Home TVEpisódio Crítica | Falcão e o Soldado Invernal – 1X02: The Star-Spangled Man

Crítica | Falcão e o Soldado Invernal – 1X02: The Star-Spangled Man

por Ritter Fan
2783 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers. Leiam, aqui, as críticas dos demais episódios.

Apesar de um começo claudicante, Falcão e o Soldado Invernal engrena com The Star-Spangled Man, episódio que não perde tempo em reunir a dupla titular e em trabalhar com mais detalhes John Walker, o novo Capitão América (Wyatt Russell), personagem que parece ter sido meticulosamente criado para odiarmos com todas as nossas forças, especialmente depois que sua introdução nos segundos finais de New World Order tornou-se meme instantâneo. Claro que grande parte dessa predisposição anti-Walker vem do fato de ele parecer um intruso completo que jamais poderia sequer ter chance de ser o escolhido para seguir com o legado de Steve Rogers, mas o roteiro de Michael Kastelein também não se faz de rogado em nos fazer vê-lo sob uma luz no mínimo duvidosa.

O que ajudou bastante o episódio foi a eliminação da subtrama “Bubba-Gump” de Sam Wilson e sua irmã que pouco contribuiu para a trama, deixando o que havia de realmente interessante, o tratamento psiquiátrico obrigatório de Bucky e seus conhecimentos adquiridos ao longo de 70 anos trabalhando para a Hydra. Claro que era inevitável que a estrutura básica de buddy cop fosse criada, com os dois se bicando o tempo todo e trabalhando juntos muito a contragosto, o que resulta em uma boa – mas não ótima – “terapia de casal” sob a supervisão da Dra. Christina Raynor (Amy Aquino). É o clichê que já vimos centenas (milhares?) de vezes nos mais diversos filmes e séries ganhando uma roupagem super-heróica que sem dúvida diverte, mas que não oferece nada realmente diferente ou especial.

A missão dos dois contra os Apátridas, grupo vilanesco que continua muito sem graça, é o ponto alto de ação do episódio, assim como o começo do anterior, algo que ganha ainda mais relevo por ser a primeira vez que vemos Walker e seu parceiro Lemar Hoskins, o Estrela Negra (Clé Bennett vivendo mais um personagem tirado lá do fundo do baú da Marvel Comics) arregaçando as mangas para exibir suas habilidades, com um surpreendente bom uso do icônico escudo. Tudo bem que os quatro acabam não sendo páreo para os oito super-soldados que os atacam, mas isso já era esperado. O que realmente interessa é o que segue daí, com Walker tentando insistentemente recrutar os ex-sidekicks da persona que adotou para não só facilitar seu trabalho, como para legitimar seu codinome e uniforme, exatamente o que precisávamos para detestar o personagem de uma vez. Será no mínimo interessante ver como a dinâmica agora de duas duplas rivais com um mesmo objetivo será tratada nos episódios seguintes, especialmente com a entrada de Helmut Zemo na jogada.

Falando em cavoucar o baú da editora, a visita de Bucky e Sam a Isaiah Bradley (Carl Lumbly), o Capitão América negro dos quadrinhos, foi um toque interessante que, porém, foi muito rapidamente deixado de lado. Espero fortemente que essa parte da mitologia retorne à série, pois o momento do encontro dos dois antigos inimigos tipicamente precisava de um flashback para a luta dos dois durante a Guerra da Coréia, o que emprestaria um verniz histórico que, muito sinceramente, está faltando ao trabalho de Malcolm Spellman, de forma a realmente usar as décadas do Soldado Invernal como assassino.

Independente das boas referências aos quadrinhos que vem sendo bem utilizadas e não parecem forçadas, creio que a série, já tendo esgotado seu terço inicial, ainda não conseguiu empolgar de verdade. Sim, a história andou bem aqui, sem enrolações e sem dramas pessoais exagerados, mas falta algo que a retire do lugar-comum, daquela classificação de série muito bem produzida, mas que tem ares genéricos e que procura se sustentar na reputação de seus protagonistas advindos do bem-sucedido Universo Cinematográfico Marvel. Talvez a entrada efetiva de Daniel Brühl seja o que eu esteja esperando para quebrar a aparência de normalidade ou talvez um desenvolvimento substancialmente maior dos Apátridas ou até mesmo a “queda” vertiginosa de John Walker como o Capitão América, não sei muito bem. O que eu sei é que, apesar de The Star-Spangled Man ter sido superior a New World Order, ambos andam de mãos dadas na categoria de série de consumo rápido feita para ser esquecida assim que os créditos começam a subir. Isso não é exatamente um problemão, claro, mas não deixa de desapontar um pouco.

Falcão e o Soldado Invernal – 1X02: The Star-Spangled Man (The Falcon and the Winter Soldier – EUA, 26 de março de 2021)
Criação e showrunner: Malcolm Spellman
Direção: Kari Skogland
Roteiro: Michael Kastelein
Elenco: Sebastian Stan, Anthony Mackie, Wyatt Russell, Clé Bennett, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Erin Kellyman, Desmond Chiam, Dani Deetté, Amy Aquino
Duração: 49 min.

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80 comentários

Vinicius Gandolfi 1 de abril de 2021 - 19:37

O que mais tem me incomodado na série sem dúvidas é a direção e montagem. Tudo acontece solto demais, sem emoção, por vezes até aleatório. Sinto que o roteiro desses dois episódios podia ser exatamente como são que seriam bons, só precisaria de uma direção melhor.

Responder
Lú Lopes Lima 30 de março de 2021 - 02:51

Estou achando tudo legal. Requiem do Mozart meio forçado. Mas acho que é um bom gibí, até agora.
PS: A Marvel fala direitinho de racismo. Ponto para ela.

Responder
planocritico 30 de março de 2021 - 02:58

Sim, legal. Só. E esse talvez seja justamente o problema da série. Mas veremos!

Abs,
Ritter.

Responder
Lú Lopes Lima 31 de março de 2021 - 11:38

Mas mas mas pensa bem: essa coisa da série como um filme de gênero policial/quadrinhos com uma pegada social/ política – sem ser sombria e realista – é bastante nova e interessante. Acho que apesar dos clichés, FSI inova bastante. É uma série sem raio azul que cai do céu.
Um abraço.

Responder
Lú Lopes Lima 31 de março de 2021 - 11:47

Agradeço demais à Marvel cortar o cabelinho chanel do Bucky. Só conseguia ver aquele cabelo e nem via o cara atuando. Ele era Emo-Roots?
Abraço.

Responder
FSociety 30 de março de 2021 - 00:29

A serie começou fraca e segue fraca, esperava uma coisa mais seria mais adulta e com menos piadinhas poderiam ter seguido a receita de outras series em que a Marvel esteve pelo menos envolvida como “Demolidor” e “Justiceiro” o Bucky tá muito sei lá… e esse ator que interpreta o Walker tem que comer muito arroz com feijão pra ser o personagem das HQs, por enquanto essa serie segue fraca, espero que melhore.

Responder
planocritico 30 de março de 2021 - 02:04

Não acho fraca. Há várias coisas que, para mim, a segura na linha do “bom, mas nada de mais”. Eu jamais esperaria algo na linha de Demolidor e Justiceiro. Jamais.

Abs,
Ritter.

Responder
Euron "Olho de Corvo" Greyjoy 29 de março de 2021 - 21:01

Os diálogos são tenebrosamente expositivos, ou pelo menos a maioria, essa é a impressão que fica.
A tensão cômicoa entre o Falcão e o Soldado Invernal funciona bem, mas o showrunner não está sabendo dosar. Tá muito forçado, colocar tantas piadas na boca de um soldado brincalhão em um espaço de tempo tão curto (acho que o Sam contou duas piadas para cada minuto que ele interagiu com o Bucky).

Fora a po** dos Apátridas, que são vilões tão toscos que provavelmente vieram do “Arrowverse” após o Blip. Cara, que caracterização podre. Isso sem falar da aparição do Walker e dos carros na perseguição, ambos surgidos do nada no melhor momento possível, os piores “Deus ex machina” de todos.

E na saudosa Baltimore, MD, um policial aleatório cumpre o mandato de prisão ao Bucky, sabendo o exato motivo, explicando até porque faltar a terapia é tão importante. O que eu queria realmente é escutar o rádio da polícia quando o policial aleatório descobriu o motivo do mandato de prisão. As notícias correm rápido em Baltimore, eu sei, mas isso já é demais.

Para finalizar, temos a sessão de terapia de casal mais constrangedora do mundo, mas que funciona bem, tenho de admitir.

Tirando esses fatores, esse episódio foi legal. Concordo com a nota.

Responder
planocritico 29 de março de 2021 - 21:17

“Tirando esses fatores…” Mas são fatores pacas! E eu concordo com todos!

Abs,
Ritter.

Responder
FSociety 30 de março de 2021 - 00:10

Realmente muita coisa nesses 2 episódios foi vergonhoso, acho também que o ator que interpreta o J. Walker não tem nada a ver com a caracterização do personagem dos quadrinhos, o Walker era um cara brutão, até mais forte fisicamente e mais alto que o Steve, a entrada desse personagem na serie era pra causar mas na minha opinião foi muito fraca, o ator é fraco, magro e não passa a impressão nem de longe do Agente Americano que todos conhecem.

Responder
planocritico 30 de março de 2021 - 02:03

Não tenho problemas com o John Walker, até porque ele apareceu tão pouco que não dá nem para saber se ele é assim tão diferente dos quadrinhos. Mas tomara que seja, pois, se eu quiser que seja igual aos quadrinhos, eu leio os quadrinhos.

Abs,
Ritter.

Responder
Henrique Braga 29 de março de 2021 - 16:59

Eu tenho a sensação de que a MARVEL olhou pra esses dois e disse “Vamos fazer uma série” só esqueceram de como fazer isso render, tem muita qualidade técnica, efeitos muito bons, fotografia legal.
Igual você disse, 1/3 da série já foi é nada de grandioso andou, tramas aqui, aquele trauma do soldado como sempre, eu espero mais da série e espero que ela possa render.

OBS:RITTER suas criticas são uma delicia !

Responder
planocritico 29 de março de 2021 - 21:19

Obrigado, meu caro!

Olha, de fato é o que parece. Com apenas seis episódios eu pensei que o negócio seria no mínimo extremamente chamativo, não necessariamente cheio de ação. Mas não é uma coisa, nem outra… É apenas “ok”, o adjetivo fílmico equivalente a quando chamam alguém de “gente boa”…

Abs,
Ritter.

Responder
Massy Andrade 28 de março de 2021 - 16:26

Será que o crítico não criou expectativas demais depois da obra-prima de Wandavision? Eu não esperava muito. Acho até que a série tá cumprindo o esperado, ser uma história de buddy cop.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 17:43

Não creio. Eu já escrevi milhares de críticas em minha vida e acho que aprendi a basicamente jogar minhas expectativas no chão para tudo que assisto. E veja, eu estou achando a série boa. O problema é que ela é só isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Josué de Morais 28 de março de 2021 - 13:42

A melhor cena pra mim desse episódio foi quando o carinha companheiro do “capitão america” falou que o codinome dele era Black Star e o Bucky: “É isto, cheguei no meu limite, PARA O CARRO”., eu gaitei pq fiquei com vergonha alheia e a reação do bucky me representou kk
Acho que a serie ta boa no sentido de diversão semanal mas só, não tenho vontade de chegar na sexta e assistir por exemplo, nada me prendeu muito até agora…
P.s.: Achei que tinha sido o único que achou aquela cena do policial terrível, ai mds que vergonha alheia… A série poderia ta trabalhando com tanta sutileza esse negocio de racismo ai me vem com uma dessa logo dps de um dialogo legalzinho com o Isaiah (Que não gostei na história pq acrescentou nada, por enquanto pelo menos)…

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 17:46

O Bucky tava muito irritado no carro. Ele queria era esganar os dois ali mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Carlo Von Sechsron 28 de março de 2021 - 03:44

Episódio fraco. Várias inserções aleatórias. A cena dos policiais foi constrangedora de tão adolescente e rasa. Tive que adiantar o episódio ali por vergonha alheia. O tema já estava posto elegantemente na cena anterior, do Isaiah, que funcionou bem apesar de rápida. Torço pra um desenvolvimento dessa história específica. De resto, tá com cara de série esquecível e o Bucky merecia a versão anterior com testosterona. Paciência. A conferir se evolui.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 05:00

Apesar de não ter achado o episódio exatamente fraco, concordo com a substância de seus comentários.

Abs,
Ritter.

Responder
FSociety 30 de março de 2021 - 00:15

Poderiam trocar de diretor pra ver se a serie melhora kkkkkk

Responder
planocritico 30 de março de 2021 - 02:03

A série já está 100% pronta.

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 28 de março de 2021 - 03:00

Pra melhorar a série, eu estou na expectativa do Zemo dizer as “palavras mágicas” e o Bucky incorporar o soldado invernal contra os apátridas, ter visto ele apanhar para amadores me incomodou, pelo menos, ficou o gancho pros próximos episódios, já que ficou demonstrado que eles roubaram o soro do “corretor do poder”, alguém que pode produzir o soro do super soldado que nem refrigerante deve ser alguém muito espetacular, já que governo americano, caveira vermellha tentaram reproduzir e não foram bem sucedidos.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 03:02

Espero que haja uma boa explicação para esse soro, talvez ele sendo uma versão aguada que dá força momentânea a quem o usa e cobrando um preço caro, como degeneração celular ou algo assim, pois realmente criar super-soldados do nada e nessa quantidade fica estranho…

Abs,
Ritter.

Responder
Michael 28 de março de 2021 - 02:58

Gosto que a relação do Sam e Buck é uma inversão do que a gente vê em alguns filmes de ação padrão, e talvez na própria parceria Capitão e Falcão. Inclusive a série satiriza isso com o John Walker e o Black Star.

E eu duvido que não vão trazer o isaiah de volta, pode inclusive servir de lembrete do porque o Sam hesitar em assumir o manto do Steve, e olha que ainda nem sabia do bradley. Se a Marvel decidir explorar a fundo o passado do personagem provavelmente vai resultar no momento mais angustiante do ucm.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 03:01

Tomara que tragam o Isaiah de volta! Quero um flahback bacana de quando ele era o Capitão América!

Abs,
Ritter.

Responder
Sidney Gump 28 de março de 2021 - 02:50

Também achei esse episódio mediano. Acho que gastaram tanto recursos no primeiro que esse ficou em débito (tomara que não seja um termômetro para os próximos).
Acho uma sacanagem o que estão fazendo com o personagem do Sebastian Stan. Pôxa, nos filmes do UCM ele deu uma surra no Capitão América, fazia todas aquelas proezas, era furtivo, inteligente, badass e nada engraçadinho.
Nesta série deram uma nerfada nele (parece o Sansão da mitologia, em que os poderes dele foram junto com o corte do cabelo). Ele é surpreendido facilmente, apanha de qualquer um, chega atá a ser bobalhão. Neste segundo episódio, estava inferior até que o Bucky do episódio anterior.
Parece que os autores da série não tinha muito conhecimento do personagem e escreveram um genérico de buddy cop.
Tudo bem, que ao que parece, no final da série, o Sam vai enfim empunhar o escudo (essa história da chamada pra ação do herói que fica com mi-mi-mi, mas depois aceita, se tornou o clichê do clichê), mas precisavam tornar o Bucky um sidekick tão infantil?
E aquela cena que ele vai correndo atrás do caminhão e entra pela porta traseira? Atrás dele tinha outro caminhão. Era impossível o motorista desse caminhão não ver o Bucky entrando no caminhão logo à frente.
E tudo bem que a gente sabe pelos quadrinhos, que o novo Capitão América vai se tornar um fdp (e até no finalzinho do episódio, ele mostrou no que irá se tornar), mas não entendi a antipatia da dupla protagonista pelo herói que os salvou, e que até então tinha sido simpático, e aparentemente, merecedor de segurar o escudo do Steve.
Também gostaria de ver um flashback mostrando o Busck enfrentando o a Isaiah (a HQ que contou a história dele é muito boa!). Só que de novo, acho que fizeram um downgrade no Bucky para não ofuscar tanto o Sam, e justificar que o fiel “escudeiro” do Capitão América, por quase 100 anos não merece empunhar o escudo.
E essa história de colocarem ele toda hora falando pro Sam pegar o escudo (mesmo com aquela explicação piegas) também já deu.
Tomara que esse só tenha sido um problema pontual nesse episódio (acho que fiquei mal acostumado com a qualidade das doses semanais de Wandavision).

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 02:58

Não é que o Bucky não mereça, pois ele não tem culpa em ter se transformado no que ele se transformou, mas eu sou partidário da tese que esse seu passado condena e ele não deve mesmo ser o herdeiro do Capitão. Não sem querer o Steve escolheu o Sam. E veja, eu sou o primeiro a defender que não pode haver outro Capitão América, pois Capitão América, para mim, é o cara que era franzino e sacrificou-se pelo país servindo de cobaia do soro dos super-soldado, lutou na 2ª Guerra pelos Aliados, permaneceu congelado e saiu do gelo como um homem fora de seu tempo, perdendo todos que amavam em um piscar de olhos. O Capitão não é um símbolo para mim e sim a reunião dessas características todas. Portanto, quem quer que assuma o escudo, será apenas um cara com o escudo de uma lenda. Dito isso, para mim o Sam é esse cara se é que alguém pode ser ele.

Sobre o Capitão falso, a animosidade de Sam e Bucky em relação a ele não é com o cara, mas sim com a safadeza que fizeram ao pegarem o escudo, sem avisar ao Sam e entregarem para um qualquer. Não tem como separar as circunstâncias do que foi feito do homem que agora empunha o escudo. É isso que me faz automaticamente detestar o sujeito.

Já no caso do downgrade do Bucky, isso é mais clichê ainda do que o cara que recusa a honra e depois abraça o legado. “Nerfar” super-heróis torna-se um artifício necessário para contar uma história. Eu gostaria de ver o Bucky mega-violento, quase assassino? Gostaria. Mas não é realista para a proposta de uma série juvenil ou para jovens adultos da Disney. Esse Bucky nós vimos em Soldados Invernal e Guerra Civil. Agora, o “novo” Bucky é outro cara, basicamente, um que foi “purificado” pelas férias em Wakanda.

Abs,
Ritter.

Responder
Destruidora de mundos 28 de março de 2021 - 01:31

Olha sinceramente eu esperava mais desta série.

Até agora só achei bacana, com efeitos bons. Sam e Bucky tem uma relação interessante,mas as vezes os dialogos parecem deslocados, as piadas são meio forçadas e fora de hora.

Como a maioria das produções hoje em dia, eles querem falar algo sobre racismo mais sempre acaba saindo algo extremamente genérico. Zemo introduzido da forma mais aleatória possivel, Bucky que tem 106 anos apanhando de super soldados que são basicamente um feto ainda…

Estou com esperança de que a série se torne mais envolvente e aprofunde mais nas tramas de uma forma coêsa.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 01:37

Estou com você, @Destroyerfromearth616:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 28 de março de 2021 - 02:56

Tbm tive essa sensação. Piadas boas mss totalmente fora de hora. Estão errando a mão feio.

Responder
Destruidora de mundos 27 de março de 2021 - 23:05

Estão mesmo, eu esperava algo do tipo soldado invernal com uma trama mais séria etc..

Responder
Destruidora de mundos 28 de março de 2021 - 03:05

Estão mesmo, eu esperava algo do tipo soldado invernal com uma trama mais séria etc..

Responder
João Rodrigues 27 de março de 2021 - 19:49

Não sei mas pelo menos pra mim, talvez pelos trailers que mostraram um “lugar comum” da marvel, acabou suprindo minhas expectativas de lugar comum, então acabei me divertindo um pouco mais com os 2 episódios.
Entretanto confesso que quando acabou ambos episódios também senti que faltava algo e nem senti vontade de falar sobre ela com alguém ou como WandaVison que eu vinha sedento pela crítica, agora até esqueço disso hahaha. Mas estamos aí, vamos torcer pra melhorar ou pelo menos permanecer boa e não cair de qualidade.

Responder
Lucas Almeida 27 de março de 2021 - 16:13

E a questão do racismo? Eu achei muito boa a cena com os policiais

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:17

Achei muito ruim. Mal dirigida, aleatória e tão óbvio que meus olhos reviraram. Poderiam – deveriam! – ter feito algo mais inteligente.

Abs,
Ritter.

Responder
Lú Lopes Lima 31 de março de 2021 - 11:49

Muito bom mesmo.

Responder
Junito Hartley 27 de março de 2021 - 13:48

Nao sei porque a maioria nao ta gostando desse capitao novo, o cara nao fez nada de errado em ganhar o manto, no próprio episodio mostra as qualidades dele ao ser escolhido, sobre o episodio, eu gostei, a dinâmica da dupla falcão/lobo branco foi legal.

PS: Acho que la pra frente esse novo capitao irá usar o soro do super soldado nele, e seria legal tambem se o Sam usasse tambem.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:18

Simples: ele foi feito para ser um usurpador, um sujeito aleatório que JAMAIS deveria ser o Capitão América considerando que há um sucessor escolhido por Steve e, na falta desse sucessor, há, ainda, seu ex-parceiro. Ou seja, não é o que ele faz e o que ele deixa de fazer, mas sim a mera existência dele.

Abs,
Ritter.

Responder
BUGU 27 de março de 2021 - 13:30

Vale lembrar que esse episódio escancarou a crítica ao racismo americano, que no primeiro episódio só tinha riscado a superfície como a escolha do John Walker no lugar do Wilson como Capitão América. Nesse, além de mostrarem que o Isaiah Bradley passou anos preso apenas por ter sido cobaia do experimento do super soldado, há também a cena da polícia abordando Sam e Bucky e agindo preconceituosamente com Sam. E também foi o episódio que apresentou Eli Bradley (mesmo que só de relance). Sobre os Apátridas eu tenho um certo problema com vilões que na verdade são uma entidade grupal. Quando a Hidra era vilã em Agentes da Shield eu não tinha esse problema porque sempre tinha um superior pra ser o vilão principal, já com os Apátridas, mesmo tendo a menina lá como líder, eu não consigo gostar porque acontece o mesmo que fizeram com o Tentáculo na série dos Defensores, tinha a Sigourney Weaver como líder, mas foi descartada rapidamente. Eu vejo esse grupo apenas como descartável pra elevar os verdadeiros vilões (Agente Americano e Zemo).

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:20

Escancarou é meio exagerado, não? A cena do policial foi bem ruinzinha, óbvia, clichê até a raiz do cabelo. E a do Isaiah foi feita a toque de caixa, sem ressonância. Espero sinceramente que corrijam isso futuramente e trabalhem melhor a questão do racismo.

Abs,
Ritter.

Responder
Massy Andrade 28 de março de 2021 - 16:29

Não achei a cena dos policiais racistas ruim. Ela é tão absurda justamente por ser assim que acontece.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 17:42

Mas o problema não é a cena espelhar a realidade, mas sim a forma, o momento e a direção dela. Faltou tato, especialmente considerando que o racismo foi trabalhado segundos antes dessa sequência.

Abs,
Ritter.

Responder
BUGU 31 de março de 2021 - 16:18

Também não. Eu gostei da cena!

Responder
O Arrebatado Cartman 27 de março de 2021 - 13:18

A cena deles na casa do Justiça Encapuzada foi muito boa, a parte dos coxinha dando enquadro neles achei meio forçada como fizeram, no meu ver se fizessem de forma mais sutil geraria mais desconforto.

O ator do CapitUp America parece ter se inspirado nós trejeitos do Homelander, só eu senti isso?

Responder
Junito Hartley 27 de março de 2021 - 14:16

Achei nada haver com Homelander, me fala ai o que o capitão novo fez de errado no episodio? O cara so tava chamando os falcao e soldado pra ajudar ele contra os apatridas e so levando fora.

Responder
O Arrebatado Cartman 27 de março de 2021 - 15:12

Vc não entendeu meu comentário. Não disse que o personagem é igual o Homelander, o q eu disse foi outra coisa q é o q está no meu comentário.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:21

Ele existe. Isso é que é errado.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:20

Totalmente forçada. Bem ruim mesmo.

E sim, o Capitão Mané tem trejeitos que lembram o Homelander sim.

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 28 de março de 2021 - 12:22

Extremamente didática, tanto o que ocorre como o momento que ocorre. Foi quase um telecurso, praticamente chama o espectador de burro.
Mas vi q muita gnt acho essa cena excelente, deve ser pq eu assisti Watchmen e Lovecraft Country kkk

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 17:47

Para achar aquela cena excelente, o espectador tem que ter sua vida cinéfila girando em torno apenas de filmes de super-heróis e mesmo assim os piores…

Abs,
Ritter.

Responder
Ana Carolina Esteves 27 de março de 2021 - 19:04

Eu também senti uma vibe muito grande do Homelander. Quando ele tá sentado lá dando a entrevista, aí alguém grita lá de fundo: Walker e ele levanta a mão pra apontar e tals, só me veio o Homelander na cabeça kkkkkk

Responder
O Arrebatado Cartman 27 de março de 2021 - 21:57

Sim, e na cena da camionete tmb.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 01:10

Ou seja, a vontade que dá é estapear o sujeito, arrancar o escudo dele e mandar para a lua, onde o Steve está!!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHH

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 27 de março de 2021 - 13:16

Concordo com a crítica. A série está boa, mas parece mais um filme da marvel como outro qualquer. Wandavision nos deixou mal acostumados

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:21

É o “legal, mas nada de mais”…

Vamos ver se o Zemo dá um jeito nisso!

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Filoni 27 de março de 2021 - 13:12

Estou surpreso com a impressão de “diversão passageira” que ficou na maior parte do pessoal aqui com esses dois episódios. De maneira gera, com toda certeza essa é uma série mais simples e sem muito que a difere em sua produção, mas acho que sua simplicidade tem sido um ponto alto. Esperava, sem dúvidas, um maior elemento de espionagem e afins, o qual talvez venha nos próximos episódios, mas a maneira como a série trata uma visão mais humana desses dois personagens e como parece que pode até acabar trabalhando o Agente Americano foi o que mais me deixou interessado em continuar a acompanhar.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:22

Não sei. Visão mais humana MESMO tinha em WandaVision. Aqui, o que apresentaram de humano foi uma sucessão de clichês. Divertido? Com certeza. Mas esquecível completamente.

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Filoni 28 de março de 2021 - 14:34

Com certeza WandaVision conseguiu pegar de uma maneira bem diferenciada e trabalhar com essa visão humana dos personagens. Em Falcão e Soldado Invernal apesar das pinceladas (a história do Sam e da família dele, a terapia do Bucky), acaba sendo realmente bem mais lugar comum. No episódio passado, alias, o que eu tinha curtido bastante era como havia fugido que eu esperava de ser pura ação e espionagem constante e contado sobre essas histórias do dia a dia dos dois, algo que eu já acredito que dificilmente vá voltar para série até o final dela (ao menos o final do Bucky eu já adivinho que vá envolver ele contado pro amigo velho dele que ele matou o filho).
Eu estou curtindo bastante a série, mas eu também espero que os próximos episódios com o desenvolvimento da trama tirem ela de uma sucessão de tramas passageiras ou questionamentos pontuais e, como você diz (com razão) clichês. O Agente Americano e o Sam como Capitão são dois pontos que me dão esperanças de que essas coisas podem acontecer.

Responder
planocritico 28 de março de 2021 - 17:45

Se a história familiar do Sam não voltar, será um desserviço para a série. Mesmo eu não tendo gostado da história da traineira da família, agora que ela foi introduzida, ela precisa de desenvolvimento e fechamento, senão será pior.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 27 de março de 2021 - 12:23

Além do elemento referente ao Isaiah ter sido tirado da cartola do nada, também foi deixado de lado do nada, apesar de achar que eles irão trazer esse elemento de volta, já que o Elijah Bradley, neto do Isaiah, é o Patriota dos Jovens Vingadores, que estão cada vez mais próximos.

E achei a cena do policial parecida com esquete de programa de humor, sinceramente. Sutileza zero. Foi muito mal dirigida e mal colocada dentro da trama. A impressão que tenho é que eles não fazem a menor ideia de como trabalhar esse subtexto do racismo e só querem enfiar “qualquer coisa” só pra dizer que trabalharam para que os executivos da Disney possam exibir uma pretensa e suposta relevância social nas entrevistas.

E a Karli dos Apátridas sendo ameaça por um número anônimo ? É uma terrorista mundialmente procurada, mas não pensou em trocar de telefone ? Kkkkkkkkkkkkkkkkk

A atriz tem carisma, no entanto. A cena em que ela aparece pela primeira vez no caminhão foi muito legal, mas esse grupo, como você disse, está bem sem graça, mas fiquei curioso pra saber porque o Power Broker estava procurando eles (devem ter roubado o soro) e porque o foco específico nessa trama.

Responder
planocritico 27 de março de 2021 - 17:23

Sutileza zero mesmo naquela cena do policial. Forçadíssima. E não que não aconteça assim, mas ficou descontextualizada, até porque acontece no segundo seguinte em que a questão do racismo, com a prisão do Isaiah por 30 anos, foi abordada.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 27 de março de 2021 - 11:02

Cara, eu concordo integralmente com a crítica, menos a nota que tô daria um 3,5. Essa série não tá me animando em nada viu, espero q Loki nn seja assim, pq essa ss, eu qro ver

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planocritico 27 de março de 2021 - 17:23

Loki tem cara que será MUITO interessante.

Abs,
Ritter.

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Robson Costa 27 de março de 2021 - 09:01

Eu gostei mais do primeiro do que desse segundo. Mas concordo com a crítica, à série tá boa, mas ainda falta alguma coisa. Gosto muito do ator que faz o Zemo, vamos ver se ele melhora tudo.
Sem querer comparar, mas comparando: Wandavision foi espetacular. Tô com saudades já.

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planocritico 27 de março de 2021 - 17:24

Também gosto do Brühl. Tomara que ele dê vida à série.

Abs,
Ritter.

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Loki 27 de março de 2021 - 06:10

Wandavision me deixou mal acostumado, a série acabou a pouco tempo mas já sinto saudades de passar a semana discutindo teorias com amigos. Agora com Falcão e Soldado Invernal não tem mais isso, simplesmente termino de assistir o episódio e não sinto vontade de ver o próximo, e essa crítica me fez ver mais claramente ainda, esse grupo de vilões não me desce, parece muito genérico e padrão (vai ter marvete fanático pistola com essa frase). O que me da esperança pra essa série é o Agente Americano e o retorno do Zemo, por que de resto nada me da interesse.

Obs: Ótima crítica.

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planocritico 27 de março de 2021 - 06:17

Bem por aí. E eu realmente nutro esperanças com o retorno de Zemo. Tomara que ele dê jeito na série!

E obrigado!

Abs,
Ritter.

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Junito Hartley 27 de março de 2021 - 13:50

Wandavision tem proposta diferente, inicio dela era se apegando em mistérios, por isso vc ficava ansioso pro proximo episodio, nao da pra querer que falcão e soldado invernal seja igual (ja que é uma serie de ação) sendo que sao temas diferentes igual será a serie do Loki.

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planocritico 27 de março de 2021 - 13:25

Porque não dá para querer algo que prenda o espectador de semana a semana? Tem tanta série de ação que faz isso que realmente não entendo porque essa pode passar na base do “divertido, mas sem graça”.

Abs,
Ritter.

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planocritico 27 de março de 2021 - 17:25

Porque não dá para querer algo que prenda o espectador de semana a semana? Tem tanta série de ação que faz isso que realmente não entendo porque essa pode passar na base do “divertido, mas sem graça”.

Abs,
Ritter.

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Junito Hartley 27 de março de 2021 - 21:35

O surgimento do Zemo no final do episodio pra mim me prendeu a ponto de ficar ansioso pro proximo episodio.

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planocritico 28 de março de 2021 - 18:40

Ou seja, o que te prendeu não foi o episódio, mas sim uma sequência de dois segundos, escura, bem no finalzinho. Isso diz muito sobre o episódio como um todo.

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 28 de março de 2021 - 18:42

Negativo, eu gostei do episodio como um todo.

Loki 28 de março de 2021 - 18:25

Eu sei cara, ela não ter o mesmo nível de mistério que Wandavision não é o problema, só citei por citar mesmo. Mas tudo que foi apresentado até agora não me desperta interesse, como o grupo de vilões (Se a trama desse grupo fosse resolvida já no 3 episódio e depois focassem só no Zemo ou no US Agent já melhoraria muito) e os próprios protagonistas, o primeiro episódio achei um pouco melhor por ter desenvolvido os dois, mas esse aqui foi basicamente eles fazendo piada entre si, e muitas fora de hora. O Zemo é o que mais me da esperança pra série, mas meu medo é que fique como os dois primeiros filmes do Thor, onde praticamente só o Loki é interessante e todo o resto é esquecível. Mas isso tudo é só minha opinião.

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Vinicius Maestá 27 de março de 2021 - 06:03

Como já disse na crítica anterior, adorei o primeiro episódio. Mas esse aqui reúne todos os problemas dos filmes da Marvel Studios. Piadas mal colocadas, desenvolvimento acelerado (a trama envolvendo o supersoldado negro é o principal exemplo), pouca profundidade e habilidade para lidar com questões importantes (senti vergonha vendo a cena forçada de racismo do policial com o Falcão), vilões esquecíveis, e nem sequer a ação se salva. Tiraria meia ou talvez até uma estrela em relação à sua nota.

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planocritico 27 de março de 2021 - 06:05

Eu já achei esse melhor que o anterior, mas por pouco. Seja como for, a série tem sido apenas burocrática. Uma diversão passageira muito bem feita e só.

Abs,
Ritter.

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Paloma Oliveira 27 de março de 2021 - 04:45

Eu estava na espectativa pra assistir essa série, pois Bucky é um dos meus personagens preferidos da Marvel e a linha narrativa dele não me decepcionou.
A premissa da série é muito interessante, mas o maior problema no meu ponto de vista é que os vilões não parecem ser verdadeiramente ameaçadores. Até agora, parecem apenas um grupo qualquer com meia dúzia de pessoas que estão fazendo um barulhinho aqui e ali.
Outro ponto são as cenas de ação. Quero ver mais o Bucky usando suas habilidades sem se reprimir tanto.
Mas, pelo que parece, as coisas vão começar a ficar mais interessantes. Espero que sim. Enfim…

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planocritico 27 de março de 2021 - 06:04

Tomara que a entrada de Zemo suavize esses problemas da série!

Abs,
Ritter.

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Junito Hartley 27 de março de 2021 - 13:54

O Bucky estava fazendo terapia, por isso ele estava se reprimindo com isso lutava se segurando, a partir desse episodio ele nao vai mais fazer terapia, lembra quando ele pergunta a doutora qual era a regra n 2, e ela fala nao matar, entao.

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planocritico 27 de março de 2021 - 17:25

Matar não, machucar.

Abs,
Ritter.

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