agora repito a você! Prove que as palavras de Jesus são verdadeiras! Cure o mundo agora mesmo!

Prove que eu estou enganado. Eu lhe imploro.

Heitor 15 de outubro de 2015 - 16:45

Quer ver o mundo curado, comece por você. Tem feito sua parte? Tem se dedicado a defender os oprimidos, a combater o que é errado, tem-se pautado pela ética e bom senso em suas decisões diárias. Qual a última vez que foi a um asilo prestar solidariedade, que tirou um tempinho para doar sangue, que esteve dedicando parte do seu tempo a fazer algo que tivesse como único objetivo aplacar a dor de alguém neste mundo cheio de injustiça. Qual o seu problema, não tenho que te provar nada, se não acredita em Deus é uma decisão somente sua. Você esta enganado na Verdade que eu acredito, se você tem sua própria verdade e ela é certa para você, seja feliz.

Agora, se é assim porque esta incomodado com Deus, não não… você não tem coerência, já que Deus não existe para você, porque gasta energia combatendo algo que não existe para você, isto não me parece algo inteligente. Agora se você o culpa por algo tem que admitir que acredita nele, logo que droga de ateu sem convicção é você?

Veja bem este raciocínio: eu não gosto de futebol, logo, não assisto jogos, não gosto de conversar sobre o assunto e o que acontece ou deixa de acontecer neste tema não me interessa, não gasto minha energia sequer clicando em alguma noticia relacionada ao tema, se vier a assistir um filme sobre o tema dificilmente estarei interessado na lógica que o move e apenas assistirei como entretenimento. Beleza, eu acho que o futebol não trás nenhum beneficio para a sociedade como um todo e ainda serve como forma de manipular uma paixão efémera para entorpecer o cidadão, o que eu vou fazer? Entrar em sites e criticar o futebol? Nestor, o fato de alguém como você gastar energia para combater algo que diz não existir te torna um sujeito muito desinteressante, me explica como você quer combater algo que não acredita pedindo ao interlocutor que te prove que você esta enganado sobre o que depende de uma decisão pessoal e intransferível sua, ora, eu só posso te pedir para ser coerente e aceitar sua própria escolha e parar de choradeira, passar bem.

P.S.: pode disparar a metralhadora de ofensas, vai lá… não me decepciona.

NestorBendo 15 de outubro de 2015 - 22:09

Eu não esperava que você sequer soubesse do que eu estou falando. Tudo bem, não é o ponto.

Seu Textão(TM) não respondeu ao meu desafio. Jesus prometeu que bastava pedir para que se realize. QUALQUER COISA. Eu me pauto pelo meu bom senso em tentar fazer deste mundo um lugar melhor. Não posso mais que isso. Agora, de acordo com o que Jesus disse, você (crente) é virtualmente omnipotente. Não precisa de caráter: basta pedir. Mas, se não pedir, sei qual é o seu caráter.

Pode me chamar de incoerente o quanto quiser. Não sou omnipotente, nem prometi milagres a ninguém. Já Jesus…

NestorBendo 15 de outubro de 2015 - 22:12

P.S.: Não tem essa de “decisão pessoal”: eu tô falando do que está escrito na Bíblia. É, aquela, que proíbe interpretações. Dá uma lidinha em Mateus 21, outra na Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios, e faça o milagre, ou vá chorar mais longe!

NestorBendo 16 de outubro de 2015 - 04:20

Bem que eu achei que o seu jeito de falar não me é estranho:

https://ateusdobrasil.com.br/8-frases-que-os-religiosos-usam-para-tentar-te-calar/

Você conseguiu a proeza de usar a maior parte dessas tosqueiras de uma vez só!

claudio roberto de paula 10 de setembro de 2015 - 01:16

marcio .tudo bem.vai no google e coloca …as maldades do cristianismo ai voce vera o que essa religiao faziam com as pessoas que nao seguiam ela.no antigo testamento no deuteronomios e numeros ,deus manda apredejar mulheres adulteras,matar pessoas pelo simpres fatos delas se relacionarem entre si.filhos que desobedecer pai e mae serao mortos.em genesis houve um diluvio que matou todas as pessoas da terra tirando noe e familia .cobra conversa com eva .virgem dando a luz,marcio essa religiao foi criado no oriente medio .la eles nao tinham a ciencia ainda acreditavam em deuses ,nao tinham a minima ideia de biologia.achavam que nos viemos do barro e outros absurdos .isso tudo e fabula pra dar sentido a vida .nao existe provas disso tudo .somente um livro chamado biblia que a pessoa escolhe acreditar ou nao.uma pergunta pra voce ,ja viu agun amputado ser curado.alguem que nasceu com altismo ser curado.entao essas pessoas nao tem fe.,,,,mais vale uma mao trabalhando do que mil rezando…abraços marcio….

Responder
Mady Nandes 29 de novembro de 2014 - 19:45

Deus Nao Está Morto é um excelente filme, nao concordei com a critica, Josh nao estava querendo enfiar na nossa cabeça que precisamos acreditar em Deus e sim que cada um acredite no que quiser, o problema é que o professor queria que todos concordassem com ele e nao respeitava a opiniao de ninguém, Josh como protestante (evangélico) nao podia negar a Deus, entao ele fez o que muitos nao tinham coragem, foi lá e defendeu seu ponto de vista. O filme pra quem nao sabe (nao sacou) é gospel entao logicamente ele vai mostrar o lado dos cristãos que tem como objetivo pregar evangelho aonde quer que esteja.

Responder
Luiz Eduardo Rogerio 20 de outubro de 2014 - 20:11

Apesar de ser cristão,concordo com a crítica, o filme perde uma grande oportunidade de discutir à existência de Deus, fora da ótica da religião;

Os Personagens são estereotipados,ateus vistos como personagens feridos emocionalmente e cristãos com argumentos fracos, além da critica desnecessária a religião Muçulmana;

Enfim me serviu para refletir sobre alguns pontos, me decepciona, mas do que me agrada.

Responder
Lillyan B. 20 de outubro de 2014 - 16:08

O Interessante
e que só por que as Pessoas debatem a existência de Deus ,não tem
estrelas mais se fosse pornô,ou ficção seriam mil aplausos …

cadê o respeito ? só por que os críticos não querem tentam deixar o filme
negativo ,aparecem filmes de todos os jeitos com violência,nudismo,criticas aos
pobres MAS isso vocês que fazem essas postagem como se fosse maravilhas
.”parabéns” a vcs que fazem essas criticas para destruir a
“livre Expressão .ESTRELAS ?? minhas foram 5 !! a qual vcs nao colocarão mas isso não muda nada pra mim.

Responder
Reny Oliveira 2 de dezembro de 2014 - 20:52

Concordo plenamente Lilyan, e esses filmes de terror, já viu o ibope que dá?? e os de ET?? Mentira e engano!! è disso que o homem que não teme a Deus gosta. E ainda dizem que os evangélicos são radicais! A verdade é que temos o amor de Deus, que é grande em nossas vidas, e nos torna calmos, serenos e tranquilos e muito, muito felizes!!!! Pois cremos num Deus eterno e sabemos que tanto as lutas, quanto as coisas terrenas, são passageiras, mas, Deus está vivo e um dia estaremos pra sempre com ele na glória!!!

Responder
natalia 18 de outubro de 2014 - 21:02

Quer vcs acreditem Nele ou não, Ele existe !!!! Independente do que pensam, Ele é real !!! O homem se acha tão inteligente e acha que é indestrutível, mas se esquece que se faltar o ar em seus pulmões por apenas alguns minutos ele já era… quem pode livrar-se da morte?? E o que vcs dizem sobre os milagres?? Também é mentira ??? As pessoas falam daquilo que não conhecem e acham que convencem alguém com discursos vazios!!!

Responder
Davidson 17 de outubro de 2014 - 10:05

Olá !
O filme DEFINITIVAMENTE não convence ninguém que não seja cristão, pois misturou laicidade com liberdade de crença, religião com ciência e filosofia e criou personagens extremamente superficiais. A história é pobre e super mal desenvolvida, mas que deixa um cristão, que nunca viu um debate entre ateu e teísta, feliz.

Isso acontece porque o autor parece ter lido textos do facebook (srsr) e jogado no filme para um cristão inocente, que não saiba que cientificamente ainda não cogita-se a existência de Deus, pois se a ciência provasse, um filme tão mal feito não precisaria ser feito. Aliás o autor desta façanha seria citado durante horas na televisão (srsr).

A verdade é que a história do inventa algo que não existe: perseguição em massa contra cristãos. É claro que troll e chatos existem em todos os lugares (srsr). Mas temos que observar que a laicidade somada ao fato dos cristãos serem maioria garante a eles bastante poder e liberdade (o que é NATURAL acontecer SRSR). “Tanto” que a discussão atual de é impedir o cientificismo e o sectarismo religioso e não a proibição de liberdade de consciência, já que se a proibissemos, trairia a causa que muitos inteligentemente lutam. Fora que traríamos um caos político nos países de onde a maioria é cristã, ou até uma guerra civil. Porque você acha que no Brasil o casamento civil entre homossexuais ainda é visto com cuidado ? Por causa de Deus ou os eleitores que o adora ? 😛

O certo é que um professor de filosofia igual ao do filme seria mandando embora, processado criminalmente e até administrativamente, pois alvancar sectarismo com recursos do Estado … srssr
Bem não preciso terminar a frase nem comentar mais. srsrsrsrsr
p.s.: o autor não explica porque raios o professor poderia fazer isso com os alunos … Aliás ele só ensina que cristãos são a solução postiva onde não terão nem bicho de pé e que devemos defender Deus (o cristão, claro srsr) em qualquer momento. Digo EM QUALQUER MOMENTO srsrs.

Responder
Mirian 5 de novembro de 2014 - 14:38

As coisas de Deus são discernidas espiritualmente. ..vc só quer tudo cientificamente! O homem natural não entende as coisas de Deus
1 Corintios 2:14
14. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus , porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

Responder
NestorBendo 25 de abril de 2015 - 11:55

Ou seja, é preciso ter fé para Deus existir. Não havendo fé, Deus não existe.

Substitua “Deus” por “Odin”, e veja se isso prova a veracidade da religião nórdica, por favor.

Responder
Mirian 5 de novembro de 2014 - 14:44

Nossaaaaaa…vc é o sabidao do universo Parabéns! !! Cristãos inocentes? bobos? Só por acreditarem num ser divino e que existe quer vc queira ou não? !!!!! Posso ser boba e não ter o nível de conhecimento que vcs renomados tem…mas o meu Deus eu não deixo por qualquer um formado que venha contradizer…que Deus venha te perdoar isso sim…

Responder
Jean 11 de outubro de 2014 - 01:13

Melissa, me permita discordar. Todo filme, diretamente ou não, expressa e “puxa sardinha” pra uma visão de mundo. Como o cristianismo se trata de uma fé exclusivista e absolutista… como seu cinema poderia ser diferente?
O objetivo do filme sempre foi fazer frente a outra tendência absolutista e exclusivista crescente, especialmente nos EUA: o neoateísmo. Já que o neoateísmo usa roupagem intelectual a estratégia do filme foi mostrar que a fé não é incompatível com a ciência ou a razão. O filme é voltado para o público cristão e nem todos os não cristãos se dão mal no desfecho (acho que vc não notou, mas o empresário de sucesso atropelou o professor e fugiu impune).
Sendo o objetivo do filme dar argumentos aos cristãos mais indoutos o resultado foi de “missão cumprida”. E ainda cabe uma reflexão válida e verdadeira: o ateísmo (assim como o satanismo) são fenômenos que só têm sentido em culturas cristãs… Pode-se dizer até que seriam formas distorcidas de cristianismo pois são sua negação… Nada mais.
Só posso dar o braço a torcer em um ponto: dar argumentos que validem racionalmente a crença num Deus não necessariamente aponta para o Deus cristão quando julgamos apenas os argumentos usados no filme. Pra fazer isso o debate filosófico teria de ser mais intenso. Esse lapso, no entanto, é sutil e não quer dizer que o roteiro tenha sido ruim.

Responder
NestorBendo 25 de abril de 2015 - 11:56

Você é quase tão ateu quanto eu. Eu só fui um deus além. Pense nisso, e reveja seu argumento “o ateísmo é uma distorção do cristianismo”.

Responder
Jean 26 de abril de 2015 - 17:33

Olá. Por que eu deveria rever o argumento de que “o ateísmo é uma distorção do cristianismo”? Não me lembro de ter estudado a existências de ateus no xingu, entre aborígenes, na civilização maia, etc. Enfim… Me parece auto-evidente na literatura q o ateísmo é um fenômeno cristão, ou (considerando o número de ateus ex-muçulmanos abandonando regiões hostis por países laicos de maioria cristã), no mínimo, cristianizado. Normalmente não vejo ateus criticando Zeus, Vishnu, Tupã, mas quando se trata de Jesus e YHWH a coisa muda…

Responder
NestorBendo 26 de abril de 2015 - 21:47

Generalização a partir de si? Hauahauahuah! Você mesmo atira no próprio pé ao falar de ex-muçulmanos. Se há ateus que são ex-muçulmanos, seu argumento desceu pelo ralo com eles.

Pesquise sobre os índios Piranhãs, e torne a rever seus brilhantes argumentos.

Responder
Jean 26 de abril de 2015 - 22:38

Generalização não, indução a partir de evidências antropológicas meu caro. Vc não entendeu o argumento: Há ateus ex-muçulmanos FORA do mundo muçulmano fundamentalista (ou seja, como eu disse antes: ex-muçulmanos ABANDONANDO REGIÕES HOSTIS POR PAÍSES laicos DE MAIORIA CRISTÃ). Entendeu ou quer q eu desenhe?
Vou analisar os ditos Piranhãs (“vc quis dizer Pirahãs” – Google, sobre sua ortografia), mas por favor, respeite a inteligência dos outros. Passar bem.

NestorBendo 27 de abril de 2015 - 14:04

Por favor, desenhe. Se há ateus fora do cristianismo, seu argumento cai por terra. Você disse que o ateísmo é fundamentalmente cristão.

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2009/02/497009-apos-trabalho-com-indios-no-amazonas-missionario-evangelico-vira-cientista-ateu.shtml

Posso deduzir, com base no que você argumenta, que basta não acreditar em algo para que este algo exista.

Eu acredito em crentes inteligentes, mas…

Jean 27 de abril de 2015 - 19:18

Vou desenhar 2 vezes…

1 – Qual o muçulmano q vai demonstrar a menor dúvida sobre a existência de Alá num país em q isso seja punido com a morte? Assim como uma pessoa com inclinações homossexuais, se não encontrar outros com a mesma índole e tiver um meio propício para manter relações, talvez nunca chegue a ter uma relação homossexual; da mesma forma quem tem inclinações ateístas em países fundamentalistas islâmicos pode nunca ter condições de levar as dúvidas adiante. Pra isso eles evadem para países laicos, em geral, cristãos, e “compram” o ateísmo pronto. As pessoas perdem a fé num processo. Vc não acorda de manhã dps de anos de doutrinação religiosa e diz: Nossa véi, Deus não existe! Acabei de perceber… Entendeu? Ateísmo é ideologia/confissão de fé/filosofia. Ideias só proliferam em terreno fértil e esse terreno fértil são nações cristãs.

2- Vc não reparou q os Parahãs NÃO SÃO ATEUS. Isso é mito da mídia. Conforme demonstrei na referência do site Povos Indígenas do Brasil (bastante completo em descrever as etnias conhecidas), eles têm uma espiritualidade xamânica, conforme citado na referência. A compreensão deles da espiritualidade é q é peculiar: Imagine falar de Jesus para uma tribo de uma cultura q não possui frases subordinadas ou tempos verbais para passado e futuro… E daí q eles acreditam q o universo sempre esteve aqui? Os budistas tbm crêem nisso. Há uma espiritualidade e há deidades. Seu argumento da “tribo atéia” é falso.

NestorBendo 28 de abril de 2015 - 14:13

1.a) Achei que você tivesse dito que o ateísmo é fundamentalmente cristão. Não que ele só se dissemina em países cristãos. Se você queria dizer a segunda coisa, por que se expressou como se fosse passar a primeira mensagem? Mencionar que os ex-muçulmanos abandonaram seus países de origem não faz eles deixarem de ser ex-muçulmanos.

1.b) O ateísmo se dissemina mais em países cristãos, isso é fato. Mas, sinto dizer, não é graças ao cristianismo. O Iluminismo mandou lembranças, bem com a Revolução Francesa, a Independência dos Estados Unidos e as revoltas do século XIX. Revise a história do cristianismo, antes de dizer que ele é a religião da tolerância. No que dependesse apenas dos cristãos, a Idade Média não teria acabado, vide a belíssima atitude de inúmeros pastores fundamentalistas, dos Batistas de Westboro, e de um certo austríaco que era abençoado pelo próprio Papa, na época em que governou a Alemanha. Para os muçulmanos, por sinal, ela ainda não acabou, vide o ISIS e as teocracias islâmicas cujas leis são baseadas em textos da Idade do Bronze. Lados iguais da mesma moeda.

2.a) Seu mito da mídia destruiu a fé de um pregador cristão. Eles podem crer em seus alegados demiurgos, provar que eles são a sua Trindade é que são elas. As religiões são mutuamente excludentes, se você não sabe. Isso me deixa ainda mais confortável em meu agnosticismo.

2.b) Os budistas são ateus, sabe? Tenta estudar a diferença entre teísmo e animismo. Talvez faça bem.

Jean 28 de abril de 2015 - 19:25

Interessantes as informações, todavia a sua fala é arrogante e irritante. Vc transpira orgulho cara. Vai se tratar!

1.a) Eu disse exatamente o q quis dizer se vc não entendeu o problema é seu.

1.b) Eu não disse q o Cristianismo é a religião da tolerância, apenas q ele permitiu virem à existência a maior parte das constituições laicas. E sobre a Idade Média: supere! Passou. Não é mais nossa realidade. A origem dos morticínios pela fé não é originada pelas religiões, mas SE ESCONDE atrás delas. O fato é q há seres humanos bons e maus travestidos de toda crença/ideologia. A ganância por dinheiro e poder político e os discursos revolucionários violentos são os reais inimigos. O ateísmo fez tanta desgraça quanto a religião, apenas é uma “fé” mais atual. Vide Stalin e Mao Tsé Tung, entre dezenas de outros. Se quer falar mal de movimentos religiosos extremistas, vá em frente campeão! Mas que tal contextualizar, por exemplo, contra o Estado Islâmico q trouxe em nossos dias toda uma metodologia política medieval digna do passado negro da Igreja Romana? A mesma religião cristã q tem Hitler como expoente tbm tem Madre Tereza de Calcutá.

2.a) Até q enfim falou algo inteligente de verdade ao invés de tentar humilhar os outros cuspindo dados! As religiões são MESMO mutuamente excludentes! …O q não significa q algumas não tenham coerência lógica interna nem q haja algumas q se alinham mais com o nosso atual conhecimento do universo. Ex.: Sabemos q o universo teve princípio. Então, qualquer religião q diga q o universo sempre existiu e é eterno (até q se prove o contrário) está firmada em pressupostos que devem ser revistos e questionados, pois até onde sabemos, isso tá errado. Mas não acho q seja o caso do Cristianismo VERDADEIRO. Ao falar de Cristianismo pq vc não cita Jesus ao invés de se bitolar em terroristas do passado? Faz tanto sentido quanto discriminar todas as comunidades islâmicas baseado no fato dos monstros do Estado Islâmico se dizerem muçulmanos fiéis seguidores de Maomé. Entende? Sua fala é preconceituosa contra a Cristianismo e vc não percebeu q cristão é, literal e etimologicamente, quem se parece com Jesus…

2.b) No sentido de não afirmarem um Deus criador pode até se dizer q budistas são ateus… porém religiosos. Mas vá dizer pra um ateu q ateísmo é religião e ele não reage bem. Aliás, cuidado com o q diz sobre Budismo:

“é comum dizer que o Budismo é não-teísta, ou seja, não faz menção a um Deus (perceba que eu não disse Ateísmo, que nega, eu disse Não-teísta, que não faz menção), afinal, o Deus propagado pela mentalidade humana vai contra os ensinamentos de Buda, que apontam para a efemeridade de tudo o que existe. Se nada dura para sempre, não há como mencionarmos uma entidade cuja existência seja eterna. Entretanto, nós também não negamos a sua existência, porque não devemos ir afirmando as coisas sem comprová-las em nossa própria prática.”

Fonte: http://sangha-online.forumeiros.com/t31-o-budismo-e-ateista

Animismo: (do latim animus, “alma, vida”) é a visão de mundo em que entidades não-humanas (animais, plantas, objetos inanimados ou fenômenos) possuem uma essência espiritual. É a mesma crença q norteia ateísmo, budismo, xamanismo, paganismo e neopaganismo, jainismo, materialismo. O problema é q tem 2 formas de animismo: a supersticiosa e a pós-moderna materialista q acha q só porque eu não vejo, pego e peso então não existe. O q é um desrespeito com algumas áreas de conhecimento imaterial como a Lógica, a Psicologia, a Arte, o Direito e todas as formas de ciência forense (afinal, não tinha ninguém lá pra ver o q houve…) etc.

Teísmo: (do grego Théos, “Deus”) é uma crença na existência de deuses, seja um ou mais de um, no caso de mais de um, pode existir um supremo. O teísmo não é religião, pois não se trata de um sistema de costumes, rituais e não possui sacerdotes ou uma instituição. Teísmo é apenas o nome para classificar a opinião segundo a qual existe ou existem deuses.

Não entendo tua motivação em fazer parecer q o interlocutor sabe menos q vc. Soa como “princípio da autoridade” e ignora o fato q outras pessoas também pensam. Minha audiência com vc acaba aqui… Pelo menos até vc aprender a ouvir, respeitar as outras pessoas e parar de distorcer o q elas dizem.

NestorBendo 29 de abril de 2015 - 01:41

“Você transpira orgulho.”

Obrigado! E não faço nem esforço!

“Sobre a Idade Média: supere!”

Eu lido bem com isso. As vítimas de Tomás de Torquemada é que vão ficar felizes de ouvir isso, quando você repetir tal besteira lá no inferno.

“A origem dos morticínios pela fé não é originada pelas religiões, mas se esconde atrás delas.”

Quantas passagens bíblicas que contradizem você só nesse ponto você quer que eu cite?

“O ateísmo fez tanta desgraça quanto a religião, apenas é uma “fé” mais atual. Vide Stalin e Mao Tsé Tung, entre dezenas de outros.”

Eles fizeram o que fizeram em nome de si mesmos. Os religiosos é que seguem um livrinho mágico que manda matar quem não é do clube do Bolinha.

“A mesma religião cristã q tem Hitler como expoente tbm tem Madre Tereza de Calcutá.”

Essa não é aquela velha maluca que disse que a AIDS é um castigo justo, e que arrebanhava montes de flagelados para sofrerem, enquanto passeava de primeira classe pregando humildade? Pastor Martin Luther King fez coisa melhor, mas ele não era nem cristão nem escocês de verdade.

“Então, qualquer religião q diga q o universo sempre existiu e é eterno (até q se prove o contrário) está firmada em pressupostos que devem ser revistos e questionados, pois até onde sabemos, isso tá errado.”

Considerando que o tempo surgiu junto com o universo, o encadeamento lógico “o universo sempre existiu” é verdadeiro. Sinto muito por evidenciar a sua ignorância.

“Mas não acho q seja o caso do Cristianismo VERDADEIRO.”

Tomás de Torquemada não era nem cristão nem escocês de verdade.

“Ao falar de Cristianismo pq vc não cita Jesus ao invés de se bitolar em terroristas do passado?”

Jesus? Aquele camarada que disse que não veio trazer a paz, que me mandou odiar meus pais e que disse que seus inimigos deveriam ser mortos diante dele?

“Mas vá dizer pra um ateu q ateísmo é religião e ele não reage bem.”

Careca é cor de cabelo e desligado é canal de TV.

“Entretanto, nós também não negamos a sua existência, porque não devemos ir afirmando as coisas sem comprová-las em nossa própria prática.”

Isso faz do budismo uma filosofia de vida mais humilde que a cristã. Just saying.

“Não entendo tua motivação em fazer parecer q o interlocutor sabe menos q vc. Soa como “princípio da autoridade” e ignora o fato q outras pessoas também pensam.”

Você já deixou bem claro que tem mais de dois neurônios (o que, segundo a sua concepção a meu respeito, deve ser encarado como um elogio).

“Minha audiência com vc acaba aqui… Pelo menos até vc aprender a ouvir, respeitar as outras pessoas e parar de distorcer o q elas dizem.”

Obrigado! Passe no caixa quando sair!

Kill Bill 29 de abril de 2015 - 17:52

Tu é sempre chato assim ou só na internet? Não me admira o cabra te chamar de orgulhoso. Tu toma vergonha macho velho! Vira homem ou vai falar muito com as paredes…

NestorBendo 6 de maio de 2015 - 18:03

O choro é livre!

AleCassia Aguiar 8 de setembro de 2015 - 11:37

Guest. Se tem alguma vantagem nessa discussão, foram estas fontes, para mais pesquisas em busca de maior conhecimento.

Quanto ao NestorBendo é claramente uma “parede Branqueada”

NestorBendo 10 de setembro de 2015 - 00:36

Ownti. Que fofinha…

Já comentou onde eu recomendei a você e a Roberthy? Não gosto de zonear os artigos alheios. Minha fonte dobra as desse cabrinha e coloca no bolso, sozinha. Tanto, que o corajosão aí arregou. Vai ver já apanhou por lá, vai saber.

Jean 27 de abril de 2015 - 19:36

Cara, não distorça o q eu disse. Ninguém gosta de metidos a sabichões. De onde diabos vc tirou q eu disse q “que basta não acreditar em algo para que este algo exista”? Fumou maconha?
Já ouviu falar de falácia non sequitur?

NestorBendo 27 de abril de 2015 - 14:06

Da mesma forma, pode bastar acreditar, também. O mundo dos crentes é interessantíssimo!

Jean 26 de abril de 2015 - 22:57

Os Pirahãs não são ateus:

A “Festa Pequena” e a “Festa Grande” têm a mesma justificativa de existência: colocar o cosmos em operação. Na percepção pirahã, ambos rituais são realizados com a intenção de provocar ruídos, fazer barulho, para que O DEMIURGO IGAGAI, LOCALIZADO NO SEGUNDO PATAMAR CELESTE, possa ouvi-los, certificar-se de sua existência e do lugar exato aonde se encontram. O receio dos Pirahã de não serem localizados por Igagai pode ser interpretado como um temor de que se repita o que está contido no fragmento mítico que narra a destruição do mundo. A destruição do mundo deveu-se, em última instância, ao fato de Igagai ignorar onde os pirahã estavam. Foi somente com o choro das mulheres, que restaram sozinhas e sem o fogo, que Igagai pôde, então, escutar, localizar e iniciar a reconstrução do mundo.

Fonte: http://pib.socioambiental.org/pt/povo/piraha/809

Kairon Ribeiro 10 de outubro de 2014 - 22:35

ótima crítica! “Aparentemente baseado em casos reais” kkkkk adorei. É um filme bem mediano, mas esse final realmente derrubou ele. Argumentos fraquíssimos e a famosa “lição de moral popular norte-americana”.

Responder
Rafany Lara 10 de outubro de 2014 - 11:45

Você não sabe do que está falando, claramente se vê que é uma pessoa egoísta qur não vê de fato o que te contradiz! Ele não morreu por não acreditar em Deus! Ele morreu em um acidente e o que nos passa é DEUS NOS DÁ UMA ÚLTIMA CHANCE PARA ACEITAR ELE ANTES DA MORTE!

Responder
Kamilla 8 de outubro de 2014 - 13:47

Gente!!
Deus não está morto! 😀

Responder
Ana Carolina Bernardes 7 de outubro de 2014 - 21:03

Sabe? Vi esses dias uma imagem no face dizendo que “E aquele que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.” Nietzsche

A verdade é Deus é crer para ver e não o contrário, mas só porque você não consegue escutar a música que nós conseguimos não nos critique por dançar, você pode só não conseguir escutá-la, quem sabe um dia, espero de coração que um dia você consiga, porque nada se compara.

Responder
Lincoln Dalcin 3 de outubro de 2014 - 13:10

Pessimo seu ponto de vista ao achar que quem segue Deus tem um desfecho trágico, você nao sabe o que está falando, porque com certeza deve estar numa situação muito boa e gananciosa. Te proponho assistir atentamente a esse mesmo filme no momento em que o filho arrogante conversa com sua mãe doente.

Responder
luis prado 30 de setembro de 2014 - 21:57

se não sabe do que fala,não critique moça,jesus esta as portas para levar a sua amada igreja ´` nós`´e a tua ta fechada ,ainda da tempo de abrir!!! pense nisso

Responder
sthefany paula 29 de setembro de 2014 - 14:10

Ee josh teve determinação em sua deçisão ? porque

Responder
Douglas Ferreira 22 de setembro de 2014 - 00:27

Embora não sou adepto de religiões ou doutrinas. Acredito em Deus. Sobre o filme, acredito que além da análise feita aqui, acrescento os estereótipos. Muito fraco o filme porque usou muito, mas muitos estereótipos.

Responder
Julie Rodrigues 19 de setembro de 2014 - 00:51

Uma resposta pra essa crítica está em 1 Coríntios 2. 13-15 que diz: “as quais também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito Santo, comparando coisas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido.”

Responder
Tas 21 de setembro de 2014 - 04:58

Resposta à critica da critica: “Como em todas as igrejas dos santos, conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina. Se, porém, querem aprender alguma coisa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja” (1 Coríntios 14:33-35)

Responder
Victor L. Marques 16 de setembro de 2014 - 21:28

Ótima crítica, meus parabéns.

Responder
Rafael Pereira 14 de setembro de 2014 - 01:40

Geralmente, tenho o costume de ler críticas sobre
os filmes que assisto. Minha metodologia é assistir o filme e , logo a seguir, ler
as respectivas criticas ( faço isso evitar spoilers e pré-julgamentos srsrs).
Fiquei muito curioso sobre a crítica do site (planocrítico). Muitas pessoas
comentando sobre o filme. Deixo claro que crítica é algo pessoal, ou seja, pode
haver pessoas a favor ou contra ao olhar do crítico sobre a obra. Mesmo não
concordando com a análise do filme, respeito a opinião da Melissa Andrade.
Adorei o filme! Claramente, o filme aborda a temática cristã, mas gostei da
forma que o mesmo abordou o tema (isso não que dizer que é só pra evangélicos
rsrs). Penso que todas as questão da vida devem ser debatida com bons
argumentos. Paulo, apóstolo de Jesus, pregava para os romanos através da
exposição de bons argumentos. E, de certa forma, o filme foi feliz nessa
abordagem. Como telespectadores, o filme nos coloca também na posição de
jurados. Cabe a cada um responder a pergunta: Deus está vivo ou não? Por fim,
deixo uma passagem bíblica em Coríntios 1, versículos 4 e 5, onde Paulo fala “E
a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de
sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para
que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.”
Esclarecendo, mesmo com bons argumentos, Paulo é cirúrgico ao expor que a essência de sua pregação é a fé. Ele expressamente afirma que as coisas espirituais não podem ser vistas pelos olhos humanos, mas por olhos espirituais (isso deixar claro porque muitos não entenderam o filme, bem como a palavra de Deus). Desejo que um dia todos compreendam o que é Deus.

Responder
Milton Mendonça Junior 11 de setembro de 2014 - 02:49

Achei o filme excelente. Não é uma superprodução com efeitos especiais mas é um filme super inteligente e que desmistifica o ateísmo politicamente correto que predomina no mundo ocidental.

Deus Não Está Morto combate a ideia do “ateísmo científico” e mostra que, longe de ser fruto da ciência, tal incredulidade surge a partir de experiências pessoais frustrantes, o ateísmo é irracional.

Tenta mostrar que a ciência não é inimiga da fé e nem a fé é uma emoção. A ciência simples e honesta somente corrobora a existência de Deus, e a fé, além de um dom de Deus, também é uma decisão lógica da razão.

No tocante ao criacionismo o filme dá uma explicação cientificamente irrefutável. Sem desmentir o evolucionismo de Darwin (até porque Darwin não disse que o homem veio do macaco), o filme prova apenas que Deus criou, não importa se em um dia ou em um milhão de anos.

Uma crítica ao filme é que mostra os cristãos como sendo extremamente serenos, e nem somos tão serenos assim, somos humanos e normais.

Não vi preconceito com os que não creem ou com pessoas de outras religiões, apenas vi a defesa de cristãos ocidentais que sofrem porque hoje é politicamente incorreto alguém dizer publicamente que crê.

E quem nunca teve um professor ateu impondo a ideia de que a fé seria irracional e o ateísmo seria a luz da razão? E nem por isso esse professor foi acusado de fundamentalismo.

Responder
Rafael Vieira Pires 17 de setembro de 2014 - 00:35

Acho que a sua visão do ateísmo está equivocada,porque não podemos generalizar essa questão,assim como nem todos os religiosos tentam impor suas opiniões sobre deus,nem todos os ateus se acham os donos da verdade…na realidade,o ateísmo não tem uma verdade absoluta,além da realidade objetiva do mundo…por isso que deus está fora dessa esfera,porque supõe um outro mundo,imaterial,que aparentemente não existe…e somos mais verdadeiros em relação à própria verdade porque se fosse provado que existe deus…se ele aparecesse no mundo fazendo algo impossível como curar amputados,acreditaríamos nele realmente,mas se provássemos a inexistência de deus,nem assim vcs acreditariam,porque sua fé é cega,e não crítica como a nossa.

Responder
Mike 21 de setembro de 2014 - 04:22

Da mesma forma como a fé cristã pode ser outrora cega, o ateísmo também implica uma carga generosa de negação, desde que assim como alguém pode crer em Jesus sem tê-lo visto fazer milagres, muitos dos que viram simplesmente não creram nem o seguiram por opção, pela lógica, o que garante que você realmente acreditaria se Deus viesse à Terra e fizesse milagres se muitos dos que viram esses tais milagres não creram? Por fim, será que a fé cristã é cega a ponto de não conseguir enxergar a verdade que se resume à nada, ou a sua fé no ateísmo que é cega a ponto de você não conseguir enxergar a verdade que se resume em Deus?

Responder
Rafael Vieira Pires 22 de setembro de 2014 - 18:01

A maioria,a vasta maioria dos ateus eh empirista,pura e simplesmente…primeiro:se deus aparecesse na nossa frente…a fazer milagres impossíveis e coisas mirabolantes…algo como transformar ferro em ouro…ou fissurar materiais e transformá-los em pura energia…ou ao menos dizer o que é a anti-matéria…como se resolve a hipótese de Riemannn…acreditaríamos na sua realidade…mas como ele não se demonstrar (se ele existe),loucos e gananciosos tomam o seu nome…mortes e genocìdeos…a falta de uma moral universalmente válida como lei natural…são todos indícios de sua ausÊncia de realidade…não provas…é impossivel provar que não exista…mas menos ainda que exista…então…se se mostrasse deus…de bom grado eu aceitaria o erro…mas se deus nunca aparecer e salvar ninguem…vc acha que os cristãos vão deixar de acreditar? não…eles,ao contrário…tem uma fé cega!

Responder
NestorBendo 6 de setembro de 2015 - 20:21

Pois então, vamos falar sobre milagres: Jesus disse que o que pedissem em seu nome, Papai do Céu atenderia, sendo exigido apenas um pingo de fé, menor que um grão de mostarda para que façamos milagres maiores que os dele mesmo.

Peça para Deus, em nome de Jesus, para que as guerras e a fome sejam extintas de uma vez por todas amanhã. Se isso acontecer, e ficar comprovado que foi Jeová que o fez, em nome de Jesus, juro que vou voltar pro cristianismo. Se não, nunca mais use este arremedo de argumento. É coisa de quem não leu à Bíblia.

Responder
Douglas Ferreira 22 de setembro de 2014 - 00:29

o que você me falaria sobre os estereótipos?

Responder
Anny 10 de setembro de 2014 - 22:04

Acabei de notar que vc NÃO assistiu esse filme, ou pelo menos não procurou interpretá-lo e ver o que além dos esteriótipos (sim) ele quis passar… porque no seu sétimo paragrafo afirma que o filme coloca a crença em Deus atrelada a dar tudo certo na sua vida… e quando não crê vc morre (que no caso foi o destino dado a “UM” PERSONAGEM)… Acho que vc esqueceu daquela velhinha, cujo filho tinha tudo, um bom emprego, etc… ela não estava bem… acho que vc esqueceu tb da cena em que ela fala algo muito importante sobre “ter” e “ser” bem sucedido NAQUELAS CIRCUNSTÂNCIAS. Minha nossa… e é um ótimo destino ser expulsa de casa pelo proprio pai e agredida apenas por professar sua fé, né! Piores destinos? Morrer é o pior destino? Será? rsrsrs

Responder
Melissa Andrade 12 de setembro de 2014 - 13:08

@disqus_50LeUVdeAn:disqus morrer é sempre o pior final para um personagem quando ele poderia ter tido claramente um outro desfecho.
Teria sido muito melhor se ele tivesse pedido desculpas a namorada e dissesse q dali para frente aceitaria e entenderia a religião dela, mostrando assim que é possível conviver pacificamente com alguém que possui convicções diferentes das suas.

Responder
Ana Carolina Bernardes 7 de outubro de 2014 - 21:06

É aqui tá, “Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte.¶ Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.
Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher.
Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor.”

Filipenses 1:20-23

Responder
Eli 29 de agosto de 2014 - 22:52

Sabe queridos, o que me faz amar mais ainda o meu Deus é exatamente o fato de ter a certeza da minha liberdade de escolha, meu livre arbítrio. Um dia eu segui Jesus por que meus pais me disseram que esse era o caminho, porém, hoje, o sigo, porque eu escolhi esse Caminho, conscientemente escolhi crer nEle e em Sua Palavra.
Romanos 12:1 diz:
“Rogo-vos pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”

Responder
Karine 27 de agosto de 2014 - 11:30

Você se interessou tanto pelo filme que fez questão de saber tudo sobre tal. Deus é assim mesmo, Ele atraí à todos.

Responder
idelbrando 26 de agosto de 2014 - 14:58

Penso que transformar a critica de um filme e terreno de
guerra entre ateus e cristãos é no mínimo uma idiotice, mesmo porque, quem crê
vai continuar crendo e quem não crê também.

Eu gostei muito da critica da garota sou cristão e não
acredito que um filme consiga relatar com fidelidade posições tão diferentes
(crer e não crer) com total neutralidade, um filme nada mais é que o ponto de
vista ou a opinião de quem o faz, ou ainda, quando feito para agradar a um
seleto grupo de pessoas , se restringe a opinião ou ponto de vista destas.

Vejam por exemplo o caso do filme Noé, chega a ser ridículo
de ruim, (minha opinião) mesmo porque se você vai fazer um filme baseado em um
livro você não pode fugir do livro correto?

Por exemplo se eu escrevo um livro sobre um gato de 3 patas,
amarelo e que cospe fogo , e você resolve fazer um filme do meu livro, não
poderá dizer que meu gato tinha 4 patas e foi resultado de experiências cientificas
e no final colocar ele para enfrentar o Godzilla, amenos que isso esteja no
livro.

Responder
Melissa Andrade 27 de agosto de 2014 - 02:17

@disqus_z79sOMmxZ7:disqus acho que você conseguiu chegar no exato contexto do que está acontecendo por aqui. As pessoas tem confundido a visão do filme enquanto entretenimento, dentro das ideias do Diretor e Roteiristas, com questões que são pertinentes e não foram exatamente apontadas.
Estão confundindo até mesmo a minha visão de Deus, que em momento algum, foi posta na crítica.

Agradeço o seu comentário.

Responder
Anny 10 de setembro de 2014 - 22:10

Mas o filme foi “inspirado” numa história bíblica. E mesmo que fosse “baseado”… ter como base não é ser fiel. No mais gostei do seu ponto de vista.

Responder
Day 26 de agosto de 2014 - 00:34

Crítica inconsequente. Não adianta ter conhecimento algum de cinema e não saber que a modinha em universidades é ser ateu, nada contra, mas os jovens que se assumem cristãos são muito mais bombardeados em qualquer lugar do que um ateu. Você não pode fazer uma critica dessas pois a proposta do filme foi levar o nome de Deus e usou-se de um exemplo muito comum de acontecer. Crente nenhum é perfeito, eu sei, mas é muito mais fácil critica-los do que assumir que uma mensagem legal foi passada!
Respeito sua opinião, mas não coloque de pessoalidades, critique de forma profissional e consequente!

Responder
Melissa Andrade 27 de agosto de 2014 - 02:28

@disqus_zLAq0ckVnq:disqus minha crítica pode ser muitas coisas, menos inconsequente. Tampouco a fiz de modo não-profissional. Mais uma vez, como respondi em três ou quatro comentários abaixo, escrevi a crítica com base no argumento falho do roteiro e da visão do diretor. Ninguém é perfeito, tendo religião ou não.
E realmente acho que você não respeita a minha opinião ou mesmo a entendeu, ou seu comentário teria sido diferente.
Quanto ao fato de colocar pessoalidades, não o fiz. Se você ler alguns comentários, verá que há uma clara confusão com relação a minha religião, ou mesmo se acredito em Deus. O que eu já respondi, também.
Agora, se eu realmente tivesse escrito uma crítica inconsequente e não profissional, como você acusa, provavelmente ela nem teria sido publicada.

Responder
Jonathan 25 de agosto de 2014 - 22:04

Você assistiu o filme?

Não lembra da senhora cristã que continua com aquela doença mental paralisada diante da TV?
Ou então dos jovens cristãos que terminam o filme separados por terem pontos de vista diferentes sobre a vida?
Ou a garota que foi expulsa de casa e está sendo sustentada pela igreja?

Acho que esqueceu de algumas coisinhas.

Responder
Juliano PLog 25 de agosto de 2014 - 17:47

Certamente, hoje no Brasil, qualquer argumentação, citação, filme, música, programa, que seja focado na Fé cristã bem como seus Valores é taxado de preconceituoso. Não importa qual for o tema do assunto, se falar muito em Deus, Jesus Cristo ou Fé, certamente será taxado de argumento religioso e com preconceito. Nem que para cegar nesta conclusão fatos são ignorados e inventados. Respeito à visão critica apresentado pela Melissa Andrade, entretanto não tem concordar com a visão preconceituosa que ela apresenta, em nenhum momento a tolerância religiosa e “chutada pra longe”, pelo menos essa fato não é tão claro quanto ela afirma. A visão de que o filme passa que aceitar na existência de Deus é a única solução para se feliz e os personagens que não concordam com isso tem um fim trágico é simplesmente fantasiosa. Vamos aos fatos, o professor (Kevin Sorbo) morre sim, mas não antes de aceitar Jesus, ou seja, quando morreu já tinha estava mudando de opinião quanto à existência de Deus, o protagonista (Shane Harper) também tem seus problemas apresentados durante o filme, que não se resolvem, como romper seu relacionamento, logo não vejo a “lavagem cerebral” tão intensa. O empresário bem sucedido representado pro Dean Cain, após receber a mensagem de texto de sua irmã (Deus não está morto) simplesmente a ignora, e nada de ruim acontece com ele, ou contrário de sua mãe que apesar de ser fiel a sua fé, continua debilitada com sua doença mental. Estes são apenas alguns desfechos que derrubam a ideia apresentada de lavagem cerebral.
Mas acredito que a maior prova do preconceito exposto pela critica, bem com a fraca sustentação de seus argumentos é a afirmação que o próprio filme anula aquilo que se propõe, afinal a proposta do filme não é apenas a questão da tolerância religiosa, mas é foco também a ideia de que DEUS NÃO ESTA MORTO. Não precisar ser um famoso critico de cinema para saber que na disputa entra aluno e professor, os argumentos do aluno falariam mais alto, e a conclusão geral da história seria de que Deus não esta morto, afinal qual é o nome do filme? Como esperar uma conclusão diferente?
Em momento algum me senti levando “com a Bíblia na cabeça”, e com certeza o filme não é tão intolerante e preconceituoso quanto a critica apresenta.

Responder
Marivaldo Silva Junior 25 de agosto de 2014 - 14:20

Parabéns, você conseguiu combater um suposto preconceito com seu preconceito. Combateu a intolerância com intolerância. Muito incoerente sua crítica, mas foi típica de uma mentalidade cristofóbica. Uma dica é, apresente argumentos plausíveis para fundamentar sua crítica, caso contrário ficará nessa hipocrisia de acusar algo no qual você o faz. Não distorça a realidade do filme nem veja chifre na cabeça de cavalo, vejo que seu problema é ideológico, mas faça isso de forma honesta.

Responder
Melissa Andrade 25 de agosto de 2014 - 17:41

@marivaldosilvajunior:disqus sério mesmo? Não concordo. Não acho que fui intolerante, incoerente, preconceituosa ou mesmo cristofóbica. Palavra essa que nem sabia que existia!

Apenas apresentei a crítica de um filme com base naquilo que estudei dentro do cinema e também no que o filme apresenta como enredo. Que é sim falho ao apresentar argumentos fortes, interessantes e depois distorcê-los em virtude de propósito que até então, não estava muito claro.

Creio eu que a sua visão de como devesse ser essa crítica é que está um tanto distorcida.

De qualquer forma, agradeço o seu comentário.

Responder
idelbrando 25 de agosto de 2014 - 09:33

Ainda não assisti mas parece ser um bom filme.

Responder
Melissa Andrade 25 de agosto de 2014 - 17:42

@disqus_z79sOMmxZ7:disqus um filme falho, não necessariamente é um filme ruim. Mas veja sim e depois diga o que você achou.

Obrigada pelo comentário.

Responder
Renan Pascotti 25 de agosto de 2014 - 08:26

Gostei de sua crítica. Estou em um momento em que questiono minha fé. Não posso afirmar se creio não em Deus, tenho muito a refletir. A questão é que percebi que o filme trata os ateus simplesmente como amorais e tira o sentido da moralidade sem Deus. Achei simplesmente ofensivo essa parte. O filme perdeu o sentido a que se propôs, como você mesma citou. Não é questão de quem “ganhou” mais no final, mas do tratamento tendencioso o qual foram submetidos personagens teístas e ateístas. O filme é ótimo para quem já tem sua fé, serve como ótima forma de entreterimento para aqueles que já acreditam. Para mim, que estou me questionando quanto à Deus, me senti apenas ofendido. Há sim muitos ateus morais, são pessoas boas.

Responder
Melissa Andrade 25 de agosto de 2014 - 17:33

@renanpascotti:disqus agradeço o fato de ter gostado da minha crítica

Todos os pontos que você tocou, foram exatamente os mesmos que eu entendi.

E espero que encontre aquilo que procura.

Responder
Renan Pascotti 26 de agosto de 2014 - 00:17

Muito obrigado. E continue com suas reflexões e críticas, podem não agradar à maioria…mas quem pensa com a unanimidade, não precisa pensar, não é?

Responder
Eden Blues 26 de agosto de 2014 - 00:34

Não sei se tou equivocado, mas acho que o filme quis dizer que a moralidade, como a conhecemos, foi moldada a partir da fé em Deus. Pois sem Deus não haveria uma justificativa pra ter sido criado os padrões morais atuais. Mas repito que posso tá equivocado.

Responder
Renan Pascotti 27 de agosto de 2014 - 01:13

Bem, não posso afirmar que você está equivocado. Afinal, a moralidade tem um sentido de permitir a convivência harmoniosa entre os homens, surgindo como essencial à convivência social. Então se eu afirmasse que a moralidade foi moldada a partir da necessidade social e você que foi pela fé em Deus (ou deuses, dependendo da sociedade), seria difícil afirmar por certeza que hipótese estaria certa. Mas não é essa a questão que queria apontar. O que eu quis dizer é que a fé em Deus não está vinculada à moralidade. Basta observar que há ateus morais e cristãos amorais.

Responder
Ricardo B. Marques 26 de agosto de 2014 - 07:15

Renan, religiosidades à parte, sugiro a você, que corajosamente se admite em crise de fé, que tenha cautela quanto ao pesado jogo de interesses e de manipulações e controle ideológico das partes em conflito. Estas partes são, de um lado, a ideologia materialista-naturalista-ateísta, e, do outro, as ideologias “religiosas” criadas pelo homem.

Coloquei aspas em “religiosas” porque importa diferenciar a religião propriamente dita e em sua essência original (de “religare”, isto é, reconectar o homem a Deus), que é saudável e honesta, da “religião” que há muito perdeu essa essência, tornando-se objeto de manipulação, impregnada de distorções e interesses meramente terrenos, e não raro tomada por pessoas de pouco caráter.

Por outro lado, é claro que há pessoas (muitas pessoas) sem caráter e de moral questionável no ateísmo; mas também há bons ateus, e acho que eu mesmo fui um deles. Tendo sido educado por meus pais num lar sem qualquer religiosidade e sendo um cientista, acabei doutrinado ao ateísmo. Contudo, embora eu fosse um ateu um tanto radical, meio na linha do maluco do Richard Dawkins, e considerasse os religiosos (particularmente os cristãos) como gente burra e ignorante, e rejeitasse por completo a veracidade da Bíblia, não me considerava uma pessoa sem caráter, e nem amoral. E assim também são vários ateus.

Fato é que, após passar anos criticando, perseguindo (sim, eu fazia isso) e tratando de forma intolerante os cristãos, acabei me tornando um. Descobri que minha postura ateísta não era fundamentada em fatos reais, mas em sofismas; que meu entendimento de Deus e de religião era distorcido por confundir os absurdos da religiosidade humana com as verdades e os valores do cristianismo original; que minha atitude excessivamente crítica não era sinal de inteligência e “cabeça feita”, mas de mero preconceito; e, entre outras coisas, que assim como havia ateus criticando Deus, Jesus, a Bíblia e o cristianismo (além de outras religiões), também havia muitos ateus – alguns notórios – que haviam se convertido ao cristianismo e se tornaram grandes defensores da fé cristã. E, curiosamente, muitos ateus não sabem disso, ou omitem isso.

Sugiro que, enquanto está em sua busca, permita-se investigar todos os lados da questão. Recomendo que estude as obras e os argumentos de ex-ateus que se tornaram cristãos, como C. S. Lewis (que foi considerado “o ateu mais empedernido” e acabou se tornando o maior pensador cristão do século XX – dele, procure ler, pelo menos, “Cristianismo Puro e Simples”), Antony Flew (filósofo considerado “o pai do ateísmo moderno” e que, anos atrás, redimiu-se de sua posição e passou a crer em Deus – dele, leia “Um ateu garante: Deus existe”), Josh McDowell (dele leia, pelo menos, “Mais que um Carpinteiro” e “Evidências que exigem um veredito”), e tantos outros.

Que Deus o ilumine em sua busca sincera, Renan. Caso precise de qualquer apoio, entre em contato. Grande abraço!

Responder
Renan Pascotti 27 de agosto de 2014 - 01:07

Fico muito grato pela sua compreensão e pela sua opinião, principalmente, pois reflete muito do que penso. Suas recomendações serão bem aproveitadas, se tudo der certo talvez minhas dúvidas fiquem para trás. Obrigado!

Responder
AleCassia Aguiar 3 de setembro de 2014 - 16:37

Agnosticismo é uma forma mais
intelectualmente honesta do ateísmo. O ateísmo afirma que Deus não
existe – uma posição que não pode ser provada. O agnosticismo argumenta
que a existência de Deus não pode ser provada ou deixar de ser provada –
que é impossível saber se Deus existe.

É normal ter dúvidas. Existem tantas coisas
neste mundo que nós não entendemos. Com freqüência, as pessoas duvidam
da existência de Deus porque elas não entendem ou concordam com as
coisas que Ele faz e permite. No entanto, nós, como seres humanos
finitos, não devemos esperar entender um Deus infinito. Romanos 11:33-34
exclama: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do
conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão
inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor?
Ou quem foi o seu conselheiro?” Nós devemos acreditar em Deus pela fé e
confiar nos seus caminhos pela fé. Deus está pronto e com vontade de
revelar a Si próprio de formas incríveis para aqueles que acreditam
nele. Deuteronômio diz: “De lá, buscarás ao SENHOR, teu Deus, e o
acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma.”

Responder
planocritico 3 de setembro de 2014 - 19:39

Você não está errada(o), @alecassiaaguiar:disqus, mas o mesmo vale para aqueles que acreditam em um deus, seja ele Jeová, Alá ou até mesmo Cthulhu ou Tupã. O ateu não acredita em um deus e o teísta acredita em um deus. São duas crenças, ou seja, duas formas de acreditar em alguma coisa e nenhuma das duas exige prova. Crença é algo que vai além (ou aquém em alguns casos) das provas, pode ser completamente irracional, aleatória e não há que se falar que aqueles que não acreditam em um deus estão mais errados ou mais intelectualmente desonestos do que aqueles que acreditam em um deus.

Abs, Ritter.

Responder
AleCassia Aguiar 4 de setembro de 2014 - 12:42

Ritter, você é uma prova viva do que a Bíblia fala,pois se engasga com um mosquito e engole um camelo dizendo no começo que “não estou errado” e no contexto geral estou.

Para isso a bíblia diz
Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século?
Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.

1 Coríntios 1:20-23

Não existe figura mais odiada, mais amada e mais polêmica do que Jesus Cristo. Ele está entre os nomes mais buscados em sites na internet.
Ocupa os primeiros lugares em pesquisas feitas em bibliotecas e bancos de dados em todo o mundo. Sua influência abrange praticamente todas as áreas literárias e cientificas da história. É mencionado por políticos,
cientistas, físicos, professores, educadores, comerciantes, pobres, ricos, mendigos e inúmeras outras pessoas em qualquer nível intelectual e social. O livro que conta sua historia ainda é um dos mais vendidos no mundo.

Uns o adoram, outros o odeiam. Muitos o defendem, outros lhe perseguem. Uns o evocam, outros o amaldiçoam. Para a ciência é uma “pedra no sapato,” para homens desesperados, esperança e salvação.

Tudo graças as suas principais afirmações e suas obras.

Ele não só afirmou ser o filho de Deus, mas também afirmou ser Deus. Vejamos algumas de suas afirmações:

“Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao céu se não for por mim.”

(João 14:1–14)

“Eu sou a Porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” (João 10.9)

Nestas afirmações feitas por Cristo Ele deixa bem claro que é o único caminho verdade e vida. Ele não mencionou que era “um caminho”, nem mesmo mencionou ser Ele uma das portas, mas afirmou ser “a porta”, ou seja, a
única porta existente.

Cristo não deixou espaço para outros deuses ou mestres, mas afirmou ser único.
O único Filho de Deus, sem o qual ninguém entra no céu.

“Alguns escritores podem brincar com a idéia fantasiosa de um ‘mito de Cristo’, mas não podem fazê-lo com base nos dados históricos. A historicidade de Cristo é tão axiomática para um historiador desprovido de preconceitos como é a historicidade de Júlio César. Não são os historiadores que propagam as teorias a respeito de um ‘mito de Cristo'”. Otto Betz conclui que “nenhum pesquisador sério se aventurou a postular a não historicidade de Jesus”.

Se querem a prova que Deus existe e que é o único Deus, aí está, O nome dele é Jesus, O Deus que se fez carne, que como Deus se humilhou para ser como nós para nos dar uma salvação por meio dEle.

Responder
planocritico 4 de setembro de 2014 - 15:38

Ok, entendo que você não tem uma resposta ao que escrevi sem citar o que outros escreveram como verdades absolutas… Uma pena. Achei que haveria alguma chance de um debate sério e não uma tentativa de catequese de botequim… – Ritter.

AleCassia Aguiar 4 de setembro de 2014 - 16:22

creio que o crítico profissional, busca uma análise mais profunda em qualquer assunto ao dar a opinião final.

O que infelizmente não vi até aqui.

planocritico 4 de setembro de 2014 - 16:55

Não estou falando como crítico. Até onde vi, a discussão saiu do filme e passou a ser outra, derivada do filme. Portanto, não escrevo como tal (até nem vi o filme, já que não fui em quem fez a crítica). Mas, novamente, se você não quer discutir o assunto sem citar textos bíblicos, ok, entendo.

Ah, só uma coisa: análise profunda não é transcrever textos de terceiros. É saber balancear esses textos e vários outros e emitir SUA PRÓPRIA OPINIÃO e não a opinião dos outros adotada sem filtros de qualquer natureza.

Eu concordei com você até certo ponto, emiti minha opinião e você me veio solapando de textos bíblicos sem qualquer relação com o que escrevi e que querem me converter em teísta. Se tem alguma chance de isso acontecer, não será dessa maneira.

– Ritter.

AleCassia Aguiar 5 de setembro de 2014 - 09:53

Caro Ritter, a crítica da qual citei não foi somente referente ao filme, do qual não podemos excluir aqui, mas do assunto em geral; Deus e Não deus. Pelo que estou vendo aqui nesses comentários não há um que não seja crítico, até mesmo o que respondi ao Renan, tanto é que fiz uma análise para tal.

Referente ao textos bíblicos, não tenho como não responder ao assunto em que trata de Deus, e o Deus que acredito se não citar o melhor documento referente a Ele.

E para deixar claro, só porque estou citando textos bíblicos não quer dizer que quero converte-lo, e nem tenho poder para isso, pois estou longe de ser deus, e a própria bíblia me diz isso.

DCmoreira 4 de setembro de 2014 - 17:47

@AleCassia Aguiar,
Fala mal da Ciência, mas quando fica doente vai correndo pra farmácia.

Como uma coisa que não existiu (Jesus) prova que outra coisa existe (Deus)? Loucos esses crentes.

NestorBendo 6 de setembro de 2015 - 20:27

Nenhum historiador sério o quê? Boa, essa! Conta outra?

Comece por Bart Ehrman, passe por Dominic Crossan, Israel Filkenstein, Geza Vermes, e termine com Karen Armstrong. Boa leitura.

Eduardo Vasconcellos 25 de agosto de 2014 - 01:53

Há um fenômeno social que tem preocupado os pais cristãos norte-americanos: 75% de seus filhos cristãos abandonam a fé ao chegarem à universidade. Esse fato, que se repete em outros países em menor escala, via de regra deve-se a dois motivos. Primeiro, os filhos que não tiveram tempo ou oportunidade de ter suas próprias experiências espirituais e caminham na fé dos pais nunca se converteram de verdade. Isso em parte seria um problema restrito ao lar ou à congregação caso eles não se vissem – quando entram no ensino superior, diante de uma enxurrada de teorias e visões que contestam o ensino bíblico e que, aparentemente, possuem maior autoridade sobre o assunto. Este é o segundo ponto e é nesse contexto que o filme “Deus não está morto” está
inserido. Ele é uma resposta a essa situação.

E a evidência disso está em seu título. No mundo ocidental não se fala em outro Deus que não o de tradição judaico-cristã. Quando a modernidade surgiu trazendo a secularização e o laicismo, a filosofia e as ciências seguiram no sentido de negar a existência de Deus. Daí a frase: Deus está morto. Mas com o passar do tempo viu-se que a fé não deixou de existir a partir de teses filosóficas e sociológicas ou teorias científicas. Foi depois que surgiram novos movimentos religiosos na sociedade secularizada que alguns pensadores chamaram essa agitação de Revanche de Deus. Por isso o título “Deus não está morto” não deixa dúvida sobre essa conjuntura histórica.

Mas, apesar disso, a maioria dos centros acadêmicos hoje em dia não admite considerar os argumentos bíblicos para debate, por exemplo, sobre o criacionismo, sob o pretexto de que a universidade pública deve ser laica. No entanto, não deixam de estudar outras cosmogonias onde, por exemplo,
se ensina como outros deuses foram criados, com é o caso de Marduque na
mitologia babilônica. Nesse sentido é sempre bom ressaltar que as únicas
religiões que não se propõem a explicar de onde surgiu Deus são as de raiz
monoteísta. Em todas as outras cosmogonias, seja mito ou religião, encontraremos um texto sobre o surgimento de Deus. Particularmente, a Bíblia não tem a preocupação de provar a existência de Deus. Pelo contrário, afirma de forma contundente sua existência ao explicar a criação e revelar seu propósito para a humanidade.

Outra singularidade que encontramos e que deveria ser levada em consideração é a diferença entre filosofia, ciência e religião. A filosofia trabalha com hipóteses, busca respostas. No momento que julga as ter encontrado, deixa de ser filosofia e transforma-se em ciência ou religião, ou alguma outra coisa, mas deixa de ser filosofia. Podemos considerar hoje o ateísmo como um movimento religioso também, tão fanático como alguns grupos religiosos. A ciência, por sua vez, trabalha com teorias, observando-as na expectativa de que se confirmem. Muitas delas nunca chegam a cumprir-se e não é raro encontrar teorias contraditórias. A teoria da evolução é uma dessas. Aplique métodos de datação diferentes aos mesmos fósseis e verá o tamanho da discrepância nas informações.

Por último, a religião cristã – e vou restringir-me a essa porque o filme trata dela, postula verdades que são consideradas absolutas devido à procedência de sua fonte: o próprio Deus. As guarda como dogmas imutáveis. Por exemplo, a Bíblia ensina que todo homem pode obter a sua salvação através da crença no sacrifício vicário de Jesus Cristo. Isto é uma verdade absoluta dentro do cristianismo e não pode ser mudada. No momento que se admite que a salvação pode ser conseguida por outra via, esse discurso passa a pertencer a outra religião, a uma seita ou trata-se de uma heresia. Não há como negociar verdades a esmo e relativizá-las para um desfecho politicamente correto. A autora da crítica, como católica, deveria estar ciente disso. Mesmo não sendo praticante, ao menos não contradiria a apresentação de si mesma, onde diz ser aberta a conhecer novos assuntos.

Por tudo exposto acima, considero que a crítica foi preconceituosa sim, mas também faltou embasamento e contextualização. Afirmar que os produtores estariam apenas preocupados com a bilheteria, por outro lado, é ma fé. Não há como comparar Deus não está morto com o Código daVinci. Como escrito no início, o filme cumpre seu objetivo apologético da fé cristã e deve ser visto dessa maneira e não se lhe pode atribuir falha por não abrir mão de sua cosmovisão bíblica em favor do laicismo. Aliás, como escreveu a autora da crítica em algum lugar, que toda unanimidade é burra, certamente “Deus não está morto” não cede aos apelos do lugar comum, demonstrando assim muita personalidade.

Prezado moderador, me perdoe a extensão do texto, mas o assunto requer mais linhas. Agradeço a publicação. Abs

Responder
planocritico 25 de agosto de 2014 - 10:04

@eduardo_vasconcellos:disqus, seus comentários estavam indo muito bem até você colocar em dúvida a teoria da evolução. Não sei, porém, se foi essa sua intenção. Por isso, pergunto: você nega o evolucionismo e acredita no criacionismo?

– Ritter.

Responder
Eduardo Vasconcellos 26 de agosto de 2014 - 02:03

Caro Ritter, a leitura do meu texto não deixa dúvida sobre
minha posição a respeito, por isso não entendi a sua pergunta…. Claro que acredito no criacionismo. Pra você ter uma ideia sobre a Bíblia, no século VII a.C. o profeta Isaias escreveu que a terra tinha forma redonda, como um globo (Is 40.22). Dois mil anos antes de Cristo, o personagem Jó afirmou que o norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada (Jó 26.7). Percebe a importância dessas declarações? Feitas num tempo que não existia ciência, viagens ao espaço e telescópios potentes para confirmar a informação? Não há como negar essas evidências hoje. Também não podemos negar que a Bíblia revelou
com muita antecedência esses aspectos sobrenaturais. Isso é revelação!!! Por isso a Bíblia merece crédito. Crer nela ou crer na ciência é um ato de fé semelhante. A diferença é que a ciência não conseguiu chegar à Teoria de Tudo. A teoria da evolução nunca passou disso mesmo e não comprovou – pelo seu próprio método de observação – nada além da acomodação de algumas espécies em situações diferentes. Mesmo assim, você já
viu girafa nascer com o pescoço curto? Não existe evolução cromossômica. É pura especulação. Ou já presenciou algum macaco transformando-se em ser humano? A revista Veja desta semana divulga o livro A ilha do Conhecimento, do físico brasileiro Marcelo Gleisler, no qual ele admite que a despeito dos avanços científicos nunca achamos soluções para as dúvidas
primordiais: por que tudo existe, por que pensamos, por que estamos aqui. Gleisler afirma que quanto mais se acumulam teorias ou inovações tecnológicas e científicas, maior a sensação de andar em círculos, daí o nome Ilha. O oceano
que rodeia é todo o desconhecido. Quanta impotência!!!

Responder
planocritico 26 de agosto de 2014 - 12:35

Hummm, ok. Mas vejo que sua crença é completamente embaçada pelo seu desconhecimento do que é a evolução ou mesmo o que significa uma teoria científica. Mas não quero sair debatendo isso por aqui não. Passar bem!

– Ritter.

Responder
Eduardo Vasconcellos 26 de agosto de 2014 - 13:16

Nao vai debater porque lhe falta conteudo, meu caro…. Embaçado esta o seu entendimento

planocritico 26 de agosto de 2014 - 13:29

Isso mesmo! Falta-me conteúdo!

– Ritter.

NestorBendo 6 de setembro de 2015 - 20:30

Pois, vamos a um lugar onde há quem saiba, e quem se dispõe ao debate sobre criacionismo:

http://www.ceticismo.net

DCmoreira 26 de agosto de 2014 - 14:47

1- A terra não é redonda
2- A terra não está sobre o nada
3- Ouro não enferruja – Tiago 05:02
4- O céu não é firme como um espelho fundido – Jó 37:18
5- A Terra se movimenta – I Crônicas 16:30, Salmos 93:01, 96:10, 104:05
6- A Terra não é sustentada por colunas – I Samuel 02:08

***Quer mais?

Responder
Dilmar Paulo 24 de agosto de 2014 - 20:42

Esse é um espaço extraordinário para colocar seu pensamento sobre determinados assuntos e nesse momento é o filme: Deus não está morto! Ora o
filme é bem claro é o Deus dos cristãos, dos judeus (Deus único) se
existisse mais de um deus já não seria Deus, o Deus que é amor que deu
seu filho para salvar todos nós (pois esse mundo é temporário) e nós
cremos na eternidade. Dizer que Jesus te ama pode ser simplório e piegas para muito, não importa, é a verdade! Ele nos ama a tal ponto que nem sequer imaginamos o quanto! E mesmo assim nos deu a liberdade (livre arbítreo) para rejeitar esse amor? Falo isso porque essa é a mensagem simples e apaixonante do filme! E não
poderia ser diferente em se tratando de Deus! Deus não está morto porque
não pode morrer, Ele não nasceu, não foi gerado, é um mistério para
nós, Ele é!

Responder
planocritico 25 de agosto de 2014 - 00:45

@dilmarpaulo:disqus, obrigado pelo comentário. Não sou um cara que gosta de discutir fé em geral, mas gosto quando o assunto é tratado em um nível elevado como esse que você imprimiu. Como alguém que não acredita em nenhum tipo de deus (seja ele Deus ou Zeus, pouco importa) e que respeita profundamente aqueles que não são o que chamo de “cegos religiosos”, acho uma discussão fascinante.

A crença em um deus é algo que não se pode discutir, o que eu coloco em xeque – e esse é meu ponto – é a questão do “único deus” (uso minúscula pois não estou falando do Deus dos cristãos). Quando qualquer religião estabelece que seu deus é o único deus, ela automaticamente desacredita e “esnoba” todos os outros deuses de outras religiões. Será que esse raciocínio (esse meu aí) é isso que significa o tal “deus único”? É a crença absoluta que seu deus é o correto, o único existente, jogando por terra as outras crenças, desde crenças indígenas em deuses correlacionados diretamente com a natureza até deuses equiparáveis à Deus em termos de evolução dogmática (Alá, por exemplo)?

Fica aí o pensamento, sem qualquer tentativa de impor nada, apenas de, como você bem disse, discutir em um ambiente sadio.

Abs, Ritter.

Responder
José Carlos Medeiros 24 de agosto de 2014 - 16:53

Em que momento do filme este se propos a ser um filme aberto, ele é um filme cristão que se propõe a dar uma mensagem cristã.Mas o filme não é extremista pois o próprio estudante que aceitou o desafio de provar a existência de Deus fala que no fim cada um tem a sua escolha. Além disso todos os cristãos do filme passam por problemas, e em nenhum momento se fala que a felicidade existe somente para quem é cristão. Pelo contrário é mostrado que às vezes quem é bem-sucedido é justamente quem está longe de Deus.
“Deus não está morto”, pelo próprio titulo não é difícil entender que se trata de mostrar a fé às pessoas. Se a proposta fosse de um simples debate acho que seria “Deus está morto?” O filme afirma desde seu titulo que Deus está vivo, acho que por isso pode-se facilmente perceber que a proposta não é deixar algo em aberto.
Li algumas de suas respostas a outro leitores e em uma delas você cita Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra.”, mas em outro comentário se baseia na opinião de outros críticos mais experientes para provar que não está errada.
O que eu tirei da sua crítica é que foi mais uma reclamação por ter uma mensagem cristã bem evidenciada, do que qualquer outra, tendo em vista que em nenhum momento é citada uma palavra a respeito das atuações, da direção ou qualquer aspecto técnico do filme. Não sou critico, longe disso, mas acho que você e outros críticos tiraram de suas cabeças que o filme não era cristão no início.

Responder
Melissa Andrade 24 de agosto de 2014 - 19:09

@disqus_Pv7eySaHMr:disqus,
Quando citei Nelson Rodrigues foi porque o outro leitor perguntou se tínhamos visto o mesmo filme, por isso a frase caía muito bem. Há percepções e percepções do mesmo filme. Como também acontece com outros meios como livros e até seriados.

Em relação ao link que utilizei foi para mostrar que a crítica mais experiente ressaltou a mesma premissa que eu entendi, a de conscientizar sobre a proibição do manifesto da fé dentro de estabelecimentos de ensino nos EUA e que o mesmo se perde durante o filme.

Quanto as atuações, como respondi para outro leitor, quando algo chama muito a atenção de um crítico, nesse caso o desvio do enredo, não tem muito sentido falar de outros aspectos técnicos do filme.

Espero que tenha dado para entender.

Agradeço pelo seu comentário.

Responder
Leticia 26 de agosto de 2014 - 12:09

Vc acreditando ou não, Deus é Deus!!! Deus nunca vai deixar de ser Deus!!!! E ninguém pode falar de ninguém. As pessoas vivem falando que os cristãos criticam e não aceitam os outros. Sendo que são criticados por todos também. Ninguém é obrigado a aceitar ninguém. Apenas acho que quem fala o que quer, escuta o que não quer. E se as pessoas deixassem de ficar reparando o que o próximo deixa ou não de pensar ou fazer, querendo dar opinião que de nada vai valer, vai apenas gerar mais falatório, o mundo seria bem melhor. Agora repetindo: DEUS É DEUS, o mundo crendo ou não.

Responder
DCmoreira 26 de agosto de 2014 - 14:49

E Papai Noel é Papai Noel!
E Coelhinho da Páscoa é Coelhinho da Páscoa!

Responder
Melissa Andrade 27 de agosto de 2014 - 02:13

@disqus_LEf2ctdevg:disqus, me desculpe, mas você está dizendo que eu não acredito em Deus, é isso?
E ao dizer que “ninguém é obrigado a aceitar ninguém” não estaria fazendo você justamente o contrário ao vir aqui e colocar seu comentário e querer que as demais pessoas, eu inclusa, aceitem o que você escreveu?

Responder
Leticia 27 de agosto de 2014 - 04:54

Não quero que ninguém aceite ou concorde comigo em nada. Só estou dizendo que Deus é Deus quer vc ou quem for acredite ou não!

DCmoreira 27 de agosto de 2014 - 11:10

E Saci Pererê é Saci Pererê quer você acredite ou não.

J.R. Dib 24 de agosto de 2014 - 16:32

Todo tipo de gente que acha que sua religião é mais importante que a dos demais ou que se acha melhor pessoa por ter uma religião, acaba por ter seus argumentos viciados por anos e anos de manipulação de dogmas e filosofias fundamentadas estritamente em controle social e manipulação de poder com o fim de permanecer no poder. Da mesma forma, ser ateu não te faz uma pessoa melhor que as demais. Quando se fala que religião, futebol e política não se discute é porque os três temas tratam de manipulação de massa e toda vez que um alguém entra com os dois pés em uma discussão que era para ser inteligente, só demonstra mais uma vez que a massa é burra, sejam políticos, religiosos ou futebolísticas. Ao invés de criticar ou de criar caso porque se acha mais “inteligente” porque leu esse ou aquele doutrinador, que tal ser um pouco mais complacente e aplicar as suas teorias, dogmas ou o que quer que seja a sua própria vida e aqueles que nos rodeiam e largar um pouco a imbecilidade radical que cada dia mais permeia a sociedade.

Responder
planocritico 24 de agosto de 2014 - 19:24

@jrdib:disqus, extremamente lúcido seu comentário! É bom ver alguém assim no meio de tantos comentários estapafúrdios. É exatamente o que penso. Obrigado! – Ritter.

Responder
Ricardo B. Marques 24 de agosto de 2014 - 09:59

Crítica, isso aí? Ué, não entendi… Quem, religioso ou não, dispõe de um mínimo de inteligência e percepção, e assistiu o filme, nota facilmente que não bate em nada com o que essa jornalista diz em sua pretensa “crítica”. Será que vimos o mesmo filme? O nível de distorção entre a realidade do filme e a expressão da “crítica” é tamanho que ou estamos falando de filmes homônimos, porém muito diferentes, ou alguém nessa história anda vendo “chifre em cabeça de cavalo”. O que, aliás, é bastante comum em criticismos presunçosos e ideologicamente [des]orientados. Gente, vamos dar chance aos neurônios!

Responder
Melissa Andrade 24 de agosto de 2014 - 13:23

@ricardobmarques:disqus, não creio que tenhamos visto filmes diferentes. Mas, o entendimento sim, pode ter sido outro, o que é perfeitamente normal.

Nas palavras do imortal Nelson Rodrigues “Toda unanimidade é burra”.

Ou seja, se a opinião de todos fosse que o filme é muito ruim ou muito bom, algo estaria errado.

Agradeço o comentário.

Responder
Mauro 24 de agosto de 2014 - 00:37

Estranha essa crítica. primeiro porque a analista decidiu atribuir uma proposta ao filme que só está na cabeça dela. O filme é explicitamente de cunho cristão e tem o objetivo claro de confrontar a antítese do tema proposto, e não o de pregar a tolerância religiosa. Segundo em nenhum momento o filme trata da fé cristã como um meio para se alcançar felicidade ou sucesso, aliás, poderia dizer que o que ele faz é justamente desvincular uma coisa da outra, desmistificando a ideia equivocada, que muitos outros cristãos tem, de uma fé meramente utilitária. Exemplo disso é que no filme, tanto os crentes quanto os descrentes sofrem, perdem, morrem. O cara que no final decidiu crer, não foi curado milagrosamente nem fez cara de bonzinho por ter crido. A jornalista não foi curada do câncer. e os pastores não eram pessoas perfeitas e sem problemas. tem uma crente com uma doença degenerativa, outra expulsa de casa, um jovem que ganhou um problema com o pai, outro perdeu a namorada, uma mãe crente que morreu de câncer, e a crítica diz que os que “os personagens descrentes sofreram os piores destinos”!! Hahaha! Aposto que você teria dado muitas estrelas se o professor tivesse provado o contrário e convertido o personagem ao ateísmo. Olha em geral eu não gosto de assistir filmes “cristãos” pode ser um preconceito meu mas 99% são piegas, caricatos e indiferentes a inteligência de quem os assiste. Este filme no entanto me surpreendeu muito positivamente e dá de lavada em muitos filmes que mereceram constelações da crítica especializada.

Responder
Melissa Andrade 24 de agosto de 2014 - 13:13

Mauro, a proposta do filme não está apenas na “minha cabeça” como você apontou. Ela existe.
O intuito inicial do mesmo é o de conscientizar que as faculdade americanas estão proibindo os alunos de manifestarem sua fé religiosa. Vide a lista de inúmeros processos que aparecem nos créditos.

E não, não teria dado estrelas se o professor tivesse ganhado. Acharia falho de qualquer forma.
Teria dado estrelas se ao menos o final ficasse em aberto. Se, o personagem do professor que já sofria desde criança com a morte da mãe e se tornou uma pessoa amargurada tivesse ao menos um final pouco mais feliz do que morrer. Acho que ficou pesado demais e acabou desviando o filme.

Outros críticos, muito mais experientes do que eu, tiveram a mesma impressão:
http://www.imdb.com/title/tt2528814/criticreviews?ref_=tt_ov_rt

Agradeço seu comentário.

Responder
Mauro 24 de agosto de 2014 - 16:46

Melissa, veja bem… é verdade que você toca na questão da proposta (explícita) do filme que é o confronto de duas idéias antagônicas, mas que é contada a partir do ponto de vista daquele que defende a ideia cristã. Só que no fim você conclui que no desfecho do filme, essa proposta foi reduzida a uma mera tentativa do Diretor e dos roteiristas de vender os “produtos” felicidade e sucesso em troca da fé e é aí que eu vejo o seu equívoco porque nada no filme aponta para essa conclusão nem mesmo implicitamente, e é isso junto com o “destino dos descrentes” que entendo estar só na sua cabeça.
Esse é claramente um filme cristão de cunho evangelístico com o intuito de difundir a ideia de um “Deus Vivo e Salvador”, deixar o debate em aberto não contribuiria com esse objetivo. Concordo que o clima pesou com a morte do professor mas não desviou nem um pouquinho da premissa inicial.
Bem.. concluindo, embora tenhamos leituras diferentes do filme e de seus objetivos, devo dizer que admiro a sua serenidade em lidar com essa “enxurrada” de críticas da crítica rsrs embora a introdução que você faz no início do seu texto já mostre que você estava preparada pra isso.
Valeu!

Responder
Melissa Andrade 24 de agosto de 2014 - 18:50

@disqus_hIn6vMJqXQ:disqus preciso me manter serena ou então enlouqueço. Mas, não há perigo de acontecer nem um ou outro, pois minha consciência está tranquila quanto as acusações de ser anti qualquer coisa. Algo que nem posso, seria hipocrisia de minha parte tendo em vista minha educação católica.

E concordamos em discordar, algo normal certo?

Obrigada pelo elogio quanto a minha serenidade e também pelos comentários 😉

Responder
Mauro 25 de agosto de 2014 - 02:02

Certíssimo!! rsrs! Não acho você anti nada.. e acho legal essa tranquilidade, ela deve te ajudar bastante a sublimar a “fúria” de alguns “cristãos” “xiitas” que não lidam bem com o contraditório. Fica firme aí e até o próximo filme.

Lia Souza 23 de agosto de 2014 - 14:09

O tema é apaixonante, para mim só perde para a existência de seres vivos e inteligentes fora da Terra — segundo ‘nossa’ visão de ‘inteligente’ — e tão complexo que não caberia num filme nem de 4 horas com caráter de documentário, imagine em uma hora de filme que, pela origem do cinema, é apenas entretenimento. Depois invetaram um tal ‘cinema de arte’, uma tentativa intelectualóide de separar bom x ruim, engajado x alienado, etc. Antes de discutir se Deus está vivo ou morto é preciso definir e decidir de qual ‘deus’ se trata, não? Afinal, já provaram a existência de algum deus ente os milhares já descobertos e cultuados por diferentes povos em diferentes geografias e tempos da jornada humana? O filme parte da existência apenas de um Deus de um certo povo: o Deus bíblico e que não era o único tanto que a bíblica cita outros como Baal, mas se proclama o supermegahiper em uma surto de megalomania através da boca de um homem comum, já que não há nada diretamente deixado por Javé, apenas o que foi saído pela boca de reles humanos que registraram como quiseram e convinha para unir tribos com objetivos claramente políticos e justificar extermínios de quem não aderisse ao novo super herói [‘eu sou o Senhor teu D’us, ó Israel, fora de mim não há Deus/ não terás outros deuses diante de mim (e não diante podia?), apenas apela para que somente um é o ‘verdadeiro’ sem provas de tal afirmação (ser o verdadeiro entre os demais da época) e que foi imposto pela ponta da espada. Javé manda matar até o prórpio povo!
O filme já começa ruim pelo título que limita e impõe apenas um ‘certo’ Deus. Discutir se ele está morto sem provar antes a existência é meio que enxugar gelo, ou andar em círculos, não? Não provar a existência do tal Deus ‘único’ e sequer do tal Jesus Cristo histórico já é uma péssimo ponto de partida para qualquer discussão sobre o tema sem cair em maniqueísmos e propaganda de ideias/proselitismo, tanto do ponto de vista acadêmico como de mero entretenimento. Ademais, quem financia a obra impõe sua visão de mundo e a usa para proselitismo, nada de muito novo então… No mais, é só um filme, um ‘produto’ de uma indústria e o que interessa é que dê lucro ou não seria feito. Polêmica sempre gera curiosidade que gera público pagante que gera dindim. Não há motivos para guerras. Quem gosta acha bom o investimento, quem nao gosta lamenta o tempo perdido e a grana. C’est la vie 🙂

Responder
Melissa Andrade 23 de agosto de 2014 - 15:09

Excelente análise Lia!

Responder
Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:16

Show Lia, gostei da sua análise.

Responder
Ricardo B. Marques 24 de agosto de 2014 - 09:50

Meu Deus, quanta estupidez num comentário desses. E ainda tem gente que chama de “análise”… Eu, hein?

Responder
Lia Souza 12 de janeiro de 2015 - 13:50

Inveja, né? como não tem capacidade para ler e interpretar. Fds, alguém pediu sua opinião? Não? ÔOO, tadinho, precisa de atenção então vem pedir, né? Agora rola, dá patinha e finge de morto.

Responder
Dilmar Paulo 24 de agosto de 2014 - 20:29

Lia, vc me parece inteligente, embora use palavras estereotipadas em excesso para expressar suas premissas. Mas foge do assunto que é o filme, “Deus não está morto”. Suas opiniões, carregadas de preconceitos e fora de contexto bíblico. Definir de qual deus se trata o filme? Ora o filme é bem claro é o Deus dos cristãos, dos judeus (Deus único) se existisse mais de um deus já não seria Deus, o Deus que é amor que deu seu filho para salvar todos nós (pois esse mundo é temporário) e nós cremos na eternidade. Lia se eu falar que Jesus te ama e muito, vc vai ficar brava comigo? Vai me xingar? Não importa, Ele te ama tanto que vc nem imagina, essa é a mensagem simples e apaixonante do filme! E não poderia ser diferente em se tratando de Deus! Deus não está morto porque não pode morrer, Ele não nasceu, não foi gerado, é um mistério para nós, Ele é!

Responder
Lia Souza 12 de janeiro de 2015 - 13:48

Crentelho detected! Não existe deus nenhum. Prove que existe. Grandes afirmações pedem grandes provas, evidências. Enfia tua fé no ralo e vá junto. Vá fazer pregação pra quem não tem cérebro, nem estudo. Não se meta nas opiniões alheias, as pessoas comentam para o post, não me importo que o que pensam ou deixam de pensar.

Responder
Wilson Santos 23 de agosto de 2014 - 01:49

Melissa, quer ser crítica? Primeiro leia bons livros, saia do mundinho pós moderno do marxismo cultural e do politicamente correto, contraditório e monofocal que acha legal ser anticristão, imoral e inconsistente, senão daqui uns dias você estará defendendo a pedofilia como forma de não preconceito. Nos EUA tem conservadores e reaças graças a Deus, senão já teriam aprovado a pedofilia por imposição da corja LGBTUVXZ como orientação sexual em nome da ´´diversidade“. E em nome do multiculturalismo os islâmicos estão espalhados pelo mundo tentando impor suas leis através da violência e morte, tendo como alvo principal os cristãos. Você vai apoiar ou se calar para não ser acusada de preconceituosa nestes casos?

Responder
planocritico 23 de agosto de 2014 - 02:28

@disqus_J73tVbQXva:disqus, para que essa agressividade toda? Você deve ser um cara cheio de problemas na vida por causa disso. Relaxe. Não leve tudo tão a sério.

E cara, sério, reveja seus conceitos do que é ser preconceituoso e tente não demonstrar isso em seus textos. Só aprovei esse para poder te responder. Mas qualquer coisa que continue com esse discurso que não leva a lugar nenhum e só incita brigas não será mais aprovado.

Passe bem.

– Ritter.

Responder
Erik Blaz Dos Santos 23 de agosto de 2014 - 02:56

Nossa, cara… Releia seu próprio texto, você esta afundado no preconceito cristão difundido por você mesmo. Se você gostou do filme, bravo, meus parabéns… Continue assistindo obras de pouco conteúdo.
Mas se não gostou, não precisa atacar com suas ignóbeis palavras, menosprezando o ponto de vista crítico de alguém.

Você ama a bíblia? Okay, mas já leu ela inteira?
Quer que eu cite os parágrafos que dizem que é certo punir pessoas com apedrejamento ou formas de tortura inimagináveis?

Então acalme-se, campeão e siga sua vida religiosa, afinal, Jesus não diz para respeitar o próximo? Respeite 🙂

Responder
Wilson Santos 23 de agosto de 2014 - 23:13

Eu sou autodidata em muita coisa e politicamente incorreto e daí? Professor numa sala de aula e profissional que se apresentam com balelas e pseudo intelectualismo ou repetindo discursos da esquerda norte americana e da Escola de Frankfurt estão acima da crítica?

Não tem argumento sólido Erik?Então tem que repetir mais um clichê posando de pessoa piedosa ou zombando mesmo, dessa vez religiosamente (Esse bordão se usa nos EUA e não no Brézil…).

Por isso que não dá pra aplaudir essa verborréia pseudo intelecutual atual que se mostra como profissional se achando no direito de acusar cristãos daquilo que anticristãos cometem e se consideram acima da crítica. Quem faz assim aprendeu bem com os impostores imorais da escola de Frankfurt e da esquerda americana, a maior fraude intelectual e política da (pós) modernidade que tem como religião o marxsimo, o gramscismo e seus respectivos deuses.

Responder
Melissa Andrade 23 de agosto de 2014 - 11:27

Wilson, vamos por partes:

1- “Não quero ser crítica”. Eu sou uma. Tenho tempo de trabalho e um diploma que comprova meu oficio.

2- Você está indo longe demais na sua revolta e se mostrando o preconceituoso apesar de estar me apontando como uma. Em momento algum difamei ou mesmo falei mal de qualquer religião na minha crítica. O simples fato de que considerei o filme falho não significada que eu seja anti qualquer coisa.

3- Acho que como disse meu colega Erik, você deveria ler mais a bíblia e deixar Jesus entrar no seu coração.

Responder
Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:17

vai se tratar

Responder
Rafael Gardiolo 23 de agosto de 2014 - 00:19

Que Star Wars, que nada. Este foi o “plano polêmico” da semana.

Responder
planocritico 23 de agosto de 2014 - 00:55

Essa é a mais pura verdade, meu caro @rafaelgardiolo:disqus! Por isso minha religião é Sith! 😀 – Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 23 de agosto de 2014 - 01:01

Perfeito! Somos dois. Nunca subestime o poder do lado negro da Força!

Responder
Erik Blaz Dos Santos 23 de agosto de 2014 - 02:58

Siths malditos, vou jogar palavras do velhos testamento Jedi em você! U_U

HAHAHAHAHHAHAHA!!

Responder
planocritico 23 de agosto de 2014 - 22:02

@erikblazdossantos:disqus, você é asgardiano! – Ritter.

Erik Blaz Dos Santos 27 de agosto de 2014 - 01:43

Ah é… Saco! ¬¬

HAUHUAUHAUHAHUAUHAUHUHAHAUA!!

Wainer Silva 22 de agosto de 2014 - 22:56

Diversos filmes fazem duras críticas ao Cristianismo (E até zombam como no caso de Piratas do Caribe) e isso não é preconceito. Dentro do ambiente universitário a crença em Deus é duramente atacada, e satirizada muitas vezes e isso não é preconceito. O conhecimento cientifico que se impõe como verdade absoluta no mundo do saber eurocêntrico, não é visto como preconceituoso. Agora quando nós Cristãos defendemos nossa fé somos preconceituosos? Desculpe Melissa, mas sua crítica demonstra claramente seu preconceito, uma vez que só o fato do filme ser cristão fez com que você não desse nenhuma estrela a ele; e os atores, cenários entre outras coisas que contam na avaliação? Profissionalmente devemos ser axiologicamente neutros, se pretende ser jornalista precisa aprender isso. Fora isso você é inteligente, e sabe criticar dignamente os filmes quando não se deixa influenciar pelos seus valores. Deus te abençoe, desejo-lhe sucesso !

Responder
Melissa Andrade 23 de agosto de 2014 - 01:11

O preconceito não está em defender a fé do cristão Wainer, mas torná-la uma verdade absoluta.
Da mesma maneira que o professor enquanto ateu, acreditava ter ele encontrado a verdade absoluta.

O filme não se apresenta como sendo cristão logo de início. Ele se propõe a um debate bem interessante, que acontece, mas depois acaba se perdendo, ao menos ao meu ver. O final não precisava ser aquele. O aluno já havia triunfado em sua defesa.

E nem sempre, em toda crítica, há a necessidade de se apontar tudo. Algumas vezes, como é esse o caso aqui, podemos apontar aquilo que mais nos chamou atenção no filme. Seja positivo ou negativo.

Obrigada pelo comentário.

Responder
Erik Blaz Dos Santos 23 de agosto de 2014 - 03:05

É Melissa, se você critica um filme cristão, você deve ser apedrejada e colocada numa fogueira, sua bruxa! HAHAHA…

Mas se você criticar um filme muçulmano ou da PQP não há nada de errado com você .-.

(Lógica dos Fanáticos)

Responder
Melissa Andrade 23 de agosto de 2014 - 12:00

HUAHUHA não é Erik? Vai entender….

Responder
Dilmar Paulo 24 de agosto de 2014 - 19:51

Melissa Andrade, entendi sua crítica mas não compartilho da sua opinião,
também esperava um desfecho, “momentaneamente” mais feliz do professor,
mas na real, ele teve o desfecho mais feliz possível dentro da fé
cristã, ou seja a Salvação Eterna, aliado ao seu livre arbítreo! Outra
coisa, a premissa de que toda unanimidade é burra! Eu já usei esse frase
várias vezes, mas pensando melhor: se “toda unanimidade é burra” então
não deixa de ser uma unanimidade?

Responder
Melissa Andrade 24 de agosto de 2014 - 20:56

@dilmarpaulo:disqus a frase toda unanimidade é burra serve para uma série de coisas. Não apenas para opinião, mas também quanto a ídolos e ideiais. É sempre bom questionar as coisas.

Responder
Wainer Silva 30 de agosto de 2014 - 02:54

Justamente Melissa. E acredito que o filme cumpriu muito bem esse papel. Poderia ser o inverso, um professor cristão forçando os alunos a escrever “Deus não está morto”. A questão é que atualmente somos forçados a pensar de determinadas formas, e caso contrario sofreremos coerção; e no meio universitário isso ocorre muito, especialmente relacionado a fé. As pessoas precisam ser livres para escolher, e terem suas escolhas respeitadas.

Erik Blaz Dos Santos: Estamos debatendo, ninguém está condenando ninguém. Todos temos o direito de criticar, e expressar nossas ideias, inclusive nos cristãos.

Responder
Wilson Santos 23 de agosto de 2014 - 01:40

Marxismo cultural a gente encontra aos montes hoje como resultado da lavagem cerebral esquerdista no Brasil: Intolerância, preconceito e afins, para alguém se mostrar mente aberta ou ´´intelectual“ basta arrotar esses clichês. Se você não se manifestar sobre os massacres no Iraque, Síria e outras perseguições contra cristãos tudo bem, e se você acusar, atacar ou se manifestar contra cristãos tudo bem, mesmo que apoiando a carnificina islâmica, o que importa é o POLITICAMENTE CORRETO, o lixo moderno das filosofias dos idiotas úteis* que idolatram ateus imorais.

*Idiotas úteis: conceito de Lênin, um líder ateu, comunista, imoral entre os mais famosos e sanguinário que existiu.

Responder
Erik Blaz Dos Santos 23 de agosto de 2014 - 03:03

Engraçado… Hitler era católico, aliás, o senhor já ouviu falar da Guerra dos Camponeses ou das Cruzadas?
HMM… Ah, você sabe mesmo o que é Marxismo?

Cara, acho que você precisa realmente de um psicólogo, só sabe comentar com a ideia de que estamos (no caso o país) afundando num suposto Marxismo… Não fez sentido o que você falou mais uma vez, fora as guerras citadas acima, você já se perguntou quantas mulheres e homens foram queimados em fogueiras ou torturados por ideais cristãos…?

Não se trata de uma caça contra uma religião. O filme foi um bosta (desculpe o palavreado), fazer o que. Conforme-se… 🙂

Responder
Rafael Gardiolo 23 de agosto de 2014 - 13:40

Caramba, o pessoal é mais agressivo que os defensores do Michael Bay. Não sei como não mandaram um “Não gostou? Vai assistir filme iraniano”.

Responder
planocritico 23 de agosto de 2014 - 22:05

@rafaelgardiolo:disqus , imagina se o cara for carola cego E gostar de Bay ao mesmo tempo? A combinação disso deve criar um buraco negro… – Ritter.

Rafael Gardiolo 24 de agosto de 2014 - 04:41

Pois é. Ou o Michael Bay fazer um filme bíblico. Eu confesso que assistiria.

Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:26

Cara até agora não vi agressividade alguma por parte de quem não gostou, Vi agressividade e burrice nos comentários de quem achou ruim a critica.

Wilson Santos 23 de agosto de 2014 - 23:13

Você deve ser surda? ou surdo? Miope e cínico(a), além de não saber argumentar por não entender o que lê.
Vai dizer que o Brasil está um país das maravilhas comunistas nas mãos PTralhas?

Você é a favor da ateísmo esquerdista? Fim das religiões e liberdade de crença? Sexualização de crianças? Mais estado e menos liberdade individual e econômica? Fim da família tradicional?

Se respondeu sim a uma dessas perguntas já se consegue identificar que o ´´Méqui“ teve sucesso em mais uma lavagem cerebral.

Responder
Cesar Didomenico Meira 24 de agosto de 2014 - 03:46

Hitler era catolico? Serio? Da onde tu tirou isso? Hitler odiava o cristianismo.

Responder
Marcelo Colin 24 de agosto de 2014 - 14:46

Hitler foi criado por uma mãe católica e foi batizado e fazia comunhão todo domingo. Apenas mais pro meio da sua vida adulta que ele ficou desdenhoso da religião e parou de ir a missa, mas continuou seus laços com o Catolicismo por questões políticas.

Erik Blaz Dos Santos 27 de agosto de 2014 - 01:36

Hitler frequentava a igreja xará… Quer que poste fotos aqui? Ou mande no seu e-mail?

Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:23

vai ler a bíblia inteira primeiro antes de falar bobagens, Aí vc diz se acredita nessas doutrinas ou não. A mesma coisa para as obras de Marx, que são excelentes. percebe-se que vc nunca leu Marx

Responder
Ricardo B. Marques 24 de agosto de 2014 - 09:53

Parabéns, Wainer. Comentário inteligente e ponderado é isso. O resto, que se quer passar por “crítico” e por “cabeça feita”, só dá pena… Não passam de mesquinharia intelectualóide mergulhada em profundo preconceito e intolerância dogmática.

Responder
Ruthyelle Oliveira 22 de agosto de 2014 - 20:59

Olá, saudações,

Primeiro: não entendi, não vi e não achei, mesmo assistindo ao filme três vezes, um teor de preconceito. Preconceito, como assim? Se o fato de que o professor, já tendo sido cristão quando criança, mas que no momento odiava a Deus com todas as forças, aceitou em seu coração que Cristo era o seu Senhor e Salvador ao morrer, for o motivo pelo qual categorizaram o filme como preconceituoso, simplesmente os senhores não perceberam que ele o fez de livre e espontânea vontade; o professor sabia sim que Deus existia, mas desde que sua mãe havia morrido passou a odiá-lo e a negá-lo. Isso não mostra nada de preconceito – “Preconceito é uma postura ou ideia pré-concebida, uma atitude de alienação a tudo aquilo que foge dos “padrões” de uma sociedade.” Mundo Educação.com
Todos os personagens que tomaram uma decisão ao final o fizeram por suas próprias vontades. Josh diz: “Vamos deixar que eles decidam.”
Segundo: o filme foi pensado, escrito e produzido por cristãos e, como tal, ele também tem um enredo completamente cristão; o objetivo foi mostrar uma história bem inspirada em acontecimentos reais de debates, conflitos, o que for entre cristãos apologistas e ateus. Lembrem que quem sofre a opressão é o próprio protagonista e não seu professor ou seus colegas de faculdade; o preconceito, se houve, foi da parte do professor em ameaçar o aluno de reprová-lo porque não pensava como o mesmo, arriscando suas notas, histórico e até formação.
Terceiro: se religião, como futebol e política, não deve ser discutida, preconceito e opressão da liberdade de expressão e pensamento também são proibidos.
Quarto: o filme é recheado de citações de cientistas e filósofos famosos, bem instruídos e dotados de capacidade de publicar e fazer conhecidas suas descobertas científicas e experimentais; se isso não servir de maneira alguma para instrução, mesmo que fosse para elencar o pensamento do ateu, eu não sei mais de nada e os registros científicos não são dignos de fé.

Por fim, só recomendo a todos que assistam ao filme uma, duas e quantas vezes for necessário a fim de que possam perceber/absorver cada detalhe que consta lá, assim como eu mesma fiz. Contudo, citando a frase que o próprio personagem diz: “É fácil rejeitar o que não entendemos ou não queremos entender.”
Quando não se gosta de algo ou alguém o ser humano falho tende mesmo a denegrir, diminuir e estragar a imagem do mesmo; eu mesma o fiz com açaí, aquela fruta, e sei que está errado e é feio (até me arrependo) porque posso estar inibindo a chance de alguém provar e gostar do jeito que eu não gosto. O Cristianismo não é um movimento fraquinho e de ‘oba, oba’, é um estilo de vida, uma forma de pensar e ver todas as coisas e uma esperança cheia de certeza que pode preencher a vida de todas as pessoas, se ousarem permitir.

Responder
Melissa Andrade 23 de agosto de 2014 - 01:16

Olá Ruthyelle,

Acho que você deu a própria resposta quando diz que “É fácil rejeitar o que não entendemos ou não queremos entender.”

O filme tem essa clara mensagem para os dois lados. Mas, os cristãos ali retratados rejeitam de forma um tanto ríspida o fato de que outras pessoas possam viver sem acreditar em Deus. E condenam esse ato. Tanto que, os personagens não-cristãos no filme, tem os piores destinos e aqueles que acreditam. Terminam felizes num show.

Isso, não deixa de ser uma forma de preconceito. Liberdade de escolha sempre.

Obrigada pelo comentário.

Responder
Juh Oliver 24 de agosto de 2014 - 09:51

Penso que em momento algum o aluno rejeitava o fato de algumas pessoas nao acreditarem em Deus, e sim o fato de o professor condicionar aprovação de todos a que negassem a existencia Dele, ou seja atraves da imposição de sua “descrença”.
Pelo contrario: o aluno quis mostrar a todos que poderiam e deveriam ter liberdade para crerem no que quiserem , atraves de um conhecimento nao bitolado numa filosofia ateísta. Nao houve imposição do aluno, ou qualquer tipo de obrigação no sentido de crer na existencia de DEus, afinal até se falou em livre arbítrio.
Inclusive no fim, o professsor ateu entra em contradição ao afirmar seu odio por Deus. Tanto que ao final, a liberdade dos alunos foi encorajada, e os mesmos, POR VONTADE PROPRIA, decidiram ou preferiram acreditar naquilo que queriam.
Ficou muito claro o que o filme quis mostrar, a liberdade de expressao: as pessoas deveriam ter liberdade pra crerem no que bem entendem e conhecem, e nao no que outros criticam ou desconhecem ou simplesmente optam por nao acreditar.
A ideia é muito simples, nao precisa ser critico pra enxergar isso no enredo.

Convenhamos… a todos, sejam ateus , cristaos, muçulmanos, budistas e etc… que essas discussões, criticas e ataques a fé sempre vão existir.
Creio não valer a pena uma reação ríspida (como vc mencionou) a qualquer hostilidade que seja contra a crença de que Deus existe ou não. A fé nao é para todos.

Responder
Dilmar Paulo 24 de agosto de 2014 - 20:01

Melissa, parece que o cara que deixou a mãe “demente” e partiu para sua vida de “riqueza” se é que posso me expressar assim, ele terminou bem sua história no filme e não era cristão (e ainda saiu de “carrão” luxuoso). Vc afirma que todos os cristãos tiveram finais felizes e os ateus não… tomara que vc entendenda amiga, de verdade, que nossa fé não depende de finais felizes nesse mundo….porque quer queira ou não, quer seja marxista ou cristão, esse mundo é temporal. Experimente a Paz do Senhor, a que excede todo entendimento, tens livre arbítrio para fazer isso agora se quiser!

Responder
Melissa Andrade 24 de agosto de 2014 - 20:58

@dilmarpaulo:disqus o empresário mesmo com seu “carrão” de luxo era uma pessoa ruim. A própria mãe tece comparações do seu caráter com o próprio diabo e ele termina o namoro com a repórter pq ela fica doente.

Quanto a “experimentar a paz do senhor”, eu estou muito bem obrigada. Minha consciência está tranquila.

Responder
DCmoreira 22 de agosto de 2014 - 14:54

Achei o filme preconceituoso.

Responder
Everton 22 de agosto de 2014 - 11:02

Prá começo de conversa ele não é católico e sim cristão, ele ora e não reza,então,acho que vc deveria,assistilo novamente,existem filmes de ação, românticos,guerra,vários gêneros,como existem vários tipos de temperos,se não gostou é sinal que Deus ainda não tocou o seu coração, pois prá mim é um dos melhores filmes que já vi até hoje e tenha certeza que esse filme,mas agradou do que não, prá mim e pra trilhões de pessoas,esse filme é 10****** estrelas,fique com Deus.

Responder
Melissa Andrade 22 de agosto de 2014 - 13:10

Obrigada Everton, já corrigi esse erro no texto.

Não tenho problema algum com Deus, nos damos muito bem.

A proposta do filme era um debate entre os dois pontos de vistas e o fato de um desses lados estar sendo tolido, proibido de expressar sua opinião. Grande parte do filme é bem conduzido, mas se perde no final, quando eles, os cristãos, passam a agir da mesma maneira que o professor com seus alunos em sala de aula, querendo impor a opinião que eles consideram a mais correta.

No final, felizmente, existe o livre arbítrio. Cada um é livre para fazer suas escolhas.

Responder
Fátima Borges Barros 22 de agosto de 2014 - 22:29

Amadinha ele só fez o papel dele. Engraçado o garoto tinha que aceitar a opinião do professor e o professor não poderia aceitar o do aluno? se a qeustão era impor o professor fez isso no primeiro dia de aula.

Responder
Wilson Santos 23 de agosto de 2014 - 23:16

fato

Responder
Dilmar Paulo 24 de agosto de 2014 - 20:13

Melissa gosto da sua postura de debate, e da crítica sincera, não vejo mal nisso, sou cristão sim, o filme tem falhas, por ser exatemente um filme apenas, curto espaço de tempo, o livro é bem mais detalhado, se vc o leu? Mas a mensagem principal é maravilhosa, a do livre-arbítreo e no filme o professor ateu “extremo”, mas que um dia foi cristão (ele mesmo revelou isso) trata-se de uma profunda mágoa de infância quando perdeu a mãe e orou fervorosamente a Deus para salvá-la e não obteve favor no seu pedido! A moral cristã detonada pelo professor e defendida apaixonadamente pelo aluno…e que está justamente no final da sua frase acima: “Cada um é livre para fazer sua escolhas”. Deus a abençoe!

Responder
Kelly Cristina 22 de agosto de 2014 - 17:14

Só achei engraçado o comentário, quer dizer então que católico não é cristão? Kkkkkkkk

Responder
Melissa Andrade 22 de agosto de 2014 - 19:03

Eu também achei que fosse Kelly, mas na verdade existem pequenas diferenças.

Antigamente, quando o catolicismo foi fundado era tudo uma coisa só. Mas, com o passar dos séculos, se separaram. Agora existe a Igreja Católica Apostólica Romana, de onde vem o catolicismo e outras igrejas, consideradas cristãs apenas, com foco maior em Jesus Cristo como a Igreja Luterana que é protestante. Católico é católico, mas cristão pode ter outras definições como protestante ou mesmo os mórmons.

Deu para entender?

Responder
Kelly Cristina 25 de agosto de 2014 - 17:39

Não.. Católico é cristão, segue a Jesus Cristo, agora existem os protestantes que seguem a Jesus Cristo, “alguns”, mas estão fora da igreja católica apostólica romana.

Responder
AleCassia Aguiar 5 de setembro de 2014 - 12:58

Melissa, gostaria e esclarecer alguns pontos referente ao Catolicismo Romano, e Seguidores de Jesus, das quais se a interessar, pode buscar aprofundar mais em livros históricos sobre o assunto (coloco apenas livros históricos para que tenham liberdade e sem influência por parte de indicações minhas); Porém para comparar, citarei alguns trechos bíblicos, do qual é o livro que podemos conhecer Jesus;

Na Bíblia, a igreja do latim ecclesia ou ajuntamento de pessoas é encontrada quando há a descida do Espírito Santo descrito no livro de Atos do Apóstolos “Atos 1:8”
, ali começa a igreja de Jesus Cristo de acordo com sua promessas “Mateus 16:18”, “Lucas 24:49”.

A fundação do catolicismo romano:

No século IV, Constantino ascendeu ao posto de Imperador. Este apoiou o cristianismo e seu sucessor Teodósio (378/95) transformou o cristianismo em religião oficial do Império Romano.Constantino vai a Roma para celebrar o vigésimo ano de seu reinado. Por intriga palaciana, manda prender seu filho Crispo, que é logo julgado, condenado e morto pelo próprio pai… Foi esse homem que deu origem a esta junção do catolicismo com o romanismo.

o catolicismo romano influenciado por doutrinas pagãs, com o passar do anos e séculos desvirtua em vários aspectos a doutrina Bíblica, que apresento alguns casos:

1. A oração pelos mortos começou a ser aceita por volta de 300 d.C.

Bíblia diz: Deuteronômio 18:11

2. O começo da exaltação a Maria onde o termo “mãe de Deus” surgiu pela primeira vez em 431 d.C.

Bíblia diz: Apocalipse 22:13

3. A doutrina do purgatório em 593 d.C. A adoração da cruz, imagens e relíquias em 786 d.C.

Não existe purgatório na Bíblia, e nela diz que depois da morte, segue-se para o juízo — Hebreus 9:27

4.A canonização dos santos mortos em 995 d.C. O celibato do sacerdócio em1079 d.C. E assim em diante… Até o descalabro da suposta assunção de Maria em 1950.

a palavra santo significa ‘separado’ ou ‘sagrado’. não precisa morrer para ser santo, a Bíblia nos mostra que devemos ser santos (separados do mundo para Deus). Ele através da sua palavra e do Espírito Santos nos chama a santidade “1 Pedro 1:16″.

Em Hebreus 7 é explicado que Jesus é o último sacerdote. Não precisamos mais de sacerdotes para fazer expiação pelos nossos pecados, pois Jesus já fez isso lá na Cruz como o Cordeiro de Deus.

A assunção de Maria, nem é citado na Bíblia, mas sabe-se que como é descrito a assunção, a Bíblia responde o contrário.

É dito que Maria fou assunta com corpo e alma.

A bíblia diz: E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.1 Coríntios 15:50

Referente ao protestantismo em que no decorrer da história tivemos muito reformadores, e ficou em maior evidência os ”protestos” de Luttero, a verdade é que este queria que o Catolicismo Romano voltasse a origem da igreja primitiva, e não que criasse outra religião. O que fica claro que não ocorreu, pois ainda temos a igreja católica apostólica romana firme e forte.

vamos pensar…se a igreja católica é seguidora de Cristo Bíblico, não seria correto ela seguir de acordo com seus escritos???

A própria denominação já é uma controvérsia?

ROMANA = PARTICULAR

CATÓLICA = UNIVERSAL

para conluir:

Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema (maldito).

Gálatas 1:8

Fraternalmente,
Alexandre

Responder
Fátima Borges Barros 22 de agosto de 2014 - 22:27

ele quis dizer cristão evangelico Kelly. Desculpe o irmão!

Responder
Diana Krüger Martins 23 de agosto de 2014 - 18:18

Se ela não “gostou”, é sinal que tem senso crítico.

Responder
Vitor Parmigiani 26 de agosto de 2014 - 15:29

‘Pra’, não tem acento agudo.

‘Assistí-lo’ e não ‘assistilo’.

‘Prá’ de novo? É ‘pra’, pois não tem acento agudo na letra ‘A’.

‘Mas’ é conjunção adversativa. No caso acima, seria correto o uso de ‘Mais’, adjunto adverbial de intensidade.

‘Prá’ outra vez?

Você disse 10 estrelas, mas só colocou 6? Não entendi essa parte.

Estou confuso.

A leitura desse comentário me deu cancer. =(

Responder
Rilson Joás 22 de agosto de 2014 - 03:19

Como evangélico e leitor de filosofia, me interessei muito pelo filme meses atrás e me senti realmente decepcionado ao saber até de amigos religiosos que o filme era ruim.

Até o momento não assisti, e ver que meu site favorito de críticas deu zero estrelas, me deixou mais assustado ainda. É uma pena ver uma trama com tanto potencial (para qualquer um dos dois lados) chegar a um final contraditório, quando, se poderia terminar de maneira minimamente satisfatória apenas ao deixar que o público decida sua posição com um desfecho aberto.

Responder
Melissa Andrade 22 de agosto de 2014 - 10:51

Foi justamente esse o problema Rilson.

Sou católica não-praticante e achei muito interessante a proposta do filme. Mas, eles acabam se perdendo e sendo hipócritas ao fazer a exata mesma coisa que estão condenando.

Por isso teve zero estrelas.

Agradeço o comentário 🙂

Responder
Fátima Borges Barros 22 de agosto de 2014 - 22:40

A proposta do filme é mostrar que uma pessoa que a vida toda negou a existência de Deus no final confessa Jesus em sua vida e morre. Deus deu a ele a oportunidade de aceita-lo mesmo no ultimo momento de sua vida, e como Deus é soberano não cabe a nós julga-lo como o mundo tem feito.

Nos sermões católicos também diz que existe céu e inferno e aquele que não seguir Jesus pro céu não irá.

Responder
Diana Krüger Martins 23 de agosto de 2014 - 18:25

Sim, a proposta do filme é mostrar o cristianismo como única e exclusiva verdade, sem espaço pra argumentações e reflexões mais profundas. Já fui cristã e sei como funciona, conheço esse tipo de mídia e esse filme é uma ferramenta com uma utilidade só : exaltar o Cristianismo em detrimento de qualquer outra forma de pensamento…Resumindo: LAVAGEM CEREBRAL.

Responder
Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:45

Tbm Já acreditei num Deus. Hoje eu sou inteligente(ateu)

Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:43

Eu chamo essa vontade de adorar um ser onipotente, infalível, perfeito de carência e falta de confiança em si mesmo, é uma fuga. Eu pergunto: Já leram a bíblia toda?

Não leve esse filme a sério demais minha cara, para justificar sua crença ou tentar converter alguém. Pessoas inteligentes pensam, buscam o entendimento no real, não na fantasia. Deixe de ser escrava dos Teus medos e viva a realidade sem se deixar doutrinar por uma moral religiosa.

Responder
planocritico 22 de agosto de 2014 - 14:43

“Meu site favorito de críticas”

Obrigadão, @disqus_fYzC6RP299:disqus!!! É esse tipo de comentário que nos faz seguir em frente!

Abs, Ritter.

Responder
Fátima Borges Barros 22 de agosto de 2014 - 22:33

O filme não é ruim Rilson só acho que é interesante você assistir com um amigo que não seja cristão. O filme mostra que uma pessoa que a vida toda negou a existencia de Deus no final confessa Jesus em sua vida e morre. Deus deus deu a ele a oportunidade de aceita-lo e como Deus é soberano não cabe a nós julga-lo como o mundo tem feito.

Responder
Gui Martins 24 de agosto de 2014 - 01:41

Assistir com um não-cristão? kkkkk vcs são malucos.
Eu chamo essa vontade de adorar um ser onipotente, infalível, perfeito de carência e falta de confiança em si mesmo, é uma fuga. Eu pergunto: Já leram a bíblia toda?
Não leve esse filme a sério demais minha cara, para justificar sua crença ou tentar converter alguém. Pessoas inteligentes pensam, buscam o entendimento no real, não na fantasia. Deixe de ser escrava dos Teus medos e viva a realidade sem se deixar doutrinar por uma moral religiosa.

Responder
Valdemar Kjær 24 de agosto de 2014 - 15:41

Gui, sim, já li a Bíblia (a Torá e o Evangelho Cristão), já li também o Alcorão. Também já li o Manifesto do Partido Comunista (a maior coleção de ódio, inveja, rancor e desejo de matar que li, o resumo do pensamento moral de Marx), bem como o primeiro volume do “O Capital” (livrinho bem interessante, porém, destroçado em sua teoria por Hayek, Ludwig von Mises, entre outros autores… sem falar de seu catastrófico fracasso, na vida real, com mais de 100 milhões de mortos e inúmeros escravizados pelas tentativas de se aplicar a “dialética materialista” do socialismo e comunismo). Sugiro que, além de Marx, você leia outros autores e verá que ele “já era”, faz tempo. Só na nossa pseudo-intelectualidade universitária que esse crápula sobrevive – na vida real, torna-se patético. Mas, falando de coisas patéticas, caso você assim a considere também, sugiro que procure pelas bíblias de Estudo para, talvez, repensar sua opinião (particularmente, gosto da Bíblia de Estudo de Genebra), porque é quase impossível interpretá-la adequadamente sem algum conhecimento de lógica, história, política, arqueologia e considerações teológicas e filosóficas de pessoas que se dedicaram ao seu estudo. A moral religiosa, na verdade, contém a moral humanista, porém a transcende, sem dúvida. Na prática, a moral cristã deu resultados muito similares à moral humanista (filha do cristianismo, você certamente não ignora isso). Se uma pessoa for verdadeiramente atéia, que seja atéia em sua vida: já que a vida não tem nenhum sentido e se encerra em si mesma, que o indivíduo não estude, não trabalhe, não tenha família e não tenha filhos… que, ao invés disso, ele vá pra balada, use drogas, viva alucinado, trepe com irmãs, filhas, crianças, velhos, cachorros, cabras, mate qualquer um que deseje matar e, no fim, se mate, quando tudo não tiver mais graça. Ninguém, nem Richard Dawkins, jamais resolveu a equação 0.C > 0 – ou seja, qual C produz, a partir do nada, do zero, alguma coisa? Essa é a equação que expressa o limite da razão, do materialismo, para explicar nossa realidade sensível, de tempo, espaço e matéria. Certamente existe um “C”, a menos que neguemos o “Cogito, ergo sum” (penso, logo existo). Nesse sentido, infelizmente aqui não vou ter tempo e espaço para desenvolver o raciocínio, mas vou direto ao ponto que eu chegaria: a Teoria do Design Inteligente procura restituir à ciência sua verdadeira neutralidade, cogitando duas hipóteses para nossa realidade (mas não consegue explanar o “C”): tudo que existe é fruto da natureza, do acaso, ou há elementos da realidade que são decorrentes da ação inteligente, voluntária, de um Ser absolutamente poderoso e incrivelmente fantástico. Atualmente, a ciência se tornou enviesada, falsa, pois declara (é uma crença!!!) que Deus não existe e toda ciência só é válida se for para corroborar essa assertiva. Isso é deturpar dados, é impor o resultado da pesquisa, é fraude intelectual e científica. O cientista e o filósofo não pode afirmar nem que Deus existe, nem que não existe, a priori. Ele tem de pesquisar para tentar encontrar a verdade que É, não a verdade que ele Quer. Porém, se você procurar textos científicos sérios (sugiro até que participe do primeiro congresso brasileiro da teoria do design inteligente, em Campinas, no mês de novembro), a lógica indutiva e a estatística apontam para a existência do “C”, embora ele seja inatingível por nossa ciência material. De minha parte, não tenho fé suficiente para acreditar que Deus não existe. É preciso muita ignorância e falta de inteligência para negá-lo, em vista do que experimentamos e pesquisamos. Ateísmo é o maior exemplo de fé em algo que contraria a razão, realmente. Poderia falar também de mediadores (é impossível conhecer certas coisas sem a ajuda de alguém que já conheça a priori, uma criança jamais vai aprender chinês sozinha, sem ajuda, sem livros e sem interação com um professor… assim como nós podemos (eu disse podemos) ser incapazes de conhecer a verdade que É sem a ajuda Daquele que É a verdade. Essa é a base moral da religião Cristã, de fato). Desculpe-me por escrever tanto em tão curto espaço, mas estou no celular, esperando a hora do filme, no cinema. Ah, sim: analise moral, ideologia e hermenêutica…. é um tema bem interessante para quem quer se opor à moral religiosa com alguma inteligência.

Responder
Gui Martins 29 de agosto de 2014 - 04:44

puts, religioso tentando se passar por inteligente. Não venha falar em moral religiosa. Antes de um religioso querer falar besteira com alguém ele deve provar a existência do seu deus.É aconselhável não perder tempo tentando demonstrar a um religioso a loucura de sua religião, de sua adoração a uma “divindade” quando primeiro ele deveria provar a existência desse ser. Tudo o mais que vc diz é abobrinha, pura besteira. Eu fico imaginando o quanto vc deve se achar inteligente por escrever tanta besteira.

Primeiro: Tudo o que vc descreveu para defender sua moral cristã foi uma doutrina opressiva, carregada de equívocos e omissões históricas para dar razão à sua falacia.

Segundo: Não me parece que vc leu o antigo testamento…se quiser eu posso citar para vc diversos trechos nada agradáveis

Terceiro: NINGUÉM, ninguém jamais pode julgar a moral de outra pessoa baseando-se em argumentos religiosos infundados, pois o motivo de sua fé não pode ser provado. As pessoas seriam mais felizes se parassem te tentar impor suas morais religiosas a outros.Veja como exemplo os vários conflitos movidos de forte sentimento religiosos.

Quarto: reis em nome de um deus oprimiram e mataram.

Quinto: considero um crime qualquer pessoa que exponha uma criança, com sua mente cristalina, a uma doutrina religiosa.

Sexto: não viva com medo e pare de se agarra a essas doutrinas que só te limitam. Nada é verdade ao mesmo tempo que só temos aquilo que podemos observar e tocar, tudo o mais é falacia.

Sétimo: Não tem porque a ciência querer provar que deus não existe, pelo fato de ser absurdo. A ciência se prova pelo estudo, e este estudo se da através de observações e experiências, aqui não se leva em conta a fantasia de um deus. ciência não trabalha com contos e fábulas.

AleCassia Aguiar 4 de setembro de 2014 - 11:31

” A P L A U S O S ”

Primeiramente para Deus que lhe deu essa Sabedoria e depois pra você que O habita.

Diana Krüger Martins 23 de agosto de 2014 - 18:21

Aí é que está, a proposta do filme não te fazer pensar,refletir sobre sua crença ou a falta dela, mas te dar uma “surra de Bíblia”.
Na verdade, é um filme de crentes pra crentes. Não acredito que seja voltado para um verdadeiro debate.

Responder
Rafael Gardiolo 22 de agosto de 2014 - 02:25

Esse é um daqueles filmes que pela produção da pra sacar que usa da polêmica pra conseguir bilheteria, mas que não vai tratar o assunto com respeito ao espectador. Adorei a crítica, excelente e corajosa.

Responder
Melissa Andrade 22 de agosto de 2014 - 10:48

Obrigada Rafael.

Concordo com você. Acho que foi exatamente isso, já que a página deles no FB tem mais de 4 milhões de curtidas.

Tinham como intuito polemizar e não instruir.

Responder
Letícia 22 de agosto de 2014 - 21:51

Melissa
Achei sua crítica pertinente em muitos aspectos. Porém não concordo que o filme apresente um “final ruim” apenas para os não cristãos. Um exemplo é que tanto o empresário quanto sua irmã sofreram o mesmo mal em relação a mãe. A irmã sofre ainda com as questões do casamento. O principal mal do empresário é ser o seu próprio deus. Se converter ao cristianismo não é algo que acabe com os sofrimentos, e acho que o filme deixa isso claro, como já diria o polêmico Jesus (na minha opinião, alguém bastante polêmico e que quebrou muitos paradigmas) . Ser cristão apenas interfere em como encaramos os problemas. Acho inclusive interessante como o filme apresenta uma crítica aos cristãos ao colocar o líder religioso sem fé em muitos momentos. Enfim, me desculpe, mas achei sua opinião quanto ao desfecho um tanto quanto superficial. Não acho que “joguem uma bíblia na cabeça do espectador” mas que, por se tratar de um filme cristão, ele apresenta um desfecho cristão. Acho que o desfecho foi previsível, tenho esta crítica negativa. Sei que Deus trabalha desta forma mas, achei previsível o Professor ter passado por tudo aquilo para resolver seu “assunto inacabado” com Deus. Mas é isto, Deus está por aí mostrando o quanto está vivo, quem quer ignorar pode e quem quer ver também pode. É sempre uma escolha.

Responder
Melissa Andrade 23 de agosto de 2014 - 01:24

Oi Leticia,

Não considero o filme ruim, mas sim falho. O intuito que a princípio era o de conscientizar as universidades que há alunos religiosos, se torna fraca quando mostra que há um único caminho na vida da humanidade, uma espécie de verdade absoluta, e isso, não tem como saber de fato.

E ele não se apresenta como um filme cristão. Por isso, a virada na história, acaba por estragar um desenvolvimento tão interessante.

As pessoas são livres para acreditar no que quiserem. Essa é a beleza do mundo. Se isso funciona como deveria? Não sei, não temos como saber ao certo. Mas, é a vida.

Obrigada por comentar.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais