Home TVEpisódio Crítica | Doctor Who – Série Clássica: The Enemy of the World (Arco #40)

Crítica | Doctor Who – Série Clássica: The Enemy of the World (Arco #40)

por Luiz Santiago
146 views (a partir de agosto de 2020)

plano critico the enemy of the world

estrelas 4,5

Equipe: 2º Doutor, Jamie, Victoria
Espaço-tempo: Australásia (futuro alternativo da Terra), 2017

Assim como na história dos Ice Warriors, os eventos do presente arco se passam em um mundo condenado pela superpopulação. Ao que parece, a Terra também teve aqui sua divisão geopolítica alterada e padece de uma série de desastres naturais – mesmo que causados criminosamente a mando de Ramón Salamander. A grande diferença de um arco para o outro é que desta vez não temos monstros e alienígenas malvados como vilões ou geleiras que avançam pelo planeta. O inimigo, desta vez, é um humano.

Seguindo os passos de William Hartnell, que em O Massacre da Noite de São Bartolomeu interpretou o 1º Doutor e o Abade de Amboise, Patrick Troughton encarna aqui o 2º Doutor e Salamander, o “Inimigo do Mundo”.

Durante um tempo divulgou-se a ideia de que Troughton interpretou os dois papeis porque não conseguiram encontrar um outro ator para viver Salamander, mas o fato é que isso não é verdade. O roteiro de David Whitaker era explícito ao solicitar Troughton para os dois papeis e a escolha não poderia ter sido mais interessante.

Não só por conta da dualidade intrínseca ao Doutor e suas personalidades diretas ou indiretas (destaque para o já citado Abade de Amboise e o 1º Doutor; Salamander e o 2º Doutor; O Observador e O Curador ligados ao 4º Doutor; o Meta Crise e o 10º Doutor; o Dream Lord e o 11º Doutor; o Valeyard e o Doutor após a sua 12ª regeneração) o duplo papel em O Inimigo do Mundo nos deu a oportunidade de ver um outro lado de Patrick Troughton, uma versão humana cruel e violenta do pacífico Time Lord a quem estávamos acostumados até o momento. E devo dizer que o ator não nos decepciona um único momento. Sua interpretação é segura e extremamente convincente nos dois papéis, além de mostrar que o ator estava claramente se divertindo com a farsa.

O arco carrega elementos sociopolíticos mais ou menos nos moldes de The Sensorites, The Ark, The Savages, The Macra Terror e The Ice Warriors, só para citar alguns que antecederam a este e que traziam uma organização social, terráquea ou alienígena, dominada por alguém, alguma forma ou coisa que obrigava os indivíduos a se sacrificarem em favor de um engodo cujo único beneficiado seria o próprio dominador. No presente caso, a ânsia pelo poder e uma disputa por controle total da situação colocou Salamander e Kent em lados opostos da mesma trincheira, condenando um grupo de pessoas a viverem em um abrigo subterrâneo com a desculpa de que o mundo na superfície estava destruído pela guerra e apodrecido pela radiação (algo semelhante se repetiria em The Krotons).

Os primeiros episódios são interessantes mas demoram mostrar a que vieram. A partir do 3º capítulo, no entanto, a trama ganha contornos interessantíssimos e já estabelecida uma rede de personagens com objetivos divergentes, cultiva a briga entre eles e deixa o espectador curioso pelo que vem em seguida, usando de fatores-surpresa nunca exagerados e com importante significado para a história.

Barry Letts consegue um resultado aplaudível na direção do arco. Todo mundo tem um papel importante e mesmo os atores canastrões conseguem bons momentos ao longo dos seis episódios. No caso dos companions, temos um excelente uso de cada um deles, com Victoria insossa no início mas muitíssimo bem localizada depois, assim como Jamie, que conta com toda a simpatia do jovem Frazer Hines, nem sempre atuando bem mas com uma postura que o faz ser muito bem recebido no todo da história. Sua relação com o Doutor mais uma vez é mostrada com grande afeição pelo roteiro (a sequência final, na TARDIS, é um indicativo pleno disso) o que aumenta ainda mais a simpatia do público para com o personagem.

O Inimigo do Mundo é uma história sobre um futuro distópico cuja base é uma farsa muito bem plantada. O modo de operação dos vilões, a causa de todos os problemas e o tipo de sociedade global aí estabelecidos têm reflexos em nossa própria sociedade e por esse motivo tornam o arco tão real para um espectador a décadas depois dele ter sido realizado. Com um bom encadeamento de eventos, intrigas governistas e tragédias naturais causadas artificialmente, a aventura se coloca como a única da 5ª Temporada a não ter um monstro alienígena em seu enredo e também como um dos melhores arcos, não só da era do 2º Doutor, mas de toda a série clássica de Doctor Who.

The Enemy of the World (Arco #40) – 5ª Temporada

Direção: Barry Letts
Roteiro: David Whitaker
Elenco principal: Patrick Troughton, Frazer Hines, Deborah Watling, Colin Douglas, Mary Peach, Bill Kerr

Audiência média: 7,42 milhões
6 Episódios (exibidos entre 23 de dezembro de 1967 e 27 de janeiro de 1968)

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25 comentários

Jean 2 de outubro de 2016 - 13:14

Um dos melhores arcos do 2º Doutor, junto com The War Games e The Mind Robbers. A atuação de Troughton é mais do que excelente. Salamander foi um baita de um personagem e é aí que entra minha birra com a série nova: 1º Doutor=Abade, não deram nenhuma explicação pra isso; 2º Doutor=Salamander, não deram nenhuma explicação pra isso; Por quê precisaram dar uma explicação para o rosto do 12º? Entendo que conseguiram colocar dentro da narrativa uma explicação plausível, mas foi desnecessário.

Responder
Luiz Santiago 2 de outubro de 2016 - 21:18

Esse arco é realmente maravilhoso! Um dos meus favoritos da Clássica…

Sobre a Nova Série, eu penso que essa necessidade venha do fato de os personagens estarem em episódios diferentes e contextos diferentes. Particularmente, acredito que era algo desnecessário para se explicar, pois em DW isso é facilmente compreensível. MAAAAAS tenho quase certeza que foi pressão de uma parte dos fãs, com milhões de perguntas a esse respeito.

Responder
Luiz Santiago 2 de outubro de 2016 - 21:18

Esse arco é realmente maravilhoso! Um dos meus favoritos da Clássica…

Sobre a Nova Série, eu penso que essa necessidade venha do fato de os personagens estarem em episódios diferentes e contextos diferentes. Particularmente, acredito que era algo desnecessário para se explicar, pois em DW isso é facilmente compreensível. MAAAAAS tenho quase certeza que foi pressão de uma parte dos fãs, com milhões de perguntas a esse respeito.

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Jean 2 de outubro de 2016 - 13:14

Um dos melhores arcos do 2º Doutor, junto com The War Games e The Mind Robbers. A atuação de Troughton é mais do que excelente. Salamander foi um baita de um personagem e é aí que entra minha birra com a série nova: 1º Doutor=Abade, não deram nenhuma explicação pra isso; 2º Doutor=Salamander, não deram nenhuma explicação pra isso; Por quê precisaram dar uma explicação para o rosto do 12º? Entendo que conseguiram colocar dentro da narrativa uma explicação plausível, mas foi desnecessário.

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Carlindo José 13 de março de 2016 - 17:08

Velho, que arco lindo, maravilhoso e fantastic foi esse? Tinha boas expectativas pra ele, mas caramba, superou tudo, o melhor arco do 2° Doutor até agora, sem nem precisar de aliens. Toda a atmosfera de conspiração, distopia, espionagem e traição e um final que me deixou muito surpreso, esses elementos todos foram muito bem utilizados deixando tudo numa perfeição só. Faltam até palavras pra descrever este arco.

O Troughton não se contenta em apenas ser um Doutor grande e maravilhoso, a interpretação dele como Salamander é bastante limpa e segura, pra mim foi como se fossem dois atores, um como Doutor e outro como o vilão, esse homem é genial demais. Que coadjuvantes legais velho, o cozinheiro foi o melhor, gostei muito dele hehehe O David Whitaker com certeza é um dos melhores roteiristas da série, The Rescue, The Power of the Daleks e este arco estão aí pra comprovar isso.

É bom ver que a série nessa quinta temporada está tendo mais um salto imenso de qualidade, e olhe que a temporada anterior pra mim já foi uma das melhores da série.

Responder
Luiz Santiago 14 de março de 2016 - 00:38

Esse arco é simplesmente apaixonante. Ele foi um dos poucos que eu voltei para rever (e mais de uma vez) depois que segui com a minha aventura cronológica pelos outros Doutores. Eu sou fascinado pelo tipo de distopia que é colocada no roteiro aqui e, como você também observou, por todos os personagens coadjuvantes que são excelentes em toda a história.

E o Troughton… oh, senhor, que ator maravilhoso é esse, hein? O cara simplesmente arrebentou na interpretação do Salamander, além de também destruir como Doutor. Duas personalidades completamente diferentes e ambas muito bem interpretadas. Como você disse, a impressão era que tínhamos dois atores e não um único em dois papeis.

Um dos melhores arcos de toda a série clássica, sem sombra de dúvidas.

Responder
Luiz Santiago 14 de março de 2016 - 00:38

Esse arco é simplesmente apaixonante. Ele foi um dos poucos que eu voltei para rever (e mais de uma vez) depois que segui com a minha aventura cronológica pelos outros Doutores. Eu sou fascinado pelo tipo de distopia que é colocada no roteiro aqui e, como você também observou, por todos os personagens coadjuvantes que são excelentes em toda a história.

E o Troughton… oh, senhor, que ator maravilhoso é esse, hein? O cara simplesmente arrebentou na interpretação do Salamander, além de também destruir como Doutor. Duas personalidades completamente diferentes e ambas muito bem interpretadas. Como você disse, a impressão era que tínhamos dois atores e não um único em dois papeis.

Um dos melhores arcos de toda a série clássica, sem sombra de dúvidas.

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Carlindo José 13 de março de 2016 - 17:08

Velho, que arco lindo, maravilhoso e fantastic foi esse? Tinha boas expectativas pra ele, mas caramba, superou tudo, o melhor arco do 2° Doutor até agora, sem nem precisar de aliens. Toda a atmosfera de conspiração, distopia, espionagem e traição e um final que me deixou muito surpreso, esses elementos todos foram muito bem utilizados deixando tudo numa perfeição só. Faltam até palavras pra descrever este arco.

O Troughton não se contenta em apenas ser um Doutor grande e maravilhoso, a interpretação dele como Salamander é bastante limpa e segura, pra mim foi como se fossem dois atores, um como Doutor e outro como o vilão, esse homem é genial demais. Que coadjuvantes legais velho, o cozinheiro foi o melhor, gostei muito dele hehehe O David Whitaker com certeza é um dos melhores roteiristas da série, The Rescue, The Power of the Daleks e este arco estão aí pra comprovar isso.

É bom ver que a série nessa quinta temporada está tendo mais um salto imenso de qualidade, e olhe que a temporada anterior pra mim já foi uma das melhores da série.

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Julia 9 de setembro de 2014 - 12:01

Preciso rever esse arco, qdo vi não tinham relançado ele, então era ainda uma boa parte em recon. e ainda assim amei muito! é sensacional ver o patrick (meu doctor favorito da clássica por enquanto, apesar de eu não ter terminado todos ainda) interpretando outro papel completamente diferente, de forma maestral (parece outro ator interpretando). Sem falar que as companions também tem uma participação efetiva no arco pelo que lembro, de se infiltrar na ‘organização’ do salamander. ai, saudades da era do 2nd, que é tão maravilhosa que mesmo com todas as recons, conseguiu ser meu Doctor preferido <3

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Luiz Santiago 9 de setembro de 2014 - 16:22

É simplesmente fantástica essa era do 2º Doutor, ainda mais com a força de interpretação do Patrick, um excelente ator e que nesse arco aqui faz milagres.
Você precisa MESMO rever esse arco, agora com todos os episódios encontrado, @disqus_NihZjBDu77:disqus. Tenha certeza que ele vai te impressionar ainda mais. Eu tinha visto também na época das recons, mas quando fui escrever a crítica já tinham lançado todos os encontrados então revi e foi uma nova baita experiência!
Depois volte aqui para contar!

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Julia 9 de setembro de 2014 - 18:38

Pois ééé. Tô no inicinho do 5th, quero tentar terminar até o final do ano. Quando eu terminar tudo quero rever vários arcos que foram lançados em animações e que encontraram alguns episódios (pois qdo eu vi era tuuuuudo recon -_- hahaha). e também rever arcos por prazer né 😀

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Luiz Santiago 9 de setembro de 2014 - 20:22

Tem uns do 1º Doutor, tipo, aquele da Revolução Francesa, que lançarem em animação e que eu preciso ver ainda. Mas alguns como Ice Warriors, eu já revi depois que lançaram a versão não-recon. Hehehe
EU ainda acalento a ideia de que um dia ou vão fazer animação de todos ou vão encontrar os que faltam! E tomara Rassilon que encontrem Marco Polo e Celestial Toymaker!!!

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Julia 9 de setembro de 2014 - 21:30

eu também tenho essa esperança, de que eventualmente façam animação de tudo. já querendo the celestial toymaker e the faceless ones pra ontem!

Luiz Santiago 9 de setembro de 2014 - 23:44

The Faceless Ones!!! Caramba, é verdade! Esse arco é simplesmente assustador — pelo menos a ausência de rosto dos vilões! PRECISAM achar isso, você tem toda razão!

Yoana Carmo 13 de agosto de 2014 - 21:41

Uuhuhuhuhul, chegaram em Enemy! PORRA puta arco! Um dos meus preferidos de toda a classic. Patrick sensacional. Primeiro que ele já começa com um helicóptero mostrando altos orçamentos hahahaah (quem vê pensa “tá e dai um helicóptero” mas pra padrões da classic na época né).
Tem uma cena que gosto muito do Patrick, logo no começo do primeiro ep, que determinada personagem questiona, que tipo de Doctor ele é, enfim, se você lembrar sabe qual é. #aquelas
Mas enfim, amo esse arco, fiquei bem impressionada com as camadas dele, ainda mais que gosto muito de distopias, e em DW elas sempre geram ótimos eps.
Essa 5 temporada é demais (porém a 6 minha preferida), puta evolução pra série, próximo arco começa pela primeira vez apresentar um personagem “recorrente” e apresenta o Brigadier, que novamente vai ser recorrente. Muita inovação legal.

E agora eu terminei a classic depois de 7 meses, to com vontade de ver tudo novamente já <3 (é sério cara da vontade, uma saudade)

Responder
Luiz Santiago 15 de agosto de 2014 - 18:38

Ah, esse arco! Ai, meus corações!!!

É tipo uma história que te faz ficar encarando a tela o tempo todo, tanto pela genialidade do roteiro quanto pelas interpretações, e.. pelo amor de Rassilon, o que é o Patrick Troughton nesse arco??? Simplesmente inacreditável o trabalho que ele faz aqui!

Ri demais quando você falou do helicóptero, mas é bem isso mesmo. Altos orçamentos! hahahahahaha
Eu também adoro distopias e assistir a essa história foi um prazer enorme também por esse ponto.

UAU! Já terminou a clássica? Meu sincero respeito! Um dia eu chego lá! hahahahaahahhaahah

Responder
Yoana Carmo 16 de agosto de 2014 - 22:16

Pois é, um arco inesquecível mesmo!
A gente se acostuma com o orçamento baixo, dai algo diferente aparece fica “ooooooh”
Menino terminei, o negócio foi foda, “aventuresco” eu diria, incrível experiência ver tudo, e poder olhar todos eles, e conhecer cada um. Mas você consegue sim!
Agora vou tentar partir pros áudios, quero saber mais do 8th além do filme (que fez meus corações doerem).

Responder
Luiz Santiago 17 de agosto de 2014 - 10:52

Quanto tempo você demorou pra ver tudo, desde o início do 1º Doctah até o final do 7º?
Imagino só como tudo isso se enquadra na sua cabeça. Deve ser sensacional chegar ao fim da Clássica e ter esse olhar rico para toda a série. É uma das minhas metas de vida. hahahahaha. To caminhando de vagar mas eu chego lá! 😀

Responder
Yoana Carmo 17 de agosto de 2014 - 16:18

Olha foram 7 meses certinhos, eu ia ver a classic mas não tinha planejado ver ela da forma que vi, só que me deram a ideia de ver tudo antes da 8ª temporada, isso lá em janeiro, e eu pensei “pq não?” fiz uma aposta comigo mesma, e consegui, tive tempo livre algum tempo então facilitou muito, pra você ter noção, parei qualquer série que tava vendo, tudo, só pra ver a classic, cada tempo disponível que eu tinha usava na classic.
Então foi algo muito presente na minha vida por 7 meses, agora estou sentindo uma falta imensa.
E é incrível, eu tenho uma imagem pra qual olhava e contava os Doctor e pensava “esse eu conheço esse eu conheço” quando terminei o 8th e olhei pro 9th eu “nossa” conheço todos, agora me mato de chorar com tudo, de todos eles.
o 5th, 6th e 7th Doctors foram os mais rápidos e fáceis de ver, eu vi eles acho que em 1 mês.
O mais difícil foram os 4 primeiros, muitos eps, muitos arcos, companions, principalmente o 4th, que fui escrever meu texto sobre e levei dias, porque é a era mais bem escrita e complexa da série (pelo menos pra mim), hahahaha enfim, agora eu to escrevendo o texto do 5th, e depois tem 6th, 7th e o filme do 8th. E ai farei um post geral sobre a classic, porque eu necessito escrever sobre isso, colocar o que achei de tudo em algum lugar, é muito bom!

Luiz Santiago 17 de agosto de 2014 - 21:15

Caramba, 7 meses! É pouquíssimo tempo para todos os zilhões de episódios! UAU! Meus parabéns! O Doutor ficaria muito orgulhoso de você! hahahahaha
É o que eu mais quero, chegar ao final e sentir essa falta da clássica sabe, além do olhar global sobre a série.
Por falar nisso, você chegou a ver que eu publiquei o seu texto sobre a era do 1º Doutor? Quando chegarmos ao final do 2º já se sinta convidada! hahaha

Yoana Carmo 17 de agosto de 2014 - 23:32

Muita força, foco e fé hahahahahahah
Mas agora tu tá aonde, tu já acabou o 2th?
CARA EU NÃO VI O TEXTO, não fazia ideia de que tu tinha publicado, vou até procurar aqui!
Avise quando tiver algo do 2th e por ai em diante, vou ficar feliz em participar.

Luiz Santiago 17 de agosto de 2014 - 23:59

Imagino que precise disso mesmo! Mas estou firme e forte decidido a chegar até o final, nem que eu esteja velhinho até lá! hahahahaha
Eu to em The Krotons, quase no final da 6ª Temporada. Ou seja, faltam 20!!! hahahahahah

planocritico 18 de agosto de 2014 - 17:11

Vou me meter nessa conversa! 🙂

Eu é que estarei velhinho – mais ainda – quando acabar de ver tudo. No seu caso, o problema não é ver as temporadas e sim ver as temporadas AO MESMO TEMPO em que você ouve todos os audiobooks, lê todos os livros e todas as HQs e sei-lá-mais-o-que você faz em relação ao universo whovian.

Nada que uma sala com paredes acolchoadas não resolva! 😀 – Ritter.

Luiz Santiago 18 de agosto de 2014 - 21:23

HAHAHAHAHAHA, DW é coisa de doido! E por ter um universo gigante, visitar tudo ao mesmo tempo é realmente piração. Dá uma olhada no perfil dos fãs da série e você percebe isso de cada! hahahhaha

Yoana Carmo 19 de agosto de 2014 - 15:50

Posso garantir que deixa bem insano. kkkkkkk
Nossa, mas fazer isso tudo ao mesmo tempo enlouquece mesmo, agora que vou partir para o universo expandido.

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