Home TVEpisódio Crítica | Doctor Who – 11X09: It Takes You Away

Crítica | Doctor Who – 11X09: It Takes You Away

por Luiz Santiago
118 views (a partir de agosto de 2020)

PLANO CRITICO DOCTOR WHO IT TAKES YOU AWAY

  • Há SPOILERS! Leia aqui as outras críticas da Nova Série. E aqui as críticas da Série Clássica. Para livros, áudios, quadrinhos e listas de Doctor Who, clique aqui.

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O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer.

Canção infantil do Solitract Plane

Sapo.

Sapinho.

Sapão.

Noruega, 2018. Entre fiordes, atmosfera de isolamento e uma estranha cabana no meio do nada, It Takes You Away, penúltimo episódio da 11ª Temporada, traz uma daquelas coisas que tanto nos fazem amar quanto rir e às vezes se irritar com Doctor Who. E desta vez, a surpresa maluca que estraga o episódio é… um sapo.

A questão aqui é que não estamos em território novo. Vilões em formas nada convencionais e principalmente efeitos absolutamente vergonhosos foram a estrutura (e um pouco, o charme) da série desde a sua Era Clássica, então a presença desses ingredientes no presente não espantam, de fato. Mas convenhamos que existem bizarrices estéticas e narrativas que funcionam muito bem, enquanto outras, não. Aqui, o bicho em questão é uma forma adotada pelo Solitract, um Universo-Consciência ou uma forma de Universo-Energia-Inteligente que coexistia com os ingredientes do nosso próprio Universo, mas que por suas particularidades, impedia que a verdadeira junção físico-química para a origem do nosso N-Space (para usar um termo da série) acontecesse.

O que me chamou a atenção aqui — aliás, um dos pontos mais legais do roteiro — é o fato de sabermos um pouco mais do passado da Doutora, que ouvia a história do Solitract de sua Avó Nº5 (ela tinha 7), a mesma que dizia que a Avó Nº2 era uma agente dos Zygons. Esse é o tipo de flerte com a base da série que nos faz rir (isso e o acordo dos humanos com as ovelhas) e preenche essa necessidade que temos de uma ligação dessa persona que há tantos anos conhecemos e que uma história tão gigante traz consigo, com outros momentos da série ou de seu próprio passado. Mas aí tem o sapo. E não, eu não vou parar de falar nele, porque tanto o bicho quanto os péssimos efeitos me irritaram profundamente, estragando muita coisa de um capítulo que para mim, até então, ia muito bem.

A direção de Jamie Childs volta à assinatura de “ação por surtos” que ele adotou em The Woman Who Fell to Earth, episódio com o qual este Se Tu Chorar o Sapo te Leva Embora (tradução livre, em coaxados, do REAL título desse episódio), colocando Grace novamente em cena. E não, eu não gostei disso. Normalmente meu coração de manteiga acaba tendo mais paciência com esses arroubos na série, mas não aqui. É certo que, na maioria das vezes eles, até fazem sentido. No presente caso, porém, eu não achei que combinou com o ritmo da própria linha de desenvolvimento para o Grande Graham, definitivamente o mais bem escrito companion dos três atuais. Só que não foi algo ruim, apenas destoante, por isso, pessoalmente, não gostei.

A sorte é que isso está cercado de bons momentos. E como o elenco inteiro é bom, a premissa do vilão que não é vilão também, e ainda mais a marca fixa de que os humanos são aqueles que de fato precisam ser temidos e a visão geral de uma narrativa em abismo (o grupo entra na casa, que entra no portal, que entra na Anti-Zone, que entra na outra casa, no Solitract Plane) o episódio acaba se sustentando bem. Até aquela penúltima cena.

Qualquer coisa envolvendo o maldito sapo é péssima. Nem o simbolismo dá pra aceitar aqui. E creio que, por isso mesmo, uma coisa que para mim é um dos temas mais profundos e interessantes de se trabalhar na ficção (a solidão) foi diminuído ao máximo pelo ridículo anfíbio com efeitos tenebrosos e voz de Grace. Como é possível que a produção conseguiu dar ok para uma atrocidade dessas? De todo modo, o discurso da Doutora, mesmo diminuído, é a reafirmação de sua compassiva e empática personalidade, seguindo exatamente o conselho que ela deu a si mesma quando era um Deus: “Ria bastante, corra rápido, seja gentil…”. Há muita coerência em tudo isso, só não vê quem não quer. Agora, em temos sapísticos, estamos em um patamar que nem o Cururu ou o Bufo podem justificar…

Doctor Who – 11X09: It Takes You Away (Reino Unido, 2 de dezembro de 2018)
Direção: Jamie Childs
Roteiro: Ed Hime, Joy Wilkinson
Elenco: Jodie Whittaker, Sharon D. Clarke, Tosin Cole, Kevin Eldon, Mandip Gill, Bradley Walsh, Christian Rubeck, Lisa Stokke, Ellie Wallwork
Duração: 48 min.

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61 comentários

Flávio Yuri 27 de dezembro de 2018 - 20:23

Adorei o episódio, a história é muito boa mesmo. Eu achei que o sapo tosco e as mariposas feitas de efeitos práticos(pelo menos pareceu) demais, sem brincadeira. Me lembra a série clássica. Uma das coisas que eu vinha pensando esses dias é justamente o quanto eu adoro tosqueiras em ficções científicas (tosqueiras boas), não sei bem explicar o porquê, mas acho que dá uma cara de ficção (realmente não sei explicar). E por mais nonsense que seja o sapo (já falei que eu adorei?) no final, a história dele me comoveu e vou defendê-lo. #TeamSapo

Responder
Luiz Santiago 27 de dezembro de 2018 - 23:49

Mais um para o time do sapo! HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHHA
Eu também gosto dessas coisas todas, mas aqui, o sapo, para mim, foi péssimo. Já as mariposas, gostei bastante hehehehe.

Responder
Flávio Yuri 28 de dezembro de 2018 - 00:07

Entendo. O Sapo alem de tosco foi completamente nonsense a níveis pythonescos e quebra muito o tom. É preciso força pra digerir aquilo hahahaha

Responder
Luiz Santiago 28 de dezembro de 2018 - 01:14

Mas o episódio é bacana mesmo. Tem uma proposta legal, eu realmente gosto. Só não curti o final, com o sapo mesmo.

Responder
Vitor Emanuel 24 de dezembro de 2018 - 18:21

Esse Sapo no final do episódio assassinou tudo que tinha acontecido antes,mesma coisa que aconteceu com o bonecão de madeira em Knock Knock.

Infelizmente…toda temporada tem episódios zoados.
Maaaaaaas….se você desconsiderar os 5 minutos finais do episódio (Isso igualmente com Knock Knock) Ele é ótimo e tem um plot interessante.

Responder
Luiz Santiago 24 de dezembro de 2018 - 19:02

O sapo com certeza é o mascote do bonecão de madeira! Agora tudo se encaixa!!!!

Responder
Luiz Santiago 10 de dezembro de 2018 - 10:32

Se for para melhor, estamos dentro. Mas é aquela… Pô, um ano de hiato é foda. Tomara que pelo menos tenha um Especial, como foi na Era Capaldi.

Responder
Stella 10 de dezembro de 2018 - 13:30

Sim, espero que tenha. Muitíssimo chato esperar 1 ano.

Responder
Felipe Lima 7 de dezembro de 2018 - 22:02

Temo pelo futuro da série, gostei do episódio e a temporada tá num geral OK. Mas lá fora só vejo críticas negativas e politização de tudo, falando mal da atriz e tudo mais.

Responder
Luiz Santiago 7 de dezembro de 2018 - 22:23

A 12ª Temporada já foi confirmada e a série está oficialmente garantida até PELO MENOS 2020, pela BBC. Mas a BBC, como qualquer outro canal de TV, está mais focada em audiência do que em crítica, embora isso influencie a pressão (ou não) para a abordagem de determinados temas. Eu ainda não temo pelo futuro da série, mas entendo sua preocupação, com certeza.

Responder
Stella 10 de dezembro de 2018 - 00:49

Acabei de me informar vai ter hiato, a 12 temporada só será lançada em 2020.

Responder
Luiz Santiago 10 de dezembro de 2018 - 01:18

Eu to bem triste…

Responder
Stella 10 de dezembro de 2018 - 02:02

Provavelmente é para repensarem nas historias da nova temporada como o rumor apontava, mas vi que alguns episódios tiveram boas audiências, maiores do que da decima pelo menos. Com certeza a estrutura ou o tom irão mudar na próxima temporada.

Luiz Santiago 6 de dezembro de 2018 - 02:24

Difícil pra mim foi engolir que um Universo inteligente se sente confortável em forma de sapo e com voz da Grace… Só Jesus na causa…

Responder
Lucas Santana 6 de dezembro de 2018 - 01:10

Meu episódio favorito da temporada (antes era Kerblam), mas e o começo do episódio com aquele ar de Ao Cair da Noite e Caixa de Pássaros, hein? Perfeito!

Aliás, achei o sapo ok, se fosse outro bicho taria ok tb, a entidade se sente mais a vontade naquela forma, fazer o que XD

Responder
Luiz Santiago 5 de dezembro de 2018 - 19:53

Lá vem mais um #froglover!!! Não aguento mais vocês! AHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Mas sério, o sapo foi triste. O bom é que o episódio retorna aos trilhos com aquele belo final entre Graham e Ryan, aquilo foi muito bonito.

Cara, eu não tinha levado como encarnações de uma mesma Time Lady, mas agora penso que você está certíssimo! Isso torna a coisa ainda mais legal! Na verdade é legal dos dois jeitos, mas eu prefiro esse seu ahahhahahhahaha

Por incrível que pareça, eu gostei das mariposas carnívoras e da lanterna. Combina com a ideia daquela transição entre Universos. Realmente gostei.

Responder
Rafael Lima 5 de dezembro de 2018 - 14:52

Olha a Sapofobia aqui! Fique sabendo, Sr, Luiz, que vou denunciar o senhor as autoridades competentes por disseminar o ódio contra essa classe tão sofrida e discriminada do nosso ecossistema, que são os sapos! E merecem mais espaço nas mídias sim, ainda mais depois de anos de calúnias com gente dizendo que eles não lavam os pés!

Mas falando sério (embora ainda vá te denunciar kkkkkk) o sapo foi bem desnecessário mesmo, mas não chegou a sabotar o episódio em um nível “Love and Monsters” pra mim, embora tenha dado uma enfraquecida no ótimo conceito da trama sim.

Gostei muito do desenvolvimento dado ao Graham aqui, e não achei a aparição da Grace incoerente com a jornada dramática do personagem, visto que a motivação inicial dele pra viajar na TARDIS era o luto pela Grace, ou seja, ainda era uma coisa mal resolvida dentro dele. Gostei do relacionamento do Ryan com a menina, e de como a relação dele com o Graham evoluiu neste episódio. A 13ª Doutora estava muito boa também (adorei o “mapa” dela pro Ryan como uma forma de poupar a menina, diferente de seu antecessor, que muito provavelmente não teria essa preocupação) e adorei as piadas dela provando terra, e das avós (eu fui o único que pensou que essas diferentes avós talvez sejam encarnações diferentes de uma mesma Time Lady?).Só a Yaz,como o pessoal comentou, que ficou meio perdida, e pelo visto vai encerrar a temporada como a Companion menos desenvolvida do trio.

Na parte dos efeitos, não achei o sapo a unica coisa estilo ‘filme B”. As mariposas carnívoras e as lanternas decididamente pareciam efeitos que não ficariam fora de lugar na Série Clássica, mas não achei terríveis.

No geral, curti o episódio. O sapo foi um incômodo, mas não teve o mesmo peso pra mim que teve pra você.

Responder
Luiz Santiago 5 de dezembro de 2018 - 03:56

Acho que acabamos tendo os mesmos sentimentos gerais em relação ao episódio, mas vindos de caminhos um pouco diferentes. E aquela coisa que estamos falando várias vezes ao longo dessa temporada: a atuação da Jodie está assim… coisa de louco. Ela tá mandando bem demais no papel!

Responder
Luiz Santiago 5 de dezembro de 2018 - 02:34

Eu tô é rindo com essa lembrança tua da Christina Aguilera!!! HAUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUAHUAHUAHAUHUAHUAHAU

Os efeitos trocados para o Universo do Solitract é fantástico. Mostra uma boa atenção a esse tipo de detalhe e de fato podermos perceber isso em todos os personagens. Realmente gostei. E do episódio como um todo, exceto pelo que o sapo infernal trouxe, estragando uma cena que poderia ser maravilhosa.

Menino, eu também fiquei pensando naquela mulherzinha do celeiro na hora que a Doutora falou das avós! Será??? Nossa, seria tão maravilhoso!!!

Responder
Filipe Isaías 4 de dezembro de 2018 - 23:43

Poxa Luiz, eu não gosto de discordar de você, mas você não facilitou nessa crítica. Antes, deixa eu falar das coisas que a gente concorda (provavelmente):

O Jamie Childs é um baita diretor, e esse episódio é mais um que comprova isso. A atmosfera de suspense foi muito bem criada no primeiro ato do episódio. Levei até um sustinho, o que é difícil. Depois, ele consegue fazer milagre com um set bem baratinho, utilizando principalmente a iluminação, com aquele balão vermelho da morte. Falando em morte, mariposas carnívoras. Eu já tenho um medo quase crônico de insetos voadores, imagina se eles comessem carne. Voltando à parte técnica, achei legal a imagem espelhada no universo “Solitractiano”. E, por último, eu achei a iluminação e a fotografia DAQUELA cena muito boa.

Um rápido comentário sobre os personagens: gostei de todos os momentinhos deles, como o Graham reencontrando a Grace, Graham com o Ryan, Graham em basicamente todos os momentos. Gostei da Doctor comendo as coisas do chão e falando da revolução das Ovelhas (muito Douglas Adams) e da atriz deficiente visual que fez um ótimo trabalho.

E aí tem o sapo. O infame anfíbio. Olha, eu tava gostando do episódio até antes dessa parte. Colocaria no top 3, atrás de Rosa e Demons of the Punjab. Mas então veio esse final e eu dei uma bugada. E depois eu amei. Lembra que, na crítica do episódio passado, falamos sobre como a estética da série torna os elementos fantásticos menos criveis? Esse episódio consegue fazer a ponte muito bem. Eu consegui acreditar que tudo aquilo tava acontecendo, inclusive o sapo.

Agora, se você me permite, eu gostaria de fumar/cheirar/injetar/ingerir de alguma forma a substância alucinógena que os roteiristas utilizaram para escrever esse episódio e fazer uma interpretação: It Takes You Away é uma metáfora para relacionamentos. O Solitract queria apenas alguém pra ficar com ele/ela, e pra isso ele utilizou o amor que o Erik sentia pela esposa falecida pra atraí-lo, a mesma coisa que utilizou com o Graham. E a forma como eles se livraram dessa atração foi uma espécie de encerramento forçado que eles precisaram ter com as suas respectivas falecidas. E o sapo? O sapo representa o amor da Grace para com o Graham, e também representa o amor que aquele ser deseja ter. Como o príncipe que é transformado num anfíbio, o Solitract está numa condição com o objetivo de impossibilitá-lo de estar com outros. Mas, diferente do príncipe da história, ele não pode estar num relacionamento com ninguém. E é engraçado que a forma como a Doctor se livra do Solitract é como se ela estivesse terminando um relacionamento. Só faltou ela dizer: “Não é você, sou eu”.

Enfim, um comentário enorme (já peço desculpas) só pra dizer que esse é o melhor e o mais “Doctor Who” episódio da temporada. Mas gostei da crítica, especialmente por lembrar da melhor novela da história da teledramaturgia brasileira.

Abs.

Responder
Luiz Santiago 5 de dezembro de 2018 - 02:29

TÁ PENSANDO QUE EU SOU BOBA, É???

AHUAHAUHAUHAUAHAUHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUA

Rapaz, eu até concordo com a tua leitura de simbolismos em relação ao que o episódio representa. Como levantei no texto, a solidão é um elemento que tem peso aqui — mas que infelizmente não avança por causa do sapo. Já quando você amarra esses simbolismos ao bicho, não consigo concordar em nada. Para mim, é inteiramente incoerente e foi totalmente irresponsável criar um conceito de Universo com essa importância, esse peso e essa necessidade de companhia (usando desses subterfúgios todos, como atrair o homem solitário e tal — um homem que é um lixo de pessoa, só pra deixar claro né hahahahhahha) e fazer disso uma figura barata de um símbolo particular para uma personagem que morreu no primeiro episódio. É a coisa mais ridícula, brega, sem noção, mal feita, mal pensada, mal exposta, de mal gosto, inaceitável e infame da temporada inteira. Pra mim, em termos de Nova Série, só perde pro Abzorbaloff mesmo.

Também gostei dos personagens, mas confesso que não me importei muito com a mulher do cara e nem com o cara, que é um bosta por fazer o que fez com a filha (NADA justifica aquilo). Mas é compreensível em termos dramáticos o por quê o roteiro mostrou isso. E isso foi bacana. Só que minha atenção mesmo estava voltada para a Doutora e o que aconteceria com os companions.

Da fotografia, eu adorei a iluminação da caverna. Já o restante, achei ok. No momento em que o Universo do sapo do satanás aparece, para mim, foi normal. Não foi ruim, mas não foi particularmente bom.

Responder
Tiago Lima 4 de dezembro de 2018 - 22:19

Seja lá o que Ed Himes tomou para escrever esse episódio, EU QUERO! Hahaha!
Confesso que quando terminei o episódio eu fiquei meio dividido, pois essa plot foi tão bizarro que eu não sabia entender direito o que estava sentindo. Mas no fim achei um bom episódio.

O roteiro do Himes me lembrou muito os escritos do Douglas Adams, uma vibe meio Dirky Gently´s ( Aliás, saudades Dirk Gently!) e essa evolução/troca do perigo eu achei uma ótima sacada: O monstro a espreita da cabana, as criaturas na anti-zona, o universo consciente…essa graduação da ação eu achei bem pensado.

Aliás,como sempre a produção de arte estava incrível! Reparou que quando eles entram no universo do Solitract, tudo esta invertido? Desde a estampa da camisa do Erik, o lado que a grace deixava o cabelo trançado, a Doutora que é destra segura o screwdrive com a esquerda…achei esta sacada muito boa.

Outra coisa que merece destaque é não só a atuação, como a participação da atriz Ellie Wallwork que é cega de verdade. Amo quando a série faz essas inclusões.

Achei tbm interessante como o roteiro flerta com a própria serie e abre espaço para novas informações, como as 7 avós do Doutora, que podem muito bem serem trabalhadas no Universo Expandido ou até mesmo no futuro da série. E fiquei aqui divagando. Teria a Doutora de fato tido sete avós ou avós era como ele chamava as moças na Academia dos Time Lords? A senhora que aparece no celeiro em Listen seria uma dessas avós? E a moça mais tarde no celeiro quando o Capaldi volta a Gallifrey seria a mesma avó ou uma avó diferente?….

Sobre o sapo eu não achei tão ruim, achei bem inesperado na verdade. Mas confesso que poderiam ter usado um cgi melhorzinho, ou dado o mesmo tratamento e atenção que deram a criatura do episódio do Tsuranga.

ps: Foi só que que toda vez que apareciam as mariposas na anti-zona lembrava da Christina Aguilera em Fighter?

https://media.giphy.com/media/3oFzm6NqCrYb4Wxccg/giphy.gif

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2018 - 21:38

Crítica sapofóbica! Vou denunciar para o Caco, atual presidente da S.A.P.A. – Sociedade Anti-Preconceito aos Anfíbios!

– Ritter

Responder
Luiz Santiago 5 de dezembro de 2018 - 02:20

SAPA

AHUAHUAHAUAHUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUAHUAH

Eu sabia que você ia inventar alguma gracinha!

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 21:17

WOW!!! Tem alguma possibilidade de você mudar essa estrutura ou tá certinho mesmo?

E uma pergunta comparativa: tem algum momento da série (clássica ou nova) que vc tenha recebido a temporada ou as histórias da mesma forma como está recebendo essas?

Responder
Denilson Amaral 4 de dezembro de 2018 - 21:24

Os três primeiros e o último, não. O miolo pode mudar, especialmente o DotP (porque vi sem legenda e só uma vez).
Acho que só passei por isso na 19ª temporada, até a 8ª (que considero a pior da série nova) tinha seu charme na 1ª vez que eu vi.

Responder
Augusto 4 de dezembro de 2018 - 20:22

Eu adorei as ideias presentes no episódio, mas nem tanto da execução. O episódio muda de direção a cada dez minutos praticamente, o que me faz pensar se não seria melhor se ele fosse dividido em duas partes, para não ser tão apressado. Mas, vamos lá, eu amei os primeiros dez minutos, com a investigação na casa, e o clima de mistério, parecendo que seria um episódio de terror. A partir da aparição do espelho, a história caiu um pouquinho, eu achei o Ribbons meio desnecessário. Agora sobre a volta da Grace, eu gostei bastante, muito pela atuação dela e do Graham (que é de muito longe o melhor companion dessa temporada), mas foi rápido demais, eles ficam juntos por, sei lá, cinco minutos e depois o Graham já tem que ir embora, mesmo assim os dois fazem esse pouco tempo valer. O sapo foi péssimo mesmo, esse episódio deve ter se sentido desafiado semana passada e conseguiu um final pior que o de Witchfinders. Me lembrou muito Love and Monsters, em que os cinco minutos finais quase acabam com o episódio.

Pelo menos, a Jodie teve mais uma atuação espetacular, aquela cena final do Graham e do Ryan foi bem bonita e a trilha sonora estava ótima. Foi um episódio que me deixou com sentimentos bem diferentes, eu realmente adorei algumas das ideias, mas, no geral, me pareceu uma oportunidade perdida.

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 19:50

maaaaas gente

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 19:49

Exceto pelo elogio a Rosa, não sei do que você está falando, porque não compartilho de nenhum desses sentimentos. Para mim foi uma boa temporada e eu gostei do trabalho dele, embora com críticas, gostei do ritmo e jamais imaginei desistir da série, mesmo na época das recons. Tô bem de boas me divertindo. EXCETO com essa porcaria ridícula de sapo HAUAHUAHAUHAUAUAHUAHUHAUAHUAHUAHUAHUHAUAH

Responder
Denilson Amaral 4 de dezembro de 2018 - 20:13

Desistindo é uma forma de me expressar, você sabe. Eu sou um pseudowhovian dedicado, não pulei uma recon também. Mas esses últimos episódios deram uma renovada para mim de uma maneira incrível! Hahahahaha

Meu top está assim no momento:

1-ITYA
2-Rosa
3-Kerblan
4-TWf
5-AitUK (meu guilty pleasure)
6-DotP
7-TWWFtE
8-TGM
9-TTC

Responder
John 4 de dezembro de 2018 - 19:00

Eu gostei do sapo kkk
Em defesa dele, o solitract tomou o forma do sapo por causa do pingente de sapo/sentimentos do Graham, o pingente é como um simbolo que não o deixa sozinho, pois “parte” da Grace acompanha ele quando o usa. Como o solitract sempre foi sozinho e presenciou esse sentimento do Graham/Grace através do pingente, virou um sapo hahahahaha

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 19:43

Eu considerei isso, mas não colou em nada, aliás, piorou, porque o roteiro jogou com migalhas emotivas pra criar uma porcaria. Como eu disse na crítica, nem os simbolismos funcionam aqui. Ficou mal estruturado no roteiro, mal colocado, mal exposto visual, pessimamente animado, com resultados horríveis para a cena.

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 15:40

A ÚNICA coisa que eu concordo desse seu comentário é que Rosa é 9,5.

Responder
Denilson Amaral 4 de dezembro de 2018 - 15:58

Gostou do Chris até agora? Minha nossa! kkkkk

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 16:06

Sim, eu gostei. O que não quer dizer que não tenha apontamentos negativos em relação ao trabalho dele, como você pode ver nas minhas críticas ao longo das semanas. Mas NÃO classifico o trabalho dele como ruim. De modo algum. Gostei dele.

Responder
Denilson Amaral 4 de dezembro de 2018 - 16:15

O ritmo dele não me agradou em quase nada. Eu estava praticamente desistindo até o episódio 6 (que teve gente que amou, já eu até achei muito bom, porém com ressalvas), que começou a engrenar a coisa e de lá pra cá a temporada foi chegando a um nível mediano em comparação com as outras. Para mim, sem dúvida, o melhor da temporada foram os quatro episódios sem o Chris (descontando a questão de Rosa e a co-autoria), junto com o primeiro da temporada que achei agradável.

Responder
Vinicius Silva 4 de dezembro de 2018 - 15:03

Aí que delicia, 3 ótimos episódios seguidos. Ta dificil decidir de qual eu gostei mais, alguém me ajuda ae please? kkkk

Doutora foi simplesmente sensacional nesse ep, achei foda a cena que ela ameaça o Ribbons. Ed Hime mal chegou na série e já o considero pakas, o cara acertou aonde o Chimbinha errou em The Songamonga Conundrum, que foi em escrever um sci-fi creepy e interssante ao mesmo tempo com uma boa dose de humor.
A única coisa negativa do ep pra mim é o CGI do sapo, até o dos Slitheen é melhor kkkk, mas o resto eu amei. Quase chorei quando o Ryan chamou o Graham de vovô, infelizmente a Yaz continua apagada, mas atriz é muito boa e gata, espero um dia gostar da personagem tbm.

Como esta seu hype pro finale? O que você acha que vai acontecer?

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 15:46

Ajudo com prazer: goste mais de Rosa e Demons of the Punjab. Prontinho! Problema resolvido! HAHHAHAHAHAHAHAHAAHHAHAHA

The Tsuranga Conundrum foi um episódio ótimo. A ideia ali ia por uma concepção diferente de “horror em local fechado”, e nesse aqui puxava mais para o terror aberto mesmo, não de um confinamento tecnológico, mas maligno. Eu gostei dos dois, na verdade, mas gostei bem mais do Tsuranga Conundrum, sem sombra de dúvidas.

Concordo contigo. Até os Slitheen são melhores que essa vergonha alheia de sapo.

Eu gosto da Yaz, mas ela tem pouco desenvolvimento, o que é uma pena. Deveriam aproveitar melhor a atriz.

Eu to muito ansioso pelo final, quero ver como ele pensou o encerramento dessa temporada. Mas não faço ideia do que pode vir. A temporada, para mim, foi bem imprevisível, não acertei UM rumo sequer que achei que ela tomaria. Só a temática recorrente dos “humanos são monstros”.

Responder
Vinicius Silva 4 de dezembro de 2018 - 17:37

Estou indeciso entre Kerblam! The Witchfinders e It Takes You Away

Rosa é excelente mas Demons of the Punjab acho chato, quando vi pela primeira vez eu gostei, só depois que analisei melhor o ep deixei de gostar.

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 14:55

Não dá pra deixar esse sapo ridículo em paz. TEM QUE ACABAR O SAPO!!!

Eu também acho que o conceito da Anti-Zone e do Solitract Plane voltarão a aparecer na série. São ideias ótimas de composição do Universo, agora oficialmente incorporadas.

Sobre o sapo… gosto nem de lembrar daquela atrocidade.

Responder
Denilson Amaral 4 de dezembro de 2018 - 14:53

Disparado meu episódio favorito! Amei tudo, até o sapinho (além de amar odiar o pai), nota 9,5. (está empatado com Rosa, mas é meu predileto)

Obs: Esse episódio é a prova cabal que o Chris é o pior escritor desse temporada! Vamos esperar pelo episódio final, mas acho que não conseguirá fazer saldo positivo pra compensar…

Responder
wemerson emanoel da silva 4 de dezembro de 2018 - 13:55

leave the frog alone please!eu amei o ep.achei lindo,engraçado e emocionante.aquele sibbon foi megadesnecessario.os conceitos d antezone e solitract podem voltar a ser abordados.amo q desenvolveram a relação d ryan e graham de forma sutil e realista e q tudo q dizem é coerente cm suas personalidades e passados.eu gosto da yaz pq é realista,determinada e empatica como uma boa policial.nao precisa ser divertida pra ser uma companion legal.queria q o sapo virasse pessoas do passado pra segurar a 13th.
ps:Ryan tinha razão sobre o pai kk

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 13:25

Eu JURAVA que seria um tipo de luz, algo parecido com o vórtice, uma voz totalmente diferente… Daí fizeram AQUILO.

Ai meus coraçõezinhos…

Responder
Stella 4 de dezembro de 2018 - 13:28

KKKKKK Eu morri de rir na hora, algo bem comum na era do Russel T Davies, o decimo doutor cairia perfeito nesse episodio, brillant! Espero que não fique mais na montanha russa e decole de vez, porque é um episodio bom e outro marro menos, não dá né.

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 13:40

Vai deixando a gente com aquela sensação estranha de tipo “o que esperar agora”??? heehheheehehheeh

Mas foi um bom episódio — exceto pelo sapo ridículo –. A menina cega, aquele pai de merda, a temática do abandono e da solidão, do egoísmo máximo, aquilo realmente foi interessante. A base familiar do episódio como um todo…

Responder
Stella 4 de dezembro de 2018 - 13:56

O egoismo do pai foi bem realista, gostei. Acontece bastante no Brasil, e acredito que mundo a fora também. Tudo por uma xana, deixa ate os filhos. Não achei ridiculo o sapo, achei engraçado kkkk

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 14:15

Mais pura verdade. E o pior é a situação em que ele deixou a menina, em pavor, fazendo todo aquele teatro e achando que estava tudo bem.

Stella 4 de dezembro de 2018 - 12:33

ótima crítica, bem divertida kkk. Esse episodio foi muito bom, esse foi bem Doctor Who, mas da fase do Russel T Davies, adorei. Tava doida que o universo da consciência trouxesse alguem das antigas só pra me abalar kkk tipo a Rose.

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 11:35

HAHAHAHAHHAHHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHA eu não consigo, tá mais forte que eu, ÇOKOOOOORROOOOOOOOO

Gente, olha essa teoria!!! Monica, tu salvou meu dia, depois desse sapo! Isso é interessante. Vai ser curioso, se seguir por esse caminho, como a Doutora vai lidar com a coisa toda.

Responder
Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 11:05

Eu odiei. Péssimo na escolha, péssimo nos efeitos, uma bizarrice sem nenhuma razão de ser, num episódio que poderia ir para um caminho completamente diferente e fazer sentido para a própria base. Roteiro foi quase completamente morto por causa daquela porcaria de cena, que quase anula por completo o discurso da Doutora. Para mim, maior deslize da temporada em termos de escolha. Estou até gostando mais das aranhas depois disso.

Responder
Mônica Barros 4 de dezembro de 2018 - 11:19

Que isso, Luiz, tira esse ódio de seu coraçãozinho, isso não lhe pertence :-)). Perdoa o sapinho, tadinho, foram só uns minutinhos 🙂

Vou aproveitar esse espaço para colocar minha aposta para o próximo episódio, para você não dizer que eu inventei “post factum” :
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Aposto
que nosso amigo “Tim Shaw” vai voltar. E quem mais vai aparecer? Asha!
Sim, Asha, irmã do Rahul – aquele cara do episódio 1 que estava doido
por causa da irmã sequestrada. A “Asha” está presa em estase pelos
Stanza – ou seja, ela é a “Timeless Child” que as “fitas” citaram no
episódio 2. Esta é minha aposta.

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Caio Vinícius 4 de dezembro de 2018 - 13:51

Caramba que teoria bacana!!! Faz sentido. Porém eu não gostaria que a Timeless Child fosse a Asha. Quero muito que essa kid seja a Doutora criança.

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thiago ✨ 8 de dezembro de 2018 - 13:51

tmb acho que era só uma metáfora para x próprix doutorx
minhas primeiras apostas eram susan ou a rani, mas sem qualquer desenvolvimento próprio na temporada deixei de mão pq uma revelação mal construída dificilmente sustentaria o peso que as duas tem dentro do programa como mitologia + a expectativa preexistente na fanbase
btw, ficaria surpreso se sequer for mencionado na finale

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Tiago Lima 4 de dezembro de 2018 - 22:31

Manooooooo, gostei dessa teoria. Gostei MESMO!

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Pedro Sebastião Pereira Amaro 4 de dezembro de 2018 - 10:50

Não gosto de ressurreições, mesmo quando não são bem isso, o que salvou dessa parte foram as impecáveis atuações de Grace e Grahan
Talvez por causa do sapo vc tenha esquecido, mas a adolescente cega estava bem bacana também, a relação dela com a “mãe”, o pai e o ryan foram muito boas pra mim.
Gostei do conceito dessa anti-zona, do Solitract, e das avós.
A Yaz é uma boa atriz, é muito bonita e simpática, mas seu personagem e nada são a mesma coisa.

A Doutora estava ótima no episódio, gostei de cada segundo dela.
Já em relação ao sapo, que por incrível que pareça uma enormidade de pessoas gostou, eu achei desnecessário e mal feito, e eu nem sou do tipo de pessoa que liga muito pra efeitos especiais e coisas assim, sempre achei o conceito mais importante do que a aparência, mas dessa vez não tem perdão, as pessoas que olharam pra aquilo e aprovaram deviam ser excluídos da televisão por um tempo, e se não bastasse os efeitos terríveis do sapo ele por algum motivo aleatório tem a voz da Grace, e quando ele levanta a mão dá aquela sensação de vergonha alheia pelas pessoas, foi desastroso.
Os finais e os começos poderiam ter algum gancho melhor, mas felizmente no final teve um ótimo ponto de desenvolvimento de personagem.
Obs: Tenho a profunda sensação de que o Grahan vai morrer no próximo episódio.

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Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 11:20

Eu gostei do trama da menina cega e da relação com os pais. Aliás, aquele pai é um LIXO DE GENTE, né. Puta merda.

E concordo contigo em relação à Yaz.

A Doutora está maravilhosa. Não fosse aquela DESGRAÇA DE SAPO DO CARALHO, o discurso dela seria bem colocado, a cena seria boa e traria um peso e dramacidade ainda maiores. Até a justificativa daquele balde de estrume pra existir é uma porcaria UUUUUU EU ESCOLHI ESSA FORMA PORQUE ME AGRADA, COMO AGRADAVA GRACE… apaputakeopariooooooooo

Eu adorei o final. Muito bonito, terno, com uma relação entre o Ryan e o Graham que cresceu bem, sem precisar fazer discurso gigante, sabe. Adoro avanço de temas assim, de forma limpa, sem exageros. Foi maravilhoso. O começo também gostei muito e de todo o desenvolvimento. Mas o sapo… ai, meus sais…

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Caio Vinícius 4 de dezembro de 2018 - 13:17

DEFENDEREI O SAPO ENQUANTO EU VIVER! ALL HAIL THE SAPO!

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Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 13:24

NÃAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

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Mônica Barros 4 de dezembro de 2018 - 10:46

Nossa, Luiz Santiago, que pena que o sapo te chateou tanto. Gostei bastante do episódio, que tem aquela sensação de montanha russa dos primeiros anos do New Who que gosto tanto. Gosto também de errar constantemente quanto à direção que o episódio vai. Achei fantástico o cuidado da produção em trocar o repartido do cabelo da Doctor e do Graham e o desenho da camiseta do Erik no mundo espelhado. O tema, que é o sentimento de abandono (quando pessoas morrem ou vão embora) também é muito interessante e adequado. Não tive nada contra a aparição da Grace – pelo contrário, acho que foi muito importante para estabelecer que aquele universo estava improvisando (eles apareceram, ela apareceu). Devo confessar que o sapo não me agradou do ponto de vista de efeitos. Mas, como conceito, prefiro o sapo do que se fosse uma ex-companion ou alguém do passado do Doutor. Pensei que seria legal se fosse uma criança, bem pequena (mas o problema seria a atuação) para passar a ideia de que aquele universo ainda seria um bebê. Outra coisa que eu queria era uma pequena telepatia entre o Doutor e o Universo, para aumentar a consistência da “amizade” e do compartilhamento de conhecimentos. Aquela amizade baseada em poucos segundos não me convenceu. No geral, gostei muito do episódio e achei o sapo tolerável, exceto esse último ponto de amizade instantânea. Adorei o Ryan chamando o Graham de vovô. Ah, detalhe: eu amo sapos ^.^ .

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Luiz Santiago 4 de dezembro de 2018 - 11:32

Eu também amo sapos. Mas aqui o bicho só conseguiu me irritar de todas as formas. Simplesmente odiei esse troço Aff.

Os detalhes que você apontou são ótimos mesmo. A constituição do mundo do espelho, a questão do abandono (temática trabalhada com um peso enorme aqui), aquele final maravilhoso entre Ryan e Graham. Coisa linda. Não entendo porque resolveram estragar o episódio com aquele troço horroroso na cadeira, ainda mais com a voz da Grace… Meu Deus.

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Caio Vinícius 4 de dezembro de 2018 - 08:16

Mas gente!!!! Como assim kkkk
Achei o episódio fenomenal, me surpreendi muito e cheguei a deixar escapar algumas lágrimas. Achei o sapo a melhor coisa desse mundo! Foi tão bizarro e insano que eu amei.

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